O documento descreve as ideias do filósofo grego Protágoras (c. 490-420 a.C.) sobre relativismo. Protágoras acreditava que a verdade depende da perspectiva do indivíduo e que "o homem é a medida de todas as coisas", ou seja, os valores e julgamentos são subjetivos. Ele rejeitava definições absolutas e acreditava que nada é inerentemente bom ou certo, apenas o que as pessoas ou sociedade julgam como tal.