Segunda etapaStefania Ferreira
•   Formado por megalitos (imensas pedras).•   Pedras combinadas em grupo de três para formar os trílitos    (dólmens), nu...
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•   Ainda mais alto, são os cinco portais que formam a ferradura externa, com    cerca de nove metros de altura e perto de...
•   No quadro, uma avó negra agradece a Deus pelo neto    branco que esta no colo da mãe, uma mulata. O pai é    branco, p...
•   Os elementos estão distribuídos com harmonia.•   O tom amarelo atrás da personagem principal parece    aumentar a sacr...
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•   Eu faço uma releitura da cor brasileira.    Assumo influências de Volpi e de Lívio    Abramo, recrio um clássico de Al...
A METAMORFOSE DOS EXCLUIDOS – NELSON SCRENCI - 2000
•   Uma comparação entre "A Negra", de Tarsila do    Amaral, e o "Caipira picando fumo", de Almeida Júnior,    interroga a...
•   Se esquecermos classificações e preconceitos – "moderno" de    um lado, "acadêmico" de outro – descobrimos que, por tr...
•   Tarsila do Amaral, no início dos anos de 1920, está muito    marcada pelos exemplos construtivos do cubismo, pelas liç...
•   No caipira, a diagonal indica esse centro significante.•    Encontra-se levemente deslocado para evitar a rigidez.•   ...
•   O seio oferto, redondo, vulnerável, opõe-se assim à faca    pontiaguda, agressiva, intercalada entre personagem e    e...
•   Nelson Screnci associa a exuberância que colore a tela de Tarsila do    Amaral aos tons mais vizinhos que emprega Alme...
•   Sua obra oferece pontos de convergência    entre as duas telas e mostra como a visão    mais fecunda é aquela que esca...
•   Trabalhos esculpidos em granito, mármore e    bronze de personalidades que marcaram    época.•   Verdadeiro       acer...
•   Simbologia de saudades, amor, tristeza,    nobreza, respeito, inocência, sofrimento,    dor, reflexão, arrependimento,...
•   Através da representação, a simbologia de    saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito,    inocência,    sofrimento,...
O falecido vai direto   Último membro da                        família tradicional ou   Triunfo da vida sobre a mortepara...
Símbolo      da                                      transitoriedade                                      da vida, do     ...
A tocha identifica-se com   A tocha invertida                            representa      a   Símbolo da estabilidade, soli...
   Materiais: Granito (base) e bronze (“família”)•   Elementos:    •   Mesa com um pão no centro    •   “Pai”         •  ...
   Ultima escultura realizada por Brecheret   Materiais: Mármore (base e parede) e bronze (anjos)   Elementos:       2...
•   Abreviação latina de ex-voto suscepto ("o voto realizado"), o termo designa pinturas, estatuetas    e variados objetos...
•   A sala de milagres do Santuário de Nossa Senhora    Aparecida, está localizada no subsolo do Santuário.•   Os ex-votos...
•   A   cultura    material      indígena      representa    a    manifestação de fenômenos culturais através    dos objet...
•   Este trabalho foi desenvolvido na região norte    do Parque Indígena do Xingu (MT), junto ao    povo Kaiabi (Tupi-guar...
Missamóvel de                                                  Nelson Leirner• Trabalho tridimensional feito com objetos d...
É uma época de conflitos espirituais e religiosos.O estilo barroco traduz a tentativa angustiante de conciliarforças antag...
•   Rigor    da  execução    técnica:    dominam as técnicas do desbastar,    cinzelar e do modelar; formas    perfeitas.•...
•   O Santuário de Bom Jesus de Matosinhos é    um conjunto arquitetônico e paisagístico    formado por uma igreja, um adr...
•   O conjunto foi construído em várias etapas, nos    séculos XVIII e XIX, por vários mestres, artesãos e    pintores, co...
•   Entre 1800 e 1805, foram feitas as doze    esculturas em pedra-sabão, situadas na entrada    da Capela de Bom Jesus.• ...
•    Abre a série de honra na entrada da    escadaria     do     lado   esquerdo    do SANTUÁRIO.•   Tem o tipo físico de ...
•   Ocupa também posição de destaque na entrada    da escadaria, à direita de ISAÍAS, encontra-se    o Profeta Jeremias, a...
•       Apesar de não integrar a série    dos profetas do Antigo     Testamento,   a    inclusão de  Baruc  no conjunto es...
   Do lado oposto a Baruc, no pedestal que    arremata o muro de alinhamento central do    adro, encontra-se  Ezequiel, t...
•    O Profeta Daniel, ladeando a passagem para a entrada do    adro, em frente a Oséias, encontra-se a estátua. O    conf...
•   O     mais    importante     dos     profetas    menores, Oséias, ocupa no Santuário lugar    sobre o pedestal que arr...
• Joel, o segundo dos profetas menoresdo cânon bíblico, ocupa seu lugar noadro à direita de  Oséias, na junção doparapeito...
•   Abadias ocupa o ponto inferior do adro que une os    muros dianteiros e lateral esquerdo no adro    do Santuário.•    ...
•   No ponto extremo do adro, à esquerda, na parte    superior do arco de circunferência que une os    muros extremos dian...
•   Ocupando posição simétrica à de Joel, no ponto de encontro    dos muros que formam o parapeito de entrada do adro à   ...
•   Habacuque, o oitavo dos profetas menores,    encerra a série dos profetas de Congonhas.    Situa-se em posição equival...
•   Na extremidade direita do adro,    ocupando o ponto superior do arco que    une os muros externos dianteiro e lateral,...
•   Última ceia de Cristo.•   Conjunto     de    esculturas em madeira    policromada da autoria do Aleijadinho,    existe...
•   Quem suspeitaria que o Aleijadinho fora um    inconfidente, e dos mais atuantes, em sua    modéstia? Maçon que era (de...
•   As estátuas que esculpiu estão todas em    determinadas posturas ritualísticas e o    Aleijadinho se perguntava se alg...
•    O Passo da Ceia, situado na    parte      ascendente     ao    Santuário do Bom Jesus.•     As imagens do Passo da   ...
•   A Capela do Horto em    comparação com a Capela    da Ceia revela uma grande    reformulação em seu estilo    arquitet...
•   A Capela do Passo da    Prisão,           construída    contemporaneamente à do    Passo do Horto, apresenta    caract...
•   Inexplicavelmente, após a    conclusão das capelas do    Horto e da Prisão, as obras dos    Passos ficaram paralisadas...
•   Já defrontando a esplanada    que antecede a escadaria    do Templo, encontra-se a    penúltima capela que abriga    o...
•   A composição é dividida em três    partes distintas.•    A zona central onde se passa a ação    principal é ocupada pe...
•   Esse quadro representa bem adequadamente o    papel insubstituível da mãe como educadora,    preser vando a inocência ...
•   Jacques-Louis David é o fundador do neoclassicismo francês.    Teve como mestres e conselheiros pintores diversos quan...
•   A perfeição do Neoclassicismo pode ser vista    no quadro “Coroação de Napoleão” onde    David, representou dezenas de...
•   Eleito imperador da França por meio de um plebiscito, Napoleão    convida Pio VII à coroação. A cerimônia ocorre em No...
•   Academia Imperial de Belas Artes da atual Escola de Belas    Artes, hoje unidade da Universidade Federal do Rio de    ...
Consagração do Imperador Napoleão I e Coroação da   -Sagração de D. Pedro I, 1823, de Jean         Imperatriz Josefina (18...
•   D. João VI transfere se para o Brasil com 15 mil    pessoas. 1808•   Convento do Carmo – RJ.•   Construiu o Teatro São...
•   Registra aspectos    sociais.•   Subserviência    escrava.•   Valorização     dos    aspectos    formais    clássicos
   DEBRET•   retrata tipos humanos, costumes e paisagens locais•   Escreve o livro “Viagem histórica e pitoresca ao Brasi...
Rafael Frederico
• Rafael Frederico foi pintor, desenhista eprofessor.• Era órfão e pobre, mas mesmo assimconseguiu entrar para a Academia ...
° Teve como mestres, entre outros, Agostinho daMota e Vitor Meireles°Lecionou no Liceu de Artes e Ofícios do Rio deJaneiro...
• Rafael dedicou-se bastante ao magistrado,deixando um número limitado de obras, quasetodas desconhecidas pelo público.• P...
• A obra é formada por linhas curvas.• Perspectiva por sobreposição de planos.• Textura natural da pele de uma jovem• Um c...
REALISMO  •   Período  segunda metade do séc.XIX  •   Momento histórico  Revolução Industrial  •   Objetivo  Adaptação ...
•    Millet mostra dois camponeses orando, dando graças a Deus pela    colheita obtida através do suor e do esforço de mui...
•   O quadro mais famoso de Millet e o que melhor exprime    a sua arte realista – o Angelus – é uma recordação    direta ...
   O Ângelus é uma prática religiosa, realizada    em devoção à Imaculada Conceição,    repetida três vezes ao dia, de ma...
•   Reza a lenda, que Millet havia pintado este quandro com    um caixão no lugar da cesta de palha vermelha.•    Quando u...
•   Embora acusado de formalismo pelo rigor anatômico    de suas peças, destacou-se no período de transição    da arte ent...
• Escultura intimista de Auguste Rodin.• Nesta obra, o artista se expressa em todo o seu  esplendor.• Saca de uma pedra a ...
•   Segundo Rodin, “ao escultor cabe a    responsabilidade por todos os aspectos da    obra: a concepção, a forma, o taman...
•   Ilusão de realidade•   Modelado a partir de modelo vivo•   Inacabada•   nova ordem de naturalismo
•   Cada     centímetro      da superfície  é    considerado, é igual e diferentemente    expressivo: da expressão facial,...
O ARTISTA E A OBRA•    Subverte          as     convenções      que     estabelecem, por     exemplo, a Religião     e a H...
A CARACTERIZAÇÃO DAS                        PERSONAGENS E DA LIBERDADE   Causou profunda    indignação na crítica da    é...
CORES E LINHAS (EXPRESSIVIDADE)
•   Relação da pintura de Delacroix com os ideais    revolucionários e as estruturas de poder entre a figura da    Liberda...
•   A Liberdade é representada pela figura    feminina, como nos modelos gregos do    período helênico (século 20 a.C.).• ...
•   Segundo Giulio Carlo Argan na sua obra Arte    moderna, o Romantismo e o neoclassicismo são    simplesmente duas faces...
•   Comovido com os acontecimentos políticos    de julho de 1830, pinta, em 1831, uma    alegoria à liberdade, à França e ...
•   A "Liberdade", de seios nus, traz numa mão    uma arma e na outra a bandeira da França.    Nacionalismo puro.•   O qua...
•   Podemos notar o uso de cores lúgubres ,    muito escuras que contracenam com uma    forte luz ao fundo da tela.•   A m...
•   Uma das obras mais importantes da história da arte e    do romantismo.•   A cena representa a revolta popular de 1830,...
•   O título mais parece uma das tantas manchetes    de jornal que nos acompanham há tempos, mas    aqui se trata de falar...
•   A obra nasce por ocasião dos trágicos    acontecimentos que a partir de 1808 mergulham a    Espanha no caos social. A ...
•   Goya se sente atingido nas entranhas pela presença dos    intrusos franceses em sua Espanha amada, mas a    crueldade ...
•   Nos “Desastres da Guerra” (1810-1815), Goya faz    comprovações, aparentemente sem tomar partido. A    repulsa contra ...
•   Os últimos desenhos dos “Desastres da    Guerra” foram executados ao mesmo tempo    em que realizou os “Disparates”.• ...
•   Goya                   deixa    momentaneamente de lado    a caricatura, para expressar    homens em sua condição    s...
•   Aqui como em todos os 72    desenhos há uma pergunta a ser    feita: o homem esquartejado é a    única vítima nessa gu...
•   Os desastres da guerra supõem uma visão da    guerra na qual a dignidade heróica    desapareceu, uma das característic...
•   Trata-se de uma visão de denúncia das    consequências sofridas pelo homem em    tanto que ser civil, despojado de sim...
•   Considerado um dos primeiros impressionistas, J. M.    W. Turner (1775-1851) é conhecido como o “pintor da    luz”. Um...
•   Evidencia uma batalha em alto mar: Batalha de    Trafalgar> Espanha e França X Inglaterra, em 1805.•   Muito dinamismo...
•   Há um forte contraste de luz e sombra gerando uma profundidade    temporal.•   A falta de nitidez contribui muito para...
•   razão                       •   emoção , subjetividade•   mimesis (imitação da        •   teoria expressiva expressão ...
   http://www.youtube.com/watch?    v=ELHqmo2khyw&feature=related   http://www.youtube.com/watch?v=AE-    LPpiGLjw   ht...
•   Esta obra possui um caráter de inovação e    vanguarda, uma vez que em alguns momentos    de sua composição, como no b...
• Sobre a pergunta "de onde viemos", escreveu    Gauguin: "À direita, no canto, vê-se um bebê que    dorme cercado por trê...
• A mulher que apanha uma fruta reproduz Eva,  mas, em vez da maçã, segura uma manga.• "A figura central apanha uma fruta....
• O canto esquerdo representa "para onde  vamos". "Uma figura sentada parece ouvir o  ídolo. Uma velha, já bem próxima da ...
•   É uma imagem de caráter simbolista.•   As formas são simplificadas•   As cores são usadas de maneira arbitrária.•   Ap...
•     A pequena bailarina    de catorze anos, Degas    marca o início da sua    independência        do    grupo          ...
•   Ao exibir esta escultura deixou os seus    colegas chocados como toda a «boa    sociedade» da época.•   A bailarina re...
•   Escandalizado, Degas fez com que a bailarina    muito jovem se deixasse desenhar.•     Começou com simples esboço, dep...
•   Ao exibí-la, chocados, todos perguntavam o    porquê de estar ali exposta aquela    escultura.•   Aquilo comovia a soc...
•   Degas é peculiar por sua habilidade em retratar    cenas com movimento.•    Seu olhar é como o de uma câmera fotográfi...
•   A formação acadêmica de Degas e sua admiração    por Ingres, fizeram com que ele valorizasse o    desenho e não só a c...
•   Em 1888, decidiu mudar-se para Arles, no sul da França    onde, segundo ele, havia mais cor, mais sol. Van Gogh    con...
•   Quadro com imensa força e pungência.•   Os dois travesseiros e as duas cadeiras indicam a    ansiedade com que Van Gog...
•   Pinceladas firmes e cores fortes são usadas para retratar o    quarto de Van Gogh em Arles, cidade que marcou sua    r...
Um domingo de verão na Grande Jatte, 1884-6, 2,05 x 3,05 m. Chicago, Art Institute
•   Obtidos pela aproximação    de pontos.•   A     certa       distância    compõem a unidade de    tons e tornam a vibra...
•   Tema       -       um    programa      -    atividades de lazer em Paris.•   Forma de elaboração:    •   Espaço: é pla...
•   Personagens         –    manequins    geometrizados      organizados   em    intervalos e ritmos quase que    matemáti...
•   Marcas: superfície granulada, figuras estilizadas em aura de luz.•   Desenho chapado e preciso.
•A obra O quarto Estado – II quarto Stato, seunome original – tem a autoria de Giuseppe daVolpedo;  •Éuma tela pintada a ó...
•   Na obra é possível perceber pelas vestes e    postura dos elementos, que trata-se de um    retrato da classe proletári...
•   A ideia de perspectiva dada no quadro é    feita pela sobreposição de planos, esses    planos correspondem às linhas h...
•   As mãos dos trabalhadores estão abertas,    revelando tranquilidade, suas mãos também    criam uma ondulação, moviment...
•   A figura do líder, com o   •   A composição da obra    seu colete encarnado           é    feita  com      2    sobres...
•   As diagonais no lado     •   A       horizontalidade    direito a obra apontam       conota ainda com a    suavemente ...
•   Aos 22 anos Pelliza da Volpedo, que era advindo de uma    família de agricultores aproximou-se muito do ideais    soci...
•   Visconti    apresentou     uma       extrema    versatilidade e praticou quase todos os    temas e gêneros de pintura....
•   Com insistência os críticos apontaram-no como    um pintor de forma e estilo franceses, mas ele    soube sempre conser...
   Uma das principais criações de Eliseu Visconti        Retrata uma paisagem na região de Nápoles juntamente com o Vesú...
•   A obra é caracterizada pela paisagem singular.•   Na obra, podemos contar          três   meninos    sentados à beira ...
•   Perspectiva    •   Linear                      •   Simetria                  •   Assimétrica
•   Contraste de luz e sombra    •   Obtida através do uso de cores escuras e claras
•   Figuras sem contornos nítidos•   Intensidade dos tons do objeto dados pela incidência de luz solar•   Tons pasteis•   ...
“A arte não pode parar. Modifica-se permanentemente. Agrada agora o queantes era detestado. Isto é evolução e não é possív...
•   Difundiu-se pela Europa com diversos nomes:•   ART NOUVEAU – Bélgica e França•   JUNGENDSTIL – Alemanha•   MODERNISMO ...
•   Revolução Industrial – contribui para uma nova atividade artística.•   O surgimento das fábricas, a produção em série ...
•   Desenvolveu-se na Europa e EUA no final do séc. XIX (1890- e 1ª Guerra    Mundial)•   Interesse nas artes aplicadas – ...
•   Natureza.•   Estilo     naturalista    e    floreado    (superfície e a estrutura dos edifícios)    - destaque para as...
•   Uso de elementos orgânicos.•   Aberturas com formas irregulares.•   Explora elementos de textura e cor nos    revestim...
Casa Horta
   Ferro e vidro levam a um                     excessivo floralismo.Hector Guimard
Casa Milá,Barcelona             detalhe
•ESPANHA:•Barcelona: surpreende pelas formas e peladecoração.•Antonio Gaudí – A Igreja Sagrada Família.
Sagrada Família (detalhe), Antoni Gaudi - Barcelona
Tiffany abajour
Adele Block-Bauer (1907), 138cm x 138 cm    Gustav Klimt, austríaco, simbolista.
•   Virada do século XIX para o XX, quando Gustav    Klimt espantava a Áustria com seus retratos    sensuais de mulheres• ...
•   Frans Krajcberg mora numa casa em cima de uma    árvore, em Nova Viçosa, na Bahia.•   Vive só, mas, ao contrário do qu...
•   Pertencente também a linguagem contemporânea,    este artista busca em suas obras dar vida aquilo que    estava morto....
•   É um retrato da    serie “crianças de    açucar” de 1996,    foi elaborado a    partir       desse    material.
•   Vik Muniz (Vicente José Muniz) nasceu em São    Paulo, em 1961, mas vive e trabalha em Nova    York. De lá, projetou-s...
•   Fa z esculturas perecíveis e comestíveis que se    eternizam através da fotografia .•    Uma pizza vira um rosto e cal...
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Jacob Riis•   A imagem fotográfica sempre foi algo instigante prá    mim... tanto que deixei a Engenharia para me tornar ...
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•850 FOTOGRAFIAS 8X8X3cm serigrafadas sobre pequenas almofadas(patuás) arrematadas com pontos de crochê e dispostas lado a...
WANGECHI MUTU (QUÊNIA - 1972)•   1990 muda-se para NY para estudar antropologia e artes    plásticas.•   Técnica da COLAGE...
•   Trata da valorização da    mulher, de sua raça e    coragem no meio de tantas    desilghaldades     de   um    mundo m...
•   Wangechi Mutu, um artista queniano que mora em    Nova York, recentemente passou a ocupar lugar de    destaque no univ...
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Revisão de Artes Visuais - Obras comentadas do PAS - 2ª etapa

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  1. 1. Segunda etapaStefania Ferreira
  2. 2. • Formado por megalitos (imensas pedras).• Pedras combinadas em grupo de três para formar os trílitos (dólmens), numa estrutura de vigas sobre pilares.• As vigas se encaixam nas pontas.• Stonehenge exemplifica os princípios básicos de toda a arquitetura.• Seus criadores entenderam o elemento fundamental de sustentação e peso, em que os pilares verticais suportam o peso de vigas horizontais.• Pedras únicas posicionadas no sentido vertical e horizontal: monólitos (menires).• Provavelmente esse monumento pode ter sido um calendário solar, ou um local para rituais religiosos ou um cemitério.• A colocação dos megalíticos segue um ritmo perfeito de 3 distanciamento e posicionamento.
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  4. 4. 5
  5. 5. • Ainda mais alto, são os cinco portais que formam a ferradura externa, com cerca de nove metros de altura e perto de 15 toneladas.• Ainda, existia uma avenida de acesso principal onde situavam-se os portais de pedra.• Havia também do lado externo do círculo maior, uma série de cavidades no solo que circundavam o monumento.• Estas cavidades estavam destinadas a um outro círculo de pedras, que nunca seria construído.
  6. 6. • No quadro, uma avó negra agradece a Deus pelo neto branco que esta no colo da mãe, uma mulata. O pai é branco, provavelmente de origem ibérica ou mediterrânica.• De acordo com a Bíblia, Can, um dos filhos de Noé, recebeu uma maldição: ele e seus descendentes seriam escravos e, por isso, pensadores que queriam adequar a ciência ao texto bíblico, o apontaram como o antepassado dos povos negros.• Representa o branqueamento da raça.• Relacionado com questões de genética.
  7. 7. • Os elementos estão distribuídos com harmonia.• O tom amarelo atrás da personagem principal parece aumentar a sacralidade da criança branca
  8. 8. 1,20 x 2,00
  9. 9. • Eu faço uma releitura da cor brasileira. Assumo influências de Volpi e de Lívio Abramo, recrio um clássico de Almeida Júnior." Screnci acredita que há preconceito contra releituras de artistas brasileiros. "Por que só podemos reler americanos e europeus?“• Nelson Screnci
  10. 10. A METAMORFOSE DOS EXCLUIDOS – NELSON SCRENCI - 2000
  11. 11. • Uma comparação entre "A Negra", de Tarsila do Amaral, e o "Caipira picando fumo", de Almeida Júnior, interroga a cisão entre o "moderno" e o "acadêmico" e, por alargamento, expõe a questão epistemológica das classificações na história e na crítica das artes.• As duas telas apresentam uma evidência rara dentro da pintura brasileira.• Elas possuem uma força e uma presença visual, "icônica", que parte de um "tipo" social – a negra, o caipira – para, construindo-os com os meios da pintura, impô-los como imagens.
  12. 12. • Se esquecermos classificações e preconceitos – "moderno" de um lado, "acadêmico" de outro – descobrimos que, por trás de efeitos estilísticos mais exteriores, existe uma grande afinidade nos princípios de organização das duas telas.• Almeida Júnior – e isto não foi suficientemente assinalado até agora nos estudos consagrados ao pintor – compõe por meio de um notável sentido da geometria.• Seu caipira, com os ângulos dos cotovelos, dos joelhos, bem afirmados, encontra-se instalado, de modo seguro e preciso, diante de um fundo revelando claras relações ortogonais: verticais da porta e, sobretudo, horizontais dos batentes, dos bambus que se mostram na parede de barrote, dos degraus em pau tosco que lhe servem para sentar.
  13. 13. • Tarsila do Amaral, no início dos anos de 1920, está muito marcada pelos exemplos construtivos do cubismo, pelas lições de Gleizes, de Lhote, de Léger.• Nesse momento, ela se entrega ao rigor das organizações geométricas.• "A Negra" é sua grande obra do período.• Por acaso ou, quem sabe, por alguma lembrança, ela dispõe seu personagem numa postura bastante próxima à do caipira: ângulos dos cotovelos, evidência dos pés, inclinação da cabeça.• Como Almeida Júnior, dispõe sua figura diante de um fundo geométrico, feito de barras horizontais paralelas, num efeito não muito distante dos degraus do caipira.
  14. 14. • No caipira, a diagonal indica esse centro significante.• Encontra-se levemente deslocado para evitar a rigidez.• Está na junção, ponto essencial e preciso, do polegar esquerdo e do indicador direito, ou melhor, das duas unhas desses dedos.• Se, no outro quadro, prolongarmos a nervura central da folha de bananeira, chegaremos ao polo organizador escolhido por Tarsila do Amaral, também situado abaixo do centro geométrico: o mamilo desenhado como um pequeno círculo.
  15. 15. • O seio oferto, redondo, vulnerável, opõe-se assim à faca pontiaguda, agressiva, intercalada entre personagem e espectador, barreira feita de violência implícita.• Nelson Screnci, artista fascinado pelo universo das imagens deixadas pelos grandes pintores, aceitou tentar uma fusão entre as duas telas.• Ele já havia trabalhado a partir de ambas, juntado-as com tipos populares ou com princesas de Velazquez.• Aqui, elas se metamorfoseiam uma na outra; os tipos "icônicos" do caipira e da negra misturam-se com elementos populares.• Ele associa também a exuberância que colore a tela de Tarsila do Amaral aos tons mais vizinhos que emprega Almeida Júnior.• Cada uma de suas pequenas imagens vibra numa luminosidade mais forte.
  16. 16. • Nelson Screnci associa a exuberância que colore a tela de Tarsila do Amaral aos tons mais vizinhos que emprega Almeida Júnior.• Cada uma de suas pequenas imagens vibra numa luminosidade muito forte.• Artista fascinado pelo universo das imagens deixadas pelos grandes pintores, aceitou tentar uma fusão entre essas duas telas.• Ele já havia trabalhado a partir de ambas, juntado-as com tipos populares ou com princesas de Velazquez.• Aqui, elas se metamorfoseiam uma na outra; os tipos "icônicos" do caipira e da negra misturam-se com elementos populares.• Sua obra oferece pontos de convergência entre as duas telas e mostra como a visão mais fecunda é aquela que escapa aos estereótipos de conceitos como "moderno", "acadêmico" ou outros.• Mais convergências são possíveis: esta mini-exposição é o convite para descobri-las.
  17. 17. • Sua obra oferece pontos de convergência entre as duas telas e mostra como a visão mais fecunda é aquela que escapa aos estereótipos de conceitos como "moderno", "acadêmico" ou outros.• Mais convergências são possíveis: esta mini-exposição é o convite para descobrí- las.
  18. 18. • Trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época.• Verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto,• Guardam os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural.
  19. 19. • Simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas.• No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.
  20. 20. • Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas.• No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.
  21. 21. O falecido vai direto Último membro da família tradicional ou Triunfo da vida sobre a mortepara o céu uma pessoa jovem ou criança
  22. 22. Símbolo da transitoriedade da vida, do tempoComum no túmulo depatriarcas Fogaréu - Simboliza o elemento fogo, destruição das forças do mal pela purificação. Urna - Símbolo grego do luto. A família Local onde não tinha originalmente se certeza da depositava as sua cinzas absolvição
  23. 23. A tocha identifica-se com A tocha invertida representa a Símbolo da estabilidade, solidezo Sol e constitui o pessoal e socialsímbolo da purificação morte como umaatravés da iluminação inversão ao sentido normal da vida
  24. 24.  Materiais: Granito (base) e bronze (“família”)• Elementos: • Mesa com um pão no centro • “Pai” • Braços apoiado sobre a mesma e com as mãos quase juntas, como se fizesse uma prece • Ombros relaxados e caídos pela depressão do momento que está passando, da mesma forma expressa a sua face • Criança (provavelmente filho) • Cabeça abaixada sobre os braços na mesa., expressando o mesmo sentimento que o pai • Banco vazio • Ausência de um ser querido (esposa e mãe)• O autor mostrava em seus trabalhos grande sensação mítica e sensibilidade emocionante
  25. 25.  Ultima escultura realizada por Brecheret Materiais: Mármore (base e parede) e bronze (anjos) Elementos:  2 anjos  Mãos unidas no peito (oração)  Asas que tocam o chão  Um de frente para o outro  Crus (parede)  Separa os 2 anjos  Nicho  Representa um portal de passagem para o desconhecido Estilo expressionista para esculpir os anjos
  26. 26. • Abreviação latina de ex-voto suscepto ("o voto realizado"), o termo designa pinturas, estatuetas e variados objetos doados às divindades como forma de agradecimento por um pedido atendido.• Trata-se de uma manifestação artístico-religiosa que se liga diretamente à arte religiosa e à arte popular, despertando o interesse de historiadores da arte e da cultura, de arqueólogos e antropólogos.• As motivações do presente votivo são muitas: proteção contra catástrofes naturais, cura de doenças, recuperação em virtude de sofrimentos amorosos, acidentes e dificuldades financeiras.• O voto feito aos deuses (ou santos), por sua vez, também adquire formas muito diversas: placa, maquete ou pintura descrevendo os motivos da promessa, ou pequenas réplicas (de barro, madeira ou cera) das partes do corpo afetadas por moléstias (perna, cabeça, mão, coração etc.), chamadas por alguns de "ex-votos anatômicos".• Designam-se "ex-votos marinhos" aqueles em forma de barcos, realizados em regiões litorâneas. Colocados em locais públicos - capelas ou sala de milagres -, os painéis ou presentes votivos trazem freqüentemente a inscrição "ex-voto" ou "milagre feito".
  27. 27. • A sala de milagres do Santuário de Nossa Senhora Aparecida, está localizada no subsolo do Santuário.• Os ex-votos estão dispostos nas vitrines, a maioria centralizada ou em laterais da sala, outros nas paredes, teto, compostos inclusive por manequins.• As vitrines têm descrição e tipologias referentes aos objetos em exposição, uma forma de orientação e informação ao visitante (turistas) e romeiros que passam pelo Santuário.• A sala possui um balcão de recebimento de ex-votos, para que ao final do dia seja realizada a triagem, e assim as graças possam chegar ao destino, sejam ele o da exposição, doação ou outro.
  28. 28. • A cultura material indígena representa a manifestação de fenômenos culturais através dos objetos físicos, que destinam-se a usos rotineiros e/ ou rituais e, crescentemente, ao comércio com os não índios.• Considera-se ar tesanato indígena como o conjunto de objetos da cultura material produzidos com finalidade comercial, destinados ao mercado externo
  29. 29. • Este trabalho foi desenvolvido na região norte do Parque Indígena do Xingu (MT), junto ao povo Kaiabi (Tupi-guarani).• Os objetos da cultura material representam historicamente o principal valor de troca entre as quatorze etnias do Parque, bem como, após o contato, do comércio com os não índios.
  30. 30. Missamóvel de Nelson Leirner• Trabalho tridimensional feito com objetos distintos dos normalmente usados nasesculturas e que ironizam aspectos da cultura brasileira ao reunir miniaturas desantos, figuras do candomblé e bichinhos da Disney, caso de Missamóvel (2000) eProcissão (2000).
  31. 31. É uma época de conflitos espirituais e religiosos.O estilo barroco traduz a tentativa angustiante de conciliarforças antagônicas: - Bem e mal - Deus e Diabo - Céu e terra - Pureza e pecado - Alegria e tristeza - Paganismo e cristianismo - Espírito e matéria.
  32. 32. • Rigor da execução técnica: dominam as técnicas do desbastar, cinzelar e do modelar; formas perfeitas.• Exploração das capacidades expressivas, visando a dramaticidade dos conteúdos;• Preferência por posições em movimento;• Utilização de planejamentos volumosos, favorecendo o contraste das texturas e os violentos contrastes de luz e sombra;• Composições livres e soltas, organizadas segundo esquemas complexos que interligam diferentes personagens “captadas” em ação;• Sentido cênico das composições, preocupação com o enquadramento.
  33. 33. • O Santuário de Bom Jesus de Matosinhos é um conjunto arquitetônico e paisagístico formado por uma igreja, um adro com esculturas de Doze Profetas feitas por Aleijadinho e seis capelas com cenas da Paixão de Cristo.• O santuário está localizado no morro do Maranhão, no município brasileiro de Congonhas, estado de Minas Gerais.
  34. 34. • O conjunto foi construído em várias etapas, nos séculos XVIII e XIX, por vários mestres, artesãos e pintores, como Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, e Manuel da Costa Ataíde.• A fundação do santuário é atribuída ao português Feliciano Mendes que, tendo adoecido gravemente, prometeu construir um templo a Bom Jesus de Matosinhos, como o que havia em Braga, sua terra natal, caso alcançasse a cura.• A igreja foi construída entre 1757 e 1765.
  35. 35. • Entre 1800 e 1805, foram feitas as doze esculturas em pedra-sabão, situadas na entrada da Capela de Bom Jesus.• O caprichado acabamento e a expressividade de cada um dos profetas - Isaías, Baruc, Jeremias, Ezequiel, Daniel, Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Naum e Habacuc - completam o cenário grandioso.
  36. 36. • Abre a série de honra na entrada da escadaria do lado esquerdo do SANTUÁRIO.• Tem o tipo físico de um personagem de idade avançada, barbas e cabelos abundantes.• Veste uma túnica curta, que deixa descoberta a parte inferior das pernas calçadas de botas, sobre a qual se acha jogado um amplo manto.• Segura o PERGAMINHO com a mão esquerda, enquanto a direita aponta para o texto nele inscrito.• A verdadeira expressão de um iluminado diante de uma visão, constituindo-se em uma das mais importantes peças de todo o conjunto arquitetônico.
  37. 37. • Ocupa também posição de destaque na entrada da escadaria, à direita de ISAÍAS, encontra-se o Profeta Jeremias, autor do segundo dos livros proféticos na ordem do Cânon Bíblico• O tipo físico do Profeta Jeremias, esculpido por  Aleijadinho, é o de um homem de meia idade, com bigodes longos nas laterais da boca e a barba curta, composta de rolos frisados, à moda  bizantina. Veste túnica curta, que deixa à mostra a perna esquerda, e manto levantado sobre o ombro direito, caindo até os pés na parte superior. Segura o  pergaminho  com a mão direita e, na esquerda, uma pena.• Na cabeça, ostenta um magnífico turbante, arrematado por abas torcidas passando entre as presilhas.• Do ponto de vista anatômico, essa estátua apresenta deformidades.• A intervenção de  Aleijadinho  na execução da cabeça, onde, sem dúvida, se concentra toda a força real da imagem.
  38. 38. • Apesar de não integrar a série dos profetas do Antigo Testamento, a inclusão de  Baruc  no conjunto estatuário de  Congonhas  justifica-se pelo seu destaque na ordem do Cânon bíblico.• Baruc  traz nas mãos um pergaminho cuja citação é uma síntese de várias passagens de suas  profecias.• A escultura, situada no pedestal que arremata o muro de alinhamento central do adro, representa um personagem jovem e imberbe, vestido de túnica curta e manto, calçando botas.• Traz na cabeça um turbante com bordas decoradas semelhantes às do Profeta Jeremias. Uma das mãos sustenta as pregas do manto, enquanto a outra segura o  pergaminho.• A peça, de proporções atarracadas e erros anatômicos evidentes, é uma das mais fracas do conjunto. A força da imagem, entretanto, vem da expressão do rosto, parte executada por  Aleijadinho.
  39. 39.  Do lado oposto a Baruc, no pedestal que arremata o muro de alinhamento central do adro, encontra-se  Ezequiel, também conhecido como o "profeta do exílio", por ter sido banido para a  Babilônia  com o povo de Israel. - O tipo fisionômico de  Ezequiel é o mesmo de Jeremias. Usa bigodes e barba curta, seccionada em dois rolos frisados e cabelos longos caindo sobre a nuca. Ao invés da túnica curta, o Profeta veste uma túnica longa e cintada, que deixa a descoberto apenas a ponta do pé direito, Em lugar do turbante, Ezequiel traz na cabeça um barrete com viseira presa por um laço acima da nuca. - Sua grande força de expressão revela cuidados particulares de Aleijadinho  em sua execução. Além da impressionante expressão da cabeça, destaca-se também a significativa flexão do braço direito.
  40. 40. • O Profeta Daniel, ladeando a passagem para a entrada do adro, em frente a Oséias, encontra-se a estátua. O confronto do quarto dos profetas maiores e do primeiro dos menores, nessa situação privilegiada, revela, mais uma vez, um projeto iconográfico preciso para as posições das estátuas no adro.• Os traços fisionômicos da escultura mostram um jovem imberbe como Baruc e Abdias. Entretanto, a fisionomia de Daniel difere da deles, pelo recorte especial dos olhos, a boca e o nariz longo, de narinas fortemente sulcadas, revelando em seu conjunto uma expressão altaneira e distante, própria de um herói cônscio de sua força.• A coroa de louros que decora a mitra da cabeça acentua esse aspecto e é uma alusão evidente à vitória sobre os leões. Como Ezequiel, Daniel veste uma túnica longa, presa na cintura por uma faixa abotoada no colarinho.• Nessa escultura, parece que Aleijadinho dispensou qualquer colaboração de seus auxiliares. Trata-se da estátua de MAIOR dimensão de todo o conjunto e, apesar disso, a peça é monolítica e particularmente bem executada, revelando, sem dúvida, a marca do gênio de Aleijadinho.
  41. 41. • O mais importante dos profetas menores, Oséias, ocupa no Santuário lugar sobre o pedestal que arremata o parapeito de entrada do adro. • - Oséias, assim como Ezequiel eJeremias, veste um casaco curto, abotoado da gola à barra e preso na cintura por uma faixa.• - A cabeça é coberta por um barrete semelhante ao de Ezequiel. Calça botas tipo borzeguins e tem na mão direita uma pena, cuja ponta, apoiada sobre a barra do manto, reproduz uma atitude de quem está escrevendo.• - A anatomia da escultura é correta, apesar da discrepância entre o comprimento dos dois braços.
  42. 42. • Joel, o segundo dos profetas menoresdo cânon bíblico, ocupa seu lugar noadro à direita de  Oséias, na junção doparapeito de entrada do adro e daparede interna lateral.• A fisionomia da escultura, assim comoa de , Jeremias, Ezequiel e Oséias, é deum personagem viril, de barba e bigodesem rolos à moda bizantina.• A roupagem é semelhante à de Oséias,sendo a gola substituída por umcolarinho alto.   Joel traz à cabeça omesmo modelo de turbante com abasretorcidas, já utilizado em Jeremias eBaruc• A estátua praticamente não revelaimperfeições anatômicas. É uma dasmais vigorosas de todo o conjunto e suaforça de expressão revela a atençãode Aleijadinho em grande parte de suaexecução.
  43. 43. • Abadias ocupa o ponto inferior do adro que une os muros dianteiros e lateral esquerdo no adro do Santuário.• A fisionomia de Abadias é de um jovem imberbe, assim como Baruque, Daniel e Amós, mas as proporções bem mais esbeltas dão a impressão de uma maior juventude.• Abadias veste túnica e manto como os apóstolos da ceia, complementado apenas por um gorro simples, mas o arranjo das pregas é muito bem organizado num jogo erudito de luz e sombra.• Essa estátua pode ser analisada comparativamente à do profeta Habacuque, que ocupa posição equivalente no extremo oposto do adro.• Pela posição que ocupam, ambas estátuas receberam especial cuidado de Aleijadinho, sendo provável que a intervenção do "atelier" se tenha limitado ao acabamento das partes acessórias, uma vez que as imagens são anatomicamente perfeitas.
  44. 44. • No ponto extremo do adro, à esquerda, na parte superior do arco de circunferência que une os muros extremos dianteiro e laterais do Santuário, encontra-se a estátua do Profeta Amós. • Amós difere totalmente dos demais profetas do conjunto e essa diferença se faz notar tanto no tipo físico, quanto na indumentária. Seu rosto largo e imberbe tem a expressão calma, quase bonachona, como convém a um homem do campo.• Suas vestes condizem com a sua condição de pastor. Amós está vestido com uma espécie de casaco debruado de pele de carneiro e traz na cabeça um gorro, de forma semelhante ao que usam ainda hoje os camponeses portugueses da região.• Dada a grande altura do muro em que está colocada, a escultura parece ter sido concebida para ser vista pelo lado esquerdo, já que o lado direito dela apresenta deformações, como, por exemplo, a omissão da perna da calça deste lado.
  45. 45. • Ocupando posição simétrica à de Joel, no ponto de encontro dos muros que formam o parapeito de entrada do adro à esquerda, encontra-se a estátua de Jonas.• Para o mais popular dos profetas menores, Aleijadinho reservou lugar de destaque, colocando-o junto de Daniel.• A estátua de Jonas repete o mesmo padrão tipográfico já anteriormente usado para as imagens de Jeremias, Ezequiel, Oséias e Joel.• Sua fisionomia, entretanto, apresenta traços distintos, como a boca entreaberta com os dentes aparentes e a cabeça voltada para o alto.• O vestuário de Jonas se compõe de uma espécie de batina, com colarinho, abotoada até a cintura, onde é presa com uma faixa.• O profeta traz também um manto jogado sobre o ombro esquerdo e o habitual turbante em forma de mitra, com abas retorcidas.• A estátua parece ter recebido de Aleijadinho o mesmo cuidado especial dispensado a Daniel.• Acham-se reunidos nessa peça dois aspectos essenciais de seu gênio criador: a capacidade de expressão dramática que caracteriza a visão frontal da estátua e o ornamento visível na parte posterior, onde a silhueta sinuosa da baleia, com cauda e barbatanas, parece emergir de um chafariz rococó.
  46. 46. • Habacuque, o oitavo dos profetas menores, encerra a série dos profetas de Congonhas. Situa-se em posição equivalente à de Obadias, no ponto inferior do arco que une os muros dianteiro e lateral direito do adro.• Novamente se repete o padrão tipográfico anteriormente utilizado para Jeremias, Ezequiel, Oséias, Joel e Jonas.• O vestuário de Habacuque é composto pela mesma sotaina envergada por Naum e Jonas, desta vez acrescida de uma gola cujas pontas são ornadas de borlas.• O profeta traz na cabeça o mais complicado turbante de toda a série, no qual se encontra um plano superior dividido em quatro gomos arredondados, com uma cobertura arrematada por uma borla pendente.• A estátua recebeu de Aleijadinho cuidados especiais tanto por sua localização, quanto por sua execução, onde é mínima a interferência do "atelier".
  47. 47. • Na extremidade direita do adro, ocupando o ponto superior do arco que une os muros externos dianteiro e lateral, encontra-se a estátua de Naum, o sétimo dos profetas menores.• O tipo físico da figura de Naum é o de um velho de barbas longas, postura vacilante e faces maceradas. Veste uma sotaina longa, abotoada até a cintura.• A intervenção do "atelier" de Aleijadinho nessa peça aparece de forma evidente, a começar pela execução do turbante que Naum traz à cabeça.• Alguns detalhes, como as barras ornamentais do manto e a deficiência da articulação geral do conjunto comprovam essa intervenção, parecendo possível que Aleijadinho tenha apenas concebido os traços iniciais da estátua.
  48. 48. • Última ceia de Cristo.• Conjunto de esculturas em madeira policromada da autoria do Aleijadinho, existentes no Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas, Minas Gerais (Brasil
  49. 49. • Quem suspeitaria que o Aleijadinho fora um inconfidente, e dos mais atuantes, em sua modéstia? Maçon que era (de quando a doença ainda não se manifestara, fazendo-o quase fugir ao convívio das pessoas) contatava, mesmo enfermo, com os líderes da conspiração, a todos orientando com seu firme discernimento e com sua aguda inteligência.• Quando o movimento foi denunciado, resultando nas tristes conseqüências que conhecemos, o gênio do Aleijadinho passou a homenagear os principais vultos da rebelião, esculpindo-lhes as estátuas na forma dos profetas bíblicos.
  50. 50. • As estátuas que esculpiu estão todas em determinadas posturas ritualísticas e o Aleijadinho se perguntava se algum dia alguém saberia relacioná-las com os 12 principais inconfidentes, todos maçons.• Já nas esculturas que representam a Santa Ceia, Judas tem as feições de Silvério dos Reis.
  51. 51. • O Passo da Ceia, situado na parte ascendente ao Santuário do Bom Jesus.• As imagens do Passo da Ceia são um autêntico drama teatral, conforme a tradição barroca. Diante da palavra acusadora de Cristo “Em verdade vos digo, um de vós me há de entregar”, os apóstolos, completamente transtornados, voltam-se bruscamente para Ele, indignam-se e enfatizam sua inocência, com largos gestos de mão e de todo o corpo.
  52. 52. • A Capela do Horto em comparação com a Capela da Ceia revela uma grande reformulação em seu estilo arquitetônico original. Esse Passo representa o tema de agonia no Jardim das Oliveiras, marco inicial da Paixão relatada pelos evangelistas Lucas, Marcos e Mateus.
  53. 53. • A Capela do Passo da Prisão, construída contemporaneamente à do Passo do Horto, apresenta características bem próximas.• O tema iconográfico da prisão no Horto é representado em um de seus episódios mais populares, o milagre da cura de Malco.• 8 personagens compõem a cena.
  54. 54. • Inexplicavelmente, após a conclusão das capelas do Horto e da Prisão, as obras dos Passos ficaram paralisadas durante quase meio século.• No interior da capela ambas as cenas são independentes, separadas uma da outra por uma barra de madeira.• Existe a impressão de desordem e confusão, causada pela falta de espaço. “Passo da subida do calvário”
  55. 55. • Já defrontando a esplanada que antecede a escadaria do Templo, encontra-se a penúltima capela que abriga o Passo da Subida ao Calvário ou Cruz-às-Costa. Aleijadinho escolheu para ilustrar o caminho de Cristo para o Calvário, o episódio do “Encontro com as Filhas de Jerusalém”, relatado por São Lucas, Cap. 23, v. 27, 28.
  56. 56. • A composição é dividida em três partes distintas.• A zona central onde se passa a ação principal é ocupada pela figura de Cristo, de dois carrascos que o pregam na cruz, estendida na posição horizontal e de Madalena, que de joelhos, lança seu olhar para o alto em desesperada súplica.• À esquerda de Cristo, dois soldados disputam num jogo de dados a túnica do condenado.• E como terceiro foco de atenção, aparece ao lado direito de Cristo, Gestas, o mau ladrão e o bom ladrão, esperando com as mãos atadas, o momento de serem também crucificados.
  57. 57. • Esse quadro representa bem adequadamente o papel insubstituível da mãe como educadora, preser vando a inocência dos filhos e formando-os na prática das vir tudes.• Natureza-morta à pintura de gênero, com personagens em cenas domésticas, em geral com modelos femininos, representando cenas da vida da burguesia francesa, que se tornava cada vez mais influente• O artista foi muito importante na pintura francesa do século XVIII devido a ter retratado em suas obras os costumes da época e muita natureza morta, com obras simples, mas carregadas de emoção.
  58. 58. • Jacques-Louis David é o fundador do neoclassicismo francês. Teve como mestres e conselheiros pintores diversos quanto Boucher, forte representantes do rococó francês, e Vien, precursor do classicismo, o que causou a ambivalência de suas obras iniciais tornando-as difíceis de classificar.• Em 1785, quatro anos antes da Revolução Francesa, David vai a Roma terminar seus estudos. Lá, participa da escavação da cidade de Pompéia que foi soterrada por lava vulcânica; graças à lava, a cidade foi preservada, revelando monumentos, anfiteatros, costumes e hábitos intactos do classicismo.• Ao vislumbrar a arte antiga, David desenvolve sua própria linha neoclássica, com temas tirados de fontes antigas e baseados nas formas e no gestual da escultura romana.
  59. 59. • A perfeição do Neoclassicismo pode ser vista no quadro “Coroação de Napoleão” onde David, representou dezenas de pessoas, onde cada um dos retratados o era com o seu rosto verdadeiro, como a verdade máxima, como uma fotografia.
  60. 60. • Eleito imperador da França por meio de um plebiscito, Napoleão convida Pio VII à coroação. A cerimônia ocorre em Notre-Dame, em 12 de dezembro de 1804; onde o Papa assiste à autocoroação de Napoleão• David era amigo tanto de Marat quanto de outro líder da revolução, Robespierre; quando este foi guilhotinado, David foi preso e, em vez de ser condenado, tornou-se chefe do programa de arte de Napoleão.• Entre 1799 e 1815, registrou as crônicas de seu reinado em obras como Coroação de Napoleão e Josefina (1805-1807). Em 1800, foi nomeado retratista oficial da corte e, depois da queda de Napoleão,• teve que abandonar Paris, passando seus últimos anos em Bruxelas. Nos trabalhos desta fase, David retorna ao severo neoclassicismo anterior Papa assiste à autocoroação de Napoleão
  61. 61. • Academia Imperial de Belas Artes da atual Escola de Belas Artes, hoje unidade da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil.• Foi inicialmente denominada como Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios, quando da sua fundação por D. João VI (1816-1826), em 12 de agosto de 1816, ao fim do período colonial brasileiro.• Nela,pinturas famosas como a Sagração de d. Pedro, de Debret, reproduzem os mesmos parâmetros estéticos dos quadros de Luís XIV feitos por Rigaud.• “Os artistas franceses consolidaram no Brasil a maneira de representação dos reis criada na França”, afirma.
  62. 62. Consagração do Imperador Napoleão I e Coroação da -Sagração de D. Pedro I, 1823, de Jean Imperatriz Josefina (1806 e 1807) BaptisteDebret. - aquarela Óleo sobre tela, 621 x 979 cm Museu do Louvre, Paris, França
  63. 63. • D. João VI transfere se para o Brasil com 15 mil pessoas. 1808• Convento do Carmo – RJ.• Construiu o Teatro São João (1812).• Liberou o comércio, os portos, as fábricas, as tipografias a importação de livros.• Predominou o Neoclassicismo ou Academicismo.
  64. 64. • Registra aspectos sociais.• Subserviência escrava.• Valorização dos aspectos formais clássicos
  65. 65.  DEBRET• retrata tipos humanos, costumes e paisagens locais• Escreve o livro “Viagem histórica e pitoresca ao Brasil”, anos mais tarde (1834 e 1839), em Paris>Volume 1: indígenas brasileiros.• Volume 2: sociedade do Rio de Janeiro.• Volume 3: retratos imperiais, decorações, plantas e florestas do Brasil .• professor de pintura histórica na Academia Imperial de Belas Artes
  66. 66. Rafael Frederico
  67. 67. • Rafael Frederico foi pintor, desenhista eprofessor.• Era órfão e pobre, mas mesmo assimconseguiu entrar para a Academia Imperial deBelas Artes aos 12 anos.• Começou a fabricar, paralelamente aosestudos, em seu casebre, artesanatolitúrgico. Realizou motivos religiosos,interiores, retratos, cenas de gênero epaisagens.
  68. 68. ° Teve como mestres, entre outros, Agostinho daMota e Vitor Meireles°Lecionou no Liceu de Artes e Ofícios do Rio deJaneiro, além de se tornar um dos fundadores daSociedade de Aquarelistas.°Ganhou o Prêmio de viagem à Europa, oferecidopela Escola Nacional de Belas Artes.
  69. 69. • Rafael dedicou-se bastante ao magistrado,deixando um número limitado de obras, quasetodas desconhecidas pelo público.• Porém, participou de várias mostras coletivas efoi homenageado, postumamente, em diversasexposições.
  70. 70. • A obra é formada por linhas curvas.• Perspectiva por sobreposição de planos.• Textura natural da pele de uma jovem• Um contraste suave de luz e sombra, cores claras e tons pastéis.• Composição assimétrica, mas equilibrada, dando um maior enfoque para o ladoesquerdo da obra.
  71. 71. REALISMO • Período  segunda metade do séc.XIX • Momento histórico  Revolução Industrial • Objetivo  Adaptação ao novo contexto social • Organização dos ambientes urbanos para comportar a nova demanda habitacional da época. • Criação de bibliotecas, hospitais, casas populares, escolas, etc...
  72. 72. • Millet mostra dois camponeses orando, dando graças a Deus pela colheita obtida através do suor e do esforço de muitos dias. É uma obra do ano de 1859 e hoje integra o acervo do museu de Orsay, Paris.• Nesta famosa pintura, um homem e uma mulher em pé, em uma postura de reverência, na Hora do Ângelus. Ele de cabeça baixa, segurando o chapéu, ela leva as mãos ao peito num sinal de devoção.• O Ângelus é uma pratica religiosa, realizada em devoção à Imaculada Conceição, repetida três vezes ao dia, de manhã, ao meio dia e ao entardecer.• A oração é constituída de três textos que descrevem o mistério da Encarnação, respondidos com Ave Maria e uma oração final.• Na tepidez de seus ocres e marrons, no lirismo de sua luz, na magnificência e dignidade de suas figuras humanas, o pintor manifestava a integração do homem com a natureza.
  73. 73. • O quadro mais famoso de Millet e o que melhor exprime a sua arte realista – o Angelus – é uma recordação direta da atitude devota de sua avó, à tardinha, ao toque das ave-marias, embora contenha igualmente muito de indireto e artístico. Através dele, Millet aproxima-se, por exemplo, daquele simbolismo vulgar na pintura do século XIX, cuja expressividade pretendia captar tudo aquilo que menos facilmente englobamos na nossa visão do mundo.• Tudo quanto nos pode parecer convencional ou oleográfico no seu famoso Angelus ou no humilde esforço das Respigadoras,• Sob o sol, obra que eleva cenas de um impiedoso sofrimento a um heroísmo quase épico, transformando a vida dos camponeses em atos de nobreza e coragem
  74. 74.  O Ângelus é uma prática religiosa, realizada em devoção à Imaculada Conceição, repetida três vezes ao dia, de manhã, ao meio dia e ao entardecer. A oração é constituída de três textos que descrevem o mistério da Encarnação, respondidos com uma Ave Maria e uma oração final. Seu nome « Angelus Domini nuntiavit Mariæ », foi retirado da Antífona de Nossa Senhora “Alma Redemptoris”.
  75. 75. • Reza a lenda, que Millet havia pintado este quandro com um caixão no lugar da cesta de palha vermelha.• Quando uma oportunidade de participar de um concurso de arte surgiu, Millet teria mostrado a pintura que inscreveria no concurso a um amigo bem próximo.• Este, por sua vez, o aconselhou a mudar algo na pintura, que ao mesmo tempo em que era demasiadamente bela, iria chocar a todos pelo que estava retratado nela.• Millet teria substituído, então, o caixão pela cesta, colocado uns sacos de batata no carrinho e pintado umas batatas mais à esquerda, em frente ao ancinhó - essa mistura de pá com tridente.• Algumas fontes também afirmam que Salvador Dalí teria sido o primeiro a descobrir que na pintura haveria um enterro disfarçado. Ele teria percebido que atrás da mulher, em frente ao carrinho, há um monte de ossos por cima da terra.• Salvador Dalí fez diversas referências a esta obra de Millet, inclusive reproduzindo-a com precisão.
  76. 76. • Embora acusado de formalismo pelo rigor anatômico de suas peças, destacou-se no período de transição da arte entre os séculos XIX e XX.• Fascinado com as esculturas de Donatello e Michelangelo busca uma expressividade naturalista dentro dos parâmetros da época.• Numa visita a Florença e a Roma, escandalizou os meios artísticos parisienses com "A idade do bronze": era tal a perfeição da figura que houve quem o acusasse de ter usado como molde um modelo vivo.
  77. 77. • Escultura intimista de Auguste Rodin.• Nesta obra, o artista se expressa em todo o seu esplendor.• Saca de uma pedra a figura surpreendente e inacabada de um bela mulher.• A força que sempre caracteriza tal artista se vê nessa obra em cada golpe sobre o mármore, imitando, ao máximo o modelo e revelando na pedra o corpo feminino.
  78. 78. • Segundo Rodin, “ao escultor cabe a responsabilidade por todos os aspectos da obra: a concepção, a forma, o tamanho, o material, o acabamento, a relação com o espectador”.• A estrutura da escultura identifica-se com a estrutura da figura.
  79. 79. • Ilusão de realidade• Modelado a partir de modelo vivo• Inacabada• nova ordem de naturalismo
  80. 80. • Cada centímetro da superfície é considerado, é igual e diferentemente expressivo: da expressão facial, do gesto retratado,da contorção muscular, a expressão se propaga para animar a superfície inteira.
  81. 81. O ARTISTA E A OBRA• Subverte as convenções que estabelecem, por exemplo, a Religião e a História Antiga, temas dignos de serem representados através da pintura.• Retrata uma revolução popular. ÓLEO SOBRE TELA, 260 X 325 CM, LOUVRE. PARIS.
  82. 82. A CARACTERIZAÇÃO DAS PERSONAGENS E DA LIBERDADE Causou profunda indignação na crítica da época. Abandono dos princípios clássicos de representação (pinceladas largas e figuras compostas pelos contrastes cromáticos. A pintura passa a “informar e a explicar”.
  83. 83. CORES E LINHAS (EXPRESSIVIDADE)
  84. 84. • Relação da pintura de Delacroix com os ideais revolucionários e as estruturas de poder entre a figura da Liberdade.• Técnicas usadas pelo artista:• - elementos de forte contraste, tensões, pinceladas bem definidas;• - trajetória e tipo de linha que constroem o desenho;• - zonas de cores e tons que compõem a pintura;• - oposições de cores e tons complementares (teoria da cor).
  85. 85. • A Liberdade é representada pela figura feminina, como nos modelos gregos do período helênico (século 20 a.C.).• O erotismo do seio nu da Liberdade está ligado à morte.• A oposição dos elementos da composição: terra/céu; bandeira/fuzil; azul/vermelho; objetos antigos/novos; mortos sacrificados/vivos triunfantes.
  86. 86. • Segundo Giulio Carlo Argan na sua obra Arte moderna, o Romantismo e o neoclassicismo são simplesmente duas faces de uma mesma moeda. Enquanto o neoclássico busca um ideal sublime, objetivando o mundo, o romântico faz o mesmo, embora tenda a subjetivar o mundo exterior.• Os dois movimentos estão interligados, portanto, pela idealização da realidade (mesmo que com resultados diversos).
  87. 87. • Comovido com os acontecimentos políticos de julho de 1830, pinta, em 1831, uma alegoria à liberdade, à França e ao seu povo, que apresenta em suas diferentes classes sociais: melancólicos jovens barbudos, operários em mangas de camisa, tribunos do povo com cabelos esvoaçantes, rodeados pela liberdade com sua bandeira tricolor
  88. 88. • A "Liberdade", de seios nus, traz numa mão uma arma e na outra a bandeira da França. Nacionalismo puro.• O quadro, pintado em 1830, comemora a revolução liberal que derrubou Carlos X e levou ao trono Luís Felipe, o "rei burguês".• Apesar do forte comprometimento político e particularizador da obra, o valor pictural é assegurado pelo uso das cores e das luzes e sombras. Essa obra é uma alegoria.
  89. 89. • Podemos notar o uso de cores lúgubres , muito escuras que contracenam com uma forte luz ao fundo da tela.• A mulher de seios à mostra, empunha a bandeira da França em um brado de liberdade.• Há uma mistura de sensualidade, de sedução associada ao caráter politico da obra.
  90. 90. • Uma das obras mais importantes da história da arte e do romantismo.• A cena representa a revolta popular de 1830, pondo fim a monarquia dos Bourbon• A intensidade da obra destaca a figura da mulher personificando a liberdade juntamente com membros de todas as camadas sociais e idades.• Os ideais iluministas que se valem nas cores da bandeira também se espalham por toda obra destacam a importância de disseminar tais valores.• Ao fundo podemos notar a catedral de Notre Dame em meio a fumaça do canhões.
  91. 91. • O título mais parece uma das tantas manchetes de jornal que nos acompanham há tempos, mas aqui se trata de falar dos desenhos e gravuras de Francisco Goya de Lucientes (1746-1828), um espanhol iletrado, que no entanto, absorveu profundamente as referências literárias, filosóficas e políticas de sua época.• Dentre a imensa obra do pintor – aproximadamente 500 telas, 280 águas-fortes e litografias, e cerca de mil desenhos – encontram- se as 82 águas- fortes realizadas a partir de 72 desenhos com o nome “Os Desastres da Guerra”.
  92. 92. • A obra nasce por ocasião dos trágicos acontecimentos que a partir de 1808 mergulham a Espanha no caos social. A corrupção do reinado de Carlos IV, de quem era “pintor de câmara”, levam o país à catástrofe política e econômica, intensificada pelos jogos políticos e intrigas internacionais. Carlos IV perde o poder e, depois de um curto reinado de Fernando VII, Napoleão destitui os Burbons do trono e empossa seu irmão José Bonaparte.• No dia 2 de maio o povo se subleva.• A fome se abate por seis anos sobre o país. Fernando VII volta ao poder definitivamente e com ele a Inquisição, a perseguição aos liberais, os desmandos e as injustiças.• Os assassinatos, estupros, torturas e roubos não partem mais das tropas francesas, vorazes nas pilhagens, mas encomendados pelo despótico governo espanhol.
  93. 93. • Goya se sente atingido nas entranhas pela presença dos intrusos franceses em sua Espanha amada, mas a crueldade e a traição de Fernando VII às aspirações do povo o repugnam.• Como conciliar esses sentimentos com um cargo na corte que lhe assegura fama e subsistência e que tanto lhe custou conseguir? Para Goya, um liberal de gênio irritável e violento, deve ter sido difícil caminhar por esse terreno minado, armar-se de extrema prudência e adotar uma fachada oficial conveniente.
  94. 94. • Nos “Desastres da Guerra” (1810-1815), Goya faz comprovações, aparentemente sem tomar partido. A repulsa contra a demência da guerra está patente nos desenhos e gravuras.• Não documenta atos heróicos, não desenha exércitos se enfrentando, não idealiza, não compõe música para vencedores, nem cenas de batalhas convenientemente belas. Só o sofrimento do povo lhe interessa, além de constatar que em situações limites somos todos bárbaros.• Costuma dar títulos inusitados a seus desenhos e gravuras; mais que títulos, anotações que ajudam à compreensão do seu pensamento.• Sente-se responsável pelo que sabe e viu. “Yo lo vi” (“Eu vi”) escreve num dos desenhos, gravado, como a maioria, entre 1810 e 1815.
  95. 95. • Os últimos desenhos dos “Desastres da Guerra” foram executados ao mesmo tempo em que realizou os “Disparates”.• São densos, representando homens e mulheres em condições extremas de angústia, ódio, entrega e medo.• Desenhos e gravuras rivalizam em perfeição de linguagem.
  96. 96. • Goya deixa momentaneamente de lado a caricatura, para expressar homens em sua condição singular.• Poucos símbolos são utilizados.• Neste caso, o tronco podado acompanha a dor do homem amputado.• Um resto de vida permanece tanto na árvore como no homem, mas “Até quando?” A silhueta do soldado com o sabre apontado ao céu nos dá a resposta
  97. 97. • Aqui como em todos os 72 desenhos há uma pergunta a ser feita: o homem esquartejado é a única vítima nessa guerra?• Há vencedores e vencidos nos conflitos do século de Goya ou do nosso século? Pode sentir-se vencedor um país que permite tal sadismo e profanação?• As lutas reais estão além das linhas de frente, dos escritórios de despachos e dos discursos enfáticos dos poderosos.• A verdadeira luta se desenvolve entre carrascos e vítimas num cenário onde os papéis muitas vezes se revezam.
  98. 98. • Os desastres da guerra supõem uma visão da guerra na qual a dignidade heróica desapareceu, uma das características da visão contemporânea dos conflitos.• O único que aparece em Goya é uma série de vítimas, homens e mulheres sem atributos de representação, que sofrem, padecem e falecem numa gradação de horrores.
  99. 99. • Trata-se de uma visão de denúncia das consequências sofridas pelo homem em tanto que ser civil, despojado de simbologia e parafernália bélica.• Neste senso pode-se ver como uma obra precursora das reportagens de guerra da imprensa atual comprometida com as catástrofes humanitárias.
  100. 100. • Considerado um dos primeiros impressionistas, J. M. W. Turner (1775-1851) é conhecido como o “pintor da luz”. Um dos principais representantes do romantismo inglês, ele reformulou a pintura de paisagem após estudar os grandes artistas dos séculos anteriores.• Turner começou a pintar aos 15 anos e ficou conhecido principalmente pelas representações marítimas, de eventos históricos e de cenas mitológicas.
  101. 101. • Evidencia uma batalha em alto mar: Batalha de Trafalgar> Espanha e França X Inglaterra, em 1805.• Muito dinamismo e dramaticidade.• As pinceladas aparentes conduzem o olhar ao movimento circular, que acompanha o desenho em espiral da tempestade.
  102. 102. • Há um forte contraste de luz e sombra gerando uma profundidade temporal.• A falta de nitidez contribui muito para o sentimento de instabilidade e insegurança que o artista desejou criar.• "O modo como Turner tratava a água, o céu e a atmosfera, em geral afastava-se de todo realismo natural e transformava-se no reflexo anímico da situação.“
  103. 103. • razão • emoção , subjetividade• mimesis (imitação da • teoria expressiva expressão realidade ) do próprio eu• universalismo (o mundo) • individualismo (o eu)• amor (atemporal, extra- • inspiração ou liberdade espacial,universal) criativa• imitação de modelos • realidade subjetiva (mundo clássicos interior)• realidade objetiva (mundo • Contradição , oposição de exterior) valor• equilíbrio , ordem • Sonhos e delírios
  104. 104.  http://www.youtube.com/watch? v=ELHqmo2khyw&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=AE- LPpiGLjw http://www.youtube.com/watch? v=YDvnZD8y1xk http://www.youtube.com/watch? v=6POOX1WGlb0
  105. 105. • Esta obra possui um caráter de inovação e vanguarda, uma vez que em alguns momentos de sua composição, como no bar e nas pessoas ao fundo, técnicas do impressionismo.• Obra realista, observa-se a postura centralizada da personagem que transparece no olhar um sentimento de solidão e melancolia em meio a diversão do bar.• O artista da ênfase a sua tristeza e deixa a alegria do resto do bar em desfoque.
  106. 106. • Sobre a pergunta "de onde viemos", escreveu Gauguin: "À direita, no canto, vê-se um bebê que dorme cercado por três nativas sentadas no chão. Duas figuras, vestidas de vermelho, trocam idéias.• Uma mulher de dimensões propositadamente maiores, a despeito da perspectiva, ergue um braço e observa atônita essas duas figuras que se atrevem a conjecturar sobre seus destinos".
  107. 107. • A mulher que apanha uma fruta reproduz Eva, mas, em vez da maçã, segura uma manga.• "A figura central apanha uma fruta. (...) O ídolo, com braços erguidos misteriosamente, aponta para o além.• O apanhar da fruta simboliza os prazeres da vida; a figura em plenitude simbolizaria a eterna felicidade, caso o ídolo não estivesse lá para nos lembrar das verdades eternas -uma constante ameaça à humanidade." Essa é descrição que o pintor fez para a questão "quem somos?".
  108. 108. • O canto esquerdo representa "para onde vamos". "Uma figura sentada parece ouvir o ídolo. Uma velha, já bem próxima da morte, parece aceitar com resignação a sua própria sorte, fechando a história.• Uma estranha ave branca, prendendo um lagarto com os pés, representa a futilidade das palavras vazias."
  109. 109. • É uma imagem de caráter simbolista.• As formas são simplificadas• As cores são usadas de maneira arbitrária.• Apresenta harmonia• A luz é opaca na maior parte da obra• É assimétrica
  110. 110. • A pequena bailarina de catorze anos, Degas marca o início da sua independência do grupo dos impressionistas. Deixa- os para trás.• Aquilo para ele era somente uma brincadeira, com a qual se tornou reconhecido na Europa.
  111. 111. • Ao exibir esta escultura deixou os seus colegas chocados como toda a «boa sociedade» da época.• A bailarina representada era um dançarina da Ópera que Degas conheceu.• A sua família era miserável, tendo mesmo uma irmã prostituta.• Estudou balé até os dezesseis anos, já depois de Degas a ter esculpido, até que teve que se prostituir para conseguir viver.
  112. 112. • Escandalizado, Degas fez com que a bailarina muito jovem se deixasse desenhar.• Começou com simples esboço, depois as telas e depois, uma escultura revolucionária que viria a mudar o mundo.• Degas fê-la com o propósito de deixar bem marcados na cera (material com que esculpiu a bailarina) os seus sentimentos face àquela miséria fútil, na qual viviam milhares de parisienses.• A sua face mostra o árduo trabalho com o qual conviveu.
  113. 113. • Ao exibí-la, chocados, todos perguntavam o porquê de estar ali exposta aquela escultura.• Aquilo comovia a sociedade, remexia-lhes o peito, fazia-os tristes, não queriam olhar.• Por outro lado, esta escultura foi o primeiro trabalho nesta área da arte que incluiu uma roupa real, desta feita uma saia.
  114. 114. • Degas é peculiar por sua habilidade em retratar cenas com movimento.• Seu olhar é como o de uma câmera fotográfica. Ele congela e reproduz o movimento das figuras com grande apuro. Não à toa também se interessou pela nascente arte fotográfica• Ele retrata pessoas comuns, como cantoras de cabaré, passadeiras, jóqueis, freqüentadores de bares e bordéis. Também os coloca em ambientes que prenunciam o mundo do século 20, como as chaminés industriais de Cavalheiros Antes da Partida. Faz a ponte do impressionismo para a modernidade, avalia Büel.
  115. 115. • A formação acadêmica de Degas e sua admiração por Ingres, fizeram com que ele valorizasse o desenho e não só a cor, como valorizava o Impressionismo.• Sua contribuição para a pintura moderna é a angulação oblíqua e o enquadramento das cenas, que mostram a grande influência da fotografia sobre sua obra. • Era impressionista apenas em alguns aspectos e, como Manet, um tanto distante do grupo.• Tinha pouco interesse nas paisagens e se concentrava em cenas da vida contemporânea, apropriando-se de certos temas, como o balé e as corridas de cavalos.
  116. 116. • Em 1888, decidiu mudar-se para Arles, no sul da França onde, segundo ele, havia mais cor, mais sol. Van Gogh convidou seu amigo Paul Gauguin, também pintor, para morar com ele num estúdio batizado de Casa Amarela.• Mas os dois não se entenderam! Nas discussões, sempre sobre quadros, van Gogh se irritava porque Gauguin não concordava com ele, e vice-versa!
  117. 117. • Quadro com imensa força e pungência.• Os dois travesseiros e as duas cadeiras indicam a ansiedade com que Van Gogh aguardava a vinda de Gauguin.• Interesse por cores complementares.• Expressou a gama de emoções pelo uso das cores.• O quadro é iluminado pela cores mais claras.• Textura uniforme.• Pinceladas visíveis.
  118. 118. • Pinceladas firmes e cores fortes são usadas para retratar o quarto de Van Gogh em Arles, cidade que marcou sua reviravolta artística.• Existem mais duas versões desta obra realizadas em 1889.• Na parede obras do artista e uma gravura japonesa em cima da cabeceira.• Diversos tons de azul.
  119. 119. Um domingo de verão na Grande Jatte, 1884-6, 2,05 x 3,05 m. Chicago, Art Institute
  120. 120. • Obtidos pela aproximação de pontos.• A certa distância compõem a unidade de tons e tornam a vibração luminosa (contrastes simultâneos).
  121. 121. • Tema - um programa - atividades de lazer em Paris.• Forma de elaboração: • Espaço: é plano. • Composição: construída nas verticais e horizontais. • Corpos e sombras – formas geométricas curvas moduladas pelo cilindro e cone.
  122. 122. • Personagens – manequins geometrizados organizados em intervalos e ritmos quase que matemáticos, segundo a lei da proporção áurea.• Luz – não é natural; é recomposta a partir da fórmula científica – regular e geométrica.• Cores vivas em pontos minúsculos (Pontilhismo) – sistema de mistura ótica no olho do receptor.
  123. 123. • Marcas: superfície granulada, figuras estilizadas em aura de luz.• Desenho chapado e preciso.
  124. 124. •A obra O quarto Estado – II quarto Stato, seunome original – tem a autoria de Giuseppe daVolpedo; •Éuma tela pintada a óleo, pintada no períodode 1896 a 1902; •Suas dimensões são de 293 × 545 cm; Localiza-se no Museu do século XX – Museu delNovecento – Em Milão.
  125. 125. • Na obra é possível perceber pelas vestes e postura dos elementos, que trata-se de um retrato da classe proletária;• Desta forma, nota-se a posição política do pintor.
  126. 126. • A ideia de perspectiva dada no quadro é feita pela sobreposição de planos, esses planos correspondem às linhas horizontais formadas pelo proletariado.• Ambos lados da obra apresentam pleno equilíbrio de pesos dos elementos.• A luz na obra é advinda do quadrante superior esquerdo. Infere-se isso ao observar as sombras dos trabalhadores
  127. 127. • As mãos dos trabalhadores estão abertas, revelando tranquilidade, suas mãos também criam uma ondulação, movimentando a obra.
  128. 128. • A figura do líder, com o • A composição da obra seu colete encarnado é feita com 2 sobressaindo como quadrados e 1 uma bandeira, está retângulo, neste colocado no centro da retângulo está o composição. personagem principal
  129. 129. • As diagonais no lado • A horizontalidade direito a obra apontam conota ainda com a suavemente o braço terra, que como da mulher. camponeses estão habituados a cultivar e a respeitar.
  130. 130. • Aos 22 anos Pelliza da Volpedo, que era advindo de uma família de agricultores aproximou-se muito do ideais socialistas, sendo estas muito difundidas entre os trabalhadores do campo e proletários;• A obra de Giuseppe da Volpedo possui um grande compromisso social. Após ter contato com as ideias de Karl Marx, Friedrich Engels e August Bebel, o artista apaixonou-se pelas ideias socialistas;• O primeiro nome da obra foi “O caminho dos trabalhadores”, no caminho para uma exposição em Turim alterou-se o nome da obra para “O quarto estado”.
  131. 131. • Visconti apresentou uma extrema versatilidade e praticou quase todos os temas e gêneros de pintura.• Paisagens e retratos como já vimos e também composições, decorações, grandes painéis e outros adornos arquitetônicos,• Sempre provocando a admiração dos amantes da arte com sua marca registrada de grande maestria e sensibilidade.
  132. 132. • Com insistência os críticos apontaram-no como um pintor de forma e estilo franceses, mas ele soube sempre conservar o amor aos seus sentimentos como fonte de inspiração para o teor e o significado de suas obras.• Ele se deixava seduzir pela imagem, seu sensível coração, tocado pela poesia da composição, acompanhava o ritmo das cores em degradação.
  133. 133.  Uma das principais criações de Eliseu Visconti  Retrata uma paisagem na região de Nápoles juntamente com o Vesúvio ao fundo Vulcão localizado cerca de 9 km de Nápoles É uma comuna italiana localizada ao sul da Itália
  134. 134. • A obra é caracterizada pela paisagem singular.• Na obra, podemos contar três meninos sentados à beira do lago.• Predominam as cores claras e o reflexo imposto pela água.• Dimensões : 640X371 cm
  135. 135. • Perspectiva • Linear • Simetria • Assimétrica
  136. 136. • Contraste de luz e sombra • Obtida através do uso de cores escuras e claras
  137. 137. • Figuras sem contornos nítidos• Intensidade dos tons do objeto dados pela incidência de luz solar• Tons pasteis• Pinceladas curtas • Ideia de suavidade,tranquilidade é dada pelas linhas horizontais e o movimento da água
  138. 138. “A arte não pode parar. Modifica-se permanentemente. Agrada agora o queantes era detestado. Isto é evolução e não é possível fugir aos seus efeitos. O homem não para. Vai sempre adiante. Os futuristas, os cubistas são todos expressões respeitáveis, artistas que tateiam, procurando alguma coisa que ainda nãoalcançaram. Eles agitam, sacodem, renovam. São dignos, por conseguinte, de toda admiração” Eliseu Visconti
  139. 139. • Difundiu-se pela Europa com diversos nomes:• ART NOUVEAU – Bélgica e França• JUNGENDSTIL – Alemanha• MODERNISMO – Espanha• LIBERTY – Grã-Bretanha• ESTILO FLORAL- Itália
  140. 140. • Revolução Industrial – contribui para uma nova atividade artística.• O surgimento das fábricas, a produção em série e o trabalho assalariado são as principais características desta transformação, que alterou a economia, as relações sociais e a paisagem geográfica.
  141. 141. • Desenvolveu-se na Europa e EUA no final do séc. XIX (1890- e 1ª Guerra Mundial)• Interesse nas artes aplicadas – arquitetura, artes decorativas, design, artes gráficas e mobiliário.• Dialogava mais com a produção industrial em série.• Ferro, vidro e cimento.• Reação à arte acadêmica.• Revaloriza a beleza fazendo articulação entre arte e indústria.
  142. 142. • Natureza.• Estilo naturalista e floreado (superfície e a estrutura dos edifícios) - destaque para as linhas curvas e formas orgânicas, inspiradas em folhagens, flores, cisnes, labaredas.• Criar um estilo ornamental livre dos esquemas rígidos de simetria e proporção.• Proclama o gosto pela decoração (interior e exterior).
  143. 143. • Uso de elementos orgânicos.• Aberturas com formas irregulares.• Explora elementos de textura e cor nos revestimentos.• Uso de ferro fundido e vidro.
  144. 144. Casa Horta
  145. 145.  Ferro e vidro levam a um excessivo floralismo.Hector Guimard
  146. 146. Casa Milá,Barcelona detalhe
  147. 147. •ESPANHA:•Barcelona: surpreende pelas formas e peladecoração.•Antonio Gaudí – A Igreja Sagrada Família.
  148. 148. Sagrada Família (detalhe), Antoni Gaudi - Barcelona
  149. 149. Tiffany abajour
  150. 150. Adele Block-Bauer (1907), 138cm x 138 cm Gustav Klimt, austríaco, simbolista.
  151. 151. • Virada do século XIX para o XX, quando Gustav Klimt espantava a Áustria com seus retratos sensuais de mulheres• Tornou-se um dos mais importantes pintores do mundo.• Sua obra Retrato de Adele Bloch-Bauer I (1907) foi vendida em julho à Neue Galerie, de Nova York, pelo mais alto preço já pago por uma pintura: 135 milhões de dólares.
  152. 152. • Frans Krajcberg mora numa casa em cima de uma árvore, em Nova Viçosa, na Bahia.• Vive só, mas, ao contrário do que possa parecer, não desistiu do mundo nem das pessoas, apesar de se dizer às vezes um pouco cansado deles.• O escultor e fotógrafo, que nasceu na Polônia há 81 anos e vive no Brasil há mais de 50, mantém-se em atividade intensa e faz de seu trabalho um instrumento de denúncia, de questionamento da relação entre ser humano e meio ambiente, de discussão da sobrevivência diante das respostas incisivas da natureza à degradação.
  153. 153. • Pertencente também a linguagem contemporânea, este artista busca em suas obras dar vida aquilo que estava morto.• Reutiliza madeiras provenientes de queimadas para produzir esculturas que dialogam com o interlocutor de forma direta num discurso de preservação da natureza e destacando o valor da reciclagem.• É a ligação entre o individuo, a arte e o mundo que os cerca. Cabe notar que na arte contemporânea o suporte da obra não é mais, necessariamente um pedestal ou uma moldura.
  154. 154. • É um retrato da serie “crianças de açucar” de 1996, foi elaborado a partir desse material.
  155. 155. • Vik Muniz (Vicente José Muniz) nasceu em São Paulo, em 1961, mas vive e trabalha em Nova York. De lá, projetou-se para o mundo e tem um vastíssimo currículo com apresentações de sucesso nos Estados Unidos e Europa.• Ele fotografa crianças trabalhando e par te do que ganha com isso,financia estudo para essas crianças.• Seu trabalho preferido é Valentina, uma criança comum, retratada em açúcar. O trabalho de Muniz caracteriza-se por mexer com os sentidos do obser vador . Ele trabalha com imagens ilusórias, imagens que de perto parecem uma coisa e de longe são outras.
  156. 156. • Fa z esculturas perecíveis e comestíveis que se eternizam através da fotografia .• Uma pizza vira um rosto e calda de chocolate assume formas humanas e de coisas, como quando desenhou uma multidão nas ruas de Nova Yorque.• Um monte de alfinetes transforma-se em uma imagem e Mona Lisas são feitas com pasta de amendoim e geléia.• Ao retratar personagens tipicamente americanos, ganhou espaço nos Estados Unidos e no mundo. Vik é sucesso no Brasil porque conquistou fama no exterior.
  157. 157. • O importante nesta séria de fotografias chamada the sugar children (crianças de açúcar) é a materialidade.• Feita com açúcar sobre uma papel preto o artista utiliza o açúcar numa referencia ao trabalho de crianças nos canaviais da Jamaica. Daí o açúcar possuir importância na composição que faz mensão a situação social de milhares de crianças neste país e no mundo.• O artista também faz uma metáfora entre o eterno (fotografia) e o efêmero (o açúcar) que juntos promovem a linguagem da obra.
  158. 158. • Sarah Bernhardt, pseudônimo de Rosine Bernardt (Paris, 22 de outubro de 1844 — Paris, 26 de março de 1923) foi uma atriz francesa. Filha de uma famosa cortesã holandesa, Julie Bernardt.• Seu papel mais marcante foi o da peça A Dama das Camélias de Alexandre Dumas. Veio ao Brasil quatro vezes, as duas primeiras ainda durante o reinado de D. Pedro II.• Na última visita, durante uma encenação, sofreu um acidente que lhe gerou sérios problemas em sua perna e que culminou, anos depois, em sua morte.• Em filmes brasileiros, Sarah Bernhardt foi representada em dois, em O Xangô de Baker Street e no filme Amélia.
  159. 159. •Arthur Omar é um artista brasileiro múltiplo,com presença de ponta em várias áreas daprodução artística contemporânea.• Formado em antropologia e etnografia.Desenvolveu novos métodos de antropologiavisual.• Trabalha com cinema, vídeo, fotografiainstalações, música, poesia, desenho, alémde ensaios e reflexões teóricas sobre oprocesso de criação e a natureza da imagem. Série "Antropologia da face gloriosa" Intuições Atléticas da série Antropologia, 1998 100 X 100 cm
  160. 160.  Fotografias descontextualizadas do carnaval do RJ, realizadas em preto e branco num processo tradicional de captação da imagem e ampliação – feitas ao longo de 20 anos. 161 fotos da face captadas em pleno carvanal do RJ 1973-96). No laboratório explora contrastes, a granulação, a superposição de imagens, reenquadramento sucessivo, recpiagem, etc. Busca produzir imagens perturbadoras (ora estranhas, ora familiares) – faces MISTERIOSAS, ambíguas, ou seja, uma abordagem antropológica. Trabalha nas fotografias um conjunto de faces, de homens, cada qual com sua peculiaridade de tempo e espaço para “o homem” - caminha para uma generalização. Ideia de OBRA ABERTA, inacabada, que pede diálogo – uma interação visual.
  161. 161.  O artista e diretor de cinema carioca Arthur Omar interpreta o delírio carnavalesco brasileiro em 161 retratos. Os instantâneos que captam o transe nas ruas são retrabalhados de forma exaustiva nos processos de revelação e ampliação. A trajetória do fotógrafo é analisada pela crítica Ivana Bentes no ensaio "Arthur Omar: o êxtase da imagem". Edição bilingüe.
  162. 162. •Serigrafia•Técnica de impressão da gravura que reproduz desenhosde cores planas através de uma armação de madeirae tela feita de tecido de seda, náilon ou rede metálica,sobre uma base que pode ser de papel, tecido, metal ououtros.•O processo se dá a partir da aplicação de tinta sobrepartes permeáveis e impermeáveis da tela, que afiltra formando o desenho a ser impresso.•O termo sinônimo silkscreen é normalmente utilizadonum contexto comercial.
  163. 163. Jacob Riis• A imagem fotográfica sempre foi algo instigante prá mim... tanto que deixei a Engenharia para me tornar Fotógrafo.• Quando nada parece dar certo, vou ver o cortador de pedras martelando sua rocha talvez 100 vezes, sem que uma única rachadura apareça.• Mas na centésima primeira martelada a pedra se abre em duas, e eu sei que não foi aquela que conseguiu isso, mas todas as que vieram antes.
  164. 164. • Para começar, uma mostra da obra de Jacob Riss - fotógrafo do final do século XIX, que soube documentar de forma interessante os imigrantes recem- chegados à Nova York e pode ser considerado um dos pais do fotodocumentarismo e, de quebra, do moderno fotojornalismo.
  165. 165. • A utilização de materiais e imagens tradicionalmente ligados ao universo feminino, tais como linhas, tecidos, cabelos artificiais, silhuetas recortadas de mulheres que lembram antigos trabalhos manuais, são uma constante nos trabalhos em que a artista investiga a situação social da mulher negra no Brasil.
  166. 166. •850 FOTOGRAFIAS 8X8X3cm serigrafadas sobre pequenas almofadas(patuás) arrematadas com pontos de crochê e dispostas lado a lado emum grande mural.• A quantidade de fotografias sugere: • Anos de desgaste da família Paulino; • A submissão aos postos de trabalho manual, subjugado as regras livres desde o tempo da colônia. • Opacas, falhas e desbotadas.
  167. 167. WANGECHI MUTU (QUÊNIA - 1972)• 1990 muda-se para NY para estudar antropologia e artes plásticas.• Técnica da COLAGEM (coloca sobre a mesma superfície várias imagens de origens distintas formando uma só figura no final).• Em suas colagens insere uma variedade de materiais incluindo ADESIVO, TINTA, GLITTER, TERRA, PÉROLAS e PARTES DE FOTOGRAFIA.• Seus temas: política, o capitalismo ocidental, mas principalmente a figura feminina sob esteriótipos clássicos da cultura do seu país, reinterpretando à sua maneira.
  168. 168. • Trata da valorização da mulher, de sua raça e coragem no meio de tantas desilghaldades de um mundo machista.• Suas figuras são igualmente repulsivas e atrativas.• Retrata uma moça em um campo que há presença de uma borboleta indicando esperança e resistência ao alçar seu vôo, como também tiros que mostram as dificuldades femininas para vencer desigualdades e preconceitos.• Notável presença da cor rosa, símbolo feminino.
  169. 169. • Wangechi Mutu, um artista queniano que mora em Nova York, recentemente passou a ocupar lugar de destaque no universo internacional das artes plásticas com suas colagens mistas.• Usando imagens recortadas de revistas de moda, National Geographic, e livros sobre arte Africano,• Partes do corpo individual composto por "objetos" são feitos para parecer próteses coladas sobre troncos e membros desenhado em tinta.

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