CIVILIZAÇÃO ROMANA
CIVILIZAÇÃO E CIVILIZAR
• Conjunto das características próprias da vida intelectual, social, cultural,
tecnológica etc., que são capazes de compor e definir o desenvolvimento
de uma sociedade ou de um país.
• Tipo de sociedade e/ou de cultura que se desenvolve a partir da
influência de um povo, numa certa época, cujas características
específicas serão transmitidas as gerações que se seguirão: Civilização
romana.
• Instruir, polir.
Início
• Domínio dos etruscos, italiotas e gregos;
Influência também dos sabinos, úmbrios;
• Lenda de Rômulo e Remo;
• FUNDAÇÃO DE ROMA PRÓXIMA AO RIO TIBRE.
• Direito Romano era reflexo da organização social
romana, altamente complexa e ordenada, e foi
estruturado a partir da Lei das Doze Tábuas (450
a.C.). Ainda hoje é uma das fontes de inspiração
do Direito nas modernas sociedades democráticas.
• LATIM=> LÍNGUA PORTUGUESA e outros idiomas.
MONARQUIA
• Os grupos familiares que ocupavam Roma em sua origem (clãs) eram governados por
um rei (monarquia), que detinha também o comando do Exército e da Justiça, além
de exercer a função de sacerdote.
• Economia agrícola;
• SOCIEDADE ROMANA:
A elite era formada pelos patrícios, grandes proprietários de terra que gozavam de
privilégios políticos e religiosos. Abaixo deles estavam os plebeus, homens livres que
inicialmente não tinham direitos políticos. Muitos deles eram clientes – pessoas que
prestavam serviços aos patrícios, além de ser seus dependentes ou agregados.
Na mais baixa situação social estavam os escravos, que haviam chegado a essa
condição porque não puderam pagar suas dívidas, ou porque foram vencidos em
guerras.
MONARQUIA
• O SENADO ou CONSELHO DOS ANCIÃOS: Patrícios que controlavam o poder do rei;
• ASSEMBLEIA ou CÚRIA: Cidadãos em idade militar aptos para lutar;
• Os Patrícios depuseram a monarquia em 509 a.C. O poder passou para o Senado e um
regime de características oligárquicas; Formação da República;
REPÚBLICA(VI a.C - I a.C)
• O governo republicano passou a ser exercido pelos magistrados, com assessoria do
Senado. Entretanto, na prática, o Senado era o órgão máximo de poder na nova
estrutura política instaurada em Roma. Ele exercia funções legislativas e controlava
toda a administração e as finanças, tendo poder até mesmo para declarar guerra.
Seus integrantes eram vitalícios e pertenciam a um grupo restrito de famílias
abastadas.
• Os magistrados que administravam a república eram eleitos para mandatos de um
ano e não recebiam nenhuma remuneração por esse trabalho, o que levava somente
os mais ricos (os patrícios) para a magistratura.
• As assembleias romanas eram encarregadas para nomear magistrados e ratificar as
leis.
REPÚBLICA(VI a.C - I a.C)
• Assembleia Centurial- convocada por Cônsules, patrícios e plebeus ricos: votavam as
leis, decidiam pela guerra e paz. Elegiam os magistrados
• Assembleia Curial: assuntos religiosos;
• Revolta dos Plebeus:
TRIBUNO DA PLEBE: Tinha poder de veto sobre as decisões do Senado.
LEI DAS DOZE TÁBUAS: Primeira compilação de leis romanas(antes eram orais);
EXPANSÃO DO DOMÍNIO ROMANO
A expansão teve um conflito com
uma potência adversária do
Mediterrâneo, a poderosa cidade de
Cartago, fundada pelos fenícios;
Guerras Púnicas: Disputa pela
hegemonia do comercio no
Mediterrâneo.
Crise do governo devido à expansão
território e acumulo de riqueza e
distribuição entre os cidadão
romanos (Reforma Agrária)- Tibério e
Caio Graco.
HOMENS-NOVOS: Negociantes
enriquecidos.
FIM DA REPÚBLICA
• Devido aos constantes conflitos entre os militares foi
instituído o triunvirato (três lideres político-militares)
O primeiro triunvirato era: Júlio César, Pompeu e
Crasso;
• César se declara ditador vitalício e foi assassinado
pelo Senado; Além disso, ele reformulou o senado,
recebeu apoio dos soldados e plebeus, campanha
expansionista, diversas obras públicas e a organização
financeira do Estado, direito de cidadania a povos de
diversas regiões do grande império romano ...
• Segundo Triunvirato: Otávio Augusto(divino), Lépido e
Marco Antônio.
• Otávio consegue apoio do Senado para concentrar o
poder em suas mãos e acabar com a república e o
começo do Império.
O IMPÉRIO (I a.C – III d.C)
• Culto ao imperador;
• Reformas administrativas burocráticas: nesse
contexto, o termo refere-se a um sistema de
hierarquias com distribuição de funções e
responsabilidades na administração pública.
Formada por antigos patrícios aristocratas quanto
por comerciantes enriquecidos com a expansão
territorial
• Política do pão e circo: doação de alimentos
básico(trigo) e entretenimento a população como
disputas e jogos em gladiadores;
O IMPÉRIO (I a.C – III d.C)
• Otávio manteve a política
expansionista. O governo de Otávio
Augusto foi caracterizado ainda pela
ampliação do comércio entre as
províncias, pela construção de
estradas, pontes e aquedutos e por
grandes realizações culturais.
• O termo mecenato, utilizado para
designar o patrocínio de atividades
artísticas e culturais.
• EVENTOS: JESUS CRISTO (Cristianismo);
Nero ateia fogo em Roma e culpa os
cristãos;
O FIM DO IMPÉRIO (III d.C- V d.C)
• A expansão territorial, base de toda a riqueza e estabilidade política e social do
império, esgotou-se pouco a pouco. Esse esgotamento ocorreu por vários motivos: a
própria dimensão territorial alcançada; a pressão dos povos dominados e vizinhos; as
dificuldades para novas anexações – devido à distância e aos custos.
• Dificuldade para manter e fortalecer as fronteiras do império;
• Crise de mão de obra e econômica;
• Crescimento do Cristianismo; Alternativa de salvação aos escravos e oprimidos;
• Diocleciano: tentou combater a inflação pela fixação de preços de mercadorias e
salários;
• Constantino: Liberdade de Culto aos cristãos;
• Teodósio: dividiu o império: Em ocidente(ROMA) e oriente (Constantinopla)
O FIM DO IMPÉRIO (III d.C- V d.C)
• A partir da própria divisão do império a
religião se divergiu: Ocidente( Igreja
Apostólica Católica Romana) Oriente (Igreja
Ortodoxa) com algumas diferentes litúrgicas.
• Os povos bárbaros eram aqueles que viviam ao
redor do império e não falavam o latim. A
maioria era proveniente da Germânia. Os
bárbaros invadiram Roma e depuseram o
imperador do Ocidente, Rômulo Augusto. A
partir entra-se no período da IDADE MÉDIA
quando as pessoas fazem o êxodo urbano e os
feudos(locais agrários) ganham importância
para segurança dos cidadãos diante das
invasões bárbaras.
CULTURA ROMANA
• Eram politeístas; Deuses relacionados a cultura grega como Júpiter é como Zeus.
• Receberam influência grega;
• Virgílio poema épico da fundação de Roma
• Coliseu e anfiteatros;
• Termas romanas: banhos públicos locais de encontro entre os cidadãos;
• Um dos maiores legados romanos à posteridade foi seu código de leis. Dividia-se em
Jus Naturale (direito natural), compêndio de filosofia jurídica; Jus Gentium (direito
dos povos), compilação de leis aplicáveis aos estrangeiros; e Jus Civile (direito civil),
leis aplicáveis aos cidadãos romanos.

Roma antiga- Monarquia, República e Império

  • 1.
  • 2.
    CIVILIZAÇÃO E CIVILIZAR •Conjunto das características próprias da vida intelectual, social, cultural, tecnológica etc., que são capazes de compor e definir o desenvolvimento de uma sociedade ou de um país. • Tipo de sociedade e/ou de cultura que se desenvolve a partir da influência de um povo, numa certa época, cujas características específicas serão transmitidas as gerações que se seguirão: Civilização romana. • Instruir, polir.
  • 3.
    Início • Domínio dosetruscos, italiotas e gregos; Influência também dos sabinos, úmbrios; • Lenda de Rômulo e Remo; • FUNDAÇÃO DE ROMA PRÓXIMA AO RIO TIBRE. • Direito Romano era reflexo da organização social romana, altamente complexa e ordenada, e foi estruturado a partir da Lei das Doze Tábuas (450 a.C.). Ainda hoje é uma das fontes de inspiração do Direito nas modernas sociedades democráticas. • LATIM=> LÍNGUA PORTUGUESA e outros idiomas.
  • 4.
    MONARQUIA • Os gruposfamiliares que ocupavam Roma em sua origem (clãs) eram governados por um rei (monarquia), que detinha também o comando do Exército e da Justiça, além de exercer a função de sacerdote. • Economia agrícola; • SOCIEDADE ROMANA: A elite era formada pelos patrícios, grandes proprietários de terra que gozavam de privilégios políticos e religiosos. Abaixo deles estavam os plebeus, homens livres que inicialmente não tinham direitos políticos. Muitos deles eram clientes – pessoas que prestavam serviços aos patrícios, além de ser seus dependentes ou agregados. Na mais baixa situação social estavam os escravos, que haviam chegado a essa condição porque não puderam pagar suas dívidas, ou porque foram vencidos em guerras.
  • 5.
    MONARQUIA • O SENADOou CONSELHO DOS ANCIÃOS: Patrícios que controlavam o poder do rei; • ASSEMBLEIA ou CÚRIA: Cidadãos em idade militar aptos para lutar; • Os Patrícios depuseram a monarquia em 509 a.C. O poder passou para o Senado e um regime de características oligárquicas; Formação da República;
  • 6.
    REPÚBLICA(VI a.C -I a.C) • O governo republicano passou a ser exercido pelos magistrados, com assessoria do Senado. Entretanto, na prática, o Senado era o órgão máximo de poder na nova estrutura política instaurada em Roma. Ele exercia funções legislativas e controlava toda a administração e as finanças, tendo poder até mesmo para declarar guerra. Seus integrantes eram vitalícios e pertenciam a um grupo restrito de famílias abastadas. • Os magistrados que administravam a república eram eleitos para mandatos de um ano e não recebiam nenhuma remuneração por esse trabalho, o que levava somente os mais ricos (os patrícios) para a magistratura. • As assembleias romanas eram encarregadas para nomear magistrados e ratificar as leis.
  • 7.
    REPÚBLICA(VI a.C -I a.C) • Assembleia Centurial- convocada por Cônsules, patrícios e plebeus ricos: votavam as leis, decidiam pela guerra e paz. Elegiam os magistrados • Assembleia Curial: assuntos religiosos; • Revolta dos Plebeus: TRIBUNO DA PLEBE: Tinha poder de veto sobre as decisões do Senado. LEI DAS DOZE TÁBUAS: Primeira compilação de leis romanas(antes eram orais);
  • 9.
    EXPANSÃO DO DOMÍNIOROMANO A expansão teve um conflito com uma potência adversária do Mediterrâneo, a poderosa cidade de Cartago, fundada pelos fenícios; Guerras Púnicas: Disputa pela hegemonia do comercio no Mediterrâneo. Crise do governo devido à expansão território e acumulo de riqueza e distribuição entre os cidadão romanos (Reforma Agrária)- Tibério e Caio Graco. HOMENS-NOVOS: Negociantes enriquecidos.
  • 10.
    FIM DA REPÚBLICA •Devido aos constantes conflitos entre os militares foi instituído o triunvirato (três lideres político-militares) O primeiro triunvirato era: Júlio César, Pompeu e Crasso; • César se declara ditador vitalício e foi assassinado pelo Senado; Além disso, ele reformulou o senado, recebeu apoio dos soldados e plebeus, campanha expansionista, diversas obras públicas e a organização financeira do Estado, direito de cidadania a povos de diversas regiões do grande império romano ... • Segundo Triunvirato: Otávio Augusto(divino), Lépido e Marco Antônio. • Otávio consegue apoio do Senado para concentrar o poder em suas mãos e acabar com a república e o começo do Império.
  • 11.
    O IMPÉRIO (Ia.C – III d.C) • Culto ao imperador; • Reformas administrativas burocráticas: nesse contexto, o termo refere-se a um sistema de hierarquias com distribuição de funções e responsabilidades na administração pública. Formada por antigos patrícios aristocratas quanto por comerciantes enriquecidos com a expansão territorial • Política do pão e circo: doação de alimentos básico(trigo) e entretenimento a população como disputas e jogos em gladiadores;
  • 12.
    O IMPÉRIO (Ia.C – III d.C) • Otávio manteve a política expansionista. O governo de Otávio Augusto foi caracterizado ainda pela ampliação do comércio entre as províncias, pela construção de estradas, pontes e aquedutos e por grandes realizações culturais. • O termo mecenato, utilizado para designar o patrocínio de atividades artísticas e culturais. • EVENTOS: JESUS CRISTO (Cristianismo); Nero ateia fogo em Roma e culpa os cristãos;
  • 13.
    O FIM DOIMPÉRIO (III d.C- V d.C) • A expansão territorial, base de toda a riqueza e estabilidade política e social do império, esgotou-se pouco a pouco. Esse esgotamento ocorreu por vários motivos: a própria dimensão territorial alcançada; a pressão dos povos dominados e vizinhos; as dificuldades para novas anexações – devido à distância e aos custos. • Dificuldade para manter e fortalecer as fronteiras do império; • Crise de mão de obra e econômica; • Crescimento do Cristianismo; Alternativa de salvação aos escravos e oprimidos; • Diocleciano: tentou combater a inflação pela fixação de preços de mercadorias e salários; • Constantino: Liberdade de Culto aos cristãos; • Teodósio: dividiu o império: Em ocidente(ROMA) e oriente (Constantinopla)
  • 14.
    O FIM DOIMPÉRIO (III d.C- V d.C) • A partir da própria divisão do império a religião se divergiu: Ocidente( Igreja Apostólica Católica Romana) Oriente (Igreja Ortodoxa) com algumas diferentes litúrgicas. • Os povos bárbaros eram aqueles que viviam ao redor do império e não falavam o latim. A maioria era proveniente da Germânia. Os bárbaros invadiram Roma e depuseram o imperador do Ocidente, Rômulo Augusto. A partir entra-se no período da IDADE MÉDIA quando as pessoas fazem o êxodo urbano e os feudos(locais agrários) ganham importância para segurança dos cidadãos diante das invasões bárbaras.
  • 15.
    CULTURA ROMANA • Erampoliteístas; Deuses relacionados a cultura grega como Júpiter é como Zeus. • Receberam influência grega; • Virgílio poema épico da fundação de Roma • Coliseu e anfiteatros; • Termas romanas: banhos públicos locais de encontro entre os cidadãos; • Um dos maiores legados romanos à posteridade foi seu código de leis. Dividia-se em Jus Naturale (direito natural), compêndio de filosofia jurídica; Jus Gentium (direito dos povos), compilação de leis aplicáveis aos estrangeiros; e Jus Civile (direito civil), leis aplicáveis aos cidadãos romanos.