Inês Albuquerque Amaral [email_address]
Reflexão sobre o panorama sócio-comunicacional das redes sociais à luz do actual paradigma que nasce com a Web 2.0
A nova sociabilidade desterritorializada A técnica ao serviço da comunicação
Da comunicação unilateral e vertical para uma perspectiva de comunicação individualizada, personalizada, bilateral e horizontal. A ideia de  escolha O receptor agora é  utilizador Efectivação de  trocas O receptor é  simultaneamente  emissor
Paradigma comunicacional da INDIVIDUALIZAÇÃO Na dimensão social esta alteração promove o COLECTIVO como elemento formador
Os paradigmas sociais e comunicacionais não se sobrepõem aos anteriores nem os anulam. a metáfora da “Pele da Cultura”, de Derrick De Kerckhove
Pensamos que a mudança de paradigma apenas se opera na Web 2.0 e não na geração anterior de Internet.
Inteligência colectiva (Lévy) Intercriatividade (Berners-Lee) Multidões inteligentes (Rheingold) Fim dos  Great Good Places  (Oldenburg)
Nova conceptualização que nasce do novo paradigma sócio-comunicacional Ausência de território e formas de agregação de indivíduos  =  alteração dos pilares da comunidade tradicional  Difere de uma primeira noção de comunidade virtual: introduz a cultura participativa
Paradigma do colectivo - princípios Participação Mobilidade Poder O’Reilly: a Web 2.0 é uma atitude, não uma tecnologia
Arquitectura da participação : a COMUNIDADE 2.0 é uma rede de colaboração de indivíduos que se baseia nas pessoas e não nas tecnologias. (O’Reilly)
A Web 2.0 é uma esfera “tecnosocial”. A comunicação e a interacção social estão hoje direccionadas para o consumo de conteúdos, partilha de informação e expressão do EU em comunidades de partilha de interesses, sem determinismo geográfico. Existe um potencial de (des)agregação (divisão cultural e social de indivíduos) no mundo offline – numa perspectiva de sociedades info-incluídas.
Os ambientes das redes sociais constróem uma realidade própria? Existem hierarquizações sociais nas redes? O determinismo geográfico intervém na dimensão da rede? As noções de identidade e pertença às redes são transformadas no ciberespaço e na esfera Web 2.0?

Web 2.0 e o novo paradigma sócio-comunicacional

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    Inês Albuquerque Amaral[email_address]
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    Reflexão sobre opanorama sócio-comunicacional das redes sociais à luz do actual paradigma que nasce com a Web 2.0
  • 3.
    A nova sociabilidadedesterritorializada A técnica ao serviço da comunicação
  • 4.
    Da comunicação unilaterale vertical para uma perspectiva de comunicação individualizada, personalizada, bilateral e horizontal. A ideia de escolha O receptor agora é utilizador Efectivação de trocas O receptor é simultaneamente emissor
  • 5.
    Paradigma comunicacional daINDIVIDUALIZAÇÃO Na dimensão social esta alteração promove o COLECTIVO como elemento formador
  • 6.
    Os paradigmas sociaise comunicacionais não se sobrepõem aos anteriores nem os anulam. a metáfora da “Pele da Cultura”, de Derrick De Kerckhove
  • 7.
    Pensamos que amudança de paradigma apenas se opera na Web 2.0 e não na geração anterior de Internet.
  • 8.
    Inteligência colectiva (Lévy)Intercriatividade (Berners-Lee) Multidões inteligentes (Rheingold) Fim dos Great Good Places (Oldenburg)
  • 9.
    Nova conceptualização quenasce do novo paradigma sócio-comunicacional Ausência de território e formas de agregação de indivíduos = alteração dos pilares da comunidade tradicional Difere de uma primeira noção de comunidade virtual: introduz a cultura participativa
  • 10.
    Paradigma do colectivo- princípios Participação Mobilidade Poder O’Reilly: a Web 2.0 é uma atitude, não uma tecnologia
  • 11.
    Arquitectura da participação: a COMUNIDADE 2.0 é uma rede de colaboração de indivíduos que se baseia nas pessoas e não nas tecnologias. (O’Reilly)
  • 12.
    A Web 2.0é uma esfera “tecnosocial”. A comunicação e a interacção social estão hoje direccionadas para o consumo de conteúdos, partilha de informação e expressão do EU em comunidades de partilha de interesses, sem determinismo geográfico. Existe um potencial de (des)agregação (divisão cultural e social de indivíduos) no mundo offline – numa perspectiva de sociedades info-incluídas.
  • 13.
    Os ambientes dasredes sociais constróem uma realidade própria? Existem hierarquizações sociais nas redes? O determinismo geográfico intervém na dimensão da rede? As noções de identidade e pertença às redes são transformadas no ciberespaço e na esfera Web 2.0?