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REUNIÃO COORDENADORES
      SME 2013
REFLEXÃO:

Texto para reflexão: „Lembre-te que és
mortal‟ (CORTELLA, 2012, p. 138).
Convite à Filosofia de Marilena Chaui Ed.
Ática, São Paulo, 1995. Capítulo 4 “A
existência da ética” – Senso moral e
consciência moral.
QUESTÕES
                    NORTEADORAS

• “Lembre-te que és mortal “ – o que o título te fez
  pensar ...
• Líder importante do ponto de vista de quem? Do líder
  ou do povo? Por que?
• 1 jarda ---------- 0,91 metros (aproximadamente 500
  metros)
• Por que essa frase “Lembre-te que és mortal “
  estava institucionalizada legalmente?
• Qual a frase que mais lhe chamou atenção nesse texto?
QUESTÕES
                    NORTEADORAS

• Nossas escolas são instituições éticas?
• O conceito de ética é comum a todos? Questões éticas
  são discutidas na escola? Com que frequência?
• Consciência e responsabilidade são condições
  indispensáveis da vida ética. Todos concordam?
• Qual das condições do sujeito ético é mais difícil de
  “construir”? 1. ser consciente de si e dos outros; 2. ser
  dotado de vontade; 3. ser responsável; ser livre;
• Temos mais pessoas passivas ou ativas?
AÇÃO DO
       COORDENADOR


Antes e/ou depois da ação
        docente.
4 MOMENTOS

Acompanhamento: como as atividades dos docentes e
discentes estão sendo desenvolvidas;
Assistência: colaborar com os problemas detectados;
Orientação: podem ter a intenção de alterar a forma de
atuação do docente em uma determinada situação;
Articulação: unir grupos diferentes na organização de
suas ações e na concretização de objetivos que devem
ser comuns.
ESCOLA

Organização de alta
  complexidade
Coordenação
     pedagógica




Dimensões




    Competência
Dimensões
                   Condicionantes


  Política, humana, técnica: valores, crenças, princípios e
               compromissos (fins e meios)
                    Condicionadas



Decorrente das condicionantes permitem operacionalizá-las
Efetividade: capacidade
administrativa para satisfazer   Relevância: importância aos
as demandas concretas feita      interesses e às conveniências
  pela comunidade externa             dos alunos e família
         (sociedade)



                        Competência

  Eficiência: meios a serem
       utilizados pelos             Eficácia: capacidade das
 docentes, discentes e parte         pessoas e instituições
administrativa. Forma correta     alcançarem os objetivos e as
  de utilização dos recursos     metas – resultados alcançados
          disponíveis
AS RELAÇÕES ENTRE EFICIÊNCIA
                      E EFICÁCIA


Um professor pode ser eficiente, mas ineficaz?
O professor pode ser eficaz ainda que ineficiente?
Isso pode acontecer com diretores e
coordenadores?
Verifica-se, pois, que “nem sempre a eficiência e a
eficácia      andam       de    mãos        dadas”
(CHIAVENATO, 1994)
ANÁLISE DA AVALIAÇÃO
   DIAGNÓSTICA
        2013
POR QUE AVALIAMOS?

A resposta a essa pergunta poderá estar relacionada às respostas abaixo:
- Para saber o que o aluno aprendeu (diagnóstico)
- Para observar o avanço do aluno em relação a si mesmo
- Para observar o avanço do grupo
- Para ajudar a rever a prática em sala de aula (estratégias)
- Para o aluno rever o seu caminho (auto-avaliação)
- Para observar como os alunos se expressam
- Para verificar se o aluno alcançou os objetivos para seguir para a etapa
seguinte
- Para mapear a sala de aula e verificar quais os alunos que precisam de
ajuda
- Para conhecer melhor o aluno
IRANDÉ ANTUNES

       Aponta caminhos concretos
       para a mudança. Não perde de
       vista que o problema da escola
       transcende em muito a
       escola, mas acredita que seu
       enfrentamento também exige a
       escola, seja pela discussão
       crítica de suas próprias
       práticas,      seja       pelo
       envolvimento     direto    dos
       professores na construção de
       alternativas.
PRIMEIRO ANO

Classificação do nível de escrita levando em consideração a palavra e a
escrita de uma frase.




                                Reflexão
Nossos alunos dos primeiros anos vêm convivendo com duas situações
extremas: ou é um mero espaço para recreação ou é um local de
alfabetização forçada. Aos poucos, alguns professores estão se
fortalecendo de novas concepções que veem o primeiro ano como um
ambiente que deve permitir à criança o seu desenvolvimento global, isto
é, físico-social, intelectual e emocional, mas tal mudança “ocorre a passos
muito lentos”.
NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE
                   ANOS, O PRIMEIRO ANO SE DESTINA À
                            ALFABETIZAÇÃO?
Esse primeiro ano constitui uma possibilidade para qualificar o ensino e a
aprendizagem dos conteúdos da alfabetização e do letramento. Mas, não se
deve restringir o desenvolvimento das crianças de seis anos de idade
exclusivamente à alfabetização. Por isso, é importante que o trabalho
pedagógico assegure o estudo das diversas expressões e de todas as áreas
do conhecimento. Ressalte-se que a alfabetização não deve ocorrer apenas
no segundo ano do Ensino Fundamental, uma vez que o acesso à
linguagem escrita é um direito de todas as crianças, que é trabalho
precipuamente nos ambientes escolares. Os sistemas e todos os
profissionais envolvidos com a educação de crianças devem compreender
que a alfabetização de algumas crianças pode requerer mais de 200 dias
letivos e que é importante acontecer junto com a aprendizagem de outras
áreas de conhecimento. O Ensino Fundamental de nove anos ampliou o
tempo dos anos iniciais, de quatro para cinco anos, para dar à criança um
período um período mais longo para as aprendizagens próprias
O QUE ENSINAR?

1.   O que ensinar as crianças de seis anos?
2.   Que conhecimentos essas crianças precisam construir?
3.   Que capacidades precisam desenvolver?
4.   Que atividades realizar na escola para que as crianças alcancem as
     capacidades desejadas?
         São cinco eixos fundamentais a serem considerados:
1.   compreensão e valorização da cultura escrita;
2.   apropriação do sistema de escrita;
3.   leitura;
4.   produção de textos;
5.   desenvolvimento da oralidade.
ALGUMAS POSSIBILIDADES …


Para desenvolver essas capacidades, algumas atividades
interessantes podem ser propostas: visitas a diferentes espaços
de circulação do texto escrito, como bancas de
jornal, bibliotecas, livrarias; audição de textos de gêneros
variados como historias, noticias, cartas, propagandas em
diferentes suportes, como livros revistas, jornais, papel de carta;
entrevistas com jornaleiros, bibliotecários, escritores; atividades
de manuseio e exploração de suportes e materiais de escrita que
possibilitem a criança aprender a lidar com o livro didático, com
o livro de historias, com as revistas, com jornais e suplementos
infantis; aprender a usar o caderno, o lápis, a borracha, a régua, o
computador.
SEGUNDO ANO

• Classificação do nível de escrita levando em consideração a palavra; a
escrita de uma frase e a escrita de um bilhete;




                             Reflexão:
• Definir qual é a meta da SME a partir de 2013 para o segundo ano:
                              ao final do segundo ano.
• Definir o “foco” do trabalho pedagógico deste ano.
• Dominar a escrita alfabética, leitura e a escrita em letra cursiva.
• Esclarecer melhor o “Pacto: Alfabetização na Idade Certa”
ENTENDENDO O PACTO

O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa é um
compromisso formal assumido pelos governos federal, do Distrito
Federal, dos estados e municípios de assegurar que todas as crianças
estejam alfabetizadas até os oito anos de idade, ao final do 3º ano do
ensino fundamental. (                                     )
Ao aderir ao Pacto, os entes governamentais se comprometem a:
• Alfabetizar todas as crianças em língua portuguesa e em matemática;
• Realizar avaliações anuais universais, aplicadas pelo INEP, junto aos
concluintes do 3º ano do ensino fundamental;
• No caso dos estados, apoiar os municípios que tenham aderido às
Ações do Pacto, para sua efetiva implementação.
OBJETIVO DO TRABALHO


                       2º ano é refletir sobre:
• a relação entre as informações dadas na situação inicial da
narrativa, o problema, os acontecimentos e a solução.
   Os alunos precisam observar que as coisas que
acontecem ao longo da história devem decorrer do problema
apresentado e preparar a solução final. Ao compreender essas
propriedades, eles poderiam estruturar de forma mais lógica e
encadeada às ações em um texto. O objetivo é que os alunos
compreendam que essa relação pode estar a serviço da produção
de diferentes tons na narrativa: humor, seriedade, suspense, etc.
A REESCRITA INIBE A
                   CRIATIVIDADE DO ALUNO?

Não.
Ao reescrever a versão pessoal de uma história conhecida ou
com alterações solicitadas pelo professor, como a mudança de
cenário, de tempo ou de narrador, o aluno pode realizar um
grande esforço criativo para conseguir reconstruir a mesma
história e não perder a coerência. Esse processo, baseado em
diferentes maneiras de reescrever um texto-fonte, é parte
integrante do percurso de autoria, que pode ser construída com
muita prática e reflexão.
No entanto, faz-se necessário trabalhar também com mais
frequência o texto de autoria com as crianças (mesmo que de
uma forma simples)
TERCEIRO ANO
• Classificação da escrita levando em consideração a escrita de um texto.
• Produzir texto de autoria levando em conta o contexto de solução.




                                 Reflexão:
• Definir o “foco” do trabalho pedagógico deste ano.
• Ao final do ano letivo os alunos deverão ser capazes de:
• Escrever um texto de acordo com a sua estrutura
• Ter noções de parágrafo (recuo, letra maiúscula, pontuação, separação de
ideias no texto (ainda que de forma rudimentar) e organização do discurso
direto.
• Ortografia e leitura
QUARTO ANO
• A avaliação deveria ter sido lida integralmente pelo aluno;
• O professor não deveria realizar pré-texto coletivo;
• Proposta: Continue a história.




                                 Reflexões:
• Definir o “foco” do trabalho pedagógico deste ano.
• Retomar:         noções       de       parágrafo          (recuo, letra
maiúscula, pontuação, separação de ideias no texto (ainda que de forma
rudimentar) e organização do discurso direto).
• Sistematizar o trabalho com discurso direto e (iniciar) indireto
• Iniciar o trabalho com coerência e coesão
• Ortografia e leitura
QUINTO ANO
• A avaliação deveria ter sido lida integralmente pelo aluno;
• O professor não deveria realizar pré-texto coletivo;
• Proposta: Escreva um texto narrativo contando sobre essa amizade especial e uma
situação na qual você precisou ajudá-lo. (criação)




                                      Reflexão:
• Para produzir textos de qualidade, os alunos têm de saber o que querem
dizer, para quem escrevem e qual é o gênero que melhor exprime essas ideias. A
chave é ler muito e revisar continuamente;
• Produzir textos é um processo que envolve diferentes etapas:
planejar, escrever, revisar e re-escrever. Esses comportamentos escritores são os
conteúdos fundamentais da produção escrita. A revisão não consiste em corrigir
apenas erros ortográficos e gramaticais, como se fazia antes, mas cuidar para que o
texto cumpra sua finalidade comunicativa.
PRODUÇÃO DE TEXTOS

No que se refere à escrita, é importante que, no fim do 5º ano, o
aluno saiba:
• Re-escrever e/ou produzir textos de autoria utilizando
procedimentos de escritor: planejar o que vai escrever considerando a
intencionalidade, o interlocutor, o portador e as características do
gênero; fazer rascunhos; reler o que está escrevendo, tanto para
controlar a progressão temática como para melhorar outros aspectos -
discursivos ou notacionais - do texto.
• Revisar escritas (próprias e de outros), em parceria com os
colegas, assumindo o ponto de vista do leitor com intenção de evitar
repetições desnecessárias (por meio de substituição ou uso de recursos
da pontuação); evitar ambiguidades, articular partes do texto, garantir
a concordância verbal e a nominal.
• Revisar textos (próprios e de outros) do ponto de vista ortográfico.
AVALIAÇÃO DE LEITURA?

1. Leitura é para ser avaliada?
2. Pensamos que sim. Mas não só isso. É, sobretudo, para ser
praticada; e também discutida, curtida, vivida. Viver leitura.
3. No momento de selecionar material de leitura, o professor precisa
ter propósitos pedagógicos claros, relevantes e também amplos.
Submeter a prática da leitura na escola exclusivamente a atividades
didáticas é um dos equívocos do ensino de português.
4.    A     avaliação,  como      parte     integrante     do  trabalho
docente, deve, sim, incluir a verificação da capacidade de leitura do
aluno. Precisamos saber se o aluno compreende o que lê, porque isso é
relevante para a vida em nossa sociedade letrada e porque, como
professores, temos a responsabilidade de promover o desenvolvimento
da competência leitora dos nossos alunos.
COMO AVALIAR A
                      COMPREENSÃO LEITORA?
1. Explorar a intertextualidade;
2. A síntese por meio da produção de um pequeno texto expositivo;
3. Fazer com que o aluno descubra os recursos coesivos de substituição;
4. Mediante a exploração da inferência, levar o aluno a perceber a importância
desses mesmos recursos para a linha argumentativa adotada pelo autor;
5. Explorar os recursos coesivos do texto e levar o aluno a perceber relações
de interdependência entre marcadores temporais que contribuem para a
construção de um dos sentidos do texto. O formato da questão deve exigir
releitura minuciosa do texto;
5. Explorar os recursos semânticos, com a recuperação de sentido, com base
no contexto;
6. Merecem comentário, ainda, as instruções dadas para as atividades. Em
alguns dos exemplos, o modo como o aluno deve responder está indicado com
ações (escreva, complete, circule);
PRIMEIRO ANO
                         DESCRITORES
1: Distingue números de outros símbolos gráficos.
2: Identificar habilidade de contagem até 9.
3: Identificar a habilidade de seriação.
4. Identificar a habilidade de inclusão de classe.
5: Classificar objetos do cotidiano pela forma e tamanho, percebendo
diferenças e semelhanças. compreendendo relações de posição no
espaço.
SEGUNDO ANO
                             DESCRITORES
1. Compreende o conceito de número através das operações lógicas de
classificação e seriação.
2. Resolver situação-problema que envolva a ideia da adição (acrescentar)
utilizando-se de diversos materiais com ou sem registro de algoritmo.
3. Resolver situação-problema que envolva a ideia da subtração (tirar)
utilizando-se de diversos materiais com ou sem registro de algoritmo.
4. Resolver situação-problema que envolva a ideia da multiplicação (adição de
parcelas iguais) utilizando-se de diversos materiais com ou sem registro de
algoritmo.
5. Resolver situação-problema que envolva a ideia da divisão (repartir)
utilizando-se de diversos materiais com ou sem registro de algoritmo.
SEGUNDO ANO

6.    Classificar    objetos   do     cotidiano   pela    forma     e
tamanho, percebendo diferenças e semelhanças.
7. Observar objetos de seu cotidiano, identificando-os com figuras
geométricas.
8. Explorar e desenvolver relações de direção e posição no espaço.
9. Identificar os dias da semana e do mês, explorando o calendário.
10. Organizar informações por meio de tabelas e gráficos simples.
TERCEIRO ANO

                       DESCRITORES
1. Formar o conceito de número, através das operações lógicas
(classificação e seriação) e produzir escritas de seu cotidiano
2. Leitura e escrita de números menores que 100, compreendendo a
estrutura de sistema de numeração decimal, compondo e
decompondo
3. Resolver situação-problema que envolvam a ideia da adição
(juntar) utilizando de estratégias diversas.
4. Resolver situação-problema que envolvam a ideia da subtração
(tirar) utilizando de estratégias diversas.
TERCEIRO ANO

5. Resolver situação-problema que envolvam a ideia da multiplicação
(adição de parcelas iguais) utilizando de estratégias diversas.
6. Resolver situações-problemas que envolvam a ideia da divisão
(repartir) utilizando de estratégias diversas.
7. Classificar os objetos do cotidiano, percebendo as diferenças e
semelhanças, identificando-os como figuras geométricas
8. Identificar noções de medida de tempo, explorando o calendário.
9. Construir estratégias para medir comprimentos, massas e capacidades
de vasilhames, sem uso de medidas convencionais
10. Resolver situações-problemas através da análise de gráficos
QUARTO ANO

                    DESCRITORES

1. Ler e escrever números menores que 1000
2. Ordenar e comparar números menores que 1000
3. Decompor números menores que 1000
4. Resolver situação-problema envolvendo a adição (juntar)
5. Resolver situação-problema envolvendo a multiplicação
(raciocínio combinatório).
QUARTO ANO
6. Resolver situação-problema envolvendo a subtração
(comparar)
7. Resolver situação-problema envolvendo a divisão
(repartir).
8. Resolver situação-problema utilizando medidas de tempo
9. Resolver situação-problema identificando figuras e/ou
sólidos geométricos.
10. Resolver situação-problema a partir da análise de gráficos
e/ou tabela
QUINTO ANO

                       DESCRITORES
1. Ler, escrever, ordenar e decompor maiores que 1000.
2. Resolver situações-problemas envolvendo a adição (juntar e/ou
acrescentar).
3. Resolver situações-problemas envolvendo a multiplicação
(raciocínio combinatório).
4. Resolver situações-problemas envolvendo a subtração (tirar
e/ou comparar e/ou completar).
5. Resolver situações-problemas envolvendo a divisão (repartir ou
medir).
QUINTO ANO

6. Resolver situações-problemas utilizando o sistema
monetário.
7. Resolver situações-problemas envolvendo medidas de tempo.
8. Resolver situações-problemas utilizando representação
fracionária.
9. Planificar e comparar sólidos geométricos.
10. Resolver situações-problemas a partir da análise de gráficos
e/ou tabela.
ORIENTAÇÕES GERAIS:
Reunião de coordenador - 2013
EDUCAÇÃO FÍSICA
                        ORIENTAÇÕES:
O professor da classe não precisará acompanhar mais as aulas junto
com o professor de educação física;
Esse horário “livre” deverá ser destinado exclusivamente para: correção
de caderno de alunos, organização das pastas de produção, leitura dos
textos produzidos pelos alunos, preparação de atividades para a
turma, organização de documentos da classe, organização de armário
do professor, agendamento de conversas com os pais / coordenação /
direção, entre outras relacionadas estritamente ao fazer pedagógico.
No semanário do professor da classe não precisará constar mais o
conteúdo de educação física que foi trabalhado com a turma. Só no
semanário do professor de educação física.
Controle de frequência e notas serão registrados pelo professor de
educação física em documento específico.
GUIA PRÁTICO: O DIREITO DE
                       TODOS À EDUCAÇÃO


Autor:
Ministério Público do Estado de São Paulo / SORRI-BRASIL
Resumo:
O 'Guia Prático: O direito de todos à educação' foi desenvolvido por
meio da parceria do Ministério Público do Estado de São Paulo e a
SORRI-BRASIL. A presente cartilha apresenta um diálogo com os
Promotores de Justiça do Estado de São Paulo, trabalhando as questões
do direto de todos à educação.
http://www.sorri.com.br/sites/default/files/Guia%20Pratico%20-
%20O%20direito%20de%20todos%20a%20educa%C3%A7%C3%A3o
.pdf
GUIA PRÁTICO: O DIREITO DE
    TODOS À EDUCAÇÃO
PACTO DO MEC

   Prezados(as) Tutores(as),
     Coordenadores(as) e
 Secretários(as) Municipais de
           Educação,
É com grande satisfação que
venho através deste, informá-los
que o PACTO terá início dia 04
de abril de 2013 . Em breve,
entraremos em contato para dar
detalhes sobre a formação.
                   Atenciosamente,
                           Wagner
CONFIRA OS OBJETIVOS DO TRILHAS E
                   AS PRÓXIMAS AÇÕES PREVISTAS:



       Equipe TRILHAS

Continue realizando os Encontros
Locais com os diretores e
coordenadores das escolas de seu
município. Os materiais de apoio
que estão no Portal podem ajudá-
lo a preparar as reuniões de
formação com foco no estudo e
aprofundamento do material
TRILHAS, assim como na sua
organização no espaço escolar..
Responsável da SME - Heloísa
EJA

• O HEC da escola não contempla as necessidades dos professores da
  EJA – verificar a possibilidade de realizar o HEC semanal desse
  grupo de professores na SME com estudo de bibliografia específica
  para a EJA. Ficamos de realizar um levantamento com os
  professores coordenadores dos horários de HEC e de reforço dos
  professores que lecionam na EJA;
• Se possível o HEC da EJA na SME ser semanal, caso não seja
  possível, pelo menos quinzenal; FAREMOS MENSAL
  (INCLUINDO HORÁRIO DO REFORÇO E HEC –
  ÚLTIMA QUINTA-FEIRA DO MÊS)
• Ver a possibilidade de abrir um horário de reforço para os alunos da
  EJA

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Segunda reunião de coordenadores

  • 2. REFLEXÃO: Texto para reflexão: „Lembre-te que és mortal‟ (CORTELLA, 2012, p. 138). Convite à Filosofia de Marilena Chaui Ed. Ática, São Paulo, 1995. Capítulo 4 “A existência da ética” – Senso moral e consciência moral.
  • 3. QUESTÕES NORTEADORAS • “Lembre-te que és mortal “ – o que o título te fez pensar ... • Líder importante do ponto de vista de quem? Do líder ou do povo? Por que? • 1 jarda ---------- 0,91 metros (aproximadamente 500 metros) • Por que essa frase “Lembre-te que és mortal “ estava institucionalizada legalmente? • Qual a frase que mais lhe chamou atenção nesse texto?
  • 4. QUESTÕES NORTEADORAS • Nossas escolas são instituições éticas? • O conceito de ética é comum a todos? Questões éticas são discutidas na escola? Com que frequência? • Consciência e responsabilidade são condições indispensáveis da vida ética. Todos concordam? • Qual das condições do sujeito ético é mais difícil de “construir”? 1. ser consciente de si e dos outros; 2. ser dotado de vontade; 3. ser responsável; ser livre; • Temos mais pessoas passivas ou ativas?
  • 5. AÇÃO DO COORDENADOR Antes e/ou depois da ação docente.
  • 6. 4 MOMENTOS Acompanhamento: como as atividades dos docentes e discentes estão sendo desenvolvidas; Assistência: colaborar com os problemas detectados; Orientação: podem ter a intenção de alterar a forma de atuação do docente em uma determinada situação; Articulação: unir grupos diferentes na organização de suas ações e na concretização de objetivos que devem ser comuns.
  • 8. Coordenação pedagógica Dimensões Competência
  • 9. Dimensões Condicionantes Política, humana, técnica: valores, crenças, princípios e compromissos (fins e meios) Condicionadas Decorrente das condicionantes permitem operacionalizá-las
  • 10. Efetividade: capacidade administrativa para satisfazer Relevância: importância aos as demandas concretas feita interesses e às conveniências pela comunidade externa dos alunos e família (sociedade) Competência Eficiência: meios a serem utilizados pelos Eficácia: capacidade das docentes, discentes e parte pessoas e instituições administrativa. Forma correta alcançarem os objetivos e as de utilização dos recursos metas – resultados alcançados disponíveis
  • 11. AS RELAÇÕES ENTRE EFICIÊNCIA E EFICÁCIA Um professor pode ser eficiente, mas ineficaz? O professor pode ser eficaz ainda que ineficiente? Isso pode acontecer com diretores e coordenadores? Verifica-se, pois, que “nem sempre a eficiência e a eficácia andam de mãos dadas” (CHIAVENATO, 1994)
  • 12. ANÁLISE DA AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA 2013
  • 13. POR QUE AVALIAMOS? A resposta a essa pergunta poderá estar relacionada às respostas abaixo: - Para saber o que o aluno aprendeu (diagnóstico) - Para observar o avanço do aluno em relação a si mesmo - Para observar o avanço do grupo - Para ajudar a rever a prática em sala de aula (estratégias) - Para o aluno rever o seu caminho (auto-avaliação) - Para observar como os alunos se expressam - Para verificar se o aluno alcançou os objetivos para seguir para a etapa seguinte - Para mapear a sala de aula e verificar quais os alunos que precisam de ajuda - Para conhecer melhor o aluno
  • 14. IRANDÉ ANTUNES Aponta caminhos concretos para a mudança. Não perde de vista que o problema da escola transcende em muito a escola, mas acredita que seu enfrentamento também exige a escola, seja pela discussão crítica de suas próprias práticas, seja pelo envolvimento direto dos professores na construção de alternativas.
  • 15. PRIMEIRO ANO Classificação do nível de escrita levando em consideração a palavra e a escrita de uma frase. Reflexão Nossos alunos dos primeiros anos vêm convivendo com duas situações extremas: ou é um mero espaço para recreação ou é um local de alfabetização forçada. Aos poucos, alguns professores estão se fortalecendo de novas concepções que veem o primeiro ano como um ambiente que deve permitir à criança o seu desenvolvimento global, isto é, físico-social, intelectual e emocional, mas tal mudança “ocorre a passos muito lentos”.
  • 16. NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS, O PRIMEIRO ANO SE DESTINA À ALFABETIZAÇÃO? Esse primeiro ano constitui uma possibilidade para qualificar o ensino e a aprendizagem dos conteúdos da alfabetização e do letramento. Mas, não se deve restringir o desenvolvimento das crianças de seis anos de idade exclusivamente à alfabetização. Por isso, é importante que o trabalho pedagógico assegure o estudo das diversas expressões e de todas as áreas do conhecimento. Ressalte-se que a alfabetização não deve ocorrer apenas no segundo ano do Ensino Fundamental, uma vez que o acesso à linguagem escrita é um direito de todas as crianças, que é trabalho precipuamente nos ambientes escolares. Os sistemas e todos os profissionais envolvidos com a educação de crianças devem compreender que a alfabetização de algumas crianças pode requerer mais de 200 dias letivos e que é importante acontecer junto com a aprendizagem de outras áreas de conhecimento. O Ensino Fundamental de nove anos ampliou o tempo dos anos iniciais, de quatro para cinco anos, para dar à criança um período um período mais longo para as aprendizagens próprias
  • 17. O QUE ENSINAR? 1. O que ensinar as crianças de seis anos? 2. Que conhecimentos essas crianças precisam construir? 3. Que capacidades precisam desenvolver? 4. Que atividades realizar na escola para que as crianças alcancem as capacidades desejadas? São cinco eixos fundamentais a serem considerados: 1. compreensão e valorização da cultura escrita; 2. apropriação do sistema de escrita; 3. leitura; 4. produção de textos; 5. desenvolvimento da oralidade.
  • 18. ALGUMAS POSSIBILIDADES … Para desenvolver essas capacidades, algumas atividades interessantes podem ser propostas: visitas a diferentes espaços de circulação do texto escrito, como bancas de jornal, bibliotecas, livrarias; audição de textos de gêneros variados como historias, noticias, cartas, propagandas em diferentes suportes, como livros revistas, jornais, papel de carta; entrevistas com jornaleiros, bibliotecários, escritores; atividades de manuseio e exploração de suportes e materiais de escrita que possibilitem a criança aprender a lidar com o livro didático, com o livro de historias, com as revistas, com jornais e suplementos infantis; aprender a usar o caderno, o lápis, a borracha, a régua, o computador.
  • 19. SEGUNDO ANO • Classificação do nível de escrita levando em consideração a palavra; a escrita de uma frase e a escrita de um bilhete; Reflexão: • Definir qual é a meta da SME a partir de 2013 para o segundo ano: ao final do segundo ano. • Definir o “foco” do trabalho pedagógico deste ano. • Dominar a escrita alfabética, leitura e a escrita em letra cursiva. • Esclarecer melhor o “Pacto: Alfabetização na Idade Certa”
  • 20. ENTENDENDO O PACTO O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa é um compromisso formal assumido pelos governos federal, do Distrito Federal, dos estados e municípios de assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas até os oito anos de idade, ao final do 3º ano do ensino fundamental. ( ) Ao aderir ao Pacto, os entes governamentais se comprometem a: • Alfabetizar todas as crianças em língua portuguesa e em matemática; • Realizar avaliações anuais universais, aplicadas pelo INEP, junto aos concluintes do 3º ano do ensino fundamental; • No caso dos estados, apoiar os municípios que tenham aderido às Ações do Pacto, para sua efetiva implementação.
  • 21. OBJETIVO DO TRABALHO 2º ano é refletir sobre: • a relação entre as informações dadas na situação inicial da narrativa, o problema, os acontecimentos e a solução. Os alunos precisam observar que as coisas que acontecem ao longo da história devem decorrer do problema apresentado e preparar a solução final. Ao compreender essas propriedades, eles poderiam estruturar de forma mais lógica e encadeada às ações em um texto. O objetivo é que os alunos compreendam que essa relação pode estar a serviço da produção de diferentes tons na narrativa: humor, seriedade, suspense, etc.
  • 22. A REESCRITA INIBE A CRIATIVIDADE DO ALUNO? Não. Ao reescrever a versão pessoal de uma história conhecida ou com alterações solicitadas pelo professor, como a mudança de cenário, de tempo ou de narrador, o aluno pode realizar um grande esforço criativo para conseguir reconstruir a mesma história e não perder a coerência. Esse processo, baseado em diferentes maneiras de reescrever um texto-fonte, é parte integrante do percurso de autoria, que pode ser construída com muita prática e reflexão. No entanto, faz-se necessário trabalhar também com mais frequência o texto de autoria com as crianças (mesmo que de uma forma simples)
  • 23. TERCEIRO ANO • Classificação da escrita levando em consideração a escrita de um texto. • Produzir texto de autoria levando em conta o contexto de solução. Reflexão: • Definir o “foco” do trabalho pedagógico deste ano. • Ao final do ano letivo os alunos deverão ser capazes de: • Escrever um texto de acordo com a sua estrutura • Ter noções de parágrafo (recuo, letra maiúscula, pontuação, separação de ideias no texto (ainda que de forma rudimentar) e organização do discurso direto. • Ortografia e leitura
  • 24. QUARTO ANO • A avaliação deveria ter sido lida integralmente pelo aluno; • O professor não deveria realizar pré-texto coletivo; • Proposta: Continue a história. Reflexões: • Definir o “foco” do trabalho pedagógico deste ano. • Retomar: noções de parágrafo (recuo, letra maiúscula, pontuação, separação de ideias no texto (ainda que de forma rudimentar) e organização do discurso direto). • Sistematizar o trabalho com discurso direto e (iniciar) indireto • Iniciar o trabalho com coerência e coesão • Ortografia e leitura
  • 25. QUINTO ANO • A avaliação deveria ter sido lida integralmente pelo aluno; • O professor não deveria realizar pré-texto coletivo; • Proposta: Escreva um texto narrativo contando sobre essa amizade especial e uma situação na qual você precisou ajudá-lo. (criação) Reflexão: • Para produzir textos de qualidade, os alunos têm de saber o que querem dizer, para quem escrevem e qual é o gênero que melhor exprime essas ideias. A chave é ler muito e revisar continuamente; • Produzir textos é um processo que envolve diferentes etapas: planejar, escrever, revisar e re-escrever. Esses comportamentos escritores são os conteúdos fundamentais da produção escrita. A revisão não consiste em corrigir apenas erros ortográficos e gramaticais, como se fazia antes, mas cuidar para que o texto cumpra sua finalidade comunicativa.
  • 26. PRODUÇÃO DE TEXTOS No que se refere à escrita, é importante que, no fim do 5º ano, o aluno saiba: • Re-escrever e/ou produzir textos de autoria utilizando procedimentos de escritor: planejar o que vai escrever considerando a intencionalidade, o interlocutor, o portador e as características do gênero; fazer rascunhos; reler o que está escrevendo, tanto para controlar a progressão temática como para melhorar outros aspectos - discursivos ou notacionais - do texto. • Revisar escritas (próprias e de outros), em parceria com os colegas, assumindo o ponto de vista do leitor com intenção de evitar repetições desnecessárias (por meio de substituição ou uso de recursos da pontuação); evitar ambiguidades, articular partes do texto, garantir a concordância verbal e a nominal. • Revisar textos (próprios e de outros) do ponto de vista ortográfico.
  • 27. AVALIAÇÃO DE LEITURA? 1. Leitura é para ser avaliada? 2. Pensamos que sim. Mas não só isso. É, sobretudo, para ser praticada; e também discutida, curtida, vivida. Viver leitura. 3. No momento de selecionar material de leitura, o professor precisa ter propósitos pedagógicos claros, relevantes e também amplos. Submeter a prática da leitura na escola exclusivamente a atividades didáticas é um dos equívocos do ensino de português. 4. A avaliação, como parte integrante do trabalho docente, deve, sim, incluir a verificação da capacidade de leitura do aluno. Precisamos saber se o aluno compreende o que lê, porque isso é relevante para a vida em nossa sociedade letrada e porque, como professores, temos a responsabilidade de promover o desenvolvimento da competência leitora dos nossos alunos.
  • 28. COMO AVALIAR A COMPREENSÃO LEITORA? 1. Explorar a intertextualidade; 2. A síntese por meio da produção de um pequeno texto expositivo; 3. Fazer com que o aluno descubra os recursos coesivos de substituição; 4. Mediante a exploração da inferência, levar o aluno a perceber a importância desses mesmos recursos para a linha argumentativa adotada pelo autor; 5. Explorar os recursos coesivos do texto e levar o aluno a perceber relações de interdependência entre marcadores temporais que contribuem para a construção de um dos sentidos do texto. O formato da questão deve exigir releitura minuciosa do texto; 5. Explorar os recursos semânticos, com a recuperação de sentido, com base no contexto; 6. Merecem comentário, ainda, as instruções dadas para as atividades. Em alguns dos exemplos, o modo como o aluno deve responder está indicado com ações (escreva, complete, circule);
  • 29. PRIMEIRO ANO DESCRITORES 1: Distingue números de outros símbolos gráficos. 2: Identificar habilidade de contagem até 9. 3: Identificar a habilidade de seriação. 4. Identificar a habilidade de inclusão de classe. 5: Classificar objetos do cotidiano pela forma e tamanho, percebendo diferenças e semelhanças. compreendendo relações de posição no espaço.
  • 30. SEGUNDO ANO DESCRITORES 1. Compreende o conceito de número através das operações lógicas de classificação e seriação. 2. Resolver situação-problema que envolva a ideia da adição (acrescentar) utilizando-se de diversos materiais com ou sem registro de algoritmo. 3. Resolver situação-problema que envolva a ideia da subtração (tirar) utilizando-se de diversos materiais com ou sem registro de algoritmo. 4. Resolver situação-problema que envolva a ideia da multiplicação (adição de parcelas iguais) utilizando-se de diversos materiais com ou sem registro de algoritmo. 5. Resolver situação-problema que envolva a ideia da divisão (repartir) utilizando-se de diversos materiais com ou sem registro de algoritmo.
  • 31. SEGUNDO ANO 6. Classificar objetos do cotidiano pela forma e tamanho, percebendo diferenças e semelhanças. 7. Observar objetos de seu cotidiano, identificando-os com figuras geométricas. 8. Explorar e desenvolver relações de direção e posição no espaço. 9. Identificar os dias da semana e do mês, explorando o calendário. 10. Organizar informações por meio de tabelas e gráficos simples.
  • 32. TERCEIRO ANO DESCRITORES 1. Formar o conceito de número, através das operações lógicas (classificação e seriação) e produzir escritas de seu cotidiano 2. Leitura e escrita de números menores que 100, compreendendo a estrutura de sistema de numeração decimal, compondo e decompondo 3. Resolver situação-problema que envolvam a ideia da adição (juntar) utilizando de estratégias diversas. 4. Resolver situação-problema que envolvam a ideia da subtração (tirar) utilizando de estratégias diversas.
  • 33. TERCEIRO ANO 5. Resolver situação-problema que envolvam a ideia da multiplicação (adição de parcelas iguais) utilizando de estratégias diversas. 6. Resolver situações-problemas que envolvam a ideia da divisão (repartir) utilizando de estratégias diversas. 7. Classificar os objetos do cotidiano, percebendo as diferenças e semelhanças, identificando-os como figuras geométricas 8. Identificar noções de medida de tempo, explorando o calendário. 9. Construir estratégias para medir comprimentos, massas e capacidades de vasilhames, sem uso de medidas convencionais 10. Resolver situações-problemas através da análise de gráficos
  • 34. QUARTO ANO DESCRITORES 1. Ler e escrever números menores que 1000 2. Ordenar e comparar números menores que 1000 3. Decompor números menores que 1000 4. Resolver situação-problema envolvendo a adição (juntar) 5. Resolver situação-problema envolvendo a multiplicação (raciocínio combinatório).
  • 35. QUARTO ANO 6. Resolver situação-problema envolvendo a subtração (comparar) 7. Resolver situação-problema envolvendo a divisão (repartir). 8. Resolver situação-problema utilizando medidas de tempo 9. Resolver situação-problema identificando figuras e/ou sólidos geométricos. 10. Resolver situação-problema a partir da análise de gráficos e/ou tabela
  • 36. QUINTO ANO DESCRITORES 1. Ler, escrever, ordenar e decompor maiores que 1000. 2. Resolver situações-problemas envolvendo a adição (juntar e/ou acrescentar). 3. Resolver situações-problemas envolvendo a multiplicação (raciocínio combinatório). 4. Resolver situações-problemas envolvendo a subtração (tirar e/ou comparar e/ou completar). 5. Resolver situações-problemas envolvendo a divisão (repartir ou medir).
  • 37. QUINTO ANO 6. Resolver situações-problemas utilizando o sistema monetário. 7. Resolver situações-problemas envolvendo medidas de tempo. 8. Resolver situações-problemas utilizando representação fracionária. 9. Planificar e comparar sólidos geométricos. 10. Resolver situações-problemas a partir da análise de gráficos e/ou tabela.
  • 38. ORIENTAÇÕES GERAIS: Reunião de coordenador - 2013
  • 39. EDUCAÇÃO FÍSICA ORIENTAÇÕES: O professor da classe não precisará acompanhar mais as aulas junto com o professor de educação física; Esse horário “livre” deverá ser destinado exclusivamente para: correção de caderno de alunos, organização das pastas de produção, leitura dos textos produzidos pelos alunos, preparação de atividades para a turma, organização de documentos da classe, organização de armário do professor, agendamento de conversas com os pais / coordenação / direção, entre outras relacionadas estritamente ao fazer pedagógico. No semanário do professor da classe não precisará constar mais o conteúdo de educação física que foi trabalhado com a turma. Só no semanário do professor de educação física. Controle de frequência e notas serão registrados pelo professor de educação física em documento específico.
  • 40. GUIA PRÁTICO: O DIREITO DE TODOS À EDUCAÇÃO Autor: Ministério Público do Estado de São Paulo / SORRI-BRASIL Resumo: O 'Guia Prático: O direito de todos à educação' foi desenvolvido por meio da parceria do Ministério Público do Estado de São Paulo e a SORRI-BRASIL. A presente cartilha apresenta um diálogo com os Promotores de Justiça do Estado de São Paulo, trabalhando as questões do direto de todos à educação. http://www.sorri.com.br/sites/default/files/Guia%20Pratico%20- %20O%20direito%20de%20todos%20a%20educa%C3%A7%C3%A3o .pdf
  • 41.
  • 42. GUIA PRÁTICO: O DIREITO DE TODOS À EDUCAÇÃO
  • 43. PACTO DO MEC Prezados(as) Tutores(as), Coordenadores(as) e Secretários(as) Municipais de Educação, É com grande satisfação que venho através deste, informá-los que o PACTO terá início dia 04 de abril de 2013 . Em breve, entraremos em contato para dar detalhes sobre a formação. Atenciosamente, Wagner
  • 44. CONFIRA OS OBJETIVOS DO TRILHAS E AS PRÓXIMAS AÇÕES PREVISTAS: Equipe TRILHAS Continue realizando os Encontros Locais com os diretores e coordenadores das escolas de seu município. Os materiais de apoio que estão no Portal podem ajudá- lo a preparar as reuniões de formação com foco no estudo e aprofundamento do material TRILHAS, assim como na sua organização no espaço escolar.. Responsável da SME - Heloísa
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  • 46. EJA • O HEC da escola não contempla as necessidades dos professores da EJA – verificar a possibilidade de realizar o HEC semanal desse grupo de professores na SME com estudo de bibliografia específica para a EJA. Ficamos de realizar um levantamento com os professores coordenadores dos horários de HEC e de reforço dos professores que lecionam na EJA; • Se possível o HEC da EJA na SME ser semanal, caso não seja possível, pelo menos quinzenal; FAREMOS MENSAL (INCLUINDO HORÁRIO DO REFORÇO E HEC – ÚLTIMA QUINTA-FEIRA DO MÊS) • Ver a possibilidade de abrir um horário de reforço para os alunos da EJA