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Inovação e Tecnologia na
Docência do Ensino
Superior – Unidade I
Profª. Me. Ludhiana Bertoncello
ludhiana@cesumar.br
Site: https://sites.google.com/site/educaticsuperior/
Objetivos da disciplina
 Compreender o significado das Tecnologias de

Informação e Comunicação (TIC).
 Verificar a inserção e a correlação das TIC na
sociedade.
 Estudar a integração das TIC na educação.
Objetivos da disciplina
 Discutir os novos desafios para o educador

frente às novas mídias.
 Conhecer os paradigmas educacionais que
fundamentam a utilização das TIC na Educação.
 Verificar os níveis de inclusão digital e
apropriação pedagógica das TIC.
Website: educaTICsuperior
Apresentação
O que é TIC?
As tecnologias de Informação e Comunicação
popularizaram em nosso meio como TIC e tem sido
definida genericamente como um conjunto de
tecnologias e métodos para se comunicar.





Computadores e impressoras.
Câmeras de vídeo e foto para computador.
CDs e DVDs.
Os diversos suportes para guardar e portar
dados como os disquetes, discos rígidos,

pendrives.

 Celulares.
O que é TIC?
 TV ( aberta, a cabo, por assinatura).

 Fotografia, cinema, som, TV digitais.
 Internet: Correio eletrônico; Lista de

discussão; blogs e fotoblogs;
comunidades virtuais.
 Tecnologias de acesso remoto (wireless).
Como as TIC influenciam o
nosso dia a dia
 Somos sujeitos

globalizados, interconectados, consumidor
es, pós-modernos, imersos em relações
balizadas pelo virtual, pela cibercultura.

 Vivemos um momento marcado pela

aceleração dos processos globais, pelas
distâncias mais curtas, que os eventos em
um determinado lugar têm impacto
imediato sobre os sujeitos e lugares
situados a uma grande distância.
Como as TIC influenciam o
nosso dia a dia
 Formas diferentes/particulares de

conhecer e fazer.

 Processo marcado pela revolução

digital em vários âmbitos do viver
humano.

 A tecnologia mistura-se na

constituição física, cognitiva e afetiva
das pessoas.
Convergência Digital na
Sociedade
PC
Sensors
Server
Gateway
Robot

The Network
Palm top

Motor
Laptop
Cell
Phone

Set Top Box

Autor: Prof. Dr. Flávio Bortolozzi
Os computadores na sociedade
Um estudo divulgado em 2009 pela Computer
Industry Almanac aponta que nos Estados
Unidos deverão ter mais computadores em uso
do que pessoas no ano de 2013. No final de
2008, 86% dos americanos tinham um
computador, e a porcentagem deve chegar a
100% em 2013.

Fonte: Gazeta do Povo - 28 de janeiro de 2009
Dados do IBGE (Pnad - Pesquisa
Nacional por Amostra de
Domicílios/2009)
 A internet já é acessada por 41,7% da população

acima de dez anos, o equivalente, em números
absolutos, a 67,9 milhões de pessoas.
 O número representa crescimento de 112,9% na
comparação com os 31,9 milhões de usuários
registrados em 2005, equivalentes a 20,9% da
população.
Ranking das nações que mais tem PCs
Fonte: G1 - São Paulo
País
1. Estados Unidos
2. China
3. Japão
4. Alemanha
5. Reino Unido
6. França
7. Rússia
8. Itália
9. Coreia do Sul
10. Brasil
11. Índia
12. Canadá
13. México
14. Austrália
15. Espanha

Número de PCs
(em milhões)

Porcentagem

264,1
98,67
86,22
61,96
47,04
43,11
36,42
35,69
34,87
33,30
32,03
27,63
19,13
17,01
16,71

22,19
8,29
7,24
5,21
3,95
3,62
3,06
3
2,93
2,8
2,69
2,32
1,61
1,43
1,4

Juntos eles respondem por:
853,9 milhões, ou 71,7%, dos PCs usados em todo o mundo
Indicadores Nacionais sobre TIC segundo o Comitê Gestor da
Internet no Brasil
http://www.cetic.br/usuarios/tic/2008/index.htm

Dados de 2009 coletados por meio de 24.000 entrevistas
(inclusão de crianças de 5 a 9 anos)

 Telefone celular atinge 78% da população.
 A TV por assinatura passa de 7% para 10% na área
urbana e a antena parabólica vai de 20% para 26% no
total Brasil.
 Computador de mesa cresce 7% e alcança 30% da
população brasileira.
 Computadores portáteis estão em 5% dos lares
brasileiros (3% em 2008).
.
O que falar das TIC?
Software é a parte
que você xinga...
Hardware é a parte
que você chuta...
Autor: anônimo
Gostaria de criar
homepages, mas
não sei o que elas
comem!
Autor: anônimo
Errar é humano,
mas para estragar
tudo é preciso um
computador!
Autor: Paul Ehrlich
biólogo e ecologista

De que
lado
você
está?

Quando comecei a pilotar na
Fórmula 1 nos anos 1970, as
chances de sobreviver eram 7
para 1. Arriscadíssimo. Hoje em
dia, em função da tecnologia,
as chances são de 800 para
uma. Emerson Fittipaldi
Quando você quer fazer a lição
de casa, preencher seu
Imposto de Renda ou ver as
opções para uma viagem que
quer fazer, você precisa de um
PC. Bill Gates
Se a tecnologia pode criar
problemas, não é através da
ignorância que podemos
solucioná-los!
Como as TIC influenciam a ação do
professor?
Situação 1: Alunos
Ensino Superior

Entrada: 2010
Ensino Superior: 2014
Mercado de trabalho
(+35 anos)
até 2049

Situação 2: Alunos no
Ensino Fundamental

1º ano do Ensino
Fundamental: 2010
Ensino Médio: 2019
Ensino Superior: 2023
Mercado de trabalho (+35 anos)
até 2058
A pesquisadora
Carmem Maia concluiu:
+ 30 anos :
estrangeiros
- 30 anos: nativos
Não é possível inserir
tecnologia com
abordagem tradicional
de ensino
fundamentada nos 4
pilares.

REPITA
DECORE
LEIA

ESCUTE
Temos a oportunidade de
restabelecer um novo PARADIGMA
 Paradigmas são comuns, úteis, definem regras e
padrões.
 Estar aberto a mudanças
 Pegar a doença da qualidade
 O que é impossível hoje, pode ser possível amanhã
 Passado glorioso não garante o sucesso no futuro
 Coragem – acreditar em suas ideias
 Disposição para fazer e inovar.
O que dizer sobre as mudanças de
paradigmas por meio das TIC
Ensinar com as novas mídias será uma revolução, se
mudarmos simultaneamente os paradigmas
convencionais do ensino, que mantêm distantes
professores e alunos.

Caso contrário, conseguiremos dar um
verniz de modernidade, sem mexer no
essencial. A Internet é um novo meio de
comunicação, ainda incipiente, mas que
pode ajudar-nos a rever, a ampliar e a
modificar muitas das formas atuais de
ensinar e de aprender.
(Moran, 2001)
Com efeito, já não basta hoje
trabalhar com propostas de
modernização da educação.
Trata-se de repensar a
dinâmica do conhecimento no
seu sentido mais amplo, e as
novas funções do educador
como mediador deste
processo.
Ladislau Dowbor - http://www.dowbor.org

Não é apenas a
técnica de ensino
que muda,
incorporando uma
nova tecnologia. É a
própria concepção
do ensino que tem
de repensar os seus
caminhos.
Ladislau Dowbor http://www.dowbor.org
Concepção com foco na aprendizagem

Na Aquisição do conhecimento
Construção do conhecimento

Desenvolvimento do aluno
Construção social do conhecimento
Resultado
As TIC e o Paradigma da Complexidade
Do latim complexu: que abrange ou encerra muitos
elementos ou partes, complicado, confuso.
BEHRENS (1999) propõe uma alternativa baseada na
visão holística, na abordagem progressista e no ensino com
pesquisa

Abordagem
Progressista

Ensino com
pesquisa
Produção do
conhecimento

Tecnologias Inovadoras
Visão holística

O paradigma precisa ser
revisto!
Paradigma da Complexidade e a
VISÃO HOLÍSTICA
Proposta pelo americano Miller (1997)
Aluno

Ser pleno, único, original, indiviso, competente, contextualizado, dotado
de inteligências múltiplas.
Capaz de desenvolver-se completamente
Visto nas dimensões da sua totalidade como um ser físico, intelectual,
emocional e espiritual

Professor

facilitador de aprendizagem do conhecimento
Vê o aluno como um todo
preocupado com o homem que pretende formar
considera o “porquê” e “para que” está formando seus
estudantes
busca a formação de valores

Metodologia

Trabalhos em parcerias
Processo coletivo da construção do conhecimento
Prática pedagógica crítica, produtiva, reflexiva e transformadora
Possibilita as relações pessoais e interpessoais
Proposição de projetos criativos Inter-relação entre teoria e prática: a
teoria se constrói na prática e a prática se constrói na teoria

Avaliação

Realizada durante o processo
Está a serviço da construção do conhecimento, da harmonia, da
conciliação e da aceitação buscando melhor qualidade de vida
Ênfase para o aprender a aprender
Paradigma da Complexidade e a
Abordagem do ENSINO COM PESQUISA
Aluno

Sujeito gestor de projetos conjuntos que propiciem a produção do conhecimento
Corresponsável pela sua aprendizagem
Questionador, investigador, produtivo e criativo

Professor

Orquestrador da construção do conhecimento
Mediador, orientador, parceiro, articulador crítico e criativo
Provoca nos alunos o questionamento e a formulação própria
Instiga o posicionamento, a autonomia, a tomada de decisões, a
reflexão a decisão e a construção do conhecimento em seus alunos
Vê-se como sujeito da história
Grande contribuidor para a produção da ciência e da tecnologia com
criatividade e espírito transformador

Metodologia

Objetiva proposição dos projetos e enfatiza o trabalho coletivo, aliado ao individual.
Centra-se na produção do conhecimento com autonomia, criticidade e criatividade
Propõe-se a trabalhar com problematização e investigação
Valoriza a ação reflexiva, a curiosidade, o questionamento, a inquietação
Concebe a pesquisa como atividade inerente ao ser humano
Estimula um ambiente inovador e participativo em sala de aula
Utiliza recursos informatizados e literatura para a construção dos projetos

Avaliação

Deve ser contínua, processual e participativa e avalia o envolvimento, a
participação, a produção do conhecimento, o progresso, a qualidade do processo
educativo
Estabelecida pelo contrato que mostra com clareza as funções e os papéis do
professor e aluno
Paradigma da Complexidade e a
Abordagem PROGRESSISTA
Aluno

Sujeito do processo e participativo na aprendizagem
Participa da construção do conhecimento. É consciente da realidade
circundante
Caracteriza-se como sujeito sério, criativo, ativo, dinâmico e reflexivo

Professor

Sujeito do processo,´ético, democrático, autêntico, aprende enquanto
ensina
É crítico, EXIGENTE e coerente
Lidera o processo pela COMPETÊNCIA
Propõe sua leitura de mundo, mas apresenta outras leituras
diferentes da sua
Não se comporta como proprietário exclusivo do saber

Metodologia

ênfase na comunicação dialógica e no trabalho coletivo
privilegia a aquisição do saber vinculado às realidades sociais
contempla uma ação libertadora e democrática
procura problematizar o conteúdo e não só dissertar sobre ele ou
apresentá-lo como algo pronto
contempla uma abordagem dialética de ação/reflexão/ação
objetiva processos interativos com atividades de negociação e
renegociação
considera o saber da experiência feita

Avaliação

autoavaliação fundamentada na cosciência crítica
é contínua, processual e trasformadora
requer participação individual e coletiva
Os paradigmas do professor do
ENSINO SUPERIOR frente às TIC

COMPETÊNCIAS
ser, saber e
saber fazer
Conceituais
Conhecimento e
conteúdo
Procedimentais
Metodologias
Atitudinais
Conviver,
lidar com as
emoções
(UNESCO, LDB)

TIC
INOVAÇÃO
 Romper com formas
conservadoras de
ensinar, aprender, pesqu
isar e avaliar

COMPROMISSOS
Ensino
produção de
conhecimento
Pesquisa
saber interrogar,
atividade reflexiva
Extensão
socialização,
conhecimento de
mundo
Diretrizes
Curriculares
(MEC e PPP) e
missão da IES
O computador como imigrante
Bastos (2001)
Como imigrante, o computador pode ser bem-vindo,
ignorado, evitado ou rejeitado.
 Bem-vindo, mas talvez nunca seja considerado um
membro autêntico da cultura da IES.
 Ignorado, e com isso muitos professores vão deixar de
fazer o exercício de descobrir o potencial do computador.
 Evitado. Ele está lá e os professores não sabem
exatamente o que fazer com ele e deixam de explorá-lo.
Rejeitado, ou seja, a sua inserção é totalmente negada
e recusada à cultura vigente.
Você é um cidadão ou um professor
digitalmente incluído?
Ter condições
de acesso
público e/ou
privado de
qualidade

Saber interpretar
e usar para fins
individuais e/ou
coletivos, em
âmbito pessoal
e/ou profissional

TIC
Adquirir
autonomia
técnica

Fonte: BERTONCELLO, L. A inclusão digital na educação
superior...Dissertação de Mestrado, PUCPR
Fonte: BERTONCELLO, L. A inclusão digital na educação
superior...Dissertação de Mestrado, PUCPR.

Você é um cidadão digitalmente
incluído?
;

Não incluído
aquele que não tem acesso às TIC e não as utiliza de nenhuma forma.

Um pouco incluído
aquele que tem acesso às TIC e as utiliza de forma esporádica ou quando
necessário. Conhece poucas ferramentas e precisa de ajuda e suporte de
uma terceira pessoa.

Medianamente incluído
aquele que tem acesso cotidiano às TIC, usa algumas ferramentas com
certa autonomia, mas as utiliza para tarefas mais básicas. Esse grau
corresponde a um nível intermediário de inclusão digital.
Você é um cidadão digitalmente
incluído?
Parcialmente incluído
aquele que conhece softwares e tem competência e autonomia técnica para
realizar tarefas mais complicadas. Utiliza as TIC diariamente, bem como
ferramentas mais sofisticadas, mas não as utiliza em sua totalidade e
pluralidade dos diferentes contextos do ambiente digital.

Completamente incluído
aquele que utiliza as TIC diariamente e de forma frequente; é totalmente
independente na utilização, porque tem elevada competência técnica;
conhece as novas versões de softwares e programas e está sempre à frente
nesse quesito; usa as TIC e quase todas as suas ferramentas assiduamente,
seja em caráter pessoal seja profissionalmente; conhece o potencial das TIC
e as utiliza para fins pessoais, gerando benefícios de tempo e trabalho para
melhor qualidade de vida; conhece e domina os diferentes contextos e a
linguagem digital; realiza tarefas mais complicadas. Utiliza as TIC
diariamente, bem como ferramentas mais sofisticadas, mas não as utiliza em
sua totalidade e pluralidade dos diferentes contextos do ambiente digital.
Fonte: Sandholtz, J.H. Ensinando com as tecnologias:
criando sala de aula centrada nos alunos.1997.

Como professor, qual é a sua
habilidade com a tecnologia?
Estágios

Descrição (SANDHOLTZ, 1997)

1. Exposição

Neste nível, a aprendizagem dos professores se dá no âmbito bem inicial, e
os aspectos técnicos e de administração do equipamento tecnológico são as
preocupações mais visíveis.

2. Adoção

Aqui, os professores concentram-se menos nos aspectos técnicos e já tem
mais autonomia no uso do equipamento. Inicia-se o processo de integração
com a tecnologia com o objetivo de apoiar as práticas existentes, ou seja, o
uso da tecnologia se estende para apoiar a instrução já empregada na sala
de aula.

3. Adaptação

Neste nível, a nova tecnologia encontra-se bastante integrada à prática
tradicional em sala de aula, e os professores a utilizam com frequência,
ampliando a produtividade dos alunos quanto à aprendizagem. Há aqui o
uso significativo da tecnologia.

4. Apropriação

Aqui, os professores revelam ter total domínio das tecnologias,
introduzindo-as a novas práticas pedagógicas e não mais a práticas
tradicionais. Verifica-se uma mudança de atitude pessoal e a incorporação
da tecnologia no dia a dia.

5. Inovação
(Invenção)

Neste nível, a tecnologia é utilizada amplamente pelos professores para
criar novos ambientes de aprendizagem diferentes e variados. É o uso da
tecnologia por meio de experiências com novos padrões instrucionais.
Considerações circustanciais
A tecnologia pode ser uma ferramenta de auxílio ao processo de
ensino e aprendizagem. É um meio e não um fim.

O que pode acontecer no uso indevido?
 extensão de um modelo tradicional;
 instrumento de poder e discriminação;
 tecnologia sozinha: não garante a comunicação

de duas vias, a participação real.

Equívoco:
 as TIC permitem mais interação;
 aulas com tecnologias são

mais participativas;
 as mudanças acontecem
automaticamente.
Se o meu compromisso é
realmente com o homem
concreto, com a causa de sua
humanização, de sua
libertação, não posso por isso
mesmo prescindir da ciência,
nem da tecnologia, com as
quais me vou instrumentando
para melhor lutar por esta
causa (FREIRE, 1976, p. 22-23).
Inovação e Tecnologia na
Docência do Ensino Superior –
Unidade I
 Profª. Me. Ludhiana Bertoncello
 ludhiana@cesumar.br
 Site: https://sites.google.com/site/educaticsuperior/

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  • 1. Inovação e Tecnologia na Docência do Ensino Superior – Unidade I Profª. Me. Ludhiana Bertoncello ludhiana@cesumar.br Site: https://sites.google.com/site/educaticsuperior/
  • 2. Objetivos da disciplina  Compreender o significado das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).  Verificar a inserção e a correlação das TIC na sociedade.  Estudar a integração das TIC na educação.
  • 3. Objetivos da disciplina  Discutir os novos desafios para o educador frente às novas mídias.  Conhecer os paradigmas educacionais que fundamentam a utilização das TIC na Educação.  Verificar os níveis de inclusão digital e apropriação pedagógica das TIC.
  • 5. O que é TIC? As tecnologias de Informação e Comunicação popularizaram em nosso meio como TIC e tem sido definida genericamente como um conjunto de tecnologias e métodos para se comunicar.     Computadores e impressoras. Câmeras de vídeo e foto para computador. CDs e DVDs. Os diversos suportes para guardar e portar dados como os disquetes, discos rígidos, pendrives.  Celulares.
  • 6. O que é TIC?  TV ( aberta, a cabo, por assinatura).  Fotografia, cinema, som, TV digitais.  Internet: Correio eletrônico; Lista de discussão; blogs e fotoblogs; comunidades virtuais.  Tecnologias de acesso remoto (wireless).
  • 7. Como as TIC influenciam o nosso dia a dia  Somos sujeitos globalizados, interconectados, consumidor es, pós-modernos, imersos em relações balizadas pelo virtual, pela cibercultura.  Vivemos um momento marcado pela aceleração dos processos globais, pelas distâncias mais curtas, que os eventos em um determinado lugar têm impacto imediato sobre os sujeitos e lugares situados a uma grande distância.
  • 8. Como as TIC influenciam o nosso dia a dia  Formas diferentes/particulares de conhecer e fazer.  Processo marcado pela revolução digital em vários âmbitos do viver humano.  A tecnologia mistura-se na constituição física, cognitiva e afetiva das pessoas.
  • 9. Convergência Digital na Sociedade PC Sensors Server Gateway Robot The Network Palm top Motor Laptop Cell Phone Set Top Box Autor: Prof. Dr. Flávio Bortolozzi
  • 10. Os computadores na sociedade Um estudo divulgado em 2009 pela Computer Industry Almanac aponta que nos Estados Unidos deverão ter mais computadores em uso do que pessoas no ano de 2013. No final de 2008, 86% dos americanos tinham um computador, e a porcentagem deve chegar a 100% em 2013. Fonte: Gazeta do Povo - 28 de janeiro de 2009
  • 11. Dados do IBGE (Pnad - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios/2009)  A internet já é acessada por 41,7% da população acima de dez anos, o equivalente, em números absolutos, a 67,9 milhões de pessoas.  O número representa crescimento de 112,9% na comparação com os 31,9 milhões de usuários registrados em 2005, equivalentes a 20,9% da população.
  • 12. Ranking das nações que mais tem PCs Fonte: G1 - São Paulo País 1. Estados Unidos 2. China 3. Japão 4. Alemanha 5. Reino Unido 6. França 7. Rússia 8. Itália 9. Coreia do Sul 10. Brasil 11. Índia 12. Canadá 13. México 14. Austrália 15. Espanha Número de PCs (em milhões) Porcentagem 264,1 98,67 86,22 61,96 47,04 43,11 36,42 35,69 34,87 33,30 32,03 27,63 19,13 17,01 16,71 22,19 8,29 7,24 5,21 3,95 3,62 3,06 3 2,93 2,8 2,69 2,32 1,61 1,43 1,4 Juntos eles respondem por: 853,9 milhões, ou 71,7%, dos PCs usados em todo o mundo
  • 13. Indicadores Nacionais sobre TIC segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil http://www.cetic.br/usuarios/tic/2008/index.htm Dados de 2009 coletados por meio de 24.000 entrevistas (inclusão de crianças de 5 a 9 anos)  Telefone celular atinge 78% da população.  A TV por assinatura passa de 7% para 10% na área urbana e a antena parabólica vai de 20% para 26% no total Brasil.  Computador de mesa cresce 7% e alcança 30% da população brasileira.  Computadores portáteis estão em 5% dos lares brasileiros (3% em 2008). .
  • 14. O que falar das TIC? Software é a parte que você xinga... Hardware é a parte que você chuta... Autor: anônimo Gostaria de criar homepages, mas não sei o que elas comem! Autor: anônimo Errar é humano, mas para estragar tudo é preciso um computador! Autor: Paul Ehrlich biólogo e ecologista De que lado você está? Quando comecei a pilotar na Fórmula 1 nos anos 1970, as chances de sobreviver eram 7 para 1. Arriscadíssimo. Hoje em dia, em função da tecnologia, as chances são de 800 para uma. Emerson Fittipaldi Quando você quer fazer a lição de casa, preencher seu Imposto de Renda ou ver as opções para uma viagem que quer fazer, você precisa de um PC. Bill Gates Se a tecnologia pode criar problemas, não é através da ignorância que podemos solucioná-los!
  • 15.
  • 16. Como as TIC influenciam a ação do professor? Situação 1: Alunos Ensino Superior Entrada: 2010 Ensino Superior: 2014 Mercado de trabalho (+35 anos) até 2049 Situação 2: Alunos no Ensino Fundamental 1º ano do Ensino Fundamental: 2010 Ensino Médio: 2019 Ensino Superior: 2023 Mercado de trabalho (+35 anos) até 2058
  • 17.
  • 18. A pesquisadora Carmem Maia concluiu: + 30 anos : estrangeiros - 30 anos: nativos Não é possível inserir tecnologia com abordagem tradicional de ensino fundamentada nos 4 pilares. REPITA DECORE LEIA ESCUTE
  • 19. Temos a oportunidade de restabelecer um novo PARADIGMA  Paradigmas são comuns, úteis, definem regras e padrões.  Estar aberto a mudanças  Pegar a doença da qualidade  O que é impossível hoje, pode ser possível amanhã  Passado glorioso não garante o sucesso no futuro  Coragem – acreditar em suas ideias  Disposição para fazer e inovar.
  • 20. O que dizer sobre as mudanças de paradigmas por meio das TIC Ensinar com as novas mídias será uma revolução, se mudarmos simultaneamente os paradigmas convencionais do ensino, que mantêm distantes professores e alunos. Caso contrário, conseguiremos dar um verniz de modernidade, sem mexer no essencial. A Internet é um novo meio de comunicação, ainda incipiente, mas que pode ajudar-nos a rever, a ampliar e a modificar muitas das formas atuais de ensinar e de aprender. (Moran, 2001)
  • 21. Com efeito, já não basta hoje trabalhar com propostas de modernização da educação. Trata-se de repensar a dinâmica do conhecimento no seu sentido mais amplo, e as novas funções do educador como mediador deste processo. Ladislau Dowbor - http://www.dowbor.org Não é apenas a técnica de ensino que muda, incorporando uma nova tecnologia. É a própria concepção do ensino que tem de repensar os seus caminhos. Ladislau Dowbor http://www.dowbor.org
  • 22. Concepção com foco na aprendizagem Na Aquisição do conhecimento Construção do conhecimento Desenvolvimento do aluno Construção social do conhecimento Resultado
  • 23. As TIC e o Paradigma da Complexidade Do latim complexu: que abrange ou encerra muitos elementos ou partes, complicado, confuso. BEHRENS (1999) propõe uma alternativa baseada na visão holística, na abordagem progressista e no ensino com pesquisa Abordagem Progressista Ensino com pesquisa Produção do conhecimento Tecnologias Inovadoras Visão holística O paradigma precisa ser revisto!
  • 24. Paradigma da Complexidade e a VISÃO HOLÍSTICA Proposta pelo americano Miller (1997) Aluno Ser pleno, único, original, indiviso, competente, contextualizado, dotado de inteligências múltiplas. Capaz de desenvolver-se completamente Visto nas dimensões da sua totalidade como um ser físico, intelectual, emocional e espiritual Professor facilitador de aprendizagem do conhecimento Vê o aluno como um todo preocupado com o homem que pretende formar considera o “porquê” e “para que” está formando seus estudantes busca a formação de valores Metodologia Trabalhos em parcerias Processo coletivo da construção do conhecimento Prática pedagógica crítica, produtiva, reflexiva e transformadora Possibilita as relações pessoais e interpessoais Proposição de projetos criativos Inter-relação entre teoria e prática: a teoria se constrói na prática e a prática se constrói na teoria Avaliação Realizada durante o processo Está a serviço da construção do conhecimento, da harmonia, da conciliação e da aceitação buscando melhor qualidade de vida Ênfase para o aprender a aprender
  • 25. Paradigma da Complexidade e a Abordagem do ENSINO COM PESQUISA Aluno Sujeito gestor de projetos conjuntos que propiciem a produção do conhecimento Corresponsável pela sua aprendizagem Questionador, investigador, produtivo e criativo Professor Orquestrador da construção do conhecimento Mediador, orientador, parceiro, articulador crítico e criativo Provoca nos alunos o questionamento e a formulação própria Instiga o posicionamento, a autonomia, a tomada de decisões, a reflexão a decisão e a construção do conhecimento em seus alunos Vê-se como sujeito da história Grande contribuidor para a produção da ciência e da tecnologia com criatividade e espírito transformador Metodologia Objetiva proposição dos projetos e enfatiza o trabalho coletivo, aliado ao individual. Centra-se na produção do conhecimento com autonomia, criticidade e criatividade Propõe-se a trabalhar com problematização e investigação Valoriza a ação reflexiva, a curiosidade, o questionamento, a inquietação Concebe a pesquisa como atividade inerente ao ser humano Estimula um ambiente inovador e participativo em sala de aula Utiliza recursos informatizados e literatura para a construção dos projetos Avaliação Deve ser contínua, processual e participativa e avalia o envolvimento, a participação, a produção do conhecimento, o progresso, a qualidade do processo educativo Estabelecida pelo contrato que mostra com clareza as funções e os papéis do professor e aluno
  • 26. Paradigma da Complexidade e a Abordagem PROGRESSISTA Aluno Sujeito do processo e participativo na aprendizagem Participa da construção do conhecimento. É consciente da realidade circundante Caracteriza-se como sujeito sério, criativo, ativo, dinâmico e reflexivo Professor Sujeito do processo,´ético, democrático, autêntico, aprende enquanto ensina É crítico, EXIGENTE e coerente Lidera o processo pela COMPETÊNCIA Propõe sua leitura de mundo, mas apresenta outras leituras diferentes da sua Não se comporta como proprietário exclusivo do saber Metodologia ênfase na comunicação dialógica e no trabalho coletivo privilegia a aquisição do saber vinculado às realidades sociais contempla uma ação libertadora e democrática procura problematizar o conteúdo e não só dissertar sobre ele ou apresentá-lo como algo pronto contempla uma abordagem dialética de ação/reflexão/ação objetiva processos interativos com atividades de negociação e renegociação considera o saber da experiência feita Avaliação autoavaliação fundamentada na cosciência crítica é contínua, processual e trasformadora requer participação individual e coletiva
  • 27. Os paradigmas do professor do ENSINO SUPERIOR frente às TIC COMPETÊNCIAS ser, saber e saber fazer Conceituais Conhecimento e conteúdo Procedimentais Metodologias Atitudinais Conviver, lidar com as emoções (UNESCO, LDB) TIC INOVAÇÃO  Romper com formas conservadoras de ensinar, aprender, pesqu isar e avaliar COMPROMISSOS Ensino produção de conhecimento Pesquisa saber interrogar, atividade reflexiva Extensão socialização, conhecimento de mundo Diretrizes Curriculares (MEC e PPP) e missão da IES
  • 28. O computador como imigrante Bastos (2001) Como imigrante, o computador pode ser bem-vindo, ignorado, evitado ou rejeitado.  Bem-vindo, mas talvez nunca seja considerado um membro autêntico da cultura da IES.  Ignorado, e com isso muitos professores vão deixar de fazer o exercício de descobrir o potencial do computador.  Evitado. Ele está lá e os professores não sabem exatamente o que fazer com ele e deixam de explorá-lo. Rejeitado, ou seja, a sua inserção é totalmente negada e recusada à cultura vigente.
  • 29. Você é um cidadão ou um professor digitalmente incluído? Ter condições de acesso público e/ou privado de qualidade Saber interpretar e usar para fins individuais e/ou coletivos, em âmbito pessoal e/ou profissional TIC Adquirir autonomia técnica Fonte: BERTONCELLO, L. A inclusão digital na educação superior...Dissertação de Mestrado, PUCPR
  • 30. Fonte: BERTONCELLO, L. A inclusão digital na educação superior...Dissertação de Mestrado, PUCPR. Você é um cidadão digitalmente incluído? ; Não incluído aquele que não tem acesso às TIC e não as utiliza de nenhuma forma. Um pouco incluído aquele que tem acesso às TIC e as utiliza de forma esporádica ou quando necessário. Conhece poucas ferramentas e precisa de ajuda e suporte de uma terceira pessoa. Medianamente incluído aquele que tem acesso cotidiano às TIC, usa algumas ferramentas com certa autonomia, mas as utiliza para tarefas mais básicas. Esse grau corresponde a um nível intermediário de inclusão digital.
  • 31. Você é um cidadão digitalmente incluído? Parcialmente incluído aquele que conhece softwares e tem competência e autonomia técnica para realizar tarefas mais complicadas. Utiliza as TIC diariamente, bem como ferramentas mais sofisticadas, mas não as utiliza em sua totalidade e pluralidade dos diferentes contextos do ambiente digital. Completamente incluído aquele que utiliza as TIC diariamente e de forma frequente; é totalmente independente na utilização, porque tem elevada competência técnica; conhece as novas versões de softwares e programas e está sempre à frente nesse quesito; usa as TIC e quase todas as suas ferramentas assiduamente, seja em caráter pessoal seja profissionalmente; conhece o potencial das TIC e as utiliza para fins pessoais, gerando benefícios de tempo e trabalho para melhor qualidade de vida; conhece e domina os diferentes contextos e a linguagem digital; realiza tarefas mais complicadas. Utiliza as TIC diariamente, bem como ferramentas mais sofisticadas, mas não as utiliza em sua totalidade e pluralidade dos diferentes contextos do ambiente digital.
  • 32. Fonte: Sandholtz, J.H. Ensinando com as tecnologias: criando sala de aula centrada nos alunos.1997. Como professor, qual é a sua habilidade com a tecnologia? Estágios Descrição (SANDHOLTZ, 1997) 1. Exposição Neste nível, a aprendizagem dos professores se dá no âmbito bem inicial, e os aspectos técnicos e de administração do equipamento tecnológico são as preocupações mais visíveis. 2. Adoção Aqui, os professores concentram-se menos nos aspectos técnicos e já tem mais autonomia no uso do equipamento. Inicia-se o processo de integração com a tecnologia com o objetivo de apoiar as práticas existentes, ou seja, o uso da tecnologia se estende para apoiar a instrução já empregada na sala de aula. 3. Adaptação Neste nível, a nova tecnologia encontra-se bastante integrada à prática tradicional em sala de aula, e os professores a utilizam com frequência, ampliando a produtividade dos alunos quanto à aprendizagem. Há aqui o uso significativo da tecnologia. 4. Apropriação Aqui, os professores revelam ter total domínio das tecnologias, introduzindo-as a novas práticas pedagógicas e não mais a práticas tradicionais. Verifica-se uma mudança de atitude pessoal e a incorporação da tecnologia no dia a dia. 5. Inovação (Invenção) Neste nível, a tecnologia é utilizada amplamente pelos professores para criar novos ambientes de aprendizagem diferentes e variados. É o uso da tecnologia por meio de experiências com novos padrões instrucionais.
  • 33. Considerações circustanciais A tecnologia pode ser uma ferramenta de auxílio ao processo de ensino e aprendizagem. É um meio e não um fim. O que pode acontecer no uso indevido?  extensão de um modelo tradicional;  instrumento de poder e discriminação;  tecnologia sozinha: não garante a comunicação de duas vias, a participação real. Equívoco:  as TIC permitem mais interação;  aulas com tecnologias são mais participativas;  as mudanças acontecem automaticamente.
  • 34. Se o meu compromisso é realmente com o homem concreto, com a causa de sua humanização, de sua libertação, não posso por isso mesmo prescindir da ciência, nem da tecnologia, com as quais me vou instrumentando para melhor lutar por esta causa (FREIRE, 1976, p. 22-23).
  • 35. Inovação e Tecnologia na Docência do Ensino Superior – Unidade I  Profª. Me. Ludhiana Bertoncello  ludhiana@cesumar.br  Site: https://sites.google.com/site/educaticsuperior/