CURSO DE APRIMORAMENTO EM FISIOTERAPIA EM TERAPIA INTENSIVA
Jarbas de Santana Souza
Fisioterapeuta
Salvador
2017
Síndrome clínica caracterizada por um quadro de
hipoperfusão sistêmica aguda devido a uma
incapacidade do sistema circulatório de atender as
demandas metabólicas dos diversos tecidos.
Batimentos cardíacos falhos
Perda do volume sanguíneo
Vasodilatação
Capacidade vascular recipiente
Pouco sangue para uma grande demanda
Choque
Compensado
• FC
• FR
• Constrição da
circulação
periférica (pele
pálida e fria).
Choque
Descompensado
• Volume sanguíneo
ou Volume de
perfusão
• PA
Choque
Irreversível
• A perfusão pelos
órgãos não podem
ser reparadas.
• Dano celular
(fígado e rins)
• Morte
Choque hipovolêmico;
Choque cardiogênico;
Choque obstrutivo;
Choque distributivo.
 Hemorragia incontrolada
 Interna
 Externa
 Ambas
 Perda de plasma
 Grandes queimaduras
 Acidentes automobilísticos
VOLUME
RETORNO VENOSO
DÉBITO CARDÍACO
HIPOTENSÃO ARTERIAL
CATECOLAMINAS
PALIDEZ
FC
SUDORESE
FRIA
São os choques causados por uma disfunção cardíaca.
 Insuficiência ventrículo esquerdo;
 Infarto do miocárdio;
 Miocardiopatia;
 Miocardite;
 Disfunção miocárdica da sepse;
 Lesões valvares;
 Shunt A-V;
 Arritmias;
 Aneurisma ventricular.
Falência do coração
Débito cardíaco
Volume
no coração
PVC
Pressão
arterial
RVP FC
Ocorre devido à obstrução mecânica ao débito cardíaco, o que ocasiona hipoperfusão tecidual.
 Embolia Pulmonar;
 Tamponamento cardíaco;
 Pneumotórax hipertensivo;
 Coarctação da aorta;
 Mixoma atrial.
O tratamento do paciente com choque circulatório deve ser
realizado na unidade de tratamento intensivo (UTI) visando
quatro itens:
Controle da causa básica;
Correção da volemia;
Uso de medicamentos;
Medidas de suporte (ventilometria, correção da acidose,
correção de distúrbios eletrolíticos e aquecimento).
É consequência da diminuição severa da RVS. O DC encontra-se aumentado na tentativa de
compensar a diminuição da resistência vascular sistêmica.
 Séptico;
 Anafilático;
 Alergia grave
 Neurogênico;
 Lesão na Medula Espinhal
 Anestesia raquidiana ou peridural
 Drogas;
 Insuficiência adrenal aguda.
O choque séptico é devido a uma situação de septicemia, ou seja infecção com bactérias que se
multiplicam no sangue. É muitas vezes o estágio final potencialmente fatal da infecção
bacteriana de outro órgão.
O diagnóstico é feito através do histórico e do quadro
clínico apresentado pelo paciente, sendo identificada
hipotensão arterial, em associação com sinais e sintomas de
perfusão tecidual inadequada. Exames laboratoriais são
essenciais para avaliar o nível de oxigênio na corrente
sanguínea.
 FELICE, CD; SUZIN, CF; COSTABEBER, AM; RODRIGUES, AT; BECK, MO; HERTZ,E.
Choque: diagnóstico e tratamento na emergência. Revista da AMRIGS, Porto Alegre, 55 (2):
179-196, abr.-jun. 2011
 http://pt.wikipedia.org/wiki/Choque_circulatório
 http://www.fo.usp.br/lido/patoartegeral/patoartecir8.htm
 http://www.fmrp.usp.br/revista/2003/36n2e4/1_choque_circulatorio.pdf
Tipos de Choque

Tipos de Choque

  • 1.
    CURSO DE APRIMORAMENTOEM FISIOTERAPIA EM TERAPIA INTENSIVA Jarbas de Santana Souza Fisioterapeuta Salvador 2017
  • 3.
    Síndrome clínica caracterizadapor um quadro de hipoperfusão sistêmica aguda devido a uma incapacidade do sistema circulatório de atender as demandas metabólicas dos diversos tecidos.
  • 4.
    Batimentos cardíacos falhos Perdado volume sanguíneo Vasodilatação Capacidade vascular recipiente Pouco sangue para uma grande demanda
  • 5.
    Choque Compensado • FC • FR •Constrição da circulação periférica (pele pálida e fria). Choque Descompensado • Volume sanguíneo ou Volume de perfusão • PA Choque Irreversível • A perfusão pelos órgãos não podem ser reparadas. • Dano celular (fígado e rins) • Morte
  • 6.
  • 7.
     Hemorragia incontrolada Interna  Externa  Ambas  Perda de plasma  Grandes queimaduras  Acidentes automobilísticos
  • 8.
    VOLUME RETORNO VENOSO DÉBITO CARDÍACO HIPOTENSÃOARTERIAL CATECOLAMINAS PALIDEZ FC SUDORESE FRIA
  • 9.
    São os choquescausados por uma disfunção cardíaca.  Insuficiência ventrículo esquerdo;  Infarto do miocárdio;  Miocardiopatia;  Miocardite;  Disfunção miocárdica da sepse;  Lesões valvares;  Shunt A-V;  Arritmias;  Aneurisma ventricular.
  • 10.
    Falência do coração Débitocardíaco Volume no coração PVC Pressão arterial RVP FC
  • 11.
    Ocorre devido àobstrução mecânica ao débito cardíaco, o que ocasiona hipoperfusão tecidual.  Embolia Pulmonar;  Tamponamento cardíaco;  Pneumotórax hipertensivo;  Coarctação da aorta;  Mixoma atrial.
  • 12.
    O tratamento dopaciente com choque circulatório deve ser realizado na unidade de tratamento intensivo (UTI) visando quatro itens: Controle da causa básica; Correção da volemia; Uso de medicamentos; Medidas de suporte (ventilometria, correção da acidose, correção de distúrbios eletrolíticos e aquecimento).
  • 13.
    É consequência dadiminuição severa da RVS. O DC encontra-se aumentado na tentativa de compensar a diminuição da resistência vascular sistêmica.  Séptico;  Anafilático;  Alergia grave  Neurogênico;  Lesão na Medula Espinhal  Anestesia raquidiana ou peridural  Drogas;  Insuficiência adrenal aguda.
  • 14.
    O choque sépticoé devido a uma situação de septicemia, ou seja infecção com bactérias que se multiplicam no sangue. É muitas vezes o estágio final potencialmente fatal da infecção bacteriana de outro órgão.
  • 16.
    O diagnóstico éfeito através do histórico e do quadro clínico apresentado pelo paciente, sendo identificada hipotensão arterial, em associação com sinais e sintomas de perfusão tecidual inadequada. Exames laboratoriais são essenciais para avaliar o nível de oxigênio na corrente sanguínea.
  • 17.
     FELICE, CD;SUZIN, CF; COSTABEBER, AM; RODRIGUES, AT; BECK, MO; HERTZ,E. Choque: diagnóstico e tratamento na emergência. Revista da AMRIGS, Porto Alegre, 55 (2): 179-196, abr.-jun. 2011  http://pt.wikipedia.org/wiki/Choque_circulatório  http://www.fo.usp.br/lido/patoartegeral/patoartecir8.htm  http://www.fmrp.usp.br/revista/2003/36n2e4/1_choque_circulatorio.pdf