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Final do século XVIII;
Alemanha e Inglaterra.
França é a grande impulsionadora do
Romantismo
Revolução francesa – Após a Revolução
Francesa, o absolutismo entrou em crise,
cedendo lugar ao liberalismo (doutrina
fundamentada na crença da capacidade
individual do homem). A economia da época
estimula a livre iniciativa, a livre empresa. O
individualismo tornou-se um valor básico da
sociedade da época.
Revolução Industrial – 1º momento
A Revolução Industrial gerou novos
investimentos que buscavam solucionar os
problemas técnicos decorrentes do aumento de
produção. Sua consequência mais evidente foi a
divisão do trabalho e o início da especialização
da mão-de-obra.
“Liberdade de criação e expressão.”
A difusão do livro -
especialmente através do
romance de folhetim -
permitiu que muitos
escritores vivessem de
seus direitos autorais. Foi
o caso de Victor Hugo,
aqui caricaturado como
um gigante da área
literária.
O primeiro efeito favorável da vitória burguesa para a
literatura reside no artigo onze da Declaração de Direitos
do Homem e do Cidadão:
"A livre comunicação dos pensamentos e opiniões é um
dos direitos mais preciosos do homem; todo cidadão pode
portanto falar, escrever, imprimir livremente." Como afirma
um historiador, "cada francês é agora um escritor em
potencial, todas as Bastilhas acadêmicas caem por terra e
uma aventura da palavra escrita está acontecendo."
Na França sobretudo, permite não
apenas a extinção dos privilégios
seculares, mas também o fim das
barreiras rígidas entre as classes
sociais.
Um novo sentido de vida, baseado
na livre iniciativa, exalta a audácia,
a competência e os méritos
pessoais de cada indivíduo,
independentemente de seus títulos
e seus antepassados.
A era do Liberalismo está em seu
auge e com ela um conjunto
notável de mudanças na história
do Ocidente.
Uma nova sociedade, um novo gosto, um novo
público
Novo conceito de arte Novo público
 A arte deixa de ser uma atividade
social orientada por critérios objetivos
e convencionais;
A arte transforma-se numa forma de
autoexpressão que cria seus próprios
padrões;
A arte torna-se o meio empregado
pelo indivíduo singular para se
comunicar com indivíduos
singulares;
A burguesia generaliza curiosidade
pelas criações artísticas (imprensa e
teatro);
A aliança da burguesia com o povo permite
levar às massas o conhecimento dos novos
tipos de arte;
 Nasce um novo público que assiste às
peças e lê os folhetins e os livros, cujo
gosto é necessário atender;
Expressão plena dos estados
de alma, da paixões e das
emoções.
Atração pelo desconhecido,
pela aventura, pelo
misterioso.
Exaltação da liberdade
individual e social.
Gosto por ambientes
solitários e noturnos.
Estilo mais simples e
comunicativo, além de
novos ritmos e formas
métricas.
Visão da natureza como
exemplo da manifestação
do poder de Deus e como
refúgio acolhedor para o
homem que busca paz
interior.
Consolidação da burguesia.
Difusão cada vez maior do
jornal como meio de
comunicação social e de
apresentação da literatura
(folhetins).
Aumento do número de
pessoas alfabetizadas,
incluindo mulheres.
Profissionalização do
escritor e a difusão maciça
da literatura.
Revolução Industrial:
• Moderna sociedade de
classes;
• Burguesia industrial;
• Proletariado.
Movimento de
independência das colônias
da Espanha e de Portugal.
Revolução Francesa:
• Burguesia no poder.
 Observe no quadro abaixo, as principais
diferenças entres os movimentos clássico e
romântico:
Classicismo Romantismo
 geral, universal  particular, individual
 impessoal, objetivo  pessoal, subjetivo
 apelo à imaginação
 razão  sensibilidade
 erudição  folclore
 elitilização  motivos populares
 disciplina  libertação
 imagem racional do
amor e da mulher
 imagem sentimental e subjetiva
do amor e da mulher
 apelo à inteligência
• subjetivismo: o escritor romântico quer
retratar em sua obra uma realidade
interior e parcial. Trata os assuntos de
uma forma pessoal, de acordo com o que
sente, aproximando-se da fantasia.
• Idealização: motivado pela fantasia e pela
imaginação, o artista romântico passa a
idealizar tudo; as coisas não são vistas
como realmente são, mas como deveriam
ser segundo uma ótica pessoal.
Assim, a pátria é sempre perfeita; a mulher
é vista como virgem, frágil, bela, submissa e
inatingível; o amor, quase sempre, é
espiritual e inalcançável; o índio, ainda que
moldado segundo modelos europeus, é o
herói nacional.
• sentimentalismo: exaltam-se os sentidos, e
tudo o que é provocado pelo impulso é
permitido. Certos sentimentos, como a saudade
(saudosismo), a tristeza, a nostalgia e a
desilusão, são constantes na obra romântica.
• Egocentrismo: cultua-se o "eu" interior,
atitude narcisista, em que o individualismo
prevalece; microcosmos (mundo interior) X
macrocosmos (mundo exterior).
• Liberdade de criação: todo tipo de padrão
clássico preestabelecido é abolido. O escritor
romântico recusa formas poéticas perfeitas,
usa o verso livre e branco, libertando-se dos
modelos greco-latinos, tão valorizados pelos
clássicos, e aproximando-se da linguagem
coloquial.
• Medievalismo: há um grande interesse dos
românticos pelas origens de seu país, de seu
povo. Na Europa, retornam à Idade Média e
cultuam seus valores, por ser uma época
obscura. Tanto é assim que o mundo medieval
é considerado a "noite da humanidade"; o que
não é muito claro, aguça a imaginação, a
fantasia. No Brasil, o índio representa o papel
de nosso passado medieval e vivo.
• Pessimismo: conhecido como o "mal-do-
século". O artista se vê diante da
impossibilidade de realizar o sonho do "eu" e,
desse modo, cai em profunda tristeza,
angústia, solidão, inquietação, desespero,
frustração, levando-o, muitas vezes, ao
suicídio, solução definitiva para o mal-do-
século.
• Escapismo psicológico: espécie de fuga. Já
que o romântico não aceita a realidade, volta
ao passado, individual (fatos ligados ao seu
próprio passado, a sua infância) ou histórico
(época medieval).
• Condoreirismo: corrente de poesia político-
social, com grande repercussão entre os
poetas da terceira geração romântica. Os
poetas condoreiros, influenciados pelo
escritor Victor Hugo, defendem a justiça social
e a liberdade.
• byronismo: atitude amplamente cultivada
entre os poetas da segunda geração romântica
e relacionada ao poeta inglês Lord Byron.
Caracteriza-se por mostrar um estilo de vida e
uma forma particular de ver o mundo; um
estilo de vida boêmia, noturna, voltada para o
vício e os prazeres da bebida, do fumo e do
sexo. Sua forma de ver o mundo é egocêntrica,
narcisista, pessimista, angustiada e, por vezes,
satânica.
• religiosidade: como uma reação ao
Racionalismo materialista dos clássicos, a vida
espiritual e a crença em Deus são enfocadas
como pontos de apoio ou válvulas de escape
diante das frustrações do mundo real.
• culto ao fantástico: a presença do mistério, do
sobrenatural, representando o sonho, a
imaginação; frutos da pura fantasia, que não
carecem de fundamentação lógica, do uso da
razão.
• nativismo: fascinação pela natureza. O artista
se vê totalmente envolvido por paisagens
exóticas, como se ele fosse uma continuação
da natureza. Muitas vezes, o nacionalismo
romântico é exaltado através da natureza, da
força da paisagem.
• nacionalismo ou patriotismo: exaltação da
Pátria, de forma exagerada, em que somente
as qualidades são enaltecidas.
• luta entre o liberalismo e o absolutismo:
poder do povo X poder da monarquia.
• Até na escolha do herói, o romântico
dificilmente optava por um nobre.
Geralmente, adotava heróis grandiosos,
muitas vezes personagens históricos, que
foram de algum modo infelizes: vida trágica,
amantes recusados, patriotas exilados.
ROMANTISMO EM PORTUGAL
• Período de lutas políticas e reivindicações
liberais;
• Devido às agitações, escritores vão ´para a
França e Inglaterra, onde conhecem as novas
ideias literárias;
• O início se dá com a publicação do poema
“Camões”, de Almeida Garrett, em 1825.
1ª GERAÇÃO ROMÂNTICA
PORTUGUESA
REPRESENTANTES
• Destacou-se como historiador e romancista,
mas também foi autor de poesias e contos;
• Escreveu alguns romances de fundo histórico,
ambientados na idade Média;
• Seu principal romance é Eurico, o presbítero.
• Poeta, prosador e dramaturgo.
• Principais obras:
- Poesia – Folhas caídas e Dona Branca;
- Romance – Viagem na minha terra;
- Tragédia teatral – Frei luís de Sousa.
• Não se enquadra nos padrões rígidos do
Classicismo, tampouco exibe o subjetivismo e o
sentimentalismo exagerado que caracterizam o
ideal romântico.
2ª GERAÇÃO DO ROMANTISMO EM PORTUGAL
EDGAR ALLAN POE
Edgard Allan Poe deixou poemas, contos, romance, temas
policiais e de horror. Muitas de suas obras exploram a
temática do sofrimento causado pela morte. O poeta
acreditava que nada seria mais romântico que um poema
sobre a morte de uma mulher bonita. É considerado o criador
do conto policial, seus poemas mergulham na tristeza e as
narrativas em temas de horror. Suas obras foram um marco
para a literatura norte-americana contemporânea, com
destaque para "Contos do Grotesco e Arabesco", publicado
na França com o título de "Histórias Extraordinárias" (1837),
contos que influenciaram diversas gerações de escritores de
livros de suspense e terror, e os poemas, “O Corvo” (1845) e
“Annabel Lee” (1849).
CAMILO CASTELO BRANCO
• O criador da novela passional portuguesa;
• De sua grande produção ficcional, destacam-se as
notas:
- passionais: Amor de perdição, Carlota Ângela e
Amor de salvação;
- satíricas: Coração, cabeça, estômago e A queda
dum anjo;
- de influência realista: Eusébio Macário, A corja e
A brasileira de Prazins.
SOARES DE PASSOS
• Antônio Augusto Soares de Passos
• O mais popular poeta do ultrarromantismo
português.
• Nascido na cidade do Porto em 1826 (um ano
depois da publicação do poema “ Camões” ,
de Garret), o poeta teve sua vida marcada por
alguns episódios tipicamente românticos:
prestes a terminar o curso de direito em
Coimbra, é atacado pela tuberculose.
• Formado, é preterido em um concurso público
e isola-se; consta que, durante quatro anos
permaneceu fechado em um quarto,
recebendo a visita de raros amigos;
• Morreu em 1860, tuberculoso, aos 33 anos de
idade.
3ª GERAÇÃO DO ROMANTISMO EM PORTUGAL
DÉCADA DE 1860
• Diluição das características românticas;
• Pré-Realismo;
• Questão Coimbrã;
• Final do ultrarromantismo;
• Sentimentos moderados;
• Simplicidade;
• Proximidade com a realidade.
QUESTÃO COIMBRÃ
A Questão Coimbrã (também chamada de
“Questão do Bom Senso e Bom Gosto”)
representou uma polêmica travada em 1865
entre os literatos portugueses: Antônio Feliciano
de Castilho, escritor romântico português, e o
grupo de estudantes da Universidade de
Coimbra: Antero de Quental, Teófilo Braga e
Vieira de Castro.
Além de ser o marco inicial do movimento realista
em Portugal, ela representou uma nova forma de
fazer literatura, trazendo à tona aspectos de
renovação literária aliado as ideias que surgiram na
época em torno de questões científicas.
Por isso, a questão Coimbrã se afasta dos moldes
ultrapassados dos ultrarromânticos, atacando
assim, as posturas de atraso cultural da sociedade
portuguesa da época.
Essa fase antecipa características da Escola
Realista, que substituirá o Romantismo. O
subjetivismo e o emocionalismo cederão lugar
para uma literatura de tom exaltado, baseada
nos grandes debates sociais e políticos da época.
Na década de 1860, os exageros
ultrarromânticos sobrevivem apenas em autores
menores. Os melhores depuraram o
romantismo, fugindo à pieguice e retomando a
um lirismo simples e sincero. Mantendo ainda o
subjetivismo romântico, os autores da terceira
geração já são pré-realistas.
PRINCIPAIS REPRESENTANTES
GERAÇÃO PRÉ-REALISTA
Obras inovaram em alguns aspectos a prosa
do Romantismo;
Linguagem simples;
Enredos mais simples, que giram em torno de
problemas amorosos e familiares. No final, os
mal-entendidos se esclarecem e tudo se
resolve.
Suas obras principais são os romances:
 As pupilas do senhor reitor;
A morgadinha dos canaviais;
Os fidalgos da casa mourisca e Uma família
inglesa.
ROMANTISMO NO BRASIL
Como surgiu esse movimento
literário? O romantismo no Brasil
surge a partir da independência
política brasileira. Os primeiros
artistas românticos passam a ter
uma missão: criar uma cultura
literária própria nacional.
O país recebe também escolas
de ensino superior, imprensa
regular entre outras mudanças.
Em 1822, ocorre a Proclamação
de Independência do Brasil, com
isso surge uma necessidade de
criar uma nova cultura e uma
nova nação.
O Romantismo no Brasil - Poesia
• Temas principais:
- Inspiração patriótica e libertária;
- Indianismo;
- Desilusão amorosa;
- Saudade;
- Morte;
- Exaltação da natureza brasileira.
A prosa romântica
• Romance urbano ou de costumes: abrange
temas amorosos e sociais no ambiente
urbano;
• Romance sertanejo ou regionalista: focaliza a
gente do interior, com seus costumes e valores
peculiares;
• Romance histórico: volta-se para o passado,
numa reinterpretação nacionalista de fatos e
personagens;
• Romance indianista: ainda na perspectiva
nacionalista, é aquele que enfoca a figura do
índio.
1ª GERAÇÃO DO ROMANTISMO NO
BRASIL
Fase indianista (nacionalista)
CARACTERÍSTICAS
• Exaltação da natureza e da liberdade;
• Religiosidade;
• Figura do índio como herói nacional;
• Sentimentalismo;
• Saudosismo;
• Nacionalismo-ufanista;
• Nativismo;
• Cor local
Leitores do século XIX
• O número de pessoas alfabetizadas no Brasil
era muito pequeno;
• A leitura ocorria num ambiente doméstico, em
meio a afazeres tipicamente femininos , e era
feito em voz alta;
• Os leitores visados por essa literatura
sentimental eram, sobretudo as mulheres.
O nacionalismo como projeto
• 1836 – início do
Romantismo no Brasil;
• Publicação de Suspiros
poéticos e saudades,
de Gonçalves de
Magalhães;
PRINCIPAIS REPRESENTANTES
• Gonçalves de Magalhães;
• Gonçalves Dias;
• José de Alencar.
Gonçalves Dias
• Dimensão poética ao tema do indígena;
• Cantou também os temas consagrados pelo
Romantismo europeu:
- Dores de amor;
- Saudade;
- Natureza.
José de Alencar
• Romances sociais ou urbanos:
- Cinco minutos; A viuvinha; Lucíola; A pata e a
gazela; Sonhos d’ouro; Senhora; Encarnação.
• Romances regionalistas:
- O gaúcho; O tronco do ipê; Til; O sertanejo.
• Romances históricos:
- As minas de prata; A guerra dos mascates.
• Romances indianistas:
- Iracema; Ubirajara; O Guarani.
2ª GERAÇÃO ROMÂNTICA DO BRASIL
CARACTERÍSTICAS
• Assim como em Portugal, a segunda geração
brasileira foi dominada pelo ultrarromantismo;
• Auge da tendência individualista e subjetiva;
• Desejo de morte;
• Solidão;
• Tédio;
• Melancolia;
• Visão trágica da existência;
• Pessimismo;
• Escapismo.
PRINCIPAIS REPRESENTANTES
• Álvares de Azevedo;
• Junqueira Freire;
• Casimiro de Abreu;
• Bernardo Guimarães;
• Laurindo Rabelo.
3ª GERAÇÃO DO ROMANTISMO NO BRASIL
(CONDOREIRA)
M
CARACTERÍSTICAS
• Pré-Realismo;
• Condoreirismo;
• Temas sociais e políticos;
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• Tom retórico e exaltado;
• Amor sensual.
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• Castro Alves.
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Romantismo

  • 1.
  • 2. Final do século XVIII; Alemanha e Inglaterra.
  • 3. França é a grande impulsionadora do Romantismo
  • 4.
  • 5. Revolução francesa – Após a Revolução Francesa, o absolutismo entrou em crise, cedendo lugar ao liberalismo (doutrina fundamentada na crença da capacidade individual do homem). A economia da época estimula a livre iniciativa, a livre empresa. O individualismo tornou-se um valor básico da sociedade da época.
  • 6. Revolução Industrial – 1º momento A Revolução Industrial gerou novos investimentos que buscavam solucionar os problemas técnicos decorrentes do aumento de produção. Sua consequência mais evidente foi a divisão do trabalho e o início da especialização da mão-de-obra.
  • 7. “Liberdade de criação e expressão.”
  • 8. A difusão do livro - especialmente através do romance de folhetim - permitiu que muitos escritores vivessem de seus direitos autorais. Foi o caso de Victor Hugo, aqui caricaturado como um gigante da área literária.
  • 9. O primeiro efeito favorável da vitória burguesa para a literatura reside no artigo onze da Declaração de Direitos do Homem e do Cidadão: "A livre comunicação dos pensamentos e opiniões é um dos direitos mais preciosos do homem; todo cidadão pode portanto falar, escrever, imprimir livremente." Como afirma um historiador, "cada francês é agora um escritor em potencial, todas as Bastilhas acadêmicas caem por terra e uma aventura da palavra escrita está acontecendo."
  • 10. Na França sobretudo, permite não apenas a extinção dos privilégios seculares, mas também o fim das barreiras rígidas entre as classes sociais.
  • 11. Um novo sentido de vida, baseado na livre iniciativa, exalta a audácia, a competência e os méritos pessoais de cada indivíduo, independentemente de seus títulos e seus antepassados.
  • 12. A era do Liberalismo está em seu auge e com ela um conjunto notável de mudanças na história do Ocidente.
  • 13. Uma nova sociedade, um novo gosto, um novo público Novo conceito de arte Novo público  A arte deixa de ser uma atividade social orientada por critérios objetivos e convencionais; A arte transforma-se numa forma de autoexpressão que cria seus próprios padrões; A arte torna-se o meio empregado pelo indivíduo singular para se comunicar com indivíduos singulares; A burguesia generaliza curiosidade pelas criações artísticas (imprensa e teatro); A aliança da burguesia com o povo permite levar às massas o conhecimento dos novos tipos de arte;  Nasce um novo público que assiste às peças e lê os folhetins e os livros, cujo gosto é necessário atender;
  • 14. Expressão plena dos estados de alma, da paixões e das emoções. Atração pelo desconhecido, pela aventura, pelo misterioso. Exaltação da liberdade individual e social. Gosto por ambientes solitários e noturnos. Estilo mais simples e comunicativo, além de novos ritmos e formas métricas. Visão da natureza como exemplo da manifestação do poder de Deus e como refúgio acolhedor para o homem que busca paz interior.
  • 15.
  • 16. Consolidação da burguesia. Difusão cada vez maior do jornal como meio de comunicação social e de apresentação da literatura (folhetins). Aumento do número de pessoas alfabetizadas, incluindo mulheres. Profissionalização do escritor e a difusão maciça da literatura.
  • 17.
  • 18. Revolução Industrial: • Moderna sociedade de classes; • Burguesia industrial; • Proletariado. Movimento de independência das colônias da Espanha e de Portugal. Revolução Francesa: • Burguesia no poder.
  • 19.  Observe no quadro abaixo, as principais diferenças entres os movimentos clássico e romântico: Classicismo Romantismo  geral, universal  particular, individual  impessoal, objetivo  pessoal, subjetivo  apelo à imaginação  razão  sensibilidade  erudição  folclore  elitilização  motivos populares  disciplina  libertação  imagem racional do amor e da mulher  imagem sentimental e subjetiva do amor e da mulher  apelo à inteligência
  • 20. • subjetivismo: o escritor romântico quer retratar em sua obra uma realidade interior e parcial. Trata os assuntos de uma forma pessoal, de acordo com o que sente, aproximando-se da fantasia.
  • 21. • Idealização: motivado pela fantasia e pela imaginação, o artista romântico passa a idealizar tudo; as coisas não são vistas como realmente são, mas como deveriam ser segundo uma ótica pessoal. Assim, a pátria é sempre perfeita; a mulher é vista como virgem, frágil, bela, submissa e inatingível; o amor, quase sempre, é espiritual e inalcançável; o índio, ainda que moldado segundo modelos europeus, é o herói nacional.
  • 22. • sentimentalismo: exaltam-se os sentidos, e tudo o que é provocado pelo impulso é permitido. Certos sentimentos, como a saudade (saudosismo), a tristeza, a nostalgia e a desilusão, são constantes na obra romântica.
  • 23. • Egocentrismo: cultua-se o "eu" interior, atitude narcisista, em que o individualismo prevalece; microcosmos (mundo interior) X macrocosmos (mundo exterior).
  • 24. • Liberdade de criação: todo tipo de padrão clássico preestabelecido é abolido. O escritor romântico recusa formas poéticas perfeitas, usa o verso livre e branco, libertando-se dos modelos greco-latinos, tão valorizados pelos clássicos, e aproximando-se da linguagem coloquial.
  • 25. • Medievalismo: há um grande interesse dos românticos pelas origens de seu país, de seu povo. Na Europa, retornam à Idade Média e cultuam seus valores, por ser uma época obscura. Tanto é assim que o mundo medieval é considerado a "noite da humanidade"; o que não é muito claro, aguça a imaginação, a fantasia. No Brasil, o índio representa o papel de nosso passado medieval e vivo.
  • 26. • Pessimismo: conhecido como o "mal-do- século". O artista se vê diante da impossibilidade de realizar o sonho do "eu" e, desse modo, cai em profunda tristeza, angústia, solidão, inquietação, desespero, frustração, levando-o, muitas vezes, ao suicídio, solução definitiva para o mal-do- século.
  • 27. • Escapismo psicológico: espécie de fuga. Já que o romântico não aceita a realidade, volta ao passado, individual (fatos ligados ao seu próprio passado, a sua infância) ou histórico (época medieval).
  • 28. • Condoreirismo: corrente de poesia político- social, com grande repercussão entre os poetas da terceira geração romântica. Os poetas condoreiros, influenciados pelo escritor Victor Hugo, defendem a justiça social e a liberdade.
  • 29. • byronismo: atitude amplamente cultivada entre os poetas da segunda geração romântica e relacionada ao poeta inglês Lord Byron. Caracteriza-se por mostrar um estilo de vida e uma forma particular de ver o mundo; um estilo de vida boêmia, noturna, voltada para o vício e os prazeres da bebida, do fumo e do sexo. Sua forma de ver o mundo é egocêntrica, narcisista, pessimista, angustiada e, por vezes, satânica.
  • 30. • religiosidade: como uma reação ao Racionalismo materialista dos clássicos, a vida espiritual e a crença em Deus são enfocadas como pontos de apoio ou válvulas de escape diante das frustrações do mundo real.
  • 31. • culto ao fantástico: a presença do mistério, do sobrenatural, representando o sonho, a imaginação; frutos da pura fantasia, que não carecem de fundamentação lógica, do uso da razão.
  • 32. • nativismo: fascinação pela natureza. O artista se vê totalmente envolvido por paisagens exóticas, como se ele fosse uma continuação da natureza. Muitas vezes, o nacionalismo romântico é exaltado através da natureza, da força da paisagem.
  • 33. • nacionalismo ou patriotismo: exaltação da Pátria, de forma exagerada, em que somente as qualidades são enaltecidas.
  • 34. • luta entre o liberalismo e o absolutismo: poder do povo X poder da monarquia. • Até na escolha do herói, o romântico dificilmente optava por um nobre. Geralmente, adotava heróis grandiosos, muitas vezes personagens históricos, que foram de algum modo infelizes: vida trágica, amantes recusados, patriotas exilados.
  • 35. ROMANTISMO EM PORTUGAL • Período de lutas políticas e reivindicações liberais; • Devido às agitações, escritores vão ´para a França e Inglaterra, onde conhecem as novas ideias literárias; • O início se dá com a publicação do poema “Camões”, de Almeida Garrett, em 1825.
  • 37.
  • 39. • Destacou-se como historiador e romancista, mas também foi autor de poesias e contos; • Escreveu alguns romances de fundo histórico, ambientados na idade Média; • Seu principal romance é Eurico, o presbítero.
  • 40.
  • 41.
  • 42.
  • 43. • Poeta, prosador e dramaturgo. • Principais obras: - Poesia – Folhas caídas e Dona Branca; - Romance – Viagem na minha terra; - Tragédia teatral – Frei luís de Sousa. • Não se enquadra nos padrões rígidos do Classicismo, tampouco exibe o subjetivismo e o sentimentalismo exagerado que caracterizam o ideal romântico.
  • 44. 2ª GERAÇÃO DO ROMANTISMO EM PORTUGAL
  • 45.
  • 46.
  • 47. EDGAR ALLAN POE Edgard Allan Poe deixou poemas, contos, romance, temas policiais e de horror. Muitas de suas obras exploram a temática do sofrimento causado pela morte. O poeta acreditava que nada seria mais romântico que um poema sobre a morte de uma mulher bonita. É considerado o criador do conto policial, seus poemas mergulham na tristeza e as narrativas em temas de horror. Suas obras foram um marco para a literatura norte-americana contemporânea, com destaque para "Contos do Grotesco e Arabesco", publicado na França com o título de "Histórias Extraordinárias" (1837), contos que influenciaram diversas gerações de escritores de livros de suspense e terror, e os poemas, “O Corvo” (1845) e “Annabel Lee” (1849).
  • 48.
  • 49. CAMILO CASTELO BRANCO • O criador da novela passional portuguesa; • De sua grande produção ficcional, destacam-se as notas: - passionais: Amor de perdição, Carlota Ângela e Amor de salvação; - satíricas: Coração, cabeça, estômago e A queda dum anjo; - de influência realista: Eusébio Macário, A corja e A brasileira de Prazins.
  • 50. SOARES DE PASSOS • Antônio Augusto Soares de Passos • O mais popular poeta do ultrarromantismo português. • Nascido na cidade do Porto em 1826 (um ano depois da publicação do poema “ Camões” , de Garret), o poeta teve sua vida marcada por alguns episódios tipicamente românticos: prestes a terminar o curso de direito em Coimbra, é atacado pela tuberculose.
  • 51. • Formado, é preterido em um concurso público e isola-se; consta que, durante quatro anos permaneceu fechado em um quarto, recebendo a visita de raros amigos; • Morreu em 1860, tuberculoso, aos 33 anos de idade.
  • 52.
  • 53.
  • 54.
  • 55.
  • 56. 3ª GERAÇÃO DO ROMANTISMO EM PORTUGAL
  • 57.
  • 58. DÉCADA DE 1860 • Diluição das características românticas; • Pré-Realismo; • Questão Coimbrã; • Final do ultrarromantismo; • Sentimentos moderados; • Simplicidade; • Proximidade com a realidade.
  • 59. QUESTÃO COIMBRÃ A Questão Coimbrã (também chamada de “Questão do Bom Senso e Bom Gosto”) representou uma polêmica travada em 1865 entre os literatos portugueses: Antônio Feliciano de Castilho, escritor romântico português, e o grupo de estudantes da Universidade de Coimbra: Antero de Quental, Teófilo Braga e Vieira de Castro.
  • 60.
  • 61. Além de ser o marco inicial do movimento realista em Portugal, ela representou uma nova forma de fazer literatura, trazendo à tona aspectos de renovação literária aliado as ideias que surgiram na época em torno de questões científicas. Por isso, a questão Coimbrã se afasta dos moldes ultrapassados dos ultrarromânticos, atacando assim, as posturas de atraso cultural da sociedade portuguesa da época.
  • 62.
  • 63. Essa fase antecipa características da Escola Realista, que substituirá o Romantismo. O subjetivismo e o emocionalismo cederão lugar para uma literatura de tom exaltado, baseada nos grandes debates sociais e políticos da época.
  • 64. Na década de 1860, os exageros ultrarromânticos sobrevivem apenas em autores menores. Os melhores depuraram o romantismo, fugindo à pieguice e retomando a um lirismo simples e sincero. Mantendo ainda o subjetivismo romântico, os autores da terceira geração já são pré-realistas.
  • 67. Obras inovaram em alguns aspectos a prosa do Romantismo; Linguagem simples; Enredos mais simples, que giram em torno de problemas amorosos e familiares. No final, os mal-entendidos se esclarecem e tudo se resolve.
  • 68. Suas obras principais são os romances:  As pupilas do senhor reitor; A morgadinha dos canaviais; Os fidalgos da casa mourisca e Uma família inglesa.
  • 69.
  • 71. Como surgiu esse movimento literário? O romantismo no Brasil surge a partir da independência política brasileira. Os primeiros artistas românticos passam a ter uma missão: criar uma cultura literária própria nacional. O país recebe também escolas de ensino superior, imprensa regular entre outras mudanças. Em 1822, ocorre a Proclamação de Independência do Brasil, com isso surge uma necessidade de criar uma nova cultura e uma nova nação.
  • 72. O Romantismo no Brasil - Poesia • Temas principais: - Inspiração patriótica e libertária; - Indianismo; - Desilusão amorosa; - Saudade; - Morte; - Exaltação da natureza brasileira.
  • 73. A prosa romântica • Romance urbano ou de costumes: abrange temas amorosos e sociais no ambiente urbano; • Romance sertanejo ou regionalista: focaliza a gente do interior, com seus costumes e valores peculiares;
  • 74. • Romance histórico: volta-se para o passado, numa reinterpretação nacionalista de fatos e personagens; • Romance indianista: ainda na perspectiva nacionalista, é aquele que enfoca a figura do índio.
  • 75. 1ª GERAÇÃO DO ROMANTISMO NO BRASIL Fase indianista (nacionalista)
  • 76. CARACTERÍSTICAS • Exaltação da natureza e da liberdade; • Religiosidade; • Figura do índio como herói nacional; • Sentimentalismo; • Saudosismo; • Nacionalismo-ufanista; • Nativismo; • Cor local
  • 77. Leitores do século XIX • O número de pessoas alfabetizadas no Brasil era muito pequeno; • A leitura ocorria num ambiente doméstico, em meio a afazeres tipicamente femininos , e era feito em voz alta; • Os leitores visados por essa literatura sentimental eram, sobretudo as mulheres.
  • 78.
  • 79. O nacionalismo como projeto • 1836 – início do Romantismo no Brasil; • Publicação de Suspiros poéticos e saudades, de Gonçalves de Magalhães;
  • 80. PRINCIPAIS REPRESENTANTES • Gonçalves de Magalhães; • Gonçalves Dias; • José de Alencar.
  • 81. Gonçalves Dias • Dimensão poética ao tema do indígena; • Cantou também os temas consagrados pelo Romantismo europeu: - Dores de amor; - Saudade; - Natureza.
  • 82. José de Alencar • Romances sociais ou urbanos: - Cinco minutos; A viuvinha; Lucíola; A pata e a gazela; Sonhos d’ouro; Senhora; Encarnação. • Romances regionalistas: - O gaúcho; O tronco do ipê; Til; O sertanejo. • Romances históricos: - As minas de prata; A guerra dos mascates. • Romances indianistas: - Iracema; Ubirajara; O Guarani.
  • 84. CARACTERÍSTICAS • Assim como em Portugal, a segunda geração brasileira foi dominada pelo ultrarromantismo; • Auge da tendência individualista e subjetiva; • Desejo de morte; • Solidão; • Tédio; • Melancolia; • Visão trágica da existência; • Pessimismo; • Escapismo.
  • 85. PRINCIPAIS REPRESENTANTES • Álvares de Azevedo; • Junqueira Freire; • Casimiro de Abreu; • Bernardo Guimarães; • Laurindo Rabelo.
  • 86. 3ª GERAÇÃO DO ROMANTISMO NO BRASIL (CONDOREIRA)
  • 87. M
  • 88. CARACTERÍSTICAS • Pré-Realismo; • Condoreirismo; • Temas sociais e políticos; • Desejo de liberdade; • Tom retórico e exaltado; • Amor sensual.
  • 89. PRINCIPAIS REPRESENTANTES • Fagundes varela; • Castro Alves.