“ O estético e o belo”
O estético e o belo As tentativas de esclarecer as questões acerca do valor estético são variadas e muitas vezes contrárias. Pode considerar-se a experiência estética como tendo valor em si mesmo ou como sendo um meio para atingir valores maiores.
O estético e o belo Na estética clássica domina a idéia de que a arte tem fins exteriores e superiores a ele próprio. Para Kant, por exemplo, a experiência estética permite unir as componentes naturais e numéricas do homem. Ela tem valor porque cumpre uma função antropológica, por assim dizer. Para John Ruskin a arte serve para educar as populações para valores maiores, nomeadamente os valores tradicionais da nobreza britânica, a honra e a obediência. O seu valor advém da sua função moral
ARTE: UM OLHAR SOBRE SEU SIGNIFICADO Na estética clássica domina a idéia de que a arte tem fins exteriores e superiores a ele próprio. Para Kant, por exemplo, a experiência estética permite unir as componentes naturais e numéricas do homem. Ela tem valor porque cumpre uma função antropológica, por assim dizer. Para John Ruskin a arte serve para educar as populações para valores maiores, nomeadamente os valores tradicionais da nobreza britânica, a honra e a obediência. O seu valor advém da sua função moral
ARTE: UM OLHAR SOBRE SEU SIGNIFICADO A historicidade do homem sempre esteve relacionada com a arte, a ponto de seu ensino-aprendizagem participar das normas e valores estabelecidos nos ambientes culturais da produção artística de todos os tempos. A arte não tem equivalente exato nas antigas línguas européias, que são muito complexas em sua terminologia. Então, nada melhor do que recorrer ao seu significado etimológico. A palavra "arte" deriva do latim  ars  − talento, saber fazer. Alguns filósofos isolam determinadas características encontradas em todas as artes e a percebem, sob o olhar da ciência da arte, na estética e na metafísica. Platão, por exemplo, percebeu uma distinção entre Arte e Ciência.
ARTE: UM OLHAR SOBRE SEU SIGNIFICADO Na verdade, a arte não esgota os poderes da imaginação, mesmo que se satisfaça a necessidade normal da expressão estética. "A arte não tem importância para o homem somente como instrumento para desenvolver sua criatividade, sua percepção etc., mas tem importância em si mesma, como assunto, como objeto de estudo." (BARBOSA, 1975, p. 90) Arte é qualidade e exercita a habilidade de julgar e de formular significados que excedem a capacidade de dizer em palavras. É o limite que nossa consciência excede é a superação, pela nossa consciência, dos limites impostos pelas palavras.
O BELO O belo agrada, deleita, compraz, alegra. Produz satisfação, dá prazer, felicita. Em casos especiais conduz ao entusiasmo e ao delírio.  Somos nós que revestimos de beleza aquilo que julgamos belo, o conceito do que é belo é construído sob a ótica do observador, depende de seus preceitos culturais e sociais.
O BELO De fato, a questão sobre o que é ou não belo influencia diretamente muitos aspectos de nossa vida. Em seu livro  O que é belo? , Gábor Paál tenta localizar este  conceito em meio à estética e o conhecimento.
O estético e o belo Convém resumir que: 1. Os objetos estéticos são objetos de uma classe-função. (aplicação da noção de classe-função à constatação de que os objetos estéticos têm uma função) 2. A sua função é a de provocar uma experiência estética. (por observação ou recurso à experiência) 3. Uma experiência estética é uma experiência cujas características são a unidade, a intensidade e a complexidade (e o isolamento). 6 (caracterização da experiência estética.)
O estético e o belo 4. Uma boa experiência estética é aquela que tem unidade, intensidade e complexidade em graus significativos. (por comparação de exp. estéticas) 5. Uma experiência que tem unidade, intensidade e complexidade em graus significativos é uma experiência estética de magnitude elevada. (introdução da noção de magnitude) 6. Um bom objeto estético é aquele que tem a capacidade de cumprir a sua função com bastante eficácia.  7. Um bom objeto estético é aquele que tem a capacidade de provocar uma experiência estética de magnitude elevada. (de 2 e 6)
Créditos: Professora:  Auriene Cardozo Alunos:  Willian Júnior Marisa Faculdade da Amazônia Ocidental –FAA0

Apresentação Estética

  • 1.
    “ O estéticoe o belo”
  • 2.
    O estético eo belo As tentativas de esclarecer as questões acerca do valor estético são variadas e muitas vezes contrárias. Pode considerar-se a experiência estética como tendo valor em si mesmo ou como sendo um meio para atingir valores maiores.
  • 3.
    O estético eo belo Na estética clássica domina a idéia de que a arte tem fins exteriores e superiores a ele próprio. Para Kant, por exemplo, a experiência estética permite unir as componentes naturais e numéricas do homem. Ela tem valor porque cumpre uma função antropológica, por assim dizer. Para John Ruskin a arte serve para educar as populações para valores maiores, nomeadamente os valores tradicionais da nobreza britânica, a honra e a obediência. O seu valor advém da sua função moral
  • 4.
    ARTE: UM OLHARSOBRE SEU SIGNIFICADO Na estética clássica domina a idéia de que a arte tem fins exteriores e superiores a ele próprio. Para Kant, por exemplo, a experiência estética permite unir as componentes naturais e numéricas do homem. Ela tem valor porque cumpre uma função antropológica, por assim dizer. Para John Ruskin a arte serve para educar as populações para valores maiores, nomeadamente os valores tradicionais da nobreza britânica, a honra e a obediência. O seu valor advém da sua função moral
  • 5.
    ARTE: UM OLHARSOBRE SEU SIGNIFICADO A historicidade do homem sempre esteve relacionada com a arte, a ponto de seu ensino-aprendizagem participar das normas e valores estabelecidos nos ambientes culturais da produção artística de todos os tempos. A arte não tem equivalente exato nas antigas línguas européias, que são muito complexas em sua terminologia. Então, nada melhor do que recorrer ao seu significado etimológico. A palavra "arte" deriva do latim ars − talento, saber fazer. Alguns filósofos isolam determinadas características encontradas em todas as artes e a percebem, sob o olhar da ciência da arte, na estética e na metafísica. Platão, por exemplo, percebeu uma distinção entre Arte e Ciência.
  • 6.
    ARTE: UM OLHARSOBRE SEU SIGNIFICADO Na verdade, a arte não esgota os poderes da imaginação, mesmo que se satisfaça a necessidade normal da expressão estética. "A arte não tem importância para o homem somente como instrumento para desenvolver sua criatividade, sua percepção etc., mas tem importância em si mesma, como assunto, como objeto de estudo." (BARBOSA, 1975, p. 90) Arte é qualidade e exercita a habilidade de julgar e de formular significados que excedem a capacidade de dizer em palavras. É o limite que nossa consciência excede é a superação, pela nossa consciência, dos limites impostos pelas palavras.
  • 7.
    O BELO Obelo agrada, deleita, compraz, alegra. Produz satisfação, dá prazer, felicita. Em casos especiais conduz ao entusiasmo e ao delírio. Somos nós que revestimos de beleza aquilo que julgamos belo, o conceito do que é belo é construído sob a ótica do observador, depende de seus preceitos culturais e sociais.
  • 8.
    O BELO Defato, a questão sobre o que é ou não belo influencia diretamente muitos aspectos de nossa vida. Em seu livro O que é belo? , Gábor Paál tenta localizar este conceito em meio à estética e o conhecimento.
  • 9.
    O estético eo belo Convém resumir que: 1. Os objetos estéticos são objetos de uma classe-função. (aplicação da noção de classe-função à constatação de que os objetos estéticos têm uma função) 2. A sua função é a de provocar uma experiência estética. (por observação ou recurso à experiência) 3. Uma experiência estética é uma experiência cujas características são a unidade, a intensidade e a complexidade (e o isolamento). 6 (caracterização da experiência estética.)
  • 10.
    O estético eo belo 4. Uma boa experiência estética é aquela que tem unidade, intensidade e complexidade em graus significativos. (por comparação de exp. estéticas) 5. Uma experiência que tem unidade, intensidade e complexidade em graus significativos é uma experiência estética de magnitude elevada. (introdução da noção de magnitude) 6. Um bom objeto estético é aquele que tem a capacidade de cumprir a sua função com bastante eficácia. 7. Um bom objeto estético é aquele que tem a capacidade de provocar uma experiência estética de magnitude elevada. (de 2 e 6)
  • 11.
    Créditos: Professora: Auriene Cardozo Alunos: Willian Júnior Marisa Faculdade da Amazônia Ocidental –FAA0