DEINETH PEREIRA NEVES
TECNOLOGIAS DE APLICAÇÃO
2
SUMÁRIO
• Agroquímicos e
formulações;
• Preparo de calda;
• Adjuvantes e seus
efeitos;
• Interação produtos
e ambiente;
• Tipos de aplicação;
• Alvos biológicos;
• Maquinários;
• Condições de
ambiente e planta;
• Novas tecnologias;
• EPI.
Fonte: Pinterest, 2025.
3
AGROQUÍMICOS, O
QUE SÃO?
Elaborado por: Deineth Neves, 2025.
4
AGROQUÍMICOS, O QUE SÃO?
• Agroquímicos, agrotóxicos ou defensivos agrícolas, são
produtos químicos utilizados na agricultura para proteger
as plantas e melhorar a produtividade.
Fonte: Pinterest, 2025.
5
TIPOS DE FORMULAÇÕES
• Diluição em água
• WP (pó molhável)
• Partículas muito pequenas;
• Difícil manuseio;
• WG (granulado dispersível)
• Evolução do pó molhável;
• Partículas maiores;
• Rápida solubilização.
Fonte: Bosman, 2025 e Pomar Brasil, 2025.
6
• Aplicação direta
• GR (granulado/grânulos)
• Partículas de 2,5 a 10 mm de
diâmetro;
• Baixa deriva;
• Usada na adubação
nitrogenada.
FORMULAÇÕES SÓLIDAS
Fonte: OPENAI, 2025.
7
FORMULAÇÕES LÍQUIDAS
Fonte: CRODA Agriculture, 2025.
•SC – Suspensão concentrada;
•Partículas sólidas insolúveis;
•Suspensão com partículas de até
5 µm.
•Inclui dispersantes, e
estabilizadores de viscosidade;
•Pode ocorrer sedimentação com
o tempo.
• Sólido insolúvel
• Fase aquosa
8
• SL – Concentrado solúvel;
•À base de água ou solventes solúveis
em água.
•Compatibilidade depende do
ingrediente ativo.
•Requerem surfactantes para boa
eficiência.
FORMULAÇÕES LÍQUIDAS
Fonte: Agro Minas, 2025.
9
• EC – Concentrado emulsionável;
•Solvente orgânico e agentes
emulsificantes.
•Forma emulsão ao ser diluída em água.
•Gera gotas maiores, com boa
penetração foliar.
•Pode haver separação de fases e
cristalização
FORMULAÇÕES LÍQUIDAS
Fonte: CRODA Agriculture, 2025.
10
• ME – Microemulsão;
•Formulação aquosa com gotas
emulsificadas muito pequenas.
•Não ocorre separação de fases.
•Fácil de manipular e com boa
eficácia.
•Requer uso de surfactantes
FORMULAÇÕES LÍQUIDAS
Fonte: Agro Shop, 2025.
11
• OD – Dispersão de óleo;
•Ativo sólido disperso em óleo.
•Ideal para ingredientes sensíveis à
água.
•Melhora retenção, espalhamento e
penetração foliar.
•Maior risco de sedimentação.
FORMULAÇÕES LÍQUIDAS
Fonte: Vila Verde Agro
Fonte: Passiflora, 2025.
12
• CS – Suspensão de encapsulado.
•Ingrediente ativo encapsulado em
polímero.
•Contém dispersante e agente
umectante.
•Liberação controlada ou prolongada.
•Protege da degradação do
ingrediente ativo.
FORMULAÇÕES LÍQUIDAS
Fonte: CRODA Agriculture, 2025.
13
• Dos insolúveis para os mais solúveis;
• Adicionados gradativamente;
• Sistema de agitação sempre ligado;
• Agitar antes da adição de outro.
ORDEM DE ADIÇÃO
Fonte: Mais Soja, 2025.
14
O QUE SÃO OS
ADJUVANTES?
15
• Modificação da calda;
• Otimizam o uso de substâncias;
• Geram economia para o produtor.
Substâncias usadas para aumentar ou garantir a eficiência de outros compostos
ativos ou facilitar a aplicação.
16
ADJUVANTES
• Surfactantes
• Facilita a mistura;
• Boa adesividade;
• Melhora a absorção pelos tecidos.
Fonte: Embrapa, 2006 e Vittia, 2025.
17
• Agentes dispersantes
• Facilita a dispersão;
• Mantem em suspensão;
• Evita a obstrução dos bicos.
Fonte: Embrapa, 2006 e Aminoagro, 2025.
ADJUVANTES
18
• Emulsionantes
• Compatibilização de ativos e solventes;
• Diminui tensão superficial;
• Aumento de contato.
Fonte: Embrapa, 2006 e Zaamp, 2025.
ADJUVANTES
19
• Antiespumantes
• Reduz formação de espuma;
• Na mistura;
• Agitação.
Fonte: Embrapa, 2006 e Sprayer, 2025.
ADJUVANTES
20
• Estabilizantes
• Evita decomposição;
• Longo período;
• Calor, luz e umidade.
Fonte: Embrapa, 2006 e Sprayer 2025.
ADJUVANTES
21
• Informações estarão no rótulo;
• São estabelecidos pela
Anvisa;
• Classe III e IV comercializados
livremente.
• Classe I e II venda controlada;
• Receituário agronômico;
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO RISCO
Fonte: Caderno de Ciência & Tecnologia e Toda Matéria, 2025.
22
Fonte: Embrapa, 2006. Elaborado por: Deineth Neves, 2025.
Sem Resíduos Satisfatórios Insatisfatórios
0
5
10
15
20
25
30
35
40 37%
35%
28%
Gráfico 2. Resíduo de agrotóxicos nos alimentos.
23
▼Pontos negativos
▼Prejudica a biodiversidade;
▼Disponibilidade e qualidade da água;
▼Qualidade do ar e dos alimentos;
▼Problemas fitossanitários.
INTERAÇÃO DOS PRODUTOS COM O MEIO AMBIENTE
Fonte: Caderno de Ciência & Tecnologia, 2025.
24
▲Pontos positivos
▲Aumento na produtividade;
▲Controle de pragas e doenças;
▲Maior qualidade e uniformidade;
▲Redução das perdas.
INTERAÇÃO DOS PRODUTOS COM O MEIO AMBIENTE
Fonte: Caderno de Ciência & Tecnologia, 2025.
25
• Aplicação via sólida
• Dispensa diluição;
• Formulações prontas para o uso;
• Dificultam o transporte em altas
quantidades;
• Adubação nitrogenada.
TIPOS DE APLICAÇÕES
Fonte: CHB, 2025.
26
TIPOS DE APLICAÇÕES
• Aplicação via líquida
• Por meio de pulverização;
• Mais avançado e mecanizado;
• Melhor precisão;
• Permite melhores regulagens;
• Transporte facilitado.
Fonte: Embrapa, 2006 e Jacto, 2025.
27
• Hidráulicos (Pulverizador)
• O líquido bombeado sob pressão;
• Lançado por descompressão;
• Manual costal, tratorizado ou avião.
VIA LÍQUIDA
Fonte: RUBEMAQ, 2025.
28
• Pneumáticos (Atomizador);
• Centrífugo;
• Eletrostático.
VIA LÍQUIDA
Fonte: FRED HOPKINS, 2025.
29
MAQUINÁRIO
• Pulverizador
Fonte: Valtra, 2025.
30
MAQUINÁRIO
• Pulverizador
Fonte: TEEJET, 2025.
31
MAQUINÁRIO
• Pulverizador
• Próprio para o trabalho;
• Alta capacidade;
• Alto custo.
Fonte: John Deere, 2025.
32
MAQUINÁRIO
• Pulverizador
Fonte: John Deere, 2025.
33
MAQUINÁRIO
• Pulverizador montado.
• Fácil acoplamento
• Mais barato;
• Menor capacidade(800L).
Fonte: John Deere, 2025.
34
MAQUINÁRIO
• Pulverizador montado.
Fonte: John Deere, 2025.
35
MAQUINÁRIO
• Pulverizador de arrasto
• Fácil acoplamento;
• Mais tecnológico;
• Média capacidade(2000L).
Fonte: John Deere, 2025.
36
MAQUINÁRIO
• Pulverizador de arrasto
Fonte: John Deere, 2025.
37
• Manual
MAQUINÁRIO
• Costais
• A combustão
Fonte: Agromania, 2025 e Horta viva, 2025.
38
• Aviões
MAQUINÁRIO
• Aéreos
• Drones
Fonte: Abrasco, 2025 e OPENCADD, 2025..
39
ALVOS BIOLÓGICOS E QUÍMICOS
Fonte: Ourofino, 2025 e Manar Agro, 2025.
40
ESTRUTURA DOS BICOS
Fonte: ANDEF, 2025.
41
• Bico de jato cônico
• Cone vazio (gotas na borda)
• Cone cheios (gotas no meio);
• Movimento helicoidal;
• Pressão de trabalho entre 10 e 15
bar.
TIPOS DE BICO
Fonte: Embrapa,2006 e Futura Agriculture, 2025..
42
BICO DE JATO CÔNICO
Fonte: ANDEF, 2025.
43
• Bico de jato plano (leque)
• Plano inclinado se abrindo em leque;
• Opera com pressões baixas (0,7 bar);
• Alta pressão gera risco de deriva;
• Distribuição irregular.
TIPOS DE BICO
Fonte: ANDEF, 2025.
44
• Bico de jato plano “impacto”
• Uniforme
• Ideal para barras;
• Baixa pressão;
• Gotas maiores;
• Pouca deriva.
TIPOS DE BICO
Fonte: ANDEF, 2025.
45
USO DOS BICOS
Fonte: Syngenta, 2025.
46
ASPECTOS FISICOS DAS GOTAS
Fonte: sabri, 2025.
47
Fonte: Embrapa, 2006. Elaborado por: Deineth Neves, 2025.
Classificação Vmd ( µm )
Pulverização grossa >500
Pulverização média 200 – 500
Pulverização fina 100 - 200
Pulverização muito fina 30 - 100
Aerosol <30
Tabela 1. Classes da pulverização de acordo com o tamanho das gotas
(Ramos & Pio, 2003).
48
Fonte: Embrapa, 2006. Elaborado por: Deineth Neves, 2025.
Tamanho da gota (µ) Número de gotas/cm² Velocidade de queda m/min
60 176 6,30
80 74 11,00
100 38 16,70
110 28 16,88
150 10 23,00
200 5 32,40
Tabela 2. Relação comparativa entre diâmetro, número e velocidade de queda
das gotas de pulverização(Santos, 2002).
49
• Umidade relativa do ar;
• Velocidade e direção dos ventos;
• Temperatura;
• Abaixo de 15ºC diminuem a
atividade fisiológica das plantas;
• Temperatura ideal é abaixo de
32ºC.
FATORES CLIMÁTICOS
Fonte: Embrapa, 2006.
Tabela 3. Determinação prática da velocidade
do vento para pulverizações.(Zeneca, 1998).
50
• Endoderiva
• Aplicações na parte foliar;
• Grandes volumes e gotas grandes;
• Ultrapassa a retenção das folhas;
• Causa danos no solo;
• Produtos que deixam residual.
DERIVAS
Fonte: OPENAI, 2025.
51
DERIVAS
• Exoderiva
• Gotas fora da cultura;
• Vento e evaporação da água;
• Gotas menores são mais afetadas;
• Afeta culturas vizinhas;
• Contaminação ambiental.
Fonte: Canva, 2025. Elaborado por: Deineth Neves, 2025.
52
NOVAS TECNOLOGIAS
•Bicos diversos •Geolocalização
Fonte: Revista Cultivar, 2025 e FieldView, 2025.
53
NOVAS TECNOLOGIAS
•Drones após pendoamento •Pelican 2
Fonte: Yara Brasil, 2025 e AgAir update, 2025.
54
NOVAS TECNOLOGIAS
•VERDAVIS® é um inseticida-acaricida da Syngenta com ação contra diversas
pragas (percevejos, cigarrinhas, lagartas, etc.);
•Atua com efeito de choque e paralisação imediata da alimentação das
pragas;
•Alta eficácia mesmo contra pragas resistentes, com amplo espectro de
controle;
•Alta persistência, seletividade, resistência à chuva e baixa degradação por UV.
Fonte: Afubra, 2025.
55
EPI
Fonte: Socicana, 2025.
56
EPI
1. Boné Árabe;
2. Viseira facial;
3. Avental;
4. Jaleco;
5. Botas;
6. Calça;
7. Luvas;
8. Respirador.
1. Calça;
2. Jaleco;
3. Botas;
4. Avental;
5. Respirador;
6. Viseira facial;
7. Boné árabe;
8. Luvas.
Elaborado por: Deineth Neves, 2025.
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TECNOLOGIAS DE APLICAÇÃO

Tecnologias de Aplicação .

  • 1.
  • 2.
    2 SUMÁRIO • Agroquímicos e formulações; •Preparo de calda; • Adjuvantes e seus efeitos; • Interação produtos e ambiente; • Tipos de aplicação; • Alvos biológicos; • Maquinários; • Condições de ambiente e planta; • Novas tecnologias; • EPI. Fonte: Pinterest, 2025.
  • 3.
    3 AGROQUÍMICOS, O QUE SÃO? Elaboradopor: Deineth Neves, 2025.
  • 4.
    4 AGROQUÍMICOS, O QUESÃO? • Agroquímicos, agrotóxicos ou defensivos agrícolas, são produtos químicos utilizados na agricultura para proteger as plantas e melhorar a produtividade. Fonte: Pinterest, 2025.
  • 5.
    5 TIPOS DE FORMULAÇÕES •Diluição em água • WP (pó molhável) • Partículas muito pequenas; • Difícil manuseio; • WG (granulado dispersível) • Evolução do pó molhável; • Partículas maiores; • Rápida solubilização. Fonte: Bosman, 2025 e Pomar Brasil, 2025.
  • 6.
    6 • Aplicação direta •GR (granulado/grânulos) • Partículas de 2,5 a 10 mm de diâmetro; • Baixa deriva; • Usada na adubação nitrogenada. FORMULAÇÕES SÓLIDAS Fonte: OPENAI, 2025.
  • 7.
    7 FORMULAÇÕES LÍQUIDAS Fonte: CRODAAgriculture, 2025. •SC – Suspensão concentrada; •Partículas sólidas insolúveis; •Suspensão com partículas de até 5 µm. •Inclui dispersantes, e estabilizadores de viscosidade; •Pode ocorrer sedimentação com o tempo. • Sólido insolúvel • Fase aquosa
  • 8.
    8 • SL –Concentrado solúvel; •À base de água ou solventes solúveis em água. •Compatibilidade depende do ingrediente ativo. •Requerem surfactantes para boa eficiência. FORMULAÇÕES LÍQUIDAS Fonte: Agro Minas, 2025.
  • 9.
    9 • EC –Concentrado emulsionável; •Solvente orgânico e agentes emulsificantes. •Forma emulsão ao ser diluída em água. •Gera gotas maiores, com boa penetração foliar. •Pode haver separação de fases e cristalização FORMULAÇÕES LÍQUIDAS Fonte: CRODA Agriculture, 2025.
  • 10.
    10 • ME –Microemulsão; •Formulação aquosa com gotas emulsificadas muito pequenas. •Não ocorre separação de fases. •Fácil de manipular e com boa eficácia. •Requer uso de surfactantes FORMULAÇÕES LÍQUIDAS Fonte: Agro Shop, 2025.
  • 11.
    11 • OD –Dispersão de óleo; •Ativo sólido disperso em óleo. •Ideal para ingredientes sensíveis à água. •Melhora retenção, espalhamento e penetração foliar. •Maior risco de sedimentação. FORMULAÇÕES LÍQUIDAS Fonte: Vila Verde Agro Fonte: Passiflora, 2025.
  • 12.
    12 • CS –Suspensão de encapsulado. •Ingrediente ativo encapsulado em polímero. •Contém dispersante e agente umectante. •Liberação controlada ou prolongada. •Protege da degradação do ingrediente ativo. FORMULAÇÕES LÍQUIDAS Fonte: CRODA Agriculture, 2025.
  • 13.
    13 • Dos insolúveispara os mais solúveis; • Adicionados gradativamente; • Sistema de agitação sempre ligado; • Agitar antes da adição de outro. ORDEM DE ADIÇÃO Fonte: Mais Soja, 2025.
  • 14.
    14 O QUE SÃOOS ADJUVANTES?
  • 15.
    15 • Modificação dacalda; • Otimizam o uso de substâncias; • Geram economia para o produtor. Substâncias usadas para aumentar ou garantir a eficiência de outros compostos ativos ou facilitar a aplicação.
  • 16.
    16 ADJUVANTES • Surfactantes • Facilitaa mistura; • Boa adesividade; • Melhora a absorção pelos tecidos. Fonte: Embrapa, 2006 e Vittia, 2025.
  • 17.
    17 • Agentes dispersantes •Facilita a dispersão; • Mantem em suspensão; • Evita a obstrução dos bicos. Fonte: Embrapa, 2006 e Aminoagro, 2025. ADJUVANTES
  • 18.
    18 • Emulsionantes • Compatibilizaçãode ativos e solventes; • Diminui tensão superficial; • Aumento de contato. Fonte: Embrapa, 2006 e Zaamp, 2025. ADJUVANTES
  • 19.
    19 • Antiespumantes • Reduzformação de espuma; • Na mistura; • Agitação. Fonte: Embrapa, 2006 e Sprayer, 2025. ADJUVANTES
  • 20.
    20 • Estabilizantes • Evitadecomposição; • Longo período; • Calor, luz e umidade. Fonte: Embrapa, 2006 e Sprayer 2025. ADJUVANTES
  • 21.
    21 • Informações estarãono rótulo; • São estabelecidos pela Anvisa; • Classe III e IV comercializados livremente. • Classe I e II venda controlada; • Receituário agronômico; CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO RISCO Fonte: Caderno de Ciência & Tecnologia e Toda Matéria, 2025.
  • 22.
    22 Fonte: Embrapa, 2006.Elaborado por: Deineth Neves, 2025. Sem Resíduos Satisfatórios Insatisfatórios 0 5 10 15 20 25 30 35 40 37% 35% 28% Gráfico 2. Resíduo de agrotóxicos nos alimentos.
  • 23.
    23 ▼Pontos negativos ▼Prejudica abiodiversidade; ▼Disponibilidade e qualidade da água; ▼Qualidade do ar e dos alimentos; ▼Problemas fitossanitários. INTERAÇÃO DOS PRODUTOS COM O MEIO AMBIENTE Fonte: Caderno de Ciência & Tecnologia, 2025.
  • 24.
    24 ▲Pontos positivos ▲Aumento naprodutividade; ▲Controle de pragas e doenças; ▲Maior qualidade e uniformidade; ▲Redução das perdas. INTERAÇÃO DOS PRODUTOS COM O MEIO AMBIENTE Fonte: Caderno de Ciência & Tecnologia, 2025.
  • 25.
    25 • Aplicação viasólida • Dispensa diluição; • Formulações prontas para o uso; • Dificultam o transporte em altas quantidades; • Adubação nitrogenada. TIPOS DE APLICAÇÕES Fonte: CHB, 2025.
  • 26.
    26 TIPOS DE APLICAÇÕES •Aplicação via líquida • Por meio de pulverização; • Mais avançado e mecanizado; • Melhor precisão; • Permite melhores regulagens; • Transporte facilitado. Fonte: Embrapa, 2006 e Jacto, 2025.
  • 27.
    27 • Hidráulicos (Pulverizador) •O líquido bombeado sob pressão; • Lançado por descompressão; • Manual costal, tratorizado ou avião. VIA LÍQUIDA Fonte: RUBEMAQ, 2025.
  • 28.
    28 • Pneumáticos (Atomizador); •Centrífugo; • Eletrostático. VIA LÍQUIDA Fonte: FRED HOPKINS, 2025.
  • 29.
  • 30.
  • 31.
    31 MAQUINÁRIO • Pulverizador • Própriopara o trabalho; • Alta capacidade; • Alto custo. Fonte: John Deere, 2025.
  • 32.
  • 33.
    33 MAQUINÁRIO • Pulverizador montado. •Fácil acoplamento • Mais barato; • Menor capacidade(800L). Fonte: John Deere, 2025.
  • 34.
  • 35.
    35 MAQUINÁRIO • Pulverizador dearrasto • Fácil acoplamento; • Mais tecnológico; • Média capacidade(2000L). Fonte: John Deere, 2025.
  • 36.
    36 MAQUINÁRIO • Pulverizador dearrasto Fonte: John Deere, 2025.
  • 37.
    37 • Manual MAQUINÁRIO • Costais •A combustão Fonte: Agromania, 2025 e Horta viva, 2025.
  • 38.
    38 • Aviões MAQUINÁRIO • Aéreos •Drones Fonte: Abrasco, 2025 e OPENCADD, 2025..
  • 39.
    39 ALVOS BIOLÓGICOS EQUÍMICOS Fonte: Ourofino, 2025 e Manar Agro, 2025.
  • 40.
  • 41.
    41 • Bico dejato cônico • Cone vazio (gotas na borda) • Cone cheios (gotas no meio); • Movimento helicoidal; • Pressão de trabalho entre 10 e 15 bar. TIPOS DE BICO Fonte: Embrapa,2006 e Futura Agriculture, 2025..
  • 42.
    42 BICO DE JATOCÔNICO Fonte: ANDEF, 2025.
  • 43.
    43 • Bico dejato plano (leque) • Plano inclinado se abrindo em leque; • Opera com pressões baixas (0,7 bar); • Alta pressão gera risco de deriva; • Distribuição irregular. TIPOS DE BICO Fonte: ANDEF, 2025.
  • 44.
    44 • Bico dejato plano “impacto” • Uniforme • Ideal para barras; • Baixa pressão; • Gotas maiores; • Pouca deriva. TIPOS DE BICO Fonte: ANDEF, 2025.
  • 45.
    45 USO DOS BICOS Fonte:Syngenta, 2025.
  • 46.
    46 ASPECTOS FISICOS DASGOTAS Fonte: sabri, 2025.
  • 47.
    47 Fonte: Embrapa, 2006.Elaborado por: Deineth Neves, 2025. Classificação Vmd ( µm ) Pulverização grossa >500 Pulverização média 200 – 500 Pulverização fina 100 - 200 Pulverização muito fina 30 - 100 Aerosol <30 Tabela 1. Classes da pulverização de acordo com o tamanho das gotas (Ramos & Pio, 2003).
  • 48.
    48 Fonte: Embrapa, 2006.Elaborado por: Deineth Neves, 2025. Tamanho da gota (µ) Número de gotas/cm² Velocidade de queda m/min 60 176 6,30 80 74 11,00 100 38 16,70 110 28 16,88 150 10 23,00 200 5 32,40 Tabela 2. Relação comparativa entre diâmetro, número e velocidade de queda das gotas de pulverização(Santos, 2002).
  • 49.
    49 • Umidade relativado ar; • Velocidade e direção dos ventos; • Temperatura; • Abaixo de 15ºC diminuem a atividade fisiológica das plantas; • Temperatura ideal é abaixo de 32ºC. FATORES CLIMÁTICOS Fonte: Embrapa, 2006. Tabela 3. Determinação prática da velocidade do vento para pulverizações.(Zeneca, 1998).
  • 50.
    50 • Endoderiva • Aplicaçõesna parte foliar; • Grandes volumes e gotas grandes; • Ultrapassa a retenção das folhas; • Causa danos no solo; • Produtos que deixam residual. DERIVAS Fonte: OPENAI, 2025.
  • 51.
    51 DERIVAS • Exoderiva • Gotasfora da cultura; • Vento e evaporação da água; • Gotas menores são mais afetadas; • Afeta culturas vizinhas; • Contaminação ambiental. Fonte: Canva, 2025. Elaborado por: Deineth Neves, 2025.
  • 52.
    52 NOVAS TECNOLOGIAS •Bicos diversos•Geolocalização Fonte: Revista Cultivar, 2025 e FieldView, 2025.
  • 53.
    53 NOVAS TECNOLOGIAS •Drones apóspendoamento •Pelican 2 Fonte: Yara Brasil, 2025 e AgAir update, 2025.
  • 54.
    54 NOVAS TECNOLOGIAS •VERDAVIS® éum inseticida-acaricida da Syngenta com ação contra diversas pragas (percevejos, cigarrinhas, lagartas, etc.); •Atua com efeito de choque e paralisação imediata da alimentação das pragas; •Alta eficácia mesmo contra pragas resistentes, com amplo espectro de controle; •Alta persistência, seletividade, resistência à chuva e baixa degradação por UV. Fonte: Afubra, 2025.
  • 55.
  • 56.
    56 EPI 1. Boné Árabe; 2.Viseira facial; 3. Avental; 4. Jaleco; 5. Botas; 6. Calça; 7. Luvas; 8. Respirador. 1. Calça; 2. Jaleco; 3. Botas; 4. Avental; 5. Respirador; 6. Viseira facial; 7. Boné árabe; 8. Luvas. Elaborado por: Deineth Neves, 2025.
  • 57.
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