A estética do belo

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Aula 1 _ Tecnico em Publicidade, EME Prof Alcina Dantas Feijão _ Professora Adriana

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A estética do belo

  1. 1. Do grego αισθητική ou aisthésis: percepção, sensação, sensibilidade, é um ramo da filosofia que tem por objetivo o estudo da natureza do belo e dos fundamentos da arte. Ela estuda o julgamento e a percepção do que é considerado belo, a produção das emoções pelos fenômenos estéticos, bem como: as diferentes formas de arte e da técnica artística; a ideia de obra de arte e de criação; a relação entre matérias e formas nas artes. Por outro lado, a estética também pode ocupar-se do sublime, ou da privação da beleza, ou seja, o que pode ser considerado feio, ou até mesmo ridículo. http://pt.wikipedia.org/wiki/Est%C3%A9tica
  2. 2. Platão : O belo para Platão estava no plano do ideal, a ideia do belo em si era colocada por ele como absoluto e eterno, não dependeria dos objetos, da materialidade, era a própria ideia de perfeição, estava plenamente completo, restando ao mundo sensível apenas a imitação ou a cópia desta beleza perfeita. Proporção, harmonia e união. “Tudo que é belo é bom, se é bom é verdadeiro” O belo em Platão serviria para conduzir o homem à perfeição.
  3. 3. Aristóteles : concebeu o belo a partir da realidade sensível, deixando este de ser algo abstrato para se tornar concreto, o belo materializa-se, a beleza no pensamento aristotélico já não era imutável, nem eterna, podendo evoluir. Simetria, composição, ordenação, proposição, equilíbrio. "As principais formas de beleza são a ordem, a simetria e a definição clara“ O BELO É UMA IDEIA OBJETIVA
  4. 4. A Escola de Atenas Raffaello Sanzio 1509-1510
  5. 5. A beleza até então era algo que a razão não poderia compreender, a arte era quem transpunha o incognoscível absoluto e pelos símbolos trazia o ideal para o real. O que tornava a arte apreciável até então era o prazer do deleite com o belo, a influência moral que exercia sobre natureza humana. KANT
  6. 6. Hegel, na contracorrente das teorias modernas da estética do sentimento e subjetivistas do gosto, reafirma a objetividade do belo e a possibilidade do reconhecimento racional do mesmo. Tal objetividade será possível uma vez que, o belo é considerado como um momento essencial do desdobramento do espírito absoluto, no qual é expressa numa forma determinada a Ideia e, portanto, a verdade. O belo seria a exposição sensível da Ideia nas obras de arte, a partir das quais, pela primeira vez, seria resolvida a contradição entre sujeito e objeto, uma vez que a obra é “o primeiro elo intermediário entre o que é meramente exterior, sensível e passageiro e o puro pensar”. Hegel definiu a estética como a ciência que estuda o belo, conferindo a estética à categoria de ciência filosófica. HEGEL

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