Antiguidade Clássica: Grécia e Roma

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Antiguidade Clássica: Grécia e Roma

  1. 1. História1º ano Prof.ª. Marília Pimentel CAPÍTULO 9 - PÁG. 102
  2. 2. Grécia antiga Grécia atual
  3. 3. CARACTERÍSTICAS  Base da cultura ocidental;  Escravo = gerador de riquezas (escravo = dívida / guerra / crime);  Intensa prática comercial. “Modo de Produção Escravista”. CIVILIZAÇÕES  Grécia Antiga;  Roma Antiga.
  4. 4. • Território acidentado; • Desenvolvimento do comércio e navegação; • Descentralização política (Cidade‐Estado); • Modo de produção escravista; • Contribuições nas artes, ciências e filosofia (formadores da CULTURA OCIDENTAL). CARACTERÍSTICAS GERAIS
  5. 5. • Período Pré‐Homérico (2800 – 1100 a.C.) – povoamento da Grécia. • Período Homérico (1100 – 800 a.C) – chegada dos Dórios à Grécia. • Período Arcaico (800 – 500 a.C) – formação da pólis (cidade‐Estado). • Período Clássico (500 – 336 a.C) – auge da pólis. • Período Helenístico (336 – 146 a.C) – decadência da pólis/ domínio Macedônico. FASES DA HISTÓRIA
  6. 6. FORMAÇÃO DO POVO HELENO (Grego) Período Pré-homérico:  Civilização Creto- Micênica(cretenses+ aqueus). • Cretenses: comércio marítimo, talassocracia (poder nas mãos de elite comerciante), escrita silábica (Linear A e Linear B), destaque para as mulheres; • Micênicos: Grécia Continental – aqueus. Conquistaram os cretenses, porém, assimilaram alguns dos valores culturais cretenses. TESEU MINOTAURO
  7. 7.  Instalação dos vários povos que formaram a Civilização grega:  Povoamento da Grécia —Aqueus = Micenas. —Jônios = Atenas (Voltados para a filosofia) —Eólios = Tessália. —Dórios = Esparta (Voltados para a guerra)  1ª Diáspora: ‐ Devido à conquista dos dórios (Ilhas do Mar Egeu e Ásia Menor) – formação de colônias.
  8. 8. Poucos registros escritos ( poemas épicos Ilíada e Odisseia) A Ilíada vem da palavra grega Ílion que significa Troia, tratando- se, assim , da guerra entre gregos e troianos. A Odisseia trata do retorno do herói grego Ulisses a sua terra natal , depois da guerra de Troia. PERÍODO HOMÉRICO
  9. 9. Origem das cidades-Estado: as transformações sociais • As transformações ocorridas na organização dos génos (grandes famílias). Comunidade Gentílica: (Genos) – Antepassado comum; – Produção coletiva; – Não havia o Estado; – Líder: Geronte, Pater; – Não havia estratificação social. Desagregação da comunidade gentílica: — Devido ao aumento populacional e a divisão desigual da terra entre os parentes mais próximos do pater, — Observa-se o aparecimento de uma estratificação e conflitos sociais.
  10. 10. CIDADES-ESTADO DEMO TRIBO 1 TRIBO 1 FRÁTRIA 2 FRÁTRIA 1 FRÁTRIA 2 FRÁTRIA 1 GENO 2 GENO 1 GENO 2 GENO 1 GENO 2 GENO 1 GENO 2 GENO 1 MONARQUIA (Rei = Basileu) MONARQUIA (Rei = Basileu)
  11. 11.  A importância de ser cidadão: – Parentesco; – Terra; – Religião gentílica. Póleis gregas: Eram independentes entre si. Cada cidade possuía o seu próprio governo, aparelho administrativo, leis próprias, exército exclusivo, como qualquer estado. Dois principais modelos: • Ateniense desenvolveram a filosofia e a democracia. • Espartano–volta dos para a guerra e esporte. PERÍODO ARCAICO: A FORMAÇÃO DAS PÓLEIS GREGAS
  12. 12. • Duas características físicas marcantes da Grécia que contribuíram para a fragmentação política helênica (grega), segundo alguns historiadores: O território montanhoso (cerca de 80%), fazendo com que os grupos humanos se instalassem em distintas planícies, separadas pelo relevo O litoral bastante recortado e fragmentado em ilhas.
  13. 13. • O que integrava as diversas populações das cidades gregas eram elementos culturais comuns; a língua (apesar dos diferentes dialetos), uma base religiosa comum, certos eventos periódicos em que se reuniam (como os Jogos Olímpicos) etc. Cidades-Estado: elos de integração
  14. 14. • Os Jogos Olímpicos eram realizados em honra a Zeus (o mais importante deus grego) e incluíam provas de diversas modalidades esportivas, musicais e poéticas. • As guerras entre cidades eram interrompidas no período dos jogos (trégua sagrada). • Foram celebrados até o ano de 393 d.C., quando o imperador romano Teodósio I, que era cristão, mandou fechar o templo de Zeus, em Olímpia, provavelmente para combater cultos não cristãos. • Em 1896, foram realizados em Atenas os primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna. Os Jogos Olímpicos
  15. 15. MOTIVOS QUE LEVARAM À EXPANSÃO COLONIZADORA: • Questões sociais originadas por problemas de posse de terra; • Dificuldades na agricultura; • Aumento da população. COLÔNIAS GREGAS
  16. 16. Relação entre a expansão colonizadora da Grécia Antiga e o aumento de suas atividades comerciais: • Após os primeiros momentos da expansão, as regiões colonizadas tornaram-se centros comerciais, impulsionando as trocas entre as cidades da Heláde e as colônias. • A expansão colonizadora também impulsionou a navegação marítima, as trocas culturais e a produção artesanal.
  17. 17. Atividade nº 1 1. Pág.106 (1 a 7).
  18. 18. LOCALIZAÇÃO: península do Peloponeso.  nunca teve uma área urbana importante. Era uma cidade de caráter militarista e oligárquico. ESPARTA: o governo oligárquico Mas, o que é oligárquico?
  19. 19. Oligárquico: referente à oligarquia, tipo de governo em que um grupo reduzido de pessoas poderosas domina de acordo com seus próprios interesses. Entendendo o que é oligárquico
  20. 20. O governo tinha como um de seus principais objetivos fazer de seus cidadãos modelos de soldados – bem treinados fisicamente, corajosos e obedientes às leis e às autoridades - , a fim de engajá-los no exército e manter o modelo de Estado espartano. ESPARTA: o governo oligárquico
  21. 21. SOCIEDADE ESPARTANA Esparciatas (5%) Periecos (10%) Hilotas (85%) Espartanos , ricos donos de terras e escravos. Controlavam a política e o exército de Esparta.. Homens livres, comerciantes e artesãos, não eram considerados cidadãos e não possuíam direitos em Esparta. Escravos pertencentes ao Estado espartano, trabalhavam no campo para sustentar a elite espartana.
  22. 22. • Desprezados socialmente, os hilotas promoviam frequentes revoltas contra os grupos dominantes. • As constantes revoltas tornavam fundamental a existência de uma força militar que controlasse os hilotas.
  23. 23. • Os hilotas, ao lado dos periecos, eram os responsáveis pelas atividades produtivas e, portanto, pela geração de riquezas para os esparciatas. Importância dos hilotas para os esparciatas ESPARCIATAS ESPARCIATAS HILOTAS PERIECOS
  24. 24. A sociedade espartana era profundamente militarizada e desigual. Como essas características se traduziam na estrutura de poder? • A sociedade espartana, marcada pelo caráter militarista da cidade, era constituída por três grupos sociais: esparciatas, periecos e os hilotas. • Essa organização se traduzia numa estrutura de poder com o domínio político exclusivo dos esparciatas, que exerciam todos os cargos e funções de governo.
  25. 25. O GOVERNO EM ESPARTA  Diarquia(2):Era formada por dois reis com função religiosa e militar(poder simbólico);  Gerúsia(28):Representava o poder legislativo, era formado pelos mais velhos(Conselho dos Anciãos);  Ápela: Formada pelos cidadãos com a função de votar as leis e os membros da Gerúsia;  Éforos(5):O poder de fato, controlavam e vigiavam a vida dos cidadãos. Estrutura administrativa ÉFOROS(5) GERÚSIA (28) (CONSELHO DE ANCIÃOS)REIS(2) EXÉRCITO (5 COMPANHIAS) ÁPELA (ASSEMBLEIA DO POVO) ESPARCIATAS PERIECOS HILOTAS (DESPROVIDOS DE DIREITOS) E L E G E ELEGE VETO COMPÕEM PARTICIPAÇÃO NAS GUERRAS CONSTITUIÇÃO ESPARTANA (LICURGO)
  26. 26. 1.Nascimento–examinado pelo séforos 2. O–7anos–em poder da família 3. 8–11anos aprendizado coletivo: aprendia sobre a cultura espartana. 4. 12–17anos–teste de sobrevivência em acampamentos, retornavam uma vez por ano para a cidade onde eram açoitados até o limite de sua resistência. 5. Entre18 e 20anos(efebia)ingressava no exército como hoplita.Passava pelo teste anual da kripteia. Caso um hilota matasse um jovem espartano teria 2dias de folga. Educação –agogê do homem
  27. 27. 6. Dos 18 aos 29 anos: servia ao exército, porém sem direitos políticos. 7. Dos 30 aos 60 anos: momento em que era reconhecidamente um cidadão. 8. Acima de 60 anos: poderia participar da Gerúsia.
  28. 28. A mulher espartana: recebia uma educação mais avançada que o homem e gozavam de certa liberdade. Educação –da mulher Em certa ocasião, um estrangeiro perguntou por que as espartanas eram as únicas gregas que mandavam nos homens. E ela respondeu: "ora, porque parimos homens de verdade", rebateu.
  29. 29. Atividade nº 2 1. Pág.107 (1 a 4).
  30. 30. A. Localização: Península da Ática. B. Origem: Jônios (voltados para a filosofia). C. Economia comercial e marítima.  Devido à pouca fertilidade dos solos da região, os atenienses lançaram-se à navegação marítima.  Chegaram a dominar grande parte do comércio pelo Mediterrâneo. D. “Democracia” direta. ATENAS Obs.: Hoje a democracia é representativa, os eleitores transferem para o legislativo o poder de decidir o destino do país.
  31. 31. TODO O PODER AOS CIDADÃOS Princípios base da Democracia:  Isonomia: igualdade de todos perante a lei.  Isegoria: igualdade de direito ao acesso à palavra na assembleia;  Isocracia: igualdade de participação no poder. 461 – 429 A.c. : Século de Péricles, ou Século de Ouro de Atenas. Demo (povo) + Kratia (governo) = Demokratia Democracia Forma de governo pelo povo no seu conjunto.
  32. 32. quem era cidadão? Mas Para ser considerado um cidadão em Atenas ,a pessoa deveria ser:  HOMEM;  LIVRE;  18 ANOS;  GREGO;  PAIS GREGOS.
  33. 33. SOCIEDADE GREGA CIDADÃO NÃO ERAM CIDADÃOS MULHERES ESTRANGEIROS ESCRAVOS
  34. 34. CLASSES SOCIAIS EUPÁTRIDAS METECOS ESCRAVOS Classe dominante, ocupavam cargos públicos, administravam. Estrangeiros que trabalhavam no comércio e no artesanato. A força de trabalho.
  35. 35. a) A primeira forma de governo foi a Monarquia, onde o rei recebia o título de Basileu. b) Evolução para uma estrutura oligárquico- aristocrática como fortalecimento da aristocracia eupátrida, o Basileu perde poder com a instituição do Arcontado.(composto por 9 magistrados, com mandatos anuais eleitos pela Areópago) c) Areópago: Composto pela nobreza eupátrida, com a função de eleger e regular a função dos arcontes (detinha o poder legislativo). d) Eclésia: Assembleia popular mais importante, composta pelos cidadãos encarregados de votar as propostas do Areópago. ESTRUTURA ADMINISTRATIVA ARISTOCRACIA – classe formada por um grupo de pessoas que detêm o poder econômico ou político.
  36. 36. Obs.: O Movimento de colonização grega, devido as lutas sociais internas, gerou transformações na sociedade: O incremento do comércio marítimo; A prosperidade que enriqueceu a classe média dos artesãos e comerciantes(Demiurgos); O aumento do número de escravos (inclusive por dívida);
  37. 37. LEGISLADORES e TIRANOS Devido ao acirramento das disputas de classes. a) Drácon: Elaborou o primeiro código de leis escritas para Atenas (extremamente rigoroso não conseguiu resolver os problemas sociais, pois manteve os privilégios da aristocracia). b) Sólon: 1) Acabou com a escravidão por dívida. 2) Dividiu a sociedade censitariamente (abrindo espaço para os ricos demiurgos) 3) Criou a Bulé ou Conselho dos 400 (100 de cada tribo). 4)Criou o Helieu (tribunal). 5) Suas medidas desagradaram a aristocracia e abriu espaço para os Tiranos (Pisístrato-Hiparco-Hípias). DRÁCON
  38. 38. A TIRANIA 1) Causa: Incompatibilidade dos partidos aristocrático e popular. (principalmente quanto as reformas reclamadas pelos setores populares). 2) Particularidade: Os tiranos, em particular Pisístrato, usurparam o poder com apoio popular fragilizando a aristocracia. 3) Ações: Obras públicas para gerar empregos e diminuir atritos. PISÍSTRATO
  39. 39. A DEMOCRACIA ATENIENSE Clístenes : “Pai da Democracia Ateniense” 1) Redividiu Atenas em 10 tribos, redistribuiu as famílias em Atenas de acordo com a renda do indivíduo, reduzindo, assim, os laços de parentesco entre a Nobreza. 2) Criou o Ostracismo para impedir a ascensão de tiranos ao poder.
  40. 40. PERÍODO CLÁSSICO A. Guerras Médicas (490 –449 a.C.); – Gregos* × Persas; – Causa: Crescimento do Império Persa e avanço dos persas sobre a Grécia; – Confederação ou Liga de Delos; – Supremacia naval e financeira de Atenas..
  41. 41. B. 461–429a.C.(séc. V a.C.) – Auge de Atenas. 1) Século de Péricles (Idade de Ouro). 2) Soldo (Misthoy)para exército. 3) Cargos públicos remunerados. 4) Imperialismo com cidades da Liga de Delos. 5) Transferência de recursos de Delos para Atenas.
  42. 42. C. Guerra do Peloponeso (431–404a.C.) 1) ESPARTA* ×ATENAS. 2) Crise da democracia e das cidades- estados gregas. 3) Breves períodos de preponderância de Esparta e posteriormente Tebas.
  43. 43. PERÍODO HELENÍSTICO A. Domínio Macedônico na Grécia : Filipe II (359–336a.C.). B. Alexandre(336–323a.C.) conquistas territoriais amplas (Egito, Fenícia, Palestina, Mesopotâmia e Pérsia), fundação de cidades( Alexandrias). C. Após a morte de Alexandre, Império esfacela-se entre disputas de generais. FILIPE II ALEXANDRE
  44. 44. –Artes plásticas: Realismo, violência, dor, sensualidade; –Ciências: PTOLOMEU(Geocentrismo) e ERASTÓSTENES(cálculo da circunferência da Terra); –Filosofia: ZENÃO(Estoicismo– aceitação),EPÍCURO(Epicurismo–busca do prazer),PIRRO(Ceticismo–não emitir julgamentos definitivos.Nada é o que parece). HELENISMO Fusão da cultura grega com oriental.
  45. 45. A CULTURA GREGA A. Teatro: tragédias e comédias. Ar livre, utilização de máscaras e coros, atores homens. Ésquilo, Sófocles e Eurípedes(Tragédias) e Aristófones (comédias). B. História: Heródoto (Guerras Médicas), Xenofonte e Tucídides(Guerra do Peloponeso). C. Poesia: Homero (Ilíada e Odisseia),Píndaro(Jogos Olímpicos). D. Filosofia: Tales, Pitágoras, Protágoras, Sócrates, Platão e Aristóteles. TEOREMA DE PITÁGORAS PLATÃO E ARISTÓTELS
  46. 46. E. Arquitetura: Estilos JÔNICO (elegância, beleza), DÓRICO (funcionalidade e peso), CORÍNTIO (luxo, riqueza de detalhes). F. Escultura: FÍDIAS e MIRÓN. G. Ciências: TALES e PITÁGORAS (matemática), HIPÓCRATES (medicina). Athena, por Fídias. Escultura por Mirón
  47. 47. RELIGIÃO GREGA  Religião: politeísta e antropomórfica De acordo com a mitologia grega, havia doze deuses principais, que viviam no monte Olimpo, o mais alto da Grécia.
  48. 48. Deus do mar Deus dos mortos Deusa do matrimônio/ parto Líder dos deuses Deusa do amor Deus do fogo/forja Deus da luz/artes Medicina, da música Deus da guerra Deusa da caça Mensageiro dos deuses, Protetor dos viajantes/mercadores Deusa da sabedoria Especialista nas artes e na guerra
  49. 49. A mitologia grega é composta por várias histórias em que os homens, deuses e heróis eram frequentemente confrontados com desafios de matar ou domar algum monstro mitológico. E nós estamos cercados por essas histórias, seja na literatura, nos filmes, nos quadrinhos e jogos eletrônicos, temos um constante contato com essa cultura mãe. Muitas dessas criaturas foram baseadas em misturas de animais, homens e mulheres, que eram de onde os gregos tinham bases para criar coisas bizarras - até porque, esperar o que de uma cultura onde os deuses são perfeitas representações humanas? com erros e pecados, mas que vive eternamente? Então hoje vamos ver as 15 criaturas mais lendárias e famosas da mitologia grega! https://www.youtube.com/watch?v=qqyGbRRY9bs
  50. 50. Atividade nº 3 1. Pág.111 (1 a 4). 2. Pág. 113 (1) 3. Pág. 114 (1) 4. Pág. 117 (1 e 2) 5. Pág. 119 (Enem 2009)
  51. 51. 1º ano História CAPÍTULO 10 - PÁG. 121 Prof.ª. Marília Pimentel
  52. 52. ATUALMENTE CAPITAL DA ITÁLIA
  53. 53. A FUNDAÇÃO DA CIDADE DE ROMA: O MITO DE RÔMULO E REMO Segundo uma lenda romana, os gémeos recém-nascidos, Rómulo e Remo, foram encontrados junto das margens do rio Tibre por uma loba, que os amamentou e protegeu. Em 753 a. C., já adultos, fundaram a cidade de Roma. Mais tarde, Rómulo matou Remo para assumir a liderança da cidade, tornando- se o primeiro rei de Roma.
  54. 54. ASPECTOS NATURAIS Localização:  Península itálica;  Rio: Tibre;  Relevo Moderado facilitou a comunicação;  Litoral pouco recortado. ECONOMIA  Região da planície do Lácio favoreceu o desenvolvimento da agricultura;  Modo de Produção Escravista.
  55. 55. PARTICULARIDADES  Língua e literatura: O latim, origem da língua portuguesa, francesa, italiana e espanhola;  Cristianismo e o calendário ocidental;  Ciência (utilitarista):Ex. Arquitetura–termas, arcos, arenas e aquedutos;  Direito romano: início com a Lei das 12 Tábuas. - Direito Público-Relações indivíduo e Estado. - Direito Privado–relações dos indivíduos entre si. + Direito natural–origem dos Direitos Humanos. + Direito das gentes–origem do Direito Internacional. + Direito Civil–aplicado aos que possuem direitos políticos.
  56. 56. HISTÓRIA POLÍTICA  Monarquia (753 –509 a.C.);  República (509 –27 a.C.);  Império (27 a.C. –476). FASES DA HISTÓRIA:
  57. 57. MONARQUIA Os sete reis romanos: Lendários (Latinos e Sabinos)–Rômulo, Numa Pompílio, Túlio Hostílio,Anco Márcio. Etruscos–Tarquínio Prisco, Sérvio Túlio e Tarquínio, o Soberbo.
  58. 58. POLÍTICA
  59. 59. ECONOMIA
  60. 60. SOCIEDADE Patrícios Eram o grupo detentor de maior poder. Formado por grandes proprietários de terras, que acreditavam descender de Rômulo. Plebeus Composto de artesãos, comerciantes e pequenos proprietários. Não podiam casar com patrícios nem exercer cargos públicos ou religiosos. Tinham que servir no exército. Clientes Em geral, ex-escravos. Dependiam completam ente dos patrícios.. Escravos Prisioneiros de guerra ou devedores. Eram usados nos trabalhos pesados. Seus donos tinham poder de vida e de morte sobre eles.
  61. 61. Atividade nº 4 1. Pág.123 (1 e 2). 2. Pág. 124 (1 a 5)
  62. 62. REPÚBLICA  Em 509a.C.,com a expulsão do rei Tarquínio II, foi escolhido um novo regime político: a república.  As características principais desse regime eram a escolha do governante por meio de eleições e o cargo não ser vitalício.
  63. 63. REPÚBLICA Estrutura Política: a) SENADO–controlado pelos patrícios, foi o principal órgão de poder.
  64. 64. REPÚBLICA 1)Cônsules(2) – eleitos anualmente, presidiam o Senado e propunham leis; 2)Pretores – responsáveis pela justiça; 3)Ditadores – escolhidos pelo senado para governar por 6 meses com plenos poderes em momentos de crise; 4)Censores – faziam o censo da população conforme a renda. A partir daí montavam o Álbum Senatorial; 5)Edis – conservação, policiamento e abastecimento da cidade; 6)Questores – tesouro público. b) MAGISTRATURAS:
  65. 65. REPÚBLICA 1. Centurial – votação de projetos + eleição de cônsules; 100 soldados = Centúria; (98 de patrícios e 95 de plebeus). 2. Assembleia Curial – assuntos religiosos; 3. Assembleia Tribal – escolha de Questores e Edis. c) ASSEMBLEIAS:
  66. 66. REPÚBLICA LUTAS SOCIAS – CONQUISTAS DOS PLEBEUS Sem direitos, obrigados a ir para o exército e expostos à escravidão por dívidas. Revoltas do Monte Sagrado. A ) 494a.C.– Tribunos da Plebe– imunidade + veto sobre o senado; B ) 450a.C.–Lei das 12 Tábuas – primeiras leis escritas de Roma; C ) 445a.C.–Lei Canuleia – permissão para casamentos mistos entre patrícios e plebeus.
  67. 67. REPÚBLICA LUTAS SOCIAS – CONQUISTAS DOS PLEBEUS D ) 367a.C.–Leis Licínias–garantia um Cônsul plebeu e pôs fim à escravidão por dívidas, proibindo que os plebeus endividados fossem escravizados pelos proprietários rurais(326a.C.). E )287a.C.–Comício–Lei Hortênsia reconhecia os comícios da plebe como assembleia popular, o plebiscito adquirindo força de lei, independentemente da aprovação do Senado. f) Lei Ogúlnia: A Igualdade religiosa–permite o acesso dos Plebeus aos Colégios Sacerdotais e ao cargo de Pontífice Máximo.
  68. 68. REPÚBLICA Formação e Expansão Romana Expansão Territorial a) I Fase (Séc. V ao III a.C.): - Abastecimento e escravos; - Península Itálica. b) II Fase (séc. III –I a.C): - Contexto: As rivalidades entre Roma ×Cartago (Guerras Púnicas); - Causas: Interesse na região da Sicília (trigo), Espanha (metais preciosos); Os interesses dos grandes comerciantes (cavaleiros ou classe equestre em expandir seu raio de ação pelo Mediterrâneo). Após dominar toda a Península itálica, os romanos partiram para as conquistas de outros territórios
  69. 69. GUERRAS PÚNICAS
  70. 70. REPÚBLICA Formação e Expansão Romana - CONSEQUÊNCIAS a) Roma tornou-se a maior potência do Mediterrâneo( Mare Nostrum). Os cartagineses tiveram de pagar uma pesada indenização, entregaram a Espanha e seus navios de guerra. b) Maior influência da cultura Helenística, devido à anexação da Grécia e Macedônia.( Utilização dos escravos gregos como preceptores). c)As mudanças provocadas pela expansão levou ao acirramento, à crise da República e à Instauração do Império(27a.C.). 1) Luta pelo poder pelos “homens novos”–elementos de origem plebeia que enriqueceram com as conquistas; 2)Marginalização da plebe( aumento do número de escravos).Crise da pequena propriedade, que não conseguia concorrer com a produção do latifúndio escravista.
  71. 71. MARE NOSTRUM
  72. 72. A SITUAÇÃO DOS ESCRAVOS 1) Constituíam uma mercadoria e a principal fonte fornecedora eram as guerras. 2) Podiam se tornar livres: recompensa por serviços prestados (manumissão). 3) A escravidão contribuiu para a falência do trabalhador livre. 4) Devido às condições as quais eram submetidos ocorreram várias revoltas, sendo a de Espártaco a mais conhecida. 5) Os escravos eram utilizados no setor produtivo e doméstico. Muitos escravos gregos se notabilizaram por tomarem parte importante na educação dos filhos de senhores romanos. Revolta de Espártaco 73 a.C. a 71 –que chegou a liderar 90 mil combatentes.
  73. 73. A SITUAÇÃO DOS ESCRAVOS As legiões comandadas por POMPEU e CRASSO conseguiram sufocar a revolta de Espártaco, crucificando 6 mil de seus homens.
  74. 74. ESCRAVIDÃO NA ANTIGUIDADE X ESCRAVIDÃO NA MODERNIDADE Como semelhanças, observamos:  A coerção física como forma de garantir a submissão do escravo;  Em ambas as épocas era considerado mercadoria;  Não possuíam direitos políticos. Porém, se diferenciava devido:  No mundo antigo constituía um “modo de produção” específico (escravista), enquanto, na Idade Moderna, ligava-se acumulação do modo de produção capitalista mercantil;  A escravidão no mundo antigo não tinha caráter étnico-racial, enquanto na América, na Idade Moderna, negros e índios foram escravizados;  A escravidão antiga estava associada à expansão militar e a escravidão moderna ao apresamento e ao comércio relacionado ao tráfico África-América.
  75. 75. A CRISE AGRÁRIA E AS TENTATIVAS DE REFORMAS 133 a.C.–Tibério Graco: 1) Limitava o tamanho da propriedade. Lex Sempronia Agrária (310 acres ou aprox. 259 hectares); 2) Método: a terra livre seria distribuída entre os pobres na forma de arrendamento; 3) Objetivo: reabilitar o pequeno proprietário rural, base do recrutamento militar; 4) Resultados: O projeto foi vetado pelo Senado e Tibério acabou assassinado juntamente com seus seguidores.
  76. 76. A CRISE AGRÁRIA E AS TENTATIVAS DE REFORMAS 123 a.C.– Caio Graco: 1) Contexto: Eleito Tribuno da Plebe em 123 a.C e reeleito em 122 a.C., contou como apoio da plebe urbana e dos cavaleiros. 2) Objetivo: Implantar uma democracia do tipo ateniense. 3) Ações: As decisões importantes foram transferidas do Senado para a Assembleia Popular. Aprovação da Lei Frumentária, que obrigava o Estado a vender trigo mais barato ao povo. 4) Consequência: Oposição do Senado termina com a morte de Caio. A morte de Caio Graco, por Jean-Baptiste Topino-Lebrun, 1792.
  77. 77. LUTAS CIVIS: AS DITADURAS DE MÁRIO E SILA Mário – Reformou o exército:  Profissionalização(soldados recebem soldos, participação nos espólios e após 25 anos de serviços passam a ter direito a lote de terra);  Com o apoio do exército, violou as leis de Roma, implantando uma ditadura elegendo-se 6 vezes para o consulado.
  78. 78. LUTAS CIVIS: AS DITADURAS DE MÁRIO E SILA SILA :  Em 82 a.C., assumiu o poder e proclamou-se ditador por tempo indeterminado;  Realizou violenta perseguição aos cavaleiros e camadas populares;  Restabeleceu os privilégios da aristocracia e a autoridade do Senado.(Veto senatorial às decisões da Assembleia e à limitação dos poderes dosTribunos).
  79. 79. OS TRIUNVIRATOS Depois de Sila, sobem ao poder generais importantíssimos. 1º– LICÍNIO CRASSO–ajudou a derrotar a revolta de Espártaco; 2º-CNEU Pompeu–combateu na Espanha a revolta popular de Sertório, discípulo de Mário.(78a.C.–72a.C.), conquistou o restante da Espanha e a Judeia (como os romanos chamavam a Palestina em 64a.C.). 3º-JÚLIO César–sobrinho de Mário; tornou-se o maior general de Roma ao conquistar Gália (atual França) e parte da ilha da Bretanha (atual Inglaterra). Com a morte de Crasso, na Pérsia (54 a.C.), desfaz-se o triunvirato e inicia-se uma disputa entre César e Pompeu. Em 70 a.C., POMPEUE CRASSO foram eleitos CÔNSULES e restabeleceram o poder dos TRIBUNOS DA PLEBE, onde senadores, plebeus e cavaleiros voltam a ter igualdade na tribuna.
  80. 80.  Pompeu, com o apoio do Senado, torna-se cônsul e destitui César do comando do exército da Gália.  Na fronteira entre sua província e Roma, César teria dito “Alea jacta est”–“A sorte está lançada”.  César triunfa sobre Pompeu em Farsália que, derrotado, fugiu para o Egito onde foi assassinado.  Júlio César interfere na disputa pelo trono no Egito, apoiando Cleópatra contra Ptolomeu, transformando o Egito num protetorado romano.  Na Ásia, venceu arnaces, rei do Ponto (a campanha foi tão rápida que César teria dito:“veni, vidi, Vinci”–“Vim, vi e venci”), seguiu para a África e Espanha, onde venceu os últimos partidários de Pompeu.
  81. 81. A ditadura de César:  Ao regressar, tornou-se ditador vitalício.  Beneficiou cavaleiros e camadas populares.  Sofreu oposição no Senado alegando que César pretendia ser rei.  Assassinado sob o comando de Cássio e Brutus a punhaladas em pleno Senado.  Sua morte gerou reação popular que serviu aos interesses daqueles que comporiam o II Triunvirato.
  82. 82. O II TRIUNVIRATO: MARCO ANTÔNIO –OTÁVIO –LÉPIDO O novo acordo em 43 a.C.:  Marco Antônio: Importante general de César (ficou com a Ásia);  Otávio: Sobrinho de César (ficou com a Europa);  Lépido: Comandante da cavalaria(ficou com a África);  Em 42 a.C., derrotaram Cássius e Brutus, líderes da conspiração contra César na Grécia(batalha de Felipos).
  83. 83. O II TRIUNVIRATO: MARCO ANTÔNIO –OTÁVIO –LÉPIDO Novas disputas:  Lépido foi afastado do poder.  Otávio(que ficou com o Ocidente e a Itália) e Marco Antônio(que ficou com a Ásia e o Egito) disputam a supremacia.  Vitória de Otávio em 31 a.C. na batalha do Ácio.  Em 30a.C.,Marco Antônio e Cleópatra cometem suicídio e Otávio conquista o Egito.
  84. 84. TRANSIÇÃO PARA O IMPÉRIO ROMANO O Principado (30 a.C. –14 d.C.) 1). ) Otávio manteve as instituições republicanas, mas concentrou o poder em suas mãos; 2)Títulos de Otávio: - Príncipe(primeiro cidadão da república e líder do senado), Imperador (controle do exército), Sumo pontífice (controlava a religião), Augusto(o divino). * Organiza um poderoso exército de mais de 300 mil homens divididos em 25 legiões(cada uma com 5620 homens). A cidadania só era adquirida após o serviço militar. Era o fim da REPÚBLICA – Tinha início em 27 a.C., o Império Romano
  85. 85. Ações de Otávio. A Pax Romana ou Século De Augusto. 1)Obras públicas grandiosas e ampliação do funcionalismo público; 2)Divisão censitária da sociedade; 3)Criou a Guarda Pretoriana e organiza um poderoso exército (proteger o imperador vigiar a capital); 4)Desenvolvimento das artes: Mecenas apoiou obras de Virgílio e Horácio; 5)Desenvolveu a política do Pão e Circo. POLÍTICA do PÃO e CIRCO distribuía trigo e promovia espetáculos públicos.
  86. 86. AS DINASTIAS DO ALTO IMPÉRIO-JÚLIO CLAUDIANA Família tradicional ligada ao patriciado romano;  Desmoralização do império;  Perseguição aos Cristãos.  Um dos lacaios de Tibério foi seu sobrinho-neto, que iria suceder-lhe o trono, Calígula.  Bom administrador, multiplicou os recursos deixados por Augusto, preservando a Pax Romana.  Nero iniciou a primeira e intensa perseguição aos cristãos. Atitudes excêntricas: nomear o seu cavalo de corrida, Incitatus, senador e cônsul. mandou esculpir sua cabeça em todas as estátuas de deuses de Roma, intitulando a si mesmo como um deus. Calígula era ignorante e mal preparado para governar.
  87. 87. A Dinastia dos Flávios  Chegaram ao poder por intervenção militar, eram ligados ao comércio. E x.:Vespasiano (Coliseu),Tito (destruição de Pompeia pelo Vesúvio),Domiciano. A Dinastia dos Antoninos Período de apogeu do Império, relativa estabilidade e prosperidade. Ex.: Nerva–Adriano–Antonino Pio–Marco Aurélio–Cômodo. A Dinastia dos Severos  Início do processo de decadência, crises internas (disputas pelo poder), crises externas (pressões bárbaras). Ex.: Sétimo Severo, Caracala.
  88. 88. CRISE DO SÉCULO III  Invasões bárbaras;  Ascensão do cristianismo;  Crise do escravismo;  Anarquia militar.
  89. 89. CRISE DO SÉCULO III A crise do século III, no Império Romano, teve sua origem na cessação das guerras de conquista, o que provocou a retração do escravismo e, consequentemente, a queda da produção agrícola, o êxodo urbano e a formação de unidades rurais autossuficientes(vilas). Tentando contornar a falta de mão de obra escrava, os romanos intensificaram uma forma de trabalho compulsório denominada colonato, que fixava o camponês à terra, mas lhe reservava parte da produção. O colonato romano daria mais tarde origem à servidão feudal.
  90. 90. O BAIXO IMPÉRIO Processo de esgotamento econômico:  Diocleciano: Divisão do Império com a criação da Tetrarquia e a Lei do Máximo.  Constantino: Edito de Milão (313), concedeu liberdade de culto aos cristãos e à Lei do Colonato.  Teodósio: Oficializou o Cristianismo com Edito de Tessalônica (391) e dividiu o Império Romano em 2 (Ocidente e Oriente). BATISMO DO IMPERADOR TEODÓSIO
  91. 91. Pág. 130
  92. 92. Atividade nº 5 1. Pág.128(1 a 6). 2. Pág. 130 (1 a 4)
  93. 93. RELIGIÃO • Os romanos eram politeístas. • Com a conquista da Grécia, assimilaram diversas divindades gregas, rebatizando-os com nomes latinos. NOME GREGO NOME LATINO Zeus – deus do céu e senhor do Olimpo Júpiter Hera – esposa (e irmã) de Zeus. Juno Atena – deusa da inteligência Minerva Ares – deus da guerra. Marte Afrodite – deusa do amor e da beleza. Vênus Deméter – deusa da agricultura. Ceres Héstia – deusa do lar. Vesta Apolo – deus da razão Apolo Ártemis – deusa da Lua, da caça e da fecundidade. Diana Hefesto – deus do fogo. Vulcano Hermes – deus do comércio e da comunicação.. Mercúrio Dioniso – deus do vinho, do prazer e da aventura. Baco
  94. 94. • A religião também era um dos fundamentos do Estado romano, sendo utilizada frequentemente com finalidade política. • No período imperial, começou-se a venerar a figura do imperador. • Após a morte, os imperadores romanos passavam a ocupar lugar entre os deuses tradicionais, numa cerimônia que se denominava apoteose.
  95. 95. O CRISTIANISMO E O IMPÉRIO ROMANO Entre as características do cristianismo, podemos citar: O monoteísmo(a crença em um único Deus); O caráter universal, segundo o qual todos os homens são iguais perante Deus; A pregação do amor ao próximo; A crença na ressurreição e no juízo final Roma se estruturava no:  Militarismo;  Escravismo;  Caráter augusto(DIVINO) dos imperadores.
  96. 96. • .Foi durante o governo do imperador Nero (54-68) que tiveram início as primeiras perseguições aos cristãos. • Estas perduraram até o governo de Diocleciano, .que promoveu a última e mais cruel delas (303 – 305). Causas que explicam o combate violento aos cristãos: A oposição dos cristãos à religião oficial de Roma, aos cultos pagãos tradicionais e ao culto à pessoa do imperador romano; A negação de diversas instituições romanas, como resultado dessa oposição (por exemplo, a recusa em servir no exército pagão dos romanos). PERSEGUIÇÃO AOS CRISTÃOS
  97. 97. • A punição e o martírio dos cristãos eram aproveitados como espetáculo trágico, de grande atração pública, que divertia a população. • Lançados numa arena, eles eram obrigados a enfrentar, desarmados, leões e outras feras. Pág. 132
  98. 98. • As conquistas romanas permitiram o contato com diversos povos, absorvendo e recriando elementos de suas culturas, principalmente da grega. • Foram responsáveis por difundir por todo o Império ideias e princípios que eles mesmos haviam incorporado, como foi o caso da religião cristã. CULTURA ROMANA
  99. 99. • Uma das mais significativas contribuições da cultura romana para os povos ocidentais. • Ainda hoje, diversos preceitos do Direito romano constituem fonte de inspiração os juristas. • O Direito romano tornou-se tão abrangente, que boa parte das relações sociais era regida por normas jurídicas. • Em 212 d.C., por meio de um edito do imperador Caracala, foi concedida a cidadania romana a todos os habitantes livres das províncias do Império Romano. • Esse ato contribuiu para consolidar a unidade jurídica do império. • No entanto, numa sociedade com tantas desigualdades, nem tudo o que o Direito estabelecia formalmente aplicava-se à vida cotidiana da maioria das pessoas DIREITO ROMANO
  100. 100. • A arte romana não buscava o belo em si (exceto no artesanato de luxo; • Valorizava especialmente os aspectos técnicos, práticos e, por vezes, utilitários. • A arquitetura destaca-se porque buscava a convivência do útil com o belo. • Produziram uma arquitetura grandiosa e imponente (teatros, anfiteatros, basílicas, termas, aquedutos, circos, templos e palácios). • Notabilizou-se também pela construção e eficientes estradas e pontes, que foram fundamentais para garantir a unidade do império. • Na escultura, destacaram-se os retratos (cabeça ou busto) e as estátuas equestres. Os escultores romanos preocupavam-se em conseguir a reprodução mais fiel possível da realidade. ARQUITETURA E ESCULTURA
  101. 101. Herança Arquitetônica Aqueduto na França
  102. 102. Fontana di Trevi: é a maior e mais famosa fonte de Roma, e possivelmente a mais bela do mundo.
  103. 103. Herança Arquitetônica Monumento à Abram Lincon, Washington
  104. 104. Herança Arquitetônica Complexo governamental norte americano, Washington
  105. 105. BIS, VICE, GRATIS, IPSIS LITERIS (nas mesmas letras - transcrito literalmente), PER CAPTA (por cabeça) HABEAS CORPUS (tenha seu corpo)
  106. 106. Atividade nº 6 1. Pág.132(1 a 4). 2. Pág. 134 (1 e 2). 3. Pág. 136 (ENEM 2000).

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