06 repensendo a formacao e o exercicio profissional do psi esc na posmodernidade

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06 repensendo a formacao e o exercicio profissional do psi esc na posmodernidade

  1. 1. Repensando a formação e o exercício Profissional do Psicólogo Escolar na Sociedade Pós-Moderna gleydsonrocha@hotmail.com
  2. 2. “O Problema não é inventar. É Ser inventado horas após hora E nunca ficar pronta Nossa edição convincente” Carlos Drummond de Andrade
  3. 3. Breve esboço de um Sociedade Pós-Moderna Desvinculação dos avanços alienantes da tecnologia, da globalização e da modernização – equívocos éticos e morais (processos educacionais); Contradições – articular singularidade e historicidade, em busca de uma unicidade social (progressos cientifico ≠ condições humanas ≠ justiça social Esvaziamento subjetivo – adesão ao sistema sem nenhuma critica – estratégias de sobrevivência
  4. 4. Breve esboço de um Sociedade Pós-Moderna Sentimentos impotência e de irresponsabilidade – servem para acentuar atitudes de descompromisso, anorexia moral, dificultando a reinvenção social que contemple justiça e solidariedade; Pessoas e redes de significações – mutuas e contínuas modificações (formações discursivas e ideológicas – experiência passada e expectativas futuras) No campo da educação: relação entre os componentes individuais, os campos interativos os cenários respectivos – análise das relações e representações sociais a partir de cada contexto;
  5. 5. Breve esboço de um Sociedade Pós-Moderna Para compreender melhor os problemas do contexto educacional: Complexidade de Morin (1985) Princípios reguladores do processo interativo, como o da organicidade dos contrários de Durand (1989) Harmonia conflitual de Maffesoli (1996) Vê o mundo como um todo indissociável e propõe uma abordagem multidisciplinar e multirreferenciada para a construção do conhecimento. Contrapõe-se à causalidade linear por abordar os fenômenos como totalidade orgânica. “Será vista em todas as culturas históricas, havendo uma alternância dialética da vida e da morte, ser e não ser, ferida e cura, uma suscetibilidade dos contrários” “unicidade flexível que agrega numa harmonia conflitual as tribos mais diversas” (MAFFESOLI, 2005, p. 17). Em outras palavras, há algo que nos une enquanto sociedade, mesmo que pertençamos a grupos totalmente diferentes, sempre partilharemos algo em comum com os demais participantes de nossa sociedade.
  6. 6. Breve esboço de um Sociedade Pós-Moderna Na realidade, estamos nem no tempo de ontem, nem no tempo de hoje, mas no denominado ENTRETEMPO pois o dito ANTIGO nao acabou e o NOVO nao surgiu totalmente Perceber o grua de entropia é importante, uma vez que esta pressupoe a medida da desordem do sistema, levando à mudança de ordem e às novas formas de subjetivaçao
  7. 7. Atual configuracao do exercicio profissional da psicologia escolar  Quanto à identidade profissional do psicólogo, deve ser entendida sempre como algo em construção para que se possa contribuir efetivamente para a melhoria da qualidade das relações na escola, família e na comunidade. Ampliar as linhas de atuação do psicólogo é fundamental, e, num enfoque desenvolvimentista e holístico, proporcionará o intercâmbio interdisciplinar.
  8. 8. Atual configuração do exercício profissional da psicologia escolar Para conviver com a eterna crise da educação: Integrar conteúdos da realidade sociocultural aos papeis profissionais; Desenvolver o compromisso social, padrões éticos e valores, como um agente de transformação social; Usar estratégias de investigação e de observação compatíveis com o contexto social; Pensar em atuações: gerontologia educacional, educação ambiental educação a distancia e amplitude da educação infantil; Criar espaços de interlocução e escuta CRISE DA EDUCAÇAO: aquilo que almeja e idealiza aquilo que realmente é oferecido e vivenciado
  9. 9. Atual configuração do exercício profissional da psicologia escolar Toda crise representa sinal de oportunidade, de superação, ela responde à necessidade de mudança e de transformação.
  10. 10. Alternativas de Atuação do Psicólogo Escolar Propostas: Patto (1990) “oxigenar” a escola pela promoção da circulação discursiva, consideradas as diversas malhas de significação; Pfromm Netto (1996) modificador da cultura e agente de mudança. Guthrie e McCann (1997) integrr atividades educacionais que estimulem o desenvolvimento cognitivo, social e motivacional dos estudantes; Witter (1997) promover estudantes e professores através de melhorias de habilidades para lidar com o conhecimento e o processo da aprendizagem; Alencar (1998) criar condições favoráveis ao desenvolvimento de potencialidade e da criatividade; Del Prette (2001) desenvolver habilidades sociais com responsabilidade.
  11. 11. Alternativas de Atuação do Psicólogo Escolar Jacques Delors (1995) UNESCO (Quatro pilares básicos da educação) • Aprender a SER • Aprender a FAZER • Aprender CONVIVER • Aprender a CONHECER APRENDERAAPRENDER Preocupação atual é de preparar o Psicólogo escolar para conviver com a “eterna crise da educação”.
  12. 12. Alternativas de Atuação do Psicólogo Escolar NO SÉCULO XXI Atuação centrada no sensitivo, na intuição, na capacidade de assumir riscos e na de integrar fatos e informações num arquétipo inteligencial em construção e desconstrução permanente. Linguagem digital, realidade virtual e do pensamento visual. Inserir a dimensão psicológica no interior das práticas educativas pressupõe articular questões de ordem dos sujeitos e das instituições, entrelaçando o individual com o coletivo.
  13. 13. Alternativas de Atuação do Psicólogo Escolar Preocupação excessiva em resolver problemas educacionais que não dependem do psicólogo , sentimento de impotência e fracasso profissional. Saber viver com o contraditório, o paradoxal e o acaso. Agente de mudança na medida em que elucida, compreende e interpreta, percebe as situações do cotidiano escolar num olhar holístico. Favorecer o espaço de interlocuções e da escuta, não cair na tentação das interpretações precipitadas e superficiais, procurando o IMEDIATISMO.
  14. 14. Alternativas de Atuação do Psicólogo Escolar "Perplexo, mais lúcido, compreenderá que o encontro da psicologia com a educação deve partir da compreensão dos espaços sócio históricos, nos quais se dão as práticas pedagógicas na escola, mesmo porque o sujeito, como invenção do pensamento moderno, é uma interrogação permanente." (p. 133)
  15. 15. Só ajuda alguém a crescer aquele que se propõe a crescer juntos; só ensina alguma coisa aquele que está aberto para aprender e descobrir; só educa verdadeiramente quem vê diante de si uma trajetória de realização criativa, buscando sempre se renovar, demostrando o seu profundo respeito pelo outro e pela própria vida

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