Faculdade Atenas Maranhense – FAMA Especialização em Gestão Estratégica de Pessoas Disciplina Ética e Responsabilidade Social Prof. MSc. Gerisval Alves Pessoa Junho de 2010
Como Usar Melhor o Nosso Tempo Atenção ao horário de início e término da aula e do intervalo Mantenha o foco na pessoa que está falando e solicite a palavra Dedicar este período exclusivamente ao aprendizado Esclareça suas dúvidas, mesmo que pareçam óbvias Conectar cada detalhe da disciplina com o seu trabalho/vida no dia-a-dia Participe! Aproveite! Desligar o celular ou colocar no  vibracall  ou silencioso  Faça as ligações nos intervalos Escute com atenção, evitando conversas paralelas
Sobre o Facilitador Mestre em Administração (FGV/Rio) Especialista em Engenharia da Qualidade (UEMA) Especialista em TQC (Tóquio /  Japão) Químico Industrial (UFMA) Auditor Líder ISO 9000 e ISO 14000 Professor de Graduação e Pós-Graduação(FAMA) Coordenador dos Cursos de Pós-Graduação (FAMA): Gestão Estratégica da Qualidade Gestão Estratégica de Pessoas Gestão Ambiental Empresarial Gestão Estratégica de Serviços Instrutor Internacional de TPM ( Total Productivity Maintenance ) 25 Anos de experiência profissional
Apresentação dos Alunos Entrevista em duplas (10 min) Nome: Empresa*: Função*: Conhecimento / Experiência  Expectativas em relação à Disciplina Curiosidades * Caso trabalhe
Ementa Ética e valores humano. Ética, moral e moral social. Teorias éticas. Dilemas éticos. Ética nos negócios e no trabalho. Código de ética. Responsabilidade socioambiental empresarial. A influência da partes interessadas e ética. Ação social, investimentos e projetos de responsabilidade socioambiental empresarial. Mercado e ação socioambiental empresarial contabilidade ambiental e balanço social. Normas e Certificação em RSE.
Objetivos Geral Oferecer aos participantes uma introdução ao raciocínio fundamental, ao estabelecimento e à implementação de políticas, práticas, programas de ética e responsabilidade social empresarial (RSE).
Objetivos Específicos Conhecer as bases epistemológicas da Ética enquanto ciência que estuda a conduta humana. Compreensão dos princípios que regem a ética empresarial ,  analisando sua aplicação a casos reais. Conhecer os conceitos que podem ser usados para estabelecer as políticas e práticas de RSE, com o foco em competitividade sustentável.
Conteúdo Programático Introdução 1.1 Principiais problemas éticos 1.2 Condutas exemplares 1.3 Principais problemas 2. Ética e Ética empresarial 2.1 O que é ética 2.2 Ética empresarial 2.3 Questões éticas no mundo dos negócios 2.4 Importância e benefícios da Ética nos negócios  2.5 Filiação ética 2.6 Código de ética
Conteúdo Programático 3. Responsabilidade Social Empresarial 3.1 Responsabilidade social empresarial, conceitos e histórico 3.2 Público e privado: a quem cabe a responsabilidade social 3.3 Desenvolvimento sustentável 3.4 Escopo das atividades e conteúdo da responsabilidade social 3.5 Desenvolvimento sustentável 3.6 Balanço Social 3.7 Como implementar a responsabilidade social 3.8 Indicadores de Responsabilidade Social 4. Normas e Certificações em RSE 4.1 A SA 8000:2008 4.2 A NBR 16001:2004 4.3 A ISO 26000
Aulas expositivas: exposição dialogada; Trabalhos individuais; Formação de grupos; Pesquisas e trabalhos ( papers ) Debates e discussões; Aplicação de estudos de casos e exercícios práticos; Workshop Estratégia de Ensino
Atividades Individuais em sala de aula .................20% Atividades grupais em sala de aula ....................... 15% Participação/Integração, Pontualidade e  Assiduidade ...............................................................15% Trabalho final ( paper ) ...............................................40% Avaliação da Aprendizagem
ASHLEY, Patricia Almeida (coord.).  Ética e responsabilidade social nos negócios.  2ª ed. São Paulo: Saraiva, 2005.   BARBIERI, J. C e CAJAZEIRAS, Jorge E. R.  Responsabilidade social empresarial e empresa sustentável : da teoria a prática. São Paulo: Saraiva, 2009.   CALMON, Joana. Conduta exemplar.  Revista Exame . São Paulo: Editora Abril, Ed. 1.699, 9 mai 2001.   CHAUÍ, Marilena.  Convite à Filosofia . 13a.ed. São Paulo: Ática, 2003.  CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA.  Responsabilidade social empresarial . Brasília: CNI, 2006. Ética e Governo . Disponível em < www.tce.ba.gov.br/eventos/etica_serv_pub_instrut_.ppt >.  Acesso em 20 de julho de 2006. Referências
Ética no serviço público : alguns pontos fundamentais. Disponível em;: < www.planalto.gov.br/.../Cursos%20CEP/Multiplicadores/2005/Transparências%20do%20curso%20Multiplicadores.ppt > Acesso em 20 de julho de 2006. FERREL, O.C . Ética Empresarial : dilemas, decisões e casos / O.C. Ferrel, John Fraedrich,. Linda Ferrel Rio de Janeiro: Ed. Reichmann & Affonso, 2004.  INSTITUTO DE CIDADANIA EMPRESARIA-MA.  Liderar-se . Módulo I – Sustentabilidade e ética, IDIS, 2006. ___. Módulo II – Responsabilidade social empresarial, IDIS, 2006. INSTITUTO ETHOS .  http://www.uniethos.org.br Referências
___.  Gestão de Projetos com Responsabilidade Social.  São Paulo: UniEthos, mar. 2005. Disponível em: < www.uniethos.org.br/_Uniethos/Documents/UFPR-PMI%20%20RSEDS_final.ppt >. Acesso em 15 de julho de 2006. LACOMBE, F.  Administração – Princípios e Tendências . (suplementos – cap. 03). São Paulo: Saraiva, 2005. MAXIMIANO, A. C. A.  Teoria Geral da Administração: d a revolução urbana à revolução digital. 4ª ed. rev. e atualiz. São Paulo: Atlas, 2004. MIRANDA , Lossian B. B.  Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal . Disponível em  < www.cefetpi.br/noticias/encontro_educacional2005/Codigo_de_Etica_Prof_do_Servidor_Publico.ppt  >   . Acesso em 10 de julho, 2006. Referências
PASSOS, Elizete.  Éticas nas Organizações . São Paulo: Atlas, 2004.  PESSOA, Gerisval Alves,  et al.  Curso Liderar-se . Módulo VI – Normas e certificações em responsabilidade social, ICE/MA, 2006. PESSOA, Gerisval Alves . Responsabilidade social de empresas (RSE),  Revista FAMA,   São Luís: EDFAMA, v. 1, n. 1, p. 126-131, 2007. ___.  Práticas Gerenciais de Responsabilidade Social de Empresas e Desenvolvimento Sustentável.  Disponível em<  http://www.administradores.com.br/artigos/praticas_gerenciais_de_responsabilidade_social_de_empresas_e_desenvolvimento_sustentavel/13671/ > Acesso em 01 de abril de 2008. Referências
REVISTA DESAFIOS DO DESENVOLVIMENTO . Brasília: IPEA. Disponível em:<  http://desafios.ipea.gov.br/default.jsp >. Acesso em 01de abril de 2008. RODRIGUEZ, Martius V. R.  Ética e Responsabilidade Social nas Empresas . Rio de Janeiro: 2005 (Havard Business Review) THIRY-CHERQUES, Hermano Roberto,  Estratégia empresarial e dilemas éticos . Rio de Janeiro: FGV, 1997. THIRY-CHERQUES, Hermano Roberto (2003), &quot;Responsabilidade Moral e Identidade Empresarial&quot;,  Revista de Administração Contemporânea ,  Edição Especial.  Referências
Introdução
Segundo especialistas, só as empresas transparentes sobrevivem no mercado  Conduta Exemplar
Crescimento populacional Urbanização Inovações tecnológicas Economia e Sociedade Global Novos padrões de consumo Disseminação das informações em tempo real Maior interdependência Os Desafios do Século XXI
Grande Desigualdade Social Modelo de Desenvolvimento Insustentável Aumento da pobreza Aumento da exclusão Escassez de recursos naturais Desequilíbrio ambiental  Aplicação e gestão dos recursos públicos de forma ineficaz ou indevida Redução da participação do trabalho no processo produtivo Crise de credibilidade das organizações Problemas Centrais
Ética
O que é Ética? Por que Ética nos Negócios? Ética nos Negócios Benefícios da Ética nos Negócios Podemos associar o sucesso ou fracasso de uma organização ao seu comportamento ético? Questões a serem respondidas
É a peça central das regras sociais. Ética ...
Ética ... Todo agir que não se orienta por princípios é cego. Torna-se imprescindível a busca de uma reflexão que oriente nossa ação.
Você pode substituir uma matéria prima ou embalagem do produto cuja operação você está gerenciando por uma evidentemente mais barata, mas mais poluidora do meio ambiente. Você substitui? Você está gerenciando uma empresa que tem um novo produto (um carro) pronto, o pátio de seus concessionários cheio, apenas aguardando a data de lançamento, daqui a alguns dias. Na véspera do dia do lançamento, um funcionário da engenharia descobre que houve um erro de dimensionamento em um rolamento das rodas dianteiras que vai provavelmente repercutir em uma vida útil de 8 meses do rolamento em vez dos esperados 3 anos. Você suspende o lançamento?   Comportamento ético ...
Princípios morais que governam as ações e decisões de um indivíduo ou grupo e que servem de diretrizes para orientar a prática e para se agir com correção e equidade ao se defrontar com dilemas morais. É uma tentativa de separar o certo do errado; um estudo dos juízos para apreciar a conduta humana do ponto de vista do bem e do mal . É a investigação geral sobre aquilo que é bom.  O que é ética?
Conjunto de padrões morais que orientam o comportamento no mundo dos negócios. O que é ética?
Promover a Ética - promover o conhecimento e a observância do padrão. Gerir a Ética - criar as condições institucionais adequadas para a efetiva implantação desse padrão. O que é ética?
A palavra Moral tem origem no latim -  morus  - significando os usos e costumes. Moral é o conjunto das normas para o agir específico ou concreto. A Moral está contida nos códigos, que tendem a regulamentar o agir das pessoas.  Tudo aquilo que é da dimensão do dever, da obrigatoriedade. Não há sociedade saudável sem regras! O que é Moral?
Relação entre Ética, a Moral e o Direito Ética Moral Direito Justificativa Norma por Adesão Regra Obrigatória Ação
Por que a ética está em evidência? Desencanto:  não cremos naquilo que gostaríamos de crer [religião, tradição, horóscopo] Democratização: transparência & evidenciação Descrédito dos políticos e governantes Novos relacionamentos:  globalização, novas formas de organização, novas formas de trabalho Economicidade das organizações;  custos de controle; imagem
Problemas do dia-a-dia! Devo avisar ao meu chefe que seu subordinado, meu amigo, usa o tempo do expediente para vender trabalhos artesanais aos colegas? Devo dizer sempre a verdade? Há ocasiões em que é preferível mentir? Quais? Tenho o direito de atirar num suspeito que se aproxima de mim à noite em lugar perigoso antes de ser agredido? Devo cumprir uma ordem que não me parece eticamente correta, ou é preferível arriscar meu conceito na empresa, ou mesmo meu emprego? Posso usar no meu produto matérias primas de baixa qualidade, com a finalidade de baixar o custo, quando o risco de ser descoberto é remoto e os malefícios aos consumidores pequenos?
Posso usar o tempo de expediente na empresa numa  situação de emergência  para obter ganhos monetários adicionais? Devo avisar ao chefe que meu colega e amigo não é competente ou “não veste a camisa” da empresa? Posso empregar um amigo na empresa, mesmo sendo ele competente, mas não o mais competente para a posição? Posso dar prioridade a investimentos na qualidade do produto em detrimento de investimentos na segurança dos empregados? Posso usar  software  pirata? Problemas do dia-a-dia!
Posso vender sem nota fiscal para assegurar a sobrevivência da empresa e o emprego de pessoas que me são leais? Posso vender sem nota fiscal para aumentar meus lucros, meus investimentos e criar novos empregos? Posso comprar sem nota fiscal para conseguir um abatimento no preço do produto?   Posso promover um subordinado competente, embora não o mais competente para a posição na empresa porque ele me é leal? Porque é meu amigo? Posso distorcer um pouco a verdade para vender um produto quando os danos para o comprador são muito pequenos? Problemas do dia-a-dia!
Posso usar na empresa que me emprega atualmente informações confidenciais que aprendi em emprego anterior e em relação aos quais não firmei nenhum compromisso de não utilizar em outra organização? Em que condições?  Posso usar na empresa que me emprega atualmente informações confidenciais que aprendi num emprego anterior se isto for indispensável para a manutenção do meu emprego? Posso comprar num camelô, que visivelmente não está registrado e não paga imposto, a fim de obter um preço mais baixo? Problemas do dia-a-dia!
Posso comprar num camelô, que visivelmente não está registrado e não paga imposto, para conseguir um produto de que necessito e não posso obtê-lo de outra forma? Posso avançar o sinal vermelho à noite, em lugar perigoso, quando não vem nenhum carro na outra direção, mesmo que não haja sinal visível de perigo? Posso avançar o sinal vermelho de dia, em lugar pouco perigoso, quando não vem nenhum carro na outra direção e não há pedestres querendo atravessar a rua? Posso fazer campanha eleitoral por um amigo, que não parece ser bom candidato, mas vai me favorecer, embora respeitando a legislação? Problemas do dia-a-dia!
Ações Não-Éticas na Empresa Apossar-se de coisas que não lhe pertence Dizer coisas que sabe que não é verdade Dar ou permitir impressões falsas Comprar influência ou enganar-se em conflitos de interesse Esconder ou divulgar informação verdadeira Tomar vantagem que não lhe pertence Cometer comportamento pessoal impróprio Abusar de outra pessoa Permitir abuso da organização Violar regras.
Nenhuma sociedade pode sobreviver e progredir sem um conjunto de princípios e normas que defina o tipo de comportamento socialmente aceito como ético . “ Nenhuma sociedade pode sobreviver sem um código moral fundado sobre valores compreendidos, aceitos e respeitados pela maioria dos seus membros(Jacques Monod).   Importância da Ética
Benefícios de Atenção Explícita com a Ética Preocupação com a gestão dos aspectos de ética tem melhorado a sociedade Em épocas turbulentas, uma empresa que tenha uma boa sensibilização e gestão sobre questões éticas pode mais facilmente manter uma postura moral; Programas que enfatizam explicitamente a ética nos negócios melhoram disposição para o trabalho de equipe, aumentando a abertura ao diálogo, integridade e sensação de comunidade, de valores compartilhados; Preocupações com a ética no trabalho apóiam crescimento e amadurecimento dos funcionários;
Preocupações explícitas com a ética trabalham como seguro – princípios éticos elevados tendem a deixar a empresa menos sujeita a multas e processos; Empresas que promovem a ética tendem e ter boa imagem pública; Programas com base ética forte suportam o gerenciamento de valores associados à gestão operacional em vários programas. Benefícios de Atenção Explícita com a Ética
Para que Ética? Os padrões são necessários para manter o mínimo de coesão e estabilidade na comunidade. No caso específico do serviço público, o padrão é requisito para  garantir a confiança do público Existe uma relação entre a confiança depositada e a eficiência e eficácia do serviço prestado.
Para que Ética? Significa a sobrevivência das organizações e o passaporte para a Sustentabilidade.
Cultura e caráter  bons Motivação e Intenção  boas Processo e ações  boas Resultos  bons Seja bom, aja bem, faça bem! O que significa ser Ético?
A primeira idéia do ético é o  cuidado  com o nosso ser e com os outros. A segunda idéia do ético é a  consideração  das pessoas. A terceira idéia é a da  responsabilidade . Esta idéia parte do fato de que nossas ações têm conseqüências que podemos antever e sobre as quais, diante das ações que são de nossa escolha, temos responsabilidades. A responsabilidade tem de ser considerada especialmente em relação a danos ou outros efeitos negativos de tais ações. A quarta idéia ética é a de  limites . São marcos que aparecem impostos às ações - individuais ou grupais - e que dizem que certas fronteiras não devem ser ultrapassadas, ou que certos atos devam ser realizados. (Luciano Zajdsnajder)  Formas de Ser éticos
A quinta idéia é a da  veracidade . A idéia de veracidade tem a ver com os limites, pois se trata de uma obrigação imposta pela realidade. Ser verdadeiro significa apresentar os fatos como ocorrem ou ocorreram e buscar interpretações e explicações para suas causas. A sexta idéia ética é a da  liberdade . Ela se realiza nas diversas esferas: do íntimo, do privado e do público. A sétima idéia ética é a da  leveza da vida  e do festejar da vida. A leveza da vida significa que ela não pode ser levada inteiramente a sério. Formas de Ser éticos
A - O furto é condenável porque:   -  Há um principio ético universal que condena o furto   -  As normas e hábitos socialmente aceitos condenam o furto   -  A lei o proíbe   - Sabemos intuitivamente que furtar é errado   -  Há um mandamento religioso contra o furto   -  As conseqüências do ato de furtar podem ser prejudiciais a toda sociedade   -  O furto não é condenável em termos absolutos. Depende das circunstâncias   -  Há um acordo, um pacto social, que condena o furto B - A mentira é condenável porque:   -  As conseqüências do ato de mentir podem ser prejudiciais a toda sociedade   -  A mentira não é condenável em termos absolutos. Depende das circunstâncias   -  Há um acordo, um pacto social, que condena a mentira   - Sabemos intuitivamente que mentir é errado   -  Mentir é contra a lei   -  Há um princípio universal contra a mentira   -  Há um mandamento religioso contra a mentira   -  As normas e hábitos socialmente aceitos condenam a mentira. Fonte: Hermano Roberto Thiry-Cherques – FGV - Rio Filiação Ética
Relativismo Utilitarismo Absolutismo  Contratualismo Filiação Ética
Relativismo ético Sustenta que as ações particulares são erradas ou certas unicamente em relação a um  determinado código moral  (por exemplo, o que eu considero furto, um africano pode considerar apropriação legítima: nós concordamos unicamente em discordar).  O seu entendimento é de que o moralmente aceitável está intimamente ligado ao bem da cultura ou da comunidade. Os membros de uma comunidade estão unidos por sua história, por suas crenças, por seus valores. O moralmente correto é o que propicia o bem comum, o  bem da comunidade . Para determiná-lo, devemos nos ver como parte de um todo social, refletir sobre o tipo de sociedade que queremos e de como poderemos alcançá-la. Dessa forma, descobriremos, enquanto cultura, quais as virtudes a serem incentivadas e quais os vícios a serem combatidos.  Filiação Ética
Utilitarismo ético (Bentham) Sustenta que determinadas ações particulares são objetivamente erradas ou certas,  dependendo dos seus fins e circunstâncias . As normas referidas à classes de ação são provisórias (por exemplo, furtar é errado, mas não para um faminto).  A linha de desenvolvimento do  utilitarismo é direta . Parte do argumento egoísta básico, que pode ser formulado da seguinte maneira: eu trato dos meus interesses e não encontro razão para tratar dos seus. Encontre-me somente um motivo para que eu me dedique aos seus interesses, que eu o farei, desde, é claro, que esse motivo seja do meu interesse. O que Bentham e os demais utilitaristas argumentam é que esse motivo existe .  Filiação Ética
Utilitarismo ético (Bentham) A sua dedução lógica é simples. Primeiro Bentham pergunta: o que pode ser o interesse máximo de cada um? - e responde que todos seres humanos sofremos e temos prazer e de que preferimos o prazer ao sofrimento. Segundo, a partir dessa primeira constatação, pergunta: - o que pode determinar o comportamento moral da humanidade? - e responde que a chave do eticamente correto é o prazer, a satisfação dos desejos de todos, ou pelo menos da maioria.   Filiação Ética
Absolutismo ético (Kant) Afirma que determinadas classes de ação são objetivamente  erradas ou certas , independentemente dos seus fins ou circunstâncias (por exemplo, mentir ou furtar são atos condenáveis, sem exceção).  Para decidir se uma ação estratégica é moralmente correta desse ponto de vista, deve-se perguntar, portanto, se podemos racionalmente querer que essa ação seja universalizável.   Filiação Ética
Contratualismo (Thomas Hobbes)    Legitimação racional às ordens do poder soberano Consenso elaborado por indivíduos livres e iguais Centralização do Poder Estatal Direito torna-se apenas o Direito dito pelo Estado   Filiação Ética
A - O furto é condenável porque:   -  Há um principio ético universal que condena o furto  (Brasil: 25% absolutismo ético)   -  As normas e hábitos socialmente aceitos condenam o furto  (12 a 15% relativismo tradicionalista)   -  A lei o proíbe  (armadilha: lei x ética)   - Sabemos intuitivamente que furtar é errado  (institucionalismo ético)   -  Há um mandamento religioso contra o furto  (Religiões não tem uma ética, têm moral)   -  As conseqüências do ato de furtar podem ser prejudiciais a toda sociedade   (Utilitarismo ético)   -  O furto não é condenável em termos absolutos. Depende das circunstâncias ( Relativismo circunstancial)   -  Há um acordo, um pacto social, que condena o furto  (Contratualismo ético) B - A mentira é condenável porque:   -  As conseqüências do ato de mentir podem ser prejudiciais a toda sociedade   -  A mentira não é condenável em termos absolutos. Depende das circunstâncias   -  Há um acordo, um pacto social, que condena a mentira   - Sabemos intuitivamente que mentir é errado   -  Mentir é contra a lei   -  Há um princípio universal contra a mentira   -  Há um mandamento religioso contra a mentira   -  As normas e hábitos socialmente aceitos condenam a mentira. Fé – Crença sem razão Filiação Ética
De que trata a ética? Certo & errado Moral o conjunto de crenças aceitas por uma cultura acerca do que se deve e do que não se deve fazer Ética ciência que tem por objeto as idéias morais filosoficamente justificadas
Qual o campo da ética? Fora da ética: Direito Religião Dilemas e questões Claro e distinto Pré-ocupar-se Lógica, infra-lógica, supra-lógica Extensão
O Renascimento Contemporâneo dos Princípios Clássicos O princípio religioso; O princípio da força afirmativa; O princípio da realidade; O princípio da responsabilidade; O princípio da liberdade e da igualdade; O princípio da diferença; O princípio da autodeterminação; O princípio do respeito pela vida. (Jacqueline Russ)
Níveis de Discussão e Aplicação da Ética na Administração das Organizações Maneira como as pessoas devem tratar-se. Relações da empresa com seus empregados. Obrigações das organizações em relação a todos os que delas dependem ou são por elas afetados. Papel, presença, e efeito das organizações na sociedade. Nível individual Nível da política interna da empresa Nível do Stakeholder Nível Social
A base dos códigos de comportamento éticos nas organizações e na sociedade está em sistema de valores criados por filósofos e líderes que têm uma visão superior à das demais pessoas. Código de Ética Empresarial
È a base de sustentabilidade moral e o alicerce ético que deve orientar e conduzir a gestão e as ações de empresas socialmente responsáveis. Código de Ética Empresarial
Objetivos do Código de Ética Empresarial Ser um instrumento de realização dos princípios, visão e missão da empresa Viabilizar um comportamento pautado em valores incorporados por todos, por serem justos e pertinentes Ser uma referência formal e institucional, para a conduta pessoal e profissional, reduzindo a subjetividade das interpretações pessoais sobre princípio morais e éticos Tornar-se um padrão de relacionamento interno e com os seus públicos de interesse: acionistas, clientes, empregados, sindicatos, parceiros fornecedores, prestadores de serviços, concorrentes, sociedade, governo e a comunidade onde atua.
Código de Ética Empresarial: Dilemas Descrevem as regras éticas e limites segundo os quais a organização pretende operar. Dilemas éticos Você definiu o problema precisamente? Como você definiria o problema se estivesse do “outro lado”? Como o dilema pôde ocorrer? (causas essenciais) A quem você deve lealdade, como pessoa, como membro da organização e como membro da comunidade? Qual sua intenção ao tomar a decisão? Como essa intenção se compara com os resultados prováveis das alternativas? A quem sua decisão poderia ferir ou prejudicar? Você pode discutir a questão com as partes antes de tomar a decisão? Você tem confiança que ao longo do tempo sua decisão vai continuar tão válida como aparenta hoje? Você abriria sua decisão sem preocupações para seu chefe, seu CEO, o conselho administrativo, sua família, a sociedade como um todo? Qual o potencial simbólico das suas alternativas de decisão se bem entendidas? E se mal entendidas? Sob que circunstâncias você admitiria exceções para a postura que agora está prestes a tomar?
O Código de Ética Pode Ser Composto por Três Partes: Valores  Princípios de ação coletiva  Código de Ética Código de Conduta Guia prático
Valores – Respeito à pessoa; Respeito ao meio ambiente; Performance; Solidariedade; Integridade Princípios de ação coletiva (destina-se a dar respostas às expectativas das partes engajadas, orientando a atuação e fundamentando a imagem da empresa sólida e confiável). Voltados para clientes, acionistas, fornecedores e comunidade. Guia prático – Trata da legislação, conflito de interesses, atividades políticas, corrupção, presentes, proteção dos ativos, confidencialidade, manifestação pública, assédio, empregados e utilização dos recursos de informática. O Código de Ética Pode Ser Composto por Três Partes:
O Código de Ética - Desenvolvimento Identifique valores necessários a resolver questões correntes no local de trabalho; Identifique os valores éticos valorizados por produtos de grande sucesso; Identifique valores importantes durante a fase de planejamento estratégico – reforce-os; Revise os valores estabelecidos de forma que conformem-se com a legislação vigente; Considere como muito importantes os valores que os grupos de interesse consideram fundamentais;
O Código de Ética - Desenvolvimento Exemplos de valores são: confiabilidade, respeito, responsabilidade, solidariedade, justiça, cidadania; Na composição do código de ética, é útil associar, com cada um dos valores expressos, dois exemplos de comportamentos ilustrativos; É importante a inclusão explícita de texto que deixe claro que espera-se dos funcionários que seu comportamento conforme-se ao código; O desenvolvimento participativo do código de ética para operações é desejável, a divulgação ampla e a constante revisão com base em feedback dos envolvidos é mandatória.
A Implementação de um Código de Ética Passar por: Divulgação para todos na organização de uma forma fácil de entender. Divulgação para todos na organização do apoio da gerência ao código de ética Divulgação para todos na organização das maneiras pelas quais cada indivíduo deve aplicar o código de ética. Divulgação do código de ética aos fornecedores, cliente e disponibilização ao público externo.
Discussão: Pense em um Exemplo da Cada Combinação Responsável Irresponsável Legal Ilegal Segue a lei e beneficia a Sociedade Segue a lei, mas prejudica a sociedade Beneficia a sociedade, mas desrespeita a lei Prejudica a sociedade e desrespeita a lei.
Como implementar uma decisão ética
Desenvolvimento Moral Organizacional Fatores Individuais Desenvolvimento individual Características individuais Fatores Ambientais Expectativas da Sociedade Normas locais e da indústria Regulamentos e leis Expectativas da Alta Direção Nível desejado de desenvolvimento moral da organização Processos Organizacionais Formulação de estratégias Distribuição de recursos e poder Socialização Sistema de recompensa Desenvolvimento Moral Organizacional Pré-convencional Convencional Pós-convencional
Estágios do Desenvolvimento Moral Estágios de desenvolvimento moral Comportamentos Pré-convencional Ética individualista ou egoísta. “ O negócio é levar vantagem em tudo” Convencional Ética orientada pela necessidade de parecer bem na comunidade. Devo comportar-me direito para ser aceito. Pós-convencional Ética orientada pelo idealismo moral. Princípios e convicções independentes do receio de punições ou desejo de recompensas
Dilemas Éticos do Dia-a-dia Conflitos de interesse Situação na qual uma decisão de negócio pode ser influenciada potencialmente pelo ganho pessoal. Honestidade e Integridade Empregado honesto diz a verdade Empregado com integridade adere profundamente aos princípios éticos em situações de decisões de trabalho.
Lealdade e Verdade Verdade desfavorável pode causar conflito ético. Então, os empregados podem ter que decidir entre lealdade e verdade. Uso de Informação Privilegiada Divulgação de informações da organização por seus colaboradores para a mídia, ou autoridades governamentais de práticas ilegais, imorais, ou não éticas da organização. Dilemas Éticos do Dia-a-dia
Preocupações com as Questões Éticas e de Responsabilidade Social Ética nas Relações com os Fornecedores Ética nas Relações Humanas com os Empregados Ética nas Relações com os Consumidores Ética na Relação com Clientes Ética na Relação com Governo Ética na Relação com a comunidade, e com a Sociedade em geral Ética com a concorrência.
Controle da Conduta pela Regulamentação Governamental Regulação da Competição Proteção do Consumidor Proteção Ambiental Nem todas as pessoas e organizações se comportam voluntariamente de maneira ética e responsável
Responsabilidade Social Empresarial
A base da responsabilidade social corporativa está na concepção de que a entidade responde a critérios éticos de comportamento. Ética e Responsabilidade Social
Responsabilidade Individual x Coletiva Responsabilidade Individual A responsabilidade individual obriga a pessoa a responder apenas pelos próprios atos ou por algo confiado à própria. Responsabilidade Coletiva A responsabilidade coletiva obriga não só pelos próprios atos, mas também pelos atos alheios, quando se trata de atos, deliberados, aceitos e decididos livremente por um grupo de indivíduos para realizar uma tarefa comum.
Orientação: Exclusivamente pela maximização do lucro; Pelos sinais do mercado e da sociedade . A Orientação define tratamento para: Oportunidades de mercado/oferta de produtos e serviços; Aumento da competitividade/redução de custo/externalidades Aumento da produtividade/crescimento/desenvolvimento tecnológico. Função Social das Empresas
Duas Doutrinas Sobre a Responsabilidade Social Empresarial* *Maximiano A empresa tem obrigações unicamente com seus acionistas. Não cabe à empresa resolver problemas sociais. As empresas usam recursos da sociedade. É justo que as empresas tenham responsabilidades em relação à sociedade. Doutrina do Interesse do Acionista Doutrina da Responsabilidade Social
Revolução dos Valores Crise do Setor Público Mudança de Paradigma: Nova divisão da tarefa pública Terceiro Setor: ONGs Segundo Setor: Mercado Governo Expansão da esfera pública não estatal O 2 o  Setor (empresas) e o 3 o  Setor (Sociedade civil organizada) são chamados a participar das tarefas públicas, antes exclusivas do Estado
As empresas já não fazem mais parte de um mercado.  São parte de uma sociedade global. O movimento da Responsabilidade Social empresarial chega como resposta do setor privado para este novo cenário de valores e forças. “ Não há empresa bem sucedida numa sociedade fracassada, assim como não há sociedade bem sucedida com empresas fracassadas” (Stephen Schimidheiny – Fundador do Conselho Mundial para o Desenvolvimento Sustentável) Revolução dos Valores
Responsabilidade Social Empresarial Empresa Responsável para quem? Visão mais divulgada Comunidade - Empregados Amplitude der visão e mudança Visões menos divulgadas Natureza Governo Rede de fornecedores Consumidores Todos os atuais e futuros  stakeholders -  sociedade sustentável 2000 1970  - Acionistas  Visão Clássica
Como Responde a Comunidade Global: Responsabilidade Social Empresarial 1972 1983 1987 1992 1997 1999 2000 Clube de Roma Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Nosso futuro Comum Rio 92 Agenda 21 Protocolo De Kyoto Pacto Global Metas do Milênio
Por que Ser uma Empresa Socialmente Responsável? O Contexto Mundial e a Realidade Brasileira: A ampliação dos níveis de organizações da sociedade civil verificada em vários países no mundo. O Ciclo de conferências Sociais das Nações Unidas. O Avanço do Consumo Socialmente Responsável. Iniciativas internacionais: Global Compact Princípios para a Responsabilidade Corporativa global SA 8000 Global Reporting Initiative (GRI) AA 1000 Dow Jones Sustainability Index ISO 26000
O Contexto Mundial e a Realidade Brasileira: RSE no Brasil: Década de 80:Fundação Instituto de Desenvolvimento Empresarial e Social (FIDES). 1992: Centro de Estudo de Ética nas Organizações. 1995: Grupo de Institutos, Organizações e Empresas (GIFE). 1996: Instituto Brasileiro de Análise Sociais e Econômicas (IBASE). 1997: Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS). 1998: Instituto Ethos. 1999: Ação empresarial pela Cidadania (AEC). 2000: SESI – A Marca da Responsabilidade Social 2004: NBR 16001 - Responsabilidade Social – Sistema da Gestão – Requisito Por que Ser uma Empresa Socialmente Responsável?
As Metas do Milênio Erradicar a extrema pobreza e a fome Atingir a Universalização do Ensino Fundamental Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres Reduzir a mortalidade infantil Melhorar a saúde materna Combater o HIV/Aids, a malária e outras doenças Garantir a sustentabilidade ambiental Promover a parceria.
Responsabilidade Social Empresarial As atividades e atitudes de uma empresa socialmente responsável precisam caracterizar-se por: preocupação com atitudes éticas e moralmente corretas que afetam todas as partes interessadas. promoção de valores e comportamentos morais que respeitem os padrões universais de direitos humanos e de cidadania e de participação na sociedade. respeito ao meio ambiente e contribuição para sua sustentabilidade em todo o mundo. maior envolvimento nas comunidades em que se insere a organização, contribuindo para o desenvolvimento econômico e humano dos indivíduos ou até atuando diretamente na área social, em parcerias com governos ou isoladamente.
A Responsabilidade Social Empresarial é uma forma de gestão que se define pelo pela relação ética e transparente da empresa com todos os públicos com os quais ela se relaciona e pelo estabelecimento de metas empresariais compatíveis com o desenvolvimento sustentável na sociedade preservando recursos ambientais e culturais para as gerações futuras, respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdade sociais.  Responsabilidade Social Empresarial
Responsabilidade social empresarial é uma forma de conduzir os negócios que torna a empresa parceira e co-responsável pelo desenvolvimento social. Responsabilidade Social Empresarial
A Responsabilidade Social Empresarial (RSE)  consiste num conjunto de iniciativas por meio das quais as empresas buscam –  voluntariamente  – integrar considerações de natureza ética, social e ambiental às suas interações com clientes, empregados, fornecedores, concorrentes, acionistas, governo e comunidades – as chamadas “partes interessadas” – visando o desenvolvimento de negócios sustentáveis.  Responsabilidade Social Empresarial
Duas abordagens Necessidade Assistencialismo Compensação Efetivação de Direitos Sustentabilidade Autonomia Responsabilidade Social Empresarial Respeitar Ajudar
Público O modelo ético organizacional tem origem na ética da responsabilidade com relação aos diferentes  stakeholders .
Empresa Sustentabilidade Transparência Ética Público Comunidade Acionistas Fornecedores Sociedade/ Governo Consumidores Público interno Meio Ambiente
Transparência Determinação de uma organização de permitir que toda e qualquer conduta sua possa ser integralmente registrada, verificada, analisada e submetida a um juízo de valor sob a perspectiva ética.
Equidade intergeneracional: a sustentabilidade só é verdadeira se ela for deixada como herança para as próximas gerações. Três áreas interdependentes: social, econômica e ambiental. Capacidade de continuidade no longo prazo. Sustentabilidade
A sustentabilidade é ... Uma questão de toda a Sociedade. A transformação da realidade atual e a busca de uma vida COM qualidade, passa pela atuação articulada de TODOS os agentes sociais: Governo Empresas Cidadãos 3º Setor GOVERNANÇA SOCIAL
Iniciativas: Que preconizam o desenvolvimento de negócios sustentáveis De caráter voluntário Voltada aos seus diferentes públicos Focalizadas nas dimensão ética de suas relações com esse públicos, bem como na qualidade dos impactos da empresa sobre a sociedade e o meio ambiente. Responsabilidade Social Empresarial
Ao buscar : A ética e transparência em seus negócios; O aprimoramento das relações com as partes interessadas a qualidade de seus impactos sobre a sociedade e o meio ambiente. A empresa : Fortalece sua imagem; Tem capacidade de atrair e reter talentos; Pavimenta o caminho para a sua competitividade  Responsabilidade Social Empresarial
A empresa tem: Maior comprometimento e lealdade dos empregados, que passam a se identificar melhor com a empresa. Maior aceitação pelos clientes, que cada dia se tornam mais exigentes.  Maior facilidade de acesso a financiamento, pois é real a tendência de os fundos de investimentos passarem a financiar apenas empresas socialmente responsáveis. Contribuição para sua legitimidade perante o Estado e a sociedade. Responsabilidade Social Empresarial
Em Resumo: Conquista e fidelização dos clientes. Ambiente de trabalho positivo. Controle e redução de custos. Acesso ao mercado externo. Acesso ao crédito. Responsabilidade Social Empresarial
Em Resumo: RSE pode ser entendida como: Um atributo ético Um comportamento empresarial Um modelo de gestão  Estas três dimensões viabilizam o exercício da cidadania empresarial Responsabilidade Social Empresarial
Qualquer atividade realizada para atender às comunidades nas áreas de assistência social, alimentação, saúde, educação, meio ambiente e desenvolvimento comunitário, excetuando-se, as atividades geradas por obrigação legal”(IPEA, 2002). Ação Social
É basicamente uma ação social externa da empresa, que tem como beneficiária principal a comunidade em suas diversas formas (conselhos comunitários, organizações não-governamentais, associações comunitárias etc.) e organizações. Filantropia
É basicamente uma ação social externa da empresa, que tem como beneficiária principal a comunidade em suas diversas formas (conselhos comunitários, organizações não-governamentais, associações comunitárias etc.) e organizações. Filantropia
“ É a ação social voluntária da empresa na comunidade, realizada de forma pontual, pouco profissional, pouco planejada e com pequeno impacto de mudança da realidade daqueles que são beneficiados”(MOSTARDEIRO). Filantropia Empresarial
É o repasse voluntário de recursos privados de forma planejada, monitorada e sistemática para projetos sociais, ambientais e/ou culturais de interesse público. A preocupação com o planejamento, o monitoramento e a avaliação dos projetos é intrínseca ao conceito de investimento social privado e um dos elementos fundamentais na diferenciação entre essa prática e as ações de filantropia empresarial. Investimento Social Privado
Mitos sobre RSE Mito n o  1: Custa caro ser uma empresa socialmente responsável. Mito n o  2: Para ser socialmente responsável, é necessário ser uma grande empresa. Mito n o  3: Para que as empresas sejam socialmente responsáveis, é necessário que elas constituam institutos ou fundações. Mito n o  4: A empresa está assumindo um papel que é do governo.
Os Três Pilares da Sustentabilidade Sustentabilidade Social Cidadania Geração de Emprego Engajamento das  parte interessadas Ambiental Preservação de recursos naturais Eco-Eficiência Energia renovável Econômico Maximização do retorno do capital do Investidor Empreendedor Lucratividade no longo prazo
Os Três Pilares da Sustentabilidade Responsabilidade econômica Gerar riqueza, tendo como base valores e práticas universais. Responsabilidade social Dar respostas às demandas sociais, seguindo valores e pautas de comportamento responsáveis. Responsabilidade ambiental  Respeitar e cuidar o entorno natural, promovendo modelos de desenvolvimento sustentável.
O que Significa ser uma empresa sustentável? “ Para continuar gerando valor para a sociedade em bases sustentáveis, as empresas precisam ser rentáveis”. Economicamente responsável (Eficiência, produtividade e rentabilidade) Legalmente Responsáveis (relações contratuais) Ambientalmente Responsáveis Co-Responsáveis pelo Todo (influência direta)
O Desenvolvimento Sustentável Para que o crescimento econômico signifique  bem estar   coletivo , deve haver simultaneamente equidade social e equilíbrio ambiental. Eficiência  Econômica Melhoria da Equidade + Equidade Social Fortalecimento da Democracia Equilíbrio Ambiental + Preservação dos equilíbrios do meio ambiente
Promotores do Desenvolvimento social, do Equilíbrio ambiental e do Crescimento Econômico  Capital Humano Capital Social Capital Natural Capital Físico Capital Cultural O Desenvolvimento Sustentável Eficiência  Econômica Equidade Social Equilíbrio Ambiental
Recursos naturais e biológicos que podem ser aproveitados nos processos econômicos. Capital Natural Exemplos: Campanhas de educação ambiental Consumo consciente dos recursos naturais Coleta seletiva Política ambiental na gestão de fornecedores.
Habilidade, nível de conhecimento, treinamento e educação de um grupo e a capacidade de produção de cada indivíduo. Capital Humano Exemplos: Programa de alfabetização e formação continuada Programas motivacionais Plano de carreira Plano de cargos e salários Treinamentos e capacitações.
Confiança interpessoal, capacidade de associatividade e de cooperação social, participação organizada da sociedade consciência cívica com respeito às normas e ética nas relações. Capital Social Exemplos: Relação com entidades sindicais Mobilidade dos colaboradores para ações em prol das comunidades Engajar parceiros nos projetos sociais da empresa.
Capital construído pelo homem e constituído de obras de infra-estrutura, maquinários, ferramentas e equipamentos. Capital Físico Exemplos: Boas instalações no ambiente de trabalho Equipamento e materiais adequados para se trabalhar.
Identidade da empresa, definida por seus valores, princípios, formas de gestão e de comunicação. Capital Cultural Exemplos: Respeito a crenças e valores de cada empregado Criação de código de ética e conduta Eventos de confraternização.
Os Públicos e os Temas Interno - Empregados: Gestão participativa Igualdade de oportunidades (sexo, etnia, idade, necessidades especiais) Saúde e segurança dos colaboradores Promoção da empregabilidade Desenvolvimento de competências Salários e benefícios adequados Ambiente de trabalho saudável Liberdade de associação a sindicatos e agremiações de trabalhadores Respeito aos direitos humanos no ambiente de trabalho
Clientes: Satisfação em todos os momentos de interação Segurança e qualidade dos produtos e serviços Qualidade dos serviços e do atendimento pré e pós-venda Consulta e envolvimento em decisões que os afetem Educação dos consumidores Os Públicos e os Temas
Fornecedores e Parceiros de Negócios: Uso de critérios transparentes de Responsabilidade Social e Ambiental na escolha de fornecedores e parceiros de negócios Cumprimento rigoroso de todas as obrigações contratuais Uso adequado do poder de compra pelas empresas de grande porte, especialmente quando se tratar de fornecedores pequenos e com baixo poder de negociação, visando à construção de relações de confiança de parcerias de longo prazo Manter em dia o pagamento de todas as obrigações com fornecedores e parceiros de negócios Sempre que possível, dar preferência a fornecedores que gerem empregos e oportunidades para a economia local Os Públicos e os Temas
Concorrentes: Manter as práticas concorrenciais da empresa dentro de critérios eticamente responsáveis, não compactuando com qualquer forma de concorrência desleal. Apoiar os poderes constituídos e as entidades privadas no combate a todas as formas de concorrência desleal, inclusive a comercialização ilegal de produtos e a adulteração de marcas. Os Públicos e os Temas
Comunidade: Investimento Social Privado e/ou apoio a boas causas sociais Incentivo e suporte ao trabalho voluntário por parte dos colaboradores da empresa Participação em programas e projetos de geração de emprego e fortalecimento da economia local Parcerias com ONGs, apoiando suas iniciativas com recursos não necessariamente financeiros, como, por exemplo, capacitações ou consultoria nas áreas de planejamento, gestão e avaliação de projetos Os Públicos e os Temas
Governos: Cumprir todas as leis, normas e procedimentos que asseguram à empresa licença para operar, formalmente concedida pelos três níveis de governo (federal, estadual e municipal) Práticas anticorrupção e propina Liderança e influência social Os Públicos e os Temas
Meio Ambiente: Gestão ambiental Uso responsável de água e energia Tratamento de rejeitos e substâncias poluentes Reciclagem de materiais Racionalidade no uso de transporte Racionalidade no uso de embalagens Adesão a normas e padrões de certificação ambiental Educação ambiental na organização Os Públicos e os Temas
Acionistas: Respeito aos acionistas minoritários Diálogo Transparência Os Públicos e os Temas
Balanço Social Um instrumento para a transparência social O bjetiva divulgar informações e indicadores dos investimentos e das ações realizadas pelas empresas, concentrando-as em duas vertentes: interna - voltada para os colaboradores e trabalhadores terceirizados, dirigentes e gerentes;  externa - que compreende as relações da empresa com acionistas,fornecedores, consumidores, concorrentes, comunidades de entorno, governos, meio ambiente e a sociedade em geral. Modelos mais utilizados Ibase Instituto Ethos GRI.
O Como Implementar a RSE Prática da RSE Diagnóstico Indicadores Ethos de RSE Indicadores Ethos e Pacto Global Planejamento Localizador de Ferramentas Guia de compatibilidade de Ferramentas Implementação das ações de RSE Banco de Práticas Divulgação para os públicos de interesse, transparência e aprendizagem Guia de Elaboração de Balanço Social
Indicadores Ethos de RSE - 2010 Valores, Transparência e Governança: 1.1Auto-regulação da conduta 1.1.1 Compromissos éticos 1.1.2 Enraizamento na cultura organizacional 1.2.3 Governança corporativa 1.2 Relações transparentes com a sociedade 1.2.1 Relações com a concorrência 1.2.2 Diálogo e engajamento com as partes interessadas 1.2.3 Balanço social Caso: Avaliação da Responsabilidade Social
PÚBLICO INTERNO 2.1 Diálogo e participação 2.1.1 Relações com Sindicatos 2.1.2 Relação com Trabalhadores Terceirizados 2.1.3 Gestão Participativa 2.2 Respeito ao indivíduo 2.2.1 Compromisso com o futuro das crianças 2.2.2 Compromisso com o desenvolvimento infantil 2.2.3 Valorização da diversidade  2.2.4 Compromisso com a equidade racial 2.2.5 Compromisso com a equidade de gênero Indicadores Ethos de RSE - 2010
PÚBLICO INTERNO 2.2 Trabalho decente 2.2.1 Política de remuneração, benefícios e carreira 2.2.2 Cuidados com a saúde, segurança e condições de trabalho. 2.2.3 Compromisso com o desenvolvimento profissional e    empregabilidade. 2.2.4 Comportamento  frente a demissões. 2.2.5 Preparação para aposentadoria. MEIO AMBIENTE 3.1 Responsabilidade com as gerações futuras 3.1.1 Compromisso com a melhoria da qualidade ambiental. 3.1.2 Educação e conscientização ambiental. Indicadores Ethos de RSE - 2010
MEIO AMBIENTE 3.2 Gerenciamento do impacto ambiental 3.2.1 Gerenciamento do impacto no meio ambiente e do ciclo de vida de produtos e serviços. 3.2.2 Sustentabilidade da economia florestal. 3.2.3 Minimização de entradas e saídas de materiais. FORNECEDORES 4.1 Seleção, avaliação e parceria com fornecedores 4.1.1 Critérios de seleção e avaliação de fornecedores. 4.1.2 Trabalho infantil na cadeia produtiva. 4.1.3 Trabalho forçado (ou análogo ao escravo) na cadeia    produtiva. 4.1.4 Apoio ao desenvolvimento dos fornecedores. Indicadores Ethos de RSE - 2010
CONSUMIDORES E CLIENTES 5.1 Dimensão social do consumo 5.1.1 Política de comunicação comercial. 5.1.2 Excelência do atendimento. 5.1.3 Conhecimento e gerenciamento do danos potenciais dos produtos e serviços. COMUNIDADE 6.1 Relações com a comunidade local 6.1.1 Gerenciamento do impacto da empresa na comunidade do    entorno. 6.1.2 Relações com as organizações locais. Indicadores Ethos de RSE - 2010
COMUNIDADE 6.2  Ação social 6.2.1 Financiamento da ação social. 6.2.2 Envolvimento com a ação social. GOVERNO E SOCIEDADE 7.1 Transparência e política 7.1.1 Contribuições para campanhas políticas. 7.1.2 Construção da cidadania pelas empresas. 7.1.3 Práticas anticorrupção e antipropina. Indicadores Ethos de RSE - 2010
GOVERNO E SOCIEDADE 7.2 Liderança Social 7.2.1 Liderança e influência social 7.2.2 Participação em projetos sociais governamentais. Indicadores Ethos de RSE - 2010
Prática da RSE Publico Interno: Programa SER SERASA – Gestão Participativa Garante a participação de todos os empregados no processo de planejamento da empresa. Coleta e sistematização de sugestões individuais. Sessões de trabalho por área da empresa (Projeto RenaSER) Reuniões anuais com os líderes da empresa.
Fornecedores: Avon: SA 8000 para fornecedores também Consciente do seu papel social com seus funcionários, a Avon adota uma política de responsabilidade social que é balizada nos padrões previstos em órgãos internacionais de respeito aos direitos humanos e do trabalhador. Além de receber o certificados SA 8000, a empresa considera que esse compromisso com a SA 8000 seja estendido a toda sua cadeia produtiva.  Prática da RSE
Cliente e Consumidor: Grupo Pão de Açúcar Para fornecer melhores informações aos clientes, disponibilizou em seus supermercados o serviço de uma pesquisadora que os auxilia a realizar uma compra mais vantajosa e criou uma seção especialmente destinada à alimentos dietéticos e orgânicos na qual o cliente conta com orientação de uma nutricionista. Prática da RSE
Governo e Sociedade: Philips do Brasil A Philips e mais 49 empresas, em parceira com o Instituto Ayrton Senna e com o governo de Pernambuco desenvolve um amplo e profundo trabalho voltado a estudantes de ensino fundamental de PE. Prática da RSE
Comunidade: Camiceira Romanato Capacitação de jovens com problemas comportamentais para criarem desenhos para as estampas das camisas e um percentual da venda é revertido ao programa. Prática da RSE
Meio Ambiente: Yazigi – Educação ambiental Sensibiliza seus alunos para o consumo consciente de recursos naturais por meio da formação de professores como agente multiplicadores. Prática da RSE
Fornecedor: PROCEM Um programa integrado criado pelo Programa de Desenvolvimento de Fornecedores do Maranhão (PDF) em 2002, que representa uma ação conjunta das principais empresas instaladas no Maranhão, para qualificar e desenvolver seus fornecedores. Atualmente o programa conta como parceiros, o Governo do Estado, SEBRAE, SENAI, as grandes empresas compradoras Alumar, Vale, Eletronorte, Cemar, Renosa e Transpetro, além das empresas fornecedoras e entidades de classes. Tem como principal objetivo estabelecer e implementar de um modo integrado o desenvolvimento e qualificação de fornecedores das grandes empresas instaladas no Estado do Maranhão, a partir da definição de requisitos que caracterizem um fornecedor qualificado . Prática da RSE
Internalizar a RSE como parte integrante do negócio: faz parte da cultura organizacional. compromisso de todos e de longo prazo: expressa os valores éticos da empresa. Compreensão de todos que a RSE possa trazer uma vantagem competitiva: é bom para o negócio. Visão de longo prazo: processo progressivo e permanente.  Transversalidade: não é um novo departamento. Integrar todas as áreas da empresa: política corporativa. Capacidade de monitorar e avaliar o processo de maneira permanente: processo contínuo e aperfeiçoamento. Desafios e Possibilidades da RSE
Pressupõe profissionais habilitados para atuar na área (cursos de formação específica, inclusão da temática nos currículos de graduação, etc.) Pressupõe planejamento estratégico e situacional Pressupõe diferenciar ação de RSE e marketing institucional Pressupõe investimento social (o social é visto como gasto?) Pressupõe a atuação no social de forma equivalente ao negócio da organização Desafios e Possibilidades da RSE
Exercícios
Exercício 1: Pré-Curso Pesquise e Responda: O que é Responsabilidade social empresarial? qual a diferença entre filantropia e investimento social privado? O que são  Stakeholders? Como a ética se relaciona com a responsabilidade social? É possível ser socialmente responsável mesmo tendo problemas em alguma área da empresa? Quais são as vantagens da empresa que adota políticas e práticas de responsabilidade social? Em quais áreas a empresa pode desenvolver projetos de responsabilidade social? Para quais aspectos da responsabilidade social já existem certificações? Existe alguma certificação específica que atenda integralmente às atividades da responsabilidade social?
Qual sua filiação Ética Para as alternativas relativas ao roubo e à mentira, marque, respectivamente, uma que está relacionada diretamente com o seu modo de pensar em relação à Ética. Exercício 2
Você é Ético? Para cada uma das 30 questões, marque se você discorda, discorda parcialmente ou concorda com a afirmativa. Depois tabule e veja o seu perfil conforme formulário anexo.  Exercício 3
Resenha Crítica Leia o artigo “Matriz da Virtude: cálculo do retorno sobre a responsabilidade social das empresas” de  Roger L. Martin.  Faça uma resenha crítica destacando as principais conclusões, pontos fortes e pontos fracos do artigo. Preparar-se para o debate em sala de aula.  Exercício 4
Baseado nos exemplos anteriores, cite temas e/ou programas de empresas locais que expressam a responsabilidade social por público: Interno Clientes / Consumidores Fornecedores Governo e Sociedade Meio Ambiente Exercício 5
Após a leitura do texto anexo, reúnam-se em grupos de cinco alunos, no máximo, e discutam primeiro: o que é então, de fato, responsabilidade social? A partir disso, discutam como isso se apresenta na realidade da maioria das empresas atualmente: como responsabilidade social de fato ou simplesmente como forma de propaganda?  Por último, escrevam um texto com formato de artigo de jornal, com no mínimo uma lauda e no máximo duas. Vocês devem explorar neste texto as suas opiniões acerca da problemática, tendo em mente uma visão empresarial socialmente responsável, de fato. Exercício 6
Normas e Certificações  em RSE
SA 8000 (Social Accountability) – Norma de Responsabilidade Social
SA 8000 (Social Accountability)  A  SA 8000 trata especialmente do ambiente de trabalho.
  Órgão de Acreditação: SAI - Social Accountability International ; A norma foi criada em 1997 e revisada em 2001 e 2008; Foco nas pessoas e no ambiente interno de trabalho; A SA 8000 não está associada a Ações Comunitárias ou Voluntariado. SA 8000 (Social Accountability)
1. Trabalho Infantil 2. Trabalho Forçado e compulsório 3. Saúde e Segurança 4. Liberdade de Associação e Direito a Negociação Coletiva 5. Discriminação 6. Práticas Disciplinares 7. Horário de Trabalho 8. Remuneração 9. Sistema de Gestão SA 8000 - Requisitos
Diferença entre  Trabalhador Infantil  X  Trabalhador Jovem : Trabalhador Infantil:  toda criança com idade inferior a 16 anos Trabalhador Jovem:  pessoa com idade entre 16 e 18 anos Ação  de  Reparação para trabalhadores infantis; As horas combinadas entre transporte, período escolar e o horário de trabalho não podem exceder 10 horas. O trabalhador jovem não poderá trabalhar em horário noturno A empresa  não  deve se envolver com ou apoiar a utilização de  trabalho infantil.   Trabalho Infantil
Lista de verificação: Cumprimento das exigências definidas por lei para trabalhadores menores  de 18 anos; Diretrizes gerais para os tipos de condições de trabalho dos menores de 18 anos ; Cumprimento da combinação de horas (escola + transporte + trabalho); Crianças ou trabalhadores jovens expostos a situações perigosas, inseguras  ou insalubres (dentro ou fora do trabalho). Trabalho Infantil
Exemplos: Contratação de crianças por tempo total, interrompendo seus estudos secundários; A empresa não possui fornecedor/contratada que utiliza trabalho infantil. Trabalho Infantil
Todo trabalho compulsório ou realizado sob ameaça é  absolutamente proibido; Esclarecer previamente as condições de trabalho de seus empregados durante o período de contratação ; Considerando seu raio de influência, a empresa precisa combater práticas de trabalho forçado na sua cadeia de fornecedores  e sub-fornecedores. A empresa não deve se envolver com ou apoiar a utilização de trabalho forçado ou compulsório Trabalho Forçado e Compulsório
Lista de verificação: A contratação está vinculada a subornos ou espécie de depósito; Existe algum sistema de crédito ou empréstimo gerenciado pela empresa? Ele é administrado de forma transparente e justa? Liberdade de ir e vir no ambiente de trabalho; Existe   retenção  de  documentos originais durante o processo de ação? Trabalho Forçado e Compulsório
Exemplos: Empregados seguem ordens de superiores sob ameaças de serem despedidos; Regime de trabalho adotado nas fazendas; Presença de guardas para “vigiar” o trabalho dos empregados. Trabalho Forçado e Compulsório
A empresa, tendo em mente os conhecimentos  correntes  de seu  ramo de atividade  e  quaisquer  riscos  de  acidente  específicos, deverá  proporcionar um ambiente de trabalho  seguro  e  saudável a todos os seus colaboradores.   Assegurar que todos os funcionários recebam  treinamento regular  e  documentado , incluindo os novos colaboradores; Estabelecer sistemas para detectar, evitar ou reagir ameaças potenciais à saúde e segurança de todos os funcionários ; Assegurar o fornecimento de instalações limpas e seguras, e acesso a água potável para todos os colaboradores. Saúde e Segurança PCMSO – Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional (NR – 07) PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais ( NR – 09)
Lista de verificação: Existe Programa e/ou procedimento documentado de saúde e segurança no ambiente de trabalho?  Estes procedimentos são comunicados e compreendidos pelos  trabalhadores? Todos  os acidentes ocorridos na empresa estão sendo devidamente reportados? São elaborados relatórios destes acidentes? Estão sendo traçados planos de ação para eliminar riscos potenciais de  saúde e segurança? A área está devidamente sinalizada quanto aos riscos presentes?  A área está devidamente sinalizada quanto a necessidade de uso de EPI’S? Existem medidas para assegurar o uso destes? Saúde e Segurança
Exemplos: Teste de potabilidade da água; Uso de EPI’s; Saídas de emergência de fácil acesso, desobstruídas e sinalizadas. Saúde e Segurança
Direito a Negociação Coletiva por parte dos empregados; Livre acesso do sindicato às instalações da empresa e aos seus membros ; Tratamento igual aos membros do sindicato, sem discriminação. A empresa  deverá  respeitar o direito de todos os empregados de formarem e associarem-se  ao  sindicato que representam sua categoria.  Liberdade de Associação e Direito a Negociação Coletiva
Lista de verificação: Barreiras contra o direito de organizar e associar-se ao sindicato que os representa; O sindicato é reconhecido nas negociações coletivas ; Acesso do sindicato às instalações da empresa; Discriminação contra membros dos sindicatos no local de trabalho; Medidas adotadas pela empresa durante manifestações de caráter  organizativo, paralisações ou greves. Liberdade de Associação e Direito a Negociação Coletiva
Exemplos: Empresa interfere na opção dos empregados de se associarem ao sindicato de sua categoria ; Membros dos sindicatos são discriminados no ambiente de trabalho; Membros do sindicato não são promovidos; Empregados são ameaçados de demissão em casos de paralisações e greves. Liberdade de Associação e Direito a Negociação Coletiva
Discriminação A empresa  não  deve  se envolver ou apoiar a   discriminação.   Oportunidades iguais para todos de: contratação, remuneração, acesso a treinamento, promoção, encerramento de contrato ou aposentadoria; Nenhuma discriminação com base em raça, classe social, nacionalidade, religião, deficiência, sexo, orientação sexual, associação a sindicato ou afiliação política, ou idade ; Comportamento sexualmente coercitivo, ameaçador, abusivo ou explorativo não é tolerado.
Lista de verificação: Procedimentos implantados para prevenir quaisquer formas de discriminação; Utilização de mecanismos para os empregados reportarem comportamentos discriminatórios ; Justificativas/critérios adotados durante a contratação, promoção, remuneração e acesso a treinamento estão registrados. Discriminação
Exemplos: Anúncios de recrutamento com restrição dos candidatos por sexo, raça, cor, deficiência física etc; Mulheres são obrigadas a fazer teste de gravidez antes de efetivar a contratação; Restrição para expressar credo religioso ; Privilégios unilaterais no ambiente de trabalho (benefícios para grupos isolados);  “ Peixes do chefe”. Discriminação
A empresa não   deverá se envolver ou tolerar a utilização de punição corporal, mental ou coerção física e abuso verbal das pessoas . Práticas Disciplinares
Lista de verificação: Evidências de punições corporais; Evidências de maus tratos físicos ou insultos verbais de coerção física/mental ; Utilização de mecanismos para relatar práticas disciplinares. Práticas Disciplinares
Exemplos: O empregado é obrigado a pagar ferramentas danificadas ou perdidas (vale a Convenção Coletiva); Falta de respeito na relação com os subordinados durante o processo disciplinar; Insultos verbais: palavrões; Ridicularizar o empregado na frente do grupo devido a uma falha. Práticas Disciplinares
Horário de Trabalho A empresa deverá  cumprir a Legislação aplicável.   A jornada de trabalho não pode exceder 48 horas semanais (44 no Brasil); Assegurar 1 (um) dia de descanso a cada 7 (sete) dias de trabalho ; A realização de trabalho extra deve ser de forma voluntária e devidamente remunerada; As horas extras não podem ultrapassar 2 horas diárias ou 12 horas  semanais (não é cumulativo: os valores são para uma semana de trabalho); Hora extra deve ser realizada apenas em circunstâncias excepcionais; Pagamento de hora extra de acordo com a Convenção Coletiva; O controle de hora extra deverá ser empregado por empregado.
Lista de verificação: Obediência às exigências legais e ao Acordo ou  Convenção Coletiva quanto a jornada de trabalho; Volume de horas extras praticadas (checar cartão de ponto) e seu efetivo pagamento; Detalhes da hora extra praticada no boleto, Holerite, contra-cheque etc.  Descanso semanal;  Voluntariedade dos empregados para praticar trabalho extra; % de incidentes ocasionados por fadiga/cansaço (checar registro de  incidentes e suas causas). Horário de Trabalho
Exemplos: Jornada de Trabalho A empresa disponibiliza transporte -  horas após o fim da jornada, obrigando o empregado a trabalhar mais por falta de opção para retornar para o lar; Empregados que não praticam hora extra são “marcados”; A jornada de trabalho definida pela empresa atende aos aspectos legais da convenção coletiva e legislação trabalhista.
O salário base deve suprir as necessidades básicas (alimentação e moradia) de seus empregados e ainda gerar alguma renda extra. Apresentar demonstrativo de pagamento detalhando composição dos salários, benefícios e deduções; Deduções salariais não podem ser aplicadas em virtude de medidas disciplinares ; Coibir os arranjos de contrato e esquemas de falso aprendizado. Remuneração
Lista de verificação: Comprovar se o salário é compatível com as necessidades básicas dos  empregados (considerar o piso da categoria como base); Freqüência e método do pagamento (boleto, contra-cheque, Holerite,  cheque etc.); Deduções salariais não são utilizadas como medida disciplinar; Compreensão da composição do salário, benefícios e deduções por parte dos empregados. Remuneração
Exemplos: Práticas de remuneração não compatíveis com o trabalho dos empregados e mercado local; Empregados que fazem o mesmo trabalho são remunerados de forma diferente sem justificativa clara; As deduções são feitas mas não são discriminadas de forma que o empregado consiga entender. Remuneração
A Alta gerência deverá definir a política da empresa quanto a responsabilidade social e as relações de trabalho, que inclua: Compromisso de conformidade com todos os requisitos da SA 8000; Compromisso de observância à legislação e outras aplicáveis; Compromisso com a melhoria contínua; Seja documentada, implementada e mantida, comunicada e acessível  a  todas partes interessadas.   Sistema de Gestão
Análise crítica pela alta administração ; Representantes da empresa; Planejamento e implementação ; Controle de fornecedores; Tratamento das preocupações e tomada de medidas corretivas; Registros. Sistema de Gestão
Tópicos Importantes: Eleição do representante dos empregados; Desenvolvimento de sistema de comunicação entre os empregados e seu representante; Gerenciamento de Horas Extras ; Divulgação e comprometimento formal dos fornecedores; Representante dos empregados acompanha auditoria; Auditorias fora do horário administrativo; Sistema de Gestão
Tópicos Importantes: A auditoria externa desta norma é semestral – exceto para empresas que passem 2 auditorias consecutivas sem nenhuma não-conformidade; Auditoria por meio de entrevistas; Divulgação do Manual do Gestor ; Divulgação do Manual dos Empregados; Divulgação da Convenção Coletiva. Sistema de Gestão
Norma Brasileira de   Responsabilidade Social  NBR 16001:2004. Responsabilidade Social - Sistema da Gestão – Requisitos
“ Esta Norma foi redigida de forma a aplicar-se a  todos os tipos e portes de organizações  e para adequar-se a diferentes condições geográficas, culturais e sociais brasileiras. (...)  O sucesso do sistema depende do comprometimento de todos os níveis e funções,  especialmente da Alta Direção . “ NBR 16001: 2004
Responsabilidade Social Relação  ética  e transparente  da organização com todas as suas partes interessadas , visando o desenvolvimento sustentável . fornecedor sindicatos comunidade proprietários, acionistas, banqueiros Consumidor,  Cliente Público interno organização
SA 8000 x NBR 16001
NBR 16001 - Sumário Prefácio e Introdução 1 – Objetivos 2 – Definições 3 – Requisitos do sistema da gestão da responsabilidade social Anexo A – Bibliografia (referência bibliográfica e documentos  Bibliográficos) Anexo B – Outros termos
3.5 Requisitos de  documentação NBR 16001 - Requisitos Comprometimento da Alta Administração Política da RS 3.2 MELHORIA CONTÍNUA Recursos, regras,  responsabilidade e autoridade 3.3.4 Competência,  treinamento e  conscientização 3.4.1 Comunicação 3.4.2 Controle operacional 3.4.3 Manual do  SGRS 3.5.2 Controle  de documentos  3.5.3 Controle  de  registros 3.5.4 Monitoramento e medição 3.6.1 Avaliação  da  conformidade 3.6.2 Não-conformidade e AC e AP 4.6.3 Auditoria interna 3.6.4 Análise  pela Administração 3.3.5 Aspectos da RS 3.3.1 Requisitos legais e outros 3.3.2 Objetivos e metas 3.3.3 Programas 3.3.3 3.3 Planejamento 3.4 Implementação e Operação 3.6 Medição, análise e melhoria
Requisitos Gerais (3.1) > explicita a necessidade de “melhoria contínua” > não é possível a “exclusão” de requisitos da Norma, para efeito de certificação Entendendo a NBR 16001: 2004
Política da responsabilidade social (3.2) > ... consultando as partes interessadas > ... inclua o comprometimento com a promoção da ética e do desenvolvimento sustentável, com a melhoria contínua, prevenção de impactos adversos e atendimento à legislação > ... comunicada a todos que trabalham para ou em nome da organização Entendendo a NBR 16001: 2004
Organização (2.10) Consultando Assegurando Apropriada a natureza,  escala e impactos Comprometimento com: Ética Desenvolvimento sustentável Melhoria contínua Prevenção de impactos adversos Atendimento à legislação e outros Partes  Interessadas (2.11) Estrutura para  Objetivos e metas Documentada Implementada Mantida Comunicada Disponível p/ público Política de Responsabilidade Social (2.12) Política Entendendo a NBR 16001: 2004
3.3.1 Aspectos da RS 3.3.2 Requisitos legais e outros Requisitos  financeiros Visão das Partes interessadas Opções  tecnológicas Requisitos operacionais Requisitos comerciais Meio social e cultural Impactos Objetivos e  Metas de  RS PROGRAMAS Responsabilidades Meios  Prazos Planejamento Entendendo a NBR 16001: 2004
3.5.1  ... a documentação do SGRS deve incluir d)  procedimentos documentados, documentos e registros  (ver 3.5.4), definidos pela organização como sendo  necessários para assegurar o planejamento, a operação e o controle eficazes de seus processos  relacionados com a responsabilidade social Entendendo a NBR 16001: 2004
Aspectos da responsabilidade social (3.3.1) > ... identificar as partes interessadas e suas percepções, bem como os aspectos da responsabilidade social  > que possam ser controlados e sobre os quais presume-se que tenha influência > a fim de determinar aqueles que tenham, ou possam ter, impacto significativo, positivo ou negativo > “link” SGRS    aspectos (penúltimo parágrafo) Entendendo a NBR 16001: 2004
Requisitos legais e outros (3.3.2) > ... identificar e ter acesso à legislação aplicável a seus aspectos da responsabilidade social e outros requisitos pro ela subscritos > ... exemplos  de outros requisitos: Global Compact, Compromissos Empresa Amiga da Criança, ... Entendendo a NBR 16001: 2004
Objetivos, metas e programas (3.3.3) > ... devem ser considerados ... requisitos legais e outros; aspectos significativos; opções tecnológica; requisitos financeiros, operacionais e comerciais; meios sociais e culturais; visão das partes interessadas; e impactos decorrentes. Entendendo a NBR 16001: 2004
Objetivos, metas e programas (3.3.3) Contemplar, mas não se limitar a: boas práticas de governança; combate à pirataria, sonegação, fraude e corrupção; práticas leais de concorrência; direitos da criança e do adolescente, incluindo o combate ao trabalho infantil; direitos do trabalhador, incluindo o de livre associação, de negociação, a remuneração justa e benefícios básicos, bem como o combate ao trabalho forçado; promoção da diversidade e combate à discriminação; Entendendo a NBR 16001: 2004
Objetivos, metas e programas (3.3.3) Contemplar, mas não se limitar a: compromisso com o desenvolvimento profissional; promoção da saúde e segurança; promoção de padrões sustentáveis de desenvolvimento, produção, distribuição e consumo, contemplando fornecedores, prestadores de serviços e outros;  proteção ao meio ambiente e aos direitos das gerações futuras, e ações sociais de interesse público. Entendendo a NBR 16001: 2004
OBJETIVOS METAS PROGRAMAS Responsabilidades Meios Prazos POLITICA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL ASPECTOS DA RESPONSABILIDADE SOCIAL, IMPACTOS,  PERCEPÇÃO DAS PARTES INTERESSADAS, REQUISITOS LEGAIS E OUTROS Objetivos, metas e programas (3.3.3) Entendendo a NBR 16001: 2004
Recursos, regras, responsabilidade e autoridade (3.3.4) >  A alta administração deve assegurar a disponibilidade de recursos para estabelecer, implementar, manter e melhorar o SGRS.   >  Recursos abrangem: recursos humanos, qualificações, tecnologia, infra-estrutura e recursos financeiros Entendendo a NBR 16001: 2004
Recursos, regras, responsabilidade e autoridade (3.3.4) Representante da Alta Administração deve: > Assegurar que os requisitos do SGRS sejam estabelecidos, implementados e mantidos de acordo com a norma > Relatar à alta administração o desempenho do SGRS, para análise, como base para o aprimoramento do SGRS Entendendo a NBR 16001: 2004
Competência, treinamento e conscientização (3.4.1) > ... necessidades de treinamento associadas com seus aspectos e seu SGRS > ... fornecer treinamento ou adotar ações  > ... pessoas que trabalhem para a organização ou em seu nome estejam conscientes ... Entendendo a NBR 16001: 2004
Competência, treinamento e conscientização (3.4.1) a) da importância da conformidade com a política da RS, procedimentos e requisitos do SGRS; b) dos impactos significativos, reais e potenciais de suas atividades e dos benefícios ao meio ambiental, econômico e social resultantes da melhoria do seu desempenho pessoal; c) de suas funções e responsabilidades em atingir a conformidade com a política da RS, procedimentos e requisitos do SGRS; e d) das potenciais conseqüências da inobservância de procedimentos operacionais especificados. Entendendo a NBR 16001: 2004
Comunicação (3.4.2) Comunicação interna entre vários níveis e funções da organização; Recebimento, documentação e resposta às comunicações pertinentes das partes interessadas externas; e Elaboração e divulgação periódica de documento, envolvendo as partes interessadas, contendo no mínimo as informações relevantes sobre: SGRS; Objetivos e metas de responsabilidade social; e Ações e resultados da responsabilidade social. Entendendo a NBR 16001: 2004
Controle operacional (3.4.3) a)  Estabelecimento, implementação de procedimentos  documentados, quando a  ausência destes puder  levar a desvios em relação à política, objetivos e  metas da RS ; Definição de critérios operacionais nos procedimentos documentados, e Definição e revisão periódica de planos de contingência para as situações em que houver potencial de danos. Entendendo a NBR 16001: 2004
Estabelecimento, implementação de procedimentos documentados, quando a ausência destes puder levar a desvios em relação à política, objetivos e metas da RS “ k” linhas do 3.3.3 Documentados ou não, não pode haver desvios em relação à política, objetivos e metas ! Entendendo a NBR 16001: 2004
Requisitos de documentação]  Generalidades (3.5.1)   A documentação do SGRS deve incluir: Declarações documentadas da política, dos objetivos e metas de RS; Manual do SGRS; Procedimentos e registros requeridos por esta norma; e Outros procedimentos, documentos e registros definidos pela organização como necessários. Entendendo a NBR 16001: 2004
Manual do SGRS  (3.5.2) Deve incluir ... a )  Política da responsabilidade social, ou referência a esta; Objetivos e metas da responsabilidade social, ou referência a estes; Escopo do SGRS; Procedimentos requeridos pela Norma, ou referência a estes; e Descrição e interação dos elementos principais do SGRS. Entendendo a NBR 16001: 2004
Controle de documentos (3.5.3) Entendendo a NBR 16001: 2004
Controle de registros  (3.5.4) Entendendo a NBR 16001: 2004
D___________ C___________ com O ________ e M______ C__________ O__________ Monitoramento e medição (3.6.1)  > o monitoramento e medição tem 3 focos ... Entendendo a NBR 16001: 2004
3.3.2 3.6.2 I___________ e ter a_________  à legislação aplicável a seus aspectos ... A_________ p_______ do a___________ à legislação e demais requisitos ... Avaliação da conformidade (3.6.2) Entendendo a NBR 16001: 2004
Não-conformidade e ações corretiva e preventiva (3.6.3) Entendendo a NBR 16001: 2004
17. Análise pela Alta Administração (3.6.5)  As entradas devem incluir ... a)  resultados das auditorias internas do SGRS, das  avaliações da conformidade legal e demais avaliações; comunicação com as partes interessadas, incluindo sugestões e reclamações; desempenho da RS da organização; situação das ações corretivas e preventivas; acompanhamento das ações oriundas de análises anteriores; circunstâncias de mudanças, inclusive de requisitos legais e outros associados com os aspectos da RS; e recomendações para melhoria. Entendendo a NBR 16001: 2004
Norma Internacional de   Responsabilidade Social  ISO 26000 -  Responsabilidade Social
ISO 26000 agregará valor às iniciativas existentes para a responsabilidade social fornecendo orientação global com base em um consenso internacional entre especialistas representantes das principais partes interessadas e assim incentivar a aplicação as melhores práticas de responsabilidade social em todo o mundo. Não será certificável Previsão de publicação: ainda em 2010 A ISO 26000
Escopo 2 Termos, definições e abreviaturas 2.1 Termos e definições 2.2 Abreviaturas 3 A compreensão da responsabilidade social 3.1 A responsabilidade social das organizações: Histórico 3.2 Tendências atuais da responsabilidade social 3.3 Características da responsabilidade social 3.4 O Estado e a responsabilidade social 4 Princípios da responsabilidade social 4.1 Geral 4.2 Prestação de contas e responsabilidade 4.3 Transparência 4.4 Comportamento ético 4.5 Respeito pelos interesses das partes interessadas 4.6 Respeito pelo estado de direito 4.7 Respeito pelas normas internacionais de comportamento 4.8 Respeito pelos direitos humanos A ISO 26000 - Requisitos
5 Reconhecimento da responsabilidade social e engajamento das partes interessadas 5.1 Geral 5.2 Reconhecimento da responsabilidade social 5.3 Identificação e engajamento das partes interessadas 6 Orientações sobre temas centrais da responsabilidade social 6.1 Geral 6.2 Governança organizacional 6.3 Direitos humanos 6.4 Praticas trabalhistas 6.5 Meio ambiente 6.6 Praticas leais de operação 6.7 Questões relativas ao consumidor 6.8 Envolvimento com a comunidade e seu desenvolvimento A ISO 26000 - Requisitos
7 Orientações sobre a integração da responsabilidade social em toda a organização 7.1 Geral 7.2 Relação das características da organização com a responsabilidade social 7.3 Compreensão da responsabilidade social da organização 7.4 Praticas para integrar a responsabilidade social em toda a organização 7.5 Comunicação sobre responsabilidade social 7.6 Fortalecimento da credibilidade em relação a responsabilidade social 7.7 Analise e aprimoramento das ações e praticas da organização relativas a responsabilidade social 7.8 Iniciativas voluntarias de responsabilidade social A ISO 26000 - Requisitos
Muito Obrigado a Todos! Contatos [email_address]   [email_address] http://www.scribd.com/gerisval http://www.twitter.com/gerisval + 55 98 9114 4699 + 55 98 8844 0071 + 55 98 3246 2005

Ética e Responsabilidade Social

  • 1.
    Faculdade Atenas Maranhense– FAMA Especialização em Gestão Estratégica de Pessoas Disciplina Ética e Responsabilidade Social Prof. MSc. Gerisval Alves Pessoa Junho de 2010
  • 2.
    Como Usar Melhoro Nosso Tempo Atenção ao horário de início e término da aula e do intervalo Mantenha o foco na pessoa que está falando e solicite a palavra Dedicar este período exclusivamente ao aprendizado Esclareça suas dúvidas, mesmo que pareçam óbvias Conectar cada detalhe da disciplina com o seu trabalho/vida no dia-a-dia Participe! Aproveite! Desligar o celular ou colocar no vibracall ou silencioso Faça as ligações nos intervalos Escute com atenção, evitando conversas paralelas
  • 3.
    Sobre o FacilitadorMestre em Administração (FGV/Rio) Especialista em Engenharia da Qualidade (UEMA) Especialista em TQC (Tóquio / Japão) Químico Industrial (UFMA) Auditor Líder ISO 9000 e ISO 14000 Professor de Graduação e Pós-Graduação(FAMA) Coordenador dos Cursos de Pós-Graduação (FAMA): Gestão Estratégica da Qualidade Gestão Estratégica de Pessoas Gestão Ambiental Empresarial Gestão Estratégica de Serviços Instrutor Internacional de TPM ( Total Productivity Maintenance ) 25 Anos de experiência profissional
  • 4.
    Apresentação dos AlunosEntrevista em duplas (10 min) Nome: Empresa*: Função*: Conhecimento / Experiência Expectativas em relação à Disciplina Curiosidades * Caso trabalhe
  • 5.
    Ementa Ética evalores humano. Ética, moral e moral social. Teorias éticas. Dilemas éticos. Ética nos negócios e no trabalho. Código de ética. Responsabilidade socioambiental empresarial. A influência da partes interessadas e ética. Ação social, investimentos e projetos de responsabilidade socioambiental empresarial. Mercado e ação socioambiental empresarial contabilidade ambiental e balanço social. Normas e Certificação em RSE.
  • 6.
    Objetivos Geral Ofereceraos participantes uma introdução ao raciocínio fundamental, ao estabelecimento e à implementação de políticas, práticas, programas de ética e responsabilidade social empresarial (RSE).
  • 7.
    Objetivos Específicos Conheceras bases epistemológicas da Ética enquanto ciência que estuda a conduta humana. Compreensão dos princípios que regem a ética empresarial , analisando sua aplicação a casos reais. Conhecer os conceitos que podem ser usados para estabelecer as políticas e práticas de RSE, com o foco em competitividade sustentável.
  • 8.
    Conteúdo Programático Introdução1.1 Principiais problemas éticos 1.2 Condutas exemplares 1.3 Principais problemas 2. Ética e Ética empresarial 2.1 O que é ética 2.2 Ética empresarial 2.3 Questões éticas no mundo dos negócios 2.4 Importância e benefícios da Ética nos negócios 2.5 Filiação ética 2.6 Código de ética
  • 9.
    Conteúdo Programático 3.Responsabilidade Social Empresarial 3.1 Responsabilidade social empresarial, conceitos e histórico 3.2 Público e privado: a quem cabe a responsabilidade social 3.3 Desenvolvimento sustentável 3.4 Escopo das atividades e conteúdo da responsabilidade social 3.5 Desenvolvimento sustentável 3.6 Balanço Social 3.7 Como implementar a responsabilidade social 3.8 Indicadores de Responsabilidade Social 4. Normas e Certificações em RSE 4.1 A SA 8000:2008 4.2 A NBR 16001:2004 4.3 A ISO 26000
  • 10.
    Aulas expositivas: exposiçãodialogada; Trabalhos individuais; Formação de grupos; Pesquisas e trabalhos ( papers ) Debates e discussões; Aplicação de estudos de casos e exercícios práticos; Workshop Estratégia de Ensino
  • 11.
    Atividades Individuais emsala de aula .................20% Atividades grupais em sala de aula ....................... 15% Participação/Integração, Pontualidade e Assiduidade ...............................................................15% Trabalho final ( paper ) ...............................................40% Avaliação da Aprendizagem
  • 12.
    ASHLEY, Patricia Almeida(coord.). Ética e responsabilidade social nos negócios. 2ª ed. São Paulo: Saraiva, 2005. BARBIERI, J. C e CAJAZEIRAS, Jorge E. R. Responsabilidade social empresarial e empresa sustentável : da teoria a prática. São Paulo: Saraiva, 2009. CALMON, Joana. Conduta exemplar. Revista Exame . São Paulo: Editora Abril, Ed. 1.699, 9 mai 2001. CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia . 13a.ed. São Paulo: Ática, 2003. CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA. Responsabilidade social empresarial . Brasília: CNI, 2006. Ética e Governo . Disponível em < www.tce.ba.gov.br/eventos/etica_serv_pub_instrut_.ppt >. Acesso em 20 de julho de 2006. Referências
  • 13.
    Ética no serviçopúblico : alguns pontos fundamentais. Disponível em;: < www.planalto.gov.br/.../Cursos%20CEP/Multiplicadores/2005/Transparências%20do%20curso%20Multiplicadores.ppt > Acesso em 20 de julho de 2006. FERREL, O.C . Ética Empresarial : dilemas, decisões e casos / O.C. Ferrel, John Fraedrich,. Linda Ferrel Rio de Janeiro: Ed. Reichmann & Affonso, 2004. INSTITUTO DE CIDADANIA EMPRESARIA-MA. Liderar-se . Módulo I – Sustentabilidade e ética, IDIS, 2006. ___. Módulo II – Responsabilidade social empresarial, IDIS, 2006. INSTITUTO ETHOS . http://www.uniethos.org.br Referências
  • 14.
    ___. Gestãode Projetos com Responsabilidade Social. São Paulo: UniEthos, mar. 2005. Disponível em: < www.uniethos.org.br/_Uniethos/Documents/UFPR-PMI%20%20RSEDS_final.ppt >. Acesso em 15 de julho de 2006. LACOMBE, F. Administração – Princípios e Tendências . (suplementos – cap. 03). São Paulo: Saraiva, 2005. MAXIMIANO, A. C. A. Teoria Geral da Administração: d a revolução urbana à revolução digital. 4ª ed. rev. e atualiz. São Paulo: Atlas, 2004. MIRANDA , Lossian B. B. Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal . Disponível em < www.cefetpi.br/noticias/encontro_educacional2005/Codigo_de_Etica_Prof_do_Servidor_Publico.ppt > . Acesso em 10 de julho, 2006. Referências
  • 15.
    PASSOS, Elizete. Éticas nas Organizações . São Paulo: Atlas, 2004. PESSOA, Gerisval Alves, et al. Curso Liderar-se . Módulo VI – Normas e certificações em responsabilidade social, ICE/MA, 2006. PESSOA, Gerisval Alves . Responsabilidade social de empresas (RSE), Revista FAMA, São Luís: EDFAMA, v. 1, n. 1, p. 126-131, 2007. ___. Práticas Gerenciais de Responsabilidade Social de Empresas e Desenvolvimento Sustentável. Disponível em< http://www.administradores.com.br/artigos/praticas_gerenciais_de_responsabilidade_social_de_empresas_e_desenvolvimento_sustentavel/13671/ > Acesso em 01 de abril de 2008. Referências
  • 16.
    REVISTA DESAFIOS DODESENVOLVIMENTO . Brasília: IPEA. Disponível em:< http://desafios.ipea.gov.br/default.jsp >. Acesso em 01de abril de 2008. RODRIGUEZ, Martius V. R. Ética e Responsabilidade Social nas Empresas . Rio de Janeiro: 2005 (Havard Business Review) THIRY-CHERQUES, Hermano Roberto, Estratégia empresarial e dilemas éticos . Rio de Janeiro: FGV, 1997. THIRY-CHERQUES, Hermano Roberto (2003), &quot;Responsabilidade Moral e Identidade Empresarial&quot;, Revista de Administração Contemporânea , Edição Especial. Referências
  • 17.
  • 18.
    Segundo especialistas, sóas empresas transparentes sobrevivem no mercado Conduta Exemplar
  • 19.
    Crescimento populacional UrbanizaçãoInovações tecnológicas Economia e Sociedade Global Novos padrões de consumo Disseminação das informações em tempo real Maior interdependência Os Desafios do Século XXI
  • 20.
    Grande Desigualdade SocialModelo de Desenvolvimento Insustentável Aumento da pobreza Aumento da exclusão Escassez de recursos naturais Desequilíbrio ambiental Aplicação e gestão dos recursos públicos de forma ineficaz ou indevida Redução da participação do trabalho no processo produtivo Crise de credibilidade das organizações Problemas Centrais
  • 21.
  • 22.
    O que éÉtica? Por que Ética nos Negócios? Ética nos Negócios Benefícios da Ética nos Negócios Podemos associar o sucesso ou fracasso de uma organização ao seu comportamento ético? Questões a serem respondidas
  • 23.
    É a peçacentral das regras sociais. Ética ...
  • 24.
    Ética ... Todoagir que não se orienta por princípios é cego. Torna-se imprescindível a busca de uma reflexão que oriente nossa ação.
  • 25.
    Você pode substituiruma matéria prima ou embalagem do produto cuja operação você está gerenciando por uma evidentemente mais barata, mas mais poluidora do meio ambiente. Você substitui? Você está gerenciando uma empresa que tem um novo produto (um carro) pronto, o pátio de seus concessionários cheio, apenas aguardando a data de lançamento, daqui a alguns dias. Na véspera do dia do lançamento, um funcionário da engenharia descobre que houve um erro de dimensionamento em um rolamento das rodas dianteiras que vai provavelmente repercutir em uma vida útil de 8 meses do rolamento em vez dos esperados 3 anos. Você suspende o lançamento? Comportamento ético ...
  • 26.
    Princípios morais quegovernam as ações e decisões de um indivíduo ou grupo e que servem de diretrizes para orientar a prática e para se agir com correção e equidade ao se defrontar com dilemas morais. É uma tentativa de separar o certo do errado; um estudo dos juízos para apreciar a conduta humana do ponto de vista do bem e do mal . É a investigação geral sobre aquilo que é bom. O que é ética?
  • 27.
    Conjunto de padrõesmorais que orientam o comportamento no mundo dos negócios. O que é ética?
  • 28.
    Promover a Ética- promover o conhecimento e a observância do padrão. Gerir a Ética - criar as condições institucionais adequadas para a efetiva implantação desse padrão. O que é ética?
  • 29.
    A palavra Moraltem origem no latim - morus - significando os usos e costumes. Moral é o conjunto das normas para o agir específico ou concreto. A Moral está contida nos códigos, que tendem a regulamentar o agir das pessoas. Tudo aquilo que é da dimensão do dever, da obrigatoriedade. Não há sociedade saudável sem regras! O que é Moral?
  • 30.
    Relação entre Ética,a Moral e o Direito Ética Moral Direito Justificativa Norma por Adesão Regra Obrigatória Ação
  • 31.
    Por que aética está em evidência? Desencanto: não cremos naquilo que gostaríamos de crer [religião, tradição, horóscopo] Democratização: transparência & evidenciação Descrédito dos políticos e governantes Novos relacionamentos: globalização, novas formas de organização, novas formas de trabalho Economicidade das organizações; custos de controle; imagem
  • 32.
    Problemas do dia-a-dia!Devo avisar ao meu chefe que seu subordinado, meu amigo, usa o tempo do expediente para vender trabalhos artesanais aos colegas? Devo dizer sempre a verdade? Há ocasiões em que é preferível mentir? Quais? Tenho o direito de atirar num suspeito que se aproxima de mim à noite em lugar perigoso antes de ser agredido? Devo cumprir uma ordem que não me parece eticamente correta, ou é preferível arriscar meu conceito na empresa, ou mesmo meu emprego? Posso usar no meu produto matérias primas de baixa qualidade, com a finalidade de baixar o custo, quando o risco de ser descoberto é remoto e os malefícios aos consumidores pequenos?
  • 33.
    Posso usar otempo de expediente na empresa numa situação de emergência para obter ganhos monetários adicionais? Devo avisar ao chefe que meu colega e amigo não é competente ou “não veste a camisa” da empresa? Posso empregar um amigo na empresa, mesmo sendo ele competente, mas não o mais competente para a posição? Posso dar prioridade a investimentos na qualidade do produto em detrimento de investimentos na segurança dos empregados? Posso usar software pirata? Problemas do dia-a-dia!
  • 34.
    Posso vender semnota fiscal para assegurar a sobrevivência da empresa e o emprego de pessoas que me são leais? Posso vender sem nota fiscal para aumentar meus lucros, meus investimentos e criar novos empregos? Posso comprar sem nota fiscal para conseguir um abatimento no preço do produto? Posso promover um subordinado competente, embora não o mais competente para a posição na empresa porque ele me é leal? Porque é meu amigo? Posso distorcer um pouco a verdade para vender um produto quando os danos para o comprador são muito pequenos? Problemas do dia-a-dia!
  • 35.
    Posso usar naempresa que me emprega atualmente informações confidenciais que aprendi em emprego anterior e em relação aos quais não firmei nenhum compromisso de não utilizar em outra organização? Em que condições? Posso usar na empresa que me emprega atualmente informações confidenciais que aprendi num emprego anterior se isto for indispensável para a manutenção do meu emprego? Posso comprar num camelô, que visivelmente não está registrado e não paga imposto, a fim de obter um preço mais baixo? Problemas do dia-a-dia!
  • 36.
    Posso comprar numcamelô, que visivelmente não está registrado e não paga imposto, para conseguir um produto de que necessito e não posso obtê-lo de outra forma? Posso avançar o sinal vermelho à noite, em lugar perigoso, quando não vem nenhum carro na outra direção, mesmo que não haja sinal visível de perigo? Posso avançar o sinal vermelho de dia, em lugar pouco perigoso, quando não vem nenhum carro na outra direção e não há pedestres querendo atravessar a rua? Posso fazer campanha eleitoral por um amigo, que não parece ser bom candidato, mas vai me favorecer, embora respeitando a legislação? Problemas do dia-a-dia!
  • 37.
    Ações Não-Éticas naEmpresa Apossar-se de coisas que não lhe pertence Dizer coisas que sabe que não é verdade Dar ou permitir impressões falsas Comprar influência ou enganar-se em conflitos de interesse Esconder ou divulgar informação verdadeira Tomar vantagem que não lhe pertence Cometer comportamento pessoal impróprio Abusar de outra pessoa Permitir abuso da organização Violar regras.
  • 38.
    Nenhuma sociedade podesobreviver e progredir sem um conjunto de princípios e normas que defina o tipo de comportamento socialmente aceito como ético . “ Nenhuma sociedade pode sobreviver sem um código moral fundado sobre valores compreendidos, aceitos e respeitados pela maioria dos seus membros(Jacques Monod). Importância da Ética
  • 39.
    Benefícios de AtençãoExplícita com a Ética Preocupação com a gestão dos aspectos de ética tem melhorado a sociedade Em épocas turbulentas, uma empresa que tenha uma boa sensibilização e gestão sobre questões éticas pode mais facilmente manter uma postura moral; Programas que enfatizam explicitamente a ética nos negócios melhoram disposição para o trabalho de equipe, aumentando a abertura ao diálogo, integridade e sensação de comunidade, de valores compartilhados; Preocupações com a ética no trabalho apóiam crescimento e amadurecimento dos funcionários;
  • 40.
    Preocupações explícitas coma ética trabalham como seguro – princípios éticos elevados tendem a deixar a empresa menos sujeita a multas e processos; Empresas que promovem a ética tendem e ter boa imagem pública; Programas com base ética forte suportam o gerenciamento de valores associados à gestão operacional em vários programas. Benefícios de Atenção Explícita com a Ética
  • 41.
    Para que Ética?Os padrões são necessários para manter o mínimo de coesão e estabilidade na comunidade. No caso específico do serviço público, o padrão é requisito para garantir a confiança do público Existe uma relação entre a confiança depositada e a eficiência e eficácia do serviço prestado.
  • 42.
    Para que Ética?Significa a sobrevivência das organizações e o passaporte para a Sustentabilidade.
  • 43.
    Cultura e caráter bons Motivação e Intenção boas Processo e ações boas Resultos bons Seja bom, aja bem, faça bem! O que significa ser Ético?
  • 44.
    A primeira idéiado ético é o cuidado com o nosso ser e com os outros. A segunda idéia do ético é a consideração das pessoas. A terceira idéia é a da responsabilidade . Esta idéia parte do fato de que nossas ações têm conseqüências que podemos antever e sobre as quais, diante das ações que são de nossa escolha, temos responsabilidades. A responsabilidade tem de ser considerada especialmente em relação a danos ou outros efeitos negativos de tais ações. A quarta idéia ética é a de limites . São marcos que aparecem impostos às ações - individuais ou grupais - e que dizem que certas fronteiras não devem ser ultrapassadas, ou que certos atos devam ser realizados. (Luciano Zajdsnajder) Formas de Ser éticos
  • 45.
    A quinta idéiaé a da veracidade . A idéia de veracidade tem a ver com os limites, pois se trata de uma obrigação imposta pela realidade. Ser verdadeiro significa apresentar os fatos como ocorrem ou ocorreram e buscar interpretações e explicações para suas causas. A sexta idéia ética é a da liberdade . Ela se realiza nas diversas esferas: do íntimo, do privado e do público. A sétima idéia ética é a da leveza da vida e do festejar da vida. A leveza da vida significa que ela não pode ser levada inteiramente a sério. Formas de Ser éticos
  • 46.
    A - Ofurto é condenável porque:  - Há um principio ético universal que condena o furto  - As normas e hábitos socialmente aceitos condenam o furto  - A lei o proíbe  - Sabemos intuitivamente que furtar é errado  - Há um mandamento religioso contra o furto  - As conseqüências do ato de furtar podem ser prejudiciais a toda sociedade  - O furto não é condenável em termos absolutos. Depende das circunstâncias  - Há um acordo, um pacto social, que condena o furto B - A mentira é condenável porque:  - As conseqüências do ato de mentir podem ser prejudiciais a toda sociedade  - A mentira não é condenável em termos absolutos. Depende das circunstâncias  - Há um acordo, um pacto social, que condena a mentira  - Sabemos intuitivamente que mentir é errado  - Mentir é contra a lei  - Há um princípio universal contra a mentira  - Há um mandamento religioso contra a mentira  - As normas e hábitos socialmente aceitos condenam a mentira. Fonte: Hermano Roberto Thiry-Cherques – FGV - Rio Filiação Ética
  • 47.
    Relativismo Utilitarismo Absolutismo Contratualismo Filiação Ética
  • 48.
    Relativismo ético Sustentaque as ações particulares são erradas ou certas unicamente em relação a um determinado código moral (por exemplo, o que eu considero furto, um africano pode considerar apropriação legítima: nós concordamos unicamente em discordar). O seu entendimento é de que o moralmente aceitável está intimamente ligado ao bem da cultura ou da comunidade. Os membros de uma comunidade estão unidos por sua história, por suas crenças, por seus valores. O moralmente correto é o que propicia o bem comum, o bem da comunidade . Para determiná-lo, devemos nos ver como parte de um todo social, refletir sobre o tipo de sociedade que queremos e de como poderemos alcançá-la. Dessa forma, descobriremos, enquanto cultura, quais as virtudes a serem incentivadas e quais os vícios a serem combatidos. Filiação Ética
  • 49.
    Utilitarismo ético (Bentham)Sustenta que determinadas ações particulares são objetivamente erradas ou certas, dependendo dos seus fins e circunstâncias . As normas referidas à classes de ação são provisórias (por exemplo, furtar é errado, mas não para um faminto). A linha de desenvolvimento do utilitarismo é direta . Parte do argumento egoísta básico, que pode ser formulado da seguinte maneira: eu trato dos meus interesses e não encontro razão para tratar dos seus. Encontre-me somente um motivo para que eu me dedique aos seus interesses, que eu o farei, desde, é claro, que esse motivo seja do meu interesse. O que Bentham e os demais utilitaristas argumentam é que esse motivo existe . Filiação Ética
  • 50.
    Utilitarismo ético (Bentham)A sua dedução lógica é simples. Primeiro Bentham pergunta: o que pode ser o interesse máximo de cada um? - e responde que todos seres humanos sofremos e temos prazer e de que preferimos o prazer ao sofrimento. Segundo, a partir dessa primeira constatação, pergunta: - o que pode determinar o comportamento moral da humanidade? - e responde que a chave do eticamente correto é o prazer, a satisfação dos desejos de todos, ou pelo menos da maioria. Filiação Ética
  • 51.
    Absolutismo ético (Kant)Afirma que determinadas classes de ação são objetivamente erradas ou certas , independentemente dos seus fins ou circunstâncias (por exemplo, mentir ou furtar são atos condenáveis, sem exceção). Para decidir se uma ação estratégica é moralmente correta desse ponto de vista, deve-se perguntar, portanto, se podemos racionalmente querer que essa ação seja universalizável. Filiação Ética
  • 52.
    Contratualismo (Thomas Hobbes)  Legitimação racional às ordens do poder soberano Consenso elaborado por indivíduos livres e iguais Centralização do Poder Estatal Direito torna-se apenas o Direito dito pelo Estado Filiação Ética
  • 53.
    A - Ofurto é condenável porque:  - Há um principio ético universal que condena o furto (Brasil: 25% absolutismo ético)  - As normas e hábitos socialmente aceitos condenam o furto (12 a 15% relativismo tradicionalista)  - A lei o proíbe (armadilha: lei x ética)  - Sabemos intuitivamente que furtar é errado (institucionalismo ético)  - Há um mandamento religioso contra o furto (Religiões não tem uma ética, têm moral)  - As conseqüências do ato de furtar podem ser prejudiciais a toda sociedade (Utilitarismo ético)  - O furto não é condenável em termos absolutos. Depende das circunstâncias ( Relativismo circunstancial)  - Há um acordo, um pacto social, que condena o furto (Contratualismo ético) B - A mentira é condenável porque:  - As conseqüências do ato de mentir podem ser prejudiciais a toda sociedade  - A mentira não é condenável em termos absolutos. Depende das circunstâncias  - Há um acordo, um pacto social, que condena a mentira  - Sabemos intuitivamente que mentir é errado  - Mentir é contra a lei  - Há um princípio universal contra a mentira  - Há um mandamento religioso contra a mentira  - As normas e hábitos socialmente aceitos condenam a mentira. Fé – Crença sem razão Filiação Ética
  • 54.
    De que trataa ética? Certo & errado Moral o conjunto de crenças aceitas por uma cultura acerca do que se deve e do que não se deve fazer Ética ciência que tem por objeto as idéias morais filosoficamente justificadas
  • 55.
    Qual o campoda ética? Fora da ética: Direito Religião Dilemas e questões Claro e distinto Pré-ocupar-se Lógica, infra-lógica, supra-lógica Extensão
  • 56.
    O Renascimento Contemporâneodos Princípios Clássicos O princípio religioso; O princípio da força afirmativa; O princípio da realidade; O princípio da responsabilidade; O princípio da liberdade e da igualdade; O princípio da diferença; O princípio da autodeterminação; O princípio do respeito pela vida. (Jacqueline Russ)
  • 57.
    Níveis de Discussãoe Aplicação da Ética na Administração das Organizações Maneira como as pessoas devem tratar-se. Relações da empresa com seus empregados. Obrigações das organizações em relação a todos os que delas dependem ou são por elas afetados. Papel, presença, e efeito das organizações na sociedade. Nível individual Nível da política interna da empresa Nível do Stakeholder Nível Social
  • 58.
    A base doscódigos de comportamento éticos nas organizações e na sociedade está em sistema de valores criados por filósofos e líderes que têm uma visão superior à das demais pessoas. Código de Ética Empresarial
  • 59.
    È a basede sustentabilidade moral e o alicerce ético que deve orientar e conduzir a gestão e as ações de empresas socialmente responsáveis. Código de Ética Empresarial
  • 60.
    Objetivos do Códigode Ética Empresarial Ser um instrumento de realização dos princípios, visão e missão da empresa Viabilizar um comportamento pautado em valores incorporados por todos, por serem justos e pertinentes Ser uma referência formal e institucional, para a conduta pessoal e profissional, reduzindo a subjetividade das interpretações pessoais sobre princípio morais e éticos Tornar-se um padrão de relacionamento interno e com os seus públicos de interesse: acionistas, clientes, empregados, sindicatos, parceiros fornecedores, prestadores de serviços, concorrentes, sociedade, governo e a comunidade onde atua.
  • 61.
    Código de ÉticaEmpresarial: Dilemas Descrevem as regras éticas e limites segundo os quais a organização pretende operar. Dilemas éticos Você definiu o problema precisamente? Como você definiria o problema se estivesse do “outro lado”? Como o dilema pôde ocorrer? (causas essenciais) A quem você deve lealdade, como pessoa, como membro da organização e como membro da comunidade? Qual sua intenção ao tomar a decisão? Como essa intenção se compara com os resultados prováveis das alternativas? A quem sua decisão poderia ferir ou prejudicar? Você pode discutir a questão com as partes antes de tomar a decisão? Você tem confiança que ao longo do tempo sua decisão vai continuar tão válida como aparenta hoje? Você abriria sua decisão sem preocupações para seu chefe, seu CEO, o conselho administrativo, sua família, a sociedade como um todo? Qual o potencial simbólico das suas alternativas de decisão se bem entendidas? E se mal entendidas? Sob que circunstâncias você admitiria exceções para a postura que agora está prestes a tomar?
  • 62.
    O Código deÉtica Pode Ser Composto por Três Partes: Valores Princípios de ação coletiva Código de Ética Código de Conduta Guia prático
  • 63.
    Valores – Respeitoà pessoa; Respeito ao meio ambiente; Performance; Solidariedade; Integridade Princípios de ação coletiva (destina-se a dar respostas às expectativas das partes engajadas, orientando a atuação e fundamentando a imagem da empresa sólida e confiável). Voltados para clientes, acionistas, fornecedores e comunidade. Guia prático – Trata da legislação, conflito de interesses, atividades políticas, corrupção, presentes, proteção dos ativos, confidencialidade, manifestação pública, assédio, empregados e utilização dos recursos de informática. O Código de Ética Pode Ser Composto por Três Partes:
  • 64.
    O Código deÉtica - Desenvolvimento Identifique valores necessários a resolver questões correntes no local de trabalho; Identifique os valores éticos valorizados por produtos de grande sucesso; Identifique valores importantes durante a fase de planejamento estratégico – reforce-os; Revise os valores estabelecidos de forma que conformem-se com a legislação vigente; Considere como muito importantes os valores que os grupos de interesse consideram fundamentais;
  • 65.
    O Código deÉtica - Desenvolvimento Exemplos de valores são: confiabilidade, respeito, responsabilidade, solidariedade, justiça, cidadania; Na composição do código de ética, é útil associar, com cada um dos valores expressos, dois exemplos de comportamentos ilustrativos; É importante a inclusão explícita de texto que deixe claro que espera-se dos funcionários que seu comportamento conforme-se ao código; O desenvolvimento participativo do código de ética para operações é desejável, a divulgação ampla e a constante revisão com base em feedback dos envolvidos é mandatória.
  • 66.
    A Implementação deum Código de Ética Passar por: Divulgação para todos na organização de uma forma fácil de entender. Divulgação para todos na organização do apoio da gerência ao código de ética Divulgação para todos na organização das maneiras pelas quais cada indivíduo deve aplicar o código de ética. Divulgação do código de ética aos fornecedores, cliente e disponibilização ao público externo.
  • 67.
    Discussão: Pense emum Exemplo da Cada Combinação Responsável Irresponsável Legal Ilegal Segue a lei e beneficia a Sociedade Segue a lei, mas prejudica a sociedade Beneficia a sociedade, mas desrespeita a lei Prejudica a sociedade e desrespeita a lei.
  • 68.
    Como implementar umadecisão ética
  • 69.
    Desenvolvimento Moral OrganizacionalFatores Individuais Desenvolvimento individual Características individuais Fatores Ambientais Expectativas da Sociedade Normas locais e da indústria Regulamentos e leis Expectativas da Alta Direção Nível desejado de desenvolvimento moral da organização Processos Organizacionais Formulação de estratégias Distribuição de recursos e poder Socialização Sistema de recompensa Desenvolvimento Moral Organizacional Pré-convencional Convencional Pós-convencional
  • 70.
    Estágios do DesenvolvimentoMoral Estágios de desenvolvimento moral Comportamentos Pré-convencional Ética individualista ou egoísta. “ O negócio é levar vantagem em tudo” Convencional Ética orientada pela necessidade de parecer bem na comunidade. Devo comportar-me direito para ser aceito. Pós-convencional Ética orientada pelo idealismo moral. Princípios e convicções independentes do receio de punições ou desejo de recompensas
  • 71.
    Dilemas Éticos doDia-a-dia Conflitos de interesse Situação na qual uma decisão de negócio pode ser influenciada potencialmente pelo ganho pessoal. Honestidade e Integridade Empregado honesto diz a verdade Empregado com integridade adere profundamente aos princípios éticos em situações de decisões de trabalho.
  • 72.
    Lealdade e VerdadeVerdade desfavorável pode causar conflito ético. Então, os empregados podem ter que decidir entre lealdade e verdade. Uso de Informação Privilegiada Divulgação de informações da organização por seus colaboradores para a mídia, ou autoridades governamentais de práticas ilegais, imorais, ou não éticas da organização. Dilemas Éticos do Dia-a-dia
  • 73.
    Preocupações com asQuestões Éticas e de Responsabilidade Social Ética nas Relações com os Fornecedores Ética nas Relações Humanas com os Empregados Ética nas Relações com os Consumidores Ética na Relação com Clientes Ética na Relação com Governo Ética na Relação com a comunidade, e com a Sociedade em geral Ética com a concorrência.
  • 74.
    Controle da Condutapela Regulamentação Governamental Regulação da Competição Proteção do Consumidor Proteção Ambiental Nem todas as pessoas e organizações se comportam voluntariamente de maneira ética e responsável
  • 75.
  • 76.
    A base daresponsabilidade social corporativa está na concepção de que a entidade responde a critérios éticos de comportamento. Ética e Responsabilidade Social
  • 77.
    Responsabilidade Individual xColetiva Responsabilidade Individual A responsabilidade individual obriga a pessoa a responder apenas pelos próprios atos ou por algo confiado à própria. Responsabilidade Coletiva A responsabilidade coletiva obriga não só pelos próprios atos, mas também pelos atos alheios, quando se trata de atos, deliberados, aceitos e decididos livremente por um grupo de indivíduos para realizar uma tarefa comum.
  • 78.
    Orientação: Exclusivamente pelamaximização do lucro; Pelos sinais do mercado e da sociedade . A Orientação define tratamento para: Oportunidades de mercado/oferta de produtos e serviços; Aumento da competitividade/redução de custo/externalidades Aumento da produtividade/crescimento/desenvolvimento tecnológico. Função Social das Empresas
  • 79.
    Duas Doutrinas Sobrea Responsabilidade Social Empresarial* *Maximiano A empresa tem obrigações unicamente com seus acionistas. Não cabe à empresa resolver problemas sociais. As empresas usam recursos da sociedade. É justo que as empresas tenham responsabilidades em relação à sociedade. Doutrina do Interesse do Acionista Doutrina da Responsabilidade Social
  • 80.
    Revolução dos ValoresCrise do Setor Público Mudança de Paradigma: Nova divisão da tarefa pública Terceiro Setor: ONGs Segundo Setor: Mercado Governo Expansão da esfera pública não estatal O 2 o Setor (empresas) e o 3 o Setor (Sociedade civil organizada) são chamados a participar das tarefas públicas, antes exclusivas do Estado
  • 81.
    As empresas jánão fazem mais parte de um mercado. São parte de uma sociedade global. O movimento da Responsabilidade Social empresarial chega como resposta do setor privado para este novo cenário de valores e forças. “ Não há empresa bem sucedida numa sociedade fracassada, assim como não há sociedade bem sucedida com empresas fracassadas” (Stephen Schimidheiny – Fundador do Conselho Mundial para o Desenvolvimento Sustentável) Revolução dos Valores
  • 82.
    Responsabilidade Social EmpresarialEmpresa Responsável para quem? Visão mais divulgada Comunidade - Empregados Amplitude der visão e mudança Visões menos divulgadas Natureza Governo Rede de fornecedores Consumidores Todos os atuais e futuros stakeholders - sociedade sustentável 2000 1970 - Acionistas Visão Clássica
  • 83.
    Como Responde aComunidade Global: Responsabilidade Social Empresarial 1972 1983 1987 1992 1997 1999 2000 Clube de Roma Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Nosso futuro Comum Rio 92 Agenda 21 Protocolo De Kyoto Pacto Global Metas do Milênio
  • 84.
    Por que Seruma Empresa Socialmente Responsável? O Contexto Mundial e a Realidade Brasileira: A ampliação dos níveis de organizações da sociedade civil verificada em vários países no mundo. O Ciclo de conferências Sociais das Nações Unidas. O Avanço do Consumo Socialmente Responsável. Iniciativas internacionais: Global Compact Princípios para a Responsabilidade Corporativa global SA 8000 Global Reporting Initiative (GRI) AA 1000 Dow Jones Sustainability Index ISO 26000
  • 85.
    O Contexto Mundiale a Realidade Brasileira: RSE no Brasil: Década de 80:Fundação Instituto de Desenvolvimento Empresarial e Social (FIDES). 1992: Centro de Estudo de Ética nas Organizações. 1995: Grupo de Institutos, Organizações e Empresas (GIFE). 1996: Instituto Brasileiro de Análise Sociais e Econômicas (IBASE). 1997: Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS). 1998: Instituto Ethos. 1999: Ação empresarial pela Cidadania (AEC). 2000: SESI – A Marca da Responsabilidade Social 2004: NBR 16001 - Responsabilidade Social – Sistema da Gestão – Requisito Por que Ser uma Empresa Socialmente Responsável?
  • 86.
    As Metas doMilênio Erradicar a extrema pobreza e a fome Atingir a Universalização do Ensino Fundamental Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres Reduzir a mortalidade infantil Melhorar a saúde materna Combater o HIV/Aids, a malária e outras doenças Garantir a sustentabilidade ambiental Promover a parceria.
  • 87.
    Responsabilidade Social EmpresarialAs atividades e atitudes de uma empresa socialmente responsável precisam caracterizar-se por: preocupação com atitudes éticas e moralmente corretas que afetam todas as partes interessadas. promoção de valores e comportamentos morais que respeitem os padrões universais de direitos humanos e de cidadania e de participação na sociedade. respeito ao meio ambiente e contribuição para sua sustentabilidade em todo o mundo. maior envolvimento nas comunidades em que se insere a organização, contribuindo para o desenvolvimento econômico e humano dos indivíduos ou até atuando diretamente na área social, em parcerias com governos ou isoladamente.
  • 88.
    A Responsabilidade SocialEmpresarial é uma forma de gestão que se define pelo pela relação ética e transparente da empresa com todos os públicos com os quais ela se relaciona e pelo estabelecimento de metas empresariais compatíveis com o desenvolvimento sustentável na sociedade preservando recursos ambientais e culturais para as gerações futuras, respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdade sociais. Responsabilidade Social Empresarial
  • 89.
    Responsabilidade social empresarialé uma forma de conduzir os negócios que torna a empresa parceira e co-responsável pelo desenvolvimento social. Responsabilidade Social Empresarial
  • 90.
    A Responsabilidade SocialEmpresarial (RSE) consiste num conjunto de iniciativas por meio das quais as empresas buscam – voluntariamente – integrar considerações de natureza ética, social e ambiental às suas interações com clientes, empregados, fornecedores, concorrentes, acionistas, governo e comunidades – as chamadas “partes interessadas” – visando o desenvolvimento de negócios sustentáveis. Responsabilidade Social Empresarial
  • 91.
    Duas abordagens NecessidadeAssistencialismo Compensação Efetivação de Direitos Sustentabilidade Autonomia Responsabilidade Social Empresarial Respeitar Ajudar
  • 92.
    Público O modeloético organizacional tem origem na ética da responsabilidade com relação aos diferentes stakeholders .
  • 93.
    Empresa Sustentabilidade TransparênciaÉtica Público Comunidade Acionistas Fornecedores Sociedade/ Governo Consumidores Público interno Meio Ambiente
  • 94.
    Transparência Determinação deuma organização de permitir que toda e qualquer conduta sua possa ser integralmente registrada, verificada, analisada e submetida a um juízo de valor sob a perspectiva ética.
  • 95.
    Equidade intergeneracional: asustentabilidade só é verdadeira se ela for deixada como herança para as próximas gerações. Três áreas interdependentes: social, econômica e ambiental. Capacidade de continuidade no longo prazo. Sustentabilidade
  • 96.
    A sustentabilidade é... Uma questão de toda a Sociedade. A transformação da realidade atual e a busca de uma vida COM qualidade, passa pela atuação articulada de TODOS os agentes sociais: Governo Empresas Cidadãos 3º Setor GOVERNANÇA SOCIAL
  • 97.
    Iniciativas: Que preconizamo desenvolvimento de negócios sustentáveis De caráter voluntário Voltada aos seus diferentes públicos Focalizadas nas dimensão ética de suas relações com esse públicos, bem como na qualidade dos impactos da empresa sobre a sociedade e o meio ambiente. Responsabilidade Social Empresarial
  • 98.
    Ao buscar :A ética e transparência em seus negócios; O aprimoramento das relações com as partes interessadas a qualidade de seus impactos sobre a sociedade e o meio ambiente. A empresa : Fortalece sua imagem; Tem capacidade de atrair e reter talentos; Pavimenta o caminho para a sua competitividade Responsabilidade Social Empresarial
  • 99.
    A empresa tem:Maior comprometimento e lealdade dos empregados, que passam a se identificar melhor com a empresa. Maior aceitação pelos clientes, que cada dia se tornam mais exigentes. Maior facilidade de acesso a financiamento, pois é real a tendência de os fundos de investimentos passarem a financiar apenas empresas socialmente responsáveis. Contribuição para sua legitimidade perante o Estado e a sociedade. Responsabilidade Social Empresarial
  • 100.
    Em Resumo: Conquistae fidelização dos clientes. Ambiente de trabalho positivo. Controle e redução de custos. Acesso ao mercado externo. Acesso ao crédito. Responsabilidade Social Empresarial
  • 101.
    Em Resumo: RSEpode ser entendida como: Um atributo ético Um comportamento empresarial Um modelo de gestão Estas três dimensões viabilizam o exercício da cidadania empresarial Responsabilidade Social Empresarial
  • 102.
    Qualquer atividade realizadapara atender às comunidades nas áreas de assistência social, alimentação, saúde, educação, meio ambiente e desenvolvimento comunitário, excetuando-se, as atividades geradas por obrigação legal”(IPEA, 2002). Ação Social
  • 103.
    É basicamente umaação social externa da empresa, que tem como beneficiária principal a comunidade em suas diversas formas (conselhos comunitários, organizações não-governamentais, associações comunitárias etc.) e organizações. Filantropia
  • 104.
    É basicamente umaação social externa da empresa, que tem como beneficiária principal a comunidade em suas diversas formas (conselhos comunitários, organizações não-governamentais, associações comunitárias etc.) e organizações. Filantropia
  • 105.
    “ É aação social voluntária da empresa na comunidade, realizada de forma pontual, pouco profissional, pouco planejada e com pequeno impacto de mudança da realidade daqueles que são beneficiados”(MOSTARDEIRO). Filantropia Empresarial
  • 106.
    É o repassevoluntário de recursos privados de forma planejada, monitorada e sistemática para projetos sociais, ambientais e/ou culturais de interesse público. A preocupação com o planejamento, o monitoramento e a avaliação dos projetos é intrínseca ao conceito de investimento social privado e um dos elementos fundamentais na diferenciação entre essa prática e as ações de filantropia empresarial. Investimento Social Privado
  • 107.
    Mitos sobre RSEMito n o 1: Custa caro ser uma empresa socialmente responsável. Mito n o 2: Para ser socialmente responsável, é necessário ser uma grande empresa. Mito n o 3: Para que as empresas sejam socialmente responsáveis, é necessário que elas constituam institutos ou fundações. Mito n o 4: A empresa está assumindo um papel que é do governo.
  • 108.
    Os Três Pilaresda Sustentabilidade Sustentabilidade Social Cidadania Geração de Emprego Engajamento das parte interessadas Ambiental Preservação de recursos naturais Eco-Eficiência Energia renovável Econômico Maximização do retorno do capital do Investidor Empreendedor Lucratividade no longo prazo
  • 109.
    Os Três Pilaresda Sustentabilidade Responsabilidade econômica Gerar riqueza, tendo como base valores e práticas universais. Responsabilidade social Dar respostas às demandas sociais, seguindo valores e pautas de comportamento responsáveis. Responsabilidade ambiental Respeitar e cuidar o entorno natural, promovendo modelos de desenvolvimento sustentável.
  • 110.
    O que Significaser uma empresa sustentável? “ Para continuar gerando valor para a sociedade em bases sustentáveis, as empresas precisam ser rentáveis”. Economicamente responsável (Eficiência, produtividade e rentabilidade) Legalmente Responsáveis (relações contratuais) Ambientalmente Responsáveis Co-Responsáveis pelo Todo (influência direta)
  • 111.
    O Desenvolvimento SustentávelPara que o crescimento econômico signifique bem estar coletivo , deve haver simultaneamente equidade social e equilíbrio ambiental. Eficiência Econômica Melhoria da Equidade + Equidade Social Fortalecimento da Democracia Equilíbrio Ambiental + Preservação dos equilíbrios do meio ambiente
  • 112.
    Promotores do Desenvolvimentosocial, do Equilíbrio ambiental e do Crescimento Econômico Capital Humano Capital Social Capital Natural Capital Físico Capital Cultural O Desenvolvimento Sustentável Eficiência Econômica Equidade Social Equilíbrio Ambiental
  • 113.
    Recursos naturais ebiológicos que podem ser aproveitados nos processos econômicos. Capital Natural Exemplos: Campanhas de educação ambiental Consumo consciente dos recursos naturais Coleta seletiva Política ambiental na gestão de fornecedores.
  • 114.
    Habilidade, nível deconhecimento, treinamento e educação de um grupo e a capacidade de produção de cada indivíduo. Capital Humano Exemplos: Programa de alfabetização e formação continuada Programas motivacionais Plano de carreira Plano de cargos e salários Treinamentos e capacitações.
  • 115.
    Confiança interpessoal, capacidadede associatividade e de cooperação social, participação organizada da sociedade consciência cívica com respeito às normas e ética nas relações. Capital Social Exemplos: Relação com entidades sindicais Mobilidade dos colaboradores para ações em prol das comunidades Engajar parceiros nos projetos sociais da empresa.
  • 116.
    Capital construído pelohomem e constituído de obras de infra-estrutura, maquinários, ferramentas e equipamentos. Capital Físico Exemplos: Boas instalações no ambiente de trabalho Equipamento e materiais adequados para se trabalhar.
  • 117.
    Identidade da empresa,definida por seus valores, princípios, formas de gestão e de comunicação. Capital Cultural Exemplos: Respeito a crenças e valores de cada empregado Criação de código de ética e conduta Eventos de confraternização.
  • 118.
    Os Públicos eos Temas Interno - Empregados: Gestão participativa Igualdade de oportunidades (sexo, etnia, idade, necessidades especiais) Saúde e segurança dos colaboradores Promoção da empregabilidade Desenvolvimento de competências Salários e benefícios adequados Ambiente de trabalho saudável Liberdade de associação a sindicatos e agremiações de trabalhadores Respeito aos direitos humanos no ambiente de trabalho
  • 119.
    Clientes: Satisfação emtodos os momentos de interação Segurança e qualidade dos produtos e serviços Qualidade dos serviços e do atendimento pré e pós-venda Consulta e envolvimento em decisões que os afetem Educação dos consumidores Os Públicos e os Temas
  • 120.
    Fornecedores e Parceirosde Negócios: Uso de critérios transparentes de Responsabilidade Social e Ambiental na escolha de fornecedores e parceiros de negócios Cumprimento rigoroso de todas as obrigações contratuais Uso adequado do poder de compra pelas empresas de grande porte, especialmente quando se tratar de fornecedores pequenos e com baixo poder de negociação, visando à construção de relações de confiança de parcerias de longo prazo Manter em dia o pagamento de todas as obrigações com fornecedores e parceiros de negócios Sempre que possível, dar preferência a fornecedores que gerem empregos e oportunidades para a economia local Os Públicos e os Temas
  • 121.
    Concorrentes: Manter aspráticas concorrenciais da empresa dentro de critérios eticamente responsáveis, não compactuando com qualquer forma de concorrência desleal. Apoiar os poderes constituídos e as entidades privadas no combate a todas as formas de concorrência desleal, inclusive a comercialização ilegal de produtos e a adulteração de marcas. Os Públicos e os Temas
  • 122.
    Comunidade: Investimento SocialPrivado e/ou apoio a boas causas sociais Incentivo e suporte ao trabalho voluntário por parte dos colaboradores da empresa Participação em programas e projetos de geração de emprego e fortalecimento da economia local Parcerias com ONGs, apoiando suas iniciativas com recursos não necessariamente financeiros, como, por exemplo, capacitações ou consultoria nas áreas de planejamento, gestão e avaliação de projetos Os Públicos e os Temas
  • 123.
    Governos: Cumprir todasas leis, normas e procedimentos que asseguram à empresa licença para operar, formalmente concedida pelos três níveis de governo (federal, estadual e municipal) Práticas anticorrupção e propina Liderança e influência social Os Públicos e os Temas
  • 124.
    Meio Ambiente: Gestãoambiental Uso responsável de água e energia Tratamento de rejeitos e substâncias poluentes Reciclagem de materiais Racionalidade no uso de transporte Racionalidade no uso de embalagens Adesão a normas e padrões de certificação ambiental Educação ambiental na organização Os Públicos e os Temas
  • 125.
    Acionistas: Respeito aosacionistas minoritários Diálogo Transparência Os Públicos e os Temas
  • 126.
    Balanço Social Uminstrumento para a transparência social O bjetiva divulgar informações e indicadores dos investimentos e das ações realizadas pelas empresas, concentrando-as em duas vertentes: interna - voltada para os colaboradores e trabalhadores terceirizados, dirigentes e gerentes; externa - que compreende as relações da empresa com acionistas,fornecedores, consumidores, concorrentes, comunidades de entorno, governos, meio ambiente e a sociedade em geral. Modelos mais utilizados Ibase Instituto Ethos GRI.
  • 127.
    O Como Implementara RSE Prática da RSE Diagnóstico Indicadores Ethos de RSE Indicadores Ethos e Pacto Global Planejamento Localizador de Ferramentas Guia de compatibilidade de Ferramentas Implementação das ações de RSE Banco de Práticas Divulgação para os públicos de interesse, transparência e aprendizagem Guia de Elaboração de Balanço Social
  • 128.
    Indicadores Ethos deRSE - 2010 Valores, Transparência e Governança: 1.1Auto-regulação da conduta 1.1.1 Compromissos éticos 1.1.2 Enraizamento na cultura organizacional 1.2.3 Governança corporativa 1.2 Relações transparentes com a sociedade 1.2.1 Relações com a concorrência 1.2.2 Diálogo e engajamento com as partes interessadas 1.2.3 Balanço social Caso: Avaliação da Responsabilidade Social
  • 129.
    PÚBLICO INTERNO 2.1Diálogo e participação 2.1.1 Relações com Sindicatos 2.1.2 Relação com Trabalhadores Terceirizados 2.1.3 Gestão Participativa 2.2 Respeito ao indivíduo 2.2.1 Compromisso com o futuro das crianças 2.2.2 Compromisso com o desenvolvimento infantil 2.2.3 Valorização da diversidade 2.2.4 Compromisso com a equidade racial 2.2.5 Compromisso com a equidade de gênero Indicadores Ethos de RSE - 2010
  • 130.
    PÚBLICO INTERNO 2.2Trabalho decente 2.2.1 Política de remuneração, benefícios e carreira 2.2.2 Cuidados com a saúde, segurança e condições de trabalho. 2.2.3 Compromisso com o desenvolvimento profissional e empregabilidade. 2.2.4 Comportamento frente a demissões. 2.2.5 Preparação para aposentadoria. MEIO AMBIENTE 3.1 Responsabilidade com as gerações futuras 3.1.1 Compromisso com a melhoria da qualidade ambiental. 3.1.2 Educação e conscientização ambiental. Indicadores Ethos de RSE - 2010
  • 131.
    MEIO AMBIENTE 3.2Gerenciamento do impacto ambiental 3.2.1 Gerenciamento do impacto no meio ambiente e do ciclo de vida de produtos e serviços. 3.2.2 Sustentabilidade da economia florestal. 3.2.3 Minimização de entradas e saídas de materiais. FORNECEDORES 4.1 Seleção, avaliação e parceria com fornecedores 4.1.1 Critérios de seleção e avaliação de fornecedores. 4.1.2 Trabalho infantil na cadeia produtiva. 4.1.3 Trabalho forçado (ou análogo ao escravo) na cadeia produtiva. 4.1.4 Apoio ao desenvolvimento dos fornecedores. Indicadores Ethos de RSE - 2010
  • 132.
    CONSUMIDORES E CLIENTES5.1 Dimensão social do consumo 5.1.1 Política de comunicação comercial. 5.1.2 Excelência do atendimento. 5.1.3 Conhecimento e gerenciamento do danos potenciais dos produtos e serviços. COMUNIDADE 6.1 Relações com a comunidade local 6.1.1 Gerenciamento do impacto da empresa na comunidade do entorno. 6.1.2 Relações com as organizações locais. Indicadores Ethos de RSE - 2010
  • 133.
    COMUNIDADE 6.2 Ação social 6.2.1 Financiamento da ação social. 6.2.2 Envolvimento com a ação social. GOVERNO E SOCIEDADE 7.1 Transparência e política 7.1.1 Contribuições para campanhas políticas. 7.1.2 Construção da cidadania pelas empresas. 7.1.3 Práticas anticorrupção e antipropina. Indicadores Ethos de RSE - 2010
  • 134.
    GOVERNO E SOCIEDADE7.2 Liderança Social 7.2.1 Liderança e influência social 7.2.2 Participação em projetos sociais governamentais. Indicadores Ethos de RSE - 2010
  • 135.
    Prática da RSEPublico Interno: Programa SER SERASA – Gestão Participativa Garante a participação de todos os empregados no processo de planejamento da empresa. Coleta e sistematização de sugestões individuais. Sessões de trabalho por área da empresa (Projeto RenaSER) Reuniões anuais com os líderes da empresa.
  • 136.
    Fornecedores: Avon: SA8000 para fornecedores também Consciente do seu papel social com seus funcionários, a Avon adota uma política de responsabilidade social que é balizada nos padrões previstos em órgãos internacionais de respeito aos direitos humanos e do trabalhador. Além de receber o certificados SA 8000, a empresa considera que esse compromisso com a SA 8000 seja estendido a toda sua cadeia produtiva. Prática da RSE
  • 137.
    Cliente e Consumidor:Grupo Pão de Açúcar Para fornecer melhores informações aos clientes, disponibilizou em seus supermercados o serviço de uma pesquisadora que os auxilia a realizar uma compra mais vantajosa e criou uma seção especialmente destinada à alimentos dietéticos e orgânicos na qual o cliente conta com orientação de uma nutricionista. Prática da RSE
  • 138.
    Governo e Sociedade:Philips do Brasil A Philips e mais 49 empresas, em parceira com o Instituto Ayrton Senna e com o governo de Pernambuco desenvolve um amplo e profundo trabalho voltado a estudantes de ensino fundamental de PE. Prática da RSE
  • 139.
    Comunidade: Camiceira RomanatoCapacitação de jovens com problemas comportamentais para criarem desenhos para as estampas das camisas e um percentual da venda é revertido ao programa. Prática da RSE
  • 140.
    Meio Ambiente: Yazigi– Educação ambiental Sensibiliza seus alunos para o consumo consciente de recursos naturais por meio da formação de professores como agente multiplicadores. Prática da RSE
  • 141.
    Fornecedor: PROCEM Umprograma integrado criado pelo Programa de Desenvolvimento de Fornecedores do Maranhão (PDF) em 2002, que representa uma ação conjunta das principais empresas instaladas no Maranhão, para qualificar e desenvolver seus fornecedores. Atualmente o programa conta como parceiros, o Governo do Estado, SEBRAE, SENAI, as grandes empresas compradoras Alumar, Vale, Eletronorte, Cemar, Renosa e Transpetro, além das empresas fornecedoras e entidades de classes. Tem como principal objetivo estabelecer e implementar de um modo integrado o desenvolvimento e qualificação de fornecedores das grandes empresas instaladas no Estado do Maranhão, a partir da definição de requisitos que caracterizem um fornecedor qualificado . Prática da RSE
  • 142.
    Internalizar a RSEcomo parte integrante do negócio: faz parte da cultura organizacional. compromisso de todos e de longo prazo: expressa os valores éticos da empresa. Compreensão de todos que a RSE possa trazer uma vantagem competitiva: é bom para o negócio. Visão de longo prazo: processo progressivo e permanente. Transversalidade: não é um novo departamento. Integrar todas as áreas da empresa: política corporativa. Capacidade de monitorar e avaliar o processo de maneira permanente: processo contínuo e aperfeiçoamento. Desafios e Possibilidades da RSE
  • 143.
    Pressupõe profissionais habilitadospara atuar na área (cursos de formação específica, inclusão da temática nos currículos de graduação, etc.) Pressupõe planejamento estratégico e situacional Pressupõe diferenciar ação de RSE e marketing institucional Pressupõe investimento social (o social é visto como gasto?) Pressupõe a atuação no social de forma equivalente ao negócio da organização Desafios e Possibilidades da RSE
  • 144.
  • 145.
    Exercício 1: Pré-CursoPesquise e Responda: O que é Responsabilidade social empresarial? qual a diferença entre filantropia e investimento social privado? O que são Stakeholders? Como a ética se relaciona com a responsabilidade social? É possível ser socialmente responsável mesmo tendo problemas em alguma área da empresa? Quais são as vantagens da empresa que adota políticas e práticas de responsabilidade social? Em quais áreas a empresa pode desenvolver projetos de responsabilidade social? Para quais aspectos da responsabilidade social já existem certificações? Existe alguma certificação específica que atenda integralmente às atividades da responsabilidade social?
  • 146.
    Qual sua filiaçãoÉtica Para as alternativas relativas ao roubo e à mentira, marque, respectivamente, uma que está relacionada diretamente com o seu modo de pensar em relação à Ética. Exercício 2
  • 147.
    Você é Ético?Para cada uma das 30 questões, marque se você discorda, discorda parcialmente ou concorda com a afirmativa. Depois tabule e veja o seu perfil conforme formulário anexo. Exercício 3
  • 148.
    Resenha Crítica Leiao artigo “Matriz da Virtude: cálculo do retorno sobre a responsabilidade social das empresas” de Roger L. Martin. Faça uma resenha crítica destacando as principais conclusões, pontos fortes e pontos fracos do artigo. Preparar-se para o debate em sala de aula. Exercício 4
  • 149.
    Baseado nos exemplosanteriores, cite temas e/ou programas de empresas locais que expressam a responsabilidade social por público: Interno Clientes / Consumidores Fornecedores Governo e Sociedade Meio Ambiente Exercício 5
  • 150.
    Após a leiturado texto anexo, reúnam-se em grupos de cinco alunos, no máximo, e discutam primeiro: o que é então, de fato, responsabilidade social? A partir disso, discutam como isso se apresenta na realidade da maioria das empresas atualmente: como responsabilidade social de fato ou simplesmente como forma de propaganda? Por último, escrevam um texto com formato de artigo de jornal, com no mínimo uma lauda e no máximo duas. Vocês devem explorar neste texto as suas opiniões acerca da problemática, tendo em mente uma visão empresarial socialmente responsável, de fato. Exercício 6
  • 151.
  • 152.
    SA 8000 (SocialAccountability) – Norma de Responsabilidade Social
  • 153.
    SA 8000 (SocialAccountability) A SA 8000 trata especialmente do ambiente de trabalho.
  • 154.
      Órgão deAcreditação: SAI - Social Accountability International ; A norma foi criada em 1997 e revisada em 2001 e 2008; Foco nas pessoas e no ambiente interno de trabalho; A SA 8000 não está associada a Ações Comunitárias ou Voluntariado. SA 8000 (Social Accountability)
  • 155.
    1. Trabalho Infantil2. Trabalho Forçado e compulsório 3. Saúde e Segurança 4. Liberdade de Associação e Direito a Negociação Coletiva 5. Discriminação 6. Práticas Disciplinares 7. Horário de Trabalho 8. Remuneração 9. Sistema de Gestão SA 8000 - Requisitos
  • 156.
    Diferença entre Trabalhador Infantil X Trabalhador Jovem : Trabalhador Infantil: toda criança com idade inferior a 16 anos Trabalhador Jovem: pessoa com idade entre 16 e 18 anos Ação de Reparação para trabalhadores infantis; As horas combinadas entre transporte, período escolar e o horário de trabalho não podem exceder 10 horas. O trabalhador jovem não poderá trabalhar em horário noturno A empresa não deve se envolver com ou apoiar a utilização de trabalho infantil. Trabalho Infantil
  • 157.
    Lista de verificação:Cumprimento das exigências definidas por lei para trabalhadores menores de 18 anos; Diretrizes gerais para os tipos de condições de trabalho dos menores de 18 anos ; Cumprimento da combinação de horas (escola + transporte + trabalho); Crianças ou trabalhadores jovens expostos a situações perigosas, inseguras ou insalubres (dentro ou fora do trabalho). Trabalho Infantil
  • 158.
    Exemplos: Contratação decrianças por tempo total, interrompendo seus estudos secundários; A empresa não possui fornecedor/contratada que utiliza trabalho infantil. Trabalho Infantil
  • 159.
    Todo trabalho compulsórioou realizado sob ameaça é absolutamente proibido; Esclarecer previamente as condições de trabalho de seus empregados durante o período de contratação ; Considerando seu raio de influência, a empresa precisa combater práticas de trabalho forçado na sua cadeia de fornecedores e sub-fornecedores. A empresa não deve se envolver com ou apoiar a utilização de trabalho forçado ou compulsório Trabalho Forçado e Compulsório
  • 160.
    Lista de verificação:A contratação está vinculada a subornos ou espécie de depósito; Existe algum sistema de crédito ou empréstimo gerenciado pela empresa? Ele é administrado de forma transparente e justa? Liberdade de ir e vir no ambiente de trabalho; Existe retenção de documentos originais durante o processo de ação? Trabalho Forçado e Compulsório
  • 161.
    Exemplos: Empregados seguemordens de superiores sob ameaças de serem despedidos; Regime de trabalho adotado nas fazendas; Presença de guardas para “vigiar” o trabalho dos empregados. Trabalho Forçado e Compulsório
  • 162.
    A empresa, tendoem mente os conhecimentos correntes de seu ramo de atividade e quaisquer riscos de acidente específicos, deverá proporcionar um ambiente de trabalho seguro e saudável a todos os seus colaboradores. Assegurar que todos os funcionários recebam treinamento regular e documentado , incluindo os novos colaboradores; Estabelecer sistemas para detectar, evitar ou reagir ameaças potenciais à saúde e segurança de todos os funcionários ; Assegurar o fornecimento de instalações limpas e seguras, e acesso a água potável para todos os colaboradores. Saúde e Segurança PCMSO – Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional (NR – 07) PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais ( NR – 09)
  • 163.
    Lista de verificação:Existe Programa e/ou procedimento documentado de saúde e segurança no ambiente de trabalho? Estes procedimentos são comunicados e compreendidos pelos trabalhadores? Todos os acidentes ocorridos na empresa estão sendo devidamente reportados? São elaborados relatórios destes acidentes? Estão sendo traçados planos de ação para eliminar riscos potenciais de saúde e segurança? A área está devidamente sinalizada quanto aos riscos presentes? A área está devidamente sinalizada quanto a necessidade de uso de EPI’S? Existem medidas para assegurar o uso destes? Saúde e Segurança
  • 164.
    Exemplos: Teste depotabilidade da água; Uso de EPI’s; Saídas de emergência de fácil acesso, desobstruídas e sinalizadas. Saúde e Segurança
  • 165.
    Direito a NegociaçãoColetiva por parte dos empregados; Livre acesso do sindicato às instalações da empresa e aos seus membros ; Tratamento igual aos membros do sindicato, sem discriminação. A empresa deverá respeitar o direito de todos os empregados de formarem e associarem-se ao sindicato que representam sua categoria. Liberdade de Associação e Direito a Negociação Coletiva
  • 166.
    Lista de verificação:Barreiras contra o direito de organizar e associar-se ao sindicato que os representa; O sindicato é reconhecido nas negociações coletivas ; Acesso do sindicato às instalações da empresa; Discriminação contra membros dos sindicatos no local de trabalho; Medidas adotadas pela empresa durante manifestações de caráter organizativo, paralisações ou greves. Liberdade de Associação e Direito a Negociação Coletiva
  • 167.
    Exemplos: Empresa interferena opção dos empregados de se associarem ao sindicato de sua categoria ; Membros dos sindicatos são discriminados no ambiente de trabalho; Membros do sindicato não são promovidos; Empregados são ameaçados de demissão em casos de paralisações e greves. Liberdade de Associação e Direito a Negociação Coletiva
  • 168.
    Discriminação A empresa não deve se envolver ou apoiar a discriminação. Oportunidades iguais para todos de: contratação, remuneração, acesso a treinamento, promoção, encerramento de contrato ou aposentadoria; Nenhuma discriminação com base em raça, classe social, nacionalidade, religião, deficiência, sexo, orientação sexual, associação a sindicato ou afiliação política, ou idade ; Comportamento sexualmente coercitivo, ameaçador, abusivo ou explorativo não é tolerado.
  • 169.
    Lista de verificação:Procedimentos implantados para prevenir quaisquer formas de discriminação; Utilização de mecanismos para os empregados reportarem comportamentos discriminatórios ; Justificativas/critérios adotados durante a contratação, promoção, remuneração e acesso a treinamento estão registrados. Discriminação
  • 170.
    Exemplos: Anúncios derecrutamento com restrição dos candidatos por sexo, raça, cor, deficiência física etc; Mulheres são obrigadas a fazer teste de gravidez antes de efetivar a contratação; Restrição para expressar credo religioso ; Privilégios unilaterais no ambiente de trabalho (benefícios para grupos isolados); “ Peixes do chefe”. Discriminação
  • 171.
    A empresa não deverá se envolver ou tolerar a utilização de punição corporal, mental ou coerção física e abuso verbal das pessoas . Práticas Disciplinares
  • 172.
    Lista de verificação:Evidências de punições corporais; Evidências de maus tratos físicos ou insultos verbais de coerção física/mental ; Utilização de mecanismos para relatar práticas disciplinares. Práticas Disciplinares
  • 173.
    Exemplos: O empregadoé obrigado a pagar ferramentas danificadas ou perdidas (vale a Convenção Coletiva); Falta de respeito na relação com os subordinados durante o processo disciplinar; Insultos verbais: palavrões; Ridicularizar o empregado na frente do grupo devido a uma falha. Práticas Disciplinares
  • 174.
    Horário de TrabalhoA empresa deverá cumprir a Legislação aplicável. A jornada de trabalho não pode exceder 48 horas semanais (44 no Brasil); Assegurar 1 (um) dia de descanso a cada 7 (sete) dias de trabalho ; A realização de trabalho extra deve ser de forma voluntária e devidamente remunerada; As horas extras não podem ultrapassar 2 horas diárias ou 12 horas semanais (não é cumulativo: os valores são para uma semana de trabalho); Hora extra deve ser realizada apenas em circunstâncias excepcionais; Pagamento de hora extra de acordo com a Convenção Coletiva; O controle de hora extra deverá ser empregado por empregado.
  • 175.
    Lista de verificação:Obediência às exigências legais e ao Acordo ou Convenção Coletiva quanto a jornada de trabalho; Volume de horas extras praticadas (checar cartão de ponto) e seu efetivo pagamento; Detalhes da hora extra praticada no boleto, Holerite, contra-cheque etc. Descanso semanal; Voluntariedade dos empregados para praticar trabalho extra; % de incidentes ocasionados por fadiga/cansaço (checar registro de incidentes e suas causas). Horário de Trabalho
  • 176.
    Exemplos: Jornada deTrabalho A empresa disponibiliza transporte - horas após o fim da jornada, obrigando o empregado a trabalhar mais por falta de opção para retornar para o lar; Empregados que não praticam hora extra são “marcados”; A jornada de trabalho definida pela empresa atende aos aspectos legais da convenção coletiva e legislação trabalhista.
  • 177.
    O salário basedeve suprir as necessidades básicas (alimentação e moradia) de seus empregados e ainda gerar alguma renda extra. Apresentar demonstrativo de pagamento detalhando composição dos salários, benefícios e deduções; Deduções salariais não podem ser aplicadas em virtude de medidas disciplinares ; Coibir os arranjos de contrato e esquemas de falso aprendizado. Remuneração
  • 178.
    Lista de verificação:Comprovar se o salário é compatível com as necessidades básicas dos empregados (considerar o piso da categoria como base); Freqüência e método do pagamento (boleto, contra-cheque, Holerite, cheque etc.); Deduções salariais não são utilizadas como medida disciplinar; Compreensão da composição do salário, benefícios e deduções por parte dos empregados. Remuneração
  • 179.
    Exemplos: Práticas deremuneração não compatíveis com o trabalho dos empregados e mercado local; Empregados que fazem o mesmo trabalho são remunerados de forma diferente sem justificativa clara; As deduções são feitas mas não são discriminadas de forma que o empregado consiga entender. Remuneração
  • 180.
    A Alta gerênciadeverá definir a política da empresa quanto a responsabilidade social e as relações de trabalho, que inclua: Compromisso de conformidade com todos os requisitos da SA 8000; Compromisso de observância à legislação e outras aplicáveis; Compromisso com a melhoria contínua; Seja documentada, implementada e mantida, comunicada e acessível a todas partes interessadas. Sistema de Gestão
  • 181.
    Análise crítica pelaalta administração ; Representantes da empresa; Planejamento e implementação ; Controle de fornecedores; Tratamento das preocupações e tomada de medidas corretivas; Registros. Sistema de Gestão
  • 182.
    Tópicos Importantes: Eleiçãodo representante dos empregados; Desenvolvimento de sistema de comunicação entre os empregados e seu representante; Gerenciamento de Horas Extras ; Divulgação e comprometimento formal dos fornecedores; Representante dos empregados acompanha auditoria; Auditorias fora do horário administrativo; Sistema de Gestão
  • 183.
    Tópicos Importantes: Aauditoria externa desta norma é semestral – exceto para empresas que passem 2 auditorias consecutivas sem nenhuma não-conformidade; Auditoria por meio de entrevistas; Divulgação do Manual do Gestor ; Divulgação do Manual dos Empregados; Divulgação da Convenção Coletiva. Sistema de Gestão
  • 184.
    Norma Brasileira de Responsabilidade Social NBR 16001:2004. Responsabilidade Social - Sistema da Gestão – Requisitos
  • 185.
    “ Esta Normafoi redigida de forma a aplicar-se a todos os tipos e portes de organizações e para adequar-se a diferentes condições geográficas, culturais e sociais brasileiras. (...) O sucesso do sistema depende do comprometimento de todos os níveis e funções, especialmente da Alta Direção . “ NBR 16001: 2004
  • 186.
    Responsabilidade Social Relação ética e transparente da organização com todas as suas partes interessadas , visando o desenvolvimento sustentável . fornecedor sindicatos comunidade proprietários, acionistas, banqueiros Consumidor, Cliente Público interno organização
  • 187.
    SA 8000 xNBR 16001
  • 188.
    NBR 16001 -Sumário Prefácio e Introdução 1 – Objetivos 2 – Definições 3 – Requisitos do sistema da gestão da responsabilidade social Anexo A – Bibliografia (referência bibliográfica e documentos Bibliográficos) Anexo B – Outros termos
  • 189.
    3.5 Requisitos de documentação NBR 16001 - Requisitos Comprometimento da Alta Administração Política da RS 3.2 MELHORIA CONTÍNUA Recursos, regras, responsabilidade e autoridade 3.3.4 Competência, treinamento e conscientização 3.4.1 Comunicação 3.4.2 Controle operacional 3.4.3 Manual do SGRS 3.5.2 Controle de documentos 3.5.3 Controle de registros 3.5.4 Monitoramento e medição 3.6.1 Avaliação da conformidade 3.6.2 Não-conformidade e AC e AP 4.6.3 Auditoria interna 3.6.4 Análise pela Administração 3.3.5 Aspectos da RS 3.3.1 Requisitos legais e outros 3.3.2 Objetivos e metas 3.3.3 Programas 3.3.3 3.3 Planejamento 3.4 Implementação e Operação 3.6 Medição, análise e melhoria
  • 190.
    Requisitos Gerais (3.1)> explicita a necessidade de “melhoria contínua” > não é possível a “exclusão” de requisitos da Norma, para efeito de certificação Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 191.
    Política da responsabilidadesocial (3.2) > ... consultando as partes interessadas > ... inclua o comprometimento com a promoção da ética e do desenvolvimento sustentável, com a melhoria contínua, prevenção de impactos adversos e atendimento à legislação > ... comunicada a todos que trabalham para ou em nome da organização Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 192.
    Organização (2.10) ConsultandoAssegurando Apropriada a natureza, escala e impactos Comprometimento com: Ética Desenvolvimento sustentável Melhoria contínua Prevenção de impactos adversos Atendimento à legislação e outros Partes Interessadas (2.11) Estrutura para Objetivos e metas Documentada Implementada Mantida Comunicada Disponível p/ público Política de Responsabilidade Social (2.12) Política Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 193.
    3.3.1 Aspectos daRS 3.3.2 Requisitos legais e outros Requisitos financeiros Visão das Partes interessadas Opções tecnológicas Requisitos operacionais Requisitos comerciais Meio social e cultural Impactos Objetivos e Metas de RS PROGRAMAS Responsabilidades Meios Prazos Planejamento Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 194.
    3.5.1 ...a documentação do SGRS deve incluir d) procedimentos documentados, documentos e registros (ver 3.5.4), definidos pela organização como sendo necessários para assegurar o planejamento, a operação e o controle eficazes de seus processos relacionados com a responsabilidade social Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 195.
    Aspectos da responsabilidadesocial (3.3.1) > ... identificar as partes interessadas e suas percepções, bem como os aspectos da responsabilidade social > que possam ser controlados e sobre os quais presume-se que tenha influência > a fim de determinar aqueles que tenham, ou possam ter, impacto significativo, positivo ou negativo > “link” SGRS  aspectos (penúltimo parágrafo) Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 196.
    Requisitos legais eoutros (3.3.2) > ... identificar e ter acesso à legislação aplicável a seus aspectos da responsabilidade social e outros requisitos pro ela subscritos > ... exemplos de outros requisitos: Global Compact, Compromissos Empresa Amiga da Criança, ... Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 197.
    Objetivos, metas eprogramas (3.3.3) > ... devem ser considerados ... requisitos legais e outros; aspectos significativos; opções tecnológica; requisitos financeiros, operacionais e comerciais; meios sociais e culturais; visão das partes interessadas; e impactos decorrentes. Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 198.
    Objetivos, metas eprogramas (3.3.3) Contemplar, mas não se limitar a: boas práticas de governança; combate à pirataria, sonegação, fraude e corrupção; práticas leais de concorrência; direitos da criança e do adolescente, incluindo o combate ao trabalho infantil; direitos do trabalhador, incluindo o de livre associação, de negociação, a remuneração justa e benefícios básicos, bem como o combate ao trabalho forçado; promoção da diversidade e combate à discriminação; Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 199.
    Objetivos, metas eprogramas (3.3.3) Contemplar, mas não se limitar a: compromisso com o desenvolvimento profissional; promoção da saúde e segurança; promoção de padrões sustentáveis de desenvolvimento, produção, distribuição e consumo, contemplando fornecedores, prestadores de serviços e outros; proteção ao meio ambiente e aos direitos das gerações futuras, e ações sociais de interesse público. Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 200.
    OBJETIVOS METAS PROGRAMASResponsabilidades Meios Prazos POLITICA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL ASPECTOS DA RESPONSABILIDADE SOCIAL, IMPACTOS, PERCEPÇÃO DAS PARTES INTERESSADAS, REQUISITOS LEGAIS E OUTROS Objetivos, metas e programas (3.3.3) Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 201.
    Recursos, regras, responsabilidadee autoridade (3.3.4) > A alta administração deve assegurar a disponibilidade de recursos para estabelecer, implementar, manter e melhorar o SGRS. > Recursos abrangem: recursos humanos, qualificações, tecnologia, infra-estrutura e recursos financeiros Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 202.
    Recursos, regras, responsabilidadee autoridade (3.3.4) Representante da Alta Administração deve: > Assegurar que os requisitos do SGRS sejam estabelecidos, implementados e mantidos de acordo com a norma > Relatar à alta administração o desempenho do SGRS, para análise, como base para o aprimoramento do SGRS Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 203.
    Competência, treinamento econscientização (3.4.1) > ... necessidades de treinamento associadas com seus aspectos e seu SGRS > ... fornecer treinamento ou adotar ações > ... pessoas que trabalhem para a organização ou em seu nome estejam conscientes ... Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 204.
    Competência, treinamento econscientização (3.4.1) a) da importância da conformidade com a política da RS, procedimentos e requisitos do SGRS; b) dos impactos significativos, reais e potenciais de suas atividades e dos benefícios ao meio ambiental, econômico e social resultantes da melhoria do seu desempenho pessoal; c) de suas funções e responsabilidades em atingir a conformidade com a política da RS, procedimentos e requisitos do SGRS; e d) das potenciais conseqüências da inobservância de procedimentos operacionais especificados. Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 205.
    Comunicação (3.4.2) Comunicaçãointerna entre vários níveis e funções da organização; Recebimento, documentação e resposta às comunicações pertinentes das partes interessadas externas; e Elaboração e divulgação periódica de documento, envolvendo as partes interessadas, contendo no mínimo as informações relevantes sobre: SGRS; Objetivos e metas de responsabilidade social; e Ações e resultados da responsabilidade social. Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 206.
    Controle operacional (3.4.3)a) Estabelecimento, implementação de procedimentos documentados, quando a ausência destes puder levar a desvios em relação à política, objetivos e metas da RS ; Definição de critérios operacionais nos procedimentos documentados, e Definição e revisão periódica de planos de contingência para as situações em que houver potencial de danos. Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 207.
    Estabelecimento, implementação deprocedimentos documentados, quando a ausência destes puder levar a desvios em relação à política, objetivos e metas da RS “ k” linhas do 3.3.3 Documentados ou não, não pode haver desvios em relação à política, objetivos e metas ! Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 208.
    Requisitos de documentação] Generalidades (3.5.1) A documentação do SGRS deve incluir: Declarações documentadas da política, dos objetivos e metas de RS; Manual do SGRS; Procedimentos e registros requeridos por esta norma; e Outros procedimentos, documentos e registros definidos pela organização como necessários. Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 209.
    Manual do SGRS (3.5.2) Deve incluir ... a ) Política da responsabilidade social, ou referência a esta; Objetivos e metas da responsabilidade social, ou referência a estes; Escopo do SGRS; Procedimentos requeridos pela Norma, ou referência a estes; e Descrição e interação dos elementos principais do SGRS. Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 210.
    Controle de documentos(3.5.3) Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 211.
    Controle de registros (3.5.4) Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 212.
    D___________ C___________ comO ________ e M______ C__________ O__________ Monitoramento e medição (3.6.1) > o monitoramento e medição tem 3 focos ... Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 213.
    3.3.2 3.6.2 I___________e ter a_________ à legislação aplicável a seus aspectos ... A_________ p_______ do a___________ à legislação e demais requisitos ... Avaliação da conformidade (3.6.2) Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 214.
    Não-conformidade e açõescorretiva e preventiva (3.6.3) Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 215.
    17. Análise pelaAlta Administração (3.6.5) As entradas devem incluir ... a) resultados das auditorias internas do SGRS, das avaliações da conformidade legal e demais avaliações; comunicação com as partes interessadas, incluindo sugestões e reclamações; desempenho da RS da organização; situação das ações corretivas e preventivas; acompanhamento das ações oriundas de análises anteriores; circunstâncias de mudanças, inclusive de requisitos legais e outros associados com os aspectos da RS; e recomendações para melhoria. Entendendo a NBR 16001: 2004
  • 216.
    Norma Internacional de Responsabilidade Social ISO 26000 - Responsabilidade Social
  • 217.
    ISO 26000 agregarávalor às iniciativas existentes para a responsabilidade social fornecendo orientação global com base em um consenso internacional entre especialistas representantes das principais partes interessadas e assim incentivar a aplicação as melhores práticas de responsabilidade social em todo o mundo. Não será certificável Previsão de publicação: ainda em 2010 A ISO 26000
  • 218.
    Escopo 2 Termos,definições e abreviaturas 2.1 Termos e definições 2.2 Abreviaturas 3 A compreensão da responsabilidade social 3.1 A responsabilidade social das organizações: Histórico 3.2 Tendências atuais da responsabilidade social 3.3 Características da responsabilidade social 3.4 O Estado e a responsabilidade social 4 Princípios da responsabilidade social 4.1 Geral 4.2 Prestação de contas e responsabilidade 4.3 Transparência 4.4 Comportamento ético 4.5 Respeito pelos interesses das partes interessadas 4.6 Respeito pelo estado de direito 4.7 Respeito pelas normas internacionais de comportamento 4.8 Respeito pelos direitos humanos A ISO 26000 - Requisitos
  • 219.
    5 Reconhecimento daresponsabilidade social e engajamento das partes interessadas 5.1 Geral 5.2 Reconhecimento da responsabilidade social 5.3 Identificação e engajamento das partes interessadas 6 Orientações sobre temas centrais da responsabilidade social 6.1 Geral 6.2 Governança organizacional 6.3 Direitos humanos 6.4 Praticas trabalhistas 6.5 Meio ambiente 6.6 Praticas leais de operação 6.7 Questões relativas ao consumidor 6.8 Envolvimento com a comunidade e seu desenvolvimento A ISO 26000 - Requisitos
  • 220.
    7 Orientações sobrea integração da responsabilidade social em toda a organização 7.1 Geral 7.2 Relação das características da organização com a responsabilidade social 7.3 Compreensão da responsabilidade social da organização 7.4 Praticas para integrar a responsabilidade social em toda a organização 7.5 Comunicação sobre responsabilidade social 7.6 Fortalecimento da credibilidade em relação a responsabilidade social 7.7 Analise e aprimoramento das ações e praticas da organização relativas a responsabilidade social 7.8 Iniciativas voluntarias de responsabilidade social A ISO 26000 - Requisitos
  • 221.
    Muito Obrigado aTodos! Contatos [email_address] [email_address] http://www.scribd.com/gerisval http://www.twitter.com/gerisval + 55 98 9114 4699 + 55 98 8844 0071 + 55 98 3246 2005

Notas do Editor