SlideShare uma empresa Scribd logo
A reestruturação institucional e
administrativa do Império Romano
O Império Romano em 117
Otávio César Augusto respeitou as instituições
republicanas– o Senado, as Magistraturas e os Comícios - ,
mas, gradualmente, retirou-lhes funções e reforçou a sua
autoridade enquanto Imperador.
Simultaneamente, nomeou pessoas da sua confiança para
lugares importantes no exército, justiça e administração e
criou instituições diretamente dependentes do Imperador.
Busto de Augusto com a coroa cívica, na Gliptoteca
de Munique
Senado:
(A mais conceituada instituição da República)
Composição:
- Entre 300 e 900 membros, com
funções vitalícias;
- Eram escolhidos entre os antigos
magistrados e pessoas com elevado
prestígio social e económico;
Funções:
- Religiosas (proteção e promoção do culto);
- Fiscais (fiscaliza o erário público e define os impostos);
- Militares (mantém a ordem pública, faz o recrutamento militar);
- Administrativas (administra os territórios e é o responsável pela política
externa, pode decidir sobre a paz ou guerra) ;
Cícero discursa perante o Senado
Reorganização imperial:
- Otávio é o primeiro dos Senadores (Princep Senatus);
- O número de Senadores foi reduzido ( máximo 600) e o acesso limitado aos filhos de antigos
Senadores( caráter hereditário);
- Tem competência para legitimar os poderes do Imperador (embora este possa avaliar e
proceder judicialmente sobre os membros do Senado);
- Governa as província senatoriais, mas deixa de controlar a politica externa, militar e fiscal,
além de não poder cunhar moeda;
Comícios:
(assembleias representativas do povo romano)
Composição:
Todos os homens que possuíam direitos cívicos;
Reorganização imperial:
- Foram submetidos ao Imperador que com eles partilhava o poder tribunício (poder de
representar a plebe, atribuído aos tribunos da plebe);
- Perderam competências judiciais e só se reuniam se convocados pelo Imperador;
Funções:
Comitia centuriata – funções legislativas, judiciais e eleitorais (elegiam os magistrados
superiores que detinham o Imperium – cônsules e pretores);
Comitia tributa – elegiam os restantes magistrados – questores e edis (os tribunos da plebe
eram eleitos pela plebe);
Magistraturas:
(Altos cargos de caráter militar, administrativo, judicial)
Composição:
Homens livres, sem qualquer condenação judicial, sem exercer ofícios remunerados e detentores
de elevada fortuna para poder suportar as despesas inerentes ao cumprimento das suas funções;
Funções:
As magistraturas eram exercidas numa lógica crescente (cursus honorum) – o percurso
começaria pelo cargo de questor e terminaria em pretor ou cônsul, após 10 anos de serviço
militar;
Eram eleitos anualmente e para o acesso a determinadas magistraturas havia condições a
respeitar (idade, intervalo de dois anos antes de iniciar uma nova magistratura);
Cônsules: imperium (poder militar e civil);
Pretores – administravam a justiça;
Edis – responsáveis pela vigilância de pessoas, bens e edifícios;
Tribunos da plebe – defendiam os direitos da plebe;
Questores – guardavam e administravam os dinheiros públicos;
Reorganização imperial:
Apesar de manter a eleição para este cargos, o Imperador podia nomear e recomendar
candidatos para ocupar os cargos;
Os poderes das magistraturas foram reduzidos;
Magistraturas extraordinárias:
Em caso de ameaça externa ou interna, os cônsules podiam nomear um ditador (6 meses)
que concentrava todos os poderes;
Os censores eram eleitos de 5 em 5 anos e tinham como função presidir à elaboração do
censo dos cidadãos, distribuindo-os por centúrias e tribos, de acordo com a idade,
fortuna, residência ou condição.
Guarda Pretoriana
- Foi criada pelo Imperador e estava sujeita à sua autoridade;
- Tropa de elite (500 a 1000 homens), muito bem paga;
- Estava dividida em três forças- uma em Roma, outra nas cidades vizinhas e outra no palácio,
perto do Imperador;
Conselho imperial
- Órgão consultivo, criado pelo Imperador;
- Estabelecia a ligação entre o Senado e as decisões imperiais;
- Constituído por 15 senadores sorteados para exercer funções durante seis meses.
A sua rotatividade pretendia permitir auscultar novas ideias e impedir a formação de alianças
que prejudicassem o Imperador.
Augusto
na estátua Augusto de Prima Porta
Alexandra Fortes, Fátima Gomes e José Fortes In, Linhas da História
Administração do Império
Imperador dividiu o Império em:
Províncias senatoriais , pacificadas, onde não estavam estacionadas tropas;
Províncias imperiais, nas quais permaneciam a maior parte das legiões e onde os funcionários
administrativos exerciam o poder por delegação do Imperador;
O governo do Império: as províncias imperiais e senatoriais (séc. I)
Compare as províncias imperiais e senatoriais no que diz respeito aos aspetos geográficos, militares
e administrativos.
Geograficamente:
- As províncias imperiais são mais extensas e localizam-se nos limites do Império;
- As províncias senatoriais são em menor número e localizam-se no centro do Império
(exceto - a Baetica/ Bética);
Militarmente:
As províncias imperiais são as menos pacificadas e exigem uma intervenção militar; as
senatoriais encontram-se localizadas em regiões mais pacificadas;
Administrativamente:
O Imperador controla a administração das províncias imperiais, através dos funcionários que
nomeia;
As províncias senatoriais são controladas por elementos do Senado;
Proposta de correção:

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

A identidade civilizacional da Europa Ocidental - O renascimento das cidades...
 A identidade civilizacional da Europa Ocidental - O renascimento das cidades... A identidade civilizacional da Europa Ocidental - O renascimento das cidades...
A identidade civilizacional da Europa Ocidental - O renascimento das cidades...
Núcleo de Estágio ESL 2014-2015
 
4. O Modelo Romano - a progressiva extensão da cidadania; a afirmação imperia...
4. O Modelo Romano - a progressiva extensão da cidadania; a afirmação imperia...4. O Modelo Romano - a progressiva extensão da cidadania; a afirmação imperia...
4. O Modelo Romano - a progressiva extensão da cidadania; a afirmação imperia...
Núcleo de Estágio ESL 2014-2015
 
Modelo romano parte 3
Modelo romano parte 3Modelo romano parte 3
Modelo romano parte 3
cattonia
 
01 cultura da catedral
01 cultura da catedral01 cultura da catedral
01 cultura da catedral
Vítor Santos
 
Concelhos 1
Concelhos 1Concelhos 1
Concelhos 1
Carla Teixeira
 
Poder régio
Poder régioPoder régio
Poder régio
Carina Vale
 
O país rural e senhorial
O país rural e senhorialO país rural e senhorial
O país rural e senhorial
Susana Simões
 
As viagens na idade média
As viagens na idade médiaAs viagens na idade média
As viagens na idade média
Escola Luis de Freitas Branco
 
A intervenção no poder local
A intervenção no poder localA intervenção no poder local
A intervenção no poder local
Karina Bastos
 
02_02_o espaço português.pdf
02_02_o espaço português.pdf02_02_o espaço português.pdf
02_02_o espaço português.pdf
Vítor Santos
 
Módulo 2 contextualização
Módulo 2   contextualizaçãoMódulo 2   contextualização
Módulo 2 contextualização
cattonia
 
Desenvolvimento Económico Séculos XI-XII
Desenvolvimento Económico Séculos XI-XIIDesenvolvimento Económico Séculos XI-XII
Desenvolvimento Económico Séculos XI-XII
Nelson Faustino
 
A identidade civilizacional da Europa Ocidental - A multiplicidade de poderes
A identidade civilizacional da Europa Ocidental - A multiplicidade de poderesA identidade civilizacional da Europa Ocidental - A multiplicidade de poderes
A identidade civilizacional da Europa Ocidental - A multiplicidade de poderes
Núcleo de Estágio ESL 2014-2015
 
1 o alargamento do conhecimento do mundo
1 o alargamento do conhecimento do mundo1 o alargamento do conhecimento do mundo
1 o alargamento do conhecimento do mundo
CatarinaTavares28
 
A cultura monástica, cortesã e popular parte 1
A cultura monástica, cortesã e popular parte 1A cultura monástica, cortesã e popular parte 1
A cultura monástica, cortesã e popular parte 1
Carla Teixeira
 
02 o alargamento do conhecimento do mundo
02 o alargamento do conhecimento do mundo02 o alargamento do conhecimento do mundo
02 o alargamento do conhecimento do mundo
Vítor Santos
 
A identidade civilizacional da europa ocidental e o espaço português a conso...
A identidade civilizacional da europa ocidental e o espaço português  a conso...A identidade civilizacional da europa ocidental e o espaço português  a conso...
A identidade civilizacional da europa ocidental e o espaço português a conso...
Henrique Rodrigues
 
Resumos História - O Modelo Ateniense
Resumos História - O Modelo AtenienseResumos História - O Modelo Ateniense
Resumos História - O Modelo Ateniense
Lojinha da Flor
 
03_01 a geografia cultural europeia.pdf
03_01 a geografia cultural europeia.pdf03_01 a geografia cultural europeia.pdf
03_01 a geografia cultural europeia.pdf
Vítor Santos
 
A reestruturação das instituições no período imperial
A reestruturação das instituições no período imperialA reestruturação das instituições no período imperial
A reestruturação das instituições no período imperial
Susana Simões
 

Mais procurados (20)

A identidade civilizacional da Europa Ocidental - O renascimento das cidades...
 A identidade civilizacional da Europa Ocidental - O renascimento das cidades... A identidade civilizacional da Europa Ocidental - O renascimento das cidades...
A identidade civilizacional da Europa Ocidental - O renascimento das cidades...
 
4. O Modelo Romano - a progressiva extensão da cidadania; a afirmação imperia...
4. O Modelo Romano - a progressiva extensão da cidadania; a afirmação imperia...4. O Modelo Romano - a progressiva extensão da cidadania; a afirmação imperia...
4. O Modelo Romano - a progressiva extensão da cidadania; a afirmação imperia...
 
Modelo romano parte 3
Modelo romano parte 3Modelo romano parte 3
Modelo romano parte 3
 
01 cultura da catedral
01 cultura da catedral01 cultura da catedral
01 cultura da catedral
 
Concelhos 1
Concelhos 1Concelhos 1
Concelhos 1
 
Poder régio
Poder régioPoder régio
Poder régio
 
O país rural e senhorial
O país rural e senhorialO país rural e senhorial
O país rural e senhorial
 
As viagens na idade média
As viagens na idade médiaAs viagens na idade média
As viagens na idade média
 
A intervenção no poder local
A intervenção no poder localA intervenção no poder local
A intervenção no poder local
 
02_02_o espaço português.pdf
02_02_o espaço português.pdf02_02_o espaço português.pdf
02_02_o espaço português.pdf
 
Módulo 2 contextualização
Módulo 2   contextualizaçãoMódulo 2   contextualização
Módulo 2 contextualização
 
Desenvolvimento Económico Séculos XI-XII
Desenvolvimento Económico Séculos XI-XIIDesenvolvimento Económico Séculos XI-XII
Desenvolvimento Económico Séculos XI-XII
 
A identidade civilizacional da Europa Ocidental - A multiplicidade de poderes
A identidade civilizacional da Europa Ocidental - A multiplicidade de poderesA identidade civilizacional da Europa Ocidental - A multiplicidade de poderes
A identidade civilizacional da Europa Ocidental - A multiplicidade de poderes
 
1 o alargamento do conhecimento do mundo
1 o alargamento do conhecimento do mundo1 o alargamento do conhecimento do mundo
1 o alargamento do conhecimento do mundo
 
A cultura monástica, cortesã e popular parte 1
A cultura monástica, cortesã e popular parte 1A cultura monástica, cortesã e popular parte 1
A cultura monástica, cortesã e popular parte 1
 
02 o alargamento do conhecimento do mundo
02 o alargamento do conhecimento do mundo02 o alargamento do conhecimento do mundo
02 o alargamento do conhecimento do mundo
 
A identidade civilizacional da europa ocidental e o espaço português a conso...
A identidade civilizacional da europa ocidental e o espaço português  a conso...A identidade civilizacional da europa ocidental e o espaço português  a conso...
A identidade civilizacional da europa ocidental e o espaço português a conso...
 
Resumos História - O Modelo Ateniense
Resumos História - O Modelo AtenienseResumos História - O Modelo Ateniense
Resumos História - O Modelo Ateniense
 
03_01 a geografia cultural europeia.pdf
03_01 a geografia cultural europeia.pdf03_01 a geografia cultural europeia.pdf
03_01 a geografia cultural europeia.pdf
 
A reestruturação das instituições no período imperial
A reestruturação das instituições no período imperialA reestruturação das instituições no período imperial
A reestruturação das instituições no período imperial
 

Semelhante a Reestruturação das instituições romanas

O poder político em roma
O poder político em romaO poder político em roma
O poder político em roma
Carla Teixeira
 
Roma a.C.
Roma a.C.Roma a.C.
Roma a.C.
Sofia Marques
 
Roma
RomaRoma
M1.2 o modelo romano
M1.2 o modelo romanoM1.2 o modelo romano
M1.2 o modelo romano
João Neves
 
O império romano
O império romanoO império romano
O império romano
Lídia Fortunato
 
resumos historia.
resumos historia.resumos historia.
resumos historia.
RitaNascimento61
 
Roma Antiga
Roma AntigaRoma Antiga
Koneski Aula império Romano
 Koneski Aula império Romano Koneski Aula império Romano
Koneski Aula império Romano
Tavinho Koneski Westphal
 
Roma antiga- Monarquia, República e Império
Roma antiga- Monarquia, República e Império Roma antiga- Monarquia, República e Império
Roma antiga- Monarquia, República e Império
RmuloSilvrio
 
02 1 a_cultura_do_senado
02 1 a_cultura_do_senado02 1 a_cultura_do_senado
02 1 a_cultura_do_senado
Vítor Santos
 
ROMA ANTIGA.pdf
ROMA ANTIGA.pdfROMA ANTIGA.pdf
ROMA ANTIGA.pdf
GEILSONJOSEDASILVA
 
Império Romano - Resumo.
Império Romano - Resumo.Império Romano - Resumo.
Império Romano - Resumo.
Élen Vanessa Silva
 
Roma antiga
Roma antigaRoma antiga
Roma antiga
Carlos Zaranza
 
Roma antiga
Roma antigaRoma antiga
Roma antiga
Carlos Zaranza
 
ImpéRio Romano Blog
ImpéRio Romano BlogImpéRio Romano Blog
ImpéRio Romano Blog
vaniareginahistoria1
 
ImpéRio Romano Blog
ImpéRio Romano BlogImpéRio Romano Blog
ImpéRio Romano Blog
vaniareginahistoria1
 
ImpéRio Romano Blog
ImpéRio Romano BlogImpéRio Romano Blog
ImpéRio Romano Blog
vaniareginahistoria1
 
ANTIGUIDADE OCIDENTAL - GRÉCIA e ROMA - PROF AMÉRICO.pptx
ANTIGUIDADE OCIDENTAL - GRÉCIA e ROMA - PROF AMÉRICO.pptxANTIGUIDADE OCIDENTAL - GRÉCIA e ROMA - PROF AMÉRICO.pptx
ANTIGUIDADE OCIDENTAL - GRÉCIA e ROMA - PROF AMÉRICO.pptx
EEEFMProfEduardoLima1
 
C:\fakepath\aula i imperio_romano
C:\fakepath\aula i imperio_romanoC:\fakepath\aula i imperio_romano
C:\fakepath\aula i imperio_romano
Professor Duda - História
 
Aula i imperio_romano
Aula i imperio_romanoAula i imperio_romano
Aula i imperio_romano
Professor Duda - História
 

Semelhante a Reestruturação das instituições romanas (20)

O poder político em roma
O poder político em romaO poder político em roma
O poder político em roma
 
Roma a.C.
Roma a.C.Roma a.C.
Roma a.C.
 
Roma
RomaRoma
Roma
 
M1.2 o modelo romano
M1.2 o modelo romanoM1.2 o modelo romano
M1.2 o modelo romano
 
O império romano
O império romanoO império romano
O império romano
 
resumos historia.
resumos historia.resumos historia.
resumos historia.
 
Roma Antiga
Roma AntigaRoma Antiga
Roma Antiga
 
Koneski Aula império Romano
 Koneski Aula império Romano Koneski Aula império Romano
Koneski Aula império Romano
 
Roma antiga- Monarquia, República e Império
Roma antiga- Monarquia, República e Império Roma antiga- Monarquia, República e Império
Roma antiga- Monarquia, República e Império
 
02 1 a_cultura_do_senado
02 1 a_cultura_do_senado02 1 a_cultura_do_senado
02 1 a_cultura_do_senado
 
ROMA ANTIGA.pdf
ROMA ANTIGA.pdfROMA ANTIGA.pdf
ROMA ANTIGA.pdf
 
Império Romano - Resumo.
Império Romano - Resumo.Império Romano - Resumo.
Império Romano - Resumo.
 
Roma antiga
Roma antigaRoma antiga
Roma antiga
 
Roma antiga
Roma antigaRoma antiga
Roma antiga
 
ImpéRio Romano Blog
ImpéRio Romano BlogImpéRio Romano Blog
ImpéRio Romano Blog
 
ImpéRio Romano Blog
ImpéRio Romano BlogImpéRio Romano Blog
ImpéRio Romano Blog
 
ImpéRio Romano Blog
ImpéRio Romano BlogImpéRio Romano Blog
ImpéRio Romano Blog
 
ANTIGUIDADE OCIDENTAL - GRÉCIA e ROMA - PROF AMÉRICO.pptx
ANTIGUIDADE OCIDENTAL - GRÉCIA e ROMA - PROF AMÉRICO.pptxANTIGUIDADE OCIDENTAL - GRÉCIA e ROMA - PROF AMÉRICO.pptx
ANTIGUIDADE OCIDENTAL - GRÉCIA e ROMA - PROF AMÉRICO.pptx
 
C:\fakepath\aula i imperio_romano
C:\fakepath\aula i imperio_romanoC:\fakepath\aula i imperio_romano
C:\fakepath\aula i imperio_romano
 
Aula i imperio_romano
Aula i imperio_romanoAula i imperio_romano
Aula i imperio_romano
 

Mais de Susana Simões

O império português do Oriente
O império português do OrienteO império português do Oriente
O império português do Oriente
Susana Simões
 
Antigo Regime-Contextualização do Módulo 6
Antigo Regime-Contextualização do Módulo 6Antigo Regime-Contextualização do Módulo 6
Antigo Regime-Contextualização do Módulo 6
Susana Simões
 
Revolução Liberal em Portugal
Revolução Liberal em PortugalRevolução Liberal em Portugal
Revolução Liberal em Portugal
Susana Simões
 
Revolução Francesa
Revolução FrancesaRevolução Francesa
Revolução Francesa
Susana Simões
 
Momentos de tensão durante a guerra fria
Momentos de tensão durante a guerra friaMomentos de tensão durante a guerra fria
Momentos de tensão durante a guerra fria
Susana Simões
 
Nascimento dos EUA
Nascimento dos EUANascimento dos EUA
Nascimento dos EUA
Susana Simões
 
A Escultura Renascentista
A Escultura RenascentistaA Escultura Renascentista
A Escultura Renascentista
Susana Simões
 
A Arquitetura Renascentista
A Arquitetura RenascentistaA Arquitetura Renascentista
A Arquitetura Renascentista
Susana Simões
 
A Pintura Renascentista
A Pintura RenascentistaA Pintura Renascentista
A Pintura Renascentista
Susana Simões
 
Consequências da segunda guerra
Consequências da segunda guerraConsequências da segunda guerra
Consequências da segunda guerra
Susana Simões
 
A Segunda Guerra Mundial
A Segunda Guerra MundialA Segunda Guerra Mundial
A Segunda Guerra Mundial
Susana Simões
 
Arte grega: arquitetura, escultura e cerâmica
Arte grega: arquitetura, escultura e cerâmicaArte grega: arquitetura, escultura e cerâmica
Arte grega: arquitetura, escultura e cerâmica
Susana Simões
 
A administração dos Impérios Peninulares
A administração dos Impérios PeninularesA administração dos Impérios Peninulares
A administração dos Impérios Peninulares
Susana Simões
 
Descoberta colonização Arquipélagos Atlânticos
Descoberta colonização Arquipélagos AtlânticosDescoberta colonização Arquipélagos Atlânticos
Descoberta colonização Arquipélagos Atlânticos
Susana Simões
 
A cultura da Ágora - Contextualização
A cultura da Ágora - ContextualizaçãoA cultura da Ágora - Contextualização
A cultura da Ágora - Contextualização
Susana Simões
 
Portugal: o projeto pombalino de inspiração iluminista.
Portugal: o projeto pombalino de inspiração iluminista.Portugal: o projeto pombalino de inspiração iluminista.
Portugal: o projeto pombalino de inspiração iluminista.
Susana Simões
 
Portugal e as dificuldades económicas
Portugal e as dificuldades económicasPortugal e as dificuldades económicas
Portugal e as dificuldades económicas
Susana Simões
 
Dinâmicas económicas entre os sécs. XVI-XVIII
Dinâmicas económicas entre os sécs. XVI-XVIIIDinâmicas económicas entre os sécs. XVI-XVIII
Dinâmicas económicas entre os sécs. XVI-XVIII
Susana Simões
 
A Europa dos Parlamentos: sociedade e poder político
A Europa dos Parlamentos: sociedade e poder políticoA Europa dos Parlamentos: sociedade e poder político
A Europa dos Parlamentos: sociedade e poder político
Susana Simões
 
A sociedade no Antigo Regime
A sociedade no Antigo RegimeA sociedade no Antigo Regime
A sociedade no Antigo Regime
Susana Simões
 

Mais de Susana Simões (20)

O império português do Oriente
O império português do OrienteO império português do Oriente
O império português do Oriente
 
Antigo Regime-Contextualização do Módulo 6
Antigo Regime-Contextualização do Módulo 6Antigo Regime-Contextualização do Módulo 6
Antigo Regime-Contextualização do Módulo 6
 
Revolução Liberal em Portugal
Revolução Liberal em PortugalRevolução Liberal em Portugal
Revolução Liberal em Portugal
 
Revolução Francesa
Revolução FrancesaRevolução Francesa
Revolução Francesa
 
Momentos de tensão durante a guerra fria
Momentos de tensão durante a guerra friaMomentos de tensão durante a guerra fria
Momentos de tensão durante a guerra fria
 
Nascimento dos EUA
Nascimento dos EUANascimento dos EUA
Nascimento dos EUA
 
A Escultura Renascentista
A Escultura RenascentistaA Escultura Renascentista
A Escultura Renascentista
 
A Arquitetura Renascentista
A Arquitetura RenascentistaA Arquitetura Renascentista
A Arquitetura Renascentista
 
A Pintura Renascentista
A Pintura RenascentistaA Pintura Renascentista
A Pintura Renascentista
 
Consequências da segunda guerra
Consequências da segunda guerraConsequências da segunda guerra
Consequências da segunda guerra
 
A Segunda Guerra Mundial
A Segunda Guerra MundialA Segunda Guerra Mundial
A Segunda Guerra Mundial
 
Arte grega: arquitetura, escultura e cerâmica
Arte grega: arquitetura, escultura e cerâmicaArte grega: arquitetura, escultura e cerâmica
Arte grega: arquitetura, escultura e cerâmica
 
A administração dos Impérios Peninulares
A administração dos Impérios PeninularesA administração dos Impérios Peninulares
A administração dos Impérios Peninulares
 
Descoberta colonização Arquipélagos Atlânticos
Descoberta colonização Arquipélagos AtlânticosDescoberta colonização Arquipélagos Atlânticos
Descoberta colonização Arquipélagos Atlânticos
 
A cultura da Ágora - Contextualização
A cultura da Ágora - ContextualizaçãoA cultura da Ágora - Contextualização
A cultura da Ágora - Contextualização
 
Portugal: o projeto pombalino de inspiração iluminista.
Portugal: o projeto pombalino de inspiração iluminista.Portugal: o projeto pombalino de inspiração iluminista.
Portugal: o projeto pombalino de inspiração iluminista.
 
Portugal e as dificuldades económicas
Portugal e as dificuldades económicasPortugal e as dificuldades económicas
Portugal e as dificuldades económicas
 
Dinâmicas económicas entre os sécs. XVI-XVIII
Dinâmicas económicas entre os sécs. XVI-XVIIIDinâmicas económicas entre os sécs. XVI-XVIII
Dinâmicas económicas entre os sécs. XVI-XVIII
 
A Europa dos Parlamentos: sociedade e poder político
A Europa dos Parlamentos: sociedade e poder políticoA Europa dos Parlamentos: sociedade e poder político
A Europa dos Parlamentos: sociedade e poder político
 
A sociedade no Antigo Regime
A sociedade no Antigo RegimeA sociedade no Antigo Regime
A sociedade no Antigo Regime
 

Último

Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Professor Belinaso
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Zenir Carmen Bez Trombeta
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Mary Alvarenga
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
fran0410
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
AurelianoFerreirades2
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
pamellaaraujo10
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
katbrochier1
 
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
Gênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9ºGênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9º
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
sjcelsorocha
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
DECIOMAURINARAMOS
 
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptxTREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
erssstcontato
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
joaresmonte3
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
JohnnyLima16
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
Manuais Formação
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
HisrelBlog
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
JoanaFigueira11
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
todorokillmepls
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
beatrizsilva525654
 

Último (20)

Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
 
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
Gênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9ºGênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9º
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
 
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptxTREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
 

Reestruturação das instituições romanas

  • 1. A reestruturação institucional e administrativa do Império Romano O Império Romano em 117
  • 2. Otávio César Augusto respeitou as instituições republicanas– o Senado, as Magistraturas e os Comícios - , mas, gradualmente, retirou-lhes funções e reforçou a sua autoridade enquanto Imperador. Simultaneamente, nomeou pessoas da sua confiança para lugares importantes no exército, justiça e administração e criou instituições diretamente dependentes do Imperador. Busto de Augusto com a coroa cívica, na Gliptoteca de Munique
  • 3. Senado: (A mais conceituada instituição da República) Composição: - Entre 300 e 900 membros, com funções vitalícias; - Eram escolhidos entre os antigos magistrados e pessoas com elevado prestígio social e económico; Funções: - Religiosas (proteção e promoção do culto); - Fiscais (fiscaliza o erário público e define os impostos); - Militares (mantém a ordem pública, faz o recrutamento militar); - Administrativas (administra os territórios e é o responsável pela política externa, pode decidir sobre a paz ou guerra) ; Cícero discursa perante o Senado
  • 4. Reorganização imperial: - Otávio é o primeiro dos Senadores (Princep Senatus); - O número de Senadores foi reduzido ( máximo 600) e o acesso limitado aos filhos de antigos Senadores( caráter hereditário); - Tem competência para legitimar os poderes do Imperador (embora este possa avaliar e proceder judicialmente sobre os membros do Senado); - Governa as província senatoriais, mas deixa de controlar a politica externa, militar e fiscal, além de não poder cunhar moeda;
  • 5. Comícios: (assembleias representativas do povo romano) Composição: Todos os homens que possuíam direitos cívicos; Reorganização imperial: - Foram submetidos ao Imperador que com eles partilhava o poder tribunício (poder de representar a plebe, atribuído aos tribunos da plebe); - Perderam competências judiciais e só se reuniam se convocados pelo Imperador; Funções: Comitia centuriata – funções legislativas, judiciais e eleitorais (elegiam os magistrados superiores que detinham o Imperium – cônsules e pretores); Comitia tributa – elegiam os restantes magistrados – questores e edis (os tribunos da plebe eram eleitos pela plebe);
  • 6. Magistraturas: (Altos cargos de caráter militar, administrativo, judicial) Composição: Homens livres, sem qualquer condenação judicial, sem exercer ofícios remunerados e detentores de elevada fortuna para poder suportar as despesas inerentes ao cumprimento das suas funções; Funções: As magistraturas eram exercidas numa lógica crescente (cursus honorum) – o percurso começaria pelo cargo de questor e terminaria em pretor ou cônsul, após 10 anos de serviço militar; Eram eleitos anualmente e para o acesso a determinadas magistraturas havia condições a respeitar (idade, intervalo de dois anos antes de iniciar uma nova magistratura); Cônsules: imperium (poder militar e civil); Pretores – administravam a justiça; Edis – responsáveis pela vigilância de pessoas, bens e edifícios; Tribunos da plebe – defendiam os direitos da plebe; Questores – guardavam e administravam os dinheiros públicos;
  • 7. Reorganização imperial: Apesar de manter a eleição para este cargos, o Imperador podia nomear e recomendar candidatos para ocupar os cargos; Os poderes das magistraturas foram reduzidos; Magistraturas extraordinárias: Em caso de ameaça externa ou interna, os cônsules podiam nomear um ditador (6 meses) que concentrava todos os poderes; Os censores eram eleitos de 5 em 5 anos e tinham como função presidir à elaboração do censo dos cidadãos, distribuindo-os por centúrias e tribos, de acordo com a idade, fortuna, residência ou condição.
  • 8. Guarda Pretoriana - Foi criada pelo Imperador e estava sujeita à sua autoridade; - Tropa de elite (500 a 1000 homens), muito bem paga; - Estava dividida em três forças- uma em Roma, outra nas cidades vizinhas e outra no palácio, perto do Imperador; Conselho imperial - Órgão consultivo, criado pelo Imperador; - Estabelecia a ligação entre o Senado e as decisões imperiais; - Constituído por 15 senadores sorteados para exercer funções durante seis meses. A sua rotatividade pretendia permitir auscultar novas ideias e impedir a formação de alianças que prejudicassem o Imperador.
  • 9. Augusto na estátua Augusto de Prima Porta Alexandra Fortes, Fátima Gomes e José Fortes In, Linhas da História
  • 10. Administração do Império Imperador dividiu o Império em: Províncias senatoriais , pacificadas, onde não estavam estacionadas tropas; Províncias imperiais, nas quais permaneciam a maior parte das legiões e onde os funcionários administrativos exerciam o poder por delegação do Imperador;
  • 11. O governo do Império: as províncias imperiais e senatoriais (séc. I) Compare as províncias imperiais e senatoriais no que diz respeito aos aspetos geográficos, militares e administrativos.
  • 12. Geograficamente: - As províncias imperiais são mais extensas e localizam-se nos limites do Império; - As províncias senatoriais são em menor número e localizam-se no centro do Império (exceto - a Baetica/ Bética); Militarmente: As províncias imperiais são as menos pacificadas e exigem uma intervenção militar; as senatoriais encontram-se localizadas em regiões mais pacificadas; Administrativamente: O Imperador controla a administração das províncias imperiais, através dos funcionários que nomeia; As províncias senatoriais são controladas por elementos do Senado; Proposta de correção: