O autor discute o conceito de virtual, afirmando que não se opõe ao real e existem quatro formas de existir, incluindo o latente e o manifesto. O virtual não é ausência de existência, mas sim uma metáfora de presença que envolve deslocamento espacial e temporal. O autor argumenta que o virtual representa aceleração, multiplicidade de espaços e durações, e é produzido por novas tecnologias e a inteligência coletiva.