SlideShare uma empresa Scribd logo
Doenças
Arroz

do

Ione de Jesus, Jerry Ferreira, Jefersson
Igor, Kamylla
Rebeka, Kássia Rios, Luis
Caliel,
Marcus
Vinícius,
Natália
Machado, Natália Vieira, Pedro Vinícius.
Diferença
Doenças

entre

Pragas

e

Pragas:

insetos
Doenças:
Causadas
por
fungos, vírus, bactérias e nematóides.

2
Doenças
3
Redução no rendimento da cultura
causados por manchas foliares podem
ser de até 50%.

atingidas
não ating.

4
Brusone (Magnaporthe grisea)
A brusone é uma das doenças que causam
maior prejuízo aos Orizicultores.
A
brusone
causa
manchas
nas
folhas, colmos, panículas e grãos. Nas folhas e
nas panículas a doença aumenta com altas doses
de nitrogênio.

5
Nos nós são lesões de cor marrom.
As lesões provocam ruptura do tecido
da região nodal, causando a morte
das partes situadas acima deste ponto
e a quebra do colmo, que, no
entanto, permanece ligado à planta.

6
As manchas encontradas na raque e
nas ramificações são marrons e
normalmente não apresentam forma
definida; os grãos originados destas
ramificações são chochos.

7
Nas folhas, os sintomas típicos
iniciam-se por pequenos pontos de
coloração castanha, que evoluem.
Quando a doença ocorre severamente
nos
estádios
iniciais
de
desenvolvimento da planta, o impacto
é tão grande que a queima das folhas
acaba por levar a planta à morte.

8
Escaldadura
das
Folhas
(Monographella albescens)
A doença é detectada frequentemente
em Roraima em arroz de terras altas e
paralisa o crescimento da planta no
início
do
emborrachamento,
principalmente
quando ocorre nessa fase alta
precipitação pluviométrica. O fungo
sobrevive em sementes, restos de
cultura e plantas voluntárias e a
disseminação dos conídios à longa
distância ocorre pelo vento. A doença é
favorecida pelas temperaturas entre 25 e
32ºC.
9
sintomas:

Os sintomas são manchas de coloração
verde-oliva que se iniciam pelo ápice e/ou
pelas margens das folhas (Figura 3). O
sintoma característico é o aspecto de
faixas
concêntricas
formado
pela
alternância de faixas marrom-claro e faixas
marrom-escuro
(Figura 4).

Figura 3
Figura 4

10
11
Mancha Parda
miyabeanus)

(Cochliobolus

Os danos associados à doença são
decorrentes da infecção dos grãos, da
redução
na
germinação
das
sementes, da morte de plântulas
originadas de sementes infectadas e da
destruição de área foliar.

12
Queima-das-Bainhas
(Thanatephorus cucumeris )
A doença ocorre nas bainhas e no
colmo na forma de manchas ovaladas
ou arredondadas, de coloração cinza
e bordas marrons bem definidas . Em
casos
severos
observam-se
manchas de aspecto irregular em
folhas .

13
14
Ponta branca
besseyi)

(Aphelenchoides

Os sintomas mais característicos
aparecem na fase adulta da planta. O
ápice das folhas exibe uma clorose
bastante evidente que se torna
esbranquiçada. As plantas afetadas
podem apresentar subdesenvolvimento;
produzem panículas pequenas com
menor número de grãos.

15
Mancha Estreita (Cercospora
oryzae)
As
manchas
típicas
aparecem
nas folhas, porem
podem
ser
encontradas
nas
bainhas, colmos e
glumas. As lesões
são
estreitas, alongadas
no
sentido
das
nervuras,
com
coloração marrom
avermelhada.
16
Queima Das Glumelas (Phoma
sorghina)
Atacar
as
panículas desde o
início da emissão até
o estádio de grão
maduro.
Quando
ocorre
infecção
inicial, as panículas
emergem com grãos
manchados,
que
surgem
na
extremidade apical e
gradualmente
se
espalham por todo o
grão.
17
Falso carvão ou Carvão verde
(Ustilaginoidea virens )
Atinge as plantas
de
arroz
principalmente
durante o estádio
de
emborrachamento,
Períodos
muito
chuvosos,
alta
umidade
e
excesso
de
nitrogênio
favorecem
o
aparecimento da
doença.

18
Mancha de Grãos (Phoma
sorghina)
Esta doença pode ocorrer desde a
emissão
das
panículas
até
seu
amadurecimento. Em condições de elevada
incidência, todos os grãos da panícula são
manchados, resultando na formação de
espiguetas chochas ou na redução da
massa dos grãos.

19
Pragas

20
Pragas
Qualquer animal que de alguma
maneira possa competir com o
homem pelo alimento é considerado
uma praga, portanto, os animais são
considerados pragas quando sua
densidade
populacional
acarreta
perdas econômicas ao homem.

21
Cascudo preto (Eutheola humilis)
É
um
inseto
causa danos às
raízes antes da
inundação
da
lavoura. Na fase
larval, alimentamse das raízes e na
fase
adulta
danificam a base
da planta.
22
Pulgão da raiz
rufiabdominal)
É um insetopraga
que
provoca alguns
danos
diretos
ao se alimentar
e injeta toxinas
e
suga
a
seiva, causando
o
amarelecimento
das
folhas, paralisan
do
o
crescimento da

(Rhopalosiphum

23
Cigarrinhas
das
(Deois flavopicta)

pastagens

As cigarrinhas das pastagens sugam as
plantas de arroz, tanto os adultos
como os seus filhotes, introduzem
toxinas, deixando as plantas amarelas
e necrosadas.

24
Lagarta da
frugiperda)

folha

(Spodoptera

Alimentam-se das
folhas e cortam os
colmos (caule) novos
rentes ao solo. O
ataque vai desde a
emergência até a
inundação
da
lavoura. As lagartas
abrigam-se durante o
dia, atacando as
plantas a noite.
25
Bicheira da raiz (Orizophagus
oryzae) arroz “irrigado”
Ela causando redução
no rendimento dos grãos
pelo ataque de larvas.
Estas ao cortarem as
raízes
diminuem
a
absorção dos nutrientes.
A denominação “Bicheira
da raiz” é dada devido às
larvas
danificarem
o
sistema radicular. Os
adultos atacam as folhas
e as larvas atacam as
raízes.
26
Gorgulhos aquáticos
(Oryzophagus oryzae)
Os
ovos
são
postos
isoladamente no interior do
tecido vegetal, nas lacunas
aeríferas da porção da bainha
da folha que fica submersa.
O casulo fica fortemente aderido
a uma raiz jovem e, através
desta, a pupa recebe o
suprimento
de
oxigênio
necessário
para
a
sua
sobrevivência
27
28
Paquinhas (Neocurtilla hexadactyla)
Destroem as
raízes causando
secamento das
plantas em arroz
de sequeiro.

29
Larva-arame
scalaris)

(Conoderus

As
larvas-arame
destroem
as
raízes,
causando
amarelecimento e
morte
das
plantas, sendo que
as
touceiras
atacadas
com
facilidade.
30
Largata-boiadeira
indomitalis)

(Nymphula

Trata-se de uma mariposa pequena de
coloração branca, cujas lagartas, cortando
as folhas por ocasião dos primeiros
“banhos” do arroz, protegem-se no interior
dos cartuchos feito com essa folha
cortada, que flutuam na água e espalhamse pela cultura. Cortam folhas de plantas
novas à noite, quando saem dos
cartuchos flutuantes para as plantas para
se alimentar. Seu ataque é percebido
pelas manchas esbranquiçadas nas folhas
cortadas, flutuando na água.
31
mariposa

lagarta

32
Percevejos-do-grão-do-arroz
(Oebalus poecilus)
São consideráveis vorazes, sugam os
grãos, pois muitas vezes o amido se
encontra em estado leitoso. Em
consequência dessa sucção, as
sementes não se formam, isto
é, deixam a casca vazia.
Grão solido:provocam uma mancha
característica
de
cor
marromescura.Esses
grãos
torna-se
“gessados” e quebram-se facilmente.
33
34
Percevejo do colmo (Tibraca
limbativentris)
São
percevejos
marrons
e
pequenos, sugam os colmos das
plantas, tornando as panículas chochas
e introduzem na planta toxinas

35
Cupins
ou
formigas
(Procornitermes triacifer)

brancas

Vivem debaixo do solo.
Os cupins atacam as raízes
das plantas do arroz que foi
semeado, reduzindo o número
de plantas por hectare, ou
seja,
o
campo
fica
apresentando
falhas,
reduzindo
a
Produtividade;
quando
o
cupim ataca, a planta fica com
aspecto seco e desprende-se
do solo facilmente.
36
Cigarrinha-do-arroz (Tagosodes
oriziola)
Sugam a seiva, essa espécie inocula
toxina na planta. Todavia, o dano maior
ocorre quando ela transmite os vírus
causador da doença hoja blanca, que
acarreta perda de produção.

37
Noiva-do-arroz ou broca-docolmo (Rupela albinella)
As lagartinhas penetram no talo do
arroz logo que eclodem e broqueiam a
região tenra da medula. Isto
normalmente ocasiona murchamentos
e culmina com os sintomas típicos de
coração morto ou panícula branca.

38
Broca-do-colo (Elasrnopalpus
lignosellus)

39
Controle:
Inseticidas seletivos, ou seja, que mata a
praga e preserva os inimigos naturais.
Respeite o período de carência do
produto; Usando inseticida, não se
esqueça de usar equipamento de
proteção individual..

40
Rotação de cultura, como feijão

boa aração e gradagem;
período em repouso
41
Rizipsicultura.
A Rizipsicultura é o consorcio de plantios
de
arroz
pré-germinados
irrigado
juntamente com a criação de peixes.
Além de ser outra atividade lucrativa o
peixe também consome larvas de
insetos, caramujo, bicheira da raiz do
arroz , sementes de arroz perdidas na
colheita e restos culturais da lavoura que
são focos de fungos como a brusone.

42
43
Marreco

44
Manter

as

florestas nas
propriedades

nossas

45
Inimigos

naturais.
Quando
usamos
inseticidas
continuadamente para
controlar
as
pragas,
também
acabamos agindo nos
animais considerados
benéficos

46
Já existe nos mercados fungos e
bactérias que causam doenças em
insetos pragas. A bactéria se chama
Bacillus, sendo vendidas por empresas
no Brasil. Não se preocupem esta
bactéria é completamente inofensiva para
as aves, os mamíferos, incluindo o
homem, e para as plantas, além de não
ter efeito poluente no ambiente.
Mata apenas as lagartas quando
pequenas.
47
48
fungos também matam
insetos

Esses fungos são
produzidos
no
Brasil,
lembrando
que
deve
ser
pulverizado no fim do
dia por causa dos
raios ultra violeta do
sol da manhã bem
como em períodos
de alta
umidade relativa do
ar para que o fungo
germine e mate as
lagartas.

49
lagartas morrem duras e em
geral brancas

50
51

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Apresentação Aspectos Fisiológicos da Cultura da Soja
Apresentação   Aspectos Fisiológicos da Cultura da SojaApresentação   Aspectos Fisiológicos da Cultura da Soja
Apresentação Aspectos Fisiológicos da Cultura da Soja
Gustavo Avila
 
Como a Planta de Arroz de Desenvolve
Como a Planta de Arroz de DesenvolveComo a Planta de Arroz de Desenvolve
Como a Planta de Arroz de Desenvolve
Geagra UFG
 
Manejo Integrado de Doenças no Algodão
Manejo Integrado de Doenças no AlgodãoManejo Integrado de Doenças no Algodão
Manejo Integrado de Doenças no Algodão
Geagra UFG
 
A cultura do Milho
A cultura do MilhoA cultura do Milho
A cultura do Milho
Killer Max
 
Apresentação abacaxi
Apresentação abacaxiApresentação abacaxi
Apresentação abacaxi
Geraldo Henrique
 
Doenças nas culturas de arroz, aveia e trigo
Doenças nas culturas de arroz, aveia e trigoDoenças nas culturas de arroz, aveia e trigo
Doenças nas culturas de arroz, aveia e trigo
Ro Gomes
 
Cultivo do melão ykesaky terson
Cultivo do melão   ykesaky tersonCultivo do melão   ykesaky terson
Cultivo do melão ykesaky terson
Ykesaky Terson
 
P oaceae aula 5jj
P oaceae   aula 5jjP oaceae   aula 5jj
P oaceae aula 5jj
Andréa Vasconcelos
 
MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS NO FEIJÃO
MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS NO FEIJÃOMANEJO INTEGRADO DE PRAGAS NO FEIJÃO
MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS NO FEIJÃO
Geagra UFG
 
INTRODUÇÃO À CULTURA DA SOJA
INTRODUÇÃO À CULTURA DA SOJAINTRODUÇÃO À CULTURA DA SOJA
INTRODUÇÃO À CULTURA DA SOJA
Geagra UFG
 
Aula girassol 2-2012
Aula girassol 2-2012Aula girassol 2-2012
Aula girassol 2-2012
Governo do Estado do Paraná
 
Cultivo de bananeiras notas de aula.
Cultivo de bananeiras   notas de aula. Cultivo de bananeiras   notas de aula.
Cultivo de bananeiras notas de aula.
CETEP, FTC, FASA..
 
Manejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhasManejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhas
CETEP, FTC, FASA..
 
INTRODUÇÃO À CULTURA DO FEIJÃO
INTRODUÇÃO À CULTURA DO FEIJÃOINTRODUÇÃO À CULTURA DO FEIJÃO
INTRODUÇÃO À CULTURA DO FEIJÃO
Geagra UFG
 
Produção de Mandioca
Produção de MandiocaProdução de Mandioca
Produção de Mandioca
Ítalo Arrais
 
Apresentação pragas do abacaxi
Apresentação pragas do abacaxiApresentação pragas do abacaxi
Apresentação pragas do abacaxi
Anderson Santos
 
Alface (Lactuca sativa)
Alface (Lactuca sativa)Alface (Lactuca sativa)
Alface (Lactuca sativa)
éltoon yagami
 
Origem e importância econômica e classificação botânica do Feijão
Origem e importância econômica e classificação botânica do FeijãoOrigem e importância econômica e classificação botânica do Feijão
Origem e importância econômica e classificação botânica do Feijão
Killer Max
 
Pessegueiro
PessegueiroPessegueiro
cultura do arroz slide simplificado
cultura do arroz slide simplificadocultura do arroz slide simplificado
cultura do arroz slide simplificado
Andre Vinicius
 

Mais procurados (20)

Apresentação Aspectos Fisiológicos da Cultura da Soja
Apresentação   Aspectos Fisiológicos da Cultura da SojaApresentação   Aspectos Fisiológicos da Cultura da Soja
Apresentação Aspectos Fisiológicos da Cultura da Soja
 
Como a Planta de Arroz de Desenvolve
Como a Planta de Arroz de DesenvolveComo a Planta de Arroz de Desenvolve
Como a Planta de Arroz de Desenvolve
 
Manejo Integrado de Doenças no Algodão
Manejo Integrado de Doenças no AlgodãoManejo Integrado de Doenças no Algodão
Manejo Integrado de Doenças no Algodão
 
A cultura do Milho
A cultura do MilhoA cultura do Milho
A cultura do Milho
 
Apresentação abacaxi
Apresentação abacaxiApresentação abacaxi
Apresentação abacaxi
 
Doenças nas culturas de arroz, aveia e trigo
Doenças nas culturas de arroz, aveia e trigoDoenças nas culturas de arroz, aveia e trigo
Doenças nas culturas de arroz, aveia e trigo
 
Cultivo do melão ykesaky terson
Cultivo do melão   ykesaky tersonCultivo do melão   ykesaky terson
Cultivo do melão ykesaky terson
 
P oaceae aula 5jj
P oaceae   aula 5jjP oaceae   aula 5jj
P oaceae aula 5jj
 
MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS NO FEIJÃO
MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS NO FEIJÃOMANEJO INTEGRADO DE PRAGAS NO FEIJÃO
MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS NO FEIJÃO
 
INTRODUÇÃO À CULTURA DA SOJA
INTRODUÇÃO À CULTURA DA SOJAINTRODUÇÃO À CULTURA DA SOJA
INTRODUÇÃO À CULTURA DA SOJA
 
Aula girassol 2-2012
Aula girassol 2-2012Aula girassol 2-2012
Aula girassol 2-2012
 
Cultivo de bananeiras notas de aula.
Cultivo de bananeiras   notas de aula. Cultivo de bananeiras   notas de aula.
Cultivo de bananeiras notas de aula.
 
Manejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhasManejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhas
 
INTRODUÇÃO À CULTURA DO FEIJÃO
INTRODUÇÃO À CULTURA DO FEIJÃOINTRODUÇÃO À CULTURA DO FEIJÃO
INTRODUÇÃO À CULTURA DO FEIJÃO
 
Produção de Mandioca
Produção de MandiocaProdução de Mandioca
Produção de Mandioca
 
Apresentação pragas do abacaxi
Apresentação pragas do abacaxiApresentação pragas do abacaxi
Apresentação pragas do abacaxi
 
Alface (Lactuca sativa)
Alface (Lactuca sativa)Alface (Lactuca sativa)
Alface (Lactuca sativa)
 
Origem e importância econômica e classificação botânica do Feijão
Origem e importância econômica e classificação botânica do FeijãoOrigem e importância econômica e classificação botânica do Feijão
Origem e importância econômica e classificação botânica do Feijão
 
Pessegueiro
PessegueiroPessegueiro
Pessegueiro
 
cultura do arroz slide simplificado
cultura do arroz slide simplificadocultura do arroz slide simplificado
cultura do arroz slide simplificado
 

Semelhante a Pragas e doenças do arroz slide culturas anuais

Pragas e doencas
Pragas e doencasPragas e doencas
Pragas e doencas
UEM
 
Curso básico de jardinagem Parte 6/6
Curso básico de jardinagem   Parte 6/6Curso básico de jardinagem   Parte 6/6
Curso básico de jardinagem Parte 6/6
ABCursos OnLine
 
Trabalho de agroecologia ppx.pptx
Trabalho de agroecologia ppx.pptxTrabalho de agroecologia ppx.pptx
Trabalho de agroecologia ppx.pptx
deniseterceiroano
 
Doenças em lactuca sativa l
Doenças em lactuca sativa lDoenças em lactuca sativa l
Doenças em lactuca sativa l
Leonardo Minaré Braúna
 
Controle de Pragas na Jardinagem
Controle de Pragas na JardinagemControle de Pragas na Jardinagem
Controle de Pragas na Jardinagem
Leandro A. Machado de Moura
 
Doenças do-eucalipto
Doenças do-eucaliptoDoenças do-eucalipto
Doenças do-eucalipto
Jucelaine Haas
 
Banana Doenças
Banana DoençasBanana Doenças
Banana Doenças
Cristieli Mendes
 
Apresentação fitopatologia
Apresentação fitopatologiaApresentação fitopatologia
Apresentação fitopatologia
Diego Cardoso
 
Doenças do mamoeiro.
Doenças do mamoeiro.Doenças do mamoeiro.
Doenças do mamoeiro.
Ediney Dias
 
Slide de feijão e soja
Slide de feijão e sojaSlide de feijão e soja
Slide de feijão e soja
IFMT - Campus Juína
 
Poster pragas em hortaliças ok
Poster pragas em hortaliças okPoster pragas em hortaliças ok
Poster pragas em hortaliças ok
arboreo.net
 
Pragas e Doenças do Feijoeiro
Pragas e Doenças do FeijoeiroPragas e Doenças do Feijoeiro
Pragas e Doenças do Feijoeiro
Killer Max
 
Controle fitossanit hortic_ecolog2006
Controle fitossanit hortic_ecolog2006Controle fitossanit hortic_ecolog2006
Controle fitossanit hortic_ecolog2006
Joyce Muzy
 
CANA-DE-AÇÚCAR DOENÇAS E PRAGAS-ANTONIO INACIO FERRAZ, TÉCNICO EM ELETRONICA/...
CANA-DE-AÇÚCAR DOENÇAS E PRAGAS-ANTONIO INACIO FERRAZ, TÉCNICO EM ELETRONICA/...CANA-DE-AÇÚCAR DOENÇAS E PRAGAS-ANTONIO INACIO FERRAZ, TÉCNICO EM ELETRONICA/...
CANA-DE-AÇÚCAR DOENÇAS E PRAGAS-ANTONIO INACIO FERRAZ, TÉCNICO EM ELETRONICA/...
Antonio Inácio Ferraz
 
cana-de-açucar-doenças e pragas-antonio inacio ferraz-técnico em eletronica/a...
cana-de-açucar-doenças e pragas-antonio inacio ferraz-técnico em eletronica/a...cana-de-açucar-doenças e pragas-antonio inacio ferraz-técnico em eletronica/a...
cana-de-açucar-doenças e pragas-antonio inacio ferraz-técnico em eletronica/a...
ANTONIO INACIO FERRAZ
 
Poster castanea sativa ok
Poster castanea sativa okPoster castanea sativa ok
Poster castanea sativa ok
arboreo.net
 
Princiapais doenças do algodoeiro
Princiapais doenças do algodoeiroPrinciapais doenças do algodoeiro
Princiapais doenças do algodoeiro
David Rodrigues
 
Escaldadura cana embrapa
Escaldadura cana   embrapaEscaldadura cana   embrapa
Escaldadura cana embrapa
Camila Oliveira
 
Pragas e Doenças Cana.docx
Pragas e Doenças Cana.docxPragas e Doenças Cana.docx
Pragas e Doenças Cana.docx
MarcosSantiago69
 
Ficha técnica - Sogata
Ficha técnica - SogataFicha técnica - Sogata
Ficha técnica - Sogata
ehickel
 

Semelhante a Pragas e doenças do arroz slide culturas anuais (20)

Pragas e doencas
Pragas e doencasPragas e doencas
Pragas e doencas
 
Curso básico de jardinagem Parte 6/6
Curso básico de jardinagem   Parte 6/6Curso básico de jardinagem   Parte 6/6
Curso básico de jardinagem Parte 6/6
 
Trabalho de agroecologia ppx.pptx
Trabalho de agroecologia ppx.pptxTrabalho de agroecologia ppx.pptx
Trabalho de agroecologia ppx.pptx
 
Doenças em lactuca sativa l
Doenças em lactuca sativa lDoenças em lactuca sativa l
Doenças em lactuca sativa l
 
Controle de Pragas na Jardinagem
Controle de Pragas na JardinagemControle de Pragas na Jardinagem
Controle de Pragas na Jardinagem
 
Doenças do-eucalipto
Doenças do-eucaliptoDoenças do-eucalipto
Doenças do-eucalipto
 
Banana Doenças
Banana DoençasBanana Doenças
Banana Doenças
 
Apresentação fitopatologia
Apresentação fitopatologiaApresentação fitopatologia
Apresentação fitopatologia
 
Doenças do mamoeiro.
Doenças do mamoeiro.Doenças do mamoeiro.
Doenças do mamoeiro.
 
Slide de feijão e soja
Slide de feijão e sojaSlide de feijão e soja
Slide de feijão e soja
 
Poster pragas em hortaliças ok
Poster pragas em hortaliças okPoster pragas em hortaliças ok
Poster pragas em hortaliças ok
 
Pragas e Doenças do Feijoeiro
Pragas e Doenças do FeijoeiroPragas e Doenças do Feijoeiro
Pragas e Doenças do Feijoeiro
 
Controle fitossanit hortic_ecolog2006
Controle fitossanit hortic_ecolog2006Controle fitossanit hortic_ecolog2006
Controle fitossanit hortic_ecolog2006
 
CANA-DE-AÇÚCAR DOENÇAS E PRAGAS-ANTONIO INACIO FERRAZ, TÉCNICO EM ELETRONICA/...
CANA-DE-AÇÚCAR DOENÇAS E PRAGAS-ANTONIO INACIO FERRAZ, TÉCNICO EM ELETRONICA/...CANA-DE-AÇÚCAR DOENÇAS E PRAGAS-ANTONIO INACIO FERRAZ, TÉCNICO EM ELETRONICA/...
CANA-DE-AÇÚCAR DOENÇAS E PRAGAS-ANTONIO INACIO FERRAZ, TÉCNICO EM ELETRONICA/...
 
cana-de-açucar-doenças e pragas-antonio inacio ferraz-técnico em eletronica/a...
cana-de-açucar-doenças e pragas-antonio inacio ferraz-técnico em eletronica/a...cana-de-açucar-doenças e pragas-antonio inacio ferraz-técnico em eletronica/a...
cana-de-açucar-doenças e pragas-antonio inacio ferraz-técnico em eletronica/a...
 
Poster castanea sativa ok
Poster castanea sativa okPoster castanea sativa ok
Poster castanea sativa ok
 
Princiapais doenças do algodoeiro
Princiapais doenças do algodoeiroPrinciapais doenças do algodoeiro
Princiapais doenças do algodoeiro
 
Escaldadura cana embrapa
Escaldadura cana   embrapaEscaldadura cana   embrapa
Escaldadura cana embrapa
 
Pragas e Doenças Cana.docx
Pragas e Doenças Cana.docxPragas e Doenças Cana.docx
Pragas e Doenças Cana.docx
 
Ficha técnica - Sogata
Ficha técnica - SogataFicha técnica - Sogata
Ficha técnica - Sogata
 

Último

apresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacionalapresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacional
shirleisousa9166
 
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
Sandra Pratas
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
valdeci17
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Colaborar Educacional
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
Falcão Brasil
 
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTAEstudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
deboracorrea21
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Luzia Gabriele
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
shirleisousa9166
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
Falcão Brasil
 
Matemática para Concursos - Teoria dos Conjuntos
Matemática para Concursos - Teoria dos ConjuntosMatemática para Concursos - Teoria dos Conjuntos
Matemática para Concursos - Teoria dos Conjuntos
Instituto Walter Alencar
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Luiz C. da Silva
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
shirleisousa9166
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Luzia Gabriele
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Falcão Brasil
 
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptxAPA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
orquestrasinfonicaam
 
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONALEMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
JocelynNavarroBonta
 
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
Sandra Pratas
 

Último (20)

apresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacionalapresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacional
 
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
 
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTAEstudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
 
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
 
Matemática para Concursos - Teoria dos Conjuntos
Matemática para Concursos - Teoria dos ConjuntosMatemática para Concursos - Teoria dos Conjuntos
Matemática para Concursos - Teoria dos Conjuntos
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
 
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
 
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptxAPA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
 
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONALEMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
 
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
 

Pragas e doenças do arroz slide culturas anuais

  • 1. Doenças Arroz do Ione de Jesus, Jerry Ferreira, Jefersson Igor, Kamylla Rebeka, Kássia Rios, Luis Caliel, Marcus Vinícius, Natália Machado, Natália Vieira, Pedro Vinícius.
  • 4. Redução no rendimento da cultura causados por manchas foliares podem ser de até 50%. atingidas não ating. 4
  • 5. Brusone (Magnaporthe grisea) A brusone é uma das doenças que causam maior prejuízo aos Orizicultores. A brusone causa manchas nas folhas, colmos, panículas e grãos. Nas folhas e nas panículas a doença aumenta com altas doses de nitrogênio. 5
  • 6. Nos nós são lesões de cor marrom. As lesões provocam ruptura do tecido da região nodal, causando a morte das partes situadas acima deste ponto e a quebra do colmo, que, no entanto, permanece ligado à planta. 6
  • 7. As manchas encontradas na raque e nas ramificações são marrons e normalmente não apresentam forma definida; os grãos originados destas ramificações são chochos. 7
  • 8. Nas folhas, os sintomas típicos iniciam-se por pequenos pontos de coloração castanha, que evoluem. Quando a doença ocorre severamente nos estádios iniciais de desenvolvimento da planta, o impacto é tão grande que a queima das folhas acaba por levar a planta à morte. 8
  • 9. Escaldadura das Folhas (Monographella albescens) A doença é detectada frequentemente em Roraima em arroz de terras altas e paralisa o crescimento da planta no início do emborrachamento, principalmente quando ocorre nessa fase alta precipitação pluviométrica. O fungo sobrevive em sementes, restos de cultura e plantas voluntárias e a disseminação dos conídios à longa distância ocorre pelo vento. A doença é favorecida pelas temperaturas entre 25 e 32ºC. 9
  • 10. sintomas: Os sintomas são manchas de coloração verde-oliva que se iniciam pelo ápice e/ou pelas margens das folhas (Figura 3). O sintoma característico é o aspecto de faixas concêntricas formado pela alternância de faixas marrom-claro e faixas marrom-escuro (Figura 4). Figura 3 Figura 4 10
  • 11. 11
  • 12. Mancha Parda miyabeanus) (Cochliobolus Os danos associados à doença são decorrentes da infecção dos grãos, da redução na germinação das sementes, da morte de plântulas originadas de sementes infectadas e da destruição de área foliar. 12
  • 13. Queima-das-Bainhas (Thanatephorus cucumeris ) A doença ocorre nas bainhas e no colmo na forma de manchas ovaladas ou arredondadas, de coloração cinza e bordas marrons bem definidas . Em casos severos observam-se manchas de aspecto irregular em folhas . 13
  • 14. 14
  • 15. Ponta branca besseyi) (Aphelenchoides Os sintomas mais característicos aparecem na fase adulta da planta. O ápice das folhas exibe uma clorose bastante evidente que se torna esbranquiçada. As plantas afetadas podem apresentar subdesenvolvimento; produzem panículas pequenas com menor número de grãos. 15
  • 16. Mancha Estreita (Cercospora oryzae) As manchas típicas aparecem nas folhas, porem podem ser encontradas nas bainhas, colmos e glumas. As lesões são estreitas, alongadas no sentido das nervuras, com coloração marrom avermelhada. 16
  • 17. Queima Das Glumelas (Phoma sorghina) Atacar as panículas desde o início da emissão até o estádio de grão maduro. Quando ocorre infecção inicial, as panículas emergem com grãos manchados, que surgem na extremidade apical e gradualmente se espalham por todo o grão. 17
  • 18. Falso carvão ou Carvão verde (Ustilaginoidea virens ) Atinge as plantas de arroz principalmente durante o estádio de emborrachamento, Períodos muito chuvosos, alta umidade e excesso de nitrogênio favorecem o aparecimento da doença. 18
  • 19. Mancha de Grãos (Phoma sorghina) Esta doença pode ocorrer desde a emissão das panículas até seu amadurecimento. Em condições de elevada incidência, todos os grãos da panícula são manchados, resultando na formação de espiguetas chochas ou na redução da massa dos grãos. 19
  • 21. Pragas Qualquer animal que de alguma maneira possa competir com o homem pelo alimento é considerado uma praga, portanto, os animais são considerados pragas quando sua densidade populacional acarreta perdas econômicas ao homem. 21
  • 22. Cascudo preto (Eutheola humilis) É um inseto causa danos às raízes antes da inundação da lavoura. Na fase larval, alimentamse das raízes e na fase adulta danificam a base da planta. 22
  • 23. Pulgão da raiz rufiabdominal) É um insetopraga que provoca alguns danos diretos ao se alimentar e injeta toxinas e suga a seiva, causando o amarelecimento das folhas, paralisan do o crescimento da (Rhopalosiphum 23
  • 24. Cigarrinhas das (Deois flavopicta) pastagens As cigarrinhas das pastagens sugam as plantas de arroz, tanto os adultos como os seus filhotes, introduzem toxinas, deixando as plantas amarelas e necrosadas. 24
  • 25. Lagarta da frugiperda) folha (Spodoptera Alimentam-se das folhas e cortam os colmos (caule) novos rentes ao solo. O ataque vai desde a emergência até a inundação da lavoura. As lagartas abrigam-se durante o dia, atacando as plantas a noite. 25
  • 26. Bicheira da raiz (Orizophagus oryzae) arroz “irrigado” Ela causando redução no rendimento dos grãos pelo ataque de larvas. Estas ao cortarem as raízes diminuem a absorção dos nutrientes. A denominação “Bicheira da raiz” é dada devido às larvas danificarem o sistema radicular. Os adultos atacam as folhas e as larvas atacam as raízes. 26
  • 27. Gorgulhos aquáticos (Oryzophagus oryzae) Os ovos são postos isoladamente no interior do tecido vegetal, nas lacunas aeríferas da porção da bainha da folha que fica submersa. O casulo fica fortemente aderido a uma raiz jovem e, através desta, a pupa recebe o suprimento de oxigênio necessário para a sua sobrevivência 27
  • 28. 28
  • 29. Paquinhas (Neocurtilla hexadactyla) Destroem as raízes causando secamento das plantas em arroz de sequeiro. 29
  • 31. Largata-boiadeira indomitalis) (Nymphula Trata-se de uma mariposa pequena de coloração branca, cujas lagartas, cortando as folhas por ocasião dos primeiros “banhos” do arroz, protegem-se no interior dos cartuchos feito com essa folha cortada, que flutuam na água e espalhamse pela cultura. Cortam folhas de plantas novas à noite, quando saem dos cartuchos flutuantes para as plantas para se alimentar. Seu ataque é percebido pelas manchas esbranquiçadas nas folhas cortadas, flutuando na água. 31
  • 33. Percevejos-do-grão-do-arroz (Oebalus poecilus) São consideráveis vorazes, sugam os grãos, pois muitas vezes o amido se encontra em estado leitoso. Em consequência dessa sucção, as sementes não se formam, isto é, deixam a casca vazia. Grão solido:provocam uma mancha característica de cor marromescura.Esses grãos torna-se “gessados” e quebram-se facilmente. 33
  • 34. 34
  • 35. Percevejo do colmo (Tibraca limbativentris) São percevejos marrons e pequenos, sugam os colmos das plantas, tornando as panículas chochas e introduzem na planta toxinas 35
  • 36. Cupins ou formigas (Procornitermes triacifer) brancas Vivem debaixo do solo. Os cupins atacam as raízes das plantas do arroz que foi semeado, reduzindo o número de plantas por hectare, ou seja, o campo fica apresentando falhas, reduzindo a Produtividade; quando o cupim ataca, a planta fica com aspecto seco e desprende-se do solo facilmente. 36
  • 37. Cigarrinha-do-arroz (Tagosodes oriziola) Sugam a seiva, essa espécie inocula toxina na planta. Todavia, o dano maior ocorre quando ela transmite os vírus causador da doença hoja blanca, que acarreta perda de produção. 37
  • 38. Noiva-do-arroz ou broca-docolmo (Rupela albinella) As lagartinhas penetram no talo do arroz logo que eclodem e broqueiam a região tenra da medula. Isto normalmente ocasiona murchamentos e culmina com os sintomas típicos de coração morto ou panícula branca. 38
  • 40. Controle: Inseticidas seletivos, ou seja, que mata a praga e preserva os inimigos naturais. Respeite o período de carência do produto; Usando inseticida, não se esqueça de usar equipamento de proteção individual.. 40
  • 41. Rotação de cultura, como feijão boa aração e gradagem; período em repouso 41
  • 42. Rizipsicultura. A Rizipsicultura é o consorcio de plantios de arroz pré-germinados irrigado juntamente com a criação de peixes. Além de ser outra atividade lucrativa o peixe também consome larvas de insetos, caramujo, bicheira da raiz do arroz , sementes de arroz perdidas na colheita e restos culturais da lavoura que são focos de fungos como a brusone. 42
  • 43. 43
  • 47. Já existe nos mercados fungos e bactérias que causam doenças em insetos pragas. A bactéria se chama Bacillus, sendo vendidas por empresas no Brasil. Não se preocupem esta bactéria é completamente inofensiva para as aves, os mamíferos, incluindo o homem, e para as plantas, além de não ter efeito poluente no ambiente. Mata apenas as lagartas quando pequenas. 47
  • 48. 48
  • 49. fungos também matam insetos Esses fungos são produzidos no Brasil, lembrando que deve ser pulverizado no fim do dia por causa dos raios ultra violeta do sol da manhã bem como em períodos de alta umidade relativa do ar para que o fungo germine e mate as lagartas. 49
  • 50. lagartas morrem duras e em geral brancas 50
  • 51. 51