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ASSISTÊNCIA ENFERMAGEM
EM CENTRO CIRÚRGICO
Enfº Ariel França Pedroso
EXERCÍCIOS TEMPO CIRÚRGICOS
• O que são tempos cirúrgico?
• Quais são as 4 sequencias de
procedimento realizado pelo cirurgião
durante o ato cirúrgico?
• Quais os tipos de classificação de
cirurgia?
• Quais os tipo de posição cirúrgicas?
PACIENTE CIRURGICO E O
PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM
• Define-se como “paciente cirúrgico
aquele cujo tratamento implica um ato
cirúrgico”.
• Este tipo de terapia pode representar:
• Uma agressão orgânica,
• Psíquica,
• Apresentando características
definidas;
PACIENTE CIRURGICO E O
PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM
• O paciente não se encontra preparado
para o inesperado, como o diagnóstico
da necessidade de uma cirurgia;
• Uma situação de risco, crítica e
evasiva, com indefinição de fatos que
irão advir;
• Transformando a intervenção em uma
situação assustadora, que traz à tona
sentimentos dolorosos e angustiantes.
PACIENTE CIRURGICO E O
PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM
•Uma situação cirúrgica envolve não
apenas o ato cirúrgico em si.
•Envolve mudança da rotina diária
do ser humano, separando-o do
contexto a que está habituado e
expondo-o ao estresse de uma
hospitalização carregada de
características e singularidades.
PACIENTE CIRURGICO E O
PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM
• Dentre estas características destacam-se:
• Solidão,
• Medo,
• Ansiedade,
• Esperança,
• Mudança de hábitos
• Necessidade imposta de se relacionar com a
diversidade de pessoas de princípios
desconhecidas, entregando-se aos seus
cuidados.
PACIENTE CIRURGICO E O
PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM
• Os pacientes ficam bastante vulneráveis
ao ambiente hospitalar.
• O paciente ao se internar não deixa sua
essência humana na portaria do hospital.
• Ele traz consigo sua:
• Inteligência,
• Mitos
• Cultura,
• Educação e toda bagagem de vida.
ASSISTÊNCIA DA ENFERMAGEM
PREPARANDO O PACIENTE PARA CIRURGIA:
• Pré-operatório, Intraoperatório, Pós-
operatório;
• Orientações
• Preparo Psicológico e Espiritual
• Jejum
• Sinais Vitais
• Pré-Anestésico
ASSISTÊNCIA DA ENFERMAGEM
PREPARANDO O PACIENTE PARA CIRURGIA
• Cuidados Cutâneos
• Roupas
• Preparo Gastrintestinal
• Eliminações Urinárias
• Remoção de Próteses e Dentaduras
• Remoção de Jóias, Esmalte e Maquiagem
• Transporte
ASSISTÊNCIA DA ENFERMAGEM
CUIDADOS DE ENFERMAGEM PÓS-
OPERATÓRIO
• Monitorização dos SSVV a cada 15min;
• Manter com a cabeça lateralizada;
• Fazer aspiração cuidadosa caso haja
vômitos e secreções;
• Administrar medicações CPM.
• Observar o gotejamento de soluções
rigorosamente;
ASSISTÊNCIA DA ENFERMAGEM
EM CASO DE SANGRAMENTO
• Comunicar ao cirurgião para as devidas
providências
• Quando consciente o paciente deve ser
estimulado a tossir;
• Identificar sinais de choque;
• Avaliar padrão respiratório e
circulatório, por conta do risco de
parada respiratória e/ou cardíaca;
TIPOS DE ANESTÉSIA
OBJETIVO:
Estado de relaxamento, perda da
sensibilidade e dos reflexos, de modo
parcial ou total, provocada pela ação de
drogas anestésicas, é evitar a dor e
facilitar o ato operatório pela equipe
cirúrgica.
TIPOS DE ANESTÉSIA
ANESTESIA GERAL ( INCONSCIÊNCIA.)
• Administra-se o anestésico por via inalatória,
endovenosa ou combinado (inalatória e
endovenosa), com o objetivo de promover um
estado reversível de ausência de
sensibilidade, relaxamento muscular, perda
de reflexos e inconsciência devido à ação de
uma ou mais drogas no sistema nervoso.
TIPOS DE ANESTÉSIA
ANESTESIA RAQUIDIANA:
• Anestesia é indicada para as cirurgias
na região abdominal e de membros
inferiores, porque o anestésico é
depositado no espaço subaracnóideo
da região lombar, produzindo
insensibilidade aos estímulos dolorosos
por bloqueio da condução nervosa.
TIPOS DE ANESTÉSIA
ANESTESIA PERIDURAL:
• O anestésico é depositado no espaço
peridural, ou seja, o anestesista não
perfura a duramater. O anestésico se
difunde nesse espaço, fixa-se no tecido
nervoso e bloqueia as raízes nervosas.
TIPOS DE ANESTÉSIA
ANESTESIA LOCAL:
• Infiltra-se o anestésico nos tecidos
próximos ao local da incisão cirúrgica.
Utilizam-se anestésicos associados com
a adrenalina, com o objetivo de
aumentar a ação do bloqueio por
vasoconstrição e prevenir sua rápida
absorção para a corrente circulatória.
TIPOS DE ANESTÉSIA
ANESTESIA TÓPICA:
• Está indicada para alívio da dor da pele
lesada por feridas, úlceras e
traumatismos, ou de mucosas das vias
aéreas e sistema geniturinário.
CLASSIFICAÇÃO DA CIRURGIA POR
POTENCIAL DECONTAMINAÇÃO
• 1- CIRURGIAS LIMPAS
• São realizadas em tecidos estéreis ou
passíveis de descontaminação, na ausência
de processo infeccioso local. Consideram-se
limpas as cirurgias realizadas na epiderme,
tecido celular subcutâneo, sistemas músculo-
esquelético, nervoso e cardiovascular.
CLASSIFICAÇÃO DA CIRURGIA POR
POTENCIAL DECONTAMINAÇÃO
2- CIRURGIAS POTENCIALMENTE CONTAMINADAS
• São as realizadas em tecidos colonizados por
flora microbiana pouco numerosa, em tecidos
cavitários com comunicação com o meio
externo, ou de difícil descontaminação, na
ausência de processo infeccioso local.
• Consideram-se potencialmente contaminadas
as cirurgias realizadas nos tratos
gastrintestinal (exceto cólon), respiratório
superior e inferior, genito-urinário, cirurgias
oculares e de vias biliares.
CLASSIFICAÇÃO DA CIRURGIA POR
POTENCIAL DECONTAMINAÇÃO
3- CIRURGIAS CONTAMINADAS
• São as realizadas em tecidos colonizados por
flora microbiana abundante, de difícil
descontaminação, na ausência de processo
infeccioso local.
• Consideram-se contaminadas as cirurgias
realizadas no cólon, reto e ânus; em tecido
com lesões cruentas e cirurgias de
traumatismo crânio encefálicos abertos.
CLASSIFICAÇÃO DA CIRURGIA POR
POTENCIAL DECONTAMINAÇÃO
• 4- CIRURGIAS INFECTADAS
•São as realizadas em qualquer
tecido, na presença de processo
infeccioso local. EX: tecido
necrótico, feridas de origem suja,
cirurgia de reto e ânus com
pus, cirurgia abdominal com
presença de pus e conteúdo de colon.
CLASSIFICAÇÃO DA CIRURGIA POR
POTENCIAL DECONTAMINAÇÃO
INCIDÊNCIA ESPERADA DE INFECÇÃO
EM FERIDA CIRÚRGICA SEGUNDO O
POTENCIAL DE CONTAMINAÇÃO
• LIMPAS: 1 a 5%
• POTENCIALMENTE
CONTAMINADADAS: 3 a 11%
• CONTAMINADAS: 10 a 17%
• INFECTADAS: maior que 27%
LAVAGEM DAS MÃOS
• Para os profissionais da saúde, a OMS ainda estipula
5 momentos em que deve haver a higienização das
mãos. Veja:
• Momento 1 - antes de contato com o paciente;
• Momento 2 - antes da realização de procedimento;
• Momento 3 - após risco de exposição a fluidos
biológicos;
• Momento 4 - após contato com o paciente;
• Momento 5 - após contato com áreas próximas ao
paciente, mesmo que não tenha tocado o paciente.
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO
1- O que a realização da cirurgia pode
apresentar ao paciente?
2- Cite as mudanças que ocorre ao
paciente diante da situação cirúrgica?
3- Qual papel da enfermagem diante do
paciente a ser submetido a cirurgia?
4- Explique o cuidado pós-operatório.
5- Comente sobre os tipos de anestesias.
REFERENCIAS
• https://enfermagemilustrada.com/centro-cirurgico/
• https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/profae/pae_c
ad5.pdf
• http://www.sintetufu.org/wp-
content/uploads/2020/01/Enfermagem-no-centro-
cir%C3%BArgico.pdf
• SMELTZER, S. C.; BARE, B. G. Bruner & Suddarth -
Tratado de Enfermagem médico-cirúrgico. 10 ed. Rio de
janeiro: Guanabara Koogan, 2005.

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  • 1. ASSISTÊNCIA ENFERMAGEM EM CENTRO CIRÚRGICO Enfº Ariel França Pedroso
  • 2. EXERCÍCIOS TEMPO CIRÚRGICOS • O que são tempos cirúrgico? • Quais são as 4 sequencias de procedimento realizado pelo cirurgião durante o ato cirúrgico? • Quais os tipos de classificação de cirurgia? • Quais os tipo de posição cirúrgicas?
  • 3. PACIENTE CIRURGICO E O PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM • Define-se como “paciente cirúrgico aquele cujo tratamento implica um ato cirúrgico”. • Este tipo de terapia pode representar: • Uma agressão orgânica, • Psíquica, • Apresentando características definidas;
  • 4. PACIENTE CIRURGICO E O PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM • O paciente não se encontra preparado para o inesperado, como o diagnóstico da necessidade de uma cirurgia; • Uma situação de risco, crítica e evasiva, com indefinição de fatos que irão advir; • Transformando a intervenção em uma situação assustadora, que traz à tona sentimentos dolorosos e angustiantes.
  • 5. PACIENTE CIRURGICO E O PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM •Uma situação cirúrgica envolve não apenas o ato cirúrgico em si. •Envolve mudança da rotina diária do ser humano, separando-o do contexto a que está habituado e expondo-o ao estresse de uma hospitalização carregada de características e singularidades.
  • 6. PACIENTE CIRURGICO E O PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM • Dentre estas características destacam-se: • Solidão, • Medo, • Ansiedade, • Esperança, • Mudança de hábitos • Necessidade imposta de se relacionar com a diversidade de pessoas de princípios desconhecidas, entregando-se aos seus cuidados.
  • 7. PACIENTE CIRURGICO E O PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM • Os pacientes ficam bastante vulneráveis ao ambiente hospitalar. • O paciente ao se internar não deixa sua essência humana na portaria do hospital. • Ele traz consigo sua: • Inteligência, • Mitos • Cultura, • Educação e toda bagagem de vida.
  • 8. ASSISTÊNCIA DA ENFERMAGEM PREPARANDO O PACIENTE PARA CIRURGIA: • Pré-operatório, Intraoperatório, Pós- operatório; • Orientações • Preparo Psicológico e Espiritual • Jejum • Sinais Vitais • Pré-Anestésico
  • 9. ASSISTÊNCIA DA ENFERMAGEM PREPARANDO O PACIENTE PARA CIRURGIA • Cuidados Cutâneos • Roupas • Preparo Gastrintestinal • Eliminações Urinárias • Remoção de Próteses e Dentaduras • Remoção de Jóias, Esmalte e Maquiagem • Transporte
  • 10. ASSISTÊNCIA DA ENFERMAGEM CUIDADOS DE ENFERMAGEM PÓS- OPERATÓRIO • Monitorização dos SSVV a cada 15min; • Manter com a cabeça lateralizada; • Fazer aspiração cuidadosa caso haja vômitos e secreções; • Administrar medicações CPM. • Observar o gotejamento de soluções rigorosamente;
  • 11. ASSISTÊNCIA DA ENFERMAGEM EM CASO DE SANGRAMENTO • Comunicar ao cirurgião para as devidas providências • Quando consciente o paciente deve ser estimulado a tossir; • Identificar sinais de choque; • Avaliar padrão respiratório e circulatório, por conta do risco de parada respiratória e/ou cardíaca;
  • 12. TIPOS DE ANESTÉSIA OBJETIVO: Estado de relaxamento, perda da sensibilidade e dos reflexos, de modo parcial ou total, provocada pela ação de drogas anestésicas, é evitar a dor e facilitar o ato operatório pela equipe cirúrgica.
  • 13. TIPOS DE ANESTÉSIA ANESTESIA GERAL ( INCONSCIÊNCIA.) • Administra-se o anestésico por via inalatória, endovenosa ou combinado (inalatória e endovenosa), com o objetivo de promover um estado reversível de ausência de sensibilidade, relaxamento muscular, perda de reflexos e inconsciência devido à ação de uma ou mais drogas no sistema nervoso.
  • 14. TIPOS DE ANESTÉSIA ANESTESIA RAQUIDIANA: • Anestesia é indicada para as cirurgias na região abdominal e de membros inferiores, porque o anestésico é depositado no espaço subaracnóideo da região lombar, produzindo insensibilidade aos estímulos dolorosos por bloqueio da condução nervosa.
  • 15. TIPOS DE ANESTÉSIA ANESTESIA PERIDURAL: • O anestésico é depositado no espaço peridural, ou seja, o anestesista não perfura a duramater. O anestésico se difunde nesse espaço, fixa-se no tecido nervoso e bloqueia as raízes nervosas.
  • 16. TIPOS DE ANESTÉSIA ANESTESIA LOCAL: • Infiltra-se o anestésico nos tecidos próximos ao local da incisão cirúrgica. Utilizam-se anestésicos associados com a adrenalina, com o objetivo de aumentar a ação do bloqueio por vasoconstrição e prevenir sua rápida absorção para a corrente circulatória.
  • 17. TIPOS DE ANESTÉSIA ANESTESIA TÓPICA: • Está indicada para alívio da dor da pele lesada por feridas, úlceras e traumatismos, ou de mucosas das vias aéreas e sistema geniturinário.
  • 18. CLASSIFICAÇÃO DA CIRURGIA POR POTENCIAL DECONTAMINAÇÃO • 1- CIRURGIAS LIMPAS • São realizadas em tecidos estéreis ou passíveis de descontaminação, na ausência de processo infeccioso local. Consideram-se limpas as cirurgias realizadas na epiderme, tecido celular subcutâneo, sistemas músculo- esquelético, nervoso e cardiovascular.
  • 19. CLASSIFICAÇÃO DA CIRURGIA POR POTENCIAL DECONTAMINAÇÃO 2- CIRURGIAS POTENCIALMENTE CONTAMINADAS • São as realizadas em tecidos colonizados por flora microbiana pouco numerosa, em tecidos cavitários com comunicação com o meio externo, ou de difícil descontaminação, na ausência de processo infeccioso local. • Consideram-se potencialmente contaminadas as cirurgias realizadas nos tratos gastrintestinal (exceto cólon), respiratório superior e inferior, genito-urinário, cirurgias oculares e de vias biliares.
  • 20. CLASSIFICAÇÃO DA CIRURGIA POR POTENCIAL DECONTAMINAÇÃO 3- CIRURGIAS CONTAMINADAS • São as realizadas em tecidos colonizados por flora microbiana abundante, de difícil descontaminação, na ausência de processo infeccioso local. • Consideram-se contaminadas as cirurgias realizadas no cólon, reto e ânus; em tecido com lesões cruentas e cirurgias de traumatismo crânio encefálicos abertos.
  • 21. CLASSIFICAÇÃO DA CIRURGIA POR POTENCIAL DECONTAMINAÇÃO • 4- CIRURGIAS INFECTADAS •São as realizadas em qualquer tecido, na presença de processo infeccioso local. EX: tecido necrótico, feridas de origem suja, cirurgia de reto e ânus com pus, cirurgia abdominal com presença de pus e conteúdo de colon.
  • 22. CLASSIFICAÇÃO DA CIRURGIA POR POTENCIAL DECONTAMINAÇÃO INCIDÊNCIA ESPERADA DE INFECÇÃO EM FERIDA CIRÚRGICA SEGUNDO O POTENCIAL DE CONTAMINAÇÃO • LIMPAS: 1 a 5% • POTENCIALMENTE CONTAMINADADAS: 3 a 11% • CONTAMINADAS: 10 a 17% • INFECTADAS: maior que 27%
  • 23. LAVAGEM DAS MÃOS • Para os profissionais da saúde, a OMS ainda estipula 5 momentos em que deve haver a higienização das mãos. Veja: • Momento 1 - antes de contato com o paciente; • Momento 2 - antes da realização de procedimento; • Momento 3 - após risco de exposição a fluidos biológicos; • Momento 4 - após contato com o paciente; • Momento 5 - após contato com áreas próximas ao paciente, mesmo que não tenha tocado o paciente.
  • 24.
  • 25. EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1- O que a realização da cirurgia pode apresentar ao paciente? 2- Cite as mudanças que ocorre ao paciente diante da situação cirúrgica? 3- Qual papel da enfermagem diante do paciente a ser submetido a cirurgia? 4- Explique o cuidado pós-operatório. 5- Comente sobre os tipos de anestesias.
  • 26. REFERENCIAS • https://enfermagemilustrada.com/centro-cirurgico/ • https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/profae/pae_c ad5.pdf • http://www.sintetufu.org/wp- content/uploads/2020/01/Enfermagem-no-centro- cir%C3%BArgico.pdf • SMELTZER, S. C.; BARE, B. G. Bruner & Suddarth - Tratado de Enfermagem médico-cirúrgico. 10 ed. Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 2005.