Os fungos são seres heterótrofos, ou seja, seres vivos que não são capazes de produzir o seu próprio alimento, então para absorver os nutrientes necessários, podem atuar como: Saprófitas, Mutualistas e Parasitas.
Os fungicidas são produtos químicos ou biológicos desenvolvidas para o controle de doenças causadas por fungos parasitas nas lavouras.
Esses fungicidas são diferenciados de acordo com: Posicionamento no campo (preventivo, curativo e erradicativo), mobilidade na planta (Imóvel, mesostêmico ou sistêmico) e seus mecanismos de ação.
Os triazóis e a triazoliontione são do grupo G1, ou seja, são inibidores da biossíntese de esteróis, mais especificamente, inibe a desmetilação C-14 no fungo. Essa inibição para a produção de ergosterol que é essencial para a formação da membrana plasmática e, sem ela, há um colapso do corpo celular (micélio).
As Carboxamidas são do grupo C2 e as Estrobilurinas são do grupo C3, elas atuam na mitocôndria, mais especificamente, no complexo 2 (Carboxamidas) e no complexo 3 (estrobilurinas) da cadeia transportadora de elétrons. A atuação desses grupos diminui drasticamente o ATP produzido pelo fungo que não sobrevive.
Os fungicidas multissítios são do Grupo M que Atuam pela interferência generalizada de processos metabólicos vitais da célula fúngica e são um importante fator no manejo de resistência do fungo.