Introdução à Estética - 1

679 visualizações

Publicada em

Primeira para o curso de Introdução à Estética e História da Arte, do curso de Licenciatura em Dança do Instituto Federal de Brasília - IFB

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
679
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
612
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
5
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Introdução à Estética - 1

  1. 1. Estética Prof. Marcos Ramon marcosramon.net/estetica
  2. 2. Apresentação • Diversos significados da palavra ESTÉTICA • Objeto da estética: arte? Beleza? • Arte, técnica, progresso. • Legitimação da estética. • Aesthetica, Baumgarten, 1750
  3. 3. O lugar da Estética • Por que não fazer apenas um histórico dos sistemas filosófico-estéticos? 1. Pelos vários sentidos da palavra estética. 2. Pela indefinição do objeto da estética. 3. Pela ambiguidade do lugar teórico, filosófico e científico (?) da estética.
  4. 4. Escola de Atenas – Rafael Sanzio
  5. 5. Jovem defendo-se de Eros – William-Adolphe Bouguereau
  6. 6. A DIGNIDADE DA ARTE - Eduardo Galeano Eu escrevo para os que não podem me ler. Os de baixo, os que esperam há séculos na fila da história, não sabem ler ou não tem com o quê. Quando chega o desânimo, me faz bem recordar uma lição de dignidade da arte que recebi há anos, num teatro de Assis, na Itália. Helena e eu tínhamos ido ver um espetáculo de pantomima, e não havia ninguém. Ela e eu éramos os únicos espectadores. Quando a luz se apagou, juntaram-se a nós o lanterninha e a mulher da bilheteria. E, no entanto, os atores mais numerosos que o público, trabalharam naquela noite como se estivessem vivendo a glória de uma estreia com lotação esgotada. Fizeram sua tarefa entregando-se inteiros, com tudo, com alma e vida; e foi uma maravilha. Nossos aplausos ressoaram na solidão da sala. Nós aplaudimos até esfolar as mãos.
  7. 7. Critérios Estéticos 1. Obra de arte como habilidade técnica 2. Obra de arte como fruição. O prazer estético. 3. Transmissão de sentimentos do artista. 4. Obra de arte como lição moral. Aprimoramento da vida prática. 5. Harmonia da obra de arte. Beleza artística. 6. Arte como revelação. Superação da realidade.
  8. 8. Natureza e Objeto da Estética • Filosofia do Belo (belo da Arte e belo da Natureza) • Hegel: beleza artística superior à da natureza. • Kant (belo e sublime). • Aristóteles (artes do belo e do feio) • Estética = filosofia + arte + belo
  9. 9. Tendências de interpretação da Estética • Como relação entre a Arte e a Natureza • Como relação entre a Arte e o ser humano • Como função da Arte
  10. 10. Arte e Natureza • Imitação (mímesis) - subordinação ou inferioridade da Arte em relação à Natureza (p.ex. em Platão) • Criação - arte como continuidade da atividade criadora de Deus, condição do gênio (p.ex. em Schelling e Hegel) • Construção - arte humana como acréscimo à natureza, encontro entre a natureza e o ser humano (p.ex. em Kant)
  11. 11. Arte e ser humano • Arte como conhecimento - valorização dos aspectos cognitivos (p.ex. em Aristóteles e Schelling) • Arte como atividade prática - valorização do aspecto prático e/ou lúdico (p.ex. em Aristóteles e Nietzsche) • Arte como sensibilidade - valorização da aparência sensível e do desenvolvimento da sensibilidade (p.ex. em Platão e Dewey)
  12. 12. Função da Arte • Arte como educação (p.ex. em Platão e Hegel) • Arte como expressão (p.ex. em Dewey)

×