O documento discute três princípios hermenêuticos bíblicos: tipologia, alegoria e analogia. A tipologia envolve correspondências entre eventos, pessoas e lugares no Antigo e Novo Testamentos. A alegoria usa narrativas para ilustrar verdades espirituais. A analogia reconhece que a linguagem sobre Deus não pode ser totalmente unívoca ou equívoca, mas análoga, com significados semelhantes.