O documento aborda a mediunidade, definindo-a como uma habilidade orgânica que qualquer pessoa pode ter, mas que se manifesta de forma mais intensa em médiums com uma sensibilidade maior. Explica ainda a diferença entre animismo e mediunidade, enfatizando que ambos fenômenos são interdependentes e decorrentes da manifestação do espírito humano. Além disso, discute a importância da educação e disciplina do médium para o exercício responsável de suas capacidades, alertando para os perigos associados à popularidade e ao orgulho.