PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
2018
EMEB ALDINO PINOTTI
Rua dos Vianas, nº 2.399 – Jardim Farina
CEP: 09760-510
4332-7537
4337-5919
aldino@saobernardo.sp.gov.br
O QUE É O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO MAIS CONHECIDO COMO PPP?
O PPP define a identidade da escola e indica caminhos para ensinar com qualidade.
Toda escola tem objetivos que deseja alcançar, metas a cumprir e sonhos a realizar. O conjunto
dessas aspirações, bem como os meios para concretizá-las, é o que dá forma e vida ao chamado
Projeto Político-Pedagógico - o famoso PPP. Se você prestar atenção, as próprias palavras que
compõem o nome do documento dizem muito sobre ele:
• É projeto porque reúne propostas de ação concreta a executar durante determinado
período de tempo.
• É político por considerar a escola como um espaço de formação de cidadãos
conscientes, responsáveis e críticos, que atuarão individual e coletivamente na
sociedade, modificando os rumos que ela vai seguir.
• É pedagógico porque define e organiza as atividades e os projetos educativos
necessários ao processo de ensino e aprendizagem.
Ao juntar as três dimensões, o PPP ganha a força de um guia - aquele que indica a direção a
seguir não apenas para gestores e professores mas também funcionários, alunos e famílias. Ele
precisa ser completo o suficiente para não deixar dúvidas sobre essa rota e flexível o bastante para
se adaptar às necessidades de aprendizagem dos alunos.
https://gestaoescolar.org.br/conteudo/560/o-que-e-o-projeto-politico-pedagogico-ppp
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Sumário
Identificação da unidade escolar
1 - HISTÓRICO DA UNIDADE ESCOLAR 05
2 - QUADRO DE IDENTIFICAÇÃO DE FUNCIONÁRIOS DA EMEB ALDINO PINOTTI 07
3 - QUADRO DE ORGANIZAÇÃO DAS MODALIDADES ATENDIDAS EM 2018 10
4- PRINCÍPIOS DE GESTÃO DEMOCRÁTICA E CONCEPÇÃO PEDAGÓGICA 11
5- SÍNTESE DA AVALIAÇÃO DE 2017 16
AÇÕES PLANEJADAS À PARTIR DA AVALIAÇÃO 2018 18
6 – PLANO DE AÇÃO DA EQUIPE GESTORA 20
7- CARACTERIZAÇÃO E PLANO DE AÇÃO PARA OS SEGMENTOS DE ATUAÇÃO DA ESCOLA
7.1 – CARACTERIZAÇÃO DA COMUNIDADE 25
8 - PLANO DE AÇÃO PARA A COMUNIDADE ESCOLAR 28
9 - EQUIPE ESCOLAR 30
9.1 - PROFESSORES 30
9.1.1 – CARACTERIZAÇÃO DA EQUIPE DOCENTE 30
9.1.2- FORMAÇÃO CONTINUADA 32
9.1.3- PLANOS DE FORMAÇÃO PARA PROFESSORES 33
9.1.4 - PLANO DE FORMAÇÃO ESPECÍFICO 2018 43
9.1.5 – REUNIÕES PEDAGÓGICAS 44
9.2 - AUXILIARES EM EDUCAÇÃO E ESTAGIÁRIAS DE APOIO A INCLUSÃO 46
9.2.1- PLANO DE FORMAÇÃO PARA AUXILIARES EM EDUCAÇÃO E ESTAGIÁRIAS DE APOIO A
INCLUSÃO 48
9.3 - FUNCIONÁRIOS DE APOIO E ADMINISTRATIVOS 49
9.3.2 - PLANO DE FORMAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DE APOIO (LIMPEZA) 52
10 - ÓRGÃOS COLEGIADOS (CONSELHO DE ESCOLA, APM E CONS. ESCOLAR MIRIM) 53
10.1 – CARACTERIZAÇÃO DO CONSELHO DE ESCOLA E APM 53
10.1.1 - QUADRO DE MEMBROS QUE COMPÕEM DO CONSELHO DE ESCOLA 54
10.1.2– QUADRO DE MEMBROS QUE COMPÕEM A APM 54
10.1.3- PLANO DE AÇÃO DO CONSELHO DE ESCOLA E APM 55
11 - CONSELHO ESCOLAR MIRIM 57
11.1 - PLANO DE AÇÃO CONSELHO ESCOLAR MIRIM 62
12 - ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO PEDAGÓGICO 64
OBJETIVOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA 64
OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS 65
FUNDAMENTAÇÃO LEGAL 66
BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR 67
12.1 - PLANO DE CURSO 2018 69
EU, O OUTRO E O NÓS 71
ORALIDADE E ESCRITA 78
CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS 80
ESPAÇOS, TEMPOS E QUANTIDADES 81
RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES NO MUNDO FÍSICO E NATURAL 84
TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS 87
O LUGAR DO DESENHO 89
BRINCAR 91
13 – AÇÕES COLETIVAS E PERMANENTES 95
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14 - PROJETOS COLETIVOS 102
16 – ROTINA ESCOLAR
16.1 - ROTINA 124
16.2 - ENTRADA E SAÍDA 125
16.3 - SALAS DE AULA 126
16.4 - ADAPTAÇÃO E PRIMEIRO DIA COM FAMÍLIAS 127
16.5 - ALIMENTAÇÃO 128
16.6 - ATELIÊ 129
16.7 - PARQUE DE AREIA E PARQUE INTERNO 130
16.8 - BIBLIOTECA INTERATIVA E BIBLIOTECA CIRCULANTE 131
16.10 - QUADRA 133
16.10 - OUTROS ESPAÇOS E ATIVIDADES COLETIVAS 133
16.11 - ESTUDOS DO MEIO 2018 134
AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS 136
17 - AÇÕES SUPLEMENTARES 138
18.1 - ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO 138
19 - CALENDÁRIO ESCOLAR HOMOLOGADO 140
20 – MAIS ALGUMAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 140
21- ANEXOS 142
21.1-BIOGRAFIA DO PATRONO 142
21.2-DESCRIÇÃO DA ESTRUTURA FÍSICA 145
21.3-MATERIAIS PEDAGÓGICOS E EQUIPAMENTOS 146
21.4-IMPRESSOS UTILIZADOS PELA UNIDADE ESCOLAR 146
21.5-ORGANIZAÇÃO DOS HORÁRIOS PARA USO DOS ESPAÇOS COLETIVOS 150
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Identificação da unidade escolar
Equipe Gestora:
Diretora: Stela Pereira da Gama
Coordenadora Pedagógica: Jéssica Maria de Campos
Matsumoto
Vice Diretora: Elis Nakano Ernani
Orientadora Pedagógica: Lucimara Esteves de Moura Nakashima
Equipe de Orientação Técnica:
Fonoaudióloga: Adriana Lopes Anacleto Antonialli
Fisioterapeuta: Êmila Stender
Psicóloga Educacional: Maria de Fátima Neves da Silva
Modalidade de atendimento:
Educação Infantil de 3 a 5 anos
Períodos e horários de funcionamento da escola:
Manhã: das 07h00 às 12h00
Tarde: das 13h00 às18h00
Horário de atendimento da Secretaria:
das 07h30 às 17h00
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1. HISTÓRICO DA UNIDADE ESCOLAR.
Fotos da construção do prédio escolar, tirada em 1978, do término da obra em 1980 e da
Cerimônia de Denominação, em 1981.
(O texto abaixo foi elaborado pela professora Rosemary Mira Ornellas de Rosa,
aposentada em Março/2010 e professora desta escola desde a sua fundação, em 08 de
Outubro de 1980, até o dia de sua aposentadoria - 11/03/2010. Falecida em 31 de Março de
2013, aos 52 anos).
Nos anos 80, a Pré-Escola, como era chamada a educação ministrada para
crianças na idade de 4 a 6 anos, teve grande expansão em São Bernardo do Campo,
e muitas escolas foram construídas no município.
No Jardim Farina, nesta época, a demanda de crianças nesta faixa etária já era
tão grande, que houve a necessidade de funcionar salas provisórias anexas na escola
estadual Clóvis de Lucca, que também fica na Rua dos Vianas. Em meados de 1978,
deu-se início a construção desta escola.
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Em 08 de Outubro de 1980 aconteceu à inauguração da NEI do Jardim Farina
(Núcleo de Educação Infantil do Jardim Farina), e as turmas anexas vieram para cá.
Este prédio era considerado modelo para funcionamento de escola, pelo
tamanho, amplitude, iluminação e acomodação que as salas de aula ofereciam aos
alunos e por conter outros espaços que privilegiavam atividades como teatro, ateliê de
artes, um amplo refeitório que abrigava grande número de alunos por refeição, um
parque com brinquedos diversificados, um espaço externo que propiciava a expressão
livre de várias brincadeiras e também uma grande quadra que durante muito tempo foi
usada para ensinar adolescentes da comunidade a jogar basquete e futebol.
Em fevereiro de 1981, uma nova diretora, a senhora Edna Gerbelli, com um
grupo novo de professoras assumiu as atividades da escola, agora chamada de EMEI:
Escola Municipal de Educação Infantil do Jardim Farina. Neste mesmo ano houve uma
grande festa para a denominação da EMEI, houve missa, apresentação dos alunos e a
presença de várias autoridades, a da senhora Nair Mariana Corradi Pinotti, viúva do ex
-prefeito Aldino Pinotti que viria a dar o nome à escola. Sua foto ficou por muito tempo
exposta em um quadro no hall de entrada.
Naquele ano a escola era composta por 22 turmas, 11 pela manhã e 11 no
período da tarde. Nossa escola era linda, tudo foi feito com muito capricho e bom
gosto, os “móbiles” que enfeitavam o corredor principal eram borboletas feitas em tule
azul, a diretoria e secretaria possuíam cortinas de renda com xale de Shantung verde
escuro, eu que lecionava também numa escola particular jamais tinha visto tamanho
luxo; nossos alunos eram do entorno do bairro, da favela do Pai Herói e também
ficavam maravilhados com o que viam aqui, com o tratamento que recebiam das “tias”
professoras e das tias serventes como eram chamadas na época, com comidinha
deliciosa feita pela “tia” Benê e as outras cozinheiras.
O tempo passou e nos idos de 1990 o bairro foi se modificando, crescendo, o
alto do morro verde que ficava situado à esquerda da frente da escola foi todinho
loteado e assim nasceu a Vila São Pedro, um bairro bem populoso que fez aumentar
ainda mais a demanda de alunos na EMEB, pois novas famílias vieram povoar esta
região. Neste período foram inauguradas as EMEIS do Jardim Baeta Neves, hoje a
EMEB Odete Edith Périgo de Lima e a do Jardim Industrial, hoje a EMEB Ana
Henriqueta Clark Marim.
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Apesar das inaugurações e depois de tantos anos passados, nossa escola
ainda continua sendo muito procurada pelos alunos dos bairros próximos, pois está
bem localizada na Rua dos Vianas, que continua sendo a principal ligação dos bairros
ao centro da cidade de São Bernardo do Campo.
De 1997 a 1999 a unidade escolar passou a denominar-se EMEIF, Escola de
Educação Infantil e Fundamental, com a construção de 3 salas emergenciais e
implantação de turmas de 1º ano do Ensino Fundamental.
Em 2000 passou a denominar-se então EMEB, Escola Municipal de Educação
Básica. Estas turmas do Fundamental permaneceram nesta unidade escolar até o
ano de 2004.
O entorno transformou-se muito, de um bairro pobre com poucos recursos num
centro comercial onde se pode encontrar de tudo, até supermercados como o D’ AVÓ
e COOP, a favela do Pai Herói já não existe mais, hoje as ruas não são estreitas como
antes e as casas são de alvenaria; o mesmo aconteceu com Vila São Pedro que hoje
já não é mais uma pequena vila, mas um grande bairro com recursos comerciais e
públicos.
2. QUADRO DE IDENTIFICAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DA EMEB
ALDINO PINOTTI EM 2018:
CARGO NOME
HORÁRIO DE
TRABALHO
Auxiliares de Limpeza
EDNA DOS SANTOS 9h00 às 18h00
FRANCISCA FURTUNATO MAGALHÃES 6h00 às 15h00
MÁRCIA BARBOZA DOS SANTOS 9h00 às 18h00
MÁRCIA CRISTINA RODRIGUES 6h00 às 15h00
MARIA INÊS PACHECO 7h00 às 16h00
SÔNIA MARINA HORVATH DE AZEVEDO 9h00 às 18h00
VANDA INÁCIO MARROCOS 7h00 às 16h00
Auxiliares em Educação de
CONCEIÇÃO APARECIDA DE OLIVEIRA 8h00 às 17h00
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Apoio a Inclusão LILIAN ALVES MACEDO 8h00 às 17h00
Cozinheiras
EDNA DA CRUZ MACHADO 7h00 às 16h18min
SILVANA SANTOS RIBEIRO 7h00 às 16h18min
DELÂNIA PIMENTEL BARBOSA 07h30 às 16h48
Equipe Gestora
STELA PEREIRA DA GAMA
Diretora Escolar
2ªf das 7h30 às 21h40
3ªf das 9h00 às 18h00
4ªf das 9h00 às 18h00
5ªf das 9h00 às 18h00
6ªf das7h30 às11h00
ELIS NAKANO ERNANI
Vice-diretora
2ªf das11h40 às 21h40
3ªf das 7h00 às 16h00
4ªf das 7h00 às 12h00
5ªf das 7h00 às 16h00
6ªf das7h00 às18h00
JÉSSICA MARIA DE CAMPOS MATSUMOTO
Coordenadora Pedagógica
2ªf das 7h30 às 21h40
3ªf das 8h00 às 12h00
4ªf das 7h30 às 18h00
5ªf das 7h30 às 12h00
6ªf das7h30 às18h00
Estagiárias de Apoio á
Inclusão
ELAINE CRISTINA DE LIMA REGIS 7h00 às 13h00
FRANCIELE DA SILVA NUNES GOMES 7h00 às 13h00
PATRÍCIA DO NASCIMENTO JUSTINO 13h00 às 18h00
THAYNÁ APARECIDA LEANDRO 13h00 às 18h00
Oficiais de Escola
VALCIR CRETUCCI DE OLIVEIRA 7h00 às16h00
NEIDE DELLA VALLE 8h00 às 17h00
Oficial de Escola - BEI SANDRA MARTINS VIEIRA 8h00 às 17h00
PEB Infantil (M) ALINE BARBOSA CASTELLANI 7h00 às 12h00
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AMÉLIA MURAKANI IONEDA 7h00 às 12h00
ELIANA DE CARVALHO DURAN GARÓFALO 13h00 ás 18h00
ELISÂNGELA MELO DA SILVA RICHARD 7h00 às 12h00
FABIANA MARIA DA SILVA OLIVEIRA 7h00 às 12h00
FABIANE SANTOS ARIAS 7h00 às 12h00
KARINA APARECIDA DE LUNA 7h00 às 12h00
LUÍSA PAULA DA SILVA CAMILLO 7h00 às 12h00
MARIA EDILEUZA DA SILVA 7h00 às 12h00
MARIA GISELA ROSELLI ROSOLEM 7h00 às 12h00
MÁRCIA DA SILVA ARAÚJO 7h00 às 12h00
MARINEIDE APARECIDA ZANATA ESCORIZZA 7h00 às 12h00
NÁDIA DE CÁSSIA SZMGEL MODA 7h00 às 12h00
ROSANA CRISTINA RODRIGUES DO NASCIMENTO 7h00 às 12h00
TEREZA PALMAKA ARGUELLO 7h00 às 12h00
PEB Infantil (T)
ANTONIA INÁCIA BRANDÃO DE SOUZA 13h00 às 18h00
ALINE BARBOSA CASTELLANI 13h00 às 18h00
ALINE DANIELLE DELAMANCHI LOPES 13h00 às 18h00
CECÍLIA BENSE 13h00 às 18h00
DANIELLE DE SOUZA LUGÂO 13h00 às 18h00
IARA APARECIDA TRIGO DE SOUSA 13h00 às 18h00
IVANIL LIMA CARLOS 13h00 às 18h00
JANAÍNA DANTAS DE ARAÚJO FABOCI 13h00 às 18h00
JENNYFFER NATÁLIA CAMPOS DE MATTOS 13h00 às 18h00
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KARINA PAULA BERNARDO 13h00 às 18h00
MARTA APARECIDA FERREIRA PLAÇA 13h00 às 18h00
SARAH MENDES IAGI 13h00 às 18h00
SUELY MACHADO GALLO 13h00 às 18h00
PEB Substituta (T) ROSEMEIRE APARECIDA ZANOTTI 13h00 às 18h00
Profª Readaptada (M) MARLI APARECIDA RODRIGUES 7h00 às 11h48min
Vigias ( N ) FELIPE DONIZETI GNOLI Escala 12x36
PAULO SÉRGIO DOS SANTOS Escala 12x36
Vigias (D) ANDRÉ FERNADES CUSTÓDIO Escala 12x36
ANELITO IVO DA SILVA Escala 12x36
3. QUADRO DE ORGANIZAÇÃO DAS MODALIDADES ATENDIDAS EM
2018:
Período
nº da
sala
Professora Turma
Total
de
Alunos
NEE
MANHÃ
03 LUÍSA PAULA DA SILVA CAMILLO Infantil III - A 28
04 MÁRCIA DA SILVA ARAÚJO Infantil III - B 24 1
05 MARIA EDILEUZA DA SILVA Infantil III - C 25 1
10 MARINEIDE APARECIDA ZANATA ESCORIZZA Infantil IV - A 21 1
01 FABIANE SANTOS ARIAS Infantil IV - B 18
11
ROSANA CRISTINA RODRIGUES DO
NASCIMENTO
Infantil IV - C 19 1
02 AMÉLIA MURAKANI IONEDA Infantil IV - D 20 1
09 ELISANGELA DA SILVA RICHARD Infantil V - A 22 1
08 ALINE BARBOSA CASTELLANI Infantil V - B 23 1
12 NÁDIA DE CÁSSIA SZMGEL MODA Infantil V - C 24 1
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07 MARIA GISELA ROSELLI ROSOLEM Infantil V - D 23 1
06 TEREZA PALMAKA ARGUELLO Infantil V - E 23 1
TARDE
01 SUELY MACHADO GALLO Infantil III - D 25
03 ELIANA DE CARVALHO DURAN GARÓFALO Infantil III - E 27
04 JANAINA DANTAS DE ARAÚJO FABOCI Infantil III - F 27
09 IARA APARECIDA TRIGO DE SOUSA Infantil IV - E 29
02 KARINA PAULA BERNARDO Infantil IV - F 23
10 MARTA APARECIDA FERREIRA PLAÇA Infantil IV - G 29 1
11 CECÍLIA BENSE Infantil IV - H 29
12 ANTÔNIA INÁCIA BRANDÃO DE SOUZA Infantil V - F 24 2
06 IVANIL LIMA CARLOS Infantil V - G 29 1
07 DANIELLE DE SOUZA LUGÂO Infantil V - H 24 1
08 ALINE BARBOSA CASTELLANI Infantil V - I 25 2
05 ALINE DANIELLE DELAMANCHI LOPES Infantil V - J 24 1
TOTAL Alunos NEE
Manhã 270 10
Tarde 315 8
GERAL 585 18
4. PRINCÍPIOS DE GESTÃO DEMOCRÁTICA E CONCEPÇÃO
PEDAGÓGICA
Os princípios que norteiam todo nosso trabalho devem estar de acordo com as
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, conforme a Resolução do
CNE/CEB nº 1/99 e Parecer CNE/CEB nº 22/98, que são:
a) Princípios éticos: que consideram a questão de valorização da
autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem
comum, ao meio ambiente e as diferentes culturas, identidades e
singularidades.
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b) Princípios políticos: que se referem aos direitos de cidadania, no
exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática.
c) Princípios estéticos: para a valorização da sensibilidade, da
criatividade, da ludicidade e da diversidade de manifestações artísticas
e culturais.
Gestão Democrática
Em consonância com a lei e de acordo, e conforme descrição do Dicionário
Aurélio da Língua Portuguesa (2013) Democracia quer dizer: governo do povo;
soberania popular. Doutrina ou regime político baseado nos princípios da soberania
popular e na distribuição equitativa do poder.
A democracia, porém, não é apenas um sistema político ou uma forma de
organização do Estado. Uma sociedade democrática não é, somente, aquela na qual
os governantes são eleitos pelo voto. A democracia pressupõe uma possibilidade de
participação do conjunto dos membros da sociedade em todos os processos
decisórios que dizem respeito à sua vida cotidiana, ou seja, em casa, na escola, no
bairro, etc.
“Democracia não é apenas uma ideia e um ideal a atingir, mas é um modo
concreto de vida, um processo de experiência que vai enriquecendo o próprio
processo, o qual, desta forma, avança.” (DEWEY, apud NEUTZLING,1984, p.87)
Para considerar determinada formação social democrática, precisamos levar
em consideração o conjunto das relações e práticas sociais desenvolvidas em todas
as instâncias de inserção dos seus membros nesta mesma sociedade.
A democracia defende o direito de participação de todos em todas as decisões
que favoreçam a qualidade de vida em sociedade. Para que haja essa verdadeira
participação todos os indivíduos necessitam conhecer e viver desde sua infância os
princípios democráticos, desenvolvendo assim sua “autonomia democrática”.
Segundo uma de nossas funcionárias, “a Democracia é vista de várias
maneiras, sob vários prismas e há a necessidade de respeito mútuo das visões,
concepções, valores e ética de cada um. O importante é atuar, é fazer parte das
decisões, compartilhar saberes” (Sônia Marina H. de Azevedo, Auxiliar de Limpeza).
A Gestão Democrática pressupõe superação das práticas autoritárias e requer
transparência de ações, divisão de poder e corresponsabilização de todos e todas por
erros e acertos no processo.
Temos como prática nesta Rede Municipal as Reuniões Pedagógicas com a
participação de professores, equipe gestora, funcionárias de apoio da limpeza,
secretaria e cozinha, além de estendermos o convite da participação a pais de alunos
da escola, através dos dois órgãos colegiados (Associação de Pais e Mestres e
Conselho de Escola), para que juntos possamos ler, discutir e fazermos a formação
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proposta para este encontro, com o tema definido no Plano de Formação, este
momento de parada na rotina geral da escola para reunião do grupo, possibilita a troca
de informações, saberes e práticas em nossa escola.
Há também momentos específicos para todos os segmentos da escola, de
acordo com a necessidade de cada equipe.
Com relação ao trabalho desenvolvido com os familiares de alunos, utilizamos
os encontros mensais ordinários, previstos em calendário anual, com os pais
representantes eleitos para a Associação de Pais e Mestres e Conselho de Escola, ou
ainda marcamos encontros extraordinários, de acordo com a demanda escolar e a
necessidade de discutirmos assuntos, realizarmos deliberações de orçamentos, obras,
compras, etc. Além destes assuntos pertinentes a gestão de recursos financeiros
recebidos pela APM da escola, também fazemos formações e discussões relativas a
inclusão, à melhoria da qualidade do trabalho oferecido pela escola, vulnerabilidade
social e garantia de direitos das crianças e famílias atendidas por nós.
Elencamos também como ação de democratização do PPP e das informações
que nele contém com a impressão do documento, e sua entrega a todos os
funcionários da unidade, bem como aos membros do Conselho de Escola e APM, para
que todos que participaram do processo de construção tenham acesso ao documento,
garantindo seu uso no cotidiano das ações realizadas por toda equipe escolar.
Para pais e demais membros da comunidade escolar, disponibilizamos o PPP
em nosso Blog.
Como proposta de inovação ainda no segmento da representatividade no
ambiente escolar, continuaremos com o Conselho Mirim, no qual alunos serão eleitos
para serem representantes dos demais alunos da escola, nas discussões sobre
interesses e nas tomadas de decisões que impliquem a opinião infantil no processo.
Estamos ainda definindo o plano de ação para a equipe docente (dias de eleição,
nomeação reuniões), e em quais momentos terão possibilidade de reunirem-se e
discutir assuntos pertinentes a eles. Este novo “órgão” foi sugerido pelo funcionário
Álvaro Gomes de Souza (que foi um dos nossos Oficiais de Escola durante 4 anos) ,
em uma das nossas reuniões pedagógicas, cujo tema discutido em seu grupo era a
gestão democrática e formas de participação de familiares e alunos.
Sendo assim, temos a Gestão Democrática como princípio de trabalho em
nossa escola que nada mais é do que vivenciarmos e praticarmos os ideais de
descentralização do poder, de corresponsabilidade, e de compartilhamento de
posições, valores, visando um bem comum, que é a qualidade do ensino ofertado às
nossas crianças, através da gestão eficiente de pessoas, espaços e recursos.
Concepção Pedagógica
Todos os anos, nos vemos diante da revisão e rediscussão da proposta
pedagógica que compõe o PPP desta escola.
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Entendemos que a expressão “concepção pedagógica” é correlata de “ideias
pedagógicas”. A palavra pedagogia e, mais particularmente, o adjetivo pedagógico têm
marcadamente ressonância metodológica denotando o modo de operar, de realizar o
ato educativo. Assim, as ideias pedagógicas são as ideias educacionais entendidas,
porém, não em si mesmas, mas na forma como se encarnam no movimento real da
educação orientando e, mais do que isso, constituindo a própria prática educativa.
Temos a consciência da importância de uma escola reflexiva, portanto
discutimos com toda equipe escolar nossa concepção pedagógica, em consonância
com o percurso histórico desta Rede Municipal de Ensino, e com os documentos
oficiais que devem embasar nosso fazer pedagógico tais como: a Proposta Curricular
de São Bernardo do Campo, os Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação
Infantil, as Diretrizes Curriculares e mais atualmente a Base Nacional Curricular
Comum. Com isso consideramos que:
(...) a criança, centro do planejamento curricular, é sujeito histórico e de direitos
que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua
identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa,
experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade,
produzindo cultura. (Resolução CNE/CEB, 2009, p.1)
Sendo assim, cada criança atendida em nossa escola é vista como um ser
capaz de construir suas aprendizagens, mediadas pelos profissionais que aqui
trabalham e que tem suas particularidades e peculiaridades respeitadas de acordo
com suas necessidades de desenvolvimento e seus processos mentais. Todo plano de
trabalho para a construção dos conhecimentos tem como ponto de partida as
observações e reflexões feitas das experiências vividas e compartilhadas por nossas
crianças (aprendizagens cognitivas, afetivas e sociais, construção da ética, da
cidadania e da autonomia).
Como o desenvolvimento é uma tarefa conjunta e recíproca, consideramos
que, todos os profissionais que atuam nesta escola são educadores, pois intervém
direta ou indiretamente junto às crianças corroborando com a construção de diferentes
aprendizados, por meio das interações e mediações.
O desenvolvimento integral das crianças é nosso maior objetivo, tendo em vista
que o trabalho com crianças, em especial de 3 a 5 anos deve considerar seus saberes
e também seus contextos históricos e sociais, pois por meio destes a criança estrutura
o pensamento e adquire condições de fazer as reorganizações cognitivas sobre o que
aprende, a partir das interações, da construção do seu “eu”, da sua autoimagem e de
seu papel, na sociedade em que está inserida.
Nesta ótica, o papel do professor é fundamental, para criar, estruturar e
dinamizar situações que estimulem a aprendizagem e a autoconfiança de cada um em
suas capacidades para aprender, proporcionando-lhes por meio da mediação o
máximo desenvolvimento de seu protagonismo.
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Por meio da compreensão de seu papel, o professor constrói seu fazer
pedagógico que é constituído no dia-a-dia por meio do planejamento, dos registros e
de suas reflexões, avaliando e reconstruindo a própria prática cotidianamente de
acordo com as necessidades de seu grupo.
Nosso compromisso enquanto educadores é garantir que todas as crianças
tenham acesso a um ensino de qualidade, sem distinção de raça, deficiência, cor ou
credo, devendo esta instituição pública ser laica e gratuita para todos. E para que este
processo se efetive, todo trabalho pedagógico deve estar pautado nos seguintes
princípios e diretrizes da educação pública:
• Qualidade na Educação: melhorar a qualidade da educação implica em
melhorar os processos de ensino e aprendizagem e as relações que se estabelecem
dentro da escola;
• Atendimento à Diversidade: a escola dever ser inclusiva e para todos,
sempre preocupada em desenvolver um planejamento e uma prática que atendam a
diversidade de seus alunos em sua individualidade;
• Autonomia: a ideia de autonomia está ligada ao compromisso da escola e
todos os seus profissionais com a tarefa educativa, com as definições do coletivo e do
condicionamento às circunstâncias e aos limites da legalidade. Tem suas dimensões
que são: autonomia do aluno, autonomia pedagógica e autonomia administrativa.
• Gestão Democrática: este princípio contempla a participação efetiva da
equipe escolar e da comunidade escolar na tomada de decisões coletivas. Os órgãos
colegiados que garantem legalmente esta participação são a APM e o Conselho de
Escola;
• Valorização do Profissional da Educação: estão vinculados à valorização
não somente a formação, mas as condições adequadas de trabalho, salário justo e
digno, jornada de trabalho equilibrada e participação na gestão;
• Gratuidade: as despesas da escola devem ser custeadas pelo poder
público para que não haja nenhum tipo de discriminação ou exclusão de participação
por questões socioeconômicas, garantindo assim o direito de igualdade e o respeito à
diversidade;
• Laicidade: a escola em suas ações pedagógicas deve respeitar todas as
crenças religiosas sem distinção ou preferências.
Por fim, como diria João Cabral de Melo Neto:
“Um galo sozinho não tece uma manhã:
ele precisará sempre de outros galos.
De um que apanhe esse grito que ele
e o lance a outro; de um outro galo
que apanhe o grito de um galo antes
e o lance a outro; e de outros galos
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que com muitos outros galos se cruzem
os fios de sol de seus gritos de galo,
para que a manhã, desde uma teia tênue,
se vá tecendo, entre todos os galos.”
E, portanto, todos deverão envolver-se nos processos de discussão e tomadas
de decisões das mais diversas ordens, neste universo que chamamos de escola, pois
nosso maior propósito é vivenciar na prática os princípios de gestão democrática e de
uma concepção pedagógica que considere a criança como sujeito histórico e de
direitos e que amplie cada vez mais seus conhecimentos sabendo-se que a escola é
lugar de aprender a ser, aprender a conviver e aprender a fazer.
5. SÍNTESE DA AVALIAÇÃO DE 2017
No ano de 2016, consideramos que fazer apenas uma avaliação ao final do
ano letivo não favoreceu uma reflexão mais aprofundada de determinados assuntos e,
portanto, retomaríamos a estratégia de anos anteriores de realizarmos uma avaliação
mais formal ao final de cada semestre, assim seria possível fazer ajustes no decorrer
do ano e minimizar as demandas indicadas ao final do processo. Estas discussões
foram realizadas em Reuniões Pedagógicas com a participação de toda equipe
escolar, no primeiro e no segundo semestre.
Foram avaliadas todas as ações da escola e divididas em três blocos,
baseados nos princípios sugeridos pela Secretaria de Educação: Gestão democrática;
Qualidade Social da Educação por meio da Prática Pedagógica e Acesso,
permanência e Sucesso Escolar:
• Gestão democrática:
Neste item, avaliamos que as tomadas de decisões, principalmente as
relacionadas aos investimentos e melhorias da escola e todas as decisões sempre
passaram pela aprovação do Conselho de Escola e APM.
A criação do Conselho Mirim foi uma ação que surtiu bons resultados com
excelente participação, que no início foi favorecida pela organização de reuniões
mensais agendadas no calendário e que nestes momentos o colegiado mirim pode
trazer as reivindicações dos colegas e discutir para decidirmos se eram viáveis ou não,
a intervenção das professoras na eleição dos conselheiros foi essencial para o
sucesso da composição deste colegiado, porém no segundo semestre não foi possível
manter as reuniões devido grande demanda de trabalho.
A revisão do PPP 2017 também foi avaliada de maneira positiva, pois houve a
participação de todos os segmentos da escola na sua concepção, além da
disponibilização de cópias impressas para todos.
Outro item relacionado à gestão democrática que foi avaliado positivamente diz
respeito à circulação de informações, com isso considerou-se que as famílias sempre
foram muito bem informadas sobre todos os acontecimentos da escola, por meio de
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bilhetes, enviados com antecedência, cartazes no portão e mais recentemente o uso
do BLOG Pinottícias. Quanto à circulação interna, a criação de um grupo de Whatsapp
dos funcionários e professores funcionou muito bem, além da continuidade na
utilização dos murais de recados na sala dos professores, divulgação dos calendários
mensais e, por fim o envio das redes por e-mail. Todos se consideraram bem
informados em relações aos projetos e eventos que ocorreram no decorrer do ano.
• Qualidade Social da Educação por meio da Prática Pedagógica:
Os planos de formação descritos no PPP 2017 foram articulados e ocorreram
de maneira satisfatória, contribuindo para o aperfeiçoamento da prática. Tivemos o
acompanhamento sistemático da Orientadora Pedagógica Claudia Carolina Finatto,
que por vezes trouxe materiais para incrementar as formações, além de discutir e
complementar cada ponto.
Refletimos que oferecemos uma prática pedagógica inclusiva, na qual nossas
ações ocorreram de maneira intencional no sentido de acolher as diferentes
necessidades de nossas crianças e oferecendo condições para o seu
desenvolvimento. Tivemos a colaboração das Professoras do AEE (Atendimento
Educacional Especializado) na produção de materiais adaptados, além do atendimento
realizado pelo trio gestor junto às famílias, oferecendo orientações e
encaminhamentos quando necessário. Ressaltamos aqui, a parceria com a EOT da
psicóloga Mirleny, a TO Cláudia, a Fisioterapeuta Êmila e a Fonoaudióloga Adriana
que nos auxiliaram nos atendimentos às famílias e as professoras.
Quanto aos Projetos descritos no PPP 2017, observamos que os objetivos e
conteúdos foram trabalhados com sucesso, com destaque para o Projeto Coletivo
“Brinquedos e brincadeiras escola espaço do brincar” que proporcionou várias
experiências lúdicas por meio de diferentes brincadeiras, brinquedos e materiais
alternativos, que ampliaram com toda certeza o repertório das crianças e adultos, e o
“Projeto Canteiros e Hortas uma ação saudável” que tem proporcionado grande
envolvimento de toda equipe e principalmente das crianças, na manutenção e plantio
de verduras e legumes, que sempre são degustados em deliciosos preparos.
Os relatórios são a sistematização dos processos de ensino e aprendizagem
ocorridos semestralmente e são produzidos a partir das observações das crianças nos
diferentes contextos de aprendizagem realizando, atividades que podem ou não
compor os portfólios, podemos dizer que houve grandes avanços no desenvolvimento
de todos os alunos, com ou sem necessidades especiais.
• Acesso, permanência e sucesso escolar:
“Se, de um lado, acesso, permanência e sucesso caracterizam-se como aspectos fundamentais
da democratização e do direito à educação, de outro, o modo pelo qual essa prática social é internamente
desenvolvida pelos sistemas de ensino e escolas torna-se a chave mestra para o seu entendimento. Esta
última faceta da democratização da educação indica a necessidade de que o processo educativo seja um
espaço para o exercício democrático. E, para que isso aconteça, surge nova forma de conceber a gestão
da educação: a gestão democrática.
É importante observar, também, que a concepção de sucesso escolar de uma proposta
democrática de educação não se limita ao desempenho do aluno. Antes, significa a garantia do direito à
educação, que implica, dentre outras coisas, uma trajetória escolar sem interrupções, o respeito ao
desenvolvimento humano, à diversidade e ao conhecimento.”
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http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/conae/documento_referencia.pdf
Para garantir acesso, a permanência e o sucesso das crianças atendidas foram
oferecidos propostas significativas a partir de um plano de ação específico para cada
faixa etária considerando suas necessidades, além da parceria de maneira
colaborativa com as professoras do AEE para as crianças público alvo deste serviço.
Também houve um controle efetivo em relação à assiduidade, por meio dos
contatos telefônicos, bilhetes e reuniões com as famílias, além de encaminhamentos
ao Conselho Tutelar quando necessário, além de instituirmos uma parceria com a
Equipe da UBS do Jardim Farina, em relação à discussão de casos das crianças com
necessidades de acompanhamento da equipe multidisciplinar.
A escola sempre prezou pelos princípios de igualdade, gratuidade e laicidade
da escola pública em todas as suas ações. Assim sendo, durante o ano todos os
eventos foram promovidos com recursos da APM, não gerando custos para as
famílias.
Seguem alguns comentários das famílias após a avaliação na Reunião com
pais do dia 08 de dezembro de 2017:
“Estou muito feliz com o desenvolvimento do meu filho Raphael, eu e o meu
esposo ficamos admirados quando vimos ele contando os números, reconhecendo as
letras e agora já me fala até que horas são(...)” Patrícia Fernandes da Silva, mãe do
aluno Raphael, Infantil IV- A, professora Marineide.
“Atendimento exemplar do início ao fim do ano. Enquanto mãe, já tive outro
filho na escola, não tenho nenhuma reclamação a fazer. Sempre tudo organizado."
Infantil V- A, professora Amélia
“Escola ótima, direção, professores e toda equipe. Boa organização, bom atendimento.
Os eventos e festinhas são bem organizados.” Infantil V- A, professora Amélia.
Por meio desta avaliação, traçamos metas a serem alcançadas em 2018 e
concluímos nossa síntese com uma frase especial de Paulo Freire:
“A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do
processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da
boniteza e da alegria.”
Paulo Freire
AÇÕES PLANEJADAS A PARTIR DA AVALIAÇÃO 2017
Participação dos professores e funcionários nas decisões da escola e na construção
do PPP.
• Manter a estrutura atual de funcionamento das atividades (reunião
pedagógica)
• Fazer os combinados importantes de atividades coletivas desde o início do
ano.
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• Retomar combinados que envolvam alimentação, orientando as crianças
sobre as diferentes atividades que ocorrem nas turmas, ao longo do ano,
no tocante a elaboração de pratos e receitas. Todas as turmas farão
receitas, de acordo com cada projeto, e sendo assim, todos poderão
saborear preparações diferentes do cardápio habitualmente oferecido.
Participação das famílias no desenvolvimento do PPP e na avaliação do processo.
• Empréstimo da versão impressa, que ficaria disponível na Secretaria, para
quem tivesse interesse, ou ainda postagem na internet, em páginas para
esta finalidade, de fácil acesso, para deixar os arquivos do PPP ao alcance
de todos.
• Convidar as famílias para participação nas RP’s, de construção do PPP e
outros momentos, sendo da APM ou não.
• Alterarmos o questionário que fazemos no início do ano, qualificando a
caracterização da comunidade, para que eles possam se reconhecer neste
documento. Esta ficha acompanhará a criança no seu percurso escolar,
para que possa ser complementada de um ano a outro, conforme a criança
avança em sua escolaridade nesta unidade.
• Promover Reuniões com pais formativas com temas específicos (Limites, A
importância da parceria entre a escola e a família na educação das
crianças, Desenvolvimento Infantil, Inclusão Escolar, PPP, etc.)
• Convidar, acolher e recepcionar os pais nas reuniões.
Participação das famílias nas ações realizadas pela escola (reuniões, sábados letivos,
biblioteca circulante e demais eventos).
• Pesquisar com as demais escolas as datas de sábados letivos, para
evitarmos as datas comuns e a “disputa” de público.
• Conscientização das famílias quanto à importância da biblioteca circulante
para o desenvolvimento do gosto pela leitura.
• Organização do evento para as famílias com apresentação das crianças no
segundo semestre.
• Promover atividades de integração e formação para as famílias tanto nos
sábados letivos, como em outros momentos.
• Estabelecer parcerias com a UBS e EOT para as reuniões formativas
específicas (saúde infantil, doenças infantis, abuso sexual, etc), de acordo
com a faixa etária.
Circulação de informações para os funcionários e para os pais (Redes, BLOG
PINOTTÍCIAS, bilhetes, painéis)
• Divulgar os Calendários (anual e mensal) no blog.
• Manutenção do calendário mensal na agenda, no portão e no BLOG.
• Criação do grupo de Whatsapp administrativo, com assuntos ligados à
dinâmica escolar do ano vigente, com participação somente dos
funcionários do ano.
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• Selecionar as imagens a serem postadas antes de enviar à professora
Aline, com legenda e /ou informações sobre a atividade.
• Disponibilizar o PPP no Blog.
• Ressaltar a importância da agenda como meio de comunicação com as
famílias, principalmente nos casos dos alunos do transporte escolar, em
todas as reuniões.
• Atualizar sempre o Cartaz do portão com informações da rotina (calendário,
cardápio, passeios, atividades, etc).
APM e Conselho de Escola
• Indicar desde a reunião de início do ano o papel e a importância da APM,
para sensibilizar as famílias a participarem das atividades e da composição
dos órgãos colegiados (APM e Conselho).
• Procurar conversar com os pais em momentos de grande concentração
sensibilizando-os (entrega de material escolar, uniforme, etc).
Conselho Mirim
• Organizar reuniões bimestrais (com possibilidade de convocação
extraordinária), desde Maio, previstas no calendário anual, e organizar
outras pessoas para auxiliar na condução das mesmas, para que as
crianças possam de fato participar destes encontros.
• Participação nas reuniões do Titular e do Suplente, desde a primeira
convocação.
6. PLANO DE AÇÃO DA EQUIPE GESTORA
Justificativa:
“A gestão da Educação exige planejamento, estabelecimento de metas, manutenção
dos recursos e avaliação. Se essas bases não são estruturadas em comum, em especial
por esse trio gestor, nunca existirá de fato uma rede de ensino.” Cybele Amado -
Diretora do ICEP (Instituto Chapada de Educação e Pesquisa – Bahia)
Frente a estas ideias e às indicações feitas pela S.E. faz-se necessário um plano de
ação dos gestores que sirva como norteador do trabalho e que forneça informações e
ferramentas de articulação dos conhecimentos teóricos e práticos na capacitação do
uso de instrumentos de gestão mais efetivos, fundamentados na Proposta Curricular
de São Bernardo, na BNCC e na legislação vigente.
Objetivos:
- Ampliar e fortalecer a gestão democrática na escola, promovendo ao aluno o acesso,
a permanência e a qualidade de ensino, por meio do aperfeiçoamento do processo do
ensino/aprendizagem e da construção de uma unidade metodológica, amparada na
proposta curricular de São Bernardo do Campo.
- Promover uma Educação Pública de qualidade, baseada nos princípios e ações de
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gestão democrática e de participação coletiva.
- Proporcionar uma convivência harmoniosa entre os segmentos da comunidade
escolar pautadas no diálogo, valorização, respeito e justiça;
- Promover projetos que favoreçam a interação escola/comunidade, de forma a
ampliar os espaços de participação, democratização das relações, de acesso ao saber
e de melhoria das condições de vida da população.
- Promover a construção de estratégias pedagógicas de superação de todas as formas
de discriminação, e o compromisso ético-político com todas as categorias e classes
sociais.
- Sistematizar o Projeto Político Pedagógico anualmente considerando a
potencialização da qualidade do ensino.
Ações - Diretora:
• Organização, planejamento e a execução dos programas e projetos de ensino e
os serviços administrativos, viabilizando o melhor desempenho das atividades
docentes e discentes;
• Contribuição na elaboração de estratégias formativas destinadas aos
professores, que considerem a Educação como processo e campo dinâmico e
heterogêneo,
• Organização das ações pedagógicas e administrativas, como definição de
horários e distribuição de tarefas e demandas de trabalho, de acordo com as
especificidades de cada integrante da equipe escolar;
• Administração das contas e verbas da APM ( repasse Municipal e Federal), e
demais ações correlatas a esta, a fim de viabilizar materiais e a melhoria de
espaços escolares, de acordo com o Plano de Trabalho estabelecido;
• Coordenação das reuniões com órgãos colegiados ( APM e Conselho de
Escola), para deliberações de assuntos do interesse da comunidade escolar;
• Pesquisar preços para aquisições variadas da APM, para uso de professores,
alunos e funcionários;
• Coordenar reuniões formativas junto à equipe de apoio ( limpeza, cozinha e
Oficiais de Escola)
• Coordenar projetos que envolvam a comunidade escolar, com o objetivo de
melhorar os espaços pedagógicos;
• Responsabilização direta pela alimentação de dados dos programas sistêmicos,
tratando-os com precisão nas informações, principalmente nos processos de
matrícula, transferências, lista de espera de educandos, Censo Escolar, etc.;
• Encaminhamentos de casos aos Órgãos de Proteção à Infância e Juventude, se
houver necessidade, em situações de suspeita de violência, negligência, maus
tratos ou evasão escolar;
• Responsabilizar-se pelo cumprimento do Calendário Escolar e pelo horário de
funcionamento da Unidade Escolar, garantindo a carga horária e os dias letivos
exigidos por lei, com a divulgação de tais informações às famílias, através do
Blog escolar e da agenda dos alunos;
• Coordenar, acompanhar e garantir a organização pedagógica e administrativa
da Unidade Escolar, a fim de manter ordenada e atualizada a documentação e
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os registros necessários definidos pela Secretaria de Educação;
• Atender as solicitações da Secretaria, através de seus vários setores,
responsabilizando-se pelo cumprimento dos prazos definidos para entrega de
documentos, relatórios, avaliações e outros;
• Zelar pelo prédio público, seus equipamentos e materiais, com utilização e
manutenção adequadas e tomar as providências, junto aos órgãos
competentes, sempre que necessário, solicitando serviços de manutenção,
readequação, reformas, ampliações, aquisições e reabastecimento.
Ações - Coordenadora
• Acompanhamento das atividades pedagógicas realizadas pelas equipes;
• Organização dos prontuários específicos de acompanhamentos de alunos
portadores de necessidades educacionais especiais, junto à EOT;
• Observação pedagógica de alunos em contexto escolar;
• Observação e posterior discussão com a equipe sobre as práticas pedagógicas (
orientação sobre condutas e a própria prática);
• Planejar, organizar e coordenar em conjunto com os demais membros da
Equipe Gestora, reuniões pedagógicas, horário de trabalho pedagógico
coletivo, utilizando estratégias formativas que promovam reflexões e
transposições teóricas para a prática docente;
• Desenvolver estratégias e produzir subsídios pedagógicos para qualificar a
ação docente, identificando necessidades de aperfeiçoamento teórico,
didático e metodológico do professor;
• Realizar leitura, devolutiva e acompanhamento dos instrumentos
metodológicos dos professores orientando-os individualmente, sempre que
necessário; discutir juntamente com a Equipe Gestora eventuais dificuldades
decorrentes da coordenação pedagógica da Unidade Escolar na busca de
superação das mesmas;
• Coordenar a equipe escolar na reflexão e organização de espaços e materiais
coletivos visando a melhoria do trabalho pedagógico e autonomia dos
educandos;
• Apoiar o professor no atendimento e orientação às famílias quanto às
questões relativas ao trabalho pedagógico da unidade escolar.
Ações - Vice Diretora
• Acompanhar e controlar a execução de programações relativas às atividades
de apoio administrativo e apoio técnico-pedagógico;
• Acompanhar e garantir a aplicação de medidas necessárias às observações das
normas de segurança e higiene dos espaços coletivos;
• Acompanhar a execução do Plano de Trabalho da APM ( repasses de verbas);
• Coordenar as atividades relativas à manutenção e conservação do prédio
escolar, mobiliário e equipamentos da Unidade Escolar, em conjunto com os
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membros da APM e Direção Escolar;
• Manter a Equipe Escolar ciente de todas as demandas e ações que envolvam a
unidade escolar;
• Articular e garantir o fluxo de comunicação dentre os vários segmentos da
unidade escolar;
• Promover canais de comunicação para garantir o fluxo de informações entre a
Secretaria de Educação e a Unidade Escolar, visando à qualidade e o sucesso
do processo pedagógico e administrativo;
• Promover a valorização do ambiente escolar como espaço social de
convivência ética, em conjunto com a Equipe Gestora para a integração da
equipe escolar, educandos e seus familiares, bem como a população usuária,
para a ampliação de seus conhecimentos e de sua consciência cidadã;
• Contribuir com os órgãos colegiados, com indicações para a aquisição de
equipamentos e materiais pedagógicos, assim como reformas e reorganização
dos espaços escolares, para melhorar a qualidade do atendimento aos
educandos;
• Organizar as atividades de estudo do meio, incluindo os agendamentos aos
espaços, cotação e agendamento de transporte, viabilização das autorizações
impressas para as professoras, agendamento do pedido dos kits lanche a
serem consumidos pelos alunos neste dia e acompanhamento das turmas
nesta atividade.
Ações conjuntas do Trio Gestor:
• Reunião semanal do trio, às segundas feiras, para planejamento das ações da
semana, tanto das atividades administrativas quanto das pedagógicas, bem
como a discussão dos alunos e familiares para acompanhamento pela equipe
gestora, etc.
• Elaboração da pauta de reuniões formativas ( HTPC e Reuniões Pedagógicas);
• Acompanhamento da entrada e saída dos alunos do prédio escolar, recepção
dos familiares e transportadores, diariamente;
• Compra/ viabilização de materiais para uso em projetos escolares, através de
gerenciamento de verbas recebidas pela APM;
• Organização dos espaços pedagógicos;
• Gerenciamento das presenças e faltas de funcionários/ professoras, para
eventuais solicitações de coberturas junto às seções responsáveis;
• Organização dos instrumentos de identificação das crianças com dietas
especiais e orientações junto à equipe da cozinha, responsável pelo
armazenamento e preparo destas;
• Reuniões com famílias e especialistas da EOT;
• Registros das reuniões, acompanhamentos e encaminhamentos para os
especialistas e/ou atendimentos na UBS referência das famílias;
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• Coordenação das reuniões com o Conselho Escolar Mirim.
AVALIAÇÃO:
A avaliação do presente plano se dará de forma continuada, sendo alterado no
decorrer do processo conforme diálogo entre a gestão, equipe docente e discente.
7. CARACTERIZAÇÃO E PLANO DE AÇÃO PARA OS
SEGMENTOS DE ATUAÇÃO DA ESCOLA
7.1- Caracterização da comunidade
Este ano houve uma nova configuração dos grupos de escolas que foram
reorganizadas em territórios para que houvesse uma coerência entre os atendimentos
de saúde no caso PSE (Programa Saúde na Escola), e nossa escola agora faz parte
do TERRITÓRIO 3 que é o mesmo das UBS do Jardim Farina, do Parque São
Bernardo e da Vila São Pedro.
A expressão “Comunidade escolar”, muito usada na nossa documentação
pedagógica refere-se aos segmentos que participam de alguma maneira do processo
educativo desenvolvido em nossa escola. Essa coexistência de pais, alunos,
funcionários, professores e atores sociais do bairro em que a instituição está inserida
gera experiências cotidianas nos sujeitos e entre os sujeitos. Assim, a comunicação
que a escola estabelece , reconhecendo as
carências, expectativas e dificuldades
diárias de todos os segmentos que fazem
parte dessa comunidade e as ações que
propõe para integrar os diversos grupos
representam o desafio para se construir uma
escola democrática. Ao se caracterizar a
comunidade escolar são identificados
aspectos físicos e humanos que serão
considerados para a definição de um projeto
educativo adequado às necessidades do público atendido.
No final da década de 70 a escola atendia, prioritariamente, os moradores do
seu entorno. As crianças desta época cresceram e alguns são, atualmente, pais, tios e
até avós dos atuais alunos. Também há professoras que foram estudantes dessa
escola. Muitos trazem nas memórias uma vivência familiar e escolar experimentadas
num bairro que não é mais o mesmo.
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Para conhecer melhor a comunidade
escolar e elencar também algumas informações
mais específicas das crianças é realizada uma
pesquisa anualmente com os responsáveis dos
alunos por meio de uma ficha de entrevista
preenchida durante o período de adaptação com
data agendada visando a atualização dos dados
e, consequentemente o aprimoramento do
atendimento e a qualificação das ações
pedagógicas desenvolvidas na escola.
Temos dentre as famílias muitos pais e tios de alunos que estudaram em nossa
escola nos anos 80 e 90, e que trazem na memória bons momentos vividos neste
ambiente escolar. Por este motivo, muitos retornaram à nossa escola com seus filhos,
sobrinhos ou até netos para matriculá-los em nossa Educação Infantil, optando assim
pela nossa escola, considerando o atendimento dado aos alunos e familiares.
As informações que a equipe escolar e o Conselho de Escola consideraram
essenciais para traçar o perfil da comunidade escolar abordaram questões relativas à
constituição familiar, vivências socioculturais, questões de saúde e/ou alergias e
peculiaridades a respeito do comportamento das crianças.
Muitas famílias ao final do ano de 2017 destacaram como positivo o trabalho
pedagógico realizado pela equipe escolar, considerando-o de qualidade: itens como o
acolhimento, respeito, consideração e carinho dispensados às crianças e à
comunidade escolar apareceram nas escritas das famílias. Esta avaliação foi realizada
na última reunião de pais, em Dezembro de 2017.
Pudemos observar que a grande maioria dos alunos tem em seu núcleo
familiar o convívio com pais e irmãos e, com poucos espaços de convivência e
brincadeiras ao ar livre, para além dos
pequenos cômodos e garagens, portanto, as
professoras podem definir metas diferenciadas
de trabalho em relação ao corpo. A maioria das
famílias está estruturada com a presença do
pai e da mãe. Quanto à escolaridade dos pais,
evidenciou-se que a grande maioria completou
o ensino médio, alguns possuem 3º grau
completo e uma pequena parte não estudou
além do ensino fundamental.
Como meta de trabalho de ampliação de comunicação com as famílias,
implantaremos o nosso Blog Escolar, para que os pais possam ter acesso às mais
variadas informações sobre a rotina escolar, projetos, atividades, passeios, e assim
acompanhar de forma mais dinâmica o que se passa com as crianças enquanto estão
na escola.
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Quanto às experiências socioculturais as
famílias relataram eventuais atividades físicas ou de
lazer desenvolvidas com as crianças em parques e
raras oportunidades de ampliação do universo
cultural em teatros e cinemas, porém, muita
frequência ao shopping. Diante disso, e também
das brincadeiras eleitas como as favoritas serem as
realizadas em espaços mais fechados (carrinhos,
bonecos/ bonecas, videogame) resolvemos
trabalhar o Projeto Coletivo “Brinquedos e Brincadeiras”, para ampliação do repertório
de brincadeiras e atividades motoras pouco conhecidas e exploradas pelas nossa
crianças e suas famílias.
Além disto, definimos que serão realizadas várias atividades voltadas ao
projeto de Alimentação Saudável, através do cultivo de hortaliças em nossa horta,
assim como atividades culturais e artísticas na escola (apresentações musicais, teatro)
ou em estudos do meio.
Para este ano, a equipe escolar e o Conselho de Escola definiram que os
sábado letivo ocorrerá no dia 29/09, considerando as propostas para as atividades
com as famílias, de acordo com os projetos coletivos desta escola. A escola passa a
ser, portanto, o local que favorece a integração das ações de Educação, Cultura e
Lazer.
Nosso espaço escolar é utilizado pela comunidade para o Projeto Habitacional
de Moradores do Bairro, que faz uso da escola para suas reuniões bimestrais com
moradores inscritos em Programas Habitacionais; todos os pedidos seguem o mesmo
fluxo de solicitação de espaços públicos de acordo com as orientações feitas pela
Secretaria de Educação.
O mesmo ocorre com a Cooperativa Habitacional AVIVA SBC, que solicita o
espaço semestralmente, para as reuniões com seus cooperados.
Nas imediações estabelecemos parcerias de trabalho com várias entidades
ligadas à Prefeitura do município, nas áreas de Saúde e Educação.
São elas: a UBS do Jardim Farina, A UBS do Parque São Bernardo, as
EMEB’s de Ensino Fundamental Padre Ângelo Cerone, Maria Terezinha Besana,
Professora Ermínia Paggi, Professora Janete Mally Betti Simões, Professora Marineida
Meneghelli de Lucca, as EMEB’s de Educação Infantil ( 0 a 3 anos) Dolores Toledo de
Mateo, Ariano Suassuna, Josué de Castro, as Creches Conveniadas Mamãe
Albininha, Casa de Maria, Associação Belenzinho de Assistência Social, e as EMEB’
de Educação infantil (3 a 5 anos) Ana Henriqueta Clark Marim, Odette Edith Périgo de
Lima e Carolina Maria de Jesus.
Nossa equipe escolar participa da Rede de Apoio Saúde/ Educação, através
dos encontros mensais, sempre nas segundas quartas-feiras do mês, realizados na
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UBS do Jardim Farina, da qual fazem parte as escolas de Educação Infantil e Ensino
Fundamental da Rede Municipal, bem como as entidades parceiras da Prefeitura e as
Escolas Estaduais, além de especialistas da Equipe de Orientação Técnica e
funcionários da UBS, visando acompanhar e auxiliar alunos e famílias em situação de
risco / vulnerabilidade.
Devido ao grande número de alunos oriundos de outros bairros, como a Vila
Mariana, Boa Vista e Vila São Pedro, mantemos contato também com a UBS da Vila
São Pedro, para encaminhar crianças e famílias em casos necessários, conforme
explicitado acima.
Próximas à nossa escola, dividindo demanda de atendimento a alunos de 3 a 5
anos temos a EMEB Odette Edith Périgo de Lima, situada no Bairro Nova Baeta, e a
EMEB Ana Henriqueta Clark Marim, as quais sempre estão em parceria conosco,
possibilitando trocas de experiências sobre as questões pedagógicas, administrativas,
enriquecendo assim o trabalho escolar nas três unidades escolares.
Desde o início do letivo de 2017, também passamos a contar com a parceria
com a EMEB Carolina Maria de Jesus, que atende crianças de 0 a 5 anos, na região
do Parque São Bernardo, funcionando em regime de período integral, através do
Programa Educar Mais.
A escola foi construída em 2016 com o objetivo de atender a grande demanda
de Educação Infantil da região, compreendendo os bairros do Parque São Bernardo,
Novo Parque, Alto da Bela Vista e parte do Jardim Petroni e Jardim Industrial.
Também temos uma boa parceria de trabalho com as escolas de Ensino
Fundamental da região. São as escolas para onde são encaminhados nossos alunos
do Infantil V que seguem para o 1º ano do Ciclo Inicial.
No início deste ano letivo, o Serviço de Alimentação Escolar solicitou às
escolas que pesquisassem junto às famílias de seus alunos a preferência sobre
cardápio de lanche ou de almoço a ser ofertado às crianças.
Em nossa escola venceu o cardápio de almoço, nos dois períodos. Algumas
famílias fizeram indicativos de almoço e lanche também, mas devido ao formato da
pesquisa só computamos os dados de forma única, sendo almoço ou lanche.
Os resultados estão expressos no gráfico a seguir.
Pesquisa sobre a alimentação feita pela S.E. em fevereiro de 2018
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8. PLANO DE AÇÃO PARA COMUNIDADE
PLANO DE AÇÃO PARA COMUNIDADE
Justificativa:
A comunidade escolar tem um papel de extrema importância no processo de construção de
conhecimento almejado pela escola. Somente com o apoio das famílias poderemos
conquistar o desenvolvimento integral de nossos alunos. Para tanto se faz necessário que a
comunidade conheça o trabalho desenvolvido e a escola fará uso de estratégias de
divulgação desse trabalho por meio das reuniões com as famílias, divulgação do Blog da
escola, etc, para que as famílias possam participar ativamente deste contexto tornando-se
corresponsáveis pelo sucesso dos alunos e parceiras nas tomadas de decisões e busca de
soluções para a melhoria da qualidade da educação oferecida nesta escola.
Objetivo geral:
Ampliar a relação de parceria e estreitar os vínculos de confiança entre escola e comunidade.
Objetivos específicos:
Compartilhar experiências e conhecimentos entre os membros da comunidade escolar
aproximando os diversos atores que integram os segmentos da escola para avançar na
construção coletiva de um Projeto Político Pedagógico de qualidade, priorizando:
- temas voltados para o princípio do atendimento à diversidade, gratuidade e laicidade da
escola pública.
- temas relacionados aos projetos pedagógicos e demais ações desenvolvidas na escola.
Acolher os pais de maneira que possam ser sanadas dúvidas e amenizados os anseios.
Comunicar de maneira dinâmica e produtiva o processo de aprendizagem dos alunos.
0%
20%
40%
60%
80%
100%
120%
140%
160%
Almoço Lanche
Manhã
Tarde
Total
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Aperfeiçoar a interlocução com a comunidade através de bilhetes e do BLOG da escola.
Socializar o Projeto Político Pedagógico com as famílias.
Divulgar o trabalho pedagógico da escola nos sábados letivos e incentivar a participação das
famílias, compartilhando os estudos e vivências construídos pelas crianças ao longo do ano
letivo.
Conscientizar a comunidade com relação ao seu papel de parceria na manutenção e
zeladoria do espaço escolar, os cuidados com relação ao lixo e outros detritos descartados
no entorno.
Ações propostas:
Apresentação de atitudes de escuta pela equipe escolar e disposição para resolver os
problemas apresentados pelas famílias, demonstrando boa vontade e agindo com
transparência.
Atendimento individualizado aos pais pela equipe gestora, professores e profissionais da EOT
(fonoaudióloga, psicóloga e fisioterapeuta) de modo a acolher e orientar as famílias no
processo de aprendizagem dos alunos.
Reuniões formativas com pais e membros dos órgãos colegiados, utilizando estratégias de
acolhimento e reflexão, de modo a levar as famílias a conhecer o processo de aprendizagem
dos alunos.
Cuidado na apresentação dos bilhetes favorecendo a compreensão das informações de
forma clara e objetiva. Numerando-os e indicando no título a que se refere.
Primeiro dia com famílias dos alunos do Infantil III.
Reunião com pais novos antecipando situações de autocuidado e autonomia.
Alimentar o BLOG da escola com temas pertinentes às demandas elencadas pela
comunidade.
Realizar com as famílias avaliações dos eventos, reuniões com pais e socializar impressões.
Eventos promovidos pela escola, integrando a comunidade e divulgando o trabalho
pedagógico (teatros da equipe, apresentações).
Responsáveis:
Equipe escolar, de acordo com a ação planejada.
Prazo/Periodicidade:
- As ações acontecerão durante o ano letivo e/ou sempre que houver necessidade de retomar
as reflexões ou orientações sobre os assuntos indicados.
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- As reuniões e os sábados letivos acontecerão conforme calendário homologado pela SE.
- Haverá atividades em dias letivos conforme planejamento da escola.
Avaliação:
A avaliação ocorrerá durante todo o processo por meio das discussões ao final de cada
encontro com os presentes no evento e um membro da equipe de gestão fará os registros em
impresso próprio.
9. EQUIPE ESCOLAR
9.1- PROFESSORES
9.1.1 – Caracterização da equipe docente
A equipe docente desta escola é composta por 26 professoras efetivas, 1
professora substituta e 1 professora readaptada totalizando 28 professoras, todas com
carga horária de 30 horas semanais, e com seus horários descritos no quadro geral da
unidade houve uma renovação do quadro de profissionais devido a remoção e as
questões de titularidade, porém o maior número de profissionais manteve-se.
Observamos nas reuniões e formações iniciais que o grupo é muito coerente e
participativo que há a interação e cooperação entre as profissionais de ambos os
períodos. O companheirismo e a troca de experiências pedagógicas permeiam todos
os momentos de trabalho coletivos, o que também contribui para a manutenção de um
ambiente produtivo e harmonioso. Abaixo indicamos o quadro de informações acerca
da escolaridade de nossas professoras:
CARGO
Escolaridade
NOME Formação
Inicial Graduação
Pós-graduação
PEB Infantil (M e
T)
ALINE BARBOSA CASTELLANI MAGISTÉRIO
LETRAS E
PEDAGOGIA
SUPERVISÃO ESCOLAR,
DIREITO EDUCACIONAL,
FORMAÇÃO DE
LEITORES E EDUCAÇÃO
AMBIENTAL.
PEB Infantil (T) ALINE DANIELLE DELAMANCHI
LOPES
MAGISTÉRIO NORMAL SUPERIOR
PEB Infantil ( M) AMÉLIA MURAKANI IONEDA MAGISTÉRIO
PEDAGOGIA E
GEOGRAFIA
PSICOPEDAGOGIA,
EDUCAÇÃO INFANTIL E
EDUCAÇÃO INCLUSIVA
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PEB Infantil (T)
ANTONIA INÁCIA BRANDÃO DE
SOUZA
MAGISTÉRIO
NORMAL
SUPERIOR
PEB Infantil (T) CECÍLIA BENSE PEDAGOGIA
PEB Infantil (T) DANIELLE DE SOUZA LUGÃO MAGISTÉRIO
MATEMÁTICA E
ARTES
VISUAIS
EDUCAÇÃO
INFANTIL E ARTE
EDUCAÇÃO
Vice Diretora ELIS NAKANO ERNANI MAGISTÉRIO PEDAGOGIA GESTÃO ESCOLAR
PEB Infantil ( M)
ELISÂNGELA MELO DA S.
RICHARD
PEDAGOGIA
ARTE EDUCAÇÃO;
CURSANDO
LUDOTERAPIA
PEB Infantil ( M)
FABIANA MARIA DA SILVA
OLIVEIRA
PEDAGOGIA
CURSANDO ENSINO
LÚDICO
PEB
Fundamental
(M)
FABIANE SANTOS ARIAS MAGISTÉRIO
CIÊNCIAS
BIOLÓGICAS E
PEDAGOGIA
PEB Infantil (T)
IARA APARECIDA TRIGO DE
SOUSA
PEDAGOGIA E
PSICOLOGIA
EDUCAÇÃO
INFANTIL E
ALFABETIZAÇÃO
PEB Infantil (T) IVANIL LIMA CARLOS MAGISTÉRIO
NORMAL
SUPERIOR
PSICOPEDAGOGIA
PEB Infantil (T)
JANAINA DANTAS ARAÚJO
FABOCI
PEDAGOGIA
PEB Infantil (T)
JENNYFFER NATALIA CAMPOS
DE MATOS
Coordenadora
Pedagógica
JÉSSICA MARIA DE CAMPOS
MATSUMOTO
MAGISTÉRIO
PEDAGOGIA E
ADM.
HOSPITALAR
GESTÃO ESCOLAR
PEB Infantil (M) KARINA APARECIDA DE LUNA PEDAGOGIA
DIFICULDADES DE
APRENDIZAGEM
PEB Infantil (T) KARINA PAULA BERNARDO MAGISTÉRIO PEDAGOGIA
PEB Infantil (M)
LUÍSA PAULA DA SILVA
CAMILLO
MAGISTÉRIO
CIÊNCIAS
SOCIAIS
PEDAGOGIA
VIOLÊNCIA
DOMÉSTICA
PEB Infantil (M) MÁRCIA DA SILVA ARAÚJO
TÉCNICO
CONTÁBIL
PEDAGOGIA
PSICOLOGIA DA
EDUCAÇÃO
PEB Infantil ( M) MARIA EDILEUZA DA SILVA PEDAGOGIA
PEB Infantil (M)
MARIA GISELA ROSELLI
ROSOLEM
MAGISTÉRIO
ESPECIAL. EM
PRÉ-ESCOLA
PEDAGOGIA
PSICOPEDAGIA E
EDUCAÇÃO
ESPECIAL
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9.1.2 - FORMAÇÃO CONTINUADA
A formação continuada dos profissionais da educação dentro do horário de
trabalho é um direito garantido por Lei e deve ser sempre priorizado. Esse processo de
formação tem como objetivo o desenvolvimento dos profissionais para a melhoria de
suas ações nos diferentes contextos nos quais trabalham, objetivando a promoção de
práticas educativas que conduzam ao desenvolvimento das crianças e
consequentemente a melhoria na qualidade da educação.
Como possibilidades figuram o estudo de situações práticas decorrentes de
seus contextos de trabalho e o exercício da reflexão docente, que lhes permite avaliar
criticamente ações pedagógicas já praticadas e, ao mesmo tempo, tomar decisões
relacionadas às suas ações pedagógicas futuras. Em contrapartida, os desafios que
permeiam sua realização apontam para a sistematização do tempo e das condições
sob as quais a formação continuada é praticada no interior da instituição.
Em nossa Unidade Escolar a formação continuada dos professores acontece
diariamente nos horários de HTP (Horário de Trabalho Pedagógico), semanalmente
PEB Infantil (M)
MARINEIDE APARECIDA
ZANATA ESCORIZZA
MAGISTÉRIO PEDAGOGIA PSICOPEDAGOGIA
Readaptada (M)
MARLI APARECIDA
RODRIGUES
MAGISTÉRIO PEDAGOGIA PSICOPEDAGOGIA
PEB Infantil (T)
MARTA APARECIDA FERREIRA
PLAÇA
MAGISTÉRIO PEDAGOGIA
EDUCAÇÃO
ESPECIAL- DI
PEB Infantil (M)
NÁDIA DE CÁSSIA SZMGEL
MODA
MAGISTÉRIO
EDUC. FÍSICA
PEDAGOGIA
PSICOMOTRICIDADE
PEB Infantil (M)
ROSANA CRISTINA
RODRIGUES DO NASCIMENTO
MAGISTÉRIO
PEDAGOGIA
PLENA
CULTURA AFRO
PSICOMOTRICIDADE
PEB Infantil
Substituta
ROSEMEIRE APARECIDA
ZANOTTI
MAGISTÉRIO
EDUCAÇÃO
FÍSICA/
PEDAGOGIA
CURSANDO ...
PEB Infantil (T) SARAH MENDES IAGI PEDAGOGIA
Diretor
Escolar
STELA PEREIRA DA GAMA MAGISTÉRIO
PEDAGOGIA
- ADM ESCOLAR
- SUPERVISÃO
PSICOPEDAGOGIA
GESTÃO ESCOLAR
PEB Infantil (T) SUELI MACHADO GALLO PEDAGOGIA
PEB Infantil (M) TEREZA PALMAKA ARGUELLO MAGISTÉRIO
BACH. EM
BIOLOGIA /
PEDAGOGIA
PSICOPEDAGOGIA
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nos HTPCs (Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo), e periodicamente com a
participação de toda equipe escolar nas RPs (Reuniões Pedagógicas), além de
formações específicas promovidas pela SE, e também por meio da busca dos
profissionais em qualificar a própria prática.
MOMENTOS FORMATIVOS COM A EQUIPE ESCOLAR 2018
Momento Formativo: Responsáveis: Público alvo: Duração aproximada:
Horário de Trabalho
Pedagógico Coletivo
(HTPC)
Coordenadora em
parceria com
Diretora e Vice-
diretora
Professoras efetivas
e substitutas
Encontros presenciais
semanais com 3 horas
de duração as
segundas- feiras das
18h40 às 21h40.
Horário de Trabalho
Pedagógico Coletivo à
Distância
Coordenadora em
parceria com
Diretora e Vice-
diretora
Professoras efetivas
e substitutas
1 vez ao mês com
tarefas pré-
determinadas de
aproximadamente 3
horas de duração.
Horário de Trabalho
Pedagógico (HTP)
Coordenadora em
parceria com
Diretora e Vice-
diretora
Professoras efetivas
e substitutas
Uma hora diária das 7h
às 8h (manhã) e das
17h às 18h (tarde)
Reuniões Pedagógicas
(RP)
Coordenadora em
parceria com
Diretora e Vice-
diretora
Todos os
funcionários desta
EMEB, membros da
APM e Conselho de
Escola e Conselho
Mirim
9 reuniões de acordo
com o Calendário
Escolar de Educação
Básica em anexo.
Reuniões individuais e
de equipe
Coordenadora em
parceria com
Diretora e Vice-
diretora
Todos os
funcionários.
Estas reuniões são
realizadas de acordo
com as necessidades
do grupo de
funcionários.
9.1.3 - PLANO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES
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HORÁRIO DE TRABALHO PEDAGÓGICO (HTP)
O HTP é um momento diário na rotina das professoras de Educação Infantil que foi
instituído de acordo com o artigo 67 da LDB no item 5 que diz que os sistemas de ensino
promoverão a valorização dos profissionais da educação, assegurando-lhes, inclusive nos
termos dos estatutos e dos planos de carreira do magistério público um período reservado a
estudos, planejamento e avaliação, incluído na carga de trabalho;
Nesta rede de ensino de acordo com a Resolução nº 4/2016 o Horário de Trabalho
Pedagógico (HTP) é o período destinado às atividades como planejamento (elaboração de
planos de aulas, organização de materiais e recursos), registros, organização de portfólios,
devolutivas, reuniões entre professores, com EOT/OP, atendimento aos pais, participação em
Conselhos de escola e demais ações formativas que farão parte do acompanhamento a ser
realizado pela equipe gestora, bem como formações que poderão ocorrer através da SE.
Nesta escola todas as professoras realizam o HTP nos mesmos horários, ou seja, as
professoras do período da manhã das 7h00 às 8h00, antes da jornada com as crianças e as do
período da tarde das 17h00 às 18h00 após o atendimento às crianças, e isto que favorece as
trocas de experiências e tomadas de decisões.
Objetivos:
- Refletir sobre a prática educativa.
- Contribuir com o processo de
planejamento pedagógico.
- Qualificar as atividades desenvolvidas em
sala.
- Favorecer momentos de estudo
individuais e coletivos.
- Acolher as famílias e suas necessidades
prioritariamente neste horário, para que
não haja interferência na rotina das
crianças.
Possibilidades de ação:
- Pesquisas usando os equipamentos da escola.
• - Planejamento (Elaboração de atividades, Seleção
de materiais, livros, etc, Montagem de circuitos de
atividades de corpo e movimento, organização dos
espaços para as atividades propostas, registros,
elaboração de relatórios para especialistas, etc).
• - Atendimento as famílias.
- Reuniões individuais com CP para devolutivas e
levantamentos de necessidades do grupo;
-Trocas entre os professores do mesmo
agrupamento e de diferentes agrupamentos;
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HORÁRIO DE TRABALHO PEDAGÓGICO COLETIVO (HTPC)
O HTPC (Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo) refere-se às horas de trabalho do professor
em atividades coletivas destinadas ao aperfeiçoamento profissional em consonância com o Projeto
Politico Pedagógico da unidade escolar e a prática docente realizada na unidade, sem a presença de
alunos. Estes encontros são coordenados pela Coordenadora Pedagógica em parceria com a Diretora e
a Vice-diretora.
Nesta escola destinamos o primeiro HTPC de cada mês para o planejamento mensal com o
acompanhamento da equipe de gestão, momento em que os professores do período da manhã e da
tarde podem planejar em conjunto e trocar experiências sobre a prática pedagógica.
O plano de formação para o HTPC é estruturado em dois projetos de trabalho distintos, mas
complementares digo isso, pois a primeira parte indica os objetivos e conteúdos trabalhados e que são
complementados ano a ano e, portanto são permanentes em nossas ações, e a segunda parte do plano
é indicado o plano de formação cujos objetivos específicos são elencados pela equipe gestora em
consonância com os professores e a necessidades de complementar o plano de curso das crianças
para o ano.
Por serem momentos de estudo coletivos e de reflexão sobre a prática pedagógica esses
encontros são indispensáveis para o aprimoramento profissional e qualificação das práticas
desenvolvidas pelos professores.
PLANO DE FORMAÇÃO PERMANENTE PARA PROFESSORES EM HTPC
Justificativa:
Algumas discussões e orientações tem a necessidade de ser cotidianamente qualificadas, devido à
rotatividade de profissionais no grupo e também pela necessidade de atualização dos conhecimentos,
já que a educação está em constante movimento e novas ideias e aportes teóricos sempre podem
complementar e enriquecer a prática pedagógica.
Com isto se faz necessário, ano a ano, retomar algumas temáticas que permeiam a rotina escolar e
refletir conjuntamente para que avanços, e até mesmo a validação de algumas práticas, sejam
apropriadas por todos tornando-se cada vez mais consistentes no dia-a-dia do grupo de professoras.
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Planejamento(PlanoCurso,
modalidadesorganizativas)
Objetivos:
- Qualificar a prática pedagógica
desenvolvida na escola.
- Atualizar o plano de curso de acordo
com as faixas etárias atendidas.
- Planejar por meio das modalidades
organizativas, projetos e sequenciadas,
considerando a que melhor se ajusta às
ações pedagógicas.
- Considerar no planejamento a realização
e o registro dos Projetos e Sequências
Didáticas.
Ações/Estratégias:
- Planejamento e elaboração do plano de curso anual
em grupo considerando as especificidades de cada
faixa etária.
- Socialização das informações.
- Planejamento e organização dos projetos e
sequências didáticas coletiva e individualmente.
- Fundamentação teórica por meio de referenciais
atuais.
Períodode
adaptação
Objetivo:
- Organizar e qualificar o período de
adaptação.
Ações/Estratégias:
- Resgate da importância do acolhimento das crianças
e famílias; atividades adequadas/específicas para este
período;
- Reflexão e definição coletiva das atividades
propostas para este período.
Rotina
Objetivos:
- Ampliar os conhecimentos sobre o
desenvolvimento infantil e a qualificação
da rotina como mais um instrumento de
trabalho.
Ações/Estratégias:
- Acompanhamento do planejamento do uso da
Rotina.
- Participação nos momentos formativos promovidos
pela escola em parceria com a Equipe de Orientação
Técnica (Fonoaudióloga, Psicóloga, Terapeuta
Ocupacional e Fisioterapeuta).
Sábadosletivos
Objetivos:
- Discutir com a equipe as indicações de
propostas para os eventos nos sábados
letivos.
- Planejar com a equipe as atividades
propostas para os sábados letivos.
- Qualificar as atividades em parceria com
as famílias para que se tornem momentos
formativos, que aproximem os pais da
concepção pedagógica desenvolvida na
escola.
- Estruturar os sábados letivos
considerando a integração entre a escola
e a comunidade, para divulgação do
trabalho realizado com as crianças.
Ações/Estratégias:
- Discussão e reflexão com equipe de funcionários dos
princípios norteadores dos sábados letivos e das
propostas a serem desenvolvidas;
- Planejamento em conjunto e organização das
propostas das atividades relacionadas ao tema
proposto, considerando as avaliações dos anos
anteriores.
- Discussões coletivas sobre as formas de avaliação
da comunidade.
- Avaliação conjunta sobre cada evento.
-Envio do bilhete de agradecimento pela presença/
participação.
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Instrumentosmetodológicos
(PlanodeAção,observaçãodascrianças,registroreflexivo,
etc.)
Objetivos:
- Planejar a rotina semanal considerando
os objetivos de cada turma.
- Qualificar o plano de ação semanal e os
registros reflexivos.
- Unificar procedimentos para o
preenchimento dos documentos e
registros.
- Refletir sobre a importância da
observação dos alunos no contexto
escolar.
- Organizar o planejamento dos Projetos e
Sequências Didáticas, considerando os
Campos de Experiência.
Ações/Estratégias:
-Discussões coletivas sobre os procedimentos
necessários para o preenchimento dos documentos
- Planejamento semanal em caderno específico de
forma a contemplar as necessidades formativas das
crianças na rotina de trabalho.
- Observação das crianças em diferentes momentos.
- Produção de registros reflexivos sobre as diversas
ações do período.
- Unificação de procedimentos no preenchimento da
documentação pedagógica (relatórios, projetos,
sequências didáticas, etc.)
Relatóriosindividuaisde
aprendizagem
Objetivos:
- Ampliar os conhecimentos a respeito da
estrutura e escrita dos relatórios de
aprendizagem semestrais como forma de
potencializar a documentação pedagógica
das aprendizagens dos alunos;
- Refletir sobre a relevância de registrar os
avanços e dificuldades das crianças e
qual a melhor forma de fazê-lo.
- Qualificar a escrita dos relatórios, por
meio de discussões coletivas e
intervenções individuais;
Ações/ Estratégias:
- Resgate da história do documento na rede municipal.
- Reflexão coletiva sobre os relatórios de
aprendizagens, estabelecendo os aspectos
imprescindíveis e complementares em relação ao
conteúdo e estrutura do documento.
- Discussões sobre os procedimentos necessários em
relação ao preenchimento do documento, sua entrega
nas datas agendadas e o acompanhamento pela
equipe gestora.
- Estudo teórico de referenciais atuais.
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Reuniãocompaisouresponsáveis
Objetivos:
- Qualificar os momentos de reuniões com
pais ou responsáveis.
Ações/Estratégias:
- Fundamentação teórica a respeito da reunião com
pais ou responsáveis como forma de ampliação de
conhecimentos e avanços nas práticas;
- Planejamento e elaboração da pauta em grupo com
no mínimo uma semana de antecedência, destacando
o foco da reunião e as estratégias que serão utilizadas
pelo professor.
- Socialização das estratégias a serem utilizadas.
- Organização dos horários.
- Na semana subsequente avaliação das reuniões
coletivamente, enviar um bilhete de agradecimento
pela presença/ participação.
-Divulgação no Blog das discussões ocorridas nas
reuniões de pais, bem como os textos trabalhados,
com as indicações bibliográficas.
ProjetoPolíticoPedagógico(PPP)
Objetivos:
- Construir e revisar o Projeto Político
Pedagógico a partir do envolvimento de
todos os segmentos da escola:
funcionários, professores, equipe de
gestão e pais.
- Utilizar os documentos oficiais como
referenciais para o replanejamento e
reconstrução do PPP.
Ações/Estratégias:
- Participação de todos os segmentos nas discussões.
- Revisão coletiva de alguns itens priorizados, e
ajustes que se fizerem necessários na escrita do
documento.
- Utilização dos documentos oficiais como referência
para o replanejamento e a reestruturação do nosso
PPP (Referenciais Curriculares Nacionais, Proposta
Curricular de SBC, Validação, artigos do CNE,
Suleando/2011, Conversando sobre o PPP/2009 e
2010, Base Nacional Comum Curricular) e posterior
divulgação do documento já homologado pela
Secretaria de Educação no Blog;
Responsáveis:
Coordenadora, em parceria com a Diretora e Vice
Diretora
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Avaliação:
A avaliação ocorrerá ao longo de todos os encontros por meio de observações e reflexões, tanto dos
temas estudados quanto das estratégias utilizadas, em conjunto com o grupo e também
individualmente, pois consideramos a importância de se refletir sobre as ações. Também consideramos
momentos de auto avaliação.
Ao final de cada semestre os momentos formativos são avaliados pelo grupo no coletivo e também por
meio do acompanhamento dos registros e das práticas pedagógicas. Este ano teremos como produto
de nossos estudos a reformulação do nosso Plano de Curso para 2018 com base nas discussões e
sistematizações do Currículo organizado por Campos de Experiências.
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40
Bibliografia:
ARROYO, Miguel G. Ofício de mestre imagens e autoimagens. – Petrópolis, R.J: Vozes, 2011.
BRANDÃO, Ana Carolina Perrusi e ROSA, Ester Calland de Sousa (orgs.) Ler e escrever na Educação
Infantil. – Belo Horizonte: Autentica Editora, 2011.
COLL, César; MARCHESI, Álvaro e PALACIOS, Jesus. Desenvolvimento psicológico e educação:
Transtornos de desenvolvimento e necessidades educativas especiais 3. – Porto Alegre: Artmed, 2004.
COX, Maureen. Desenho da criança. – São Paulo: Martins Fontes, 2007.
FREIRE, Madalena. Educador. – São Paulo: Paz e Terra, 2008.
GALVÃO, Izabel. Henri Wallon uma concepção dialética do desenvolvimento infantil. – Petrópolis, RJ:
Vozes, 2011.
HOFFMAN, Jussara. Avaliação e Educação Infantil: Um olhar sensível e reflexivo sobre a criança. –
Porto Alegre: Mediação, 2012.
NOGUEIRA, Judith. Do movimento ao verbo desenvolvimento cognitivo e ação corporal. – São Paulo:
Annablume, 2008.
OLIVEIRA, Zilma Ramos (org.) O trabalho do professor na Educação Infantil. – São Paulo: Biruta, 2012.
ROCHA, Eloisa A. C. e KRAMER, Sonia (orgs.) Educação Infantil enfoques em diálogo. – Campinas,
São Paulo: Papirus, 2011.
SMOLE, Kátia Cristina Stocco. A matemática na Educação Infantil a teoria das inteligências múltiplas na
prática escolar. – Porto Alegre: Artmed, 2003.
SALLES, Fátima e FARIA, Vitória. Currículo na Educação Infantil Diálogo com os demais elementos da
proposta pedagógica. – São Paulo: Ática, 2012.
TONUCCI, Francesco. Frato 40 anos com olhos de criança. – porto Alegre: Artmed, 2008.
VIGOTSKI, L. S. A formação social da mente. – São Paulo: Martins Fontes, 2007.
VRIES, Reta De e ZAN, Betty. A ética na Educação Infantil o ambiente sócio moral na escola. – Porto
Alegre: Artmed, 1998.
ZABALA, Antoni. A prática educativa: Como ensinar. – Porto Alegre: Artmed, 1998.
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PROJETO HTPC À DISTÂNCIA 2018
Equipe gestora:
Stela Pereira da Gama (diretora)
Elis Nakano Ernani (Vice-diretora)
Jéssica Maria de Campos Matsumoto (Coordenadora Pedagógica)
Público Alvo: Professoras de Educação Básica atuando na Educação Infantil nesta
EMEB.
Tempo estimado: 11 tarefas de Fevereiro à Novembro de 2018.
“A educação a distância está se transformando, de uma modalidade complementar ou especial
para situações específicas (cursos técnicos, educação de jovens e adultos), em referência
para uma mudança profunda na educação como um todo. É uma opção importante para
cursos de curta e longa duração, para os vários níveis de ensino, para a educação formal e
informal, a educação continuada, a profissional, a corporativa.”
José Manuel Moran (2013)- Documento orientador do HTPC em ambiente virtual
Justificativa:
Existem algumas leis que reconhecem e regulamentam a educação à distância no
Brasil, como o decreto 5622/2005 do MEC, que, em seu art. 1 caracteriza a educação à
distância como “modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos
processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias de
informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades
educativas em lugares ou tempos diversos.”
As atuais plataformas de educação à distância oferecem muitas possibilidades de
interação e participação que, se bem utilizadas, proporcionam efetivas possibilidades de
aprendizagem e interação.
Trazendo essas reflexões para a realidade da rede municipal de São Bernardo do
Campo, observa-se que desde 2000 a Secretaria de Educação vem investindo esforços no
que se refere à incorporação das tecnologias nas escolas e na formação de professores para
a utilização desses recursos de maneira integrada e com intencionalidade pedagógica.
Realizando um paralelo com as experiências de formação de professores em HTPC que
temos hoje, é possível vislumbrarmos como uma interessante e desafiadora possibilidade a
realização do trabalho pedagógico coletivo em ambiente virtual.
Acredita-se que, a atividade em ambiente virtual poderá qualificar esses momentos
formativos permitindo aos professores uma maior flexibilização de seu tempo e,
consequentemente, proporcionar um maior interesse e participação, uma vez que, não
necessariamente terão que acessar o ambiente virtual após um dia todo de trabalho, muitas
vezes em duas escolas, como acontece hoje nos HTPCs da maioria de nossas escolas.
Refletindo ainda sobre as pautas e temáticas tratadas, muitas questões podem
perfeitamente ser trabalhadas em ambiente virtual, por meio de ferramentas de comunicação
síncronas e assíncronas disponibilizadas nas diferentes plataformas de educação à distância
Município de São Bernardo do Campo
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hoje disponíveis.
Objetivos:
- Aproximar as professoras da tecnologia utilizada na atualidade e com o intuito de melhorar a
qualidade do atendimento oferecido.
- Garantir que todos participem efetivamente das discussões e fóruns, contribuindo com ideias,
opiniões e sugestões.
- Qualificar os momentos formativos por meio da flexibilização do tempo, espaço e utilização
de ferramentas interativas que proporcionarão aos profissionais maior qualidade em suas
produções.
- Estabelecer uma rotina de estudos por meio da ferramenta (GOOGLE Sala de aula)
Ações/Estratégias:
- Discussão com a equipe de professoras para adesão ou não da proposta do HTPC à
distância;
- Criação da sala de aula usando a ferramenta do GOOGLE;
- Apresentação da ferramenta para as professoras;
- Elaboração do projeto a ser incluído no PPP 2018 com a anuência da Orientadora
Pedagógica;
- Organização e elaboração de tarefas, considerando as necessidades formativas da equipe
de professoras em relação ao trabalho pedagógico desenvolvido em sala e em consonância
ao PPP desta unidade e orientações da S.E.
Plataforma:
Ferramenta GOOGLE Sala de aula
Frequência:
Uma vez ao mês, em dias pré-determinados, de acordo com o nosso plano anual e de
acordo com as indicações feitas pela S.E.
As professoras poderão acessar o HTPC durante a semana estabelecida (de sexta-
feira a quinta-feira da outra semana) de acordo com o horário estabelecido para as tarefas.
Teremos o controle de frequência das professoras pelo site, pois o mesmo informa
quando foram realizadas, dentro da própria ferramenta.
Caso a professora não acesse a plataforma na semana estabelecida ficará com falta no
HTPC da semana. Quando são realizados fóruns para computar a presença, combinamos que
todas irão acessar e colocar sua opinião ou incluir comentários relacionados tanto a solicitação
da equipe gestora e como à respeito das opiniões de outras duas colegas minimamente,
garantindo assim uma participação mais efetiva durante este tipo de proposta.
Organização:
Os membros da Equipe gestora serão encarregados da mediação das tarefas propostas, cada
professora realizará suas tarefas dentro do tempo estimado para tal, por exemplo: as tarefas
serão postadas na sexta-feira e o encerramento da tarefa será na quinta-feira da semana
próxima. A S.E. disponibiliza escolas como Polo para esclarecimento de dúvidas, ou mesmo
para realização das tarefas de acordo com a Rede nº 44/2018. Quem não realizar a proposta
no tempo estipulado será considerado falta.
Datas previstas:
➢ 26/02; 19/03; 09/04; 14/05; 14/06; 02/07; 13/08; 10/09; 22/10; 12/11 e 10/12.
Observação: As datas podem ser alteradas de acordo com a necessidade da equipe e/ou
indicações da S.E.
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43
9.1.4 - PLANO DE FORMAÇÃO ESPECÍFICO 2018.
PLANO DE FORMAÇÃO ESPECÍFICO PARA PROFESSORAS EM HTPC
A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR E OS CAMPOS DE EXPERIÊNCIA, UMA
NOVA MANEIRA DE ORGANIZAR O CURRÍCULO E PENSAR O PLANEJAMENTO.
JUSTIFICATIVA:
A BNCC é fruto de amplo processo de debate e negociação nos diferentes meios do campo
educacional e da sociedade civil em geral, apresenta os Direitos e Objetivos de
Aprendizagem e Desenvolvimento que devem orientar a elaboração de currículos para as
diferentes etapas da escolarização, portanto é uma exigência colocada pelo sistema
educacional brasileiro a partir da LDB (1996; 2013.), DCN (2009) e Plano Nacional de
Educação (2014), objetivando avanços na construção da qualidade da educação. Tem como
finalidade orientar os sistemas de ensino na elaboração de suas propostas curriculares,
considerando o direito à aprendizagem e ao desenvolvimento, em conformidade ao Plano
Nacional de Educação (PNE) e a Conferência Nacional de Educação (CONAE). Desse
modo, para estabelecer uma interlocução entre o direito da criança em construir diferentes
aprendizagens e o acesso dos profissionais aos conhecimentos já sistematizados, pela
proposta desta base que é organizada por Campos de Experiências, faz-se necessário um
aprofundamento para melhor compreender esta atual configuração dos saberes e fazeres
referentes a Educação Infantil, modalidade atendida por esta equipe.
OBJETIVOS:
• Ampliar os conhecimentos sobre a organização do Currículo da Educação Infantil por
Campos de experiência;
• Promover reflexões à respeito da evolução científica do pensamento humano por
meio dos referenciais legais e teóricos da atualidade;
• Favorecer a qualificação da ação docente de acordo com a BNCC que considere a
criança como protagonista.
• Subsidiar os professores para a efetivação de um Plano de Curso Anual estruturado
em Campos de Experiência em conformidade com a BNCC.
• Consultar os materiais disponibilizados no Portal do MEC.
ETAPAS:
Resgate dos estudos e sistematizações realizados no ano anterior.
Leitura das orientações da SE e da carta do dia D da Base Nacional Comum Curricular.
Sistematização dos principais aspectos abordados nas discussões e documentos oficiais.
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44
Revisão do Plano de Curso 2018.
Tematização de práticas.
Consulta aos materiais disponibilizados no Portal do MEC.
Revisão e aprofundamento dos Campos de Experiência abordados em nosso PPP.
Iniciaremos nossas discussões pelo Campo: Traços, sons, cores e formas, pois nosso
projeto coletivo trata da Música de todos os tempos e ritmos.
AVALIAÇÃO:
Durante todo processo faremos observações e reflexões sobre os temas e estratégias
usados nos encontros formativos.
Responsáveis: Coordenadora em parceria com a Diretora e a Vice-diretora
Duração: de fevereiro a dezembro de 2018.
9.1.5 – REUNIÕES PEDAGÓGICAS
A Reunião Pedagógica é mais um espaço privilegiado de formação de todos os
profissionais da escola (professores, equipe de apoio, equipe administrativa e de
gestão), oportuniza também a participação dos membros que compõem os órgãos
colegiados (Conselho de Escola e APM) e comunidade. É um espaço de promoção da
reflexão coletiva sobre o processo pedagógico. Estes encontros estão previstos no
calendário oficial homologado pela Secretaria de Educação em parceria com a
Orientadora Pedagógica e análise dos membros da APM e Conselho de Escola sem o
comprometimento de dias letivos.
Estas reuniões têm como objetivo principal afinar a concepção de currículo e
de conhecimentos de toda equipe escolar, enriquecendo a organização e o
alinhamento do trabalho de forma coletiva, inclui o resgate de combinados
administrativos e pedagógicos; parte da corresponsabilização da equipe nas decisões;
e também compreende momentos de formação sobre os projetos específicos da
escola que este ano tem como tema ampliar os conhecimentos sobre a BNCC (Base
Nacional Curricular Comum), além do nosso projeto de trabalho a respeito da
Vulnerabilidade Social e a Prevenção do Abuso Sexual Infantil.
Como forma de sistematizar as discussões e assim nortear o trabalho
desenvolvido na escola, as reuniões pedagógicas são registradas em um instrumento
específico (livro ata), sempre com a ciência de todos os presentes, servindo como
referência para as próximas ações.
No calendário 2018 estão previstas sete Reuniões Pedagógicas, ao longo de
todo ano, três inclusive em regime de meio período de aula.
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PLANO DE FORMAÇÃO PERMANENTE PARA REUNIÕES PEDAGÓGICAS
Justificativa:
As Reuniões Pedagógicas são momentos privilegiados de discussão e reflexão da prática
pedagógica e das ações que permeiam o atendimento aos educandos, em sua permanência
nesta unidade escolar.
Sendo assim, os temas a serem discutidos em 2018 levarão em consideração, as
necessidades da equipe em rever práticas, concepções, bem como subsidiar teoricamente todos
os envolvidos nos cuidados com as crianças, espaços e materiais, neste nosso ambiente
escolar.
Objetivos:
- Refletir sobre a importância do trabalho coletivo, com base nos princípios da Educação Básica
valorizando a ética e a cooperação de forma a favorecer um atendimento de qualidade para
todas as crianças.
Ações/ Estratégias:
- Promover dinâmicas de socialização e valorização do trabalho em equipe.
- Oferecer material teórico que embasem as discussões sobre os princípios da escola pública.
- Realizar discussões e reflexões a partir de textos, músicas, imagens, vídeos, tematizações de
práticas e situações problema.
VULNERABILIDADE SOCIAL E A PREVENÇÃO AO ABUSO SEXUAL INFANTIL
Justificativa:
Considerando as peculiaridades da comunidade atendida por nossa escola que envolvem
nossas crianças em situações de vulnerabilidade social, além de muitos casos de abuso, faz –se
necessário retomar o assunto em questão devido a mudança de funcionários devido a remoção
e as classes vagas gerando a designação de profissionais advindos de outras unidades.
Importante também ressaltar com as equipes os aspectos teóricos e legais que amparam as
famílias que vivenciam o cotidiano de privações e violências.
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46
Objetivos:
- Sensibilizar e informar a equipe escolar sobre as questões de vulnerabilidade nas quais se
encontram algumas de nossas crianças de acordo com as orientações feitas pela Rede de
Proteção, bem como traçar o fluxo de atendimento para criança e sua família.
- Retomar o fluxo de atendimento da criança/família em situação de vulnerabilidade social.
- Sensibilizar a equipe sobre os direitos e necessidades das crianças para que sejam feitos os
encaminhamentos necessários.
- Ampliar os conhecimentos de toda equipe a respeito de situações abusivas.
Ações/Estratégias:
- Leitura dos registros anteriores para resgatar o teor das discussões e assim dar sequência as
propostas formativas.
-Palestra em parceria com a Psicóloga, Assistente Social e Agentes Comunitários de Saúde da
UBS do Jardim Farina ( prevista para Maio / 2018).
- Leitura de documentos oficiais que tratam da garantia de direitos das crianças (Constituição
Federal, Estatuto da Criança e do adolescente, Uma nova Aquarela, etc.)
- Utilização de vídeos que abordam a temática.
- Discussões em subgrupos e socialização.
Responsáveis: Coordenadora em parceria com a Diretora e a Vice-diretora
Avaliação:
Ao final de cada encontro há a avaliação das propostas discutidas e das estratégias
utilizadas, por todos os presentes na discussão.
9.2 - AUXILIARES EM EDUCAÇÃO E ESTAGIÁRIAS DE
APOIO A INCLUSÃO.
Como em nossa escola todos os anos temos aumentado em nosso
atendimento o número de crianças com necessidades educacionais especiais, estes
funcionários são de extrema importância na garantia do atendimento adequado aos
nossos alunos, sendo necessária a ampliação constante do número de contingente
humano para este atendimento.
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Este ano as funcionárias que atendem nossos alunos portadores de
necessidades educacionais especiais são duas auxiliares de educação de apoio à
inclusão que trabalham em jornada integral com alunos manhã e tarde, e quatro
estagiárias de apoio à inclusão, estudantes de Pedagogia, sendo duas no período da
manhã e outras duas no período da tarde.
As demandas e as crianças a serem atendidas são organizadas/ definidas pela
equipe de gestão, considerando as necessidades específicas e as deficiências
apresentadas (por exemplo o grau de dependência do adulto, uso de fralda,
comportamentos de risco, dificuldades de locomoção, deficiência visual, auditiva, etc).
Em 2018 atenderemos crianças com: transtornos globais do desenvolvimento
(Asperger, Autismo em variados níveis), atraso no desenvolvimento neuropsicomotor,
paralisia cerebral com e sem controle motor, Síndrome de Down, deficiência auditiva,
síndrome de Prader Willis, além de cardiopatias congênitas e epilepsia.
Para que as crianças possam ter a garantia de que suas necessidades sejam
atendidas, organizamos as funcionárias responsáveis pelo atendimento, de modo que
possam atender não apenas uma única criança, mas também as demais que
porventura precisem de alguma ajuda (troca de fralda, banho, etc). Cabe ressaltar que
a quantidade de funcionárias nestes dois cargos ainda é insuficiente para o quadro de
alunos atendidos diariamente.
No tocante a formação em serviço, estas sempre participam das Reuniões
Pedagógicas e quando necessário das reuniões para devolutivas e instruções, com
especialistas da Equipe de Orientação Técnica e lhe são disponibilizados os materiais
de estudo utilizados nas formações em HTPC.
AUXILIARES EM EDUCAÇÃO E ESTAGIÁRIAS DE APOIO A INCLUSÃO
NOME
Escolaridade Carga
horária
semanal
CARGO
Formação
Inicial Graduação
Pós-graduação
Auxiliares em
Educação de
Apoio a
Inclusão
CONCEIÇÃO APARECIDA DE
OLIVEIRA
ENSINO
MÉDIO
MATEMÁTICA
(CURSANDO
LICENCIATURA)
40h
LILIAN ALVES MACEDO
ENSINO
MÉDIO
PEDAGOGIA
ATENDIMENTO
EDUCACIONAL
ESPECIALIZADO
40h
Estagiárias de
Apoio a
Inclusão (M)
ELAINE CRISTINA DE LIMA REGIS
ENSINO
MÉDIO
CURSANDO
PEDAGOGIA
30h
FRANCIELE DA SILVA NUNES
GOMES
ENSINO
MÉDIO
CURSANDO
PEDAGOGIA
30 h
Estagiárias de
Apoio a
PATRÍCIA DO NASCIMENTO
JUSTINO
ENSINO
MÉDIO
CURSANDO
PEDAGOGIA
30h
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Inclusão (T)
THAINÁ APARECIDA LEANDRO
ENSINO
MÉDIO
CURSANDO
PEDAGOGIA
30h
PLANO DE FORMAÇÃO PARA AUXILIARES EM EDUCAÇÃO E
PROFESSORAS ESTAGIÁRIAS DE APOIO À INCLUSÃO
Justificativa:
As auxiliares em educação e as estagiárias não participam de nossos H.T.P.C.’s, devido à
especificidade da jornada de trabalho de ambos os cargos, de modo que só tornam-se
viáveis as formações nas Reuniões Pedagógicas e nas reuniões para devolutiva com
especialistas e equipe gestora. Não é possível retirá-las das salas de aula, devido a
especificidade do trabalho, quantidade de atendimentos realizados e dos cuidados
necessários com as crianças com necessidades especiais.
Eventualmente quando a criança que cada uma acompanha falta, é possível conversar
sobre o trabalho realizado e trazer subsídios teóricos para leitura e posterior discussão,
ainda dentro das questões apontadas no plano de formação; isto só pode ocorrer quando
não há atendimento a outra criança portadora de necessidades educacionais especiais.
Quando há agendamento com especialistas e a conversa precisa ser estendida a elas,
organizamos as substitutas para que tanto a professora quanto a auxiliar/estagiária
possam saber das intervenções e necessidades de adaptação/ estratégias que são
indicadas.
Objetivos gerais e específicos
Objetivo geral:
Capacitar as funcionárias dentro dos princípios de educação inclusiva e atendimento a
diversidade.
Objetivos específicos:
Orientar e instrumentalizar as auxiliares e estagiárias de apoio a inclusão quanto aos
cuidados específicos de higiene, alimentação, sempre de acordo com a deficiência e
adaptações curriculares necessárias, em conjunto com as intervenções propostas pela
professora.
Promover o acesso aos textos e documentos discutidos pelas professoras nas formações
em HTPCs.
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Ações/ estratégias:
Encontros formativos com o trio de gestão, com as especialistas da EOT, com as
professora da educação especial, além de leituras e posteriores discussões dos materiais
escritos.
Acesso irrestrito às orientações dadas pela Equipe de Orientação Técnica.
Participação da construção do PPP nas Reuniões Pedagógicas.
Leituras dos materiais entregues e estudados pela equipe docente nos HTPC’s (textos
formativos).
Registro dos atendimentos realizados (trocas, treino de uso do banheiro, intervenções em
sala).
Avaliação:
A avaliação será feita ao longo do ano, durante todo processo, por meio dos registros das
conversas com as funcionárias, bem como o desenvolvimento de ações com as crianças
em parceria com as professoras; estes registros servirão para que possamos fazer a
reavaliação da formação no final do ano letivo e serão feitos no caderno de registro de
acompanhamento dos funcionários, usado para esta finalidade.
Responsáveis Coordenadora em parceria com a Diretora e Vice.
Duração Todo o ano letivo de 2018.
9.3 - FUNCIONÁRIOS DE APOIO E ADMINISTRATIVOS
9.3.1- Caracterização
A equipe de apoio, formada pelos auxiliares de limpeza da P.M.S.B.C e pelas
cozinheiras da empresa Soluções Serviços Terceirizados Eireli, oficiais
administrativos, auxiliar em biblioteca e professora readaptada, participa das
formações oferecidas pela escola, tanto em reuniões pedagógicas quanto em
momentos específicos de cada equipe (reuniões setorizadas com o trio de gestão),
além dos momentos em que os representantes opinam nas decisões do Conselho de
Escola.
As demandas dos funcionários de apoio (limpeza) são divididas e organizadas,
com a participação de todos os interessados e depois de discutidas ficam expostas no
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50
mural interno da escola, para que o grupo escolar saiba quem é responsável por cada
espaço.
Desde Fevereiro deste ano, a nova empresa de Alimentação Escolar que
assumiu a equipe de Cozinheiras da rede municipal passou a acompanhar suas
funcionárias através da Supervisora em Alimentação Escolar, que possui formação
Superior em Nutrição, e é designada pela empresa, sendo que esta faz os
atendimentos e orientações às suas funcionárias quanto à manipulação de alimentos,
higiene e processos específicos deste ambiente, além de controle de entrega,
consumo e preparo de gêneros, e preparo das dietas especiais.
Este tipo de acompanhamento já é realizado há anos pelas empresas que
assumem este tipo de atendimento nas unidades escolares.
Pensando-se em espaços e momentos formativos, ressaltamos que as equipes
de apoio e administrativa também participam das formações nas reuniões
pedagógicas, entendendo a necessidade formativa deste espaço e enxergando-se
como participantes e educadores do espaço escolar.
Além das tarefas de higiene de espaços e ambientes, os auxiliares de limpeza
também nos ajudam em situações de banho e troca de alunos sujos por urina, fezes
ou vômito, quando não podemos acionar a auxiliar em educação para esta tarefa,
realizando então estas ações de forma colaborativa, visando o conforto, higiene e bem
estar das crianças da escola.
A participação de todos nos momentos formativos e a possibilidade de diálogo
estabelecida com a equipe, faz com que realmente todos se sintam corresponsáveis
pela educação e cuidado das nossas crianças.
O mesmo acontece com a equipe de Oficiais de Escola, que é o nosso cartão de
visita, pois acolhem a todos com respeito, educação e competência. Atualmente, estão
na Secretaria da Escola as funcionárias Valcir e Neide, atendendo funcionários, alunos
e comunidade escolar. Em nossa Biblioteca Escolar Interativa temos também a Oficial
Sandra, que nos auxilia no controle do uso do acervo, bem como no uso pedagógico
do espaço e recursos para as pesquisas( TV, Computador, DVD).
Todo ensino e cuidado de todos os profissionais que compõem o quadro de
funcionários desta escola vão além de suas funções: o real educador acolhe, pega no
colo, troca, dá banho, ralha, adverte, ensina, alimenta o corpo e a alma, brinca, ri,
chora e aprende com os pequenos e é assim que construímos nosso elo educativo,
em todo ambiente escolar, e em todos os segmentos profissionais que compõem
nossa escola.
Neste ano de 2018 manteremos a formação do ano anterior (organização de
materiais e gerenciamento de estoques), e os encontros ocorrerão quando houver a
necessidade apontada pela equipe, para discussões sobre as tarefas, organização e
controle das quantidades de materiais em uso e em estoque. Além desta formação
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51
específica, a equipe participará das ações formativas das nossas reuniões
pedagógicas, com todo o grupo escolar.
Com relação às funcionárias da alimentação escolar, estas passam por
formações específicas feitas pela empresa terceirizada e de acordo com as normativas
da segurança alimentar, organização de estoques, registros em documentos oficiais
(mapa de controle de entrada e saída de gêneros), etc. Ainda assim, estas
funcionárias também participam das formações oferecidas nas reuniões pedagógicas.
Quadro de funcionários da equipe de apoio
NOME
Escolaridade Horário de
trabalho
CARGO
Formação
Inicial Graduação
Pós-
graduação
Auxiliares de
limpeza
EDNA DOS SANTOS
ENSINO
MÉDIO
Das 9h00 às
18h00
FRANCISCA FURTUNATO
MAGALHÃES
ENSINO
MÉDIO
Das 6h00 às
15h00
MÁRCIA BARBOZA DOS SANTOS
ENSINO
MÉDIO
Das 9h00 às
18:00
MÁRCIA CRISTINA RODRIGUES
ENSINO
MÉDIO
Das 6h00 às
15h00
MARIA INÊS PACHECO
ENSINO
MÉDIO
Das 7h00 às
16h00
SÔNIA MARINA HORVATH DE
AZEVEDO
ENSINO
MÉDIO
SUPERIOR
INCOMPLETO
Das 9h00 às
18:00
VANDA INÁCIO MARROCOS
ENSINO
MÉDIO
Das 7h00 às
16h00
Cozinheiras
DELÃNIA PIMENTEL BARBOSA
ENSINO
MÉDIO
Das 7h00 às
16h48
EDNA DA CRUZ MACHADO
ENSINO
MÉDIO
Das 7h00 às
16h48
SILVANA SANTOS RIBEIRO
ENSINO
MÉDIO
Das 7h00 às
16h48
Oficiais de
Escola
NEIDE
ENSINO
MÉDIO
Das 8h00 às
17h00
VALCIR CRETUCCI DE OLIVEIRA
ENSINO
MÉDIO
Das 7h00 às
16h00
Oficial de Escola
- BEI
SANDRA MARTINS VIEIRA
ENSINO
MÉDIO
Das 8h00 às
17h00
Vigias (M) ANDRÉ FERNADES CUSTÓDIO
ENSINO
MÉDIO
Escala 12x36
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ANELITO IVO DA SILVA
ENSINO
MÉDIO
Escala 12x36
Vigias (N)
FELIPE DONIZETI GNOLI
ENSINO
MÉDIO
Escala 12x36
PAULO SÉRGIO DOS SANTOS
ENSINO
MÉDIO
Escala 12x36
9.3.2- PLANO DE FORMAÇÃO PARA FUNCIONÁRIOS DE APOIO
(LIMPEZA)
PLANO DE FORMAÇÃO PARA FUNCIONÁRIOS DE APOIO (LIMPEZA)
Justificativa:
Pensando-se nos problemas identificados pela gestão da unidade escolar, no tocante a
organização de espaços de estoque de produtos e gestão de uso destes (desperdício),
optamos por trabalhar o tema com a equipe, de acordo com as instruções recebidas pela
direção, em reunião setorizada com representantes da Secretaria de Educação, em 2014,
a qual frisou a importância da organização destes espaços nas escolas, bem como a
corresponsabilidade dos funcionários na gestão e consumo consciente e dos produtos e
segurança no prédio escolar.
Objetivos gerais e específicos:
Objetivo geral:
Reconhecer a importância de mantermos os espaços destinados à organização de
materiais de higiene e limpeza, bem como dos demais materiais usados na escola,
devidamente identificados, organizados, limpos e de fácil acesso aos adultos implicados
nas tarefas de manutenção da limpeza do espaço escolar, para aprimoramento do serviço
oferecido.
Objetivos Específicos:
Definir fluxos de trabalho no controle de gastos de produtos, de estoque, de
solicitações a serem feitas ao Serviço de Suprimentos.
Manter os estoques de produtos em locais seguros para alunos e organizados.
Estratégias/ Ações:
Reunião para formação inicial: o que é estoque, controle, armazenamento seguro e
organização de ambientes com produtos químicos.
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Reunião bimestral para avaliação dos trabalhos (organização, limpeza dos locais,
salubridade e a necessidade de possíveis intervenções estruturais para melhorar os
espaços utilizados para este fim).
Avaliação:
Será feita pela gestão da escola em parceria com os funcionários, através da
verificação da organização, limpeza e controle dos produtos recebidos e estocados na
escola.
Responsáveis Diretora e Vice Diretora
Duração Durante todo o ano letivo de 2018.
10- ÓRGÃOS COLEGIADOS (CONSELHO DE ESCOLA,
ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES E CONSELHO ESCOLAR
MIRIM)
10.1 - Caracterização do Conselho de Escola e APM
Neste ano de 2018 conseguimos organizar a Associação de Pais e Mestres e
Conselho de Escola com certa dificuldade, mas os pais que aceitaram o convite estão
interessados em aprender como a escola lida com as verbas repassadas, como
podem colaborar com ideias e sugestões, apesar da dificuldade das demais famílias
em atender a esta possibilidade de participação. Alguns permaneceram nos órgãos
colegiados por entenderem que colaboraram nas tomadas de decisões e aquisições
de 2017, tenham sido estas via APM ou deliberações pelo Conselho de Escola. Duas
das mães já têm experiências anteriores em APM de outras escolas e podem
colaborar muito nas discussões com a equipe, além das que permaneceram da gestão
de 2017 para 2018.
Nossas reuniões ocorrerão às segundas-feiras a noite (18h40), de acordo com
o disposto no calendário escolar, considerando-se a necessidade apontada por todos,
pois alguns trabalham durante o dia. Como a deliberação sobre o horário ocorreu
antes de trocarmos a equipe, ficaremos a disposição para atender em outro horário as
mães que porventura precisem, seja de manhã ou tarde.
Nas demais reuniões teremos a deliberação de orçamentos de materiais e
serviços, além das questões que surgem como demandas (uso da escola,
deliberações sobre problemas enfrentados pela comunidade escolar, por exemplo) e o
plano de ação, indicado após o quadro organizativo do colegiado.
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10.1.1 - QUADRO DE MEMBROS QUE COMPÕEM O CONSELHO DE
ESCOLA 2018 / 2019
Nome Segmento Função no
Conselho
Titular/suplente
Stela Pereira da Gama Direção Coordenador Titular
Silvânia Deodato Cirilo Pais Representante da
APM
Titular
Fernando Tomiati Pais Membro Titular
Sandra Aparecida do Nascimento Pais Membro Titular
Francisca Furtunato Magalhães Funcionários Membro Titular
Rosemeire Aparecida Zanotti Professoras Membro Titular
Edilma Cristina Zacarias da Silva Pais Membro Suplente
Valcir Cretucci de Oliveira Funcionários Membro Suplente
10.1.2 - QUADRO DE MEMBROS QUE COMPÕEM A APM 2018/2019
Nome Segmento Função Mandato
Stela Pereira da Gama Direção Presidente do
Conselho Especial
01/04/2018 a
31/03/2019
Fabiana Correa Soares Pais Presidente do
Conselho Deliberativo
01/04/2018 a
31/03/2019
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Sarah Mendes Iagi Professora 1ª Secretária do
Conselho Deliberativo
01/04/2018 a
31/03/2019
Sandra Aparecida do
Nascimento
Pais 2ª Secretário do
Conselho Deliberativo
01/04/2018 a
31/03/2019
Silvânia Deodato Cirilo Pais Conselho Deliberativo 01/04/2018 a
31/03/2019
Aline Barbosa Castellani Pais Diretora Executiva 01/04/2018 a
31/03/2019
Denise Alves Ramos Pais 1ª Tesoureira 01/04/2018 a
31/03/2019
Adriana Silva de Araújo Pais Vice Diretora Executiva 01/04/2018 a
31/03/2019
Francisca Furtunato
Magalhães
Pais 2º Tesoureira 01/04/2018 a
31/03/2019
Rosemeire Aparecida
Zanotti
Professora 1ª Secretária 01/04/2018 a
31/03/2019
Janaína Dantas Araújo
Faboci
Pais 2ª Secretário 01/04/2018 a
31/03/2019
Jennyffer Natália Campos
de Mattos
Professora Presidente do
Conselho Fiscal
01/04/2018 a
31/03/2019
Fabiane Santos Árias
Pais Conselho Fiscal 01/04/2018 a
31/03/2019
Fernando Tomiati
Pais Conselho Fiscal 01/04/2018 a
31/03/2019
PLANO DE AÇÃO PARA APM E CONSELHO DE ESCOLA
Justificativa:
Considerando-se a necessidade de formarmos a equipe da APM para o correto
gerenciamento das verbas recebidas e a participação dentro do ambiente escolar, no
tocante a gestão democrática e a laicidade da escola pública, enquanto princípios de
trabalho da rede municipal de ensino, serão organizadas as reuniões deliberativas e
formativas com os membros dos dois órgãos colegiados, de acordo com o disposto no
Município de São Bernardo do Campo
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calendário da unidade escolar, visando uma maior integração e transparência nas
ações tomadas por ambos (APM e Conselho). As decisões serão tomadas em
conjunto.
Objetivos gerais e específicos
Objetivo geral:
Capacitar os membros deste para as questões ligadas ao gerenciamento da unidade
escolar, através do repasse de verbas e para os princípios de gestão democrática, da
laicidade da escola pública e do atendimento a diversidade, vigentes na Rede
Municipal.
Objetivos específicos:
• Discutir com a equipe os princípios de atendimento à diversidade, educação
inclusiva, conceitos de laicidade e gratuidade do ensino público.
• Discutir e deliberar sobre o Regimento Interno do órgão (Conselho de
Escola).
• Gerenciar as verbas municipal e federal, (em conjunto com a equipe de
gestão) recebidas através de Convênio com a Prefeitura e com o Programa
Dinheiro na Escola (PDDE), participando das reuniões deliberativas, além
de colaborar com os orçamentos e escolhas de fornecedores.
• Ter conhecimento de toda a tramitação de documentações específicas das
prestações de conta da APM com os diversos órgãos.
• Deliberar sobre as questões ligadas a cessão do espaço escolar a terceiros,
para atividades variadas sem fins lucrativos.
• Abordar a rede de proteção a criança e a situação de vulnerabilidade social no
entorno da escola.
• Deliberar sobre o Regimento Interno do Conselho de Escola, com a
participação de todos, dos dois órgãos colegiados.
Estratégias e ações:
• Leituras de textos com os princípios da escola laica e gratuita.
• Leitura de textos e discussão sobre educação inclusiva no município e ações
não excludentes dentro do ambiente escolar.
• Criação de instrumentos de pesquisa das ações da APM junto aos pais da
comunidade, bem como sua avaliação.
• Participação em atividades extraclasse.
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57
• Reuniões mensais para deliberação de gastos e serviços a serem executados,
bem como o levantamento de preços para tais.
• Levantamento de prioridades de serviços e compras em conjunto com a equipe
escolar.
• Elaboração de documento sobre as necessidades para a escola (compra de
materiais, execução de, reforma de espaços, etc), para que a APM e o
Conselho de Escola possam indicar como demanda para a Secretaria de
Educação, no caso de gastos acima das verbas repassadas pelos Governos
Municipal e Federal.
• Inserção de notícias sobre as ações da APM e Conselho, no Blog “Pinottícias”.
Responsáveis Diretora em parceria com a Vice-Diretora
Duração De acordo com o mandato (01/04/18 31/03/19).
Avaliação:
A avaliação será feita em conjunto com a equipe, sempre ao final de cada reunião, e
serão feitos encaminhamentos após a mesma, registrada em livro ata da referida
reunião.
10.2. CONSELHO ESCOLAR MIRIM
No ano de 2015 iniciamos o trabalho com o Conselho Escolar Mirim, uma das
metas elencadas na avaliação do ano de 2014, as professoras iniciaram as discussões
com as crianças, a fim de que as crianças compreendam a concepção de participação,
representatividade e eleição. Os representantes do Conselho Mirim são
eleitos/escolhidos por eleição ou indicação dos representantes dos alunos, sendo um
titular e um suplente por sala, com participação atuante.
Estão previstas no calendário anual de 2018 reuniões bimestrais, sempre nas
últimas quartas feiras do mês indicado, nas quais serão discutidos temas ligados ao
cotidiano escolar, como uso de espaços e materiais, projetos coletivos, uso racional da
água e etc. As notícias dos trabalhos deste colegiado, do Conselho de Escola e da
APM continuarão a ser compartilhadas com as famílias por meio do Blog da Escola o
“Pinottícias”. Este será elaborado e acompanhado pela professora Aline, conforme
decidido em Reunião de HTPC.
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QUADRO DOS REPRESENTANTES DO CONSELHO MIRIM - 2018
Nome Turma Cargo
Laís Alves Pereira Infantil III- A
Profª Luisa
Titular
Miguel Alves dos Santos Infantil III- A
Profª Luisa
Suplente
Heloisa Manueli Oliveira Guimarães Infantil III-B
Profª Márcia
Titular
Miguel Arias Infantil III-B
Profª Márcia
Suplente
Bernardo das Mercês Silva Infantil III - C
Profª Maria Edileuza
Titular
Beatriz dos Santos Silva Infantil III - C
Profª Maria Edileuza
Suplente
Alice da Silva Teixeira Infantil III-D
Profª Suely
Titular
Ryan dos Santos da Silva Infantil III-D
Profª Suely
Suplente
Julia Vitória de Oliveira Infantil III-E
Profª Jennyffer
Titular
Valenthyna Vitória Manzini de
Oliveira
Infantil III-E
Profª Jennyffer
Suplente
Lívia Rodrigues dos Santos Infantil III – F
Profª Janaína
Titular
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Levi Barros Silva Infantil III – F
Profª Janaína
Suplente
Manuella dos Santos Silva Infantil IV- A
Profª Marineide
Titular
Ana Clara Costa de Amorim Infantil IV- A
Profª Marineide
Suplente
Vitor Hugo Rosa Infantil IV- B
Profª Fabiane
Titular
Isabella Félix da Silva Infantil IV- B
Profª Fabiane
Suplente
Luiz Felipe Pereira Infantil IV- C
Profª Rosana
Titular
Bruna Pereira Magalhães Infantil IV- C
Profª Rosana
Suplente
Gleicy Kelly Diogo dos Santos Infantil IV- D
Profª Amélia
Titular
Miguel Eduardo Rodrigues dos
Santos
Infantil IV-D
Profª Amélia
Suplente
Nicolly de Oliveira Robello Infantil IV-E
Profª Iara
Titular
Maria Eduarda Nunes Rosário Infantil IV-E
Profª Iara
Suplente
Maria Eduarda Damazio Tartari Infantil IV-F
Profª Karina
Titular
Ana Flavia Martins de Almeida Infantil IV-F
Profª Karina
Suplente
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60
Nathally da Silva Marques Infantil IV-G
Profª Marta
Titular
Enzo Filippe Vieira Melo da Silva Infantil IV-G
Profª Marta
Suplente
Sofia Lopes Ottavianni Infantil IV-H
Profª Cecília
Titular
Ruan Max de Jesus Silva Infantil IV-H
Profª Cecília
Suplente
Gabriel Costa Penha Infantil V-A
Profª Elisangela
Titular
Kaíque Eduardo Damascena
Nascimento
Infantil V-A
Profª Elisangela
Suplente
Maria Clara de Souza Correia Infantil V-B
Profª Aline
Titular
Enzo Schadck Rodrigues Infantil V-B
Profª Aline
Suplente
Pedro Santos Fonseca Infantil V-C
Profª Nadia
Titular
Samile Vitória dos Santos Vertero Infantil V-C
Profª Nadia
Suplente
Hiago Emanuel Silva Meira Infantil V-D
Profª Maria Gisela
Titular
Rafaela Catherine de Araújo Costa Infantil V-D
Profª Maria Gisela
Suplente
Julia Leite de Santana Infantil V-E
Profª Tereza
Titular
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Pedro Fernandes de Camargo Infantil V-E
Profª Tereza
Suplente
Rafaella Bueno Bressan Infantil V-F
Profª Antônia
Titular
Yasmin Farias dos Santos Sousa Infantil V-F
Profª Antônia
Suplente
Bianca Martins Ferreira Infantil V- G
Profª Ivanil
Titular
Felipe da Silva Gomes Infantil V-G
Profª Ivanil
Suplente
Lorena Nascimento Laranjeira
Beltrão
Infantil V-H
Profª Danielle
Titular
Mirella Souza Felix Infantil V-H
Profª Danielle
Suplente
Emmanuelle Vieira Guedes Infantil V-I
Profª Aline
Titular
Manoella dos Santos Silva Infantil V-I
Profª Aline
Suplente
Alice Mendes da Silva Infantil V- J
Profª Aline D.
Titular
Júlia Roberta B. de Assis Gama Infantil V- J
Profª Aline D.
Suplente
10.1.2 - Plano de ação Conselho Escolar Mirim
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PLANO DE AÇÃO CONSELHO ESCOLAR MIRIM
Justificativa:
Em discussão com toda a equipe escolar a respeito de Gestão Democrática houve a
indicação da criação e implementação de um Conselho Escolar Mirim, salientando a
necessidade das crianças vivenciarem a Gestão Democrática, participando da tomada de
decisões para melhoria efetiva da qualidade da educação em nossa escola.
Público Alvo: Alunos de 3 a 5 anos
Objetivos Gerais e Específicos
Objetivo geral:
Oportunizar aos alunos a efetiva participação na Gestão Democrática, através do
exercício da cidadania, como protagonistas na busca de soluções de problemas,
viabilizando ideias para melhoria da rotina escolar.
Objetivos específicos:
1 - Ampliar o conhecimento das crianças em relação ao Conselho Escolar Mirim,
favorecendo o trabalho partindo de suas próprias ideias, conhecimentos e
representações sociais acerca do assunto em pauta.
2 - Promover a participação dos membros do Conselho Escolar Mirim na gestão da
Unidade Escolar, em prol da educação de qualidade buscando, estudando e participando
de projetos para a transformação.
3 - Conscientizar que o aluno da Educação Infantil tem o direito e o dever de participar de
todo o processo educativo (cognitivo, o social e o afetivo) e de uma organização
democrática e participativa no processo de Gestão Escolar.
4 - Conscientizar nossos alunos e formar o cidadão construindo conhecimentos, valores e
atitudes que relacionados ao ato de conhecer tornem o estudante solidário, crítico, ético e
participativo. Exemplo: O respeito pelo pensamento do outro e por opiniões divergentes,
a valorização da troca de ideias.
5 – Selecionar os alunos do Conselho Escolar Mirim através de eleição, nas próprias
turmas.
6 – Promover encontros periódicos mensais, em horário de aula, com registro em ata e
pauta definida.
7 – Promover as relações de cooperação e intercâmbio com outros Conselhos Escolares
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63
Mirim de outras Unidades de Ensino.
8 – Planejar em conjunto com as crianças do Conselho Escolar Mirim, todos os projetos
pedagógicos que envolvam atividades do dia a dia ou que façam parte das festividades.
9 – Estabelecer e ampliar as relações sociais, apresentando-se às crianças a
possibilidade de aos poucos aprenderem a articula seus interesses e pontos de vista com
dos demais, respeitando a diversidade e desenvolvimento de atitudes de ajuda, respeito
e colaboração.
10- Divulgar as ações do Conselho Escolar Mirim em informativo próprio e no BLOG
“Pinottícias”.
Estratégias e ações:
✓ Roda de conversa em sala para que as crianças compreendam o que é um
Conselho Escolar Mirim e qual é a importância da sua participação no mesmo;
✓ Eleição dos representantes: titular e suplente de cada turma;
✓ O Conselho Escolar Mirim será constituído de: doze membros efetivos e doze
suplentes por período, representando os alunos de cada turma; da Diretora, da -
Vice Diretora, uma representantes das professoras, uma da equipe de apoio, das
cozinheiras, do setor administrativo, um da comunidade e da Coordenadora
Pedagógica;
✓ Reunião inicial com o trio de gestão para conhecimento dos representantes
oficiais com pauta definida (devem ser previamente definidas e como também
conter indicações das necessidades apontadas pelas crianças e comunidade
escola), com registro em livro próprio;
✓ Apresentação dos representantes para todos os alunos da escola (nomeação);
✓ Reuniões mensais para discussão dos temas trazidos.
✓ Divulgação através do BLOG “Pinottícias” as ações realizadas pelo Conselho.
✓ Registro em caderno específico das discussões e definições das necessidades da
escola;
✓ Publicação das ações e tomadas de decisão do Conselho Escolar Mirim no BLOG
“PINOTTÍCIAS” para divulgação das informações.
Duração De Maio a Dezembro de 2018.
Responsáveis Trio de gestão.
Avaliação:
Avaliar junto à equipe escolar e membros do Conselho Mirim a implementação das ações
propostas para este ano letivo, sua efetivação, divulgação e participação de cada
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64
membro.
11. ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO PEDAGÓGICO
Objetivos da Educação Básica
Objetivos:
• Lei 9.394, de 20/12/1996 – Lei de Diretrizes e Bases.
• Lei 11.274 de 06/02/2006 que altera a LDB com os artigos:
- Lei 12.796 de 05/04/2013, que altera a Lei de Diretrizes e Bases nº 9394/1996,
indicando como o ensino obrigatório dos 4 aos 17 anos de idade.
• Art. 6º É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula das crianças na
educação básica a partir dos 4 (quatro) anos de idade."
• "Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as
diretrizes e bases da educação nacional, para dispor sobre a formação dos
profissionais da educação e dar outras providências".
• LDB: Título V - Dos Níveis e das Modalidades de Educação e Ensino
Capítulo II
Seção I
Das Disposições Gerais
“Art. 22º. A Educação básica tem por finalidades desenvolver o educando,
assegurando-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e
fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores.”
Seção II
1. Da Educação Infantil
“Art. 29º. A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade
o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade (ou zero a cinco, na
medida em que as crianças de seis anos ingressem no Ensino Fundamental), em seus
aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e
da comunidade.”
Lei Municipal nº 5309/2004 - Art. 3º. “O ensino será ministrado com base nos
seguintes princípios:
• Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
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65
• Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e
o saber;
• Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas;
• Respeito à liberdade e apreço à tolerância;
• Coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;
• Gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais;
• Valorização do profissional da educação escolar;
• Gestão democrática do ensino público, na forma da lei;
• Garantia de padrão de qualidade;
• Valorização da experiência extraescolar;
• Vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.”
Objetivos Gerais e Específicos
Com base nas legislações que regem o currículo escolar e partindo das
concepções pedagógicas: que mundo queremos, com qual comunidade trabalhamos,
que educação fazemos, que escola acreditamos, que professores, equipe gestora,
estagiários de apoio à inclusão, educadores seremos e que alunos queremos, faremos
o levantamento dos conteúdos de cada turma.
Dentre todas as legislações reguladoras do currículo, é importante destacar:
• LDB art 26 §2º “O ensino da arte constituirá componente curricular obrigatório,
nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento
cultural dos alunos.” e § 4º “O ensino da História do Brasil levará em conta as
contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro,
especialmente das matrizes indígena, africana e europeia.”
• Lei 11.645 de 10/03/2008 art. 1º que altera a LDB no art. 26A: “Nos
estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados,
torna-se obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena”.
• § 1º O conteúdo programático a que se refere este artigo incluirá diversos
aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população
brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da
África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura
negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional,
resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política,
pertinentes à história do Brasil.
• § 2º Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos
povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o
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66
currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura
e história brasileiras.”
• Lei 11.769 de 18/08/2008 Art 1º altera o Art 26º da LDB acrescentando: “§ 6º A
música deverá ser conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do componente
curricular de que trata o § 2º deste artigo.”
• Lei 9.795 de 27/04/99 Art 1º, 2º e 3º com o inciso II.
• Art 2º “A Educação Ambiental é componente essencial e permanente da
Educação Nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os
níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não formal.”
1.1- OBJETIVOS – FUNDAMENTAÇÃO LEGAL
A definição dos objetivos que compõem nosso Projeto Político Pedagógico se
dá sob a égide da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e se fundamenta
principalmente na Lei 9.394, de 20/12/1996 – Lei de Diretrizes e Bases, atendendo ao
Objetivo da Educação Básica em seu Título V – dos Níveis e das Modalidades de
Educação e Ensino; Capítulo II:
O Artigo 2º diz que:
“A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de
liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno
desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua
qualificação para o trabalho.”
A Seção I que trata das Disposições Gerais em seu Artigo 22 retrata que:
“A Educação básica tem por finalidade desenvolver o educando, assegurando-
lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe
meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores.”
Além de especificamente no artigo 29 discorrer sobre a Educação Infantil como
a primeira etapa da educação básica que tem como finalidade o desenvolvimento
integral da criança até seis anos de idade (ou zero a cinco, na medida em que as
crianças de seis anos ingressem no Ensino Fundamental), em seus aspectos físico,
psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade.
1.2- LEVANTAMENTO DE OBJETIVOS
A Proposta Curricular de São Bernardo do Campo, Volume I, pag. 102 traz como
objetivos gerais da Educação Infantil:
“A Educação Infantil deverá se organizar de forma que os alunos construam as
seguintes capacidades:
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67
• Brincar, ampliando suas capacidades expressivas e simbólicas,
reelaborando significados sobre o mundo, sobre os contextos e as relações
entre os seres humanos;
• Ampliar o conhecimento sobre seu próprio corpo, suas possibilidades de
atuação no espaço, bem como desenvolver e valorizar hábitos de cuidado
com a saúde e bem estar;
• Construir uma imagem positiva de si, com confiança em suas capacidades,
atuando cada vez mais de forma autônoma nas situações cotidianas;
• Conhecer diferentes manifestações culturais como constitutivas de valores e
princípios, demonstrando respeito e valorizando a diversidade;
• Construir e ampliar as relações sociais, aprendendo a articular seus
interesses e pontos de vista com os demais, respeitando as diferenças e
desenvolvendo atitudes cooperativas;
• Valorizar e desenvolver atitudes de preservação do meio ambiente,
reconhecendo-se como integrante, dependente e agente transformador do
mesmo;
• Construir e apropriar-se do conhecimento organizado nas diferentes
linguagens (corporal, musical, plástica, oral e escrita), utilizando-as para
expressar suas ideias, sentimentos, necessidades e desejos, ampliando sua
rede de significações;
• “Aprender a buscar informações de forma autônoma, exercitando sua
curiosidade frente ao objeto de conhecimento”.
11.1- BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR
A BNCC é fruto de amplo processo de debate e negociação com diferentes
atores do campo educacional e da sociedade civil em geral, apresenta os Direitos e
Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento, e se baseiam no que dispõem as
DCNEI em relação aos saberes e conhecimentos fundamentais a serem propiciados
às crianças e associados às experiências, numa organização que deve orientar a
elaboração de currículos para as diferentes etapas da escolarização incluindo os
Direitos de Aprendizagem e desenvolvimento para Educação Infantil que estão
descritos abaixo de acordo com o que foi publicado pelo Ministério da Educação em
sua última versão:
• Conviver: com crianças e adultos, em pequenos e grandes grupos,
utilizando diferentes linguagens, ampliando o conhecimento de si e do outro,
o respeito à cultura e às diferenças.
• Brincar: de diversas formas, em diferentes espaços e tempos, com
diferentes parceiros, de forma a ampliar e diversificar suas possibilidades de
acesso a produções culturais.
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68
• Participar: ativamente, com adultos e outras crianças, tanto do
planejamento da gestão da escola e das atividades propostas pelo educador
quanto da realização das atividades da vida cotidiana, tais como a escolha
das brincadeiras, dos materiais e dos ambientes, desenvolvendo diferentes
linguagens e elaborando conhecimentos, decidindo e se posicionando.
• Explorar: movimentos, gestos, sons, formas, texturas, cores, palavras,
emoções, transformações, relacionamentos, histórias, objetos, elementos da
natureza, na escola e fora dela, ampliando seus saberes sobre a cultura, em
suas diversas modalidades: as artes, a escrita, a ciência e a tecnologia.
• Expressar: como sujeito dialógico, criativo e sensível, suas necessidades,
emoções, sentimentos, dúvidas, hipóteses, descobertas, opiniões,
questionamentos, por meio de diferentes linguagens.
• Conhecer-se e construir sua identidade pessoal, social e cultural:
constituindo uma imagem positiva de si e de seus grupos de pertencimento,
nas diversas experiências de cuidados, interações, brincadeiras e
linguagens vivenciadas na instituição escolar e em seu contexto familiar e
comunitário.
Com base nos estudos realizados em conjunto com a equipe de professoras no
ano de 2017, vamos esclarecer abaixo algumas indicações a respeito da nova forma
de organização do currículo em nossa escola, com o objetivo de nos adequarmos a
Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
CAMPOS DE EXPERIÊNCIA: É uma forma de organização curricular que
acolhe as situações e as experiências concretas da vida cotidiana das crianças e seus
saberes, entrelaçando-os aos conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural
da humanidade. (...) ou seja, é uma organização curricular que considera o
protagonismo infantil ressaltando a escuta e a valorização da criança.
Baseiam-se no que dispõem as DCNEI em relação aos saberes e
conhecimentos fundamentais a serem propiciados às crianças e associados às suas
experiências.
De acordo com a nova regulamentação a organização curricular será feita por
meio dos Campos de Experiência elencados abaixo, pelo grupo de professoras; não
estão exatamente como descritos na BNCC, pois consideramos as necessidades
deste grupo:
• O EU, O OUTRO E O NÓS;
• RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES NO MUNDO FÍSICO E NATURAL;
• CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS;
• TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS;
• ORALIDADE E ESCRITA;
• ESPAÇOS TEMPOS E QUANTIDADES.
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69
O brincar juntamente com as interações, para a Educação Infantil é eixo
estruturante de todo fazer pedagógico, na intenção de potencializar experiências
significativas para a construção dos saberes.
Para este ano de 2018, é preciso considerar que também estamos nos
apropriando desta “nova” forma de organizar e estruturar o currículo e toda prática
pedagógica e, portanto este trecho, bem como outros mais específicos do nosso PPP
sofrerão alterações ao longo do ano para melhor atender todas as normatizações
feitas na implementação da BNCC que foi homologada em dezembro de 2017.
12. PLANO DE CURSO - 2018
“O desenvolvimento do planejamento anual evidencia a necessária articulação
do currículo com os demais elementos da Proposta Pedagógica.” P.170 – O Currículo
em ação na Instituição de Educação Infantil.
O Plano de Curso Anual é instrumental básico de trabalho para os educadores,
pois fornece elementos que embasam toda prática pedagógica, é flexível para acolher
as necessidades das crianças ao longo do ano e tem o propósito de que as crianças
desenvolvam plenamente suas aprendizagens.
Para compor este Plano, todas as professoras reúnem-se por faixa etária e á
partir das observações, registros e do conhecimento específico de seus grupos de
crianças, considerando as necessidades e regularidades de cada um e o trabalho
realizado no ano anterior, são elencados os objetivos, conteúdos e estratégias de
trabalho para cada ano letivo.
Os objetivos e saberes são elencados considerando as necessidades e
especificidades de cada sujeito em sua faixa etária, as estratégias são planejadas com
intencionalidade tendo em vista um trabalho significativo com as experiências
relacionadas aos saberes e conhecimentos.
Com a inserção da Educação Infantil na definição da Base Nacional Comum
Curricular da Educação Básica, apresentando direitos e objetivos de aprendizagem e
desenvolvimento para essa etapa nossa e estudos dentro e fora do horário de trabalho
terão como objetivo principal ampliar a apropriação de todos acerca da BNCC, está
será uma de nossas estratégias de trabalho com a formação dos professores, para
que ao longo deste ano letivo, nossas discussões favoreçam a reestruturação de todo
trabalho pedagógico de acordo com a normativa vigente.
De acordo com a legislação vigente as interações e a brincadeira devem ser
eixos estruturantes das práticas pedagógicas, pois são fundamentais para ampliar a os
saberes levando em consideração os pilares da Educação Infantil que são: Aprender a
Ser, Aprender a Conviver, Aprender a Fazer e Aprender a Aprender. Dentre as formas
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70
culturais de agir, sentir e pensar o mundo das crianças pequenas, o brincar é o modo
singular delas se constituírem como sujeitos produtores de cultura.
Piaget (apud WAJSKOP, 1995, p. 63) nos diz que: “Os jogos fazem parte do
ato de educar, num compromisso consciente, intencional e modificador da sociedade;
educar ludicamente não é jogar lições empacotadas para o educando consumir
passivamente; antes disso é um ato consciente e planejado, é tornar o indivíduo
consciente, engajado e feliz no mundo”.
A organização curricular por campos de experiência responde às diretrizes
legais e valoriza a prática pedagógica que tem como eixos a interação e a brincadeira.
Dessa forma, e de acordo com as DCNEI/2009, em seu artigo 3º, concebem o
currículo da Educação Infantil como:
(...) um conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes
das crianças, com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico,
ambiental, científico e tecnológico, de modo a promover o desenvolvimento integral de
crianças de 0 a 5 anos de idade.
(BRASIL, CNE/CEB, 2009)
Para favorecer a avaliação e a organização do nosso trabalho estabelecemos,
de acordo com a Orientação da OP de 2017, a nomenclatura utilizada no Pacto
Nacional de Alfabetização na Idade Certa (PNAIC) considerando-se que os objetivos
trabalhados com os alunos desta faixa etária e os objetivos indicados em cada campo
possam ser aprofundados ao longo desta etapa da educação pré-escolar. Para isso é
importante que ao propor as atividades os professores levem em consideração os :
• INTRODUZIR uma nova capacidade/habilidade, levando os alunos a se
familiarizarem com conteúdos e conhecimentos. Esta introdução não
significa somente um primeiro contato com o conceito apresentado, mas
também a primeira experiência escolar planejada por ele, para sua
turma poder trabalhar sistematicamente com tal capacidade.
• APROFUNDAR na aplicação de um conhecimento que já foi ensinado.
Significa organizar e planejar diversas atividades que enfoquem o
conteúdo trabalhado e já garantido na sala de aula. Este
aprofundamento deve ser utilizado como recurso de sistematização do
trabalho desenvolvido na rotina escolar e favorecer a aprendizagem dos
alunos.
• CONSOLIDAR significa sedimentar, tornar claro e evidente os avanços
que ocorreram na progressão da aprendizagem e no desenvolvimento
dos alunos. Estes conhecimentos devem ser os principais objetos de
reflexão.
As inicias abaixo relacionadas serão utilizadas para indicar:
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Introduzir Aprofundar Consolidar
I A C
CAMPOS DE EXPERIÊNCIA
O EU, O OUTRO E O NÓS.
“É na interação com os pares e com adultos que as crianças vão constituindo
um modo próprio de agir, sentir e pensar e vão descobrindo que existem outros modos
de vida, pessoas diferentes, com outros pontos de vista. Conforme vivem suas
primeiras experiências sociais (na família, na instituição escolar, na coletividade),
constroem percepções e questionamentos sobre si e sobre os outros, diferenciando-se
e, simultaneamente, identificando-se como seres individuais e sociais. Ao mesmo
tempo em que participam de relações sociais e de cuidados pessoais, as crianças
constroem sua autonomia e senso de autocuidado, de reciprocidade e de
interdependência com o meio.
Por sua vez, na Educação Infantil, é preciso criar oportunidades para que as
crianças entrem em contato com outros grupos sociais e culturais, outros modos de
vida, diferentes atitudes, técnicas e rituais de cuidados pessoais e do grupo, costumes,
celebrações e narrativas. Nessas experiências, elas podem ampliar o modo de
perceber a si mesmas e ao outro, valorizar sua identidade, respeitar os outros e
reconhecer as diferenças que nos constituem como seres humanos.” (BNCC 2017
p.36)
O EU, O OUTRO E O NÓS
Objetivos: Inf.
III
Inf.
IV
Inf.
V
Construir sua identidade a partir das vivências familiares e
escolares;
I A A
Interagir com outras crianças da mesma faixa etária e adultos,
adaptando-se ao convívio social.
A A A
Reconhecer-se a si mesmo e ao outro, buscando compreendê-lo e
fazendo-se compreender;
I A A
Demonstrar atitudes de cuidado e solidariedade na interação com
o outro, respeitando as regras de convívio social nas interações e
brincadeiras;
I A A
Compreender a necessidade das regras, respeitando as vivências
socioculturais;
I A A
Demonstrar a imagem positiva de si e confiança em sua
capacidade para enfrentar dificuldades e desafios;
I A A
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Habituar-se a práticas de cuidado com o corpo, desenvolvendo
noções de bem-estar;
I A A
Adotar hábitos de autocuidado, valorizando atitudes relacionadas à
higiene, alimentação, conforto e cuidados com a aparência;
I A A
Ampliar as relações interpessoais, desenvolvendo atitudes de
participação e cooperação;
I A A
Comunicar suas ideias e sentimentos. I A A
Resolver conflitos nas interações e brincadeiras; I A A
Desenvolver atitudes éticas de solidariedade, cooperação,
generosidade, tolerância e respeito ao outro;
I A A
Respeitar regras básicas de convívio social nas interações e
brincadeiras
I A A
Saberes:
• Manifestações culturais de sua cidade: meios de vida, tradições, folclore;
• Respeito à individualidade e à diversidade de todos;
• Atitudes de cooperação, solidariedade e tolerância;
• Direitos e deveres;
• Atitudes de iniciativa, participação, capacidade de argumentação;
• Ritos, valores, hábitos e atitudes para a vida em sociedade;
• Tipos de moradia;
• Outras pessoas, outros espaços, tempos e culturas;
• Estratégias de negociação pelo uso do diálogo como forma de resolver
conflitos;
• Planejamento de rotina diária, avaliação, auto avaliação;
• Profissões diversas e aspectos significativos do mundo do trabalho;
• Estruturas familiares e noções de parentesco;
• Formas de organização das cidades, estruturas, equipamentos públicos e
privados, além de ruas, avenidas, becos, praças;
• Transformações que ocorrem no mundo social;
Experiências:
• Conhecer e explorar o meio social no qual estão inseridas;
• Circular por espaços da instituição, bairro e cidade, como museus, parques,
teatros e eventos culturais;
• Interagir com as crianças da escola;
• Participar de brincadeira simbólica;
• Relatar vivências pessoais;
• Usar o diálogo para a resolução de conflitos;
• Participar da construção, planejamento e avaliação da rotina escolar;
• Construir e respeitar normas e combinados de convivência social;
• Levantar hipóteses e realizar pesquisas sobre assuntos diversos em diferentes
fontes, registrando as impressões por meio de diferentes linguagens;
• Construir maquetes, organizar trajetos, elaborar mapas e guiar-se por eles;
• Fazer amigos
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Papel do professor:
• Instigar a curiosidade das crianças;
• Orientar de maneira autônoma as práticas sociais de autocuidado;
• Vivenciar com as crianças ações cotidianas de valores éticos e estéticos;
• Problematizar situações cotidianas;
• Acolher as crianças em suas necessidades e especificidades;
• Observar, interagir e intervir nas brincadeiras das crianças;
• Promover diferentes estudos do meio;
• Propor atividades com o uso de diferentes meios de comunicação e outros
recursos tecnológicos e midiáticos;
• Propor vivências de negociação e troca;
• Possibilitar a interação;
• Apresentar diferentes manifestações culturais;
• Contribuir para o desenvolvimento do sentimento de pertencimento social;
• Refletir com as crianças sobre seus direitos e deveres;
• Organizar espaços e tempo para a vivência de brincadeiras simbólicas;
• Contribuir para o desenvolvimento de atitudes de respeito e tolerância,
considerando a diversidade;
ORALIDADE E ESCRITA
“Desde o nascimento, as crianças participam de situações comunicativas
cotidianas com as pessoas com as quais interagem. As primeiras formas de interação
do bebê são os movimentos do seu corpo, o olhar, a postura corporal, o sorriso, o
choro e outros recursos vocais, que ganham sentido com a interpretação do outro.
Progressivamente, as crianças vão ampliando e enriquecendo seu vocabulário e
demais recursos de expressão e de compreensão, apropriando-se da língua materna –
que se torna, pouco a pouco, seu veículo privilegiado de interação.
Na Educação Infantil, é importante promover experiências nas quais as
crianças possam falar e ouvir, potencializando sua participação na cultura oral, pois é
na escuta de histórias, na participação em conversas, nas descrições, nas narrativas
elaboradas individualmente ou em grupo e nas implicações com as múltiplas
linguagens que a criança se constitui ativamente como sujeito singular e pertencente a
um grupo social.
Desde cedo, a criança manifesta curiosidade com relação à cultura escrita: ao
ouvir e acompanhar a leitura de textos, ao observar os muitos textos que circulam no
contexto familiar, comunitário e escolar, ela vai construindo sua concepção de língua
escrita, reconhecendo diferentes usos sociais da escrita, dos gêneros, suportes e
portadores.
Na Educação Infantil, a imersão na cultura escrita deve partir do que as
crianças conhecem e das curiosidades que deixam transparecer. As experiências com
a literatura infantil, propostas pelo educador, mediador entre os textos e as crianças,
contribuem para o desenvolvimento do gosto pela leitura, do estímulo à imaginação e
da ampliação do conhecimento de mundo. Além disso, o contato com histórias, contos,
fábulas, poemas, cordéis etc. propicia a familiaridade com livros, com diferentes
gêneros literários, a diferenciação entre ilustrações e escrita, a aprendizagem da
direção da escrita e as formas corretas de manipulação de livros.
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Nesse convívio com textos escritos, as crianças vão construindo hipóteses
sobre a escrita que se revelam, inicialmente, em rabiscos e garatujas e, à medida que
vão conhecendo letras, em escritas espontâneas, não convencionais, mas já
indicativas da compreensão da escrita como sistema de representação da língua.”
(BNCC 2017, p.38)
ORALIDADE
Objetivos: Inf. III Inf. IV Inf. V
Expressar ideias, desejos e sentimentos sobre
suas vivências, por meio da linguagem oral;
I A A
Ampliar as possibilidades de narração de fatos e
interlocução, por meio da linguagem oral.
I I A
Dialogar e interagir com crianças e adultos
expressando seus desejos, necessidades,
sentimentos e opiniões.
I A A
Ampliar seu vocabulário e avançar
progressivamente em relação ao pensamento
conceitual, possibilitando uma compreensão,
cada vez maior, de si e do mundo em que vive.
I I I
Inventar brincadeiras cantadas, poemas e
canções, criando rimas, aliterações e ritmos.
I A A
Desenvolver postura de respeito e escuta a fala
do outro, percebendo que existem vários pontos
de vista.
I I I
Desenvolver a consciência fonológica. I I A
Demonstrar interesse e atenção ao ouvir a leitura
de histórias e outros textos,
I A C
Recontar histórias ouvidas para a produção de
reconto escrito tendo a professora como escriba.
I I A
Formular e responder perguntas sobre fatos da
história narrada, identificando cenários,
personagens e principais acontecimentos.
I I A
Saberes:
• A língua portuguesa falada em suas diversas funções e usos sociais;
• Palavras e expressões de nossa língua e sua pronúncia;
• Atitude de escuta e respeito à fala do outro;
• Maneiras de se expressar com clareza;
• Sons da língua e sonoridade das palavras;
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• Repertório de textos orais que constituem nosso patrimônio cultural literário.
Experiências:
• Participar de situações de escuta;
• Ser chamado pelo próprio nome;
• Emitir sons articulados a gestos e ser interpretado pelo adulto;
• Nomear e descrever objetos, pessoas, fotografia, gravuras;
• Expressar necessidades, desejos, sentimentos e ideias;
• Conversar, fazer e responder perguntas;
• Contar e ouvir casos, relatos;
• Ouvir, contar e recontar histórias, lendas, fábulas, poesias, piadas, parlendas
e trava-línguas.
• Pedir e atender pedidos, dar e ouvir recados, avisos, orientações e
instruções.
• Utilizar expressões de cortesia (cumprimentar, agradecer, despedir-se);
• Participar do planejamento e avaliação do trabalho, construir regras e
combinados;
• Explicar e ouvir explicações, levantar hipóteses, expor e ouvir ideias,
opiniões, sentimentos, dúvidas, curiosidades, confrontar ideias e pontos de
vista, argumentar;
• Dar e ouvir notícias, informações científicas, entrevistar e ser entrevistado.
• Vivenciar jogos e brincadeiras que explorem a sonoridade das palavras;
• Participar de jogos e brincadeiras de linguagem;
• Cantar, dramatizar;
Papel do professor:
• Cumprir papel de interlocutor, interpretando, traduzindo, organizando e
incentivando as falas das crianças, explicitando seus desejos, sentimentos e
ideias;
• Utilizar uma linguagem clara;
• Ser referência da norma culta na linguagem padrão para as crianças, sem,
no entanto, exigir delas correção linguística, respeitando seu momento de
desenvolvimento, bem como a variedade utilizada na sua cultura.
• Fazer a intermediação, organizar e sistematizar a fala do grupo, suas
conversas, suas discussões, questionamentos, levantamento de hipóteses,
tanto no que se refere à postura (respeitar a fala do outro, esperar a sua
vez), quanto ao conteúdo;
• Possibilitar a fala de todos e favorecer a compreensão;
• Ampliar e enriquecer as falas das crianças;
• Criar e potencializar situações em que as crianças possam construir
narrativas (contando suas próprias vivências, casos, recontando e
inventando histórias);
• Oferecer o acesso, de forma significativa, a vários tipos de textos orais que
possibilitem a vivência das diversas funções da linguagem.
• Possibilitar a reflexão tanto sobre a sonoridade das palavras, quanto sobre a
estrutura dos textos orais nos seus processos de produção e reprodução;
• Favorecer o acesso e a utilização de recursos tecnológicos que permitem
veicular a linguagem oral, como gravadores, aparelhos de CD, microfones,
telefones e etc;
• Enriquecer o repertório de textos orais que se constituem como patrimônio
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cultural, favorecendo, principalmente, a vivência das funções literária e
expressiva da linguagem oral (histórias, lendas, mitos, fábulas, poesias,
parlendas, trava-línguas, piadas, adivinhas e etc.).
ESCRITA
Objetivos: Inf. III Inf. IV Inf. V
Conhecer e reconhecer os diversos suportes e gêneros
textuais da linguagem e escrita
I I A
Reconhecer e escrever o próprio nome e outros que lhe
sejam significativos
I A C
Desenvolver a consciência fonológica e avançar no
processo de construção do sistema alfabético de escrita
I I A
Compreender, gradualmente, as relações entre linguagem
oral e escrita, percebendo suas semelhanças e
diferenciando-as a partir das marcas e características
evidenciadas nos seus processos de produção.
I I A
Reconhecer e nomear as letras do alfabeto. I A C
Levantar hipóteses em relação à linguagem escrita,
realizando registro de palavras e texto, por meio de escrita
espontânea.
I I A
Apropriar-se, progressivamente, dos usos e funções sociais
da linguagem escrita.
I I A
Constituir-se, gradativamente, como leitor e produtor de
textos, considerando objetivos, interlocutores, contexto de
enunciação, estrutura e organização de textos.
I I I
Apropriar-se dos aspectos gráficos da escrita I I A
Diferenciar desenho, letras e números I A C
Familiarizar-se com o uso da biblioteca I A C
Apropriar-se do uso dos recursos tecnológicos e midiáticos,
disponíveis na unidade escolar, que possibilitam a leitura e
a escrita.
I I I
Diferenciar escrita de ilustrações e acompanhando, com
orientação do adulto – leitor, a direção da leitura (de cima
para baixo, da esquerda para a direita).
I I A
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Saberes:
• Diferentes usos e funções da escrita;
• Escrita do próprio nome, do nome dos colegas;
• Diferentes tipos, gêneros e suportes de textos que circulam em nossa sociedade,
com suas diferentes estruturas textuais, tramas e diagramação;
• Diferentes gêneros literários, seus autores, suas características e seus suportes;
• Estratégias e procedimentos para leitura e produção de textos;
• Sistema alfabético de representação da escrita e mecanismos de escrita;
• Aspectos gráficos da escrita;
• Materiais e tecnologias variadas para a produção da escrita: lápis, caneta, giz,
computador, etc, e seus diferentes usos;
• Procedimentos adequados ao uso dos livros e da biblioteca.
Experiências:
• Explorar livros de materiais diversos;
• Ouvir e apreciar histórias e outros textos literários lidos pelo professor (poemas,
contos, literatura popular, lendas, fábulas. parlendas, músicas, etc.);
• Presenciar situações significativas de leitura e escrita;
• Manusear diversos suportes textuais;
• Ter acesso a bibliotecas;
• Ter acesso a livros de literatura, escolhê-los e lê-los à sua maneira;
• Ler e escrever o próprio nome, o nome dos colegas e de pessoas próximas;
• Recontar, reescrever e produzir histórias tendo o professor como escriba;
• Ler, interpretar e/ou produzir diversos tipos de textos, com diferentes estruturas,
tramas, gêneros e funções (placas, etiquetas, outdoors, rótulos, bilhetes, cartas,
convites, textos científicos, relatos, anotações, propagandas, etiquetas, notícias,
listas, receitas e etc.), para diversos interlocutores, utilizando-se de diversos
suportes textuais, tendo o professor como leitor e escriba em diferentes situações
em que esses se tornem necessários (contexto de enunciação);
• Vivenciar jogos e brincadeiras que envolvam a escrita (forca, bingo, cruzadinhas,
etc.) e utilizar materiais escritos em brincadeiras de faz de conta;
• Fazer tentativas e reflexões sobre a escrita e leitura de textos oralmente garantidos,
isto é, textos que as crianças guardam de memória como nomes, etiquetas, títulos,
poemas, parlendas, músicas e etc.;
• Reconhecer o computador como recurso tecnológico e suporte textual que
possibilita a leitura e a produção escrita.
Papel do professor:
• Possibilitar o acesso e a compreensão pelas crianças das diversas funções sociais
da linguagem escrita, utilizando-se dos diversos tipos de textos, em situações em
que estes se tornem necessários no cotidiano escolar.
• Possibilitar que as crianças explorem os livros e outros suportes de textos, tanto
como objetos de exploração física, quanto para fazerem suas tentativas de leitura.
• Favorecer o estabelecimento de uma relação prazerosa das crianças com a
linguagem escrita, oportunizando lhes frequentemente o acesso ao repertório
cultural literário e às formas lúdicas de utilização desta linguagem.
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• Promover situações que favoreçam o reconhecimento dos próprios nomes e de
todas as crianças da turma, para que sirvam tanto como confronto para as
prováveis hipóteses de escrita e leitura elaboradas pelas crianças, quanto para a
apropriação do repertório de letras e seu traçado.
• Criar oportunidades para que as crianças percebam as diferenças entre a
linguagem oral e a escrita.
• Assumir, inicialmente, o papel de escriba e leitor, tendo em vista que, mesmo sem
saber ler e escrever convencionalmente, as crianças conseguem produzir e
compreender a linguagem escrita.
• Propiciar atividades de produção de textos, nas quais ele escreve pelo grupo,
questionando sobre objetivos e interlocutores do texto, e negociando o enunciado,
de modo a aproximar da linguagem que se escreve.
• Possibilitar o desenvolvimento de diversas estratégias de antecipação do significado
dos textos, nas quais as crianças colocam em jogo tudo o que sabem para
descobrirem o que não sabem.
• Favorecer a compreensão de textos lidos, por meio da busca de indícios que
permitam não apenas a confirmação de hipóteses levantadas, como também
possibilitem às crianças inferir e extrapolar o texto.
• Buscar conhecer, compreender e valorizar o nível de escrita em que as crianças se
encontram.
• Questionar, criar conflitos e informar, tanto por meio de perguntas, quanto na
própria organização dos materiais com os quais as crianças irão trabalhar.
• Explorar a sonoridade das palavras por meio de jogos e brincadeiras, e possibilitar
às crianças refletirem sobre essas semelhanças, levando-as a perceber que a
escrita representa os aspectos sonoros da fala.
• Criar oportunidades das crianças produzirem escritas à sua maneira e lerem,
apontando o que escrevem.
• Oferecer para as produções escritas, textos de referência oralmente garantidos ou
textos com estruturas simples, como nomes, títulos, etiquetas, listas, etc.
• Disponibilizar suportes de escrita nas brincadeiras de faz de conta em que estes
materiais possam se tornar necessários.
• Constituir-se como um bom modelo de escriba e leitor, no que se refere à postura
corporal, à preensão do lápis, à organização espacial da escrita, além de orientador
das crianças quanto a esses aspectos.
• Apresentar e possibilitar (na medida dos recursos disponíveis) o acesso a
tecnologias de escrita, utilizando-as para processos significativos de leitura e
escrita.
CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS
“Com o corpo (por meio dos sentidos, gestos, movimentos impulsivos ou
intencionais, coordenados ou espontâneos), as crianças, desde cedo, exploram o
mundo, o espaço e os objetos do seu entorno, estabelecem relações, expressam-se,
brincam e produzem conhecimentos sobre si, sobre o outro, sobre o universo social e
cultural, tornando-se, progressivamente, conscientes dessa corporeidade. Por meio
das diferentes linguagens, como a música, a dança, o teatro, as brincadeiras de faz de
conta, elas se comunicam e se expressam no entrelaçamento entre corpo, emoção e
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linguagem. As crianças conhecem e reconhecem as sensações e funções de seu
corpo e, com seus gestos e movimentos, identificam suas potencialidades e seus
limites, desenvolvendo, ao mesmo tempo, a consciência sobre o que é seguro e o que
pode ser um risco à sua integridade física.
Na Educação Infantil, o corpo das crianças ganha centralidade, pois ele é o
partícipe privilegiado das práticas pedagógicas de cuidado físico, orientadas para a
emancipação e a liberdade, e não para a submissão. Assim, a instituição escolar
precisa promover oportunidades ricas para que as crianças possam, sempre animadas
pelo espírito lúdico e na interação com seus pares, explorar e vivenciar um amplo
repertório de movimentos, gestos, olhares, sons e mímicas com o corpo, para
descobrir variados modos de ocupação e uso do espaço com o corpo (tais como
sentar com apoio, rastejar, engatinhar, escorregar, caminhar apoiando-se em berços,
mesas e cordas, saltar, escalar, equilibrar-se, correr, dar cambalhotas, alongar-se
etc.).” (BNCC 2017, p.37)
CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS
Objetivos: Inf.
III
Inf.
IV
Inf.
V
Desenvolver a capacidade de criar, imaginar e se expressar por
meio de gestos e movimentos;
I A A
Controlar gradualmente o próprio movimento, aperfeiçoando seus
recursos de deslocamento, tornando-os mais ágeis, seguros e
suas ações mais precisas;
I A A
Ampliar seu repertório de manifestações culturais, estéticas e
artísticas relacionadas ao movimentar-se humano, reconhecendo
e respeitando a diversidade (diferenças corporais relativas a
gênero, etnia, faixa etária e condições físicas);
I I A
Construir a autonomia de movimentos necessários ao
autocuidado;
I A C
Desenvolver as percepções visual, olfativa, gustativa, auditiva, tátil
e cinestésica;
I A A
Saberes:
• Autoconhecimento;
• Possibilidades e limites do próprio corpo;
• Atenção;
• Procedimentos de autocuidado (práticas relativas à saúde, higiene e
alimentação);
• Reconhecimento e respeito à diversidade;
• Noções espaciais (dentro, fora, perto, longe, embaixo, em cima, de um lado, do
outro, esquerda, direita, à frente, atrás);
• Diferentes odores, sabores, texturas, consistências, cores, imagens, sons;
• Estado de tensão, relaxamento, movimento, inércia (sensação cinestésica);
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• Jogos e brincadeiras;
• Diferentes manifestações culturais como: dança, teatro e brincadeiras
populares;
• Modalidades e elementos do teatro (teatro de sombra, musical, histórias
musicadas, músicas dramatizadas);
• Estilos e elementos da dança;
Experiências:
• Brincar de faz de conta com fantasias, maquiagens, roupas, sapatos, bijuterias
e outros acessórios que ajudem a compor os diferentes personagens;
• Participar de brincadeiras e jogos que envolvam correr, subir, escorregar,
pendurar-se, movimentar-se, dançar e saltar;
• Alimentar-se, ir ao banheiro, vestir-se e calçar-se sozinha;
• Explorar todos os tipos de sensações e situações do cotidiano (sentir os
odores, sentir as texturas, ficar atenta aos sons do ambiente, ao silêncio,
experimentar os alimentos e descrever as sensações);
• Brincar de caixa surpresa, reconhecendo os objetos pelo tato, cheiro, gosto e
que produzem, descrevendo as sensações;
• Participar de circuito motor com obstáculos que permitam arrastar, engatinhar,
levantar, subir, descer, passar por dentro, por baixo, saltar e rolar;
• Brincar com pneus, corda e bolas;
• Vivenciar brincadeiras e jogos corporais como amarelinha, roda, boliche, bola
ao cesto;
• Montar quebra-cabeças, jogos de encaixe, materiais não estruturados e
naturais;
• Vivenciar brincadeiras que envolvam tensão e relaxamento (vivo ou morto,
estátua);
• Brincar de controlar a respiração (soprar naturalmente ou canudos, conduítes,
canos peixinhos de papel de seda, bola ou tinta);
• Fazer releituras corporais de obras de arte;
• Vivenciar histórias dramatizadas com o grupo;
• Movimentar-se livremente expressando sentimentos e ideias;
• Dramatizar histórias imitando e criando personagens;
• Assistir e criar peças de teatro com pessoas, de fantoches, de bonecos, de
varetas, com objetos que se transformam, teatro de sombra, etc.
• Assistir e participar de apresentações de dança e festa regionais;
• Dançar criando movimento.
• Vivenciar jogos de imitação e mímica;
• Criar cenários, personagens e tramas nas brincadeiras de faz de conta;
Papel do professor:
• Planejar, organizar os espaços, mediar e intervir nas relações;
• Possibilitar que as crianças vivenciem jogos e brincadeiras que envolvam o
corpo;
• Favorecer a autonomia das crianças em relação ao autocuidado;
• Explorar as sensações olfativas, gustativas, auditivas, visuais, táteis e
cinestésicas, tanto em situações que surgem no cotidiano, quanto em
situações planejadas e organizadas;
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• Organizar tempos e espaços (internos e externos) no cotidiano do seu trabalho,
para que as crianças vivenciem experiências corporais, tanto nas suas
dimensões prática funcional e sensorial, quanto nas dimensões lúdica,
expressiva estética e artística.
• Criar situações significativas que estimulem o desenvolvimento e o domínio
progressivo das possibilidades corporais e da capacidade das crianças de
controle de seu corpo.
• Possibilitar que as crianças vivenciem jogos e brincadeiras que envolvam o
corpo.
• Organizar espaços e materiais.
• Acompanhar e potencializar as relações que as crianças estabelecem com seu
corpo, com o espaço, com os objetos, com os elementos da natureza.
• Favorecer a expressividade articulada a outras formas de expressão.
• Favorecer o livre movimento do corpo que possibilite o desenvolvimento de
gestos e ritmos criativos e estéticos, evitando a padronização e o
disciplinamento dos corpos.
• Favorecer e ampliar o acesso das crianças ao rico acervo cultural que envolva
as manifestações corporais (jogos, brincadeiras, práticas esportivas, dança,
mímica e teatro).
• Pesquisar grupos de teatro, dança e de outras manifestações culturais na
comunidade e na cidade, e organizar possibilidades para que as crianças
conheçam.
• Oferecer oportunidades para que o teatro e a dança sejam vividos como fonte
de prazer, cultura e como possibilidade de as crianças se expressarem
corporalmente.
ESPAÇOS TEMPOS E QUANTIDADES
“As crianças vivem inseridas em espaços e tempos de diferentes dimensões,
em um mundo constituído de fenômenos naturais e socioculturais. Desde muito
pequenas, elas procuram se situar em diversos espaços (rua, bairro, cidade etc.) e
tempos (dia e noite; hoje, ontem e amanhã etc.). Demonstram também curiosidade
sobre o mundo físico (seu próprio corpo, os fenômenos atmosféricos, os animais, as
plantas, as transformações da natureza, os diferentes tipos de materiais e as
possibilidades de sua manipulação etc.) e o mundo sociocultural (as relações de
parentesco e sociais entre as pessoas que conhece; como vivem e em que trabalham
essas pessoas; quais suas tradições e seus costumes; a diversidade entre elas etc.).
Além disso, nessas experiências e em muitas outras, as crianças também se deparam,
frequentemente, com conhecimentos matemáticos (contagem, ordenação, relações
entre quantidades, dimensões, medidas, comparação de pesos e de comprimentos,
avaliação de distâncias, reconhecimento de formas geométricas, conhecimento e
reconhecimento de numerais cardinais e ordinais etc.) que igualmente aguçam a
curiosidade.
Sendo assim, a Educação Infantil precisa promover experiências nas quais as
crianças possam fazer observações, manipular objetos, investigar e explorar seu
entorno, levantar hipóteses e consultar fontes de informação para buscar respostas às
suas curiosidades e indagações. Desta forma, a instituição escolar está criando
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oportunidades para que as crianças ampliem seus conhecimentos do mundo físico e
sociocultural e possam utilizá-los em seu cotidiano.” (BNCC 2017, p.38)
ESPAÇOS, TEMPOS E QUANTIDADES
Objetivos: Inf.
III
Inf.
IV
Inf.
V
Explorar e descrever semelhanças e diferenças entre as
características e propriedades dos objetos (textura, tamanho,
massa, volume)
I A A
Apropriar-se dos diferentes usos e funções sociais do número,
medidas e noções espaço temporais, em suas práticas
cotidianas;
I I A
Construir o conceito de Número; I I A
Apropriar-se de estratégia de contagem, de jogos, de
brincadeiras e de resoluções de problemas matemáticos do seu
cotidiano;
I I A
Desenvolver noções espaços temporais, tendo primeiramente
seu corpo e suas ações como referências;
I I A
Construir formas convencionais e não convencionais de registro
para representar os conhecimentos matemáticos;
I I A
Familiarizar-se com diferentes formas de tratamento da
informação;
I I A
Conhecer diferentes portadores numéricos. I I A
Saberes:
• Números e quantidades;
• Linguagem Matemática;
• Identificação e utilização dos números no contexto social;
• Comparação de quantidades utilizando contagem, notação numérica em
registros convencionais e não convencionais;
• Lugar e regularidade dos números naturais na sequência numérica;
• Noções de cálculo mental e contagem como ferramentas para resolver
problemas;
• Representação de quantidades;
• Propriedades dos objetos e figuras, como formas, tipos de contorno,
bidimensionalidade, tridimensionalidade, etc;
• Noções espaciais de orientação, direção, proximidade, lateralidade, exterior e
interior, lugar, distância;
• Tamanho, forma e posição dos objetos;
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• Medidas padronizadas e não padronizadas, de capacidade, tempo,
comprimento, massa, volume, valor e etc;
• Tratamento da informação;
• Organização de dados e de informações.
• Observar e comparar com seus pares as diferenças entre o tamanho dos pés e
número dos sapatos, altura, peso, número de manequim;
• Participar de atividades de culinária, usando e produzindo receitas, envolvendo
medidas de peso, quantidade, capacidade, tempo de cozimento, etc;
• Fazer e interpretar gráficos e tabelas.
Experiências:
• Manipular, explorar, comparar, organizar, sequenciar e ordenar brinquedos e
outros materiais;
• Participar de brincadeiras envolvendo cantigas, rimas, lendas e parlendas que
se utilizam de contagens e números;
• Quantificar, contar, comparar, fazer cálculos, numerar, identificar numeração,
fazer estimativas em relação à quantidade de pessoas ou objetos;
• Usar a contagem e o número em situações contextualizadas e significativas
como: distribuição de materiais, divisão de objetos, arrumação da sala, quadro
de registros, coleta de coisas;
• Ter contato com números, identificá-los e usá-los nas diferentes práticas
sociais em que se encontram;
• Resolver problemas cotidianos fazendo uso de cálculos mentais e registros
convencionais e não convencionais;
• Registrar quantidades de forma convencional e não convencional em jogos,
brincadeiras, votações, etc;
• Fazer operações de soma, subtração, multiplicação, divisão, em situações do
cotidiano em que estas se tornem necessárias;
• Observar no meio natural e social as formas geométricas existentes,
descobrindo semelhanças e diferenças entre objetos no espaço, combinando
formas, estabelecendo relações espaciais e temporais, em situações que
envolvam descrições orais, construções e representações;
• Participar de jogos que envolvam número, quantidade, medidas, formas, etc,
tais como: amarelinha, dominó, boliche, percurso, memória, quebra-cabeça;
• Construir jogos matemáticos;
• Participar de jogos de faz de conta envolvendo atividades de compra e venda
como supermercado, posto de gasolina, salão de beleza, etc;
• Utilizar diferentes instrumentos de nossa cultura que possibilitem usar e pensar
sobre o número, medidas e grandezas, em contextos significativos como:
calendário, termômetro, balança, relógio, ampulheta, ábaco, calculadora, etc;
• Reconhecer figuras geométricas, formas e contornos, superfícies,
bidimensionalidade, tridimensionalidade, bem como suas relações;
• Conhecer mapas ou guias para deslocar-se e fazer mapas ou anotações de
percursos com marcação de pontos referenciais;
• Promover atividades de anotação e pesquisa sobre os dados a serem
coletados e comparados.
• Organizar a atividade de culinária, separando ingredientes, organizando a
escrita da receita e usando/ comparando as unidades de medida usadas .
• Proporcionar atividades que envolvam o uso de dados e a elaboração de vários
tipos de gráficos.
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RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES NO MUNDO FÍSICO E NATURAL
“Pensando na especificidade das experiências relacionadas ao mundo
físico e natural, no trabalho com esse campo de experiência, não podemos
perder de vista as peculiaridades do momento de desenvolvimento vivido pelas
crianças. Em relação às características de seu pensamento, nessa fase da vida
elas possuem uma lógica própria, marcada pela subjetividade, pelo
pensamento egocêntrico e influenciada pelas emoções. As noções e
pseudoconceitos sobre os fenômenos que a cercam são inicialmente bastante
genéricos, e, aos poucos, em função das experiências que vivenciam e da
mediação do professor, vão se particularizando. Expostas a diferentes
situações e contextos de aprendizagem, as crianças vão formulando e
reformulando hipóteses e ideias explicativas sobre o mundo físico e natural.
Sabemos, entretanto que aprendizagens e conceitos próprios desse campo de
experiência não se consolidam nesta etapa da Educação Básica, constituindo-
se gradativamente na etapa subsequente.” (Currículo na Educação Infantil
diálogo com os demais elementos da proposta pedagógica)
RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES NO MUNDO FÍSICO E NATURAL
Objetivos: Inf. III Inf. IV Inf. V
Observar, relatar e descrever incidentes do
cotidiano e fenômenos naturais (luz solar, vento,
chuva etc.)
I I A
Perceber-se como sujeito histórico e reconhecer a
diversidade humana como um aspecto enriquecedor
e plural;
I I A
Apropriar-se de conhecimentos sobre o meio em
que vive na perspectiva de atuar nele de forma
sustentável, fazendo uso dos recursos naturais e
tendo consciência de seus limites e possibilidades;
I I A
Aprender a respeitar e a preservar a natureza
percebendo-se como parte integrante do
ecossistema;
I I A
Sentir o prazer da descoberta por meio de
perguntas que aguçam a curiosidade, criando uma
postura investigativa;
I I A
Conhecer questões que ameaçam nosso meio
ambiente.
I I A
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Compartilhar, com outras crianças, situações de
cuidado de plantas e animais nos espaços da
escola e fora dela.
I I A
Aprender a respeitar a preservar a natureza,
percebendo-se como parte integrante do
ecossistema;
I I A
Desenvolver o prazer da descoberta por meio de
perguntas, da curiosidade e da postura
investigativa;
I I A
Relacionar-se com outras crianças, com seu próprio
corpo, com seus sentimentos e emoções,
envolvendo autoconhecimento, autoestima,
autoconfiança e auto-organização;
I I A
Aprender a responsabilizar-se por seus pertences; I A A
Saberes:
• Características físicas, propriedades e utilidades dos objetos;
• Corpo humano;
• Animais e seus modos de vida;
• Plantas;
• Meio ambiente;
• Fenômenos naturais, físicos e químicos;
• Reaproveitamento, reciclagem e compostagem;
• Instrumentos para observação e experimentação;
• Transformação da natureza, ciclo da vida, metamorfose, cadeia alimentar, etc;
• Mudanças nos estados físicos da matéria;
• Biodiversidade;
• Estações do ano, clima, vegetação;
• Elementos da natureza: água, fogo, terra e ar.
Experiências:
• Relacionar-se com o seu próprio grupo social e com as pessoas de diferentes
culturas: seus valores e formas de organização;
• Observar plantas e animais no ecossistema, modos de vida, cadeia alimentar,
etc;
• Participar da construção da horta, jardins;
• Plantar e cuidar de plantas e animais;
• Comunicar ideias, descobertas e propor soluções;
• Conhecer os problemas socioambientais, pensando em como solucioná-los;
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• Fazer misturas, provocando e observando mudanças físicas e químicas na
realização de atividades de culinária, de pintura, de brincadeiras e experiências
com água, terra, argila e etc.
• Observar os fenômenos da natureza;
• Comunicar ideias, descobertas e propor soluções.
• Formular hipóteses e representá-las por meio de diferentes linguagens;
• Visitar museus, zoológicos, planetários, aquários e outros relacionados ao
tema;
• Cuidados com seu próprio corpo;
• Descobrir o próprio corpo e o corpo do outro;
• Participar da organização e manutenção dos espaços coletivos;
• Trabalhar em grupo, organizar-se, saber ouvir, dividir com os outros, ajudar e
pedir ajuda;
Papel do professor:
• Planejar seu trabalho, organizando espaços e materiais, tempo, crianças,
metodologias e instrumentos de trabalho;
• Incorporar na rotina escolar, atividades que possibilitem às crianças o contato
com a natureza.
• Instigar a curiosidade.
• Problematizar situações para que as crianças elaborem hipóteses e
observações sobre o assunto;
• Respeitar o ritmo e as ideias observadas por todas as crianças;
• Estar atento às necessidades das crianças, aproveitar as situações cotidianas
para contribuir no processo de autoconhecimento.
• Incentivar as posturas investigativas da criança.
• Levar os alunos a explorar o ambiente externo natural e físico da Unidade
Escolar.
• Apresentar rol de perguntas instigantes e disparadoras de pesquisas aos
alunos sobre os conteúdos.
• Organizar momentos na Roda de Conversa, para discussões sobre os temas,
pesquisas, experimentais tratados com os alunos na rotina escolar.
• Propiciar brincadeiras em diferentes espaços internos e externos da escola
onde os alunos possam experimentar as possibilidades de pesquisar e explorar
os novos desafios.
• Promover estudos de meio que garantam contato com espaços físicos e
naturais, relacionado com os temas trabalhados.
• Proporcionar momentos na rotina que favoreçam a exploração, identificação e
contato com o seu próprio corpo, ampliando o reconhecimento do aluno dos
seus limites e suas capacidades físicas.
• Proporcionar materiais e situações para levantamento de hipóteses pelas
crianças.
• Proporcionar estudos do meio que possibilitem a ampliação dos temas
sugeridos.
• Pesquisar materiais e vídeos sobre o tema.
• Promover atividades físicas que envolvam o autocuidado, incluindo higiene
corporal e prevenção de acidentes.
• Proporcionar atividades e brincadeiras de reconhecimento de seus pertences.
• Promover atividades de auto reconhecimento, de reconhecimento do corpo do
colega, através de jogos e brincadeiras.
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• Promover momentos de organização de materiais e brinquedos junto com as
crianças.
• Promover atividades em grupo que possibilitem trocas entre os pares e
promovam o diálogo e a interação.
TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS
“Conviver com diferentes manifestações artísticas, culturais e científicas, locais
e universais, no cotidiano da instituição escolar, possibilita às crianças, por meio de
experiências diversificadas, vivenciar diversas formas de expressão e linguagens,
como as artes visuais (pintura, modelagem, colagem, fotografia etc.), a música, o
teatro, a dança e o audiovisual, entre outras.
Com base nessas experiências, elas se expressam por várias linguagens,
criando suas próprias produções artísticas ou culturais, exercitando a autoria (coletiva
e individual) com sons, traços, gestos, danças, mímicas, encenações, canções,
desenhos, modelagens, manipulação de diversos materiais e de recursos
tecnológicos. Essas experiências contribuem para que, desde muito pequenas, as
crianças desenvolvam senso estético e crítico, o conhecimento de si mesmas, dos
outros e da realidade que as cerca.
Portanto, a Educação Infantil precisa promover a participação das crianças em
tempos e espaços para a produção, manifestação e apreciação artística, de modo a
favorecer o desenvolvimento da sensibilidade, da criatividade e da expressão pessoal
das crianças, permitindo que elas se apropriem e reconfiguram, permanentemente, a
cultura e potencializem suas singularidades, ao ampliar repertórios e interpretar suas
experiências e vivências artísticas.” (BNCC 2017, p.37)
TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS
Objetivos Inf. III Inf. IV Inf. V
Desenvolver a capacidade de se expressar, de
atribuir sentidos ao mundo, às sensações e aos
pensamentos por meio de várias modalidades da
linguagem visual e plástica.
I I A
Construir repertórios visuais, a partir da exploração
de diversas formas, texturas, cores e suportes.
I I A
Desenvolver a capacidade artística e a capacidade
de apreciação.
I I A
Apropriar-se de vários elementos que possibilitam a
produção e apreciação nas artes visuais. (formas,
espaço, cor, luz, textura, volume, linhas, pontos etc.)
I I A
Construir atitude de autoconfiança por sua produção
e de respeito pela produção dos colegas.
I I A
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Vivenciar diversas formas de expressão através da
música, teatro e dança.
I I A
Explorar e identificar elementos sonoros. I I A
Utilizar materiais variados com possibilidades de
manipulação (argila, massa de modelar, papéis de
diferentes texturas ou gramaturas etc.) explorando
cores, texturas, superfícies, planos, formas e
volumes ao criar objetos tridimensionais.
I I A
Reconhecer as qualidades do som (intensidade,
duração, altura, timbre), utilizando-as em suas
produções sonoras e ao ouvir músicas e sons.
I I A
Expressar-se livremente por meio de desenho
pintura, colagem, dobradura e escultura, criando
produções bidimensionais e tridimensionais.
I I A
Utilizar diferentes fontes sonoras disponíveis no
ambiente em brincadeiras cantadas, canções,
músicas e melodias.
I I A
Saberes:
• História da arte, dança, música, teatro, instrumentos musicais.
• Diversas modalidades das artes visuais (desenho, pintura, colagem, instalação
etc).
• Elementos da linguagem visual (ponto, linha, espaço, cor, forma, textura,
volume, luz, movimento etc.)
• Suportes, materiais, instrumentos e técnicas das artes visuais e seus usos.
• Obras de arte, sua história seus autores.
• Espaços que abrigam arte e como acessá-los.
• Estratégias para apreciação estética.
• Atitude de valorização dos próprios trabalhos e dos trabalhos dos colegas.
• Respeito pela própria produção e pela produção do outro.
• Estilos musicais diversos.
• Diferentes sons do corpo, dos objetos, da natureza;
• Altura, intensidade, duração, timbre.
• Melodia, ritmo, harmonia, andamento.
• Diversas músicas e danças.
• Diferentes instrumentos musicais convencionais e não convencionais, sua
sonoridade e formas de tocá-los.
• Atitude de respeito às diferenças de cada um no jeito de cantar e dançar.
• Atitude de respeito à diversidade musical de várias culturas - local, regional e
global.
• Criar sonoplastia e trilhas sonoras para montagem de espetáculos ou dança.
• Gravar a própria voz ou músicas interpretadas pelo grupo.
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Papel do professor:
• Investir na própria formação cultural, ampliando suas experiências estéticas e
seu repertório visual. Por meio de pesquisas e formações.
• Estar atento ao desenvolvimento da capacidade de observação, da criatividade
e do senso crítico das crianças em relação as essas linguagens.
• Incentivar as crianças a olhar com atenção as formas, cores, texturas, sons e
movimentos do mundo. Na perspectiva de ampliar seu repertório.
• Oferecer às crianças diferentes materiais recicláveis, para construção de
brinquedos e objetos.
• Garantir o acesso a livros, imagens, filmes, fotografias, cenários naturais,
ampliando suas possibilidades de experiências estéticas.
• Possibilitar com regularidade, experiências de apreciação estética às crianças,
na perspectiva de ampliar seu repertório visual.
• Disponibilizar materiais variados de acordo com a faixa etária e interesse das
crianças.
• Possibilitar que as crianças dancem acompanhando músicas com movimentos
corporais livres, podendo expressar seus sentimentos com toda sua
corporeidade.
• Ampliar o acesso ao repertório musical das crianças, mostrando outros
gêneros musicais.
• Incentivar que as crianças explorem vários instrumentos musicais, e possam
criar seus próprios instrumentos com vários materiais.
• Possibilitar que as crianças brinquem com a música, imitem, dancem,
reproduzam e inventem sons, ritmos e melodias.
• Valorizar as danças musicais de diferentes culturas e das próprias crianças.
• Criar situações para que as crianças produzam músicas, danças, sonoplastias
e trilhas musicais.
O lugar do desenho:
As crianças pensam e pesquisam muito, quando têm a oportunidade de desenhar
frequentemente. Alimentam a imaginação e o pensamento, apreciam, elaboram ideias, projetos
e pesquisas, aprendem a fazer escolhas, formam gostos, desenvolvem preferências e muitas
competências. Mas ao contrário do que muito pensam, a produção das crianças não é
espontânea nem original; é fruto de muito trabalho. (São Bernardo do Campo, 2001, p.16)
Para que o trabalho com o desenho seja realizado de maneira intencional e
consistente é necessário compreender que por meio da linguagem visual e plástica, as
crianças representam o mundo, buscando organizar-se internamente e com isso é
importante compreender as fases vivenciadas pelas crianças em seu
desenvolvimento, e que segundo Luquet e Lowenfeld são categorizadas da seguinte
forma:
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Luquet Lowenfeld
Realismo fortuito: rabiscos ou traços,
sem intenção de produzir imagens ou
representar algo.
Realismo gorado/ fracassado: a
criança já tenta representar algo, mas
ainda não consegue fazê-lo a contento,
não estabelece relações entre as partes
e o todo. Assim, exagera nas
dimensões, desconsidera as relações
espaciais entre os elementos do
desenho;
Realismo Intelectual: o desenho já
possui todos os elementos reais do
objeto, mas ela desenha o que sabe que
existe e não o que ela vê (ex: dois olhos
numa pessoa de perfil, móveis dentro de
uma casa, etc.)
Realismo visual: a criança desenha o
que vê, da forma como vê, utilizando-se
da perspectiva. O desenho se
assemelha, portanto, à fotografia do
objeto desenhado.
Garatuja desordenada: rabiscos ou traços
sem intenção de representar algo, sem
preocupação.
Garatuja ordenada: rabiscos e traços com
intenção de representação, ocupando o
espaço do papel.
Garatuja nomeada: traços intencionais,
mas sem preocupação em aproximar-se do
real, mais como um ato de imitação do
adulto nomeando suas produções.
Pré-esquema: idem ao realismo
fracassado.
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Esquema: idem ao realismo intelectual.
Realismo: idem ao realismo visual.
Assim, a forma como a criança vai se expressar, apreciar e compartilhar
significados por meio da linguagem visual, vai depender de suas experiências de vida,
bem como do conhecimento, de signos, símbolos, suportes e materiais dos mais
diversos. E, portanto, é necessário estar atento ao modo como cada criança pensou
sua obra, instiga-la a sempre observar e ampliar suas referências, por meio da
apreciação compartilhada das experiências e modos de fazer dos outros colegas,
dessa maneira cada um ampliará este universo de construções simbólicas.
BRINCAR
“A criança desenvolve-se pela experiência social, nas interações que
estabelece, desde cedo, com a experiência sócio histórica dos adultos e do mundo por
eles criado. Dessa forma, a brincadeira é uma experiência humana na qual as crianças
são introduzidas, constituindo-se em um modo de assimilar e recriar a experiência”
(Gisela Wajskop).
Mas, então, por que o brincar é tão essencial na vida infantil? Porque brincar
desenvolve na criança capacidades de apropriar-se do mundo real, fazendo com que
através da expressão simbólica tome distância daquilo que a faz sofrer, elaborando
assim medos, angústias, certezas, e identificando-se com a cultura do universo no
qual está inserida. Autores clássicos da Psicanálise como Freud e Melanie Klein
reportam-se à brincadeira como meio de expressão infantil, auxiliar na compreensão
daquilo que sozinha não poderia elaborar emocionalmente, e ao seu papel
fundamental de organização de conhecimentos, de experiências sensoriais,
emocionais, motoras, cognitivas e sociais.
Na brincadeira, a criança assume papéis definidos, regidos pelas regras de
comportamento da cultura social da qual participa; para Vygotsky, o brincar também
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libera a criança das limitações do mundo real, permitindo que ela crie situações
imaginárias, expressando seus desejos, fantasias. Ao mesmo tempo é uma ação
simbólica essencialmente social, que depende das expectativas e convenções
presentes na cultura.
Brincar com outras crianças é muito diferente de brincar somente com adultos,
por isto o espaço escolar torna-se tão privilegiado. O brinquedo entre pares possui
maior variedade de estratégias de improviso, envolve mais negociações e é mais
criativo (Sawyer, 1997), possibilita a expressão mais natural da criança, desprovida de
preconceitos ou medos do que o outro vai achar da brincadeira que propõe e participa.
Aprende, também, a negociar e a compartilhar objetos e significados com as outras
crianças.
“(...) Winnicott (1975), pediatra e psicanalista inglês, faz referência à dimensão
de criação presente no brincar. Segundo esse autor, é muito mais importante o uso
que se faz de um objeto e o tipo de relação que se estabelece com ele do que
propriamente o objeto usado. A ênfase está no significado da experiência para a
criança. Brincando, ela aprende a transformar e a usar os objetos, ao mesmo tempo
em que os investe e os “colore” conforme sua subjetividade e suas fantasias. Isso
explica por que, muitas vezes, um urso de pelúcia velho e esfarrapado tem mais
importância para uma criança do que um brinquedo novo e repleto de recursos, como
luzes, cores, sons e movimento(...)” ( Marques e Ebersol, 2013).
Uma criança que não consegue brincar deve ser alvo de preocupação;
disponibilizar espaço e tempo para brincadeiras, portanto, significa contribuir para um
desenvolvimento saudável, e a escola tem um papel essencial na proposição de
atividades que estimulem o brincar. É importante também que os adultos resgatem
sua capacidade de brincar, tornando-se, assim, mais disponíveis para as crianças
enquanto parceiros e incentivadores de brincadeiras.
Para isto, na escola e em casa a criança deve ser estimulada a brincar, a criar
e representar papéis, com auxílio de outras crianças ou de adultos parceiros de
brincadeiras, explorando e ressignificando materiais ( pote plástico vira panela,
carteira, abajour, etc, de acordo com a criatividade e capacidade de simbolizar o
universo e os materiais ao seu redor). Brincar estimula a memória, a capacidade de
expressão, de observação, de aprender a esperar sua vez, a perceber que a
frustração da perda faz parte do jogo, além de expressar se as relações sociais
estabelecidas pela criança estão dentro da normalidade, esperadas para a faixa etária.
Sendo assim, torna-se de extrema importância o favorecimento do brincar
dentro e fora da escola, possibilitando às crianças momentos de prazer, de
autoconhecimento, de formação de autoestima, tanto através de brincadeiras
organizadas e coordenadas pelo professor ou outro adulto responsável, quanto
aquelas que desenvolvem-se de forma inerente à estas figuras, na sala de aula,
parque, quadra, no quintal, na pracinha do bairro, com ou sem materiais estruturados
ou brinquedos para tal, pela simples interação criança/criança. No caso da brincadeira
dentro da escola, caberá ao professor garantir que seu acompanhamento intencional
possibilite a livre circulação das crianças pelos grupos e brincadeiras, mediando
pequenos conflitos, mas principalmente permitindo que a atividade possibilite desafios,
prazer e aprendizagens.
Temos ainda que considerar que este nosso espaço escolar privilegia o contato
social e as trocas entre pares, se considerarmos a dinâmica familiar de pais que
trabalham o dia todo, e as quase inexistentes possibilidades das crianças brincarem
em espaços coletivos, como em tempos mais antigos. É preciso repertoriar as crianças
de brincadeiras tradicionais, trazer de volta o universo lúdico e cultural das
brincadeiras passadas de geração em geração, e que necessitam apenas de poucos
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ou de nenhum material, além do humano como nos jogos e brincadeiras orais e nas
cantigas de roda.
Como temos o BRINCAR como eixo estruturante das práticas pedagógicas,
permeando todos os campos de experiência organizamos o planejamento anual com
este item em comum para todas as idades, pensando que tais objetivos serão
introduzidos, aprofundados e consolidados ao longo desta etapa da Educação Infantil.
BRINCAR COMO LINGUAGEM E CULTURA
OBJETIVOS:
• Desenvolver a capacidade de imaginação e transformação da realidade;
• Desenvolver as possibilidades corporais;
• Desenvolver as capacidades de explorar, conhecer e compreender o mundo
físico e social, dando-lhe significado;
• Desenvolver a capacidade de autocontrole e de lidar com as regras;
• Apropriar-se do acervo de jogos e brincadeiras que constituem patrimônio da
humanidade e dar continuidade a esse processo de produção cultural;
• Desenvolver postura de cuidado com os brinquedos e brincadeiras.
SABERES:
• Corpo, possibilidades e limites;
• Os objetos, características, propriedades, usos, funções e suas
transformações;
• A brincadeira simbólica como forma de reelaboração e estruturação do mundo
social e cultural;
• Jogos e brincadeiras com e sem material;
• Estratégias, regras e procedimentos para jogar e brincar;
• Formas e estratégias para se relacionar e fazer amigos;
• Autoconhecimento e autocontrole;
• Valores éticos;
• Estratégias para resolver problemas;
• Estratégias para resolução de conflitos.
• Jogos cooperativos e competitivos.
EXPERIÊNCIAS:
• Experiências sonoras com o corpo;
• Exploração do próprio corpo, os sons que conseguem emitir e outras
possibilidades corporais.
• Brincadeiras com a imagem no espelho;
• Vivenciar brincadeiras com os adultos, acompanhando;
• Brincar com objetos e brinquedos de materiais diversos, explorando suas
características físicas, suas possibilidades e suas reações na água, na areia,
na terra, no ar;
• Vivenciar jogos de imitação;
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• Vivenciar brincadeiras de imaginação, transformando um objeto em outro;
• Brincar de faz de conta, criando personagens, cenários e tramas.
• Brincar em grupo, coordenando suas ideias e papéis com as ideias e papéis
desempenhados pelos outros;
• Participar de jogos e brinquedos de mesa, tais como memória, dominó, ludo,
jogo de dados. “cinco Marias”, etc.;
• Vivenciar jogos e brincadeiras corporais, como “amarelinha”, “esconde-
esconde”, “mãe da rua”, “a galinha e os pintinhos”, “coelhinho sai da toca”,
“macaco disse”, etc.;
• Escorregar, balançar, rodopiar, engatinhar, arrastar-se, pular, saltar, equilibrar-
se, perseguir, procurar, pegar, etc.;
• Vivenciar brincadeiras com brinquedos e outros objetos como bolas, cordas,
pneus, peteca, boliche, etc.;
• Participar de brincadeiras cantadas (brincadeiras de roda, “seu lobo taí”, etc.);
• Participar de brincadeiras de roda; brincadeiras simbólicas (casinha, escritório,
escolinha, cabeleireiro, mercado, médico, etc.); Jogos de tabuleiro, ou com
sucatas;
• Participar de jogos e brincadeiras de construção (encaixe, quebra-cabeças,
toquinhos, lego, construção com sucatas, etc.);
• Construir/criar jogos, brinquedos e brincadeiras.
• Construir e aprender a respeitar as regras;
• Brincar com os colegas, estabelecendo relações amigáveis e se organizando
em grupo;
• Lidar com a frustração e com os conflitos; como ganhar, perder e empatar;
• Resolver problemas;
• Organizar materiais;
• Cantigas populares;
• Jogos com sucatas;
• Brincadeiras de roda;
• Brincadeiras simbólicas;
• Jogos cooperativos, competitivos, de mesa, de tabuleiro, com materiais não
estruturados, etc.
PAPEL DO PROFESSOR:
• Proporcionar momentos para expressão corporal, com ou sem música,
batucando seu próprio corpo com as mãos, com ou sem ritmo pré-definido.
• Proporcionar momentos para expressão corporal, com ou sem música,
batucando seu próprio corpo com as mãos, com ou sem ritmo pré-definido.
• Organizar momentos de observação dirigida ou livre da imagem corporal no
espelho.
• Colocar-se como brincante e envolver-se nas brincadeiras das crianças.
• Organizar espaços e materiais diferenciados para proporcionar estímulos
táteis, visuais, gustativos, auditivos e cinestésicos, além de aguçar a percepção
de fenômenos da natureza, ou reações químicas.
• Ensinar, enriquecer, aprender e transformar com as crianças os vários modos
de brincar, resgatando o lúdico existente dentro de si e brincando com elas de
forma prazerosa;
• Propiciar e incentivar, nas diversas situações do cotidiano, que as crianças
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imaginem, que transformem uma coisa em outra, que possam ir além do que
está instituído;
• Proporcionar momentos para expressão de ideias e sentimentos de lidar com
emoções.
• Estimular a sociabilidade, a capacidade de se relacionar com o outro, de fazer
amigos e de se organizar em grupo, estabelecendo relações éticas de respeito,
tolerância, cooperação, solidariedade, confiança;
• Trazer as brincadeiras para as Instituições de Educação Infantil como o
patrimônio cultural a ser apropriado pelas crianças, buscando-as em várias
fontes e permitindo que a diversidade enriqueça a prática pedagógica.
• Possibilitar que as crianças se apropriem de saberes e conhecimentos, sobre
seu corpo, suas possibilidades e seus limites.
• Oferecer materiais variados para a prática de brincadeiras físicas, ensinando
as regras e possibilidades de uso de cada um.
• Organizar espaços, tempos e materiais (estruturados e não estruturados), para
que o faz de conta e todos os outros tipos de brincadeiras aconteçam;
• Organizar materiais variados para uso dos alunos, com diferentes materiais
(madeira, plástico, papelão, etc)
• Criar oportunidades para que as crianças construam suas próprias brincadeiras
e partilhem com seus pares, potencializando-as;
• Propiciar que as crianças aprendam a construir e a lidar com as regras;
• Fazer da brincadeira momento de conhecimento e de convivência com e entre
as crianças, observando o que fazem e como fazem (o que elaboram, o que
imaginam, como lidam com as regras, como se relacionam, etc.);
• Mediar as relações estabelecidas pelas crianças durante as brincadeiras,
possibilitando que elaborem valores éticos de respeito, cooperação
solidariedade, tolerância, confiança entre outros.
• Criar oportunidades para que as crianças menores e maiores brinquem entre
si, favorecendo a aprendizagem e a produção de conhecimentos, entre elas,
sobre o brincar.
• Proporcionar momentos de organização de espaços e materiais junto com as
crianças.
• Organizar materiais /sucatas para uso das crianças, com diferentes propostas
(gincanas, brincadeiras simbólicas, construções tridimensionais em Artes, etc).
• Organizar espaços e materiais de formas variadas que propiciem a brincadeira
simbólica entre as crianças.
13. AÇÕES COLETIVAS E PERMANENTES
CANTEIROS E HORTAS - UMA AÇÃO SAUDÁVEL
Público Alvo – Alunos, funcionários e comunidade da EMEB Aldino Pinotti
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Duração:
Este projeto é uma atividade permanente para alunos e funcionários desta escola, portanto,
não tem hora ou tempo de duração que possa ser pré-estabelecido. Afinal, uma vez
montados os canteiros e as horta é possível imaginar, que a cada ano, novas turmas e
funcionários darão continuidade ao projeto.
Justificativa:
Um número crescente de educadores tem refletido e
muitas vezes buscado cumprir o importante papel de
desenvolver o comprometimento das crianças com o
cuidado do ambiente escolar: cuidado com o espaço
externo e interno da sala ou da escola, cuidado das
relações humanas que traduzem respeito e carinho
consigo mesmo, com o outro e com o mundo.
A reflexão sobre o ambiente que nos cerca e o repensar de responsabilidades e atitudes de
cada um de nós, gera processos educativos ricos, contextualizados, significativos para cada
um dos grupos envolvidos.
Neste contexto, o cultivo de canteiros de flores e hortas pode ser um valioso instrumento
educativo.
O contato com a terra no preparo dos canteiros e a descoberta de inúmeras formas
de vida que ali existem e convivem, o encanto com as sementes que brotam como mágica,
a prática diária do cuidado – regar, transplantar, tirar matinhos, espantar formigas com o uso
da borra de café ou plantio de coentro, o exercício da paciência e perseverança até que a
natureza nos brinde com a transformação de pequenas sementes em flores, verduras e
legumes viçosos e coloridos. Estas vivências podem transformar pequenos espaços da
escola em cantos de muito encanto e aprendizado para todas as idades.
Canteiros e hortas cultivados pelas crianças e por funcionários são instrumentos de trabalho
que podem contribuir na abordagem de diferentes conteúdos curriculares de forma
significativa e contextualizada e promover vivências singulares
Objetivo Geral:
Sensibilizar e conscientizar as crianças de que a vida depende do ambiente e o ambiente
depende de cada cidadão deste planeta, para uma qualidade de vida melhor, e em busca de
uma escola promotora de saúde.
Objetivos Específicos:
• Despertar o interesse das crianças para o cultivo de plantas e o conhecimento do
processo de germinação;
• Dar oportunidade aos alunos de aprender a cultivar plantas utilizadas como
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alimentos;
• Conscientizar da importância de saborear um alimento saudável e nutritivo;
• Promover a degustação do alimento semeado, cultivado e colhido;
• Criar, na escola, uma área verde produtiva pela qual, todos se sintam responsáveis;
• Estimular os alunos e funcionários a construírem seu próprio conhecimento num
contexto interdisciplinar;
• Contextualizar os conteúdos aos problemas da vida urbana;
• Construir a noção de que o equilíbrio do ambiente é fundamental para a sustentação
da vida em nosso planeta.
• Observar a natureza;
• Estimular um ambiente saudável, que melhore o
potencial de aprendizagem dos alunos;
• Promover informações aos alunos e comunidade sobre
uma alimentação saudável;
• Criar hábitos mais saudáveis de alimentação;
• Participar dos momentos do plantio, colheita com
acompanhamento da horteira;
• Acompanhar o acompanhamento da planta.
Materiais necessários:
• Terra adubada, regadores, sementes, mudas e ferramentas necessárias ao cultivo
de plantas.
Procedimentos e estratégias de trabalho:
O planejamento do projeto deve ser feito de modo que os alunos participem de todas as
etapas do processo. O incentivo de maneira lúdica é fundamental.
• Levantamento de conhecimentos das crianças sobre os temas;
• Reconhecimento dos espaços em que serão feitos os canteiros e hortas;
• Exploração dos espaços dos canteiros e das hortas, mostrando os instrumentos que
serão utilizados para o plantio e manutenção. Cada turma conhece seu espaço no
canteiro e aprende como manusear, com segurança, o ancinho, a pá, o regador e a
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sementeira.
• Seleção das espécies que serão cultivadas;
Preparação da terra:
• Depois de uma roda de conversa sobre plantio, os alunos começam a preparar a
terra afofando-a, desmanchando os torrões que se formam e molhando-a.
• Apresentação das sementes ou mudas para os alunos.
• Plantio e/ou semeadura das mudas e sementes nos canteiros e/ou garrafas pet.
• Depois da plantação, os professores combinam com a turma o espaço de tempo em
que será feita a rega e a limpeza dos canteiros.
• Acompanhamento do desenvolvimento das plantas.
• Durante a época de crescimento da plantação, podem ser criadas atividades
relacionadas à horta e canteiros.
• Colheita: No final do semestre, os alunos fazem a colheita do que foi plantado.
Experimentação:
• Esta fase é uma das mais importantes fases do projeto, pois as crianças a encaram
como uma festa onde todas as turmas se reúnem para provar o que plantaram.
• Produção de livros com as receitas que foram degustadas no desenrolar do projeto.
Avaliação:
A avaliação ocorrerá durante todo processo, a partir das observações do envolvimento e do
interesse das crianças em todas as etapas do projeto.
Alimentação Saudável acontece no Aldino
PÚBLICO ALVO: Alunos, funcionários e comunidade da EMEB Aldino Pinotti.
Duração: Este projeto é uma atividade permanente para alunos e funcionários desta
escola para este ano letivo.
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JUSTIFICATIVA:
A escola é um espaço privilegiado para a promoção da saúde e desempenha papel
fundamental na formação de valores, hábitos e estilos de vida, entre eles o da
alimentação. Portanto, a promoção da reflexão sobre hábitos saudáveis de alimentação no
espaço escolar pressupõe a integração de ações em três pontos fundamentais: ações de
estímulo à adoção de hábitos alimentares saudáveis, por meio de atividades educativas
que informem e motivem escolhas individuais; ações de apoio à adoção de práticas
saudáveis por meio de uma alimentação equilibrada no ambiente escolar e ações de
conscientização com relação ao desperdício de alimentos.
OBJETIVO GERAL:
Promover o consumo de alimentos saudáveis e a consciência de sua contribuição para a
promoção da saúde de forma lúdica e educativa em parceria com o Projeto da Horta:
“Canteiros e Horta uma Ação Saudável”.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
• Incentivar aos bons hábitos alimentares;
• Identificar as preferências alimentares dos alunos;
• Conscientizar os alunos sobre a importância e os motivos pelos quais nos
alimentamos;
• Reconhecer os alimentos que faz bem à nossa saúde: o que você come, como
você come; como você cozinha (a família), você se exercita – Pirâmide alimentar
do Programa Ação Saudável;
• Identificar cores, texturas e os diferentes sabores dos alimentos.
• Conhecer e identificar as frutas, legumes, raízes e a importância destes para a
saúde.
• Reconhecer o produto industrializado como um alimento menos nutritivo e pouco
necessário ao seu desenvolvimento.
• Conscientizar as famílias com relação ao reaproveitamento integral de alimentos
(talos, folhas) e o oferecimento de alimentos saudáveis a seus filhos.
RECURSOS/ESTRATÉGIAS:
• Cozinha experimental
• Rodas de conversa
• Música
• Vídeos educativos
• Mercadinho: montagem com embalagens trazidas pelas crianças (separação,
organização em setores e discussão dos preços)
• Palestras e oficinas culinárias.
• Escrita coletiva de lista de compras
• Recorte, colagem e modelagem
• Pesquisa em revistas, folhetos de supermercado, livros de receita, internet e
vídeos...
• Desenhos livres e registros das experiências
• Estudo dos alimentos com base na Pirâmide alimentar
• Passeio ao supermercado COOP Vianas, localizado no bairro Jardim Farina
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próximo à escola.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
• Conversa e registros sobre a alimentação preferida das crianças;
• Registro dos alimentos mais consumidos na família;
• Identificação de semelhanças entre hábitos alimentares dos alunos;
• Construção de jogos de memória a partir de imagens de frutas, verduras e legumes
recortadas pelos alunos;
• Identificação das frutas, verduras e legumes através do olfato e tato;
• Trabalhar com recorte de frutas, verduras, legumes e pedir que os alunos
construam um prato que represente uma alimentação saudável;
• Palestra com uma nutricionista;
• Simulação de um mercado;
• Preparação e degustação de receitas saudáveis.
• Participação das famílias em atividades que trazem uma reflexão sobre a
importância de uma alimentação saudável.
Sugestões de Atividades:
Frutas
Contagem de frutas, cores, tamanho e características.
Oficina Culinária: Salada de frutas
Verduras
Explorar as verduras, suas cores e texturas e propriedades.
Oficina Culinária: Salada de verduras
Legumes
Apreciar o clipe e a música do grupo Palavra Cantada - A sopa do neném
Colagem com papel camurça.
Oficina Culinária: Sopa
Rótulos
Trabalhar com os alunos rótulos de embalagens de alimentos
Utilizar as embalagens trazidas pelos alunos e montar um mural com informações
de cada alimento.
Alfabeto com rótulos
Hortaliças/ Higiene com os alimentos
Montar uma horta na escola
Junto com os alunos lavar os alimento e mostrar os cuidados que devemos ter com
os alimentos antes de consumi-los.
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Fazer a degustação de tomate, alface, cenoura
Atividades de desenho.
Vitaminas
Explorar com os alunos as frutas que serão utilizadas na vitamina - banana e maçã.
Trabalhar a importância do leite no desenvolvimento da criança.
Alimentos não saudáveis
Conversar sobre a pirâmide alimentar e discutir com as crianças sobre os alimentos
que devem ser consumidos com moderação. Discutir as questões de alergias
alimentares a produtos industrializados ( corantes, conservantes, gorduras, sódio,
etc)
Confeccionar um mural com esses alimentos e registrar os comentários em
cartazes
Derivados do Leite
Trazer para sala queijos, leite e iogurte e explorar a importância desses alimentos
Utilizar embalagens de leite e confeccionar brinquedos com os alunos.
Trabalhar as questões de alergias alimentares derivadas do leite; falar sobre o leite
de soja e seus derivados, em substituição ao de vaca.
Cereais e Massas
Oficina culinária: pão
Explicar que alguns alimentos são importantes em nossa dieta, mas que devem ser
consumidos uma vez ao dia.
Lanche Gostoso
Os alunos farão um lanche nutritivo e saboroso utilizando as verduras plantadas na
horta.
AVALIAÇÃO:
A avaliação ocorrerá durante todo processo a partir das observações do envolvimento das
crianças em todas as etapas do projeto.
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14. PROJETOS COLETIVOS:
MÚSICA PELO MUNDO
TURMAS DO INFANTIL III – Tarde - 2018
PROFESSORAS: Suely, Jhennyffer, Janaina
Justificativa: a música é um elemento sempre presente na cultura humana. Sendo
imprescindível na formação da criança para que ela, atinja sua maturidade e exerça
sua criatividade de maneira crítica e livre. Hoje podemos contar com novas técnicas
e instrumentos para trabalhar o processo de ensino-aprendizagem. Diversas
atividades lúdicas vieram então contribuir para a educação infantil. A música ganha
ainda mais importância por ser universal e por arrebatar não só as crianças, mas
também os adolescentes e os adultos. A música é uma linguagem universal,
estando presente em todos os povos, independentemente do tempo e do espaço
em que se localizam.
Objetivo geral:
Divulgar a importância da música na vida das crianças e na educação infantil,
contribuindo para a formação de seres humanos sensíveis, criativos e reflexivos.
Objetivos específicos:
✓ Integrar e motivar as crianças através da música;
✓ Desenvolver a oralidade através da música.
✓ Explorar a música: ritmo, som, movimento, etc.
✓ Brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir sons;
✓ Ampliar o repertório musical dos alunos;
✓ Desenvolver a memória musical;
✓ Explorar a música em diferentes ritmos;
✓ Explorar diferentes instrumentos musicais;
✓ Proporcionar diferentes possibilidades de exploração dos sons.
✓ Ampliar o vocabulário oral através da música e palavras contextualizadas
✓ Cantar e complementar partes das músicas;
✓ Participar de brincadeiras cantadas e histórias cantadas;
✓ Dançar, imitar e inventar gestos corporais;
✓ Contar oralmente até 5 através de canções;
✓ Identificar as partes do corpo;
✓ Utilizar diferentes materiais gráficos sobre diferentes superfícies para
ampliar suas possibilidades de expressão.
Atividades:
✓ Cantar músicas em vários ritmos;
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✓ Completar partes da música cantada pela professora;
✓ Participar de brincadeiras cantadas como “Jacaré na lagoa”; “Atirei o
pau no gato”; “Tchu tchuê”; respeitando as regras da brincadeira.
✓ Participar de história cantadas como “Seu lobo está?”
✓ Imitar gestos conforme a música e dançar espontaneamente;
✓ Repetir palavras contextualizadas a partir das músicas;
✓ Relacionar palavras contextualizadas de músicas com brinquedos,
objetos ou imagens.
✓ Identificar as partes do corpo durante as brincadeiras cantadas como
“Cabeça ombro, joelho e pé” e “Eu conheço um jacaré”;
✓ Cantar a música “Minhoquinha faz ginastiquinha” contando até 5;
✓ Realizar técnicas de pintura ao som de músicas suaves.
✓ Explorar o som com o corpo, em diferentes velocidades.
✓ Confeccionar murais de arte a partir de músicas;
Recursos:
Papel pardo, folhas de ofício coloridas, canetas hidrográficas, durex, aparelho de
DVD, Dvds, instrumentos musicais, colas, tintas guaches, pincéis, aventais, etc.
Avaliação:
Ocorrerá durante todo o projeto através do registro de observações dos interesses
das crianças.
PROJETO: ANIMAIS MARINHOS
TURMAS do INFANTIL IV – MANHÃ – 2018
PROFESSORAS: AMÉLIA, FABIANE, MARINEIDE E ROSANA
CAMPOS DE EXPERIÊNCIA: RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES NO MUNDO
FÍSICO E NATURAL; ORALIDADE E ESCRITA
DURAÇÃO: 3 meses
JUSTIFICATIVA:
Este projeto possibilita o conhecimento sobre a vida marinha através de propostas
que promovem a curiosidade e a autonomia da criança ao investigar e descobrir os
diferentes animais que vivem no mar, suas características e importância para o meio
ambiente. Além da ampliação do conhecimento social e natural, as atividades do
projeto proporcionam a reflexão sobre a importância da preservação ambiental.
OBJETIVOS:
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✓ Apropriar-se de conhecimentos sobre o meio em que vive na perspectiva de
atuar nele de forma sustentável, fazendo uso dos recursos naturais e tendo
consciência de seus limites e possibilidades;
✓ Aprender a respeitar e a preservar a natureza percebendo-se como parte
integrante do ecossistema;
✓ Sentir o prazer da descoberta por meio de perguntas da curiosidade, da
postura investigativa;
✓ Conhecer questões que ameaçam nosso meio ambiente.
SABERES:
✓ Animais e seus modos de vida;
✓ Meio ambiente;
✓ Procedimentos de pesquisa.
ETAPAS E EXPERIÊNCIAS:
✓ Roda de conversa para identificar os conhecimentos da turma sobre o tema.
✓ Apresentação de imagens de animais marinhos para que as crianças
expressem através da oralidade o que conhecem.
✓ Levantamento das perguntas do grupo a respeito dos animais marinhos.
✓ Visita à Sabina (Escola parque do conhecimento), em Santo André, com foco
na “Sala da Vida”. (Professoras Amélia e Rosana)
✓ Roda de conversa sobre o que observaram na visita à Escola Parque
Sabina.
✓ Visita ao Aquário de Santos. (Professoras: Fabiane e Marineide)
✓ Roda de conversa sobre o que observaram na visita ao Aquário de Santos.
✓ Explorar diferentes materiais de pesquisa (livros, revistas, sites na internet,
vídeos, entre outros).
✓ Levantar as características dos animais marinhos escolhidos pela turma.
✓ Registros por meio de escrita coletiva, tendo o professor como escriba;
desenhos; dobraduras; pintura, modelagem, entre outros.
✓ Confecção de álbum dos animais marinhos estudados.
AVALIAÇÃO: Será realizada por meio da observação do envolvimento, interesse,
participação e compreensão do assunto tratado, nas diferentes etapas do projeto.
PRODUTO FINAL: Álbum dos animais marinhos.
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PROJETO 2018: “UM GIRO CULTURAL E SONORO - MÚSICAS E
CONHECIMENTOS DAQUI E DO MUNDO”
TURMAS PARTICIPANTES: INFANTIL V Manhã e Tarde
PROFESSORAS: Aline, Aline Danielle, Antônia, Danielle, Elisângela, Gisela, Ivanil,
Nádia e Tereza.
CAMPOS DE EXPERIÊNCIA CONTEMPLADOS: Traços, sons, cores e formas;
Corpo, gestos e movimentos; O eu, o outro e o nós; Oralidade e Escrita.
DURAÇÃO PREVISTA: abril a novembro.
JUSTIFICATIVA: Os sons e a música são universais e se manifestam de diferentes
formas de acordo com o ambiente e a cultura em que estão inseridos. Experiências
com a linguagem musical são vitais para o desenvolvimento cognitivo e expressivo
das crianças. A escola é um espaço privilegiado para as crianças explorarem formas
de produzir sons, desenvolverem a escuta e apreciação e ampliarem seu repertório
cultural e musical. A iniciativa do respectivo projeto concentra-se em aliar
musicalização ao enriquecimento deste repertório, aproveitando o contexto da Copa
do Mundo para promover um giro neste planeta plural e belamente rico em
diversidade, com conexões culturais e musicais do nosso próprio país e de outras
nações, explorando possibilidades e conhecimentos contemplados em vários
campos de experiência.
OBJETIVOS:
FOCO MUSICALIZAÇÃO
✓ Ampliar as experiências no campo do ritmo, audição e expressão corporal.
✓ Introduzir, de maneira lúdica, elementos e conceitos da linguagem musical.
✓ Favorecer a percepção das singularidades dos sons que nos rodeiam.
✓ Diferenciar os conceitos de som e barulho.
✓ Identificar algumas diferenças entre contextos musicais e ritmos, assim como
suas características.
✓ Apreciar a música como uma forma de expressão artística elaborada e
intencional.
✓ Participar de atividades musicais – de apreciação, improvisação, composição
e confecção de instrumentos e objetos sonoros, etc. expressando
sensações, sentimentos e pensamentos.
✓ Reconhecer e identificar fontes sonoras e elementos da música utilizando
seus conhecimentos em produções musicais.
✓ Explorar as possibilidades de produção de sons com o próprio corpo e com
objetos diversos.
✓ Conhecer brincadeiras musicais, danças e canções de diferentes regiões do
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Brasil e de outros países.
✓ Pesquisar com as famílias se há pessoas que tocam algum instrumento,
cantam ou dançam e o interesse de compartilhar tais saberes em
apresentações na escola.
FOCO COPA DO MUNDO
✓ Aproveitar o contexto do evento Copa do Mundo de Futebol na Rússia para
explorar conhecimentos relacionados à estrutura desta modalidade
esportiva.
✓ Reconhecer o papel das regras em uma modalidade esportiva coletiva.
✓ Identificar a simbologia da mascote do evento e das bandeiras de alguns
países.
✓ Acompanhar o resultado dos jogos durante o evento, inclusive fazendo
palpites prévios dos placares a cada rodada.
✓ Pesquisar curiosidades sobre nosso próprio país, explorando o rico
regionalismo cultural, de modo a valorizar a diversidade e pluralidade de
expressões.
✓ Interessar-se em conhecer a cultura de outros países participantes da Copa
do Mundo, explorando também conhecimentos geográficos, históricos,
ambientais, gastronômicos e principalmente musicais.
✓ Preparar uma apresentação a ser definida no decorrer do ano, de acordo
com os desdobramentos e interesses manifestos, explorando os
conhecimentos adquiridos durante o projeto.
CONTEÚDOS:
✓ Escuta atenta aos sons do cotidiano.
✓ Valorização e conscientização da importância da audição e as
consequências da ausência dela.
✓ Conhecer as possibilidades da própria voz.
✓ Conceitos musicais (timbre, altura, duração, intensidade e ritmo)
✓ Jogos e brincadeiras que envolvam acompanhamento ou improvisação
musical.
✓ Repertório de canções instrumentais, marchas consagradas e músicas de
ritmos e origens diversas.
✓ Identificação de sons de diferentes origens: de alguns instrumentos musicais,
de movimentos realizados com as partes do corpo, do cotidiano e da
natureza.
✓ Apreciação de obras musicais e danças de diversos gêneros, estilos, épocas
e culturas, da produção musical brasileira e de outros povos e países.
✓ Regras e conceitos matemáticos relacionados ao tema futebol.
✓ Simbologia da mascote da Copa e de algumas bandeiras.
ETAPAS PROVÁVEIS:
EM MUSICALIZAÇÃO
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RODAS DE CONVERSAS TEMÁTICAS:
✓ O que as crianças entendem por “música” e como se sentem quando a
apreciam.
✓ Proposta Informativa – leitura de reportagem, em linguagem acessível,
sobres os benefícios da Música na vida das pessoas.
✓ Músicas, emoções e sentimentos – Roda de Música/ Conversa relacionadas
às sensações que as crianças vivenciam após a audição de várias músicas
como a marcha fúnebre X marcha nupcial, trilha sonora de filme de terror
(estilo Alfred Hitchcock) X marchinha de carnaval.
✓ Proposta informativa através da leitura de trechos do livro “Música –
Descubram as conexões através de perguntas e respostas”, visando
apresentar alguns conceitos relacionados à produção musical e curiosidades
sobre o tema.
✓ Curiosidades sobre os instrumentos musicais através das informações
obtidas no livro “Dicionário Visual de Música”.
APRECIAÇÕES PREVISTAS:
✓ Apresentação de vídeos do BLUE MAN GROUP que produz percussão e
sons a partir de diversos objetos, especialmente de canos de PVC.
✓ Exibição de um trecho do show do grupo musical Palavra Cantada intitulado
Pé com Pé, especificamente na música “Rato” em que, juntamente com os
instrumentos tradicionais, há a utilização de instrumentos produzidos com
diferentes tipos de materiais e sucatas. Também poderá ser exibido o clipe
musical da música “Fome come” em que há um acompanhamento ritmado
com latinhas.
✓ Músicas e vídeos do grupo Barbatuques, especialista em percussão corporal
(nesta etapa as crianças também serão desafiadas a produzir sons com seus
próprios corpos).
✓ Leitura do livro “Conheça a Orquestra”, de Ann Hayes, simultaneamente
apresentando o som dos instrumentos dos músicos que surgem no decorrer
da história.
✓ Apreciar determinada música em áudio e depois observá-la sendo tocada e
interpretada pelos cantores em DVD, solicitando que as crianças expressem
as diferentes sensações provocadas entre o apenas ouvir e entre o ouvir e
ver a música sendo executada.
✓ Comparações entre as diferentes versões de uma mesma música (a serem
escolhidas durante o processo), percebendo a diferença de arranjos
musicais ou mesmo diferenciando nas canções os tipos de vozes (feminina,
masculina, coral, à capela).
✓ Músicas de ritmos e origens diversas com o intuito de identificar os sons dos
instrumentos, exercitando a percepção que estão desenvolvendo.
✓ Escutar músicas sem letra também, apenas com o instrumental (o CD Pé
com Pé do grupo musical Palavra Cantada é ótimo por ser duplo – em um
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dos CDs encontram-se as músicas com suas respectivas letras e no outro,
intitulado Cozinha Experimental, há as canções apenas no instrumental).
✓ CD Meu Querido Pé – faixa “Passarinho que som é esse?”, que de maneira
lúdica apresenta o som produzido por diferentes instrumentos.
✓ CDs Vozes das Aves do Brasil e Aves do Pantanal.
✓ CD Canções do Brasil do grupo musical Palavra Cantada, fruto de uma
viagem realizada país afora encontrando crianças cantoras (inclusive a
escola possui o VHS do show deste CD, em que estas crianças de vários
estados vêm a São Paulo para apresentar-se).
✓ Canto sinfônico Pedro e o Lobo, do compositor russo Sergei Prokofiev,
cujos personagens são instrumentos.
✓ Exibição do filme Pedro e o Lobo da Walt Disney.
✓ Apreciar uma orquestra ao vivo (de acordo com a viabilidade desta ação).
✓ Exibição de vídeos de canções sendo interpretadas em Libras.
VIVÊNCIAS, EXPERIÊNCIAS, CANTORIAS E CIA.
✓ Percepção dos sons – proposta cujo desafio é identificar uma série de sons
gravados em diferentes ambientes, resultantes de ações humanas ou
mesmo da movimentação de objetos. Ex: som do balançar de uma folha de
papel, água caindo de uma torneira (primeiro em abundância, depois
lentamente até chegar aos sonoros pingos), o toque de um telefone, o tilintar
de chaves e guizos, o ranger dos dentes de gatos comendo ração, o ronco
de uma pessoa dormindo, sons de eletrodomésticos, da descarga, do milho
estourando na panela, etc.
✓ Os sons da escola – registrar com um gravador os diversos sons que as
crianças encontrarão no ambiente escolar.
✓ Jogo musical – Barulho e Silêncio - o objetivo é conduzir à percepção que o
som resulta do movimento.
✓ Exploração de sons de objetos – investigação dos sons que os objetos
podem produzir, dependendo da maneira que os manipulamos (pedras,
chaves, conchas, garrafas, pedaços de madeira, talheres, canetas, pedaços
de cano, etc.) – Depois deste processo de exploração e investigação
introduzirei os conceitos de intensidade, duração e timbre (personalidade)
dos sons problematizando algumas questões: “Que tipo de som foi produzido
ao bater um talher no outro? Bater mais fraco ou mais forte faz diferença? E
se os talheres estiverem dentro de uma caixa de papelão?”, entre outras
problematizações.
✓ Jogo musical – Os Sons da Boca e Explorando palmas (desenvolvimento da
noção de ritmo).
✓ Experiências e vivências com os instrumentos da escola e apresentação de
instrumentos feitos com diferentes tipos de materiais, inclusive sucata.
✓ Produção e posterior exploração de um jogo da memória musical, inspirado
nas caixas de som de Maria Montessori (Formado por garrafas pintadas.
Selecionam-se materiais de diversos tipos que cabem nas garrafas,
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decidindo também a quantidade que será utilizada em cada par para melhor
caracterizar o som. Ex: em um dos pares há pregos, em outro, feijões e,
desta forma, o desafio consiste em formar os pares com os sons idênticos).
✓ Bingo sonoro de animais.
✓ Quente ou frio com instrumentos (desenvolvimento do controle da
intensidade sonora) ou com a variação do volume da voz ao cantar uma
canção.
✓ Jogo musical - Expressando os sons (registrar a percepção do som na
linguagem do desenho)
✓ Jogo musical – A voz do homem (explorando as possibilidades e o timbre da
voz)
✓ Brincadeiras envolvendo expressão corporal (ex.: Sambalelê, A Linda Rosa
Juvenil, Ai Bote aqui o seu pezinho, Iapô, Tia Mônica, entre outras).
✓ Marchar de acordo com a intensidade do som.
✓ Andar conforme o andamento da música.
✓ Atividades e brincadeiras da Coleção de dvds e cds “Brincadeiras Musicais”
do grupo musical Palavra Cantada.
NO FOCO COPA DO MUNDO
✓ Nomes dos jogadores de futebol convocados para a Copa (escalação do
time).
✓ Nomes das mascotes e das bolas das últimas Copas.
✓ Lista dos países participantes da Copa (Com funcionalidade em contexto de
atividades como cruzadinhas e brincadeiras como a Forca).
✓ Poemas com o tema Bola ou Futebol.
✓ Personagens criados por Maurício de Sousa inspirados em jogadores de
futebol.
✓ Músicas com o tema Bola ou Futebol.
✓ Marchinhas históricas e jingles de torcida e comemorações famosas.
✓ Simbologia presente nas bandeiras dos países (principalmente do nosso
país), no escudo/brasão (das seleções e dos principais times brasileiros) e
no hino nacional (Por que as equipes cantam antes das partidas? Por que
cada país tem seu próprio hino.).
✓ Conhecer a função dos mapas e do globo terrestre (pesquisar localizações
no Google Maps e no Google Earth).
✓ Explorar a música “Ora Bolas” do grupo musical Palavra Cantada para
exemplificar a noção de que um lugar está inserido em outro (do micro até o
macro).
✓ Compreensão do papel da coletividade – a função de cada jogador, do
técnico, do juiz, dos bandeirinhas, do gandula, da torcida, dos repórteres,
dos cinegrafistas, dos narradores, entre outros envolvidos em uma partida de
futebol.
✓ Regras do futebol e posicionamento tático dos jogadores – cartão amarelo,
cartão vermelho, faltas, pênalti.
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✓ Saúde do atleta/Disciplina – preparo, treinos, alimentação apropriada
(possibilidade de entrevistar um atleta).
✓ O vestuário do jogador do futebol (uniforme, itens de proteção, a anatomia
da chuteira...).
✓ Desmitificar o futebol como uma modalidade tipicamente masculina,
apresentando também a seleção brasileira feminina.
✓ Analisar o impacto de grandes aglomerações de pessoas nos estádios e nas
ruas para comemorar (alegria e entusiasmo de um lado e sujeira e tumultos
se não houver respeito e organização).
✓ Identificar elementos que contribuem para caracterizar a identidade cultural
de cada país, inclusive o nosso (danças, músicas, culinária, vestuário,
pontos turísticos, esportes típicos, brincadeiras tradicionais, entre outros),
explorando os aspectos mais relevantes com os alunos a partir dos seus
interesses.
✓ Animais típicos de cada continente (principalmente os que inspiraram a
criação das mascotes da Copa) em conexão com o projeto Animais.
✓ Abordagem da união dos povos através da Copa.
✓ Compreensão de que o resultado de um jogo nem sempre é aquele que
esperamos, há sempre a possibilidade de vencer ou perder e é necessário
aprender a aceitar a derrota também. Através da identificação dos erros ou
da falta de harmonia que culminou na derrota é possível traçar novas
estratégias para aprimorar o desempenho.
✓ Respeito pelo time da preferência dos outros (identificar a influência de torcer
por determinado time e esclarecer que nem todo mundo é obrigado a gostar
de futebol) – tematizar a questão da violência: quando a torcida excede os
limites da tolerância e torna-se fanatismo.
✓ Através das pesquisas sobre outros países será possível também identificar
e verificar heranças culturais que temos de outros povos em nossos
costumes e também vislumbrar as contribuições brasileiras para outros
países (mundo globalizado).
✓ Compreender a estrutura de um campo de futebol e de um estádio (observar
a planta de um estádio ou uma projeção gráfica), inclusive explorando a
divisão dos setores e o preço que varia de acordo com a proximidade do
campo e o conforto das instalações.
✓ Visitar um campo de futebol (identificar formas geométricas e medir sua
extensão, calculando distâncias com instrumentos de medida tanto
convencionais, como alternativos.).
✓ Explorar as diferentes funções que os números possuem em diversos
contextos (números nas camisas de futebol, no placar, duração das partidas,
tabela de resultado dos jogos, número de jogadores que compõem uma
equipe, as datas e os horários das partidas).
✓ Durante a competição acompanhar a evolução de pelo menos dois times, o
Brasil e mais um (a ser definido).
✓ Montar um Jogo da Memória com as bandeiras dos países participantes.
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✓ Explorar conceitos matemáticos em receitas culinárias de pratos típicos
brasileiros e internacionais.
✓ Explorar as manifestações culturais artísticas dos países que cada turma
pesquisará, aprofundando-se naquelas que as crianças manifestarem maior
interesse.
✓ Músicas, danças e brincadeiras típicas das regiões do Brasil e também de
outros países participantes da Copa.
PROCEDIMENTOS BÁSICOS E RECURSOS:
✓ Rodas de Conversa temáticas tanto para sondar conhecimentos prévios,
como para levantar hipóteses e curiosidades que gostariam de conhecer e
pesquisar.
✓ Pesquisas em diferentes veículos de informação (livros, revistas, jornais,
cartazes, sites da internet, vídeos, filmes, documentários, dados coletados
junto às famílias, entre outros).
✓ Registro dos momentos marcantes e mais significativos do projeto com fotos
e filmagens.
✓ Solicitação de ingredientes ao Setor responsável pelo cardápio escolar para
preparação de receitas culinárias escolhidas pelas turmas.
✓ Materiais diversos: diferentes tipos de papéis, cola colorida, cola branca, cola
quente, massinha ou argila para modelagem, tecidos e TNT, EVA, tintas,
fitas de tecido, fitas adesivas (durex colorido, durex fino, médio e largo, fita
crepe), entre outros.
✓ Mapas e globos terrestres.
✓ Instrumentos musicais, computadores, impressoras, câmeras digitais,
filmadoras, microfones, rádios, data show, gravadores, liquidificador e
batedeira.
✓ Intenção de estudos de meio através de visita a um estádio de futebol
(conhecer o gramado, as instalações do vestiário, a cabine de transmissão, o
banco de reservas, a arquibancada, um time de futebol treinando) e de
vivenciar o encantamento de apreciar uma orquestra ao vivo – verificar a
possibilidade de parcerias com outros Secretariais Municipais (Esporte e
Cultura) para viabilizar tais ações, sem que a escola necessite custear o
transporte.
CONSIDERAÇÕES DIDÁTICAS:
✓ As perguntas e interesses das crianças nortearão a condução do projeto,
sempre havendo flexibilidade para adaptar atividades ou mesmo para incluir
ou excluir algumas etapas, em prol de aprendizagens realmente
significativas e prazerosas.
✓ O tema será explorado em dois blocos organizativos: até o mês de junho,
foco nas conexões previstas com o evento Copa do Mundo e, de julho em
diante, na musicalização e nos desdobramentos advindos da tematização de
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pesquisas sobre os países participantes.
AVALIAÇÃO:
✓ Será processual, baseada na observação de atitudes, do nível de interesse e
curiosidade das crianças frente aos conteúdos trabalhados.
✓ Acompanhamento da evolução das aprendizagens de acordo com os
objetivos propostos, atentando-se principalmente à elaboração de perguntas
pertinentes ao assunto por parte das crianças e as relações que fazem entre
os conhecimentos prévios e os conhecimentos construídos.
O MUNDO ANIMAL
Turmas do Infantil V manhã e tarde
Professoras: Aline, Aline Danielle, Antônia, Danielle, Elizangela, Gisela, Ivanil, Nádia
e Tereza.
Tema: Animais
Duração: de abril a novembro/2018
Justificativa
Para que servem os bigodes dos animais? Por que alguns ovos têm duas
gemas? Se a galinha tem asa, por que não consegue voar? Por que uns são mais
peludos que outros?
A biodiversidade é algo fascinante para as crianças, são simplesmente
fascinadas pelos tantos e diferentes animais que existem. Do meio urbano ao rural,
existe uma grande diversidade animal coexistindo conosco, além de sua presença na
vida infantil, através de histórias e desenhos animados; sendo assim, a criança possui
um caráter de identificação de suas vivências pessoais e sociais.
Baseado no RCNEI (vol. 3/1998), a construção deste conhecimento também é
uma das condições necessária para que as crianças possam aos poucos desenvolver
atitudes de respeito e preservação á vida e ao meio ambiente.
O projeto leva à aprendizagem do conhecimento ao respeito com os animais,
que são seres vivos importantes para o nosso planeta e para o homem, como
componentes da Natureza.
Objetivos
✓ Reconhecer e identificar os diferentes tipos de animais;
✓ Promover o respeito para com todas as espécies de seres vivos;
✓ Desenvolver raciocínio lógico e dedutivo;
✓ Desenvolver a criatividade;
✓ Aumentar o vocabulário;
✓ Valorizar animais e seu habitat natural;
✓ Conhecer características comuns e diferentes entre animais;
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✓ Desenvolver consciência ecológica;
✓ Classificar os diversos animais a partir de suas principais características;
✓ Diferenciar vertebrados e invertebrados;
✓ Conhecer os diversos animais apontando para sua diversidade (locais onde
vivem, sua alimentação, seus hábitos e outras peculiaridades relativas a cada
espécie);
✓ Correlacionar todo o estudo com o desenvolvimento do processo de
alfabetização
✓ Comparar diversos tipos de animais através da observação;
✓ Refletir sobre as características individuais de cada animal e risco de extinção;
✓ Identificar as características específicas de cada grupo de animais;
✓ Identificar: vertebrados e invertebrados, domésticos e selvagens, úteis e
nocivos, aquáticos, terrestres e aéreos, reprodução e habitat dos animais
✓ Pesquisar mais a fundo o grupo e as características dos animais de mais
interesse pelo grupo;
✓ Coletar dados por meio de pesquisas e observações;
✓ Usar diferentes fontes de informação e relacioná-las;
✓ Selecionar alguns tipos de animais para pesquisa;
✓ Comparar pesos e medidas;
✓ Formular questões pertinentes que apontem para a caracterização de
determinado animal;
✓ Visitar o Zoológico, Fazendinha dos Bichos, mini zoológico no parque Estoril
ou aquário (de acordo com o foco de trabalho em cada turma);
✓ Preocupar-se com a preservação da natureza;
✓ Conhecer diversas espécies de animais, não somente os da história, mas
também os demais pertencentes aos 5 grupos de vertebrados: aves,
mamíferos, répteis, peixes e anfíbios e os invertebrados
✓ Diferenciar vertebrados de invertebrados
✓ Distinguir diferentes formas e tamanhos de animais, lembrando seus nomes e
sons vocais.
✓ Reconhecer as utilidades dos animais para os seres humanos.
Conteúdos
Língua Portuguesa
➢ Oralidade:
✓ Reconto de histórias.
✓ Descrição de personagens e fatos.
✓ Expressão de desejos, necessidades e sentimentos.
✓ Respeito diante das colocações de outras pessoas.
✓ Participação de jogos de linguagem (brincadeiras de roda, cantigas etc).
➢ Leitura:
✓ Reconhecimento das letras do alfabeto.
✓ Valorização da leitura.
✓ Sequencia do alfabeto
✓ Interesse em ler e ouvir a leitura de diferentes gêneros.
Gêneros a serem trabalhados: Lendas, contos de fadas, fábulas e receitas.
➢ Escrita:
✓ Escrita do próprio nome
✓ Produção de textos coletivos
✓ Sistema de escrita alfabética
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✓ Gêneros a serem trabalhados: Listas, receitas e parlendas
Matemática
➢ Sistema de numeração decimal:
✓ Contagem oral
✓ Reconhecimento dos numerais do 0 ao 30.
✓ Escrita dos numerais de base (0 ao 9).
✓ Escrita da sequencia numérica do 0 ao 30.
✓ Comparação de escritas numéricas.
✓ Comunicação de ideias matemáticas, mediante o uso da linguagem oral.
➢ Grandezas e medidas:
✓ Comparação de grandezas
✓ Introdução a noções de medias de comprimento, peso e capacidade, mediante
o uso de unidades convencionais e não convencionais.
➢ Espaço e forma:
✓ Reconhecimento e identificação das propriedades das formas geométricas
simples (circulo, quadrado, retângulo e triangulo)
✓ Trabalho com tangram
✓ Trabalho com dobraduras
➢ Tratamento da informação:
✓ Elaboração de estratégias para lidar com problemas do cotidiano.
✓ Representação e leitura de dados apresentados de maneira organizada (listas,
tabelas e gráfico de barras).
➢ Ciências e educação ambiental
✓ Alimentação saudável:
✓ Seres vivos
✓ Classificação do reino animal (filos)
✓ Características, alimentação, habitat dos animais
✓ Importância de alguns alimentos para o corpo.
➢ Corpo e movimento
✓ Resgate de brincadeiras.
✓ Exploração de movimentos corporais (velocidade, força, trajetória, flexibilidade
resistência).
➢ Artes visuais e música
✓ Apreciação de obras de arte com tema animais e paisagens naturais:
✓ Reconhecimento de cores
✓ Som dos animais – Bingo sonoro
Etapas prováveis
De acordo com o foco de trabalho de cada turma, as etapas gerais poderão ser:
➢ Vídeos
➢ Observações de animais na natureza, em fotos ou em vídeos;
➢ Lista de nomes dos animais estudados e classificação;
➢ Pesquisas sobre habitat, alimentação, características, benefícios e malefícios
e a relação com o homem;
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➢ Leitura e reconto de histórias;
➢ Envio de pesquisas, livros e atividades para casa;
➢ Atividades de registro;
➢ Atividades de alfabetização;
➢ Jogos e brincadeiras;
➢ Musicas e cantigas;
➢ Receitas diversas;
➢ Adivinhas.
➢ Álbum de figurinhas
➢ Gráfico de preferências
➢ Rodas de conversa
Possibilidade de temas geradores:
➢ Os diferentes habitats dos animais e suas “casas”.
➢ Diferenças entre animais silvestres e animais domésticos.
➢ Crimes contra os animais (tráfico de animais silvestres e maus-tratos).
➢ Painel de fotos com os bichos de estimação das crianças da turma.
➢ Recordes animais.
➢ Nome Científico e Nome popular dos animais/ ficha técnica com principais
características.
➢ Animais em extinção e já extintos (incluindo os dinossauros).
➢ Mestres da camuflagem.
➢ Animais que inspiraram grandes invenções.
➢ Cadeia alimentar, predadores naturais e equilíbrio ecológico.
➢ Tempo de vida dos animais (conceito de brevidade e longevidade).
➢ Animais peçonhentos (do veneno também se pode obter a cura: vacina).
➢ Características dos animais de acordo com sua espécie e classificação.
➢ O mundo microscópico dos animais.
Produto final
Por se tratar de um tema amplo com diversas e possíveis ramificações, cada
turma irá elaborar um produto final de acordo com a necessidade e interesse do
grupo.
Este produto final será elaborado no decorrer do projeto.
Avaliação
Será feita ao longo do projeto observando o cumprimento de etapas e o crescimento
individual e do grupo.
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O MUNDO ANIMAL - ANELÍDEOS
Turma: Infantil V - turma
Professora: Ivanil
Tema: anelídeos
Duração: de abril a novembro/2018
Produto final
Construção de uma composteira com a turma e um livro de atividades e descobertas
Justificativa
Por se tratar de um tema muito amplo, esta turma do infantil V dará
continuidade ao projeto “O mundo Animal”, tendo um olhar mais apurado para os
Anelídeos, os quais são divididos em três grupos: Polychaetas (muitas cerdas),
Olygochaeta (poucas cerdas) e Hyrudinea (ausência de cerdas). Existem cerca de
15.000 espécies destes indivíduos, entre os ambientes de água doce ou salgada e
solos úmidos São encontrados em vários habitats, como os oceanos, os rios.. As
minhocas assumem um papel importante na fertilização do solo e aeração, ajudando
no desenvolvimento e crescimento de plantas.
Instigar a curiosidade à pesquisa, à observação e o registro. Ampliar o seu
conhecimento sobre a minhoca, perder o medo, até o nojo que antes demonstraram,
quando viram o animal dentro da composteira e a sua importância para as plantas
sendo grupos de animais que podem viver tanto em água doce como em agua
salgada.
Objetivos específicos:
Identificar onde podemos encontrar as minhocas no meio ambiente, a fim de
conhecer suas características, cuidados básicos e valorização da vida.
Objetivos específicos:
✓ Identificar no meio ambiente onde vive a minhoca.
✓ Proporcionar a criança o contato com animais diferentes.
✓ Conhecer as características das minhocas.
✓ Explorar materiais diferentes como: terra, minhoca, massinha, etc.
✓ Interagir com diferentes elementos da natureza.
✓ Desenvolver atitudes de manutenção e preservação do meio ambiente.
✓ Conhecer o uso e os procedimentos de uma composteira.
Conteúdos:
✓ Iniciativa para fazer escolha; (identidade e autonomia)
✓ Exploração de diferentes materiais; (artes visuais)
✓ Canto, linguagem musical; (música)
✓ Comunicação; (linguagem)
✓ Meio ambiente, seres vivos; (natureza e sociedade)
✓ Comparação, contagem oral; (matemática)
✓ Expressividade; (corpo e movimento)
✓ Produção de adubo orgânico
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Procedimentos:
✓ Rodas de Conversa temáticas, tanto para sondar conhecimentos prévios,
como para levantar hipóteses e curiosidades que gostariam de conhecer e
pesquisar.
✓ Pesquisas em diferentes veículos de informação (livros, revistas, jornais,
cartazes, sites da internet, vídeos, filmes, documentários, dados coletados
junto às famílias, entre outros).
✓ Registro dos momentos marcantes e mais significativos do projeto com fotos e
filmagens.
Recursos
✓ Materiais diversos: diferentes tipos de papéis, cola colorida, cola branca, cola
quente, massinha ou argila para modelagem, tecidos e TNT, EVA, tintas, fitas
de tecido, fitas adesivas (durex colorido, durex fino, médio e largo, fita crepe),
terra , pazinhas, ancinhos, enxadas entre outros.
✓ Visita à uma horta comunitária, um minhocário ou ao Museu da Pesca.
Observações
A horta da escola está precisando de uma reforma, há muitas formigas e muitas
raízes dentro dos canteiros. É preciso também realizar as podas de algumas árvores
que fazem sombras nos mesmos prejudicando as plantas de se desenvolverem.
Trocar a terra dos canteiros por uma terra adubada cheia de nutrientes para
receber as minhocas facilitando o seu trabalho na produção de húmus para um bom
desenvolvimento das hortaliças.
Avaliação
Será feita ao longo do projeto observando o cumprimento de etapas e o
crescimento individual e do grupo.
O MUNDO ANIMAL - ARTRÓPODES/ANELÍDEOS
Turma: Infantil V - turma
Professoras envolvidas: Aline C.
Tema: artrópodes/anelídeos
Duração: de abril a novembro/2018
Justificativa
Por se tratar de um tema muito amplo, esta turma do infantil V dará
continuidade ao projeto “O mundo Animal”, tendo um olhar mais apurado para os
artrópodes/anelídeos (inclui aracnídeos, insetos e minhocas), pois proporcionará às
crianças a possibilidade de vivenciar e dar asas a curiosidade, explorando a natureza
e suas infinitas possibilidades, através deste universo verde.
Objetivos:
• Conhecer a organização dos animais que vivem em colônia.
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• Estabelecer relações entre diferentes espécies de seres vivos, suas
características e necessidades (espécies serão escolhidas pelas próprias
turmas).
• Compreender que os animais (até os microscópicos), também têm sua
importância e valor para o equilíbrio ecológico.
• Desenvolver apreço pela pesquisa e investigação como um meio de adquirir e
aprofundar conhecimentos.
Conteúdos
• Valorização de atitudes e preservação de ambientes coletivos e do meio
ambiente.
• Cuidados em relação aos animais e as plantas.
• Conhecimento de algumas espécies da fauna brasileira e mundial.
• Organização dos animais que vivem em comunidade.
Etapas prováveis
• Assistir ao filme Lucas, um Intruso no Formigueiro, atentando-se para os
detalhes da vida das formigas.
• Roda de conversa sobre os aspectos interessantes sobre as formigas que
viram no filme, levantando também perguntas e curiosidades que gostariam de
saber.
• Selecionar na Biblioteca Interativa livros cujas histórias tenham as formigas
como personagens, posteriormente lendo-os em sala.
• Pesquisar em livros específicos de Ciências, Enciclopédias, revistas e na
Internet mais aspectos sobre a vida das formigas.
• Procurar quantos formigueiros existem na escola e fazer um mapa apontando
onde estão localizados (nesta etapa específica, fazer comparações entre os
mapas produzidos pela turma da manhã e pela turma da tarde, verificando as
semelhanças e diferenças nas representações e na própria quantidade de
formigueiros encontrados).
• Estender esta pesquisa sobre formigas para outros insetos, principalmente os
encontrados na área externa da escola e nas redondezas, aproveitando para
registrar através de fotos os que porventura forem encontrados (aranhas,
lagartas, minhocas, caracóis, abelhas, marimbondos e borboletas).
Orientações didáticas
• Aproveitar ao máximo a curiosidade das crianças em suas buscas pelos
animais, mesmo em momentos informais de brincadeira livre na área externa
da escola, valorizando assim seus achados e inusitados.
• Oportunizar momentos de confronto de ideias entre os conhecimentos prévios
e os conhecimentos adquiridos, favorecendo a formulação de novas hipóteses
e conclusões.
• Relacionar o modo de vida em colônia com o nosso cotidiano, valorizando
assim o poder da cooperação e o respeito às diferenças. Todos possuem suas
peculiaridades e é no grupo que as habilidades de cada um se conjugam para
o bem-estar individual e coletivo.
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MÚSICOS DO BRASIL DE A A Z
Turma: H e J do Infantil V
Professoras envolvidas: Danielle e Aline Danielle
Temas: Copa Do Mundo e Música Popular Brasileira
Duração: de março a novembro/2018
Justificativa
O projeto coletivo da escola neste ano é “Musicas daqui e do mundo, através
dos tempos”. Por se tratar de um tema que dá margem para inúmeros
desdobramentos, as turmas de infantil V optaram por trabalhar a Copa do Mundo e as
músicas e culturas de alguns países.
As professoras das turmas H e J, optaram por desvendar o nosso país, que
tem uma cultura riquíssima, sendo formada por povos do mundo todo. O trabalho será
feito apresentando diferentes ritmos, unindo este ao trabalho com o processo de
alfabetização, no reconhecimento das letras do alfabeto e comparação e
diferenciação de fonemas (sons iniciais e finais).
Estamos fazendo parceria com algumas turmas do infantil IV, que
desenvolverá um trabalho muito parecido, em alguns momentos, faremos a interação
dessas turmas desenvolvendo atividades em parceria.
Objetivos
 Diferenciar os países, em relação ao modo de se vestir, alimentação e música.
 Valorizar e conhecer as culturas do Brasil, e dos países que irá enfrentar na
primeira fase
 Conhecer, respeitar e valorizar a cultura de cada País envolvido no evento.
 Reconhecer a importância da história de nosso País em Copas do Mundo.
 Compreender a necessidade do trabalho coletivo para o sucesso do grupo.
 Promover a partir da música, a integração das crianças, dando-lhes oportunidades
de expressar sensações, sentimentos e pensamentos, ampliando assim seu
conhecimento de mundo.
 Ampliar as experiências no campo do ritmo, audição e expressão corporal..
 Desenvolver a atenção, o gosto e a sensibilidade em relação a música.
 Proporcionar o desenvolvimento do raciocínio lógico, a expressão oral e corporal,
a coordenação motora, a percepção visual e auditiva da criança.
 Integrar as crianças através da música.
 Desenvolver hábitos de leitura a partir da utilização de músicas.
 Identificar a música como produto cultural e histórico.
 Explorar materiais e a escuta de obras musicais para propiciar o contato e a
experiência com a linguagem musical.
 Diferenciar fontes sonoras diversas.
 Integrar e motivar as crianças através da música.
 Exploração do movimento corporal.
 Desenvolver a memória musical.
Conteúdos
Língua Portuguesa
✓ Expressão de desejos, necessidades e sentimentos.
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✓ Respeito diante das colocações de outras pessoas.
✓ Reconhecimento das letras do alfabeto.
✓ Valorização da leitura.
✓ Sequencia do alfabeto
✓ Escrita do próprio nome
✓ Produção de textos coletivos
✓ Sistema de escrita alfabética
Gêneros a serem trabalhados: Listas, receitas, biografia e músicas.
Matemática
✓ Contagem oral
✓ Reconhecimento dos numerais do 0 ao 30.
✓ Escrita dos numerais de base (0 ao 9).
✓ Escrita da sequencia numérica
✓ Comparação de grandezas e escritas numéricas.
✓ Comunicação de ideias matemáticas, mediante o uso da linguagem oral.
✓ Introdução a noções de medias de comprimento, mediante o uso de unidades
convencionais e não convencionais.
✓ Reconhecimento e identificação das propriedades das formas geométricas
simples (circulo, quadrado, retângulo, triangulo e losango)
✓ Representação e leitura de dados apresentados de maneira organizada
(tabelas e gráfico de colunas).
➢ Ciências e educação ambiental
✓ Alimentação
➢ Corpo e movimento
✓ Jogos e brincadeiras com bola
✓ regras
✓ Exploração de movimentos corporais (velocidade, força, trajetória, flexibilidade
resistência).
➢ Artes visuais e música
✓ Apreciação de obras musicais:
✓ Diferenciação de ritmos
Etapas prováveis
• Roda de conversa – levantamento de conhecimentos prévios – “o que é a copa do
mundo?”.
• Pesquisa para casa “Qual o significado da copa do mundo para sua família?”.
• Roda de conversa – leitura das pesquisas para a turma.
• Visita à EMEB Maria Therezinha Besana para conhecer a quadra de esportes e
fazer uma brincadeira se eles tiverem horário disponível (Agendar com a direção
da escola e GCM).
• Visita ao campo de futebol do “Baetão” para conhecer a estrutura e dimensão de
um campo “profissional” (Pedir ônibus para SE e entrar em contato com a
administração do espaço para agendar data e horário).
• Construção de um campo de futebol em escala menor com formas geométricas
cortadas em papel colorido e barbante.
• Lista coletiva do nome das formas geométricas utilizadas
• Contagem de jogadores por time e ao todo no campo.
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• Lista das posições dos jogadores em campo.
• Apreciação da obra “Futebol” de Candido Portinari.
• DVD Castelo Ra tim bum – episodio É taça, é raça, é graça.
• Localização no globo e no mapa mundi – Brasil e Rússia (nosso país e o que
sediará a copa 2018).
• Mascote da Copa – última e o recente (explicar para que serve e a história de
cada um desses)
• Criação da mascote da turma (desenho feito pelas crianças em parceria as
famílias)
• Eleição da mascote da turma.
• Observação da tabela de Campeões desde a primeira Copa do Mundo.
• Contagem de títulos dos países campeões.
• Brincadeiras e jogos com bola.
• Apreciação e leitura compartilhada da música “Uma partida de futebol” – Skank
• Imagens/fotografias impressas dos craques brasileiros destaques nas Copas em
que ganharam.
• Lista coletiva dos jogadores atuais conhecidos pelas crianças.
• Tabela dos jogos (explicar como funciona e para que serve).
• Observar os países que jogarão com o Brasil na 1ª fase (suíça, Costa Rica e
Sérvia).
• Localizar esses outros três países no globo e no mapa.
• Conhecer um pouco da cultura, alimentação e pontos turísticos desses países.
• Roda de conversa – Levantamento de conhecimentos prévios sobre o Brasil
• Desenho animado: “Cascão na Praça do Futebol”
• Bandeira do Brasil:
o Apreciação – explicar o que cada cor representa
o Confecção com formas geométricas cortadas em papel colorido
o Lista do nome das formas geométricas utilizadas
• Hino nacional:
o Apreciação
o Apreciação com imagens explicativas
o Mostra e explicação da postura usual e o motivo do canto antes dos jogos e
em outros eventos.
• Pesquisa com as famílias do estado de origem.
• Localização desses estados no mapa do Brasil
• Vídeos das musicas “Pindorama” e “Eu” – palavra cantada – explicação formação
do povo brasileiro
• Divisão do Brasil em regiões:
• Músicas e comidas típicas de cada região (apreciação e degustação ou receitas)
• Região Sul – Vaneirão/xote -> sagu com creme ou cuca
• Região Sudeste – funk/samba -> pão de queijo ou queijo com goiabada
• Região Centro Oeste – sertanejo -> bolo de banana/manjar branco/ doce de
abóbora
• Região Nordeste – forró/axé -> cocada
• Região Norte – Carimbó/calypso -> açaí
• Lista coletiva dos cantores brasileiros preferidos pelas crianças
• Apreciação de algumas músicas listadas pelas crianças
• Sequencia dos Músicos brasileiros de A a Z
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 Adriana Calcanhoto (MPB)
Foto e biografia da artista
Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Fico assim sem você” e/ou “Ciranda
da bailarina”
Atividade de adivinhas com a letra A
 Balão Magico (música Infantil)
Foto e biografia da banda
Apreciação e leitura compartilhada das músicas “A galinha Magricela” e/ou
“Superfantástico”
Atividade de adivinhas com a letra B
 Cassia Eller (MPB)
Foto e biografia da artista
Apreciação e leitura compartilhada das músicas “A cuca te pega” e/ou “ETC”
Atividade de adivinhas com a letra C
 Demônios da Garoa (samba)
Foto e biografia do grupo
Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Trem das onze” e/ou “Saudosa
Maloca”
Atividade de adivinhas com a letra D
 Elba Ramalho (Forró/ Frevo)
Foto e biografia da artista
Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Ai que saudade d’ocê!” e/ou “Bainho
de cheiro”
Atividade de adivinhas com a letra E
 Falamansa (Forró Universitário)
Foto e biografia da banda
Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Xote da alegria” e/ou “Rindo à toa”
Atividade de adivinhas com a letra F
 Gonzaguinha (MPB)
Foto e biografia do artista
Apreciação e leitura compartilhada da música “O que é? O que é?”
Atividade de adivinhas com a letra G
 Hélio Ziskind (Musica infantil)
Foto e biografia do artista
Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Tu tu tu tupi” e/ou algumas músicas
dos programas Castelo Ra tim bum ou Cocoricó
Atividade de adivinhas com a letra H
 Ivete Sangalo (Axé/MPB)
Foto e biografia da artista
Apreciação e leitura compartilhada da música “Festa”
Atividade de adivinhas com a letra I
 Jorge Ben Jor (MPB)
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Foto e biografia do artista
Apreciação e leitura compartilhada das músicas “País tropical” e/ou “Filho Maravilha”
Atividade de adivinhas com a letra J
 Kid Abelha (Rock/MPB)
Foto e biografia da banda
Apreciação e leitura compartilhada das músicas a definir
Atividade de adivinhas com a letra K
 Legião Urbana (Rock)
Foto e biografia da banda
Apreciação e leitura compartilhada das músicas “pais e filhos” e/ou “ ”
Atividade de adivinhas com a letra L
 Milton Nascimento (MPB)
Foto e biografia da artista
Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Bola de meia, bola de gude” e/ou
“Maria Maria”
Atividade de adivinhas com a letra M
 Nando Reis (Rock/MPB)
Foto e biografia do artista
Apreciação e leitura compartilhada das músicas “All star” e/ou “Inimitável”
Atividade de adivinhas com a letra N
 Osvaldo Montenegro (MPB)
Foto e biografia do artista
Apreciação e leitura compartilhada da música “A lista”
Atividade de adivinhas com a letra O
 Pitty (Rock)
Foto e biografia da artista
Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Semana que vem”
Atividade de adivinhas com a letra P
 Quintal da cultura (Música infantil)
Foto e biografia do grupo
Apreciação e leitura compartilhada de cantigas infantis
Atividade de adivinhas com a letra Q
 Raul Seixas (Rock/MPB)
Foto e biografia do artista
Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Tente outra vez” e/ou “O dia em que
a terra parou”
Atividade de adivinhas com a letra R
 Sandy e Junior (Musica infantil)
Foto e biografia dos artistas
Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Aniversário do tatu” e/ou “Vamo
pular”
Atividade de adivinhas com a letra S
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124
 Toquinho (MPB)
Foto e biografia do artista
Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Aquarela” e/ou “O pato”
Atividade de adivinhas com a letra T
 Ultraje a Rigor (rock)
Foto e biografia do artista
Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Inutil”
Atividade de adivinhas com a letra U
 Vinícius de Morais (Bossa Nova)
Foto e biografia do artista
Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Garota de Ipanema” e/ou “A tonga
da Mironga do Kabuleté”
Atividade de adivinhas com a letra V
 Wilson Simonal (MPB)
Foto e biografia do artista
Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Mamãe passou açúcar em mim”
e/ou “Sá marina”
Atividade de adivinhas com a letra W
 Xuxa (Música infantil)
Foto e biografia da artista
Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Abecedário da Xuxa” e/ou “Dona
girafa”
Atividade de adivinhas com a letra X
 Yudi Tamashiro (Música infantil)
Foto e biografia da artista
Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Carrossel” e/ou Shimanchu Nu
Takara”
Atividade de adivinhas com a letra Y
 Zé Ramalho (MPB)
Foto e biografia da artista
Apreciação e leitura compartilhada da música “Chão de giz”
Atividade de adivinhas com a letra Z
Produto final
Apresentação de dança ou coral na Mostra Cultural 2018 nesta unidade
escolar.
Avaliação
Será feita ao longo do projeto observando o cumprimento de etapas e o
crescimento individual e do grupo.
15. ROTINA ESCOLAR:
16.1- Rotina
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Trabalhar com diferentes dimensões do ato educativo significa oferecer
diariamente às crianças situações de Cuidados, Brincadeiras e Aprendizagens,
auxiliando-as no desenvolvimento integral de suas capacidades, considerando os
princípios éticos, estéticos e políticos da Educação Infantil proporcionados em todos
os momentos da rotina.
A rotina é um elemento muito importante nas instituições de Educação Infantil,
por proporcionar à criança sentimentos de estabilidade e segurança. Também
proporciona maior organização espaço-temporal, e a liberta do sentimento de estresse
que uma rotina desestruturada pode causar. Entretanto, como discutido, a rotina não
precisa ser rígida, sem espaço para invenção (por parte dos professores e das
crianças), ao contrário a rotina pode ser rica, alegre e prazerosa, proporcionando
espaço para construção diária de conhecimentos e significados.
Durante todos os momentos da rotina é de suma importância ouvir e observar
as crianças nos diversos ambientes e situações, para que os educadores levantar
elementos que favoreçam e qualifiquem as intervenções pedagógicas para que o
planejamento seja realmente significativo e contextualizado. Como nossa escola
possui espaços privilegiados é possível extrapolar as propostas de atividades para
além das salas de aula, planejando e propondo diversas atividades de corpo ou
fazendo uso de espaços de maneira alternativa, como a leitura de histórias sob a
sombra das árvores.
Para que todos desfrutem dos espaços que compõem nossa escola é
necessário organizar os horários, de modo a garantir a circulação segura das crianças
e o uso democrático dos mesmos (refeitório, biblioteca, ateliê, parque, quadra), pois
atendemos doze turmas por período, com aproximadamente trezentas e vinte crianças
cada.
Para garantir a igualdade de oportunidades e qualificação dos planejamentos
foram elencados os objetivos referentes a cada espaço ou proposta:
Objetivos do uso da rotina diária em sala:
• Compreender a marcação do tempo;
• Planejar, antecipar ações e posturas e, consequentemente, tranquilizar-se com
relação às expectativas referentes às propostas a serem realizadas
diariamente;
• Organizar a sequência de atividades no uso do tempo e espaço:
• Conferir as atividades no final da aula:
• Sistematizar o aprendizado;
• Garantir a circulação segura das crianças e uso correto dos espaços:
• O uso social da escrita;
• Antecipar situações do dia-a-dia.
16.2- Entrada e Saída
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Nossa escola possui dois turnos de funcionamento, sendo o primeiro das 08h
às 12h e o segundo das 13h às 17h. Todos os dias as crianças são recebidas por
membros da equipe de gestão, pelas professoras substitutas que não estejam em
sala, auxiliar em educação de apoio a inclusão, além do vigia de plantão.
Ao abrirmos o portão, tanto de manhã quanto à tarde, cumprimentamos as
crianças, seus familiares, transportadores escolares e passamos a levar os alunos que
necessitem de companhia ou acompanhamento até a sala, conversamos com
familiares para esclarecimento de dúvidas, enfim, estabelecemos o contato com as
famílias e garantimos a segurança das crianças.
Diariamente uma representante da equipe de gestão passa pelas salas antes
da abertura do portão para verificar se há alguma turma em que a professora
porventura não esteja, ficando até a chegada da mesma, para não deixar as crianças
sozinhas.
Para retirar as crianças, os responsáveis precisam apresentar à professora
uma carteirinha de retirada, confeccionada pela equipe da Secretaria da escola e que
a cada ano passa por modificações, para que o uso seja feito de forma correta
(mudança de cor do papel, por exemplo). Quem quer que venha, seja pai, mãe, avó,
tio, transportador escolar, deve apresentar o documento; caso tenha esquecido de
trazer o documento, deverá dirigir-se à Secretaria para liberação da carteirinha
provisória, que deverá ser devolvida à professora no ato da entrega da criança, para
que ela possa devolvê-la a equipe da Secretaria.
Os modelos encontram-se nos anexos, sub item –“Impressos utilizados pela
unidade escolar (ficha de autorização de retirada de aluno, de carteirinha de retirada e
de atrasos /ocorrências na entrada e na saída)”.
Objetivos:
• Garantir a segurança das crianças;
• Estabelecer uma relação saudável com a
comunidade;
• Esclarecer eventuais dúvidas (com relação
aos atestados médicos, medicações, e
outras)
16.3 - Salas de aula
A organização deste espaço e o
planejamento das atividades propostas são de
responsabilidade das professoras, orientadas e supervisionadas pela coordenadora
pedagógica a partir das necessidades e especificidades de cada turma, considerando
os objetivos e conteúdos propostos, registrados num caderno específico para esta
finalidade.
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Para este espaço são planejados momentos de Atividades Orientadas, Rodas de
conversa e música, organização e sistematização da Rotina diária, Atividades
Diversificadas, propostas de brincadeira Simbólica, Leituras, apreciações tanto de
obras de artistas renomados, quantos das produções dos próprios alunos, entre
outras, considerando os princípios de autonomia, diversidade de escolha, constância e
alternância.
Brinquedos e materiais variados utilizados nas atividades diversificadas e
simbólicas estão dispostos em caixas organizadoras dentro de cada sala. Esta ação
foi pensada pela equipe para garantir o acesso das crianças e professoras aos
materiais disponíveis na escola. A cada dois meses as caixas são rodiziadas, para que
outros materiais sejam usados pelas crianças ou a partir da necessidade, as
professoras solicitam a troca ou a reposição dos brinquedos que foram quebrados,
além de terem acesso a alguns brinquedos de uso coletivo no almoxarifado de
brinquedos.
Objetivos da sala:
• Estabelecer os combinados;
• Realizar atividades;
• Servir de referência espacial dentro da escola;
• Sistematizar os conhecimentos e informações adquiridas;
16.4 - Adaptação e primeiro dia com participação das famílias:
Sabemos da importância deste período na construção de vínculos e como um
momento de acolhimento das incertezas e inseguranças, por parte dos familiares e
das crianças, nesta nova etapa de suas vidas; então desde 2010, temos a proposta de
acolhimento das crianças e suas famílias no primeiro dia de aula, sendo que neste ano
realizamos apenas para os alunos do Infantil III, após discussões com a equipe. Neste
momento de transição da Creche para nosso ambiente ou ainda para aqueles que
nunca estudaram acaba tornando-se um momento privilegiado tanto para os pais
quanto para os alunos, para que vivenciem um dia na rotina escolar juntos, e assim
sentirem segurança com relação às novas vivências e circulação dos pequeninos
pelos espaços escolares.
Para que este momento ocorresse de forma tranquila e prazerosa, dividimos as
turmas em dois grandes grupos de seis professoras cada um. As turmas do Infantil III
e algumas do Infantil IV no primeiro horário e as demais de Infantil IV e V no segundo
horário, para que os pais pudessem circular mais tranquilamente com as crianças pelo
espaço, principalmente nos horários de uso dos espaços coletivos (parque e
refeitório), de sala e de conhecimento do prédio escolar.
Em complementação a esta atividade integrada são determinados pela
Secretaria de Educação outros dias definidos no calendário oficial para este fim, nos
quais as crianças de 3 a 5 anos participam de uma rotina diferenciada, com tempo de
permanência reduzido (duas horas diárias), de acordo com o planejamento registrado
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nos cadernos de planejamento das professoras, considerando as necessidades de
integração e acolhimento dos grupos.
Este período também oferece elementos para composição das observações e
registros feitos pelas professoras, para que possam traçar seus objetivos em seus
planos anuais que fazem parte deste documento, além de servir de referência para a
produção dos relatórios das crianças, indicando seus pontos de partida e avanços de
cada educando.
Além disto, neste período reduzido as professoras também atendem as famílias
para preenchimento da ficha de dados pessoais, após o horário de saída das crianças,
e assim estabelecem vínculos essenciais ao trabalho.
A equipe que atendeu aos alunos do Infantil III este ano considerou como
insuficiente o período indicado para esta adaptação, que foi de 10 a 17/02, indicando
como possibilidade para 2017 o aumento para as duas semanas como era
anteriormente, pois percebeu que muitas crianças da classe ainda passavam por
dificuldades na adaptação.
Objetivos:
• Apropriação da comunidade e das crianças do ambiente e da rotina;
• Construir vínculos entre professores, alunos e suas famílias:
• Proporcionar a participação da família na
rotina escolar.
16.5 – Alimentação
Desde Fevereiro de 2015, nossa escola está
com o cardápio de lanche, após 13 anos servindo
almoço aos nossos alunos.
Como um dos objetivos principais para as
crianças atendidas em nossa unidade escolar é o
desenvolvimento da autonomia, estamos
adequando os procedimentos do cardápio do lanche;
As crianças servem-se dos alimentos secos (pães, bolachas, bolinhos) que
estão dispostos em potes com tampa; dosam os recheios ( carnes, frangos, margarina,
requeijão, etc) e também as bebidas nas canecas estimulando, assim, na medida do
possível, sua autonomia.
As crianças são estimuladas pelas professoras e funcionárias da cozinha a
experimentarem de tudo e também são levadas em consideração, quando respeitadas
às preferências por este ou aquele alimento e a negação em ingerir determinadas
preparações, garantindo assim o direito e a oportunidade da escolha das crianças
neste momento.
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Para as crianças com restrições alimentares (dietas hipogordurosas , alergias
ou dietas pastosas ) são oferecidos os alimentos de acordo com a indicação médica/
nutricional.
Objetivos:
• Incentivar a alimentação saudável e balanceada;
• Escolher e servir-se de alimentos de maneira equilibrada;
• Autonomia ao servir-se proporcionado pelo sistema self service;
• Significar que o momento da refeição deve ser um tempo dedicado a saborear
o alimento, dando ênfase aos benefícios do hábito de sentar-se à mesa;
• Vivência em um espaço coletivo que proporciona interação entre crianças que
observam os hábitos de outros colegas e possibilitam interação com outros
adultos também (equipe de apoio, cozinheiras e outros educadores).
16.6- Ateliê
Possuímos um espaço adaptado para este fim, e neste ano foram feitos
horários para que todas as turmas pudessem utilizá-lo, de acordo com seu
planejamento.
Estão à disposição nos armários materiais variados como: tintas, pincéis, cola
colorida, areia colorida, canudos plásticos, tampinhas de refrigerante, cola, papeis de
vários formatos e texturas, sucatas, canetas hidrográficas, lápis de cor, lápis carvão,
adesivos, olhos de plástico, etc.
Como meta de ampliação do repertório visual dos alunos e professores,
repertório este de obras famosas de artistas renomados, o trio de gestão montará um
material digital, que ficará disponível na sala de aula virtual do grupo de professoras
(Google Sala de Aula), que poderá ser acessado e mostrado aos alunos, através da
projeção em tela na biblioteca ou sala de aula, possibilitando uma melhor visualização
de todos dos detalhes que compõem o trabalho do artista em questão, para análise de
cores preferidas, formas, traços, contrastes, etc.
Como nossos mobiliários são adaptados, ainda sentimos falta de uma estrutura
diferenciada que promova a autonomia, a criatividade e a observação das produções
das crianças e dos artistas trabalhados.
Objetivos:
• Privilegiar o uso do ateliê como espaço diferenciado, fazendo o uso das
diversas linguagens artísticas;
• Ampliar o repertório artístico cultural das crianças e professores;
• Promover estratégias de uso do percurso criador para o desenvolvimento da
criatividade;
• Apreciar as obras de diferentes artistas e colegas;
• Desenvolver a autonomia quanto à organização e conservação do espaço;
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Propostas: Compra de mobiliário adequado como: mesa grande com banquetas para
uso das crianças, complementação e reforma dos cavaletes, fechamento e isolamento
acústico do espaço, aquisição de um computador e um Projetor multimídia fixos para
facilitar as rodas de apreciações dentro deste espaço (projeção das obras na parede
em tamanho muito maior que o de uma cópia em A4).
16.7 - Parque de areia e parque interno
Entendemos que a brincadeira é um
comportamento socialmente construído, que
auxilia a criança a entender a si mesma e o
universo cultural o qual está inserida, podendo ser mais ou menos rica em função dos
materiais, do tempo, do espaço e dos parceiros de que dispõe e, portanto a
intencionalidade educativa também deve estar presente neste espaço cheio de
possibilidades.
Refletir sobre o tempo dedicado às brincadeiras de parque, os materiais e
equipamentos oferecidos, a formação dos grupos e as formas de interação das
crianças com o ambiente, entre si e com os adultos, pode contribuir para que a
utilização do espaço seja repleta de aprendizagens.
Todas as turmas tem um horário pré-determinado para uso deste espaço que é
um dos momentos mais esperados da rotina, pois podem brincar livremente nos
brinquedos ao ar livre, além de explorar diferentes possibilidades de interação e
brincadeiras com uso de pazinhas, potes e forminhas de diferentes formatos.
Propomos também as professoras que façam intervenções físicas neste
espaço para que este não se limite apenas no uso dos brinquedos e equipamentos
que compõem este local, mas para que as crianças sejam desafiadas, tanto física
quanto intelectualmente a explorarem de diversas maneiras o próprio corpo neste
espaço tão rico e querido por todos.
Nos dias chuvosos, a atividade externa é transferida para nosso galpão, ao lado do
refeitório, onde são montadas atividades físicas, para que possam brincar e se divertir
também.
Objetivos:
• Socializar e interagir;
• Proporcionar a comunicação;
• Participar de situações propostas de desafios motores;
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• Elaborar estratégias de composição de brincadeiras e resolução de
conflitos;
• Explorar a ludicidade destes espaços;
• Compreender regras de usos de espaços coletivos;
• Brincar;
• Fazer uso do jogo simbólico.
16.8 – Biblioteca Interativa e biblioteca circulante
A infância é o momento em que as crianças estão mais propícias a desenvolver
hábitos que serão seguidos por toda vida, por isso consideramos essencial
estimular desde sempre o gosto de nossas crianças pela leitura. É necessário
também mostrar que o ato de ler além de ser usado na obtenção de informações
pode ser muito prazeroso, fantástico e lúdico.
Para que alcancemos este objetivo principal fazemos uso de diferentes
espaços e estratégias como: leitura e contação de histórias com uso de livros,
fantoches, ou outros objetos, leitura individual e manuseio dos livros da Biblioteca da
escola e da biblioteca circulante, entre outras propostas de situações de uso social da
leitura.
Desde o ano de 2016, nossa biblioteca conta com a funcionária Sandra, para
organizar o acervo, realizar empréstimos e demais ações pertinentes ao espaço
pedagógico, sendo sempre muito disponível para auxiliar crianças e adultos que lá
estão.
Em 2017 nossa biblioteca passou
por uma pequena reforma e pintura, e foi
denominada no dia 21/10/2017 em uma
bonita e tocante cerimônia, no sábado
letivo com famílias, em homenagem à
nossa saudosa amiga e professora desta
escola por 30 anos, nossa “Rosemary Mira
Ornellas de Rosa”. Neste dia
compareceram membros da família de
Rosemary ( tias maternas, prima e primo), bem como seu esposo, filho e nora, cujas
presenças em muito nos alegraram.
Semanalmente as turmas têm um horário individual garantido para uso da BEI,
há um planejamento prévio das propostas a serem vivenciadas pelas crianças neste
espaço registradas no caderno de planejamento de cada professor; somente às
segundas-feiras este espaço é fechado para manutenção e higienização. As
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professoras conversam com a Sandra e ela faz as adequações necessárias aos temas
sugeridos por elas e pelas crianças, para uso dos recursos e contação de histórias.
O empréstimo dos livros este ano será feito na própria biblioteca, em parceria
com a oficial Sandra, bem como a devolução/ rodízio, troca de exemplares, ou ainda
necessidade de conserto, reposição ou descarte de exemplares danificados.
A linguagem teatral é um recurso muito interessante como estímulo para a
leitura, portanto propomos para este ano letivo apresentações da equipe docente e
gestora para os alunos, com o objetivo de conhecer outra linguagem artística e propor
uma atividade cultural diferenciada, uma vez ao mês. Nestas apresentações serão
usadas histórias de livros ou CD’s que compõem o acervo da unidade.
Nossa equipe escolar irá apresentar às crianças algumas histórias , encenadas
no palco, como forma de propiciar o acesso à expressão e linguagem teatral. Já
fizemos isto em 2015 , 2016 e 2017 e o resultado é magnífico: as crianças aproveitam
cada momento da história, participando e até ajudando as personagens em cena.
16.9 - BIBLIOTECA INTERATIVA:
Objetivos:
• Incentivar o gosto pela leitura;
• Ler com diferentes finalidades;
• Interessar-se e conhecer os diversos portadores de diferentes gêneros
textuais ( livros, gibis, revistas, jornais);
• Organizar e cuidar dos livros com autonomia;
• Aprender a postura de leitor;
• Ouvir histórias;
• Utilizar dos diferentes recursos tecnológicos (DVD, CD, rádio, TV, PC);
• Pesquisar;
• Participar de situações de pesquisa e leitura;
PROPOSTAS: Complementar o acervo de livros, CDs, DVDs e compor um acervo de
fantasias para adultos e crianças.
BIBLIOTECA CIRCULANTE/ EMPRÉSTIMO:
Objetivos:
• Estimular o gosto e consequentemente a valorização da leitura;
• Ler em diferentes situações;
• Familiarizar-se com a escrita por meio de diversos portadores;
• Ampliar os conhecimentos sobre a língua;
• Interação entre família e escola;
• Ampliar o vocabulário das crianças;
• Aprender a ter noções de responsabilidade;
• Proporcionar situações onde as crianças tenham a possibilidade de escolha;
• Estimular as crianças a ler imagens e a construir histórias a partir delas.
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16.10 - Quadra
O esporte consolida práticas como a cooperação, comunicação, respeito pelas
regras, resolução de conflitos, entendimento, conexão com outras pessoas, liderança,
respeito com o outro, valor do esforço, como vencer, como perder, como administrar a
competição, autoestima, responsabilidade, honestidade, trabalho em equipe, disciplina
e confiança.
Possuímos nesta escola um espaço de quadra descoberta e este ambiente
propício ao Movimento é um dos espaços mais utilizados para atividades corporais
com uso de mediadores (corda, bola, bambolês, pés de madeira, etc), de jogos
cooperativos, circuitos motores, entre outros, onde todas as turmas têm garantido um
horário diário no quadro de horários de uso dos espaços coletivos.
Objetivos:
• Explorar jogos e atividades que promovam o desenvolvimento de noções de
cooperação, coletividade e habilidades motoras diversas;
• Explorar o próprio corpo por meio de atividades significativas e
contextualizadas.
Propomos: Reforma deste espaço rico em possibilidades, pela PMSBC.
4.11 – Outros espaços de atividades coletivas
Como nossa escola tem uma estrutura física privilegiada, eventualmente as
crianças utilizam outros espaços, tanto internos quanto externos para suas atividades.
Por exemplo: Parque interno, Pátio externo, Pátio interno com palco: este quando não
é utilizado como parque e espaço de circuito motor e momentos coletivos (hino,
entrada coletiva), pode ser uma opção para desenvolver atividades de corpo e
movimento.
CANTEIROS: FOTO
Nossos canteiros são originais da fundação da escola, feitos em cimento e com
altura, profundidade e largura que
possibilitam o plantio e os cuidados com a
horta feitos pelos alunos e professoras.
Em 2016 várias turmas plantaram
diversos legumes, verduras, ervas
aromáticas, ervas medicinais e ao final do
ano puderam degustar aquilo que
escolheram plantar: alface, agrião, tomate,
chás de erva cidreira, entre outros.
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Os objetivos referentes ao uso destes espaços estão descritos no Projeto
Coletivo Canteiros e Hortas.
PÁTIO INTERNO:
Quando não utilizado como
parque e espaço de circuito motor ou
momentos coletivos (hino, entrada
coletiva, teatro), é uma opção para
desenvolvermos atividades de corpo e
movimento.
Circuito motor:
Periodicidade: semanal.
Objetivos:
• Desenvolver as capacidades físicas de coordenação motora, agilidade,
noções de espaço, equilíbrio, lateralidade, entre outros;
• Compreender comandas e orientações para execução das propostas.
PROPOSTAS: Compra de novos materiais: bambolês, cordas, bolas
individuais, cones de sinalização.
Hinos Nacional e de São Bernardo do Campo
Neste momento, as crianças vão até o pátio interno e são organizadas em filas,
seguindo-se as regras para cantarmos o Hino Nacional. São levadas as três bandeiras
(Nacional, do Estado de São Paulo e de São Bernardo), que são seguradas por alunos
da escola, enquanto os demais aprendem a melodia e a letra de cada Hino.
Objetivos:
• Desenvolver a cidadania;
• Conhecer os hinos: Nacional e São Bernardo do Campo;
• Apresentar e conhecer as diversas bandeiras; País, Estado e cidade de São
Bernardo do Campo;
• Respeitar os símbolos nacionais;
• Resgatar o respeito à Pátria.
Periodicidade: mensal, na última sexta-feira de cada mês.
16.11 - Estudos do meio
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As atividades de estudo do meio devem estar integradas e relacionadas aos
planejamentos e propostas de projetos,
discutidos com as crianças para que tenham
sentido.
Objetivos:
• Ampliar o conhecimento de mundo;
• Conhecer e apropriar-se de
diversos espaços culturais e de
convivência para além dos muros
da escola;
• Enriquecer e ampliar os
conhecimentos por meio da participação nos projetos e sequenciadas
realizadas em sala.
PROPOSTAS: Conhecer as atividades e espaços culturais oferecidos pelo
município e fora dele.
Sugestão de propostas de estudos do meio
LOCAL TEMA
Aquário Municipal de
Santos
Animais marinhos
Borboletário Municipal de
Diadema
Insetos e natureza
Centro de Reflexão para o
Trânsito
Trânsito seguro
COOP Vianas Profissões
Estádio 1º de Maio (SBC) Projeto sobre Futebol
Insetário de São Paulo Insetos
Jardim Botânico Natureza
Museu do Catavento
Cultural e Educacional
Astronomia, Terra, Vida e
Engenho
Museu da Pesca Animais marinhos
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Parque Escola Brinquedos de sucata e meio
ambiente
Parque Estoril Animais, água e preservação
ambiental
Parque Jaçatuba Brincar
SABINA Parque Escola do
Conhecimento
Dinossauros, animais,
astronomia, reciclagem.
SESC Santo André / São
Caetano (teatros gratuitos)
Teatro
SESC Itaquera Música, folclore e brincar
Zoológico de São Paulo Animais
No PPP do ano anterior fizemos apenas poucas considerações sobre como se
dá o processo de avaliação em nossa escola, não por descuido, mas por fazer parte
do processo de construção de conhecimentos deste grupo, que aos poucos vai se
consolidando e repensando ano a ano quais aspectos merecem ser priorizados nas
discussões acerca do nosso projeto de trabalho, pois não é possível rever todos os
aspectos do documento com o cuidado e dedicação merecidos; para tanto, levamos a
discussão para o grupo que explicitou nestes registros suas ideias sobre esta
ferramenta de trabalho.
16. Avaliação das aprendizagens
As discussões acerca da avaliação necessitam de reflexões consistentes e
sistemáticas, pois avaliar é importante para a qualificação do trabalho desenvolvido,
exige foco, um olhar sensível para poder enxergar as sutilezas do outro e cabe a cada
educador, conhecer os saberes de seus alunos, ter clareza dos seus objetivos, fazer
as intervenções necessárias e refletir sobre seu trabalho, para assim garantir
aprendizagem de todos e de cada um.
Anualmente refletimos sobre a avaliação em momentos coletivos. Buscamos
afinar conceitos e princípios para que tenhamos coerência no pensar e na utilização
dos instrumentos avaliativos, sempre considerando as especificidades de cada faixa
etária na busca de um padrão de qualidade. Sendo assim, avaliar é um processo
permanente que complementa e direciona a construção do fazer pedagógico.
Para Vygotsky, a construção do pensamento e da subjetividade é um processo
cultural, e não uma formação natural e universal da espécie humana, portanto, todos
os nossos recursos humanos e materiais devem estar voltados para que as crianças
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recebam um atendimento de qualidade, dentro desta instituição escolar em todos os
sentidos.
A Lei de Diretrizes e Bases diz que: “Na educação infantil a avaliação far-se-á
mediante acompanhamento e registro do seu desenvolvimento, sem o objetivo de
promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental.” (Lei 9394/96, artigo 31.) E
de acordo com Zilma de Moraes Ramos de Oliveira, a finalidade da avaliação na
Educação Infantil não é excluir, mas ao contrário: incluir as crianças no processo
educacional e assegurar-lhes êxito em sua trajetória.
Portanto, para nossa equipe o ato de avaliar envolve conhecer o
desenvolvimento integral da criança, para promover situações que potencializem ao
máximo suas capacidades e assim promover avanços a partir dos conhecimentos que
possuem, por meio de situações que envolvam aprendizagens significativas. Desta
forma o planejamento necessita ser dinâmico e flexível, considerando as necessidades
apontadas nos registros sobre as observações e reflexões de todos os momentos da
rotina.
Neste processo avaliativo nos utilizamos de instrumentos metodológicos que
compõem a documentação pedagógica e subsidiam a ação formativa, pois
possibilitam o exercício sistemático da reflexão para a construção e apropriação da
disciplina intelectual. Estes instrumentos contribuem para um olhar reflexivo sobre as
ações realizadas ou planejadas que sistematizam, organizam e dão indicativos para os
próximos passos.
Temos também outros cadernos de registros, de acompanhamentos específicos,
utilizados exclusivamente pelos membros do trio de gestão:
• Caderno de ocorrências (registros de acidentes ocorridos com as crianças
na escola ou em casa);
• Caderno de registro das reuniões com funcionários (registros das
reuniões específicas dos segmentos - apoio, cozinha, administrativos e
professores, sejam elas formativas ou para alinhamento de condutas e
procedimentos, redistribuição de tarefas ou ainda o registro formal de
advertência a funcionários).
• Pasta de acompanhamento da Orientadora Pedagógica (registros dos
encontros semanais, encaminhamentos e plano de ação com a equipe
escolar).
• Caderno de Assembleias da APM: livro ata no qual são feitos os registros
da eleição e composição anual da APM, bem como das Assembleias Gerais
Extraordinárias ou Ordinárias, com pautas definidas de acordo com o
Estatuto das APM’s ou situações nas quais seja necessário convocar pais e
comunidade escolar, para a deliberação de assuntos específicos.
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• Cadernos de eleição de Conselho de Escola: uso restrito para registro da
eleição anual ou da substituição de membros, quando se faz necessário.
• Caderno de utilização de verba da APM: neste são feitos os registros das
tomadas de preços e de como serão gastos os recursos financeiros da
entidade.
• Caderno de registros das ocorrências dos vigias da escola (Skill) : neste
ocorrem os registros dos vigias, quando assumem ou entregam o posto a
um colega , mesmo que não ocorra nenhuma intercorrência. E quando há
algo que precisam indicar (tentativa de invasão, por exemplo) é neste
caderno que anotam o ocorrido e as providências tomadas.
• Caderno de autorização de uso da escola: nele a equipe de gestão deixa
por escrito aos vigias, aos finais de semana ou feriados, quem são as
pessoas ou entidades autorizadas a fazerem uso da escola ( Aula de
Capoeira, Ballet, manutenção predial, Projeto Habitacional dos Moradores
de Bairro, etc), quais são os locais e horários permitidos.
• Caderno de registros dos bilhetes enviados pelas agendas (solicitações
das famílias e respostas das professoras - ocorrências atípicas). Copiamos
e colamos os bilhetes em questão, cujos temas são os mais variados (
queixas sobre problemas na sala, alergias, problemas de saúde, restrição
de retirada, etc).
17. AÇÕES SUPLEMENTARES
18.1 - AEE - ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO
A Política Nacional da Educação Especial na perspectiva da Educação
Inclusiva (MEC, 2008) institui diretrizes para o atendimento educacional especializado.
Com objetivo de organizar o trabalho do AEE na rede municipal de ensino,
constam no Portal da Educação, os documentos orientadores do Atendimento
Educacional Especializado.
O público alvo para este atendimento a educação especial, são os alunos com
deficiência (intelectual, visual, auditiva e/ou múltiplas deficiências), transtornos globais
do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação).
Sendo assim, o AEE tem como função complementar ou suplementar a
formação do aluno por meio da disponibilização de serviços, recursos de
acessibilidade e estratégias que eliminem as barreiras para sua plena participação na
sociedade e desenvolvimento de sua aprendizagem.
Consideram-se recursos de acessibilidade na educação, aqueles que
asseguram condições de acesso ao currículo dos alunos com deficiência ou
mobilidade reduzida, promovendo a utilização dos materiais didáticos e pedagógicos,
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dos espaços, dos mobiliários e equipamentos, dos sistemas de comunicação e
informação, dos transportes e dos demais serviços.
Salientamos que o Estudo de Caso e Plano Individual do Aluno são
documentos indispensáveis ao trabalho realizado no AEE. Conforme dito
anteriormente os Professores do AEE também tem uma documentação específica
(Plano de Ação do AEE) descrita no caderno de Instrumentos Metodológicos do AEE
de junho de 2012, e segue abaixo o plano desenvolvido pelas professoras de AEE que
atendem nossa escola.
PLANO DE AÇÃO - ANUAL – 2018
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE)
Professoras: Luciana Alves Martins de Carvalho (tarde), Márcia Dias Meira
(manhã)
Público alvo: Alunos com deficiência (intelectual e múltiplas deficiências) e transtornos
globais do desenvolvimento (TEA).
Justificativa:
O atendimento educacional especializado (AEE) é um serviço da educação especial
que identifica, elabora, organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade, que
eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos com necessidades
educacionais especiais, considerando sua especificidade (SEESP/MEC, 2008). O
AEE complementa e/ou suplementa a formação do aluno, visando a sua autonomia
na escola e fora dela, constituindo oferta obrigatória pelos sistemas de ensino. O
trabalho realizado no atendimento educacional especializado, junto aos alunos com
deficiência volta-se para a contribuição, elaboração de estratégias de ensino que
viabilizem aquisição de conhecimentos que envolvam a aprendizagem de leitura e
escrita, tendo atenção primordial à alfabetização. Busca-se também a melhoria da
comunicação destes alunos em suas diferentes formas, além de favorecer as
questões de socialização dentro do agrupamento da sala onde o mesmo esteja
inserido. Um dos focos deste trabalho visa orientações pontuadas junto aos
professores do regular através das reuniões de inerência, além da adaptação de
materiais e atividades pedagógicas que favoreçam seu desempenho junto aos seus
pares. Além disso, podemos pensar no planejamento de atividades de ensino de
ação colaborativa, ampliando a parceria entre as professoras, tendo como meta a
construção de um ensino de qualidade.
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18. Calendário escolar homologado
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20. Mais algumas referências bibliográficas:
ALARCÃO, Isabel. Professores Reflexivos em uma Escola Reflexiva. Editora
Cortez, 2011 . 8ª ed.
ALMEIDA, Lucila Silva de – Interações: crianças, brincadeiras brasileiras e escola -
Blucher – 2012.
CADERNOS DE VALIDAÇÃO – Rotina na Educação Infantil / Avaliação – PMSBC
- 2001
FARIA, Vitória Líbia Barreto de, Currículo na Educação Infantil: diálogo com os
demais elementos da Proposta Pedagógica, Ed Ática – 2012.
FREIRE, Madalena. Educador . Editora Paz e Terra, São Paulo.2010.
FRIEDMANN, Adriana, O brincar na Educação Infantil – Observação, adequação e
inclusão, Ed. Moderna – 2012.
KLEIN, Melanie. (1955). A técnica psicanalítica através do brincar: sua história e
significado. Rio de Janeiro: Imago
LEI FEDERAL Nº 11.645/08
LEI DE DIRETRIZES E BASES Nº 9.394, de 20/12/1996
LEI FEDERAL Nº 11.274 de 06/02/2006 – alteração da LDB
LEI FEDERAL Nº 11.769 de 18/08/2008- MÚSICA
LEI DE DIRETRIZES E BASES Nº 12.796 de 05/04/2013, que altera a Lei de
Diretrizes e Bases nº 9394/1996, indicando como o ensino obrigatório dos 4 aos 17
anos de idade.
OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos de. Educação Infantil : Fundamentos e
Métodos. Editora Cortez. São Paulo .2010. 6ª Ed.
_Educação Infantil: muitos olhares. Editora Cortez. São Paulo, 2010.9ª Ed.
REFERENCIAIS CURRICULARES NACIONAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL- 1999
PROPOSTA CURRICULAR DE SÃO BERNARDO DO CAMPO – 2007
RIOS, Terezinha Azerêdo. Ética e Competência. Editora Cortez. São Paulo, 2008.
18ª Ed.
_ Compreender e ensinar. Por uma docência da melhor qualidade. Editora Cortez.
2008. 7ª Ed.
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SAVIANI, Dermeval. Escola e Democracia. Editora Cortez. São Paulo, 1983.
VIGOTSKY, L.S. A formação social da mente, Martins Fontes- 2010.
La Taille, Yves de .Piaget, Vygostsky e Wallon. Teorias Psicogenéticas em
discussão.Summus Editorial. 1992
WINNICOTT, D.W.( 1975) O brincar e a realidade. Rio de Janeiro. Editora Imago.
LOWENFELD, V.; BRITAIN, W. L. Desenvolvimento da Capacidade Criadora. São
Paulo: Mestre Jou. 1977
LUQUET, G. H. O Desenho Infantil. Porto: Editora do Minho, 1969.
21. Anexos
21.1-Biografia do Patrono – Aldino Pinotti
ALDINO PINOTTI
ALDINO PINOTTl, nascido em São Bernardo do Campo, a 5 de agosto de
1912, no sítio de seus pais (da Linha Jurubatuba, onde hoje se situa o Jardim Maria
Cecília, precisamente onde se encontra o Pronto Socorro Central), é membro de
tradicional família sambernardense.
Foi prefeito da nossa cidade de 1956 a 1959 e de 1969 a 31/01/1973.
Seu pai, Dio Phebo Pinotti (que foi um dos fundadores da Societá Mutuo
Soccorso Italiani Uniti) e sua mãe, Angelina Scopel Pinotti, eram lavradores e
trabalhavam nos terrenos da imigração, como eram na época chamadas as terras
cultivadas pelos imigrantes.
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Como todo bom imigrante, seu pai fez com que ele trabalhasse e estudasse
cedo.
Em 1919, passou a frequentar as Escolas Reunidas de São Bernardo, no
casarão que foi da Intendência, onde fez os dois primeiros anos com o professor
Cassiano Faria, e os últimos três anos, com o professor Heitor Caruso.
Fez também o Curso de Aperfeiçoamento da Escola Superior de Guerra Santo
André.
Casou-se, em 05 de outubro, com Nair Mariana Corradi Pinotti, com quem teve
dois filhos: Laerte Pinotti e Maria Isabel Pinotti Silva, ambos residentes em São
Bernardo do Campo.
Desde cedo iniciado no trabalho, Aldino Pinotti passou a maior parte da
infância ajudando os pais no cultivo das terras tendo, mais tarde, aprendido a
profissão de marceneiro. Trabalhou como ajudante na Fábrica de Móveis de Cassetari,
Vergani e Modolin.
Em 1921 deixou de trabalhar na empalhação de cadeiras para ser aprendiz de
marcenaria com Antonio Femandes, indo trabalhar e 1922 na Fábrica de Móveis São
Vicente, de Vicente Colombo e Manoel Corazza, onde ficou até a transformação de
Irmãos Corazza.
Em 1924 foi trabalhar na Fábrica de Móveis Redenção, de Antonio Caputo, e
matriculou -se na Escola Particular da Professora Herminia Paggi (notuma), localizada
ao lado ímpar da Rua Marechal Deodoro, altura da Alameda Glória. Nessa fábrica,
Redenção, passou de aprendiz de marceneiro para artífice (oficial), onde trabalhou até
1929, passando a seguir para a Fábrica de Irmãos Basso. A Fábrica Redenção, deu
origem, mais tarde, à Setti & Filhos, onde trabalhou em 1931.
De 1932 a 1943 trabalhou na Indústria de Móveis de José Pelosini, onde ficou
até ingressar na Fábrica de Móveis São Bernardo.
Em 29 de outubro de 1934 nasce a Fábrica de Móveis São Bernardo Ltda., que
era, na verdade, uma Cooperativa de Produção de seus próprios operários e
funcionários.
Em 15 de junho de 1943, Aldino Pinotti foi aí admitido como marceneiro e
adquiriu algumas ações da empresa, o que lhe valeu a posição de sócio quotista, onde
em 1953 exerceu as funções de Conselheiro.
Em 29 de outubro de 1954, com a transformação da firma em sociedade
anônima passou a exercer as funções de gerente comercial e foi eleito Presidente.
Em 1955 ocupou o cargo de Diretor Comercial. Seu ingresso na política
ocorreu em fins de agosto de 1951, durante um encontro em frente ao Cine Anchieta
com Lauro Gomes, recém chegado de uma viagem à Europa e seus correligionários.
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Faltavam poucos meses para as eleições e Aldino Pinotti foi um dos nomes indicados
rara disputar a vereança. Hesitante, com pouca experiência em assuntos políticos,
acabou aceitando a candidatura, mas sob pressão de amigos, do que por vontade
própria.
Durante a campanha, a exaustiva peregrinação pelos bairros entusiasmou-o e,
a vitória conquistada com larga margem de votos, serviu-lhe como sustentáculo para
que não mais abandonasse a causa pública. Foi eleito vereador pelo Partido
Trabalhista Brasileiro, exercendo esse mandato de 1952 a 1955. A defesa dos
interesses populares, abraçada durante quatro anos em que foi vereador.
Empolgou não só a população, mas também os homens públicos da época que
já o apontavam como líder popular.
O então prefeito Lauro Gomes, reconhecendo no vereador estas qualidades,
apontou-o como continuador de sua administração. As eleições, realizadas em outubro
de 1955 confirmaram todas as expectativas: elegeu-se prefeito, com apoio da situação
pela coligação PDC, UDN E PRP, tomando posse em 1° de janeiro de 1956,
solucionando com soberania inúmeros problemas que tornavam obscuro o progresso
do Município.
Licenciado do cargo de prefeito em 1959, a fim de poder candidatar-se,
disputou a edilidade, tendo sido novamente eleito vereador para o período de 10 de
janeiro de 1960 a 31 de dezembro de 1963.
Indicado pela oposição para disputar o cargo de vice-prefeito de Hygino de
Lima, em 1963, conseguiu eleger-se, cumprindo o mandato de 1964 a 1968. Seu
mandato foi prorrogado por ato revolucionário, e os quatro anos de mandato passaram
a cinco. Substituiu o prefeito Hygino de Lima, em sua licença para viagem à
Alemanha, e por razões de saúde não pode assumir o exercício na segunda licença do
mesmo prefeito.
Em 1968, empreendendo notável campanha cívica elegeu-se novamente
prefeito municipal, em sublegenda contrária à da situação, com esmagadora maioria
de votos sobre os demais candidatos, exercendo o mandato de 10 de fevereiro de
1969 a 31 de janeiro 1973, quando passou a Prefeitura a seu sucessor eleito pela
situação, Geraldo Faria Rodrigues, que era o seu vice.
Em 1976 candidatou-se a prefeito por uma das sublegendas da ARENA e foi
derrotado juntamente com o candidato da outra sublegenda, apoiada pelo executivo,
pelo candidato do MDB, Antonio Tito Costa.
Faleceu em 11 de maio de 1981.
Fonte:
http://www.saobernardo.sp.gov.br/comuns/pqt_container_r01.asp?srcpg=historia_histo
ria_prefeitos_curriculum&area=&ref=5, acesso em 18/04/2013.
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21.2- Descrição da estrutura física
Nossa escola está inserida em um prédio que hoje está com trinta e oito anos
de idade (construída em 1978); desde 2008 contamos com duas construções no
mesmo terreno.
No prédio central ( mais antigo ) temos:
• 8 salas de aula
• 3 sanitários para alunos, sendo dois masculinos e um feminino
• 1 sanitário acessível unissex com trocador, banheira e chuveiro
• 1 sanitário para funcionárias de apoio e professoras.
• 1 lavanderia dentro de um dos banheiros masculinos de alunos.
• 1 sanitário masculino exclusivo para guardas e visitantes adultos do sexo
masculino.
• 1 refeitório
• 1 galpão para atividades internas, com palco
• 1 Ateliê de Artes
• 1 Biblioteca adequada ao Programa REBI – de 49 m²
• 1 cozinha com estoque, lavanderia e sanitário para as funcionárias deste
setor.
• 1 sanitário masculino, ao lado da porta da cozinha (externo), para
funcionários do sexo masculino, vigias e visitantes .
• 1 quadra poliesportiva descoberta, com arquibancada.
• 1 parque fechado com alambrado e portão, que contém: uma casa do
Tarzan, três balanças com três cadeiras cada, uma casinha plástica, um castelo
plástico e um barco pirata de plástico.
• Área externa com gramado
• 1 parque feito com pneus, como circuito motor de equilíbrio
• 2 caixas d’água com capacidade para 5 mil litros cada
• 1 reservatório de água com capacidade para 10 mil litros
• 8 Canteiros para horta
• 1 estacionamento fechado
• 1 estacionamento aberto
• 5 portões de acesso
No prédio novo, construído em 2008, temos:
• 4 salas de aula.
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• 1 sanitário masculino, com capacidade para 5 crianças( sendo 2 vasos
infantis)
• 1 sanitário feminino com capacidade para 5 crianças ( sendo 2 vasos
infantis) e uma lavanderia, usada atualmente como depósito de materiais de
manutenção ( Lâmpadas, pincéis, tintas, ferramentas, etc).
• 1 sanitário acessível unissex, mas que está sendo usado como sanitário
masculino para adultos.
• 1 Secretaria
• 1 sala das Professoras
• 1 sala da Equipe de Gestão
• 1 sala para reuniões
• 1 sanitário para uso das funcionárias, com dois vasos, duas pias e com
chuveiro.
As salas deste prédio novo possuem a mesma metragem das salas do prédio
central (56m²), sendo confortáveis para as atividades do cotidiano (rodas de
conversa, por ex.), garantindo a livre circulação das crianças e propiciando várias
organizações de mesas e cadeirinhas.
21.3-Materiais pedagógicos e Equipamentos
Os materiais para uso da equipe escolar e dos alunos, que foram adquiridos com
verba pública pela APM da escola e pela Prefeitura, estão devidamente organizados
em locais apropriados e constam em uma relação descritiva que encontra-se na
Secretaria da escola , e que também é entregue anualmente para a Secretaria de
Educação, para fins de controle e baixa patrimonial, e posterior retirada dos
equipamentos inservíveis.
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21.4 - Impressos utilizados pela unidade escolar
FICHA DE AUTORIZAÇÃO PARA RETIRADA DO ALUNO
FICHA DE AUTORIZAÇÃO PARA RETIRADA DO ALUNO
EMEB ALDINO PINOTTI 2018 - FONE: 4337-5919
EU, ________________________________________________________________________ , RESPONSÁVEL PELO ALUNO (A)
__________________________________________________________________ , AUTORIZO AS SEGUINTES PESSOAS A
RETIRAREM A CRIANÇA NA ESCOLA:
1. NOME: _____________________________________________________________ / PARENTESCO___________________
2. NOME: ____________________________________________________________ / PARENTESCO____________________
3. NOME: ____________________________________________________________ / PARENTESCO___________________
4. NOME: _____________________________________________________________ / PARENTESCO___________________
_____________________________________________
ASSINATURA DOS PAIS OU RESPONSÁVEl
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MODELOS DE CARTEIRINHA DE RETIRADA DO ALUNO
- MODELO 2018 - FEITA EM PAPEL VERGÊ AZUL E PLASTIFICADA
CARTEIRINHA PROVISÓRIA DE RETIRADA DO ALUNO, FEITA EM CARTOLINA
LARANJA, ASSINADA, NUMERADA E PLASTIFICADA.
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MODELO DA FICHA DE REGISTRO DE SAÍDA PROVISÓRIA, PREENCHIDO
PELAS OFICIAIS DE ESCOLA NA SECRETARIA ( FOLHA TAMANHO A4 – CERCA
DE 50 LINHAS)
DATA ALUNO PROFESSORA RESPONSÁVEL FUNCIONÁRIO CARTEIRINHA
Nº
MODELO DE FICHA DE REGISTRO DE SAÍDA ANTECIPADA OU ENTRADA
ATRASADA ( FICHA COM APROXIMADAMENTE 40 LINHAS)
Registros da professora Luísa
Data Nome da criança Horário de
entrada
Horário
de saída
Motivo Assinatura do
responsável
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21.4.1 - QUADRO DE ORGANIZAÇÃO DOS HORÁRIOS PARA USO DOS
ESPAÇOS COLETIVOS
HORÁRIOS DE USO DA BIBLIOTECA
Manhã
HORÁRIO Segunda-
feira
Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira
08h30m às
09h10m
LIMPEZA GISELA MÁRCIA EMPRÉSTIMO
DE LIVROS
NADIA
09h10m às
09h50m
LIMPEZA TEREZA ALINE EMPRÉSTIMO
DE LIVROS
ELISANGELA
09h50m às
10h30m
LIMPEZA MARINEIDE FABIANE EMPRÉSTIMO
DE LIVROS
ROSANA
10h30m às
11h10m
LIMPEZA EDILEUZA LUISA EMPRÉSTIMO
DE LIVROS
AMÉLIA
Tarde
HORÁRIO Segunda-
feira
Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira
13h30m às
14h10m
LIMPEZA IVANIL JENNYFFER EMPRÉSTIMO
DE LIVROS
SUELY
14h10m às
14h50m
LIMPEZA JANAÍNA ALINE EMPRÉSTIMO
DE LIVROS
CECÍLIA
14h50m às
15h30m
LIMPEZA DANIELLE KARINA EMPRÉSTIMO
DE LIVROS
IARA
15h30m às
16h10m
LIMPEZA ALINE D. ANTÔNIA EMPRÉSTIMO
DE LIVROS
MARTA
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HORÁRIOS DE USO DO ATELIÊ
Manhã
HORÁRIO Segunda-
feira
Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira
08h30m
às
09h10m ALINE NADIA GISELA TEREZA MÁRCIA
09h10m
às
09h50m ELISANGELA
09h50m
às
10h30m MARINEIDE
10h30m
às
11h10m FABIANE ROSANA AMÉLIA EDILEUZA LUISA
Tarde
HORÁRIO Segunda-feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira
13h30m às
14h10m
ALINE IVANIL
14h10m às
14h50m
CECÍLIA MARTA JANAÍNA IARA
14h50m às
15h30m
KARINA
ALINE
DANIELLE
15h30m às
16h10m
JENNYFFER SUELY ANTÔNIA DANIELLE
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QUADRO DE ORGANIZAÇÃO DA ROTINA DIÁRIA

Ppp

  • 1.
    PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 2018 EMEBALDINO PINOTTI Rua dos Vianas, nº 2.399 – Jardim Farina CEP: 09760-510 4332-7537 4337-5919 aldino@saobernardo.sp.gov.br O QUE É O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO MAIS CONHECIDO COMO PPP? O PPP define a identidade da escola e indica caminhos para ensinar com qualidade. Toda escola tem objetivos que deseja alcançar, metas a cumprir e sonhos a realizar. O conjunto dessas aspirações, bem como os meios para concretizá-las, é o que dá forma e vida ao chamado Projeto Político-Pedagógico - o famoso PPP. Se você prestar atenção, as próprias palavras que compõem o nome do documento dizem muito sobre ele: • É projeto porque reúne propostas de ação concreta a executar durante determinado período de tempo. • É político por considerar a escola como um espaço de formação de cidadãos conscientes, responsáveis e críticos, que atuarão individual e coletivamente na sociedade, modificando os rumos que ela vai seguir. • É pedagógico porque define e organiza as atividades e os projetos educativos necessários ao processo de ensino e aprendizagem. Ao juntar as três dimensões, o PPP ganha a força de um guia - aquele que indica a direção a seguir não apenas para gestores e professores mas também funcionários, alunos e famílias. Ele precisa ser completo o suficiente para não deixar dúvidas sobre essa rota e flexível o bastante para se adaptar às necessidades de aprendizagem dos alunos. https://gestaoescolar.org.br/conteudo/560/o-que-e-o-projeto-politico-pedagogico-ppp
  • 2.
    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 2 Sumário Identificação da unidade escolar 1 - HISTÓRICO DA UNIDADE ESCOLAR 05 2 - QUADRO DE IDENTIFICAÇÃO DE FUNCIONÁRIOS DA EMEB ALDINO PINOTTI 07 3 - QUADRO DE ORGANIZAÇÃO DAS MODALIDADES ATENDIDAS EM 2018 10 4- PRINCÍPIOS DE GESTÃO DEMOCRÁTICA E CONCEPÇÃO PEDAGÓGICA 11 5- SÍNTESE DA AVALIAÇÃO DE 2017 16 AÇÕES PLANEJADAS À PARTIR DA AVALIAÇÃO 2018 18 6 – PLANO DE AÇÃO DA EQUIPE GESTORA 20 7- CARACTERIZAÇÃO E PLANO DE AÇÃO PARA OS SEGMENTOS DE ATUAÇÃO DA ESCOLA 7.1 – CARACTERIZAÇÃO DA COMUNIDADE 25 8 - PLANO DE AÇÃO PARA A COMUNIDADE ESCOLAR 28 9 - EQUIPE ESCOLAR 30 9.1 - PROFESSORES 30 9.1.1 – CARACTERIZAÇÃO DA EQUIPE DOCENTE 30 9.1.2- FORMAÇÃO CONTINUADA 32 9.1.3- PLANOS DE FORMAÇÃO PARA PROFESSORES 33 9.1.4 - PLANO DE FORMAÇÃO ESPECÍFICO 2018 43 9.1.5 – REUNIÕES PEDAGÓGICAS 44 9.2 - AUXILIARES EM EDUCAÇÃO E ESTAGIÁRIAS DE APOIO A INCLUSÃO 46 9.2.1- PLANO DE FORMAÇÃO PARA AUXILIARES EM EDUCAÇÃO E ESTAGIÁRIAS DE APOIO A INCLUSÃO 48 9.3 - FUNCIONÁRIOS DE APOIO E ADMINISTRATIVOS 49 9.3.2 - PLANO DE FORMAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DE APOIO (LIMPEZA) 52 10 - ÓRGÃOS COLEGIADOS (CONSELHO DE ESCOLA, APM E CONS. ESCOLAR MIRIM) 53 10.1 – CARACTERIZAÇÃO DO CONSELHO DE ESCOLA E APM 53 10.1.1 - QUADRO DE MEMBROS QUE COMPÕEM DO CONSELHO DE ESCOLA 54 10.1.2– QUADRO DE MEMBROS QUE COMPÕEM A APM 54 10.1.3- PLANO DE AÇÃO DO CONSELHO DE ESCOLA E APM 55 11 - CONSELHO ESCOLAR MIRIM 57 11.1 - PLANO DE AÇÃO CONSELHO ESCOLAR MIRIM 62 12 - ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO PEDAGÓGICO 64 OBJETIVOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA 64 OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS 65 FUNDAMENTAÇÃO LEGAL 66 BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR 67 12.1 - PLANO DE CURSO 2018 69 EU, O OUTRO E O NÓS 71 ORALIDADE E ESCRITA 78 CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS 80 ESPAÇOS, TEMPOS E QUANTIDADES 81 RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES NO MUNDO FÍSICO E NATURAL 84 TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS 87 O LUGAR DO DESENHO 89 BRINCAR 91 13 – AÇÕES COLETIVAS E PERMANENTES 95
  • 3.
    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 3 14 - PROJETOS COLETIVOS 102 16 – ROTINA ESCOLAR 16.1 - ROTINA 124 16.2 - ENTRADA E SAÍDA 125 16.3 - SALAS DE AULA 126 16.4 - ADAPTAÇÃO E PRIMEIRO DIA COM FAMÍLIAS 127 16.5 - ALIMENTAÇÃO 128 16.6 - ATELIÊ 129 16.7 - PARQUE DE AREIA E PARQUE INTERNO 130 16.8 - BIBLIOTECA INTERATIVA E BIBLIOTECA CIRCULANTE 131 16.10 - QUADRA 133 16.10 - OUTROS ESPAÇOS E ATIVIDADES COLETIVAS 133 16.11 - ESTUDOS DO MEIO 2018 134 AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS 136 17 - AÇÕES SUPLEMENTARES 138 18.1 - ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO 138 19 - CALENDÁRIO ESCOLAR HOMOLOGADO 140 20 – MAIS ALGUMAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 140 21- ANEXOS 142 21.1-BIOGRAFIA DO PATRONO 142 21.2-DESCRIÇÃO DA ESTRUTURA FÍSICA 145 21.3-MATERIAIS PEDAGÓGICOS E EQUIPAMENTOS 146 21.4-IMPRESSOS UTILIZADOS PELA UNIDADE ESCOLAR 146 21.5-ORGANIZAÇÃO DOS HORÁRIOS PARA USO DOS ESPAÇOS COLETIVOS 150
  • 4.
    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 4 Identificação da unidade escolar Equipe Gestora: Diretora: Stela Pereira da Gama Coordenadora Pedagógica: Jéssica Maria de Campos Matsumoto Vice Diretora: Elis Nakano Ernani Orientadora Pedagógica: Lucimara Esteves de Moura Nakashima Equipe de Orientação Técnica: Fonoaudióloga: Adriana Lopes Anacleto Antonialli Fisioterapeuta: Êmila Stender Psicóloga Educacional: Maria de Fátima Neves da Silva Modalidade de atendimento: Educação Infantil de 3 a 5 anos Períodos e horários de funcionamento da escola: Manhã: das 07h00 às 12h00 Tarde: das 13h00 às18h00 Horário de atendimento da Secretaria: das 07h30 às 17h00
  • 5.
    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 5 1. HISTÓRICO DA UNIDADE ESCOLAR. Fotos da construção do prédio escolar, tirada em 1978, do término da obra em 1980 e da Cerimônia de Denominação, em 1981. (O texto abaixo foi elaborado pela professora Rosemary Mira Ornellas de Rosa, aposentada em Março/2010 e professora desta escola desde a sua fundação, em 08 de Outubro de 1980, até o dia de sua aposentadoria - 11/03/2010. Falecida em 31 de Março de 2013, aos 52 anos). Nos anos 80, a Pré-Escola, como era chamada a educação ministrada para crianças na idade de 4 a 6 anos, teve grande expansão em São Bernardo do Campo, e muitas escolas foram construídas no município. No Jardim Farina, nesta época, a demanda de crianças nesta faixa etária já era tão grande, que houve a necessidade de funcionar salas provisórias anexas na escola estadual Clóvis de Lucca, que também fica na Rua dos Vianas. Em meados de 1978, deu-se início a construção desta escola.
  • 6.
    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 6 Em 08 de Outubro de 1980 aconteceu à inauguração da NEI do Jardim Farina (Núcleo de Educação Infantil do Jardim Farina), e as turmas anexas vieram para cá. Este prédio era considerado modelo para funcionamento de escola, pelo tamanho, amplitude, iluminação e acomodação que as salas de aula ofereciam aos alunos e por conter outros espaços que privilegiavam atividades como teatro, ateliê de artes, um amplo refeitório que abrigava grande número de alunos por refeição, um parque com brinquedos diversificados, um espaço externo que propiciava a expressão livre de várias brincadeiras e também uma grande quadra que durante muito tempo foi usada para ensinar adolescentes da comunidade a jogar basquete e futebol. Em fevereiro de 1981, uma nova diretora, a senhora Edna Gerbelli, com um grupo novo de professoras assumiu as atividades da escola, agora chamada de EMEI: Escola Municipal de Educação Infantil do Jardim Farina. Neste mesmo ano houve uma grande festa para a denominação da EMEI, houve missa, apresentação dos alunos e a presença de várias autoridades, a da senhora Nair Mariana Corradi Pinotti, viúva do ex -prefeito Aldino Pinotti que viria a dar o nome à escola. Sua foto ficou por muito tempo exposta em um quadro no hall de entrada. Naquele ano a escola era composta por 22 turmas, 11 pela manhã e 11 no período da tarde. Nossa escola era linda, tudo foi feito com muito capricho e bom gosto, os “móbiles” que enfeitavam o corredor principal eram borboletas feitas em tule azul, a diretoria e secretaria possuíam cortinas de renda com xale de Shantung verde escuro, eu que lecionava também numa escola particular jamais tinha visto tamanho luxo; nossos alunos eram do entorno do bairro, da favela do Pai Herói e também ficavam maravilhados com o que viam aqui, com o tratamento que recebiam das “tias” professoras e das tias serventes como eram chamadas na época, com comidinha deliciosa feita pela “tia” Benê e as outras cozinheiras. O tempo passou e nos idos de 1990 o bairro foi se modificando, crescendo, o alto do morro verde que ficava situado à esquerda da frente da escola foi todinho loteado e assim nasceu a Vila São Pedro, um bairro bem populoso que fez aumentar ainda mais a demanda de alunos na EMEB, pois novas famílias vieram povoar esta região. Neste período foram inauguradas as EMEIS do Jardim Baeta Neves, hoje a EMEB Odete Edith Périgo de Lima e a do Jardim Industrial, hoje a EMEB Ana Henriqueta Clark Marim.
  • 7.
    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 7 Apesar das inaugurações e depois de tantos anos passados, nossa escola ainda continua sendo muito procurada pelos alunos dos bairros próximos, pois está bem localizada na Rua dos Vianas, que continua sendo a principal ligação dos bairros ao centro da cidade de São Bernardo do Campo. De 1997 a 1999 a unidade escolar passou a denominar-se EMEIF, Escola de Educação Infantil e Fundamental, com a construção de 3 salas emergenciais e implantação de turmas de 1º ano do Ensino Fundamental. Em 2000 passou a denominar-se então EMEB, Escola Municipal de Educação Básica. Estas turmas do Fundamental permaneceram nesta unidade escolar até o ano de 2004. O entorno transformou-se muito, de um bairro pobre com poucos recursos num centro comercial onde se pode encontrar de tudo, até supermercados como o D’ AVÓ e COOP, a favela do Pai Herói já não existe mais, hoje as ruas não são estreitas como antes e as casas são de alvenaria; o mesmo aconteceu com Vila São Pedro que hoje já não é mais uma pequena vila, mas um grande bairro com recursos comerciais e públicos. 2. QUADRO DE IDENTIFICAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DA EMEB ALDINO PINOTTI EM 2018: CARGO NOME HORÁRIO DE TRABALHO Auxiliares de Limpeza EDNA DOS SANTOS 9h00 às 18h00 FRANCISCA FURTUNATO MAGALHÃES 6h00 às 15h00 MÁRCIA BARBOZA DOS SANTOS 9h00 às 18h00 MÁRCIA CRISTINA RODRIGUES 6h00 às 15h00 MARIA INÊS PACHECO 7h00 às 16h00 SÔNIA MARINA HORVATH DE AZEVEDO 9h00 às 18h00 VANDA INÁCIO MARROCOS 7h00 às 16h00 Auxiliares em Educação de CONCEIÇÃO APARECIDA DE OLIVEIRA 8h00 às 17h00
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 8 Apoio a Inclusão LILIAN ALVES MACEDO 8h00 às 17h00 Cozinheiras EDNA DA CRUZ MACHADO 7h00 às 16h18min SILVANA SANTOS RIBEIRO 7h00 às 16h18min DELÂNIA PIMENTEL BARBOSA 07h30 às 16h48 Equipe Gestora STELA PEREIRA DA GAMA Diretora Escolar 2ªf das 7h30 às 21h40 3ªf das 9h00 às 18h00 4ªf das 9h00 às 18h00 5ªf das 9h00 às 18h00 6ªf das7h30 às11h00 ELIS NAKANO ERNANI Vice-diretora 2ªf das11h40 às 21h40 3ªf das 7h00 às 16h00 4ªf das 7h00 às 12h00 5ªf das 7h00 às 16h00 6ªf das7h00 às18h00 JÉSSICA MARIA DE CAMPOS MATSUMOTO Coordenadora Pedagógica 2ªf das 7h30 às 21h40 3ªf das 8h00 às 12h00 4ªf das 7h30 às 18h00 5ªf das 7h30 às 12h00 6ªf das7h30 às18h00 Estagiárias de Apoio á Inclusão ELAINE CRISTINA DE LIMA REGIS 7h00 às 13h00 FRANCIELE DA SILVA NUNES GOMES 7h00 às 13h00 PATRÍCIA DO NASCIMENTO JUSTINO 13h00 às 18h00 THAYNÁ APARECIDA LEANDRO 13h00 às 18h00 Oficiais de Escola VALCIR CRETUCCI DE OLIVEIRA 7h00 às16h00 NEIDE DELLA VALLE 8h00 às 17h00 Oficial de Escola - BEI SANDRA MARTINS VIEIRA 8h00 às 17h00 PEB Infantil (M) ALINE BARBOSA CASTELLANI 7h00 às 12h00
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 9 AMÉLIA MURAKANI IONEDA 7h00 às 12h00 ELIANA DE CARVALHO DURAN GARÓFALO 13h00 ás 18h00 ELISÂNGELA MELO DA SILVA RICHARD 7h00 às 12h00 FABIANA MARIA DA SILVA OLIVEIRA 7h00 às 12h00 FABIANE SANTOS ARIAS 7h00 às 12h00 KARINA APARECIDA DE LUNA 7h00 às 12h00 LUÍSA PAULA DA SILVA CAMILLO 7h00 às 12h00 MARIA EDILEUZA DA SILVA 7h00 às 12h00 MARIA GISELA ROSELLI ROSOLEM 7h00 às 12h00 MÁRCIA DA SILVA ARAÚJO 7h00 às 12h00 MARINEIDE APARECIDA ZANATA ESCORIZZA 7h00 às 12h00 NÁDIA DE CÁSSIA SZMGEL MODA 7h00 às 12h00 ROSANA CRISTINA RODRIGUES DO NASCIMENTO 7h00 às 12h00 TEREZA PALMAKA ARGUELLO 7h00 às 12h00 PEB Infantil (T) ANTONIA INÁCIA BRANDÃO DE SOUZA 13h00 às 18h00 ALINE BARBOSA CASTELLANI 13h00 às 18h00 ALINE DANIELLE DELAMANCHI LOPES 13h00 às 18h00 CECÍLIA BENSE 13h00 às 18h00 DANIELLE DE SOUZA LUGÂO 13h00 às 18h00 IARA APARECIDA TRIGO DE SOUSA 13h00 às 18h00 IVANIL LIMA CARLOS 13h00 às 18h00 JANAÍNA DANTAS DE ARAÚJO FABOCI 13h00 às 18h00 JENNYFFER NATÁLIA CAMPOS DE MATTOS 13h00 às 18h00
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 10 KARINA PAULA BERNARDO 13h00 às 18h00 MARTA APARECIDA FERREIRA PLAÇA 13h00 às 18h00 SARAH MENDES IAGI 13h00 às 18h00 SUELY MACHADO GALLO 13h00 às 18h00 PEB Substituta (T) ROSEMEIRE APARECIDA ZANOTTI 13h00 às 18h00 Profª Readaptada (M) MARLI APARECIDA RODRIGUES 7h00 às 11h48min Vigias ( N ) FELIPE DONIZETI GNOLI Escala 12x36 PAULO SÉRGIO DOS SANTOS Escala 12x36 Vigias (D) ANDRÉ FERNADES CUSTÓDIO Escala 12x36 ANELITO IVO DA SILVA Escala 12x36 3. QUADRO DE ORGANIZAÇÃO DAS MODALIDADES ATENDIDAS EM 2018: Período nº da sala Professora Turma Total de Alunos NEE MANHÃ 03 LUÍSA PAULA DA SILVA CAMILLO Infantil III - A 28 04 MÁRCIA DA SILVA ARAÚJO Infantil III - B 24 1 05 MARIA EDILEUZA DA SILVA Infantil III - C 25 1 10 MARINEIDE APARECIDA ZANATA ESCORIZZA Infantil IV - A 21 1 01 FABIANE SANTOS ARIAS Infantil IV - B 18 11 ROSANA CRISTINA RODRIGUES DO NASCIMENTO Infantil IV - C 19 1 02 AMÉLIA MURAKANI IONEDA Infantil IV - D 20 1 09 ELISANGELA DA SILVA RICHARD Infantil V - A 22 1 08 ALINE BARBOSA CASTELLANI Infantil V - B 23 1 12 NÁDIA DE CÁSSIA SZMGEL MODA Infantil V - C 24 1
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 11 07 MARIA GISELA ROSELLI ROSOLEM Infantil V - D 23 1 06 TEREZA PALMAKA ARGUELLO Infantil V - E 23 1 TARDE 01 SUELY MACHADO GALLO Infantil III - D 25 03 ELIANA DE CARVALHO DURAN GARÓFALO Infantil III - E 27 04 JANAINA DANTAS DE ARAÚJO FABOCI Infantil III - F 27 09 IARA APARECIDA TRIGO DE SOUSA Infantil IV - E 29 02 KARINA PAULA BERNARDO Infantil IV - F 23 10 MARTA APARECIDA FERREIRA PLAÇA Infantil IV - G 29 1 11 CECÍLIA BENSE Infantil IV - H 29 12 ANTÔNIA INÁCIA BRANDÃO DE SOUZA Infantil V - F 24 2 06 IVANIL LIMA CARLOS Infantil V - G 29 1 07 DANIELLE DE SOUZA LUGÂO Infantil V - H 24 1 08 ALINE BARBOSA CASTELLANI Infantil V - I 25 2 05 ALINE DANIELLE DELAMANCHI LOPES Infantil V - J 24 1 TOTAL Alunos NEE Manhã 270 10 Tarde 315 8 GERAL 585 18 4. PRINCÍPIOS DE GESTÃO DEMOCRÁTICA E CONCEPÇÃO PEDAGÓGICA Os princípios que norteiam todo nosso trabalho devem estar de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, conforme a Resolução do CNE/CEB nº 1/99 e Parecer CNE/CEB nº 22/98, que são: a) Princípios éticos: que consideram a questão de valorização da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum, ao meio ambiente e as diferentes culturas, identidades e singularidades.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 12 b) Princípios políticos: que se referem aos direitos de cidadania, no exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática. c) Princípios estéticos: para a valorização da sensibilidade, da criatividade, da ludicidade e da diversidade de manifestações artísticas e culturais. Gestão Democrática Em consonância com a lei e de acordo, e conforme descrição do Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa (2013) Democracia quer dizer: governo do povo; soberania popular. Doutrina ou regime político baseado nos princípios da soberania popular e na distribuição equitativa do poder. A democracia, porém, não é apenas um sistema político ou uma forma de organização do Estado. Uma sociedade democrática não é, somente, aquela na qual os governantes são eleitos pelo voto. A democracia pressupõe uma possibilidade de participação do conjunto dos membros da sociedade em todos os processos decisórios que dizem respeito à sua vida cotidiana, ou seja, em casa, na escola, no bairro, etc. “Democracia não é apenas uma ideia e um ideal a atingir, mas é um modo concreto de vida, um processo de experiência que vai enriquecendo o próprio processo, o qual, desta forma, avança.” (DEWEY, apud NEUTZLING,1984, p.87) Para considerar determinada formação social democrática, precisamos levar em consideração o conjunto das relações e práticas sociais desenvolvidas em todas as instâncias de inserção dos seus membros nesta mesma sociedade. A democracia defende o direito de participação de todos em todas as decisões que favoreçam a qualidade de vida em sociedade. Para que haja essa verdadeira participação todos os indivíduos necessitam conhecer e viver desde sua infância os princípios democráticos, desenvolvendo assim sua “autonomia democrática”. Segundo uma de nossas funcionárias, “a Democracia é vista de várias maneiras, sob vários prismas e há a necessidade de respeito mútuo das visões, concepções, valores e ética de cada um. O importante é atuar, é fazer parte das decisões, compartilhar saberes” (Sônia Marina H. de Azevedo, Auxiliar de Limpeza). A Gestão Democrática pressupõe superação das práticas autoritárias e requer transparência de ações, divisão de poder e corresponsabilização de todos e todas por erros e acertos no processo. Temos como prática nesta Rede Municipal as Reuniões Pedagógicas com a participação de professores, equipe gestora, funcionárias de apoio da limpeza, secretaria e cozinha, além de estendermos o convite da participação a pais de alunos da escola, através dos dois órgãos colegiados (Associação de Pais e Mestres e Conselho de Escola), para que juntos possamos ler, discutir e fazermos a formação
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 13 proposta para este encontro, com o tema definido no Plano de Formação, este momento de parada na rotina geral da escola para reunião do grupo, possibilita a troca de informações, saberes e práticas em nossa escola. Há também momentos específicos para todos os segmentos da escola, de acordo com a necessidade de cada equipe. Com relação ao trabalho desenvolvido com os familiares de alunos, utilizamos os encontros mensais ordinários, previstos em calendário anual, com os pais representantes eleitos para a Associação de Pais e Mestres e Conselho de Escola, ou ainda marcamos encontros extraordinários, de acordo com a demanda escolar e a necessidade de discutirmos assuntos, realizarmos deliberações de orçamentos, obras, compras, etc. Além destes assuntos pertinentes a gestão de recursos financeiros recebidos pela APM da escola, também fazemos formações e discussões relativas a inclusão, à melhoria da qualidade do trabalho oferecido pela escola, vulnerabilidade social e garantia de direitos das crianças e famílias atendidas por nós. Elencamos também como ação de democratização do PPP e das informações que nele contém com a impressão do documento, e sua entrega a todos os funcionários da unidade, bem como aos membros do Conselho de Escola e APM, para que todos que participaram do processo de construção tenham acesso ao documento, garantindo seu uso no cotidiano das ações realizadas por toda equipe escolar. Para pais e demais membros da comunidade escolar, disponibilizamos o PPP em nosso Blog. Como proposta de inovação ainda no segmento da representatividade no ambiente escolar, continuaremos com o Conselho Mirim, no qual alunos serão eleitos para serem representantes dos demais alunos da escola, nas discussões sobre interesses e nas tomadas de decisões que impliquem a opinião infantil no processo. Estamos ainda definindo o plano de ação para a equipe docente (dias de eleição, nomeação reuniões), e em quais momentos terão possibilidade de reunirem-se e discutir assuntos pertinentes a eles. Este novo “órgão” foi sugerido pelo funcionário Álvaro Gomes de Souza (que foi um dos nossos Oficiais de Escola durante 4 anos) , em uma das nossas reuniões pedagógicas, cujo tema discutido em seu grupo era a gestão democrática e formas de participação de familiares e alunos. Sendo assim, temos a Gestão Democrática como princípio de trabalho em nossa escola que nada mais é do que vivenciarmos e praticarmos os ideais de descentralização do poder, de corresponsabilidade, e de compartilhamento de posições, valores, visando um bem comum, que é a qualidade do ensino ofertado às nossas crianças, através da gestão eficiente de pessoas, espaços e recursos. Concepção Pedagógica Todos os anos, nos vemos diante da revisão e rediscussão da proposta pedagógica que compõe o PPP desta escola.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 14 Entendemos que a expressão “concepção pedagógica” é correlata de “ideias pedagógicas”. A palavra pedagogia e, mais particularmente, o adjetivo pedagógico têm marcadamente ressonância metodológica denotando o modo de operar, de realizar o ato educativo. Assim, as ideias pedagógicas são as ideias educacionais entendidas, porém, não em si mesmas, mas na forma como se encarnam no movimento real da educação orientando e, mais do que isso, constituindo a própria prática educativa. Temos a consciência da importância de uma escola reflexiva, portanto discutimos com toda equipe escolar nossa concepção pedagógica, em consonância com o percurso histórico desta Rede Municipal de Ensino, e com os documentos oficiais que devem embasar nosso fazer pedagógico tais como: a Proposta Curricular de São Bernardo do Campo, os Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, as Diretrizes Curriculares e mais atualmente a Base Nacional Curricular Comum. Com isso consideramos que: (...) a criança, centro do planejamento curricular, é sujeito histórico e de direitos que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura. (Resolução CNE/CEB, 2009, p.1) Sendo assim, cada criança atendida em nossa escola é vista como um ser capaz de construir suas aprendizagens, mediadas pelos profissionais que aqui trabalham e que tem suas particularidades e peculiaridades respeitadas de acordo com suas necessidades de desenvolvimento e seus processos mentais. Todo plano de trabalho para a construção dos conhecimentos tem como ponto de partida as observações e reflexões feitas das experiências vividas e compartilhadas por nossas crianças (aprendizagens cognitivas, afetivas e sociais, construção da ética, da cidadania e da autonomia). Como o desenvolvimento é uma tarefa conjunta e recíproca, consideramos que, todos os profissionais que atuam nesta escola são educadores, pois intervém direta ou indiretamente junto às crianças corroborando com a construção de diferentes aprendizados, por meio das interações e mediações. O desenvolvimento integral das crianças é nosso maior objetivo, tendo em vista que o trabalho com crianças, em especial de 3 a 5 anos deve considerar seus saberes e também seus contextos históricos e sociais, pois por meio destes a criança estrutura o pensamento e adquire condições de fazer as reorganizações cognitivas sobre o que aprende, a partir das interações, da construção do seu “eu”, da sua autoimagem e de seu papel, na sociedade em que está inserida. Nesta ótica, o papel do professor é fundamental, para criar, estruturar e dinamizar situações que estimulem a aprendizagem e a autoconfiança de cada um em suas capacidades para aprender, proporcionando-lhes por meio da mediação o máximo desenvolvimento de seu protagonismo.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 15 Por meio da compreensão de seu papel, o professor constrói seu fazer pedagógico que é constituído no dia-a-dia por meio do planejamento, dos registros e de suas reflexões, avaliando e reconstruindo a própria prática cotidianamente de acordo com as necessidades de seu grupo. Nosso compromisso enquanto educadores é garantir que todas as crianças tenham acesso a um ensino de qualidade, sem distinção de raça, deficiência, cor ou credo, devendo esta instituição pública ser laica e gratuita para todos. E para que este processo se efetive, todo trabalho pedagógico deve estar pautado nos seguintes princípios e diretrizes da educação pública: • Qualidade na Educação: melhorar a qualidade da educação implica em melhorar os processos de ensino e aprendizagem e as relações que se estabelecem dentro da escola; • Atendimento à Diversidade: a escola dever ser inclusiva e para todos, sempre preocupada em desenvolver um planejamento e uma prática que atendam a diversidade de seus alunos em sua individualidade; • Autonomia: a ideia de autonomia está ligada ao compromisso da escola e todos os seus profissionais com a tarefa educativa, com as definições do coletivo e do condicionamento às circunstâncias e aos limites da legalidade. Tem suas dimensões que são: autonomia do aluno, autonomia pedagógica e autonomia administrativa. • Gestão Democrática: este princípio contempla a participação efetiva da equipe escolar e da comunidade escolar na tomada de decisões coletivas. Os órgãos colegiados que garantem legalmente esta participação são a APM e o Conselho de Escola; • Valorização do Profissional da Educação: estão vinculados à valorização não somente a formação, mas as condições adequadas de trabalho, salário justo e digno, jornada de trabalho equilibrada e participação na gestão; • Gratuidade: as despesas da escola devem ser custeadas pelo poder público para que não haja nenhum tipo de discriminação ou exclusão de participação por questões socioeconômicas, garantindo assim o direito de igualdade e o respeito à diversidade; • Laicidade: a escola em suas ações pedagógicas deve respeitar todas as crenças religiosas sem distinção ou preferências. Por fim, como diria João Cabral de Melo Neto: “Um galo sozinho não tece uma manhã: ele precisará sempre de outros galos. De um que apanhe esse grito que ele e o lance a outro; de um outro galo que apanhe o grito de um galo antes e o lance a outro; e de outros galos
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 16 que com muitos outros galos se cruzem os fios de sol de seus gritos de galo, para que a manhã, desde uma teia tênue, se vá tecendo, entre todos os galos.” E, portanto, todos deverão envolver-se nos processos de discussão e tomadas de decisões das mais diversas ordens, neste universo que chamamos de escola, pois nosso maior propósito é vivenciar na prática os princípios de gestão democrática e de uma concepção pedagógica que considere a criança como sujeito histórico e de direitos e que amplie cada vez mais seus conhecimentos sabendo-se que a escola é lugar de aprender a ser, aprender a conviver e aprender a fazer. 5. SÍNTESE DA AVALIAÇÃO DE 2017 No ano de 2016, consideramos que fazer apenas uma avaliação ao final do ano letivo não favoreceu uma reflexão mais aprofundada de determinados assuntos e, portanto, retomaríamos a estratégia de anos anteriores de realizarmos uma avaliação mais formal ao final de cada semestre, assim seria possível fazer ajustes no decorrer do ano e minimizar as demandas indicadas ao final do processo. Estas discussões foram realizadas em Reuniões Pedagógicas com a participação de toda equipe escolar, no primeiro e no segundo semestre. Foram avaliadas todas as ações da escola e divididas em três blocos, baseados nos princípios sugeridos pela Secretaria de Educação: Gestão democrática; Qualidade Social da Educação por meio da Prática Pedagógica e Acesso, permanência e Sucesso Escolar: • Gestão democrática: Neste item, avaliamos que as tomadas de decisões, principalmente as relacionadas aos investimentos e melhorias da escola e todas as decisões sempre passaram pela aprovação do Conselho de Escola e APM. A criação do Conselho Mirim foi uma ação que surtiu bons resultados com excelente participação, que no início foi favorecida pela organização de reuniões mensais agendadas no calendário e que nestes momentos o colegiado mirim pode trazer as reivindicações dos colegas e discutir para decidirmos se eram viáveis ou não, a intervenção das professoras na eleição dos conselheiros foi essencial para o sucesso da composição deste colegiado, porém no segundo semestre não foi possível manter as reuniões devido grande demanda de trabalho. A revisão do PPP 2017 também foi avaliada de maneira positiva, pois houve a participação de todos os segmentos da escola na sua concepção, além da disponibilização de cópias impressas para todos. Outro item relacionado à gestão democrática que foi avaliado positivamente diz respeito à circulação de informações, com isso considerou-se que as famílias sempre foram muito bem informadas sobre todos os acontecimentos da escola, por meio de
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 17 bilhetes, enviados com antecedência, cartazes no portão e mais recentemente o uso do BLOG Pinottícias. Quanto à circulação interna, a criação de um grupo de Whatsapp dos funcionários e professores funcionou muito bem, além da continuidade na utilização dos murais de recados na sala dos professores, divulgação dos calendários mensais e, por fim o envio das redes por e-mail. Todos se consideraram bem informados em relações aos projetos e eventos que ocorreram no decorrer do ano. • Qualidade Social da Educação por meio da Prática Pedagógica: Os planos de formação descritos no PPP 2017 foram articulados e ocorreram de maneira satisfatória, contribuindo para o aperfeiçoamento da prática. Tivemos o acompanhamento sistemático da Orientadora Pedagógica Claudia Carolina Finatto, que por vezes trouxe materiais para incrementar as formações, além de discutir e complementar cada ponto. Refletimos que oferecemos uma prática pedagógica inclusiva, na qual nossas ações ocorreram de maneira intencional no sentido de acolher as diferentes necessidades de nossas crianças e oferecendo condições para o seu desenvolvimento. Tivemos a colaboração das Professoras do AEE (Atendimento Educacional Especializado) na produção de materiais adaptados, além do atendimento realizado pelo trio gestor junto às famílias, oferecendo orientações e encaminhamentos quando necessário. Ressaltamos aqui, a parceria com a EOT da psicóloga Mirleny, a TO Cláudia, a Fisioterapeuta Êmila e a Fonoaudióloga Adriana que nos auxiliaram nos atendimentos às famílias e as professoras. Quanto aos Projetos descritos no PPP 2017, observamos que os objetivos e conteúdos foram trabalhados com sucesso, com destaque para o Projeto Coletivo “Brinquedos e brincadeiras escola espaço do brincar” que proporcionou várias experiências lúdicas por meio de diferentes brincadeiras, brinquedos e materiais alternativos, que ampliaram com toda certeza o repertório das crianças e adultos, e o “Projeto Canteiros e Hortas uma ação saudável” que tem proporcionado grande envolvimento de toda equipe e principalmente das crianças, na manutenção e plantio de verduras e legumes, que sempre são degustados em deliciosos preparos. Os relatórios são a sistematização dos processos de ensino e aprendizagem ocorridos semestralmente e são produzidos a partir das observações das crianças nos diferentes contextos de aprendizagem realizando, atividades que podem ou não compor os portfólios, podemos dizer que houve grandes avanços no desenvolvimento de todos os alunos, com ou sem necessidades especiais. • Acesso, permanência e sucesso escolar: “Se, de um lado, acesso, permanência e sucesso caracterizam-se como aspectos fundamentais da democratização e do direito à educação, de outro, o modo pelo qual essa prática social é internamente desenvolvida pelos sistemas de ensino e escolas torna-se a chave mestra para o seu entendimento. Esta última faceta da democratização da educação indica a necessidade de que o processo educativo seja um espaço para o exercício democrático. E, para que isso aconteça, surge nova forma de conceber a gestão da educação: a gestão democrática. É importante observar, também, que a concepção de sucesso escolar de uma proposta democrática de educação não se limita ao desempenho do aluno. Antes, significa a garantia do direito à educação, que implica, dentre outras coisas, uma trajetória escolar sem interrupções, o respeito ao desenvolvimento humano, à diversidade e ao conhecimento.”
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 18 http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/conae/documento_referencia.pdf Para garantir acesso, a permanência e o sucesso das crianças atendidas foram oferecidos propostas significativas a partir de um plano de ação específico para cada faixa etária considerando suas necessidades, além da parceria de maneira colaborativa com as professoras do AEE para as crianças público alvo deste serviço. Também houve um controle efetivo em relação à assiduidade, por meio dos contatos telefônicos, bilhetes e reuniões com as famílias, além de encaminhamentos ao Conselho Tutelar quando necessário, além de instituirmos uma parceria com a Equipe da UBS do Jardim Farina, em relação à discussão de casos das crianças com necessidades de acompanhamento da equipe multidisciplinar. A escola sempre prezou pelos princípios de igualdade, gratuidade e laicidade da escola pública em todas as suas ações. Assim sendo, durante o ano todos os eventos foram promovidos com recursos da APM, não gerando custos para as famílias. Seguem alguns comentários das famílias após a avaliação na Reunião com pais do dia 08 de dezembro de 2017: “Estou muito feliz com o desenvolvimento do meu filho Raphael, eu e o meu esposo ficamos admirados quando vimos ele contando os números, reconhecendo as letras e agora já me fala até que horas são(...)” Patrícia Fernandes da Silva, mãe do aluno Raphael, Infantil IV- A, professora Marineide. “Atendimento exemplar do início ao fim do ano. Enquanto mãe, já tive outro filho na escola, não tenho nenhuma reclamação a fazer. Sempre tudo organizado." Infantil V- A, professora Amélia “Escola ótima, direção, professores e toda equipe. Boa organização, bom atendimento. Os eventos e festinhas são bem organizados.” Infantil V- A, professora Amélia. Por meio desta avaliação, traçamos metas a serem alcançadas em 2018 e concluímos nossa síntese com uma frase especial de Paulo Freire: “A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria.” Paulo Freire AÇÕES PLANEJADAS A PARTIR DA AVALIAÇÃO 2017 Participação dos professores e funcionários nas decisões da escola e na construção do PPP. • Manter a estrutura atual de funcionamento das atividades (reunião pedagógica) • Fazer os combinados importantes de atividades coletivas desde o início do ano.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 19 • Retomar combinados que envolvam alimentação, orientando as crianças sobre as diferentes atividades que ocorrem nas turmas, ao longo do ano, no tocante a elaboração de pratos e receitas. Todas as turmas farão receitas, de acordo com cada projeto, e sendo assim, todos poderão saborear preparações diferentes do cardápio habitualmente oferecido. Participação das famílias no desenvolvimento do PPP e na avaliação do processo. • Empréstimo da versão impressa, que ficaria disponível na Secretaria, para quem tivesse interesse, ou ainda postagem na internet, em páginas para esta finalidade, de fácil acesso, para deixar os arquivos do PPP ao alcance de todos. • Convidar as famílias para participação nas RP’s, de construção do PPP e outros momentos, sendo da APM ou não. • Alterarmos o questionário que fazemos no início do ano, qualificando a caracterização da comunidade, para que eles possam se reconhecer neste documento. Esta ficha acompanhará a criança no seu percurso escolar, para que possa ser complementada de um ano a outro, conforme a criança avança em sua escolaridade nesta unidade. • Promover Reuniões com pais formativas com temas específicos (Limites, A importância da parceria entre a escola e a família na educação das crianças, Desenvolvimento Infantil, Inclusão Escolar, PPP, etc.) • Convidar, acolher e recepcionar os pais nas reuniões. Participação das famílias nas ações realizadas pela escola (reuniões, sábados letivos, biblioteca circulante e demais eventos). • Pesquisar com as demais escolas as datas de sábados letivos, para evitarmos as datas comuns e a “disputa” de público. • Conscientização das famílias quanto à importância da biblioteca circulante para o desenvolvimento do gosto pela leitura. • Organização do evento para as famílias com apresentação das crianças no segundo semestre. • Promover atividades de integração e formação para as famílias tanto nos sábados letivos, como em outros momentos. • Estabelecer parcerias com a UBS e EOT para as reuniões formativas específicas (saúde infantil, doenças infantis, abuso sexual, etc), de acordo com a faixa etária. Circulação de informações para os funcionários e para os pais (Redes, BLOG PINOTTÍCIAS, bilhetes, painéis) • Divulgar os Calendários (anual e mensal) no blog. • Manutenção do calendário mensal na agenda, no portão e no BLOG. • Criação do grupo de Whatsapp administrativo, com assuntos ligados à dinâmica escolar do ano vigente, com participação somente dos funcionários do ano.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 20 • Selecionar as imagens a serem postadas antes de enviar à professora Aline, com legenda e /ou informações sobre a atividade. • Disponibilizar o PPP no Blog. • Ressaltar a importância da agenda como meio de comunicação com as famílias, principalmente nos casos dos alunos do transporte escolar, em todas as reuniões. • Atualizar sempre o Cartaz do portão com informações da rotina (calendário, cardápio, passeios, atividades, etc). APM e Conselho de Escola • Indicar desde a reunião de início do ano o papel e a importância da APM, para sensibilizar as famílias a participarem das atividades e da composição dos órgãos colegiados (APM e Conselho). • Procurar conversar com os pais em momentos de grande concentração sensibilizando-os (entrega de material escolar, uniforme, etc). Conselho Mirim • Organizar reuniões bimestrais (com possibilidade de convocação extraordinária), desde Maio, previstas no calendário anual, e organizar outras pessoas para auxiliar na condução das mesmas, para que as crianças possam de fato participar destes encontros. • Participação nas reuniões do Titular e do Suplente, desde a primeira convocação. 6. PLANO DE AÇÃO DA EQUIPE GESTORA Justificativa: “A gestão da Educação exige planejamento, estabelecimento de metas, manutenção dos recursos e avaliação. Se essas bases não são estruturadas em comum, em especial por esse trio gestor, nunca existirá de fato uma rede de ensino.” Cybele Amado - Diretora do ICEP (Instituto Chapada de Educação e Pesquisa – Bahia) Frente a estas ideias e às indicações feitas pela S.E. faz-se necessário um plano de ação dos gestores que sirva como norteador do trabalho e que forneça informações e ferramentas de articulação dos conhecimentos teóricos e práticos na capacitação do uso de instrumentos de gestão mais efetivos, fundamentados na Proposta Curricular de São Bernardo, na BNCC e na legislação vigente. Objetivos: - Ampliar e fortalecer a gestão democrática na escola, promovendo ao aluno o acesso, a permanência e a qualidade de ensino, por meio do aperfeiçoamento do processo do ensino/aprendizagem e da construção de uma unidade metodológica, amparada na proposta curricular de São Bernardo do Campo. - Promover uma Educação Pública de qualidade, baseada nos princípios e ações de
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 21 gestão democrática e de participação coletiva. - Proporcionar uma convivência harmoniosa entre os segmentos da comunidade escolar pautadas no diálogo, valorização, respeito e justiça; - Promover projetos que favoreçam a interação escola/comunidade, de forma a ampliar os espaços de participação, democratização das relações, de acesso ao saber e de melhoria das condições de vida da população. - Promover a construção de estratégias pedagógicas de superação de todas as formas de discriminação, e o compromisso ético-político com todas as categorias e classes sociais. - Sistematizar o Projeto Político Pedagógico anualmente considerando a potencialização da qualidade do ensino. Ações - Diretora: • Organização, planejamento e a execução dos programas e projetos de ensino e os serviços administrativos, viabilizando o melhor desempenho das atividades docentes e discentes; • Contribuição na elaboração de estratégias formativas destinadas aos professores, que considerem a Educação como processo e campo dinâmico e heterogêneo, • Organização das ações pedagógicas e administrativas, como definição de horários e distribuição de tarefas e demandas de trabalho, de acordo com as especificidades de cada integrante da equipe escolar; • Administração das contas e verbas da APM ( repasse Municipal e Federal), e demais ações correlatas a esta, a fim de viabilizar materiais e a melhoria de espaços escolares, de acordo com o Plano de Trabalho estabelecido; • Coordenação das reuniões com órgãos colegiados ( APM e Conselho de Escola), para deliberações de assuntos do interesse da comunidade escolar; • Pesquisar preços para aquisições variadas da APM, para uso de professores, alunos e funcionários; • Coordenar reuniões formativas junto à equipe de apoio ( limpeza, cozinha e Oficiais de Escola) • Coordenar projetos que envolvam a comunidade escolar, com o objetivo de melhorar os espaços pedagógicos; • Responsabilização direta pela alimentação de dados dos programas sistêmicos, tratando-os com precisão nas informações, principalmente nos processos de matrícula, transferências, lista de espera de educandos, Censo Escolar, etc.; • Encaminhamentos de casos aos Órgãos de Proteção à Infância e Juventude, se houver necessidade, em situações de suspeita de violência, negligência, maus tratos ou evasão escolar; • Responsabilizar-se pelo cumprimento do Calendário Escolar e pelo horário de funcionamento da Unidade Escolar, garantindo a carga horária e os dias letivos exigidos por lei, com a divulgação de tais informações às famílias, através do Blog escolar e da agenda dos alunos; • Coordenar, acompanhar e garantir a organização pedagógica e administrativa da Unidade Escolar, a fim de manter ordenada e atualizada a documentação e
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 22 os registros necessários definidos pela Secretaria de Educação; • Atender as solicitações da Secretaria, através de seus vários setores, responsabilizando-se pelo cumprimento dos prazos definidos para entrega de documentos, relatórios, avaliações e outros; • Zelar pelo prédio público, seus equipamentos e materiais, com utilização e manutenção adequadas e tomar as providências, junto aos órgãos competentes, sempre que necessário, solicitando serviços de manutenção, readequação, reformas, ampliações, aquisições e reabastecimento. Ações - Coordenadora • Acompanhamento das atividades pedagógicas realizadas pelas equipes; • Organização dos prontuários específicos de acompanhamentos de alunos portadores de necessidades educacionais especiais, junto à EOT; • Observação pedagógica de alunos em contexto escolar; • Observação e posterior discussão com a equipe sobre as práticas pedagógicas ( orientação sobre condutas e a própria prática); • Planejar, organizar e coordenar em conjunto com os demais membros da Equipe Gestora, reuniões pedagógicas, horário de trabalho pedagógico coletivo, utilizando estratégias formativas que promovam reflexões e transposições teóricas para a prática docente; • Desenvolver estratégias e produzir subsídios pedagógicos para qualificar a ação docente, identificando necessidades de aperfeiçoamento teórico, didático e metodológico do professor; • Realizar leitura, devolutiva e acompanhamento dos instrumentos metodológicos dos professores orientando-os individualmente, sempre que necessário; discutir juntamente com a Equipe Gestora eventuais dificuldades decorrentes da coordenação pedagógica da Unidade Escolar na busca de superação das mesmas; • Coordenar a equipe escolar na reflexão e organização de espaços e materiais coletivos visando a melhoria do trabalho pedagógico e autonomia dos educandos; • Apoiar o professor no atendimento e orientação às famílias quanto às questões relativas ao trabalho pedagógico da unidade escolar. Ações - Vice Diretora • Acompanhar e controlar a execução de programações relativas às atividades de apoio administrativo e apoio técnico-pedagógico; • Acompanhar e garantir a aplicação de medidas necessárias às observações das normas de segurança e higiene dos espaços coletivos; • Acompanhar a execução do Plano de Trabalho da APM ( repasses de verbas); • Coordenar as atividades relativas à manutenção e conservação do prédio escolar, mobiliário e equipamentos da Unidade Escolar, em conjunto com os
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 23 membros da APM e Direção Escolar; • Manter a Equipe Escolar ciente de todas as demandas e ações que envolvam a unidade escolar; • Articular e garantir o fluxo de comunicação dentre os vários segmentos da unidade escolar; • Promover canais de comunicação para garantir o fluxo de informações entre a Secretaria de Educação e a Unidade Escolar, visando à qualidade e o sucesso do processo pedagógico e administrativo; • Promover a valorização do ambiente escolar como espaço social de convivência ética, em conjunto com a Equipe Gestora para a integração da equipe escolar, educandos e seus familiares, bem como a população usuária, para a ampliação de seus conhecimentos e de sua consciência cidadã; • Contribuir com os órgãos colegiados, com indicações para a aquisição de equipamentos e materiais pedagógicos, assim como reformas e reorganização dos espaços escolares, para melhorar a qualidade do atendimento aos educandos; • Organizar as atividades de estudo do meio, incluindo os agendamentos aos espaços, cotação e agendamento de transporte, viabilização das autorizações impressas para as professoras, agendamento do pedido dos kits lanche a serem consumidos pelos alunos neste dia e acompanhamento das turmas nesta atividade. Ações conjuntas do Trio Gestor: • Reunião semanal do trio, às segundas feiras, para planejamento das ações da semana, tanto das atividades administrativas quanto das pedagógicas, bem como a discussão dos alunos e familiares para acompanhamento pela equipe gestora, etc. • Elaboração da pauta de reuniões formativas ( HTPC e Reuniões Pedagógicas); • Acompanhamento da entrada e saída dos alunos do prédio escolar, recepção dos familiares e transportadores, diariamente; • Compra/ viabilização de materiais para uso em projetos escolares, através de gerenciamento de verbas recebidas pela APM; • Organização dos espaços pedagógicos; • Gerenciamento das presenças e faltas de funcionários/ professoras, para eventuais solicitações de coberturas junto às seções responsáveis; • Organização dos instrumentos de identificação das crianças com dietas especiais e orientações junto à equipe da cozinha, responsável pelo armazenamento e preparo destas; • Reuniões com famílias e especialistas da EOT; • Registros das reuniões, acompanhamentos e encaminhamentos para os especialistas e/ou atendimentos na UBS referência das famílias;
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 24 • Coordenação das reuniões com o Conselho Escolar Mirim. AVALIAÇÃO: A avaliação do presente plano se dará de forma continuada, sendo alterado no decorrer do processo conforme diálogo entre a gestão, equipe docente e discente. 7. CARACTERIZAÇÃO E PLANO DE AÇÃO PARA OS SEGMENTOS DE ATUAÇÃO DA ESCOLA 7.1- Caracterização da comunidade Este ano houve uma nova configuração dos grupos de escolas que foram reorganizadas em territórios para que houvesse uma coerência entre os atendimentos de saúde no caso PSE (Programa Saúde na Escola), e nossa escola agora faz parte do TERRITÓRIO 3 que é o mesmo das UBS do Jardim Farina, do Parque São Bernardo e da Vila São Pedro. A expressão “Comunidade escolar”, muito usada na nossa documentação pedagógica refere-se aos segmentos que participam de alguma maneira do processo educativo desenvolvido em nossa escola. Essa coexistência de pais, alunos, funcionários, professores e atores sociais do bairro em que a instituição está inserida gera experiências cotidianas nos sujeitos e entre os sujeitos. Assim, a comunicação que a escola estabelece , reconhecendo as carências, expectativas e dificuldades diárias de todos os segmentos que fazem parte dessa comunidade e as ações que propõe para integrar os diversos grupos representam o desafio para se construir uma escola democrática. Ao se caracterizar a comunidade escolar são identificados aspectos físicos e humanos que serão considerados para a definição de um projeto educativo adequado às necessidades do público atendido. No final da década de 70 a escola atendia, prioritariamente, os moradores do seu entorno. As crianças desta época cresceram e alguns são, atualmente, pais, tios e até avós dos atuais alunos. Também há professoras que foram estudantes dessa escola. Muitos trazem nas memórias uma vivência familiar e escolar experimentadas num bairro que não é mais o mesmo.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 25 Para conhecer melhor a comunidade escolar e elencar também algumas informações mais específicas das crianças é realizada uma pesquisa anualmente com os responsáveis dos alunos por meio de uma ficha de entrevista preenchida durante o período de adaptação com data agendada visando a atualização dos dados e, consequentemente o aprimoramento do atendimento e a qualificação das ações pedagógicas desenvolvidas na escola. Temos dentre as famílias muitos pais e tios de alunos que estudaram em nossa escola nos anos 80 e 90, e que trazem na memória bons momentos vividos neste ambiente escolar. Por este motivo, muitos retornaram à nossa escola com seus filhos, sobrinhos ou até netos para matriculá-los em nossa Educação Infantil, optando assim pela nossa escola, considerando o atendimento dado aos alunos e familiares. As informações que a equipe escolar e o Conselho de Escola consideraram essenciais para traçar o perfil da comunidade escolar abordaram questões relativas à constituição familiar, vivências socioculturais, questões de saúde e/ou alergias e peculiaridades a respeito do comportamento das crianças. Muitas famílias ao final do ano de 2017 destacaram como positivo o trabalho pedagógico realizado pela equipe escolar, considerando-o de qualidade: itens como o acolhimento, respeito, consideração e carinho dispensados às crianças e à comunidade escolar apareceram nas escritas das famílias. Esta avaliação foi realizada na última reunião de pais, em Dezembro de 2017. Pudemos observar que a grande maioria dos alunos tem em seu núcleo familiar o convívio com pais e irmãos e, com poucos espaços de convivência e brincadeiras ao ar livre, para além dos pequenos cômodos e garagens, portanto, as professoras podem definir metas diferenciadas de trabalho em relação ao corpo. A maioria das famílias está estruturada com a presença do pai e da mãe. Quanto à escolaridade dos pais, evidenciou-se que a grande maioria completou o ensino médio, alguns possuem 3º grau completo e uma pequena parte não estudou além do ensino fundamental. Como meta de trabalho de ampliação de comunicação com as famílias, implantaremos o nosso Blog Escolar, para que os pais possam ter acesso às mais variadas informações sobre a rotina escolar, projetos, atividades, passeios, e assim acompanhar de forma mais dinâmica o que se passa com as crianças enquanto estão na escola.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 26 Quanto às experiências socioculturais as famílias relataram eventuais atividades físicas ou de lazer desenvolvidas com as crianças em parques e raras oportunidades de ampliação do universo cultural em teatros e cinemas, porém, muita frequência ao shopping. Diante disso, e também das brincadeiras eleitas como as favoritas serem as realizadas em espaços mais fechados (carrinhos, bonecos/ bonecas, videogame) resolvemos trabalhar o Projeto Coletivo “Brinquedos e Brincadeiras”, para ampliação do repertório de brincadeiras e atividades motoras pouco conhecidas e exploradas pelas nossa crianças e suas famílias. Além disto, definimos que serão realizadas várias atividades voltadas ao projeto de Alimentação Saudável, através do cultivo de hortaliças em nossa horta, assim como atividades culturais e artísticas na escola (apresentações musicais, teatro) ou em estudos do meio. Para este ano, a equipe escolar e o Conselho de Escola definiram que os sábado letivo ocorrerá no dia 29/09, considerando as propostas para as atividades com as famílias, de acordo com os projetos coletivos desta escola. A escola passa a ser, portanto, o local que favorece a integração das ações de Educação, Cultura e Lazer. Nosso espaço escolar é utilizado pela comunidade para o Projeto Habitacional de Moradores do Bairro, que faz uso da escola para suas reuniões bimestrais com moradores inscritos em Programas Habitacionais; todos os pedidos seguem o mesmo fluxo de solicitação de espaços públicos de acordo com as orientações feitas pela Secretaria de Educação. O mesmo ocorre com a Cooperativa Habitacional AVIVA SBC, que solicita o espaço semestralmente, para as reuniões com seus cooperados. Nas imediações estabelecemos parcerias de trabalho com várias entidades ligadas à Prefeitura do município, nas áreas de Saúde e Educação. São elas: a UBS do Jardim Farina, A UBS do Parque São Bernardo, as EMEB’s de Ensino Fundamental Padre Ângelo Cerone, Maria Terezinha Besana, Professora Ermínia Paggi, Professora Janete Mally Betti Simões, Professora Marineida Meneghelli de Lucca, as EMEB’s de Educação Infantil ( 0 a 3 anos) Dolores Toledo de Mateo, Ariano Suassuna, Josué de Castro, as Creches Conveniadas Mamãe Albininha, Casa de Maria, Associação Belenzinho de Assistência Social, e as EMEB’ de Educação infantil (3 a 5 anos) Ana Henriqueta Clark Marim, Odette Edith Périgo de Lima e Carolina Maria de Jesus. Nossa equipe escolar participa da Rede de Apoio Saúde/ Educação, através dos encontros mensais, sempre nas segundas quartas-feiras do mês, realizados na
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 27 UBS do Jardim Farina, da qual fazem parte as escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental da Rede Municipal, bem como as entidades parceiras da Prefeitura e as Escolas Estaduais, além de especialistas da Equipe de Orientação Técnica e funcionários da UBS, visando acompanhar e auxiliar alunos e famílias em situação de risco / vulnerabilidade. Devido ao grande número de alunos oriundos de outros bairros, como a Vila Mariana, Boa Vista e Vila São Pedro, mantemos contato também com a UBS da Vila São Pedro, para encaminhar crianças e famílias em casos necessários, conforme explicitado acima. Próximas à nossa escola, dividindo demanda de atendimento a alunos de 3 a 5 anos temos a EMEB Odette Edith Périgo de Lima, situada no Bairro Nova Baeta, e a EMEB Ana Henriqueta Clark Marim, as quais sempre estão em parceria conosco, possibilitando trocas de experiências sobre as questões pedagógicas, administrativas, enriquecendo assim o trabalho escolar nas três unidades escolares. Desde o início do letivo de 2017, também passamos a contar com a parceria com a EMEB Carolina Maria de Jesus, que atende crianças de 0 a 5 anos, na região do Parque São Bernardo, funcionando em regime de período integral, através do Programa Educar Mais. A escola foi construída em 2016 com o objetivo de atender a grande demanda de Educação Infantil da região, compreendendo os bairros do Parque São Bernardo, Novo Parque, Alto da Bela Vista e parte do Jardim Petroni e Jardim Industrial. Também temos uma boa parceria de trabalho com as escolas de Ensino Fundamental da região. São as escolas para onde são encaminhados nossos alunos do Infantil V que seguem para o 1º ano do Ciclo Inicial. No início deste ano letivo, o Serviço de Alimentação Escolar solicitou às escolas que pesquisassem junto às famílias de seus alunos a preferência sobre cardápio de lanche ou de almoço a ser ofertado às crianças. Em nossa escola venceu o cardápio de almoço, nos dois períodos. Algumas famílias fizeram indicativos de almoço e lanche também, mas devido ao formato da pesquisa só computamos os dados de forma única, sendo almoço ou lanche. Os resultados estão expressos no gráfico a seguir. Pesquisa sobre a alimentação feita pela S.E. em fevereiro de 2018
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 28 8. PLANO DE AÇÃO PARA COMUNIDADE PLANO DE AÇÃO PARA COMUNIDADE Justificativa: A comunidade escolar tem um papel de extrema importância no processo de construção de conhecimento almejado pela escola. Somente com o apoio das famílias poderemos conquistar o desenvolvimento integral de nossos alunos. Para tanto se faz necessário que a comunidade conheça o trabalho desenvolvido e a escola fará uso de estratégias de divulgação desse trabalho por meio das reuniões com as famílias, divulgação do Blog da escola, etc, para que as famílias possam participar ativamente deste contexto tornando-se corresponsáveis pelo sucesso dos alunos e parceiras nas tomadas de decisões e busca de soluções para a melhoria da qualidade da educação oferecida nesta escola. Objetivo geral: Ampliar a relação de parceria e estreitar os vínculos de confiança entre escola e comunidade. Objetivos específicos: Compartilhar experiências e conhecimentos entre os membros da comunidade escolar aproximando os diversos atores que integram os segmentos da escola para avançar na construção coletiva de um Projeto Político Pedagógico de qualidade, priorizando: - temas voltados para o princípio do atendimento à diversidade, gratuidade e laicidade da escola pública. - temas relacionados aos projetos pedagógicos e demais ações desenvolvidas na escola. Acolher os pais de maneira que possam ser sanadas dúvidas e amenizados os anseios. Comunicar de maneira dinâmica e produtiva o processo de aprendizagem dos alunos. 0% 20% 40% 60% 80% 100% 120% 140% 160% Almoço Lanche Manhã Tarde Total
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 29 Aperfeiçoar a interlocução com a comunidade através de bilhetes e do BLOG da escola. Socializar o Projeto Político Pedagógico com as famílias. Divulgar o trabalho pedagógico da escola nos sábados letivos e incentivar a participação das famílias, compartilhando os estudos e vivências construídos pelas crianças ao longo do ano letivo. Conscientizar a comunidade com relação ao seu papel de parceria na manutenção e zeladoria do espaço escolar, os cuidados com relação ao lixo e outros detritos descartados no entorno. Ações propostas: Apresentação de atitudes de escuta pela equipe escolar e disposição para resolver os problemas apresentados pelas famílias, demonstrando boa vontade e agindo com transparência. Atendimento individualizado aos pais pela equipe gestora, professores e profissionais da EOT (fonoaudióloga, psicóloga e fisioterapeuta) de modo a acolher e orientar as famílias no processo de aprendizagem dos alunos. Reuniões formativas com pais e membros dos órgãos colegiados, utilizando estratégias de acolhimento e reflexão, de modo a levar as famílias a conhecer o processo de aprendizagem dos alunos. Cuidado na apresentação dos bilhetes favorecendo a compreensão das informações de forma clara e objetiva. Numerando-os e indicando no título a que se refere. Primeiro dia com famílias dos alunos do Infantil III. Reunião com pais novos antecipando situações de autocuidado e autonomia. Alimentar o BLOG da escola com temas pertinentes às demandas elencadas pela comunidade. Realizar com as famílias avaliações dos eventos, reuniões com pais e socializar impressões. Eventos promovidos pela escola, integrando a comunidade e divulgando o trabalho pedagógico (teatros da equipe, apresentações). Responsáveis: Equipe escolar, de acordo com a ação planejada. Prazo/Periodicidade: - As ações acontecerão durante o ano letivo e/ou sempre que houver necessidade de retomar as reflexões ou orientações sobre os assuntos indicados.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 30 - As reuniões e os sábados letivos acontecerão conforme calendário homologado pela SE. - Haverá atividades em dias letivos conforme planejamento da escola. Avaliação: A avaliação ocorrerá durante todo o processo por meio das discussões ao final de cada encontro com os presentes no evento e um membro da equipe de gestão fará os registros em impresso próprio. 9. EQUIPE ESCOLAR 9.1- PROFESSORES 9.1.1 – Caracterização da equipe docente A equipe docente desta escola é composta por 26 professoras efetivas, 1 professora substituta e 1 professora readaptada totalizando 28 professoras, todas com carga horária de 30 horas semanais, e com seus horários descritos no quadro geral da unidade houve uma renovação do quadro de profissionais devido a remoção e as questões de titularidade, porém o maior número de profissionais manteve-se. Observamos nas reuniões e formações iniciais que o grupo é muito coerente e participativo que há a interação e cooperação entre as profissionais de ambos os períodos. O companheirismo e a troca de experiências pedagógicas permeiam todos os momentos de trabalho coletivos, o que também contribui para a manutenção de um ambiente produtivo e harmonioso. Abaixo indicamos o quadro de informações acerca da escolaridade de nossas professoras: CARGO Escolaridade NOME Formação Inicial Graduação Pós-graduação PEB Infantil (M e T) ALINE BARBOSA CASTELLANI MAGISTÉRIO LETRAS E PEDAGOGIA SUPERVISÃO ESCOLAR, DIREITO EDUCACIONAL, FORMAÇÃO DE LEITORES E EDUCAÇÃO AMBIENTAL. PEB Infantil (T) ALINE DANIELLE DELAMANCHI LOPES MAGISTÉRIO NORMAL SUPERIOR PEB Infantil ( M) AMÉLIA MURAKANI IONEDA MAGISTÉRIO PEDAGOGIA E GEOGRAFIA PSICOPEDAGOGIA, EDUCAÇÃO INFANTIL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 31 PEB Infantil (T) ANTONIA INÁCIA BRANDÃO DE SOUZA MAGISTÉRIO NORMAL SUPERIOR PEB Infantil (T) CECÍLIA BENSE PEDAGOGIA PEB Infantil (T) DANIELLE DE SOUZA LUGÃO MAGISTÉRIO MATEMÁTICA E ARTES VISUAIS EDUCAÇÃO INFANTIL E ARTE EDUCAÇÃO Vice Diretora ELIS NAKANO ERNANI MAGISTÉRIO PEDAGOGIA GESTÃO ESCOLAR PEB Infantil ( M) ELISÂNGELA MELO DA S. RICHARD PEDAGOGIA ARTE EDUCAÇÃO; CURSANDO LUDOTERAPIA PEB Infantil ( M) FABIANA MARIA DA SILVA OLIVEIRA PEDAGOGIA CURSANDO ENSINO LÚDICO PEB Fundamental (M) FABIANE SANTOS ARIAS MAGISTÉRIO CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E PEDAGOGIA PEB Infantil (T) IARA APARECIDA TRIGO DE SOUSA PEDAGOGIA E PSICOLOGIA EDUCAÇÃO INFANTIL E ALFABETIZAÇÃO PEB Infantil (T) IVANIL LIMA CARLOS MAGISTÉRIO NORMAL SUPERIOR PSICOPEDAGOGIA PEB Infantil (T) JANAINA DANTAS ARAÚJO FABOCI PEDAGOGIA PEB Infantil (T) JENNYFFER NATALIA CAMPOS DE MATOS Coordenadora Pedagógica JÉSSICA MARIA DE CAMPOS MATSUMOTO MAGISTÉRIO PEDAGOGIA E ADM. HOSPITALAR GESTÃO ESCOLAR PEB Infantil (M) KARINA APARECIDA DE LUNA PEDAGOGIA DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM PEB Infantil (T) KARINA PAULA BERNARDO MAGISTÉRIO PEDAGOGIA PEB Infantil (M) LUÍSA PAULA DA SILVA CAMILLO MAGISTÉRIO CIÊNCIAS SOCIAIS PEDAGOGIA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA PEB Infantil (M) MÁRCIA DA SILVA ARAÚJO TÉCNICO CONTÁBIL PEDAGOGIA PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO PEB Infantil ( M) MARIA EDILEUZA DA SILVA PEDAGOGIA PEB Infantil (M) MARIA GISELA ROSELLI ROSOLEM MAGISTÉRIO ESPECIAL. EM PRÉ-ESCOLA PEDAGOGIA PSICOPEDAGIA E EDUCAÇÃO ESPECIAL
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 32 9.1.2 - FORMAÇÃO CONTINUADA A formação continuada dos profissionais da educação dentro do horário de trabalho é um direito garantido por Lei e deve ser sempre priorizado. Esse processo de formação tem como objetivo o desenvolvimento dos profissionais para a melhoria de suas ações nos diferentes contextos nos quais trabalham, objetivando a promoção de práticas educativas que conduzam ao desenvolvimento das crianças e consequentemente a melhoria na qualidade da educação. Como possibilidades figuram o estudo de situações práticas decorrentes de seus contextos de trabalho e o exercício da reflexão docente, que lhes permite avaliar criticamente ações pedagógicas já praticadas e, ao mesmo tempo, tomar decisões relacionadas às suas ações pedagógicas futuras. Em contrapartida, os desafios que permeiam sua realização apontam para a sistematização do tempo e das condições sob as quais a formação continuada é praticada no interior da instituição. Em nossa Unidade Escolar a formação continuada dos professores acontece diariamente nos horários de HTP (Horário de Trabalho Pedagógico), semanalmente PEB Infantil (M) MARINEIDE APARECIDA ZANATA ESCORIZZA MAGISTÉRIO PEDAGOGIA PSICOPEDAGOGIA Readaptada (M) MARLI APARECIDA RODRIGUES MAGISTÉRIO PEDAGOGIA PSICOPEDAGOGIA PEB Infantil (T) MARTA APARECIDA FERREIRA PLAÇA MAGISTÉRIO PEDAGOGIA EDUCAÇÃO ESPECIAL- DI PEB Infantil (M) NÁDIA DE CÁSSIA SZMGEL MODA MAGISTÉRIO EDUC. FÍSICA PEDAGOGIA PSICOMOTRICIDADE PEB Infantil (M) ROSANA CRISTINA RODRIGUES DO NASCIMENTO MAGISTÉRIO PEDAGOGIA PLENA CULTURA AFRO PSICOMOTRICIDADE PEB Infantil Substituta ROSEMEIRE APARECIDA ZANOTTI MAGISTÉRIO EDUCAÇÃO FÍSICA/ PEDAGOGIA CURSANDO ... PEB Infantil (T) SARAH MENDES IAGI PEDAGOGIA Diretor Escolar STELA PEREIRA DA GAMA MAGISTÉRIO PEDAGOGIA - ADM ESCOLAR - SUPERVISÃO PSICOPEDAGOGIA GESTÃO ESCOLAR PEB Infantil (T) SUELI MACHADO GALLO PEDAGOGIA PEB Infantil (M) TEREZA PALMAKA ARGUELLO MAGISTÉRIO BACH. EM BIOLOGIA / PEDAGOGIA PSICOPEDAGOGIA
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 33 nos HTPCs (Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo), e periodicamente com a participação de toda equipe escolar nas RPs (Reuniões Pedagógicas), além de formações específicas promovidas pela SE, e também por meio da busca dos profissionais em qualificar a própria prática. MOMENTOS FORMATIVOS COM A EQUIPE ESCOLAR 2018 Momento Formativo: Responsáveis: Público alvo: Duração aproximada: Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo (HTPC) Coordenadora em parceria com Diretora e Vice- diretora Professoras efetivas e substitutas Encontros presenciais semanais com 3 horas de duração as segundas- feiras das 18h40 às 21h40. Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo à Distância Coordenadora em parceria com Diretora e Vice- diretora Professoras efetivas e substitutas 1 vez ao mês com tarefas pré- determinadas de aproximadamente 3 horas de duração. Horário de Trabalho Pedagógico (HTP) Coordenadora em parceria com Diretora e Vice- diretora Professoras efetivas e substitutas Uma hora diária das 7h às 8h (manhã) e das 17h às 18h (tarde) Reuniões Pedagógicas (RP) Coordenadora em parceria com Diretora e Vice- diretora Todos os funcionários desta EMEB, membros da APM e Conselho de Escola e Conselho Mirim 9 reuniões de acordo com o Calendário Escolar de Educação Básica em anexo. Reuniões individuais e de equipe Coordenadora em parceria com Diretora e Vice- diretora Todos os funcionários. Estas reuniões são realizadas de acordo com as necessidades do grupo de funcionários. 9.1.3 - PLANO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 34 HORÁRIO DE TRABALHO PEDAGÓGICO (HTP) O HTP é um momento diário na rotina das professoras de Educação Infantil que foi instituído de acordo com o artigo 67 da LDB no item 5 que diz que os sistemas de ensino promoverão a valorização dos profissionais da educação, assegurando-lhes, inclusive nos termos dos estatutos e dos planos de carreira do magistério público um período reservado a estudos, planejamento e avaliação, incluído na carga de trabalho; Nesta rede de ensino de acordo com a Resolução nº 4/2016 o Horário de Trabalho Pedagógico (HTP) é o período destinado às atividades como planejamento (elaboração de planos de aulas, organização de materiais e recursos), registros, organização de portfólios, devolutivas, reuniões entre professores, com EOT/OP, atendimento aos pais, participação em Conselhos de escola e demais ações formativas que farão parte do acompanhamento a ser realizado pela equipe gestora, bem como formações que poderão ocorrer através da SE. Nesta escola todas as professoras realizam o HTP nos mesmos horários, ou seja, as professoras do período da manhã das 7h00 às 8h00, antes da jornada com as crianças e as do período da tarde das 17h00 às 18h00 após o atendimento às crianças, e isto que favorece as trocas de experiências e tomadas de decisões. Objetivos: - Refletir sobre a prática educativa. - Contribuir com o processo de planejamento pedagógico. - Qualificar as atividades desenvolvidas em sala. - Favorecer momentos de estudo individuais e coletivos. - Acolher as famílias e suas necessidades prioritariamente neste horário, para que não haja interferência na rotina das crianças. Possibilidades de ação: - Pesquisas usando os equipamentos da escola. • - Planejamento (Elaboração de atividades, Seleção de materiais, livros, etc, Montagem de circuitos de atividades de corpo e movimento, organização dos espaços para as atividades propostas, registros, elaboração de relatórios para especialistas, etc). • - Atendimento as famílias. - Reuniões individuais com CP para devolutivas e levantamentos de necessidades do grupo; -Trocas entre os professores do mesmo agrupamento e de diferentes agrupamentos;
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 35 HORÁRIO DE TRABALHO PEDAGÓGICO COLETIVO (HTPC) O HTPC (Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo) refere-se às horas de trabalho do professor em atividades coletivas destinadas ao aperfeiçoamento profissional em consonância com o Projeto Politico Pedagógico da unidade escolar e a prática docente realizada na unidade, sem a presença de alunos. Estes encontros são coordenados pela Coordenadora Pedagógica em parceria com a Diretora e a Vice-diretora. Nesta escola destinamos o primeiro HTPC de cada mês para o planejamento mensal com o acompanhamento da equipe de gestão, momento em que os professores do período da manhã e da tarde podem planejar em conjunto e trocar experiências sobre a prática pedagógica. O plano de formação para o HTPC é estruturado em dois projetos de trabalho distintos, mas complementares digo isso, pois a primeira parte indica os objetivos e conteúdos trabalhados e que são complementados ano a ano e, portanto são permanentes em nossas ações, e a segunda parte do plano é indicado o plano de formação cujos objetivos específicos são elencados pela equipe gestora em consonância com os professores e a necessidades de complementar o plano de curso das crianças para o ano. Por serem momentos de estudo coletivos e de reflexão sobre a prática pedagógica esses encontros são indispensáveis para o aprimoramento profissional e qualificação das práticas desenvolvidas pelos professores. PLANO DE FORMAÇÃO PERMANENTE PARA PROFESSORES EM HTPC Justificativa: Algumas discussões e orientações tem a necessidade de ser cotidianamente qualificadas, devido à rotatividade de profissionais no grupo e também pela necessidade de atualização dos conhecimentos, já que a educação está em constante movimento e novas ideias e aportes teóricos sempre podem complementar e enriquecer a prática pedagógica. Com isto se faz necessário, ano a ano, retomar algumas temáticas que permeiam a rotina escolar e refletir conjuntamente para que avanços, e até mesmo a validação de algumas práticas, sejam apropriadas por todos tornando-se cada vez mais consistentes no dia-a-dia do grupo de professoras.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 36 Planejamento(PlanoCurso, modalidadesorganizativas) Objetivos: - Qualificar a prática pedagógica desenvolvida na escola. - Atualizar o plano de curso de acordo com as faixas etárias atendidas. - Planejar por meio das modalidades organizativas, projetos e sequenciadas, considerando a que melhor se ajusta às ações pedagógicas. - Considerar no planejamento a realização e o registro dos Projetos e Sequências Didáticas. Ações/Estratégias: - Planejamento e elaboração do plano de curso anual em grupo considerando as especificidades de cada faixa etária. - Socialização das informações. - Planejamento e organização dos projetos e sequências didáticas coletiva e individualmente. - Fundamentação teórica por meio de referenciais atuais. Períodode adaptação Objetivo: - Organizar e qualificar o período de adaptação. Ações/Estratégias: - Resgate da importância do acolhimento das crianças e famílias; atividades adequadas/específicas para este período; - Reflexão e definição coletiva das atividades propostas para este período. Rotina Objetivos: - Ampliar os conhecimentos sobre o desenvolvimento infantil e a qualificação da rotina como mais um instrumento de trabalho. Ações/Estratégias: - Acompanhamento do planejamento do uso da Rotina. - Participação nos momentos formativos promovidos pela escola em parceria com a Equipe de Orientação Técnica (Fonoaudióloga, Psicóloga, Terapeuta Ocupacional e Fisioterapeuta). Sábadosletivos Objetivos: - Discutir com a equipe as indicações de propostas para os eventos nos sábados letivos. - Planejar com a equipe as atividades propostas para os sábados letivos. - Qualificar as atividades em parceria com as famílias para que se tornem momentos formativos, que aproximem os pais da concepção pedagógica desenvolvida na escola. - Estruturar os sábados letivos considerando a integração entre a escola e a comunidade, para divulgação do trabalho realizado com as crianças. Ações/Estratégias: - Discussão e reflexão com equipe de funcionários dos princípios norteadores dos sábados letivos e das propostas a serem desenvolvidas; - Planejamento em conjunto e organização das propostas das atividades relacionadas ao tema proposto, considerando as avaliações dos anos anteriores. - Discussões coletivas sobre as formas de avaliação da comunidade. - Avaliação conjunta sobre cada evento. -Envio do bilhete de agradecimento pela presença/ participação.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 37 Instrumentosmetodológicos (PlanodeAção,observaçãodascrianças,registroreflexivo, etc.) Objetivos: - Planejar a rotina semanal considerando os objetivos de cada turma. - Qualificar o plano de ação semanal e os registros reflexivos. - Unificar procedimentos para o preenchimento dos documentos e registros. - Refletir sobre a importância da observação dos alunos no contexto escolar. - Organizar o planejamento dos Projetos e Sequências Didáticas, considerando os Campos de Experiência. Ações/Estratégias: -Discussões coletivas sobre os procedimentos necessários para o preenchimento dos documentos - Planejamento semanal em caderno específico de forma a contemplar as necessidades formativas das crianças na rotina de trabalho. - Observação das crianças em diferentes momentos. - Produção de registros reflexivos sobre as diversas ações do período. - Unificação de procedimentos no preenchimento da documentação pedagógica (relatórios, projetos, sequências didáticas, etc.) Relatóriosindividuaisde aprendizagem Objetivos: - Ampliar os conhecimentos a respeito da estrutura e escrita dos relatórios de aprendizagem semestrais como forma de potencializar a documentação pedagógica das aprendizagens dos alunos; - Refletir sobre a relevância de registrar os avanços e dificuldades das crianças e qual a melhor forma de fazê-lo. - Qualificar a escrita dos relatórios, por meio de discussões coletivas e intervenções individuais; Ações/ Estratégias: - Resgate da história do documento na rede municipal. - Reflexão coletiva sobre os relatórios de aprendizagens, estabelecendo os aspectos imprescindíveis e complementares em relação ao conteúdo e estrutura do documento. - Discussões sobre os procedimentos necessários em relação ao preenchimento do documento, sua entrega nas datas agendadas e o acompanhamento pela equipe gestora. - Estudo teórico de referenciais atuais.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 38 Reuniãocompaisouresponsáveis Objetivos: - Qualificar os momentos de reuniões com pais ou responsáveis. Ações/Estratégias: - Fundamentação teórica a respeito da reunião com pais ou responsáveis como forma de ampliação de conhecimentos e avanços nas práticas; - Planejamento e elaboração da pauta em grupo com no mínimo uma semana de antecedência, destacando o foco da reunião e as estratégias que serão utilizadas pelo professor. - Socialização das estratégias a serem utilizadas. - Organização dos horários. - Na semana subsequente avaliação das reuniões coletivamente, enviar um bilhete de agradecimento pela presença/ participação. -Divulgação no Blog das discussões ocorridas nas reuniões de pais, bem como os textos trabalhados, com as indicações bibliográficas. ProjetoPolíticoPedagógico(PPP) Objetivos: - Construir e revisar o Projeto Político Pedagógico a partir do envolvimento de todos os segmentos da escola: funcionários, professores, equipe de gestão e pais. - Utilizar os documentos oficiais como referenciais para o replanejamento e reconstrução do PPP. Ações/Estratégias: - Participação de todos os segmentos nas discussões. - Revisão coletiva de alguns itens priorizados, e ajustes que se fizerem necessários na escrita do documento. - Utilização dos documentos oficiais como referência para o replanejamento e a reestruturação do nosso PPP (Referenciais Curriculares Nacionais, Proposta Curricular de SBC, Validação, artigos do CNE, Suleando/2011, Conversando sobre o PPP/2009 e 2010, Base Nacional Comum Curricular) e posterior divulgação do documento já homologado pela Secretaria de Educação no Blog; Responsáveis: Coordenadora, em parceria com a Diretora e Vice Diretora
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 39 Avaliação: A avaliação ocorrerá ao longo de todos os encontros por meio de observações e reflexões, tanto dos temas estudados quanto das estratégias utilizadas, em conjunto com o grupo e também individualmente, pois consideramos a importância de se refletir sobre as ações. Também consideramos momentos de auto avaliação. Ao final de cada semestre os momentos formativos são avaliados pelo grupo no coletivo e também por meio do acompanhamento dos registros e das práticas pedagógicas. Este ano teremos como produto de nossos estudos a reformulação do nosso Plano de Curso para 2018 com base nas discussões e sistematizações do Currículo organizado por Campos de Experiências.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 40 Bibliografia: ARROYO, Miguel G. Ofício de mestre imagens e autoimagens. – Petrópolis, R.J: Vozes, 2011. BRANDÃO, Ana Carolina Perrusi e ROSA, Ester Calland de Sousa (orgs.) Ler e escrever na Educação Infantil. – Belo Horizonte: Autentica Editora, 2011. COLL, César; MARCHESI, Álvaro e PALACIOS, Jesus. Desenvolvimento psicológico e educação: Transtornos de desenvolvimento e necessidades educativas especiais 3. – Porto Alegre: Artmed, 2004. COX, Maureen. Desenho da criança. – São Paulo: Martins Fontes, 2007. FREIRE, Madalena. Educador. – São Paulo: Paz e Terra, 2008. GALVÃO, Izabel. Henri Wallon uma concepção dialética do desenvolvimento infantil. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2011. HOFFMAN, Jussara. Avaliação e Educação Infantil: Um olhar sensível e reflexivo sobre a criança. – Porto Alegre: Mediação, 2012. NOGUEIRA, Judith. Do movimento ao verbo desenvolvimento cognitivo e ação corporal. – São Paulo: Annablume, 2008. OLIVEIRA, Zilma Ramos (org.) O trabalho do professor na Educação Infantil. – São Paulo: Biruta, 2012. ROCHA, Eloisa A. C. e KRAMER, Sonia (orgs.) Educação Infantil enfoques em diálogo. – Campinas, São Paulo: Papirus, 2011. SMOLE, Kátia Cristina Stocco. A matemática na Educação Infantil a teoria das inteligências múltiplas na prática escolar. – Porto Alegre: Artmed, 2003. SALLES, Fátima e FARIA, Vitória. Currículo na Educação Infantil Diálogo com os demais elementos da proposta pedagógica. – São Paulo: Ática, 2012. TONUCCI, Francesco. Frato 40 anos com olhos de criança. – porto Alegre: Artmed, 2008. VIGOTSKI, L. S. A formação social da mente. – São Paulo: Martins Fontes, 2007. VRIES, Reta De e ZAN, Betty. A ética na Educação Infantil o ambiente sócio moral na escola. – Porto Alegre: Artmed, 1998. ZABALA, Antoni. A prática educativa: Como ensinar. – Porto Alegre: Artmed, 1998.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 41 PROJETO HTPC À DISTÂNCIA 2018 Equipe gestora: Stela Pereira da Gama (diretora) Elis Nakano Ernani (Vice-diretora) Jéssica Maria de Campos Matsumoto (Coordenadora Pedagógica) Público Alvo: Professoras de Educação Básica atuando na Educação Infantil nesta EMEB. Tempo estimado: 11 tarefas de Fevereiro à Novembro de 2018. “A educação a distância está se transformando, de uma modalidade complementar ou especial para situações específicas (cursos técnicos, educação de jovens e adultos), em referência para uma mudança profunda na educação como um todo. É uma opção importante para cursos de curta e longa duração, para os vários níveis de ensino, para a educação formal e informal, a educação continuada, a profissional, a corporativa.” José Manuel Moran (2013)- Documento orientador do HTPC em ambiente virtual Justificativa: Existem algumas leis que reconhecem e regulamentam a educação à distância no Brasil, como o decreto 5622/2005 do MEC, que, em seu art. 1 caracteriza a educação à distância como “modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos.” As atuais plataformas de educação à distância oferecem muitas possibilidades de interação e participação que, se bem utilizadas, proporcionam efetivas possibilidades de aprendizagem e interação. Trazendo essas reflexões para a realidade da rede municipal de São Bernardo do Campo, observa-se que desde 2000 a Secretaria de Educação vem investindo esforços no que se refere à incorporação das tecnologias nas escolas e na formação de professores para a utilização desses recursos de maneira integrada e com intencionalidade pedagógica. Realizando um paralelo com as experiências de formação de professores em HTPC que temos hoje, é possível vislumbrarmos como uma interessante e desafiadora possibilidade a realização do trabalho pedagógico coletivo em ambiente virtual. Acredita-se que, a atividade em ambiente virtual poderá qualificar esses momentos formativos permitindo aos professores uma maior flexibilização de seu tempo e, consequentemente, proporcionar um maior interesse e participação, uma vez que, não necessariamente terão que acessar o ambiente virtual após um dia todo de trabalho, muitas vezes em duas escolas, como acontece hoje nos HTPCs da maioria de nossas escolas. Refletindo ainda sobre as pautas e temáticas tratadas, muitas questões podem perfeitamente ser trabalhadas em ambiente virtual, por meio de ferramentas de comunicação síncronas e assíncronas disponibilizadas nas diferentes plataformas de educação à distância
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 42 hoje disponíveis. Objetivos: - Aproximar as professoras da tecnologia utilizada na atualidade e com o intuito de melhorar a qualidade do atendimento oferecido. - Garantir que todos participem efetivamente das discussões e fóruns, contribuindo com ideias, opiniões e sugestões. - Qualificar os momentos formativos por meio da flexibilização do tempo, espaço e utilização de ferramentas interativas que proporcionarão aos profissionais maior qualidade em suas produções. - Estabelecer uma rotina de estudos por meio da ferramenta (GOOGLE Sala de aula) Ações/Estratégias: - Discussão com a equipe de professoras para adesão ou não da proposta do HTPC à distância; - Criação da sala de aula usando a ferramenta do GOOGLE; - Apresentação da ferramenta para as professoras; - Elaboração do projeto a ser incluído no PPP 2018 com a anuência da Orientadora Pedagógica; - Organização e elaboração de tarefas, considerando as necessidades formativas da equipe de professoras em relação ao trabalho pedagógico desenvolvido em sala e em consonância ao PPP desta unidade e orientações da S.E. Plataforma: Ferramenta GOOGLE Sala de aula Frequência: Uma vez ao mês, em dias pré-determinados, de acordo com o nosso plano anual e de acordo com as indicações feitas pela S.E. As professoras poderão acessar o HTPC durante a semana estabelecida (de sexta- feira a quinta-feira da outra semana) de acordo com o horário estabelecido para as tarefas. Teremos o controle de frequência das professoras pelo site, pois o mesmo informa quando foram realizadas, dentro da própria ferramenta. Caso a professora não acesse a plataforma na semana estabelecida ficará com falta no HTPC da semana. Quando são realizados fóruns para computar a presença, combinamos que todas irão acessar e colocar sua opinião ou incluir comentários relacionados tanto a solicitação da equipe gestora e como à respeito das opiniões de outras duas colegas minimamente, garantindo assim uma participação mais efetiva durante este tipo de proposta. Organização: Os membros da Equipe gestora serão encarregados da mediação das tarefas propostas, cada professora realizará suas tarefas dentro do tempo estimado para tal, por exemplo: as tarefas serão postadas na sexta-feira e o encerramento da tarefa será na quinta-feira da semana próxima. A S.E. disponibiliza escolas como Polo para esclarecimento de dúvidas, ou mesmo para realização das tarefas de acordo com a Rede nº 44/2018. Quem não realizar a proposta no tempo estipulado será considerado falta. Datas previstas: ➢ 26/02; 19/03; 09/04; 14/05; 14/06; 02/07; 13/08; 10/09; 22/10; 12/11 e 10/12. Observação: As datas podem ser alteradas de acordo com a necessidade da equipe e/ou indicações da S.E.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 43 9.1.4 - PLANO DE FORMAÇÃO ESPECÍFICO 2018. PLANO DE FORMAÇÃO ESPECÍFICO PARA PROFESSORAS EM HTPC A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR E OS CAMPOS DE EXPERIÊNCIA, UMA NOVA MANEIRA DE ORGANIZAR O CURRÍCULO E PENSAR O PLANEJAMENTO. JUSTIFICATIVA: A BNCC é fruto de amplo processo de debate e negociação nos diferentes meios do campo educacional e da sociedade civil em geral, apresenta os Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento que devem orientar a elaboração de currículos para as diferentes etapas da escolarização, portanto é uma exigência colocada pelo sistema educacional brasileiro a partir da LDB (1996; 2013.), DCN (2009) e Plano Nacional de Educação (2014), objetivando avanços na construção da qualidade da educação. Tem como finalidade orientar os sistemas de ensino na elaboração de suas propostas curriculares, considerando o direito à aprendizagem e ao desenvolvimento, em conformidade ao Plano Nacional de Educação (PNE) e a Conferência Nacional de Educação (CONAE). Desse modo, para estabelecer uma interlocução entre o direito da criança em construir diferentes aprendizagens e o acesso dos profissionais aos conhecimentos já sistematizados, pela proposta desta base que é organizada por Campos de Experiências, faz-se necessário um aprofundamento para melhor compreender esta atual configuração dos saberes e fazeres referentes a Educação Infantil, modalidade atendida por esta equipe. OBJETIVOS: • Ampliar os conhecimentos sobre a organização do Currículo da Educação Infantil por Campos de experiência; • Promover reflexões à respeito da evolução científica do pensamento humano por meio dos referenciais legais e teóricos da atualidade; • Favorecer a qualificação da ação docente de acordo com a BNCC que considere a criança como protagonista. • Subsidiar os professores para a efetivação de um Plano de Curso Anual estruturado em Campos de Experiência em conformidade com a BNCC. • Consultar os materiais disponibilizados no Portal do MEC. ETAPAS: Resgate dos estudos e sistematizações realizados no ano anterior. Leitura das orientações da SE e da carta do dia D da Base Nacional Comum Curricular. Sistematização dos principais aspectos abordados nas discussões e documentos oficiais.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 44 Revisão do Plano de Curso 2018. Tematização de práticas. Consulta aos materiais disponibilizados no Portal do MEC. Revisão e aprofundamento dos Campos de Experiência abordados em nosso PPP. Iniciaremos nossas discussões pelo Campo: Traços, sons, cores e formas, pois nosso projeto coletivo trata da Música de todos os tempos e ritmos. AVALIAÇÃO: Durante todo processo faremos observações e reflexões sobre os temas e estratégias usados nos encontros formativos. Responsáveis: Coordenadora em parceria com a Diretora e a Vice-diretora Duração: de fevereiro a dezembro de 2018. 9.1.5 – REUNIÕES PEDAGÓGICAS A Reunião Pedagógica é mais um espaço privilegiado de formação de todos os profissionais da escola (professores, equipe de apoio, equipe administrativa e de gestão), oportuniza também a participação dos membros que compõem os órgãos colegiados (Conselho de Escola e APM) e comunidade. É um espaço de promoção da reflexão coletiva sobre o processo pedagógico. Estes encontros estão previstos no calendário oficial homologado pela Secretaria de Educação em parceria com a Orientadora Pedagógica e análise dos membros da APM e Conselho de Escola sem o comprometimento de dias letivos. Estas reuniões têm como objetivo principal afinar a concepção de currículo e de conhecimentos de toda equipe escolar, enriquecendo a organização e o alinhamento do trabalho de forma coletiva, inclui o resgate de combinados administrativos e pedagógicos; parte da corresponsabilização da equipe nas decisões; e também compreende momentos de formação sobre os projetos específicos da escola que este ano tem como tema ampliar os conhecimentos sobre a BNCC (Base Nacional Curricular Comum), além do nosso projeto de trabalho a respeito da Vulnerabilidade Social e a Prevenção do Abuso Sexual Infantil. Como forma de sistematizar as discussões e assim nortear o trabalho desenvolvido na escola, as reuniões pedagógicas são registradas em um instrumento específico (livro ata), sempre com a ciência de todos os presentes, servindo como referência para as próximas ações. No calendário 2018 estão previstas sete Reuniões Pedagógicas, ao longo de todo ano, três inclusive em regime de meio período de aula.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 45 PLANO DE FORMAÇÃO PERMANENTE PARA REUNIÕES PEDAGÓGICAS Justificativa: As Reuniões Pedagógicas são momentos privilegiados de discussão e reflexão da prática pedagógica e das ações que permeiam o atendimento aos educandos, em sua permanência nesta unidade escolar. Sendo assim, os temas a serem discutidos em 2018 levarão em consideração, as necessidades da equipe em rever práticas, concepções, bem como subsidiar teoricamente todos os envolvidos nos cuidados com as crianças, espaços e materiais, neste nosso ambiente escolar. Objetivos: - Refletir sobre a importância do trabalho coletivo, com base nos princípios da Educação Básica valorizando a ética e a cooperação de forma a favorecer um atendimento de qualidade para todas as crianças. Ações/ Estratégias: - Promover dinâmicas de socialização e valorização do trabalho em equipe. - Oferecer material teórico que embasem as discussões sobre os princípios da escola pública. - Realizar discussões e reflexões a partir de textos, músicas, imagens, vídeos, tematizações de práticas e situações problema. VULNERABILIDADE SOCIAL E A PREVENÇÃO AO ABUSO SEXUAL INFANTIL Justificativa: Considerando as peculiaridades da comunidade atendida por nossa escola que envolvem nossas crianças em situações de vulnerabilidade social, além de muitos casos de abuso, faz –se necessário retomar o assunto em questão devido a mudança de funcionários devido a remoção e as classes vagas gerando a designação de profissionais advindos de outras unidades. Importante também ressaltar com as equipes os aspectos teóricos e legais que amparam as famílias que vivenciam o cotidiano de privações e violências.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 46 Objetivos: - Sensibilizar e informar a equipe escolar sobre as questões de vulnerabilidade nas quais se encontram algumas de nossas crianças de acordo com as orientações feitas pela Rede de Proteção, bem como traçar o fluxo de atendimento para criança e sua família. - Retomar o fluxo de atendimento da criança/família em situação de vulnerabilidade social. - Sensibilizar a equipe sobre os direitos e necessidades das crianças para que sejam feitos os encaminhamentos necessários. - Ampliar os conhecimentos de toda equipe a respeito de situações abusivas. Ações/Estratégias: - Leitura dos registros anteriores para resgatar o teor das discussões e assim dar sequência as propostas formativas. -Palestra em parceria com a Psicóloga, Assistente Social e Agentes Comunitários de Saúde da UBS do Jardim Farina ( prevista para Maio / 2018). - Leitura de documentos oficiais que tratam da garantia de direitos das crianças (Constituição Federal, Estatuto da Criança e do adolescente, Uma nova Aquarela, etc.) - Utilização de vídeos que abordam a temática. - Discussões em subgrupos e socialização. Responsáveis: Coordenadora em parceria com a Diretora e a Vice-diretora Avaliação: Ao final de cada encontro há a avaliação das propostas discutidas e das estratégias utilizadas, por todos os presentes na discussão. 9.2 - AUXILIARES EM EDUCAÇÃO E ESTAGIÁRIAS DE APOIO A INCLUSÃO. Como em nossa escola todos os anos temos aumentado em nosso atendimento o número de crianças com necessidades educacionais especiais, estes funcionários são de extrema importância na garantia do atendimento adequado aos nossos alunos, sendo necessária a ampliação constante do número de contingente humano para este atendimento.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 47 Este ano as funcionárias que atendem nossos alunos portadores de necessidades educacionais especiais são duas auxiliares de educação de apoio à inclusão que trabalham em jornada integral com alunos manhã e tarde, e quatro estagiárias de apoio à inclusão, estudantes de Pedagogia, sendo duas no período da manhã e outras duas no período da tarde. As demandas e as crianças a serem atendidas são organizadas/ definidas pela equipe de gestão, considerando as necessidades específicas e as deficiências apresentadas (por exemplo o grau de dependência do adulto, uso de fralda, comportamentos de risco, dificuldades de locomoção, deficiência visual, auditiva, etc). Em 2018 atenderemos crianças com: transtornos globais do desenvolvimento (Asperger, Autismo em variados níveis), atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, paralisia cerebral com e sem controle motor, Síndrome de Down, deficiência auditiva, síndrome de Prader Willis, além de cardiopatias congênitas e epilepsia. Para que as crianças possam ter a garantia de que suas necessidades sejam atendidas, organizamos as funcionárias responsáveis pelo atendimento, de modo que possam atender não apenas uma única criança, mas também as demais que porventura precisem de alguma ajuda (troca de fralda, banho, etc). Cabe ressaltar que a quantidade de funcionárias nestes dois cargos ainda é insuficiente para o quadro de alunos atendidos diariamente. No tocante a formação em serviço, estas sempre participam das Reuniões Pedagógicas e quando necessário das reuniões para devolutivas e instruções, com especialistas da Equipe de Orientação Técnica e lhe são disponibilizados os materiais de estudo utilizados nas formações em HTPC. AUXILIARES EM EDUCAÇÃO E ESTAGIÁRIAS DE APOIO A INCLUSÃO NOME Escolaridade Carga horária semanal CARGO Formação Inicial Graduação Pós-graduação Auxiliares em Educação de Apoio a Inclusão CONCEIÇÃO APARECIDA DE OLIVEIRA ENSINO MÉDIO MATEMÁTICA (CURSANDO LICENCIATURA) 40h LILIAN ALVES MACEDO ENSINO MÉDIO PEDAGOGIA ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO 40h Estagiárias de Apoio a Inclusão (M) ELAINE CRISTINA DE LIMA REGIS ENSINO MÉDIO CURSANDO PEDAGOGIA 30h FRANCIELE DA SILVA NUNES GOMES ENSINO MÉDIO CURSANDO PEDAGOGIA 30 h Estagiárias de Apoio a PATRÍCIA DO NASCIMENTO JUSTINO ENSINO MÉDIO CURSANDO PEDAGOGIA 30h
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 48 Inclusão (T) THAINÁ APARECIDA LEANDRO ENSINO MÉDIO CURSANDO PEDAGOGIA 30h PLANO DE FORMAÇÃO PARA AUXILIARES EM EDUCAÇÃO E PROFESSORAS ESTAGIÁRIAS DE APOIO À INCLUSÃO Justificativa: As auxiliares em educação e as estagiárias não participam de nossos H.T.P.C.’s, devido à especificidade da jornada de trabalho de ambos os cargos, de modo que só tornam-se viáveis as formações nas Reuniões Pedagógicas e nas reuniões para devolutiva com especialistas e equipe gestora. Não é possível retirá-las das salas de aula, devido a especificidade do trabalho, quantidade de atendimentos realizados e dos cuidados necessários com as crianças com necessidades especiais. Eventualmente quando a criança que cada uma acompanha falta, é possível conversar sobre o trabalho realizado e trazer subsídios teóricos para leitura e posterior discussão, ainda dentro das questões apontadas no plano de formação; isto só pode ocorrer quando não há atendimento a outra criança portadora de necessidades educacionais especiais. Quando há agendamento com especialistas e a conversa precisa ser estendida a elas, organizamos as substitutas para que tanto a professora quanto a auxiliar/estagiária possam saber das intervenções e necessidades de adaptação/ estratégias que são indicadas. Objetivos gerais e específicos Objetivo geral: Capacitar as funcionárias dentro dos princípios de educação inclusiva e atendimento a diversidade. Objetivos específicos: Orientar e instrumentalizar as auxiliares e estagiárias de apoio a inclusão quanto aos cuidados específicos de higiene, alimentação, sempre de acordo com a deficiência e adaptações curriculares necessárias, em conjunto com as intervenções propostas pela professora. Promover o acesso aos textos e documentos discutidos pelas professoras nas formações em HTPCs.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 49 Ações/ estratégias: Encontros formativos com o trio de gestão, com as especialistas da EOT, com as professora da educação especial, além de leituras e posteriores discussões dos materiais escritos. Acesso irrestrito às orientações dadas pela Equipe de Orientação Técnica. Participação da construção do PPP nas Reuniões Pedagógicas. Leituras dos materiais entregues e estudados pela equipe docente nos HTPC’s (textos formativos). Registro dos atendimentos realizados (trocas, treino de uso do banheiro, intervenções em sala). Avaliação: A avaliação será feita ao longo do ano, durante todo processo, por meio dos registros das conversas com as funcionárias, bem como o desenvolvimento de ações com as crianças em parceria com as professoras; estes registros servirão para que possamos fazer a reavaliação da formação no final do ano letivo e serão feitos no caderno de registro de acompanhamento dos funcionários, usado para esta finalidade. Responsáveis Coordenadora em parceria com a Diretora e Vice. Duração Todo o ano letivo de 2018. 9.3 - FUNCIONÁRIOS DE APOIO E ADMINISTRATIVOS 9.3.1- Caracterização A equipe de apoio, formada pelos auxiliares de limpeza da P.M.S.B.C e pelas cozinheiras da empresa Soluções Serviços Terceirizados Eireli, oficiais administrativos, auxiliar em biblioteca e professora readaptada, participa das formações oferecidas pela escola, tanto em reuniões pedagógicas quanto em momentos específicos de cada equipe (reuniões setorizadas com o trio de gestão), além dos momentos em que os representantes opinam nas decisões do Conselho de Escola. As demandas dos funcionários de apoio (limpeza) são divididas e organizadas, com a participação de todos os interessados e depois de discutidas ficam expostas no
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 50 mural interno da escola, para que o grupo escolar saiba quem é responsável por cada espaço. Desde Fevereiro deste ano, a nova empresa de Alimentação Escolar que assumiu a equipe de Cozinheiras da rede municipal passou a acompanhar suas funcionárias através da Supervisora em Alimentação Escolar, que possui formação Superior em Nutrição, e é designada pela empresa, sendo que esta faz os atendimentos e orientações às suas funcionárias quanto à manipulação de alimentos, higiene e processos específicos deste ambiente, além de controle de entrega, consumo e preparo de gêneros, e preparo das dietas especiais. Este tipo de acompanhamento já é realizado há anos pelas empresas que assumem este tipo de atendimento nas unidades escolares. Pensando-se em espaços e momentos formativos, ressaltamos que as equipes de apoio e administrativa também participam das formações nas reuniões pedagógicas, entendendo a necessidade formativa deste espaço e enxergando-se como participantes e educadores do espaço escolar. Além das tarefas de higiene de espaços e ambientes, os auxiliares de limpeza também nos ajudam em situações de banho e troca de alunos sujos por urina, fezes ou vômito, quando não podemos acionar a auxiliar em educação para esta tarefa, realizando então estas ações de forma colaborativa, visando o conforto, higiene e bem estar das crianças da escola. A participação de todos nos momentos formativos e a possibilidade de diálogo estabelecida com a equipe, faz com que realmente todos se sintam corresponsáveis pela educação e cuidado das nossas crianças. O mesmo acontece com a equipe de Oficiais de Escola, que é o nosso cartão de visita, pois acolhem a todos com respeito, educação e competência. Atualmente, estão na Secretaria da Escola as funcionárias Valcir e Neide, atendendo funcionários, alunos e comunidade escolar. Em nossa Biblioteca Escolar Interativa temos também a Oficial Sandra, que nos auxilia no controle do uso do acervo, bem como no uso pedagógico do espaço e recursos para as pesquisas( TV, Computador, DVD). Todo ensino e cuidado de todos os profissionais que compõem o quadro de funcionários desta escola vão além de suas funções: o real educador acolhe, pega no colo, troca, dá banho, ralha, adverte, ensina, alimenta o corpo e a alma, brinca, ri, chora e aprende com os pequenos e é assim que construímos nosso elo educativo, em todo ambiente escolar, e em todos os segmentos profissionais que compõem nossa escola. Neste ano de 2018 manteremos a formação do ano anterior (organização de materiais e gerenciamento de estoques), e os encontros ocorrerão quando houver a necessidade apontada pela equipe, para discussões sobre as tarefas, organização e controle das quantidades de materiais em uso e em estoque. Além desta formação
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 51 específica, a equipe participará das ações formativas das nossas reuniões pedagógicas, com todo o grupo escolar. Com relação às funcionárias da alimentação escolar, estas passam por formações específicas feitas pela empresa terceirizada e de acordo com as normativas da segurança alimentar, organização de estoques, registros em documentos oficiais (mapa de controle de entrada e saída de gêneros), etc. Ainda assim, estas funcionárias também participam das formações oferecidas nas reuniões pedagógicas. Quadro de funcionários da equipe de apoio NOME Escolaridade Horário de trabalho CARGO Formação Inicial Graduação Pós- graduação Auxiliares de limpeza EDNA DOS SANTOS ENSINO MÉDIO Das 9h00 às 18h00 FRANCISCA FURTUNATO MAGALHÃES ENSINO MÉDIO Das 6h00 às 15h00 MÁRCIA BARBOZA DOS SANTOS ENSINO MÉDIO Das 9h00 às 18:00 MÁRCIA CRISTINA RODRIGUES ENSINO MÉDIO Das 6h00 às 15h00 MARIA INÊS PACHECO ENSINO MÉDIO Das 7h00 às 16h00 SÔNIA MARINA HORVATH DE AZEVEDO ENSINO MÉDIO SUPERIOR INCOMPLETO Das 9h00 às 18:00 VANDA INÁCIO MARROCOS ENSINO MÉDIO Das 7h00 às 16h00 Cozinheiras DELÃNIA PIMENTEL BARBOSA ENSINO MÉDIO Das 7h00 às 16h48 EDNA DA CRUZ MACHADO ENSINO MÉDIO Das 7h00 às 16h48 SILVANA SANTOS RIBEIRO ENSINO MÉDIO Das 7h00 às 16h48 Oficiais de Escola NEIDE ENSINO MÉDIO Das 8h00 às 17h00 VALCIR CRETUCCI DE OLIVEIRA ENSINO MÉDIO Das 7h00 às 16h00 Oficial de Escola - BEI SANDRA MARTINS VIEIRA ENSINO MÉDIO Das 8h00 às 17h00 Vigias (M) ANDRÉ FERNADES CUSTÓDIO ENSINO MÉDIO Escala 12x36
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 52 ANELITO IVO DA SILVA ENSINO MÉDIO Escala 12x36 Vigias (N) FELIPE DONIZETI GNOLI ENSINO MÉDIO Escala 12x36 PAULO SÉRGIO DOS SANTOS ENSINO MÉDIO Escala 12x36 9.3.2- PLANO DE FORMAÇÃO PARA FUNCIONÁRIOS DE APOIO (LIMPEZA) PLANO DE FORMAÇÃO PARA FUNCIONÁRIOS DE APOIO (LIMPEZA) Justificativa: Pensando-se nos problemas identificados pela gestão da unidade escolar, no tocante a organização de espaços de estoque de produtos e gestão de uso destes (desperdício), optamos por trabalhar o tema com a equipe, de acordo com as instruções recebidas pela direção, em reunião setorizada com representantes da Secretaria de Educação, em 2014, a qual frisou a importância da organização destes espaços nas escolas, bem como a corresponsabilidade dos funcionários na gestão e consumo consciente e dos produtos e segurança no prédio escolar. Objetivos gerais e específicos: Objetivo geral: Reconhecer a importância de mantermos os espaços destinados à organização de materiais de higiene e limpeza, bem como dos demais materiais usados na escola, devidamente identificados, organizados, limpos e de fácil acesso aos adultos implicados nas tarefas de manutenção da limpeza do espaço escolar, para aprimoramento do serviço oferecido. Objetivos Específicos: Definir fluxos de trabalho no controle de gastos de produtos, de estoque, de solicitações a serem feitas ao Serviço de Suprimentos. Manter os estoques de produtos em locais seguros para alunos e organizados. Estratégias/ Ações: Reunião para formação inicial: o que é estoque, controle, armazenamento seguro e organização de ambientes com produtos químicos.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 53 Reunião bimestral para avaliação dos trabalhos (organização, limpeza dos locais, salubridade e a necessidade de possíveis intervenções estruturais para melhorar os espaços utilizados para este fim). Avaliação: Será feita pela gestão da escola em parceria com os funcionários, através da verificação da organização, limpeza e controle dos produtos recebidos e estocados na escola. Responsáveis Diretora e Vice Diretora Duração Durante todo o ano letivo de 2018. 10- ÓRGÃOS COLEGIADOS (CONSELHO DE ESCOLA, ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES E CONSELHO ESCOLAR MIRIM) 10.1 - Caracterização do Conselho de Escola e APM Neste ano de 2018 conseguimos organizar a Associação de Pais e Mestres e Conselho de Escola com certa dificuldade, mas os pais que aceitaram o convite estão interessados em aprender como a escola lida com as verbas repassadas, como podem colaborar com ideias e sugestões, apesar da dificuldade das demais famílias em atender a esta possibilidade de participação. Alguns permaneceram nos órgãos colegiados por entenderem que colaboraram nas tomadas de decisões e aquisições de 2017, tenham sido estas via APM ou deliberações pelo Conselho de Escola. Duas das mães já têm experiências anteriores em APM de outras escolas e podem colaborar muito nas discussões com a equipe, além das que permaneceram da gestão de 2017 para 2018. Nossas reuniões ocorrerão às segundas-feiras a noite (18h40), de acordo com o disposto no calendário escolar, considerando-se a necessidade apontada por todos, pois alguns trabalham durante o dia. Como a deliberação sobre o horário ocorreu antes de trocarmos a equipe, ficaremos a disposição para atender em outro horário as mães que porventura precisem, seja de manhã ou tarde. Nas demais reuniões teremos a deliberação de orçamentos de materiais e serviços, além das questões que surgem como demandas (uso da escola, deliberações sobre problemas enfrentados pela comunidade escolar, por exemplo) e o plano de ação, indicado após o quadro organizativo do colegiado.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 54 10.1.1 - QUADRO DE MEMBROS QUE COMPÕEM O CONSELHO DE ESCOLA 2018 / 2019 Nome Segmento Função no Conselho Titular/suplente Stela Pereira da Gama Direção Coordenador Titular Silvânia Deodato Cirilo Pais Representante da APM Titular Fernando Tomiati Pais Membro Titular Sandra Aparecida do Nascimento Pais Membro Titular Francisca Furtunato Magalhães Funcionários Membro Titular Rosemeire Aparecida Zanotti Professoras Membro Titular Edilma Cristina Zacarias da Silva Pais Membro Suplente Valcir Cretucci de Oliveira Funcionários Membro Suplente 10.1.2 - QUADRO DE MEMBROS QUE COMPÕEM A APM 2018/2019 Nome Segmento Função Mandato Stela Pereira da Gama Direção Presidente do Conselho Especial 01/04/2018 a 31/03/2019 Fabiana Correa Soares Pais Presidente do Conselho Deliberativo 01/04/2018 a 31/03/2019
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 55 Sarah Mendes Iagi Professora 1ª Secretária do Conselho Deliberativo 01/04/2018 a 31/03/2019 Sandra Aparecida do Nascimento Pais 2ª Secretário do Conselho Deliberativo 01/04/2018 a 31/03/2019 Silvânia Deodato Cirilo Pais Conselho Deliberativo 01/04/2018 a 31/03/2019 Aline Barbosa Castellani Pais Diretora Executiva 01/04/2018 a 31/03/2019 Denise Alves Ramos Pais 1ª Tesoureira 01/04/2018 a 31/03/2019 Adriana Silva de Araújo Pais Vice Diretora Executiva 01/04/2018 a 31/03/2019 Francisca Furtunato Magalhães Pais 2º Tesoureira 01/04/2018 a 31/03/2019 Rosemeire Aparecida Zanotti Professora 1ª Secretária 01/04/2018 a 31/03/2019 Janaína Dantas Araújo Faboci Pais 2ª Secretário 01/04/2018 a 31/03/2019 Jennyffer Natália Campos de Mattos Professora Presidente do Conselho Fiscal 01/04/2018 a 31/03/2019 Fabiane Santos Árias Pais Conselho Fiscal 01/04/2018 a 31/03/2019 Fernando Tomiati Pais Conselho Fiscal 01/04/2018 a 31/03/2019 PLANO DE AÇÃO PARA APM E CONSELHO DE ESCOLA Justificativa: Considerando-se a necessidade de formarmos a equipe da APM para o correto gerenciamento das verbas recebidas e a participação dentro do ambiente escolar, no tocante a gestão democrática e a laicidade da escola pública, enquanto princípios de trabalho da rede municipal de ensino, serão organizadas as reuniões deliberativas e formativas com os membros dos dois órgãos colegiados, de acordo com o disposto no
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 56 calendário da unidade escolar, visando uma maior integração e transparência nas ações tomadas por ambos (APM e Conselho). As decisões serão tomadas em conjunto. Objetivos gerais e específicos Objetivo geral: Capacitar os membros deste para as questões ligadas ao gerenciamento da unidade escolar, através do repasse de verbas e para os princípios de gestão democrática, da laicidade da escola pública e do atendimento a diversidade, vigentes na Rede Municipal. Objetivos específicos: • Discutir com a equipe os princípios de atendimento à diversidade, educação inclusiva, conceitos de laicidade e gratuidade do ensino público. • Discutir e deliberar sobre o Regimento Interno do órgão (Conselho de Escola). • Gerenciar as verbas municipal e federal, (em conjunto com a equipe de gestão) recebidas através de Convênio com a Prefeitura e com o Programa Dinheiro na Escola (PDDE), participando das reuniões deliberativas, além de colaborar com os orçamentos e escolhas de fornecedores. • Ter conhecimento de toda a tramitação de documentações específicas das prestações de conta da APM com os diversos órgãos. • Deliberar sobre as questões ligadas a cessão do espaço escolar a terceiros, para atividades variadas sem fins lucrativos. • Abordar a rede de proteção a criança e a situação de vulnerabilidade social no entorno da escola. • Deliberar sobre o Regimento Interno do Conselho de Escola, com a participação de todos, dos dois órgãos colegiados. Estratégias e ações: • Leituras de textos com os princípios da escola laica e gratuita. • Leitura de textos e discussão sobre educação inclusiva no município e ações não excludentes dentro do ambiente escolar. • Criação de instrumentos de pesquisa das ações da APM junto aos pais da comunidade, bem como sua avaliação. • Participação em atividades extraclasse.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 57 • Reuniões mensais para deliberação de gastos e serviços a serem executados, bem como o levantamento de preços para tais. • Levantamento de prioridades de serviços e compras em conjunto com a equipe escolar. • Elaboração de documento sobre as necessidades para a escola (compra de materiais, execução de, reforma de espaços, etc), para que a APM e o Conselho de Escola possam indicar como demanda para a Secretaria de Educação, no caso de gastos acima das verbas repassadas pelos Governos Municipal e Federal. • Inserção de notícias sobre as ações da APM e Conselho, no Blog “Pinottícias”. Responsáveis Diretora em parceria com a Vice-Diretora Duração De acordo com o mandato (01/04/18 31/03/19). Avaliação: A avaliação será feita em conjunto com a equipe, sempre ao final de cada reunião, e serão feitos encaminhamentos após a mesma, registrada em livro ata da referida reunião. 10.2. CONSELHO ESCOLAR MIRIM No ano de 2015 iniciamos o trabalho com o Conselho Escolar Mirim, uma das metas elencadas na avaliação do ano de 2014, as professoras iniciaram as discussões com as crianças, a fim de que as crianças compreendam a concepção de participação, representatividade e eleição. Os representantes do Conselho Mirim são eleitos/escolhidos por eleição ou indicação dos representantes dos alunos, sendo um titular e um suplente por sala, com participação atuante. Estão previstas no calendário anual de 2018 reuniões bimestrais, sempre nas últimas quartas feiras do mês indicado, nas quais serão discutidos temas ligados ao cotidiano escolar, como uso de espaços e materiais, projetos coletivos, uso racional da água e etc. As notícias dos trabalhos deste colegiado, do Conselho de Escola e da APM continuarão a ser compartilhadas com as famílias por meio do Blog da Escola o “Pinottícias”. Este será elaborado e acompanhado pela professora Aline, conforme decidido em Reunião de HTPC.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 58 QUADRO DOS REPRESENTANTES DO CONSELHO MIRIM - 2018 Nome Turma Cargo Laís Alves Pereira Infantil III- A Profª Luisa Titular Miguel Alves dos Santos Infantil III- A Profª Luisa Suplente Heloisa Manueli Oliveira Guimarães Infantil III-B Profª Márcia Titular Miguel Arias Infantil III-B Profª Márcia Suplente Bernardo das Mercês Silva Infantil III - C Profª Maria Edileuza Titular Beatriz dos Santos Silva Infantil III - C Profª Maria Edileuza Suplente Alice da Silva Teixeira Infantil III-D Profª Suely Titular Ryan dos Santos da Silva Infantil III-D Profª Suely Suplente Julia Vitória de Oliveira Infantil III-E Profª Jennyffer Titular Valenthyna Vitória Manzini de Oliveira Infantil III-E Profª Jennyffer Suplente Lívia Rodrigues dos Santos Infantil III – F Profª Janaína Titular
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 59 Levi Barros Silva Infantil III – F Profª Janaína Suplente Manuella dos Santos Silva Infantil IV- A Profª Marineide Titular Ana Clara Costa de Amorim Infantil IV- A Profª Marineide Suplente Vitor Hugo Rosa Infantil IV- B Profª Fabiane Titular Isabella Félix da Silva Infantil IV- B Profª Fabiane Suplente Luiz Felipe Pereira Infantil IV- C Profª Rosana Titular Bruna Pereira Magalhães Infantil IV- C Profª Rosana Suplente Gleicy Kelly Diogo dos Santos Infantil IV- D Profª Amélia Titular Miguel Eduardo Rodrigues dos Santos Infantil IV-D Profª Amélia Suplente Nicolly de Oliveira Robello Infantil IV-E Profª Iara Titular Maria Eduarda Nunes Rosário Infantil IV-E Profª Iara Suplente Maria Eduarda Damazio Tartari Infantil IV-F Profª Karina Titular Ana Flavia Martins de Almeida Infantil IV-F Profª Karina Suplente
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 60 Nathally da Silva Marques Infantil IV-G Profª Marta Titular Enzo Filippe Vieira Melo da Silva Infantil IV-G Profª Marta Suplente Sofia Lopes Ottavianni Infantil IV-H Profª Cecília Titular Ruan Max de Jesus Silva Infantil IV-H Profª Cecília Suplente Gabriel Costa Penha Infantil V-A Profª Elisangela Titular Kaíque Eduardo Damascena Nascimento Infantil V-A Profª Elisangela Suplente Maria Clara de Souza Correia Infantil V-B Profª Aline Titular Enzo Schadck Rodrigues Infantil V-B Profª Aline Suplente Pedro Santos Fonseca Infantil V-C Profª Nadia Titular Samile Vitória dos Santos Vertero Infantil V-C Profª Nadia Suplente Hiago Emanuel Silva Meira Infantil V-D Profª Maria Gisela Titular Rafaela Catherine de Araújo Costa Infantil V-D Profª Maria Gisela Suplente Julia Leite de Santana Infantil V-E Profª Tereza Titular
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 61 Pedro Fernandes de Camargo Infantil V-E Profª Tereza Suplente Rafaella Bueno Bressan Infantil V-F Profª Antônia Titular Yasmin Farias dos Santos Sousa Infantil V-F Profª Antônia Suplente Bianca Martins Ferreira Infantil V- G Profª Ivanil Titular Felipe da Silva Gomes Infantil V-G Profª Ivanil Suplente Lorena Nascimento Laranjeira Beltrão Infantil V-H Profª Danielle Titular Mirella Souza Felix Infantil V-H Profª Danielle Suplente Emmanuelle Vieira Guedes Infantil V-I Profª Aline Titular Manoella dos Santos Silva Infantil V-I Profª Aline Suplente Alice Mendes da Silva Infantil V- J Profª Aline D. Titular Júlia Roberta B. de Assis Gama Infantil V- J Profª Aline D. Suplente 10.1.2 - Plano de ação Conselho Escolar Mirim
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 62 PLANO DE AÇÃO CONSELHO ESCOLAR MIRIM Justificativa: Em discussão com toda a equipe escolar a respeito de Gestão Democrática houve a indicação da criação e implementação de um Conselho Escolar Mirim, salientando a necessidade das crianças vivenciarem a Gestão Democrática, participando da tomada de decisões para melhoria efetiva da qualidade da educação em nossa escola. Público Alvo: Alunos de 3 a 5 anos Objetivos Gerais e Específicos Objetivo geral: Oportunizar aos alunos a efetiva participação na Gestão Democrática, através do exercício da cidadania, como protagonistas na busca de soluções de problemas, viabilizando ideias para melhoria da rotina escolar. Objetivos específicos: 1 - Ampliar o conhecimento das crianças em relação ao Conselho Escolar Mirim, favorecendo o trabalho partindo de suas próprias ideias, conhecimentos e representações sociais acerca do assunto em pauta. 2 - Promover a participação dos membros do Conselho Escolar Mirim na gestão da Unidade Escolar, em prol da educação de qualidade buscando, estudando e participando de projetos para a transformação. 3 - Conscientizar que o aluno da Educação Infantil tem o direito e o dever de participar de todo o processo educativo (cognitivo, o social e o afetivo) e de uma organização democrática e participativa no processo de Gestão Escolar. 4 - Conscientizar nossos alunos e formar o cidadão construindo conhecimentos, valores e atitudes que relacionados ao ato de conhecer tornem o estudante solidário, crítico, ético e participativo. Exemplo: O respeito pelo pensamento do outro e por opiniões divergentes, a valorização da troca de ideias. 5 – Selecionar os alunos do Conselho Escolar Mirim através de eleição, nas próprias turmas. 6 – Promover encontros periódicos mensais, em horário de aula, com registro em ata e pauta definida. 7 – Promover as relações de cooperação e intercâmbio com outros Conselhos Escolares
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 63 Mirim de outras Unidades de Ensino. 8 – Planejar em conjunto com as crianças do Conselho Escolar Mirim, todos os projetos pedagógicos que envolvam atividades do dia a dia ou que façam parte das festividades. 9 – Estabelecer e ampliar as relações sociais, apresentando-se às crianças a possibilidade de aos poucos aprenderem a articula seus interesses e pontos de vista com dos demais, respeitando a diversidade e desenvolvimento de atitudes de ajuda, respeito e colaboração. 10- Divulgar as ações do Conselho Escolar Mirim em informativo próprio e no BLOG “Pinottícias”. Estratégias e ações: ✓ Roda de conversa em sala para que as crianças compreendam o que é um Conselho Escolar Mirim e qual é a importância da sua participação no mesmo; ✓ Eleição dos representantes: titular e suplente de cada turma; ✓ O Conselho Escolar Mirim será constituído de: doze membros efetivos e doze suplentes por período, representando os alunos de cada turma; da Diretora, da - Vice Diretora, uma representantes das professoras, uma da equipe de apoio, das cozinheiras, do setor administrativo, um da comunidade e da Coordenadora Pedagógica; ✓ Reunião inicial com o trio de gestão para conhecimento dos representantes oficiais com pauta definida (devem ser previamente definidas e como também conter indicações das necessidades apontadas pelas crianças e comunidade escola), com registro em livro próprio; ✓ Apresentação dos representantes para todos os alunos da escola (nomeação); ✓ Reuniões mensais para discussão dos temas trazidos. ✓ Divulgação através do BLOG “Pinottícias” as ações realizadas pelo Conselho. ✓ Registro em caderno específico das discussões e definições das necessidades da escola; ✓ Publicação das ações e tomadas de decisão do Conselho Escolar Mirim no BLOG “PINOTTÍCIAS” para divulgação das informações. Duração De Maio a Dezembro de 2018. Responsáveis Trio de gestão. Avaliação: Avaliar junto à equipe escolar e membros do Conselho Mirim a implementação das ações propostas para este ano letivo, sua efetivação, divulgação e participação de cada
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 64 membro. 11. ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO PEDAGÓGICO Objetivos da Educação Básica Objetivos: • Lei 9.394, de 20/12/1996 – Lei de Diretrizes e Bases. • Lei 11.274 de 06/02/2006 que altera a LDB com os artigos: - Lei 12.796 de 05/04/2013, que altera a Lei de Diretrizes e Bases nº 9394/1996, indicando como o ensino obrigatório dos 4 aos 17 anos de idade. • Art. 6º É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula das crianças na educação básica a partir dos 4 (quatro) anos de idade." • "Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para dispor sobre a formação dos profissionais da educação e dar outras providências". • LDB: Título V - Dos Níveis e das Modalidades de Educação e Ensino Capítulo II Seção I Das Disposições Gerais “Art. 22º. A Educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurando-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores.” Seção II 1. Da Educação Infantil “Art. 29º. A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade (ou zero a cinco, na medida em que as crianças de seis anos ingressem no Ensino Fundamental), em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade.” Lei Municipal nº 5309/2004 - Art. 3º. “O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: • Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 65 • Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber; • Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas; • Respeito à liberdade e apreço à tolerância; • Coexistência de instituições públicas e privadas de ensino; • Gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais; • Valorização do profissional da educação escolar; • Gestão democrática do ensino público, na forma da lei; • Garantia de padrão de qualidade; • Valorização da experiência extraescolar; • Vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.” Objetivos Gerais e Específicos Com base nas legislações que regem o currículo escolar e partindo das concepções pedagógicas: que mundo queremos, com qual comunidade trabalhamos, que educação fazemos, que escola acreditamos, que professores, equipe gestora, estagiários de apoio à inclusão, educadores seremos e que alunos queremos, faremos o levantamento dos conteúdos de cada turma. Dentre todas as legislações reguladoras do currículo, é importante destacar: • LDB art 26 §2º “O ensino da arte constituirá componente curricular obrigatório, nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos.” e § 4º “O ensino da História do Brasil levará em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes indígena, africana e europeia.” • Lei 11.645 de 10/03/2008 art. 1º que altera a LDB no art. 26A: “Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados, torna-se obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena”. • § 1º O conteúdo programático a que se refere este artigo incluirá diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil. • § 2º Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 66 currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras.” • Lei 11.769 de 18/08/2008 Art 1º altera o Art 26º da LDB acrescentando: “§ 6º A música deverá ser conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do componente curricular de que trata o § 2º deste artigo.” • Lei 9.795 de 27/04/99 Art 1º, 2º e 3º com o inciso II. • Art 2º “A Educação Ambiental é componente essencial e permanente da Educação Nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não formal.” 1.1- OBJETIVOS – FUNDAMENTAÇÃO LEGAL A definição dos objetivos que compõem nosso Projeto Político Pedagógico se dá sob a égide da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e se fundamenta principalmente na Lei 9.394, de 20/12/1996 – Lei de Diretrizes e Bases, atendendo ao Objetivo da Educação Básica em seu Título V – dos Níveis e das Modalidades de Educação e Ensino; Capítulo II: O Artigo 2º diz que: “A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.” A Seção I que trata das Disposições Gerais em seu Artigo 22 retrata que: “A Educação básica tem por finalidade desenvolver o educando, assegurando- lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores.” Além de especificamente no artigo 29 discorrer sobre a Educação Infantil como a primeira etapa da educação básica que tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade (ou zero a cinco, na medida em que as crianças de seis anos ingressem no Ensino Fundamental), em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade. 1.2- LEVANTAMENTO DE OBJETIVOS A Proposta Curricular de São Bernardo do Campo, Volume I, pag. 102 traz como objetivos gerais da Educação Infantil: “A Educação Infantil deverá se organizar de forma que os alunos construam as seguintes capacidades:
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 67 • Brincar, ampliando suas capacidades expressivas e simbólicas, reelaborando significados sobre o mundo, sobre os contextos e as relações entre os seres humanos; • Ampliar o conhecimento sobre seu próprio corpo, suas possibilidades de atuação no espaço, bem como desenvolver e valorizar hábitos de cuidado com a saúde e bem estar; • Construir uma imagem positiva de si, com confiança em suas capacidades, atuando cada vez mais de forma autônoma nas situações cotidianas; • Conhecer diferentes manifestações culturais como constitutivas de valores e princípios, demonstrando respeito e valorizando a diversidade; • Construir e ampliar as relações sociais, aprendendo a articular seus interesses e pontos de vista com os demais, respeitando as diferenças e desenvolvendo atitudes cooperativas; • Valorizar e desenvolver atitudes de preservação do meio ambiente, reconhecendo-se como integrante, dependente e agente transformador do mesmo; • Construir e apropriar-se do conhecimento organizado nas diferentes linguagens (corporal, musical, plástica, oral e escrita), utilizando-as para expressar suas ideias, sentimentos, necessidades e desejos, ampliando sua rede de significações; • “Aprender a buscar informações de forma autônoma, exercitando sua curiosidade frente ao objeto de conhecimento”. 11.1- BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR A BNCC é fruto de amplo processo de debate e negociação com diferentes atores do campo educacional e da sociedade civil em geral, apresenta os Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento, e se baseiam no que dispõem as DCNEI em relação aos saberes e conhecimentos fundamentais a serem propiciados às crianças e associados às experiências, numa organização que deve orientar a elaboração de currículos para as diferentes etapas da escolarização incluindo os Direitos de Aprendizagem e desenvolvimento para Educação Infantil que estão descritos abaixo de acordo com o que foi publicado pelo Ministério da Educação em sua última versão: • Conviver: com crianças e adultos, em pequenos e grandes grupos, utilizando diferentes linguagens, ampliando o conhecimento de si e do outro, o respeito à cultura e às diferenças. • Brincar: de diversas formas, em diferentes espaços e tempos, com diferentes parceiros, de forma a ampliar e diversificar suas possibilidades de acesso a produções culturais.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 68 • Participar: ativamente, com adultos e outras crianças, tanto do planejamento da gestão da escola e das atividades propostas pelo educador quanto da realização das atividades da vida cotidiana, tais como a escolha das brincadeiras, dos materiais e dos ambientes, desenvolvendo diferentes linguagens e elaborando conhecimentos, decidindo e se posicionando. • Explorar: movimentos, gestos, sons, formas, texturas, cores, palavras, emoções, transformações, relacionamentos, histórias, objetos, elementos da natureza, na escola e fora dela, ampliando seus saberes sobre a cultura, em suas diversas modalidades: as artes, a escrita, a ciência e a tecnologia. • Expressar: como sujeito dialógico, criativo e sensível, suas necessidades, emoções, sentimentos, dúvidas, hipóteses, descobertas, opiniões, questionamentos, por meio de diferentes linguagens. • Conhecer-se e construir sua identidade pessoal, social e cultural: constituindo uma imagem positiva de si e de seus grupos de pertencimento, nas diversas experiências de cuidados, interações, brincadeiras e linguagens vivenciadas na instituição escolar e em seu contexto familiar e comunitário. Com base nos estudos realizados em conjunto com a equipe de professoras no ano de 2017, vamos esclarecer abaixo algumas indicações a respeito da nova forma de organização do currículo em nossa escola, com o objetivo de nos adequarmos a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). CAMPOS DE EXPERIÊNCIA: É uma forma de organização curricular que acolhe as situações e as experiências concretas da vida cotidiana das crianças e seus saberes, entrelaçando-os aos conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural da humanidade. (...) ou seja, é uma organização curricular que considera o protagonismo infantil ressaltando a escuta e a valorização da criança. Baseiam-se no que dispõem as DCNEI em relação aos saberes e conhecimentos fundamentais a serem propiciados às crianças e associados às suas experiências. De acordo com a nova regulamentação a organização curricular será feita por meio dos Campos de Experiência elencados abaixo, pelo grupo de professoras; não estão exatamente como descritos na BNCC, pois consideramos as necessidades deste grupo: • O EU, O OUTRO E O NÓS; • RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES NO MUNDO FÍSICO E NATURAL; • CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS; • TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS; • ORALIDADE E ESCRITA; • ESPAÇOS TEMPOS E QUANTIDADES.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 69 O brincar juntamente com as interações, para a Educação Infantil é eixo estruturante de todo fazer pedagógico, na intenção de potencializar experiências significativas para a construção dos saberes. Para este ano de 2018, é preciso considerar que também estamos nos apropriando desta “nova” forma de organizar e estruturar o currículo e toda prática pedagógica e, portanto este trecho, bem como outros mais específicos do nosso PPP sofrerão alterações ao longo do ano para melhor atender todas as normatizações feitas na implementação da BNCC que foi homologada em dezembro de 2017. 12. PLANO DE CURSO - 2018 “O desenvolvimento do planejamento anual evidencia a necessária articulação do currículo com os demais elementos da Proposta Pedagógica.” P.170 – O Currículo em ação na Instituição de Educação Infantil. O Plano de Curso Anual é instrumental básico de trabalho para os educadores, pois fornece elementos que embasam toda prática pedagógica, é flexível para acolher as necessidades das crianças ao longo do ano e tem o propósito de que as crianças desenvolvam plenamente suas aprendizagens. Para compor este Plano, todas as professoras reúnem-se por faixa etária e á partir das observações, registros e do conhecimento específico de seus grupos de crianças, considerando as necessidades e regularidades de cada um e o trabalho realizado no ano anterior, são elencados os objetivos, conteúdos e estratégias de trabalho para cada ano letivo. Os objetivos e saberes são elencados considerando as necessidades e especificidades de cada sujeito em sua faixa etária, as estratégias são planejadas com intencionalidade tendo em vista um trabalho significativo com as experiências relacionadas aos saberes e conhecimentos. Com a inserção da Educação Infantil na definição da Base Nacional Comum Curricular da Educação Básica, apresentando direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento para essa etapa nossa e estudos dentro e fora do horário de trabalho terão como objetivo principal ampliar a apropriação de todos acerca da BNCC, está será uma de nossas estratégias de trabalho com a formação dos professores, para que ao longo deste ano letivo, nossas discussões favoreçam a reestruturação de todo trabalho pedagógico de acordo com a normativa vigente. De acordo com a legislação vigente as interações e a brincadeira devem ser eixos estruturantes das práticas pedagógicas, pois são fundamentais para ampliar a os saberes levando em consideração os pilares da Educação Infantil que são: Aprender a Ser, Aprender a Conviver, Aprender a Fazer e Aprender a Aprender. Dentre as formas
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 70 culturais de agir, sentir e pensar o mundo das crianças pequenas, o brincar é o modo singular delas se constituírem como sujeitos produtores de cultura. Piaget (apud WAJSKOP, 1995, p. 63) nos diz que: “Os jogos fazem parte do ato de educar, num compromisso consciente, intencional e modificador da sociedade; educar ludicamente não é jogar lições empacotadas para o educando consumir passivamente; antes disso é um ato consciente e planejado, é tornar o indivíduo consciente, engajado e feliz no mundo”. A organização curricular por campos de experiência responde às diretrizes legais e valoriza a prática pedagógica que tem como eixos a interação e a brincadeira. Dessa forma, e de acordo com as DCNEI/2009, em seu artigo 3º, concebem o currículo da Educação Infantil como: (...) um conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças, com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico, de modo a promover o desenvolvimento integral de crianças de 0 a 5 anos de idade. (BRASIL, CNE/CEB, 2009) Para favorecer a avaliação e a organização do nosso trabalho estabelecemos, de acordo com a Orientação da OP de 2017, a nomenclatura utilizada no Pacto Nacional de Alfabetização na Idade Certa (PNAIC) considerando-se que os objetivos trabalhados com os alunos desta faixa etária e os objetivos indicados em cada campo possam ser aprofundados ao longo desta etapa da educação pré-escolar. Para isso é importante que ao propor as atividades os professores levem em consideração os : • INTRODUZIR uma nova capacidade/habilidade, levando os alunos a se familiarizarem com conteúdos e conhecimentos. Esta introdução não significa somente um primeiro contato com o conceito apresentado, mas também a primeira experiência escolar planejada por ele, para sua turma poder trabalhar sistematicamente com tal capacidade. • APROFUNDAR na aplicação de um conhecimento que já foi ensinado. Significa organizar e planejar diversas atividades que enfoquem o conteúdo trabalhado e já garantido na sala de aula. Este aprofundamento deve ser utilizado como recurso de sistematização do trabalho desenvolvido na rotina escolar e favorecer a aprendizagem dos alunos. • CONSOLIDAR significa sedimentar, tornar claro e evidente os avanços que ocorreram na progressão da aprendizagem e no desenvolvimento dos alunos. Estes conhecimentos devem ser os principais objetos de reflexão. As inicias abaixo relacionadas serão utilizadas para indicar:
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 71 Introduzir Aprofundar Consolidar I A C CAMPOS DE EXPERIÊNCIA O EU, O OUTRO E O NÓS. “É na interação com os pares e com adultos que as crianças vão constituindo um modo próprio de agir, sentir e pensar e vão descobrindo que existem outros modos de vida, pessoas diferentes, com outros pontos de vista. Conforme vivem suas primeiras experiências sociais (na família, na instituição escolar, na coletividade), constroem percepções e questionamentos sobre si e sobre os outros, diferenciando-se e, simultaneamente, identificando-se como seres individuais e sociais. Ao mesmo tempo em que participam de relações sociais e de cuidados pessoais, as crianças constroem sua autonomia e senso de autocuidado, de reciprocidade e de interdependência com o meio. Por sua vez, na Educação Infantil, é preciso criar oportunidades para que as crianças entrem em contato com outros grupos sociais e culturais, outros modos de vida, diferentes atitudes, técnicas e rituais de cuidados pessoais e do grupo, costumes, celebrações e narrativas. Nessas experiências, elas podem ampliar o modo de perceber a si mesmas e ao outro, valorizar sua identidade, respeitar os outros e reconhecer as diferenças que nos constituem como seres humanos.” (BNCC 2017 p.36) O EU, O OUTRO E O NÓS Objetivos: Inf. III Inf. IV Inf. V Construir sua identidade a partir das vivências familiares e escolares; I A A Interagir com outras crianças da mesma faixa etária e adultos, adaptando-se ao convívio social. A A A Reconhecer-se a si mesmo e ao outro, buscando compreendê-lo e fazendo-se compreender; I A A Demonstrar atitudes de cuidado e solidariedade na interação com o outro, respeitando as regras de convívio social nas interações e brincadeiras; I A A Compreender a necessidade das regras, respeitando as vivências socioculturais; I A A Demonstrar a imagem positiva de si e confiança em sua capacidade para enfrentar dificuldades e desafios; I A A
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 72 Habituar-se a práticas de cuidado com o corpo, desenvolvendo noções de bem-estar; I A A Adotar hábitos de autocuidado, valorizando atitudes relacionadas à higiene, alimentação, conforto e cuidados com a aparência; I A A Ampliar as relações interpessoais, desenvolvendo atitudes de participação e cooperação; I A A Comunicar suas ideias e sentimentos. I A A Resolver conflitos nas interações e brincadeiras; I A A Desenvolver atitudes éticas de solidariedade, cooperação, generosidade, tolerância e respeito ao outro; I A A Respeitar regras básicas de convívio social nas interações e brincadeiras I A A Saberes: • Manifestações culturais de sua cidade: meios de vida, tradições, folclore; • Respeito à individualidade e à diversidade de todos; • Atitudes de cooperação, solidariedade e tolerância; • Direitos e deveres; • Atitudes de iniciativa, participação, capacidade de argumentação; • Ritos, valores, hábitos e atitudes para a vida em sociedade; • Tipos de moradia; • Outras pessoas, outros espaços, tempos e culturas; • Estratégias de negociação pelo uso do diálogo como forma de resolver conflitos; • Planejamento de rotina diária, avaliação, auto avaliação; • Profissões diversas e aspectos significativos do mundo do trabalho; • Estruturas familiares e noções de parentesco; • Formas de organização das cidades, estruturas, equipamentos públicos e privados, além de ruas, avenidas, becos, praças; • Transformações que ocorrem no mundo social; Experiências: • Conhecer e explorar o meio social no qual estão inseridas; • Circular por espaços da instituição, bairro e cidade, como museus, parques, teatros e eventos culturais; • Interagir com as crianças da escola; • Participar de brincadeira simbólica; • Relatar vivências pessoais; • Usar o diálogo para a resolução de conflitos; • Participar da construção, planejamento e avaliação da rotina escolar; • Construir e respeitar normas e combinados de convivência social; • Levantar hipóteses e realizar pesquisas sobre assuntos diversos em diferentes fontes, registrando as impressões por meio de diferentes linguagens; • Construir maquetes, organizar trajetos, elaborar mapas e guiar-se por eles; • Fazer amigos
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 73 Papel do professor: • Instigar a curiosidade das crianças; • Orientar de maneira autônoma as práticas sociais de autocuidado; • Vivenciar com as crianças ações cotidianas de valores éticos e estéticos; • Problematizar situações cotidianas; • Acolher as crianças em suas necessidades e especificidades; • Observar, interagir e intervir nas brincadeiras das crianças; • Promover diferentes estudos do meio; • Propor atividades com o uso de diferentes meios de comunicação e outros recursos tecnológicos e midiáticos; • Propor vivências de negociação e troca; • Possibilitar a interação; • Apresentar diferentes manifestações culturais; • Contribuir para o desenvolvimento do sentimento de pertencimento social; • Refletir com as crianças sobre seus direitos e deveres; • Organizar espaços e tempo para a vivência de brincadeiras simbólicas; • Contribuir para o desenvolvimento de atitudes de respeito e tolerância, considerando a diversidade; ORALIDADE E ESCRITA “Desde o nascimento, as crianças participam de situações comunicativas cotidianas com as pessoas com as quais interagem. As primeiras formas de interação do bebê são os movimentos do seu corpo, o olhar, a postura corporal, o sorriso, o choro e outros recursos vocais, que ganham sentido com a interpretação do outro. Progressivamente, as crianças vão ampliando e enriquecendo seu vocabulário e demais recursos de expressão e de compreensão, apropriando-se da língua materna – que se torna, pouco a pouco, seu veículo privilegiado de interação. Na Educação Infantil, é importante promover experiências nas quais as crianças possam falar e ouvir, potencializando sua participação na cultura oral, pois é na escuta de histórias, na participação em conversas, nas descrições, nas narrativas elaboradas individualmente ou em grupo e nas implicações com as múltiplas linguagens que a criança se constitui ativamente como sujeito singular e pertencente a um grupo social. Desde cedo, a criança manifesta curiosidade com relação à cultura escrita: ao ouvir e acompanhar a leitura de textos, ao observar os muitos textos que circulam no contexto familiar, comunitário e escolar, ela vai construindo sua concepção de língua escrita, reconhecendo diferentes usos sociais da escrita, dos gêneros, suportes e portadores. Na Educação Infantil, a imersão na cultura escrita deve partir do que as crianças conhecem e das curiosidades que deixam transparecer. As experiências com a literatura infantil, propostas pelo educador, mediador entre os textos e as crianças, contribuem para o desenvolvimento do gosto pela leitura, do estímulo à imaginação e da ampliação do conhecimento de mundo. Além disso, o contato com histórias, contos, fábulas, poemas, cordéis etc. propicia a familiaridade com livros, com diferentes gêneros literários, a diferenciação entre ilustrações e escrita, a aprendizagem da direção da escrita e as formas corretas de manipulação de livros.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 74 Nesse convívio com textos escritos, as crianças vão construindo hipóteses sobre a escrita que se revelam, inicialmente, em rabiscos e garatujas e, à medida que vão conhecendo letras, em escritas espontâneas, não convencionais, mas já indicativas da compreensão da escrita como sistema de representação da língua.” (BNCC 2017, p.38) ORALIDADE Objetivos: Inf. III Inf. IV Inf. V Expressar ideias, desejos e sentimentos sobre suas vivências, por meio da linguagem oral; I A A Ampliar as possibilidades de narração de fatos e interlocução, por meio da linguagem oral. I I A Dialogar e interagir com crianças e adultos expressando seus desejos, necessidades, sentimentos e opiniões. I A A Ampliar seu vocabulário e avançar progressivamente em relação ao pensamento conceitual, possibilitando uma compreensão, cada vez maior, de si e do mundo em que vive. I I I Inventar brincadeiras cantadas, poemas e canções, criando rimas, aliterações e ritmos. I A A Desenvolver postura de respeito e escuta a fala do outro, percebendo que existem vários pontos de vista. I I I Desenvolver a consciência fonológica. I I A Demonstrar interesse e atenção ao ouvir a leitura de histórias e outros textos, I A C Recontar histórias ouvidas para a produção de reconto escrito tendo a professora como escriba. I I A Formular e responder perguntas sobre fatos da história narrada, identificando cenários, personagens e principais acontecimentos. I I A Saberes: • A língua portuguesa falada em suas diversas funções e usos sociais; • Palavras e expressões de nossa língua e sua pronúncia; • Atitude de escuta e respeito à fala do outro; • Maneiras de se expressar com clareza; • Sons da língua e sonoridade das palavras;
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 75 • Repertório de textos orais que constituem nosso patrimônio cultural literário. Experiências: • Participar de situações de escuta; • Ser chamado pelo próprio nome; • Emitir sons articulados a gestos e ser interpretado pelo adulto; • Nomear e descrever objetos, pessoas, fotografia, gravuras; • Expressar necessidades, desejos, sentimentos e ideias; • Conversar, fazer e responder perguntas; • Contar e ouvir casos, relatos; • Ouvir, contar e recontar histórias, lendas, fábulas, poesias, piadas, parlendas e trava-línguas. • Pedir e atender pedidos, dar e ouvir recados, avisos, orientações e instruções. • Utilizar expressões de cortesia (cumprimentar, agradecer, despedir-se); • Participar do planejamento e avaliação do trabalho, construir regras e combinados; • Explicar e ouvir explicações, levantar hipóteses, expor e ouvir ideias, opiniões, sentimentos, dúvidas, curiosidades, confrontar ideias e pontos de vista, argumentar; • Dar e ouvir notícias, informações científicas, entrevistar e ser entrevistado. • Vivenciar jogos e brincadeiras que explorem a sonoridade das palavras; • Participar de jogos e brincadeiras de linguagem; • Cantar, dramatizar; Papel do professor: • Cumprir papel de interlocutor, interpretando, traduzindo, organizando e incentivando as falas das crianças, explicitando seus desejos, sentimentos e ideias; • Utilizar uma linguagem clara; • Ser referência da norma culta na linguagem padrão para as crianças, sem, no entanto, exigir delas correção linguística, respeitando seu momento de desenvolvimento, bem como a variedade utilizada na sua cultura. • Fazer a intermediação, organizar e sistematizar a fala do grupo, suas conversas, suas discussões, questionamentos, levantamento de hipóteses, tanto no que se refere à postura (respeitar a fala do outro, esperar a sua vez), quanto ao conteúdo; • Possibilitar a fala de todos e favorecer a compreensão; • Ampliar e enriquecer as falas das crianças; • Criar e potencializar situações em que as crianças possam construir narrativas (contando suas próprias vivências, casos, recontando e inventando histórias); • Oferecer o acesso, de forma significativa, a vários tipos de textos orais que possibilitem a vivência das diversas funções da linguagem. • Possibilitar a reflexão tanto sobre a sonoridade das palavras, quanto sobre a estrutura dos textos orais nos seus processos de produção e reprodução; • Favorecer o acesso e a utilização de recursos tecnológicos que permitem veicular a linguagem oral, como gravadores, aparelhos de CD, microfones, telefones e etc; • Enriquecer o repertório de textos orais que se constituem como patrimônio
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 76 cultural, favorecendo, principalmente, a vivência das funções literária e expressiva da linguagem oral (histórias, lendas, mitos, fábulas, poesias, parlendas, trava-línguas, piadas, adivinhas e etc.). ESCRITA Objetivos: Inf. III Inf. IV Inf. V Conhecer e reconhecer os diversos suportes e gêneros textuais da linguagem e escrita I I A Reconhecer e escrever o próprio nome e outros que lhe sejam significativos I A C Desenvolver a consciência fonológica e avançar no processo de construção do sistema alfabético de escrita I I A Compreender, gradualmente, as relações entre linguagem oral e escrita, percebendo suas semelhanças e diferenciando-as a partir das marcas e características evidenciadas nos seus processos de produção. I I A Reconhecer e nomear as letras do alfabeto. I A C Levantar hipóteses em relação à linguagem escrita, realizando registro de palavras e texto, por meio de escrita espontânea. I I A Apropriar-se, progressivamente, dos usos e funções sociais da linguagem escrita. I I A Constituir-se, gradativamente, como leitor e produtor de textos, considerando objetivos, interlocutores, contexto de enunciação, estrutura e organização de textos. I I I Apropriar-se dos aspectos gráficos da escrita I I A Diferenciar desenho, letras e números I A C Familiarizar-se com o uso da biblioteca I A C Apropriar-se do uso dos recursos tecnológicos e midiáticos, disponíveis na unidade escolar, que possibilitam a leitura e a escrita. I I I Diferenciar escrita de ilustrações e acompanhando, com orientação do adulto – leitor, a direção da leitura (de cima para baixo, da esquerda para a direita). I I A
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 77 Saberes: • Diferentes usos e funções da escrita; • Escrita do próprio nome, do nome dos colegas; • Diferentes tipos, gêneros e suportes de textos que circulam em nossa sociedade, com suas diferentes estruturas textuais, tramas e diagramação; • Diferentes gêneros literários, seus autores, suas características e seus suportes; • Estratégias e procedimentos para leitura e produção de textos; • Sistema alfabético de representação da escrita e mecanismos de escrita; • Aspectos gráficos da escrita; • Materiais e tecnologias variadas para a produção da escrita: lápis, caneta, giz, computador, etc, e seus diferentes usos; • Procedimentos adequados ao uso dos livros e da biblioteca. Experiências: • Explorar livros de materiais diversos; • Ouvir e apreciar histórias e outros textos literários lidos pelo professor (poemas, contos, literatura popular, lendas, fábulas. parlendas, músicas, etc.); • Presenciar situações significativas de leitura e escrita; • Manusear diversos suportes textuais; • Ter acesso a bibliotecas; • Ter acesso a livros de literatura, escolhê-los e lê-los à sua maneira; • Ler e escrever o próprio nome, o nome dos colegas e de pessoas próximas; • Recontar, reescrever e produzir histórias tendo o professor como escriba; • Ler, interpretar e/ou produzir diversos tipos de textos, com diferentes estruturas, tramas, gêneros e funções (placas, etiquetas, outdoors, rótulos, bilhetes, cartas, convites, textos científicos, relatos, anotações, propagandas, etiquetas, notícias, listas, receitas e etc.), para diversos interlocutores, utilizando-se de diversos suportes textuais, tendo o professor como leitor e escriba em diferentes situações em que esses se tornem necessários (contexto de enunciação); • Vivenciar jogos e brincadeiras que envolvam a escrita (forca, bingo, cruzadinhas, etc.) e utilizar materiais escritos em brincadeiras de faz de conta; • Fazer tentativas e reflexões sobre a escrita e leitura de textos oralmente garantidos, isto é, textos que as crianças guardam de memória como nomes, etiquetas, títulos, poemas, parlendas, músicas e etc.; • Reconhecer o computador como recurso tecnológico e suporte textual que possibilita a leitura e a produção escrita. Papel do professor: • Possibilitar o acesso e a compreensão pelas crianças das diversas funções sociais da linguagem escrita, utilizando-se dos diversos tipos de textos, em situações em que estes se tornem necessários no cotidiano escolar. • Possibilitar que as crianças explorem os livros e outros suportes de textos, tanto como objetos de exploração física, quanto para fazerem suas tentativas de leitura. • Favorecer o estabelecimento de uma relação prazerosa das crianças com a linguagem escrita, oportunizando lhes frequentemente o acesso ao repertório cultural literário e às formas lúdicas de utilização desta linguagem.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 78 • Promover situações que favoreçam o reconhecimento dos próprios nomes e de todas as crianças da turma, para que sirvam tanto como confronto para as prováveis hipóteses de escrita e leitura elaboradas pelas crianças, quanto para a apropriação do repertório de letras e seu traçado. • Criar oportunidades para que as crianças percebam as diferenças entre a linguagem oral e a escrita. • Assumir, inicialmente, o papel de escriba e leitor, tendo em vista que, mesmo sem saber ler e escrever convencionalmente, as crianças conseguem produzir e compreender a linguagem escrita. • Propiciar atividades de produção de textos, nas quais ele escreve pelo grupo, questionando sobre objetivos e interlocutores do texto, e negociando o enunciado, de modo a aproximar da linguagem que se escreve. • Possibilitar o desenvolvimento de diversas estratégias de antecipação do significado dos textos, nas quais as crianças colocam em jogo tudo o que sabem para descobrirem o que não sabem. • Favorecer a compreensão de textos lidos, por meio da busca de indícios que permitam não apenas a confirmação de hipóteses levantadas, como também possibilitem às crianças inferir e extrapolar o texto. • Buscar conhecer, compreender e valorizar o nível de escrita em que as crianças se encontram. • Questionar, criar conflitos e informar, tanto por meio de perguntas, quanto na própria organização dos materiais com os quais as crianças irão trabalhar. • Explorar a sonoridade das palavras por meio de jogos e brincadeiras, e possibilitar às crianças refletirem sobre essas semelhanças, levando-as a perceber que a escrita representa os aspectos sonoros da fala. • Criar oportunidades das crianças produzirem escritas à sua maneira e lerem, apontando o que escrevem. • Oferecer para as produções escritas, textos de referência oralmente garantidos ou textos com estruturas simples, como nomes, títulos, etiquetas, listas, etc. • Disponibilizar suportes de escrita nas brincadeiras de faz de conta em que estes materiais possam se tornar necessários. • Constituir-se como um bom modelo de escriba e leitor, no que se refere à postura corporal, à preensão do lápis, à organização espacial da escrita, além de orientador das crianças quanto a esses aspectos. • Apresentar e possibilitar (na medida dos recursos disponíveis) o acesso a tecnologias de escrita, utilizando-as para processos significativos de leitura e escrita. CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS “Com o corpo (por meio dos sentidos, gestos, movimentos impulsivos ou intencionais, coordenados ou espontâneos), as crianças, desde cedo, exploram o mundo, o espaço e os objetos do seu entorno, estabelecem relações, expressam-se, brincam e produzem conhecimentos sobre si, sobre o outro, sobre o universo social e cultural, tornando-se, progressivamente, conscientes dessa corporeidade. Por meio das diferentes linguagens, como a música, a dança, o teatro, as brincadeiras de faz de conta, elas se comunicam e se expressam no entrelaçamento entre corpo, emoção e
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 79 linguagem. As crianças conhecem e reconhecem as sensações e funções de seu corpo e, com seus gestos e movimentos, identificam suas potencialidades e seus limites, desenvolvendo, ao mesmo tempo, a consciência sobre o que é seguro e o que pode ser um risco à sua integridade física. Na Educação Infantil, o corpo das crianças ganha centralidade, pois ele é o partícipe privilegiado das práticas pedagógicas de cuidado físico, orientadas para a emancipação e a liberdade, e não para a submissão. Assim, a instituição escolar precisa promover oportunidades ricas para que as crianças possam, sempre animadas pelo espírito lúdico e na interação com seus pares, explorar e vivenciar um amplo repertório de movimentos, gestos, olhares, sons e mímicas com o corpo, para descobrir variados modos de ocupação e uso do espaço com o corpo (tais como sentar com apoio, rastejar, engatinhar, escorregar, caminhar apoiando-se em berços, mesas e cordas, saltar, escalar, equilibrar-se, correr, dar cambalhotas, alongar-se etc.).” (BNCC 2017, p.37) CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS Objetivos: Inf. III Inf. IV Inf. V Desenvolver a capacidade de criar, imaginar e se expressar por meio de gestos e movimentos; I A A Controlar gradualmente o próprio movimento, aperfeiçoando seus recursos de deslocamento, tornando-os mais ágeis, seguros e suas ações mais precisas; I A A Ampliar seu repertório de manifestações culturais, estéticas e artísticas relacionadas ao movimentar-se humano, reconhecendo e respeitando a diversidade (diferenças corporais relativas a gênero, etnia, faixa etária e condições físicas); I I A Construir a autonomia de movimentos necessários ao autocuidado; I A C Desenvolver as percepções visual, olfativa, gustativa, auditiva, tátil e cinestésica; I A A Saberes: • Autoconhecimento; • Possibilidades e limites do próprio corpo; • Atenção; • Procedimentos de autocuidado (práticas relativas à saúde, higiene e alimentação); • Reconhecimento e respeito à diversidade; • Noções espaciais (dentro, fora, perto, longe, embaixo, em cima, de um lado, do outro, esquerda, direita, à frente, atrás); • Diferentes odores, sabores, texturas, consistências, cores, imagens, sons; • Estado de tensão, relaxamento, movimento, inércia (sensação cinestésica);
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 80 • Jogos e brincadeiras; • Diferentes manifestações culturais como: dança, teatro e brincadeiras populares; • Modalidades e elementos do teatro (teatro de sombra, musical, histórias musicadas, músicas dramatizadas); • Estilos e elementos da dança; Experiências: • Brincar de faz de conta com fantasias, maquiagens, roupas, sapatos, bijuterias e outros acessórios que ajudem a compor os diferentes personagens; • Participar de brincadeiras e jogos que envolvam correr, subir, escorregar, pendurar-se, movimentar-se, dançar e saltar; • Alimentar-se, ir ao banheiro, vestir-se e calçar-se sozinha; • Explorar todos os tipos de sensações e situações do cotidiano (sentir os odores, sentir as texturas, ficar atenta aos sons do ambiente, ao silêncio, experimentar os alimentos e descrever as sensações); • Brincar de caixa surpresa, reconhecendo os objetos pelo tato, cheiro, gosto e que produzem, descrevendo as sensações; • Participar de circuito motor com obstáculos que permitam arrastar, engatinhar, levantar, subir, descer, passar por dentro, por baixo, saltar e rolar; • Brincar com pneus, corda e bolas; • Vivenciar brincadeiras e jogos corporais como amarelinha, roda, boliche, bola ao cesto; • Montar quebra-cabeças, jogos de encaixe, materiais não estruturados e naturais; • Vivenciar brincadeiras que envolvam tensão e relaxamento (vivo ou morto, estátua); • Brincar de controlar a respiração (soprar naturalmente ou canudos, conduítes, canos peixinhos de papel de seda, bola ou tinta); • Fazer releituras corporais de obras de arte; • Vivenciar histórias dramatizadas com o grupo; • Movimentar-se livremente expressando sentimentos e ideias; • Dramatizar histórias imitando e criando personagens; • Assistir e criar peças de teatro com pessoas, de fantoches, de bonecos, de varetas, com objetos que se transformam, teatro de sombra, etc. • Assistir e participar de apresentações de dança e festa regionais; • Dançar criando movimento. • Vivenciar jogos de imitação e mímica; • Criar cenários, personagens e tramas nas brincadeiras de faz de conta; Papel do professor: • Planejar, organizar os espaços, mediar e intervir nas relações; • Possibilitar que as crianças vivenciem jogos e brincadeiras que envolvam o corpo; • Favorecer a autonomia das crianças em relação ao autocuidado; • Explorar as sensações olfativas, gustativas, auditivas, visuais, táteis e cinestésicas, tanto em situações que surgem no cotidiano, quanto em situações planejadas e organizadas;
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 81 • Organizar tempos e espaços (internos e externos) no cotidiano do seu trabalho, para que as crianças vivenciem experiências corporais, tanto nas suas dimensões prática funcional e sensorial, quanto nas dimensões lúdica, expressiva estética e artística. • Criar situações significativas que estimulem o desenvolvimento e o domínio progressivo das possibilidades corporais e da capacidade das crianças de controle de seu corpo. • Possibilitar que as crianças vivenciem jogos e brincadeiras que envolvam o corpo. • Organizar espaços e materiais. • Acompanhar e potencializar as relações que as crianças estabelecem com seu corpo, com o espaço, com os objetos, com os elementos da natureza. • Favorecer a expressividade articulada a outras formas de expressão. • Favorecer o livre movimento do corpo que possibilite o desenvolvimento de gestos e ritmos criativos e estéticos, evitando a padronização e o disciplinamento dos corpos. • Favorecer e ampliar o acesso das crianças ao rico acervo cultural que envolva as manifestações corporais (jogos, brincadeiras, práticas esportivas, dança, mímica e teatro). • Pesquisar grupos de teatro, dança e de outras manifestações culturais na comunidade e na cidade, e organizar possibilidades para que as crianças conheçam. • Oferecer oportunidades para que o teatro e a dança sejam vividos como fonte de prazer, cultura e como possibilidade de as crianças se expressarem corporalmente. ESPAÇOS TEMPOS E QUANTIDADES “As crianças vivem inseridas em espaços e tempos de diferentes dimensões, em um mundo constituído de fenômenos naturais e socioculturais. Desde muito pequenas, elas procuram se situar em diversos espaços (rua, bairro, cidade etc.) e tempos (dia e noite; hoje, ontem e amanhã etc.). Demonstram também curiosidade sobre o mundo físico (seu próprio corpo, os fenômenos atmosféricos, os animais, as plantas, as transformações da natureza, os diferentes tipos de materiais e as possibilidades de sua manipulação etc.) e o mundo sociocultural (as relações de parentesco e sociais entre as pessoas que conhece; como vivem e em que trabalham essas pessoas; quais suas tradições e seus costumes; a diversidade entre elas etc.). Além disso, nessas experiências e em muitas outras, as crianças também se deparam, frequentemente, com conhecimentos matemáticos (contagem, ordenação, relações entre quantidades, dimensões, medidas, comparação de pesos e de comprimentos, avaliação de distâncias, reconhecimento de formas geométricas, conhecimento e reconhecimento de numerais cardinais e ordinais etc.) que igualmente aguçam a curiosidade. Sendo assim, a Educação Infantil precisa promover experiências nas quais as crianças possam fazer observações, manipular objetos, investigar e explorar seu entorno, levantar hipóteses e consultar fontes de informação para buscar respostas às suas curiosidades e indagações. Desta forma, a instituição escolar está criando
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 82 oportunidades para que as crianças ampliem seus conhecimentos do mundo físico e sociocultural e possam utilizá-los em seu cotidiano.” (BNCC 2017, p.38) ESPAÇOS, TEMPOS E QUANTIDADES Objetivos: Inf. III Inf. IV Inf. V Explorar e descrever semelhanças e diferenças entre as características e propriedades dos objetos (textura, tamanho, massa, volume) I A A Apropriar-se dos diferentes usos e funções sociais do número, medidas e noções espaço temporais, em suas práticas cotidianas; I I A Construir o conceito de Número; I I A Apropriar-se de estratégia de contagem, de jogos, de brincadeiras e de resoluções de problemas matemáticos do seu cotidiano; I I A Desenvolver noções espaços temporais, tendo primeiramente seu corpo e suas ações como referências; I I A Construir formas convencionais e não convencionais de registro para representar os conhecimentos matemáticos; I I A Familiarizar-se com diferentes formas de tratamento da informação; I I A Conhecer diferentes portadores numéricos. I I A Saberes: • Números e quantidades; • Linguagem Matemática; • Identificação e utilização dos números no contexto social; • Comparação de quantidades utilizando contagem, notação numérica em registros convencionais e não convencionais; • Lugar e regularidade dos números naturais na sequência numérica; • Noções de cálculo mental e contagem como ferramentas para resolver problemas; • Representação de quantidades; • Propriedades dos objetos e figuras, como formas, tipos de contorno, bidimensionalidade, tridimensionalidade, etc; • Noções espaciais de orientação, direção, proximidade, lateralidade, exterior e interior, lugar, distância; • Tamanho, forma e posição dos objetos;
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 83 • Medidas padronizadas e não padronizadas, de capacidade, tempo, comprimento, massa, volume, valor e etc; • Tratamento da informação; • Organização de dados e de informações. • Observar e comparar com seus pares as diferenças entre o tamanho dos pés e número dos sapatos, altura, peso, número de manequim; • Participar de atividades de culinária, usando e produzindo receitas, envolvendo medidas de peso, quantidade, capacidade, tempo de cozimento, etc; • Fazer e interpretar gráficos e tabelas. Experiências: • Manipular, explorar, comparar, organizar, sequenciar e ordenar brinquedos e outros materiais; • Participar de brincadeiras envolvendo cantigas, rimas, lendas e parlendas que se utilizam de contagens e números; • Quantificar, contar, comparar, fazer cálculos, numerar, identificar numeração, fazer estimativas em relação à quantidade de pessoas ou objetos; • Usar a contagem e o número em situações contextualizadas e significativas como: distribuição de materiais, divisão de objetos, arrumação da sala, quadro de registros, coleta de coisas; • Ter contato com números, identificá-los e usá-los nas diferentes práticas sociais em que se encontram; • Resolver problemas cotidianos fazendo uso de cálculos mentais e registros convencionais e não convencionais; • Registrar quantidades de forma convencional e não convencional em jogos, brincadeiras, votações, etc; • Fazer operações de soma, subtração, multiplicação, divisão, em situações do cotidiano em que estas se tornem necessárias; • Observar no meio natural e social as formas geométricas existentes, descobrindo semelhanças e diferenças entre objetos no espaço, combinando formas, estabelecendo relações espaciais e temporais, em situações que envolvam descrições orais, construções e representações; • Participar de jogos que envolvam número, quantidade, medidas, formas, etc, tais como: amarelinha, dominó, boliche, percurso, memória, quebra-cabeça; • Construir jogos matemáticos; • Participar de jogos de faz de conta envolvendo atividades de compra e venda como supermercado, posto de gasolina, salão de beleza, etc; • Utilizar diferentes instrumentos de nossa cultura que possibilitem usar e pensar sobre o número, medidas e grandezas, em contextos significativos como: calendário, termômetro, balança, relógio, ampulheta, ábaco, calculadora, etc; • Reconhecer figuras geométricas, formas e contornos, superfícies, bidimensionalidade, tridimensionalidade, bem como suas relações; • Conhecer mapas ou guias para deslocar-se e fazer mapas ou anotações de percursos com marcação de pontos referenciais; • Promover atividades de anotação e pesquisa sobre os dados a serem coletados e comparados. • Organizar a atividade de culinária, separando ingredientes, organizando a escrita da receita e usando/ comparando as unidades de medida usadas . • Proporcionar atividades que envolvam o uso de dados e a elaboração de vários tipos de gráficos.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 84 RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES NO MUNDO FÍSICO E NATURAL “Pensando na especificidade das experiências relacionadas ao mundo físico e natural, no trabalho com esse campo de experiência, não podemos perder de vista as peculiaridades do momento de desenvolvimento vivido pelas crianças. Em relação às características de seu pensamento, nessa fase da vida elas possuem uma lógica própria, marcada pela subjetividade, pelo pensamento egocêntrico e influenciada pelas emoções. As noções e pseudoconceitos sobre os fenômenos que a cercam são inicialmente bastante genéricos, e, aos poucos, em função das experiências que vivenciam e da mediação do professor, vão se particularizando. Expostas a diferentes situações e contextos de aprendizagem, as crianças vão formulando e reformulando hipóteses e ideias explicativas sobre o mundo físico e natural. Sabemos, entretanto que aprendizagens e conceitos próprios desse campo de experiência não se consolidam nesta etapa da Educação Básica, constituindo- se gradativamente na etapa subsequente.” (Currículo na Educação Infantil diálogo com os demais elementos da proposta pedagógica) RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES NO MUNDO FÍSICO E NATURAL Objetivos: Inf. III Inf. IV Inf. V Observar, relatar e descrever incidentes do cotidiano e fenômenos naturais (luz solar, vento, chuva etc.) I I A Perceber-se como sujeito histórico e reconhecer a diversidade humana como um aspecto enriquecedor e plural; I I A Apropriar-se de conhecimentos sobre o meio em que vive na perspectiva de atuar nele de forma sustentável, fazendo uso dos recursos naturais e tendo consciência de seus limites e possibilidades; I I A Aprender a respeitar e a preservar a natureza percebendo-se como parte integrante do ecossistema; I I A Sentir o prazer da descoberta por meio de perguntas que aguçam a curiosidade, criando uma postura investigativa; I I A Conhecer questões que ameaçam nosso meio ambiente. I I A
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 85 Compartilhar, com outras crianças, situações de cuidado de plantas e animais nos espaços da escola e fora dela. I I A Aprender a respeitar a preservar a natureza, percebendo-se como parte integrante do ecossistema; I I A Desenvolver o prazer da descoberta por meio de perguntas, da curiosidade e da postura investigativa; I I A Relacionar-se com outras crianças, com seu próprio corpo, com seus sentimentos e emoções, envolvendo autoconhecimento, autoestima, autoconfiança e auto-organização; I I A Aprender a responsabilizar-se por seus pertences; I A A Saberes: • Características físicas, propriedades e utilidades dos objetos; • Corpo humano; • Animais e seus modos de vida; • Plantas; • Meio ambiente; • Fenômenos naturais, físicos e químicos; • Reaproveitamento, reciclagem e compostagem; • Instrumentos para observação e experimentação; • Transformação da natureza, ciclo da vida, metamorfose, cadeia alimentar, etc; • Mudanças nos estados físicos da matéria; • Biodiversidade; • Estações do ano, clima, vegetação; • Elementos da natureza: água, fogo, terra e ar. Experiências: • Relacionar-se com o seu próprio grupo social e com as pessoas de diferentes culturas: seus valores e formas de organização; • Observar plantas e animais no ecossistema, modos de vida, cadeia alimentar, etc; • Participar da construção da horta, jardins; • Plantar e cuidar de plantas e animais; • Comunicar ideias, descobertas e propor soluções; • Conhecer os problemas socioambientais, pensando em como solucioná-los;
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 86 • Fazer misturas, provocando e observando mudanças físicas e químicas na realização de atividades de culinária, de pintura, de brincadeiras e experiências com água, terra, argila e etc. • Observar os fenômenos da natureza; • Comunicar ideias, descobertas e propor soluções. • Formular hipóteses e representá-las por meio de diferentes linguagens; • Visitar museus, zoológicos, planetários, aquários e outros relacionados ao tema; • Cuidados com seu próprio corpo; • Descobrir o próprio corpo e o corpo do outro; • Participar da organização e manutenção dos espaços coletivos; • Trabalhar em grupo, organizar-se, saber ouvir, dividir com os outros, ajudar e pedir ajuda; Papel do professor: • Planejar seu trabalho, organizando espaços e materiais, tempo, crianças, metodologias e instrumentos de trabalho; • Incorporar na rotina escolar, atividades que possibilitem às crianças o contato com a natureza. • Instigar a curiosidade. • Problematizar situações para que as crianças elaborem hipóteses e observações sobre o assunto; • Respeitar o ritmo e as ideias observadas por todas as crianças; • Estar atento às necessidades das crianças, aproveitar as situações cotidianas para contribuir no processo de autoconhecimento. • Incentivar as posturas investigativas da criança. • Levar os alunos a explorar o ambiente externo natural e físico da Unidade Escolar. • Apresentar rol de perguntas instigantes e disparadoras de pesquisas aos alunos sobre os conteúdos. • Organizar momentos na Roda de Conversa, para discussões sobre os temas, pesquisas, experimentais tratados com os alunos na rotina escolar. • Propiciar brincadeiras em diferentes espaços internos e externos da escola onde os alunos possam experimentar as possibilidades de pesquisar e explorar os novos desafios. • Promover estudos de meio que garantam contato com espaços físicos e naturais, relacionado com os temas trabalhados. • Proporcionar momentos na rotina que favoreçam a exploração, identificação e contato com o seu próprio corpo, ampliando o reconhecimento do aluno dos seus limites e suas capacidades físicas. • Proporcionar materiais e situações para levantamento de hipóteses pelas crianças. • Proporcionar estudos do meio que possibilitem a ampliação dos temas sugeridos. • Pesquisar materiais e vídeos sobre o tema. • Promover atividades físicas que envolvam o autocuidado, incluindo higiene corporal e prevenção de acidentes. • Proporcionar atividades e brincadeiras de reconhecimento de seus pertences. • Promover atividades de auto reconhecimento, de reconhecimento do corpo do colega, através de jogos e brincadeiras.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 87 • Promover momentos de organização de materiais e brinquedos junto com as crianças. • Promover atividades em grupo que possibilitem trocas entre os pares e promovam o diálogo e a interação. TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS “Conviver com diferentes manifestações artísticas, culturais e científicas, locais e universais, no cotidiano da instituição escolar, possibilita às crianças, por meio de experiências diversificadas, vivenciar diversas formas de expressão e linguagens, como as artes visuais (pintura, modelagem, colagem, fotografia etc.), a música, o teatro, a dança e o audiovisual, entre outras. Com base nessas experiências, elas se expressam por várias linguagens, criando suas próprias produções artísticas ou culturais, exercitando a autoria (coletiva e individual) com sons, traços, gestos, danças, mímicas, encenações, canções, desenhos, modelagens, manipulação de diversos materiais e de recursos tecnológicos. Essas experiências contribuem para que, desde muito pequenas, as crianças desenvolvam senso estético e crítico, o conhecimento de si mesmas, dos outros e da realidade que as cerca. Portanto, a Educação Infantil precisa promover a participação das crianças em tempos e espaços para a produção, manifestação e apreciação artística, de modo a favorecer o desenvolvimento da sensibilidade, da criatividade e da expressão pessoal das crianças, permitindo que elas se apropriem e reconfiguram, permanentemente, a cultura e potencializem suas singularidades, ao ampliar repertórios e interpretar suas experiências e vivências artísticas.” (BNCC 2017, p.37) TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS Objetivos Inf. III Inf. IV Inf. V Desenvolver a capacidade de se expressar, de atribuir sentidos ao mundo, às sensações e aos pensamentos por meio de várias modalidades da linguagem visual e plástica. I I A Construir repertórios visuais, a partir da exploração de diversas formas, texturas, cores e suportes. I I A Desenvolver a capacidade artística e a capacidade de apreciação. I I A Apropriar-se de vários elementos que possibilitam a produção e apreciação nas artes visuais. (formas, espaço, cor, luz, textura, volume, linhas, pontos etc.) I I A Construir atitude de autoconfiança por sua produção e de respeito pela produção dos colegas. I I A
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 88 Vivenciar diversas formas de expressão através da música, teatro e dança. I I A Explorar e identificar elementos sonoros. I I A Utilizar materiais variados com possibilidades de manipulação (argila, massa de modelar, papéis de diferentes texturas ou gramaturas etc.) explorando cores, texturas, superfícies, planos, formas e volumes ao criar objetos tridimensionais. I I A Reconhecer as qualidades do som (intensidade, duração, altura, timbre), utilizando-as em suas produções sonoras e ao ouvir músicas e sons. I I A Expressar-se livremente por meio de desenho pintura, colagem, dobradura e escultura, criando produções bidimensionais e tridimensionais. I I A Utilizar diferentes fontes sonoras disponíveis no ambiente em brincadeiras cantadas, canções, músicas e melodias. I I A Saberes: • História da arte, dança, música, teatro, instrumentos musicais. • Diversas modalidades das artes visuais (desenho, pintura, colagem, instalação etc). • Elementos da linguagem visual (ponto, linha, espaço, cor, forma, textura, volume, luz, movimento etc.) • Suportes, materiais, instrumentos e técnicas das artes visuais e seus usos. • Obras de arte, sua história seus autores. • Espaços que abrigam arte e como acessá-los. • Estratégias para apreciação estética. • Atitude de valorização dos próprios trabalhos e dos trabalhos dos colegas. • Respeito pela própria produção e pela produção do outro. • Estilos musicais diversos. • Diferentes sons do corpo, dos objetos, da natureza; • Altura, intensidade, duração, timbre. • Melodia, ritmo, harmonia, andamento. • Diversas músicas e danças. • Diferentes instrumentos musicais convencionais e não convencionais, sua sonoridade e formas de tocá-los. • Atitude de respeito às diferenças de cada um no jeito de cantar e dançar. • Atitude de respeito à diversidade musical de várias culturas - local, regional e global. • Criar sonoplastia e trilhas sonoras para montagem de espetáculos ou dança. • Gravar a própria voz ou músicas interpretadas pelo grupo.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 89 Papel do professor: • Investir na própria formação cultural, ampliando suas experiências estéticas e seu repertório visual. Por meio de pesquisas e formações. • Estar atento ao desenvolvimento da capacidade de observação, da criatividade e do senso crítico das crianças em relação as essas linguagens. • Incentivar as crianças a olhar com atenção as formas, cores, texturas, sons e movimentos do mundo. Na perspectiva de ampliar seu repertório. • Oferecer às crianças diferentes materiais recicláveis, para construção de brinquedos e objetos. • Garantir o acesso a livros, imagens, filmes, fotografias, cenários naturais, ampliando suas possibilidades de experiências estéticas. • Possibilitar com regularidade, experiências de apreciação estética às crianças, na perspectiva de ampliar seu repertório visual. • Disponibilizar materiais variados de acordo com a faixa etária e interesse das crianças. • Possibilitar que as crianças dancem acompanhando músicas com movimentos corporais livres, podendo expressar seus sentimentos com toda sua corporeidade. • Ampliar o acesso ao repertório musical das crianças, mostrando outros gêneros musicais. • Incentivar que as crianças explorem vários instrumentos musicais, e possam criar seus próprios instrumentos com vários materiais. • Possibilitar que as crianças brinquem com a música, imitem, dancem, reproduzam e inventem sons, ritmos e melodias. • Valorizar as danças musicais de diferentes culturas e das próprias crianças. • Criar situações para que as crianças produzam músicas, danças, sonoplastias e trilhas musicais. O lugar do desenho: As crianças pensam e pesquisam muito, quando têm a oportunidade de desenhar frequentemente. Alimentam a imaginação e o pensamento, apreciam, elaboram ideias, projetos e pesquisas, aprendem a fazer escolhas, formam gostos, desenvolvem preferências e muitas competências. Mas ao contrário do que muito pensam, a produção das crianças não é espontânea nem original; é fruto de muito trabalho. (São Bernardo do Campo, 2001, p.16) Para que o trabalho com o desenho seja realizado de maneira intencional e consistente é necessário compreender que por meio da linguagem visual e plástica, as crianças representam o mundo, buscando organizar-se internamente e com isso é importante compreender as fases vivenciadas pelas crianças em seu desenvolvimento, e que segundo Luquet e Lowenfeld são categorizadas da seguinte forma:
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 90 Luquet Lowenfeld Realismo fortuito: rabiscos ou traços, sem intenção de produzir imagens ou representar algo. Realismo gorado/ fracassado: a criança já tenta representar algo, mas ainda não consegue fazê-lo a contento, não estabelece relações entre as partes e o todo. Assim, exagera nas dimensões, desconsidera as relações espaciais entre os elementos do desenho; Realismo Intelectual: o desenho já possui todos os elementos reais do objeto, mas ela desenha o que sabe que existe e não o que ela vê (ex: dois olhos numa pessoa de perfil, móveis dentro de uma casa, etc.) Realismo visual: a criança desenha o que vê, da forma como vê, utilizando-se da perspectiva. O desenho se assemelha, portanto, à fotografia do objeto desenhado. Garatuja desordenada: rabiscos ou traços sem intenção de representar algo, sem preocupação. Garatuja ordenada: rabiscos e traços com intenção de representação, ocupando o espaço do papel. Garatuja nomeada: traços intencionais, mas sem preocupação em aproximar-se do real, mais como um ato de imitação do adulto nomeando suas produções. Pré-esquema: idem ao realismo fracassado.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 91 Esquema: idem ao realismo intelectual. Realismo: idem ao realismo visual. Assim, a forma como a criança vai se expressar, apreciar e compartilhar significados por meio da linguagem visual, vai depender de suas experiências de vida, bem como do conhecimento, de signos, símbolos, suportes e materiais dos mais diversos. E, portanto, é necessário estar atento ao modo como cada criança pensou sua obra, instiga-la a sempre observar e ampliar suas referências, por meio da apreciação compartilhada das experiências e modos de fazer dos outros colegas, dessa maneira cada um ampliará este universo de construções simbólicas. BRINCAR “A criança desenvolve-se pela experiência social, nas interações que estabelece, desde cedo, com a experiência sócio histórica dos adultos e do mundo por eles criado. Dessa forma, a brincadeira é uma experiência humana na qual as crianças são introduzidas, constituindo-se em um modo de assimilar e recriar a experiência” (Gisela Wajskop). Mas, então, por que o brincar é tão essencial na vida infantil? Porque brincar desenvolve na criança capacidades de apropriar-se do mundo real, fazendo com que através da expressão simbólica tome distância daquilo que a faz sofrer, elaborando assim medos, angústias, certezas, e identificando-se com a cultura do universo no qual está inserida. Autores clássicos da Psicanálise como Freud e Melanie Klein reportam-se à brincadeira como meio de expressão infantil, auxiliar na compreensão daquilo que sozinha não poderia elaborar emocionalmente, e ao seu papel fundamental de organização de conhecimentos, de experiências sensoriais, emocionais, motoras, cognitivas e sociais. Na brincadeira, a criança assume papéis definidos, regidos pelas regras de comportamento da cultura social da qual participa; para Vygotsky, o brincar também
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 92 libera a criança das limitações do mundo real, permitindo que ela crie situações imaginárias, expressando seus desejos, fantasias. Ao mesmo tempo é uma ação simbólica essencialmente social, que depende das expectativas e convenções presentes na cultura. Brincar com outras crianças é muito diferente de brincar somente com adultos, por isto o espaço escolar torna-se tão privilegiado. O brinquedo entre pares possui maior variedade de estratégias de improviso, envolve mais negociações e é mais criativo (Sawyer, 1997), possibilita a expressão mais natural da criança, desprovida de preconceitos ou medos do que o outro vai achar da brincadeira que propõe e participa. Aprende, também, a negociar e a compartilhar objetos e significados com as outras crianças. “(...) Winnicott (1975), pediatra e psicanalista inglês, faz referência à dimensão de criação presente no brincar. Segundo esse autor, é muito mais importante o uso que se faz de um objeto e o tipo de relação que se estabelece com ele do que propriamente o objeto usado. A ênfase está no significado da experiência para a criança. Brincando, ela aprende a transformar e a usar os objetos, ao mesmo tempo em que os investe e os “colore” conforme sua subjetividade e suas fantasias. Isso explica por que, muitas vezes, um urso de pelúcia velho e esfarrapado tem mais importância para uma criança do que um brinquedo novo e repleto de recursos, como luzes, cores, sons e movimento(...)” ( Marques e Ebersol, 2013). Uma criança que não consegue brincar deve ser alvo de preocupação; disponibilizar espaço e tempo para brincadeiras, portanto, significa contribuir para um desenvolvimento saudável, e a escola tem um papel essencial na proposição de atividades que estimulem o brincar. É importante também que os adultos resgatem sua capacidade de brincar, tornando-se, assim, mais disponíveis para as crianças enquanto parceiros e incentivadores de brincadeiras. Para isto, na escola e em casa a criança deve ser estimulada a brincar, a criar e representar papéis, com auxílio de outras crianças ou de adultos parceiros de brincadeiras, explorando e ressignificando materiais ( pote plástico vira panela, carteira, abajour, etc, de acordo com a criatividade e capacidade de simbolizar o universo e os materiais ao seu redor). Brincar estimula a memória, a capacidade de expressão, de observação, de aprender a esperar sua vez, a perceber que a frustração da perda faz parte do jogo, além de expressar se as relações sociais estabelecidas pela criança estão dentro da normalidade, esperadas para a faixa etária. Sendo assim, torna-se de extrema importância o favorecimento do brincar dentro e fora da escola, possibilitando às crianças momentos de prazer, de autoconhecimento, de formação de autoestima, tanto através de brincadeiras organizadas e coordenadas pelo professor ou outro adulto responsável, quanto aquelas que desenvolvem-se de forma inerente à estas figuras, na sala de aula, parque, quadra, no quintal, na pracinha do bairro, com ou sem materiais estruturados ou brinquedos para tal, pela simples interação criança/criança. No caso da brincadeira dentro da escola, caberá ao professor garantir que seu acompanhamento intencional possibilite a livre circulação das crianças pelos grupos e brincadeiras, mediando pequenos conflitos, mas principalmente permitindo que a atividade possibilite desafios, prazer e aprendizagens. Temos ainda que considerar que este nosso espaço escolar privilegia o contato social e as trocas entre pares, se considerarmos a dinâmica familiar de pais que trabalham o dia todo, e as quase inexistentes possibilidades das crianças brincarem em espaços coletivos, como em tempos mais antigos. É preciso repertoriar as crianças de brincadeiras tradicionais, trazer de volta o universo lúdico e cultural das brincadeiras passadas de geração em geração, e que necessitam apenas de poucos
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 93 ou de nenhum material, além do humano como nos jogos e brincadeiras orais e nas cantigas de roda. Como temos o BRINCAR como eixo estruturante das práticas pedagógicas, permeando todos os campos de experiência organizamos o planejamento anual com este item em comum para todas as idades, pensando que tais objetivos serão introduzidos, aprofundados e consolidados ao longo desta etapa da Educação Infantil. BRINCAR COMO LINGUAGEM E CULTURA OBJETIVOS: • Desenvolver a capacidade de imaginação e transformação da realidade; • Desenvolver as possibilidades corporais; • Desenvolver as capacidades de explorar, conhecer e compreender o mundo físico e social, dando-lhe significado; • Desenvolver a capacidade de autocontrole e de lidar com as regras; • Apropriar-se do acervo de jogos e brincadeiras que constituem patrimônio da humanidade e dar continuidade a esse processo de produção cultural; • Desenvolver postura de cuidado com os brinquedos e brincadeiras. SABERES: • Corpo, possibilidades e limites; • Os objetos, características, propriedades, usos, funções e suas transformações; • A brincadeira simbólica como forma de reelaboração e estruturação do mundo social e cultural; • Jogos e brincadeiras com e sem material; • Estratégias, regras e procedimentos para jogar e brincar; • Formas e estratégias para se relacionar e fazer amigos; • Autoconhecimento e autocontrole; • Valores éticos; • Estratégias para resolver problemas; • Estratégias para resolução de conflitos. • Jogos cooperativos e competitivos. EXPERIÊNCIAS: • Experiências sonoras com o corpo; • Exploração do próprio corpo, os sons que conseguem emitir e outras possibilidades corporais. • Brincadeiras com a imagem no espelho; • Vivenciar brincadeiras com os adultos, acompanhando; • Brincar com objetos e brinquedos de materiais diversos, explorando suas características físicas, suas possibilidades e suas reações na água, na areia, na terra, no ar; • Vivenciar jogos de imitação;
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 94 • Vivenciar brincadeiras de imaginação, transformando um objeto em outro; • Brincar de faz de conta, criando personagens, cenários e tramas. • Brincar em grupo, coordenando suas ideias e papéis com as ideias e papéis desempenhados pelos outros; • Participar de jogos e brinquedos de mesa, tais como memória, dominó, ludo, jogo de dados. “cinco Marias”, etc.; • Vivenciar jogos e brincadeiras corporais, como “amarelinha”, “esconde- esconde”, “mãe da rua”, “a galinha e os pintinhos”, “coelhinho sai da toca”, “macaco disse”, etc.; • Escorregar, balançar, rodopiar, engatinhar, arrastar-se, pular, saltar, equilibrar- se, perseguir, procurar, pegar, etc.; • Vivenciar brincadeiras com brinquedos e outros objetos como bolas, cordas, pneus, peteca, boliche, etc.; • Participar de brincadeiras cantadas (brincadeiras de roda, “seu lobo taí”, etc.); • Participar de brincadeiras de roda; brincadeiras simbólicas (casinha, escritório, escolinha, cabeleireiro, mercado, médico, etc.); Jogos de tabuleiro, ou com sucatas; • Participar de jogos e brincadeiras de construção (encaixe, quebra-cabeças, toquinhos, lego, construção com sucatas, etc.); • Construir/criar jogos, brinquedos e brincadeiras. • Construir e aprender a respeitar as regras; • Brincar com os colegas, estabelecendo relações amigáveis e se organizando em grupo; • Lidar com a frustração e com os conflitos; como ganhar, perder e empatar; • Resolver problemas; • Organizar materiais; • Cantigas populares; • Jogos com sucatas; • Brincadeiras de roda; • Brincadeiras simbólicas; • Jogos cooperativos, competitivos, de mesa, de tabuleiro, com materiais não estruturados, etc. PAPEL DO PROFESSOR: • Proporcionar momentos para expressão corporal, com ou sem música, batucando seu próprio corpo com as mãos, com ou sem ritmo pré-definido. • Proporcionar momentos para expressão corporal, com ou sem música, batucando seu próprio corpo com as mãos, com ou sem ritmo pré-definido. • Organizar momentos de observação dirigida ou livre da imagem corporal no espelho. • Colocar-se como brincante e envolver-se nas brincadeiras das crianças. • Organizar espaços e materiais diferenciados para proporcionar estímulos táteis, visuais, gustativos, auditivos e cinestésicos, além de aguçar a percepção de fenômenos da natureza, ou reações químicas. • Ensinar, enriquecer, aprender e transformar com as crianças os vários modos de brincar, resgatando o lúdico existente dentro de si e brincando com elas de forma prazerosa; • Propiciar e incentivar, nas diversas situações do cotidiano, que as crianças
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 95 imaginem, que transformem uma coisa em outra, que possam ir além do que está instituído; • Proporcionar momentos para expressão de ideias e sentimentos de lidar com emoções. • Estimular a sociabilidade, a capacidade de se relacionar com o outro, de fazer amigos e de se organizar em grupo, estabelecendo relações éticas de respeito, tolerância, cooperação, solidariedade, confiança; • Trazer as brincadeiras para as Instituições de Educação Infantil como o patrimônio cultural a ser apropriado pelas crianças, buscando-as em várias fontes e permitindo que a diversidade enriqueça a prática pedagógica. • Possibilitar que as crianças se apropriem de saberes e conhecimentos, sobre seu corpo, suas possibilidades e seus limites. • Oferecer materiais variados para a prática de brincadeiras físicas, ensinando as regras e possibilidades de uso de cada um. • Organizar espaços, tempos e materiais (estruturados e não estruturados), para que o faz de conta e todos os outros tipos de brincadeiras aconteçam; • Organizar materiais variados para uso dos alunos, com diferentes materiais (madeira, plástico, papelão, etc) • Criar oportunidades para que as crianças construam suas próprias brincadeiras e partilhem com seus pares, potencializando-as; • Propiciar que as crianças aprendam a construir e a lidar com as regras; • Fazer da brincadeira momento de conhecimento e de convivência com e entre as crianças, observando o que fazem e como fazem (o que elaboram, o que imaginam, como lidam com as regras, como se relacionam, etc.); • Mediar as relações estabelecidas pelas crianças durante as brincadeiras, possibilitando que elaborem valores éticos de respeito, cooperação solidariedade, tolerância, confiança entre outros. • Criar oportunidades para que as crianças menores e maiores brinquem entre si, favorecendo a aprendizagem e a produção de conhecimentos, entre elas, sobre o brincar. • Proporcionar momentos de organização de espaços e materiais junto com as crianças. • Organizar materiais /sucatas para uso das crianças, com diferentes propostas (gincanas, brincadeiras simbólicas, construções tridimensionais em Artes, etc). • Organizar espaços e materiais de formas variadas que propiciem a brincadeira simbólica entre as crianças. 13. AÇÕES COLETIVAS E PERMANENTES CANTEIROS E HORTAS - UMA AÇÃO SAUDÁVEL Público Alvo – Alunos, funcionários e comunidade da EMEB Aldino Pinotti
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 96 Duração: Este projeto é uma atividade permanente para alunos e funcionários desta escola, portanto, não tem hora ou tempo de duração que possa ser pré-estabelecido. Afinal, uma vez montados os canteiros e as horta é possível imaginar, que a cada ano, novas turmas e funcionários darão continuidade ao projeto. Justificativa: Um número crescente de educadores tem refletido e muitas vezes buscado cumprir o importante papel de desenvolver o comprometimento das crianças com o cuidado do ambiente escolar: cuidado com o espaço externo e interno da sala ou da escola, cuidado das relações humanas que traduzem respeito e carinho consigo mesmo, com o outro e com o mundo. A reflexão sobre o ambiente que nos cerca e o repensar de responsabilidades e atitudes de cada um de nós, gera processos educativos ricos, contextualizados, significativos para cada um dos grupos envolvidos. Neste contexto, o cultivo de canteiros de flores e hortas pode ser um valioso instrumento educativo. O contato com a terra no preparo dos canteiros e a descoberta de inúmeras formas de vida que ali existem e convivem, o encanto com as sementes que brotam como mágica, a prática diária do cuidado – regar, transplantar, tirar matinhos, espantar formigas com o uso da borra de café ou plantio de coentro, o exercício da paciência e perseverança até que a natureza nos brinde com a transformação de pequenas sementes em flores, verduras e legumes viçosos e coloridos. Estas vivências podem transformar pequenos espaços da escola em cantos de muito encanto e aprendizado para todas as idades. Canteiros e hortas cultivados pelas crianças e por funcionários são instrumentos de trabalho que podem contribuir na abordagem de diferentes conteúdos curriculares de forma significativa e contextualizada e promover vivências singulares Objetivo Geral: Sensibilizar e conscientizar as crianças de que a vida depende do ambiente e o ambiente depende de cada cidadão deste planeta, para uma qualidade de vida melhor, e em busca de uma escola promotora de saúde. Objetivos Específicos: • Despertar o interesse das crianças para o cultivo de plantas e o conhecimento do processo de germinação; • Dar oportunidade aos alunos de aprender a cultivar plantas utilizadas como
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 97 alimentos; • Conscientizar da importância de saborear um alimento saudável e nutritivo; • Promover a degustação do alimento semeado, cultivado e colhido; • Criar, na escola, uma área verde produtiva pela qual, todos se sintam responsáveis; • Estimular os alunos e funcionários a construírem seu próprio conhecimento num contexto interdisciplinar; • Contextualizar os conteúdos aos problemas da vida urbana; • Construir a noção de que o equilíbrio do ambiente é fundamental para a sustentação da vida em nosso planeta. • Observar a natureza; • Estimular um ambiente saudável, que melhore o potencial de aprendizagem dos alunos; • Promover informações aos alunos e comunidade sobre uma alimentação saudável; • Criar hábitos mais saudáveis de alimentação; • Participar dos momentos do plantio, colheita com acompanhamento da horteira; • Acompanhar o acompanhamento da planta. Materiais necessários: • Terra adubada, regadores, sementes, mudas e ferramentas necessárias ao cultivo de plantas. Procedimentos e estratégias de trabalho: O planejamento do projeto deve ser feito de modo que os alunos participem de todas as etapas do processo. O incentivo de maneira lúdica é fundamental. • Levantamento de conhecimentos das crianças sobre os temas; • Reconhecimento dos espaços em que serão feitos os canteiros e hortas; • Exploração dos espaços dos canteiros e das hortas, mostrando os instrumentos que serão utilizados para o plantio e manutenção. Cada turma conhece seu espaço no canteiro e aprende como manusear, com segurança, o ancinho, a pá, o regador e a
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 98 sementeira. • Seleção das espécies que serão cultivadas; Preparação da terra: • Depois de uma roda de conversa sobre plantio, os alunos começam a preparar a terra afofando-a, desmanchando os torrões que se formam e molhando-a. • Apresentação das sementes ou mudas para os alunos. • Plantio e/ou semeadura das mudas e sementes nos canteiros e/ou garrafas pet. • Depois da plantação, os professores combinam com a turma o espaço de tempo em que será feita a rega e a limpeza dos canteiros. • Acompanhamento do desenvolvimento das plantas. • Durante a época de crescimento da plantação, podem ser criadas atividades relacionadas à horta e canteiros. • Colheita: No final do semestre, os alunos fazem a colheita do que foi plantado. Experimentação: • Esta fase é uma das mais importantes fases do projeto, pois as crianças a encaram como uma festa onde todas as turmas se reúnem para provar o que plantaram. • Produção de livros com as receitas que foram degustadas no desenrolar do projeto. Avaliação: A avaliação ocorrerá durante todo processo, a partir das observações do envolvimento e do interesse das crianças em todas as etapas do projeto. Alimentação Saudável acontece no Aldino PÚBLICO ALVO: Alunos, funcionários e comunidade da EMEB Aldino Pinotti. Duração: Este projeto é uma atividade permanente para alunos e funcionários desta escola para este ano letivo.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 99 JUSTIFICATIVA: A escola é um espaço privilegiado para a promoção da saúde e desempenha papel fundamental na formação de valores, hábitos e estilos de vida, entre eles o da alimentação. Portanto, a promoção da reflexão sobre hábitos saudáveis de alimentação no espaço escolar pressupõe a integração de ações em três pontos fundamentais: ações de estímulo à adoção de hábitos alimentares saudáveis, por meio de atividades educativas que informem e motivem escolhas individuais; ações de apoio à adoção de práticas saudáveis por meio de uma alimentação equilibrada no ambiente escolar e ações de conscientização com relação ao desperdício de alimentos. OBJETIVO GERAL: Promover o consumo de alimentos saudáveis e a consciência de sua contribuição para a promoção da saúde de forma lúdica e educativa em parceria com o Projeto da Horta: “Canteiros e Horta uma Ação Saudável”. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: • Incentivar aos bons hábitos alimentares; • Identificar as preferências alimentares dos alunos; • Conscientizar os alunos sobre a importância e os motivos pelos quais nos alimentamos; • Reconhecer os alimentos que faz bem à nossa saúde: o que você come, como você come; como você cozinha (a família), você se exercita – Pirâmide alimentar do Programa Ação Saudável; • Identificar cores, texturas e os diferentes sabores dos alimentos. • Conhecer e identificar as frutas, legumes, raízes e a importância destes para a saúde. • Reconhecer o produto industrializado como um alimento menos nutritivo e pouco necessário ao seu desenvolvimento. • Conscientizar as famílias com relação ao reaproveitamento integral de alimentos (talos, folhas) e o oferecimento de alimentos saudáveis a seus filhos. RECURSOS/ESTRATÉGIAS: • Cozinha experimental • Rodas de conversa • Música • Vídeos educativos • Mercadinho: montagem com embalagens trazidas pelas crianças (separação, organização em setores e discussão dos preços) • Palestras e oficinas culinárias. • Escrita coletiva de lista de compras • Recorte, colagem e modelagem • Pesquisa em revistas, folhetos de supermercado, livros de receita, internet e vídeos... • Desenhos livres e registros das experiências • Estudo dos alimentos com base na Pirâmide alimentar • Passeio ao supermercado COOP Vianas, localizado no bairro Jardim Farina
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 100 próximo à escola. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: • Conversa e registros sobre a alimentação preferida das crianças; • Registro dos alimentos mais consumidos na família; • Identificação de semelhanças entre hábitos alimentares dos alunos; • Construção de jogos de memória a partir de imagens de frutas, verduras e legumes recortadas pelos alunos; • Identificação das frutas, verduras e legumes através do olfato e tato; • Trabalhar com recorte de frutas, verduras, legumes e pedir que os alunos construam um prato que represente uma alimentação saudável; • Palestra com uma nutricionista; • Simulação de um mercado; • Preparação e degustação de receitas saudáveis. • Participação das famílias em atividades que trazem uma reflexão sobre a importância de uma alimentação saudável. Sugestões de Atividades: Frutas Contagem de frutas, cores, tamanho e características. Oficina Culinária: Salada de frutas Verduras Explorar as verduras, suas cores e texturas e propriedades. Oficina Culinária: Salada de verduras Legumes Apreciar o clipe e a música do grupo Palavra Cantada - A sopa do neném Colagem com papel camurça. Oficina Culinária: Sopa Rótulos Trabalhar com os alunos rótulos de embalagens de alimentos Utilizar as embalagens trazidas pelos alunos e montar um mural com informações de cada alimento. Alfabeto com rótulos Hortaliças/ Higiene com os alimentos Montar uma horta na escola Junto com os alunos lavar os alimento e mostrar os cuidados que devemos ter com os alimentos antes de consumi-los.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 101 Fazer a degustação de tomate, alface, cenoura Atividades de desenho. Vitaminas Explorar com os alunos as frutas que serão utilizadas na vitamina - banana e maçã. Trabalhar a importância do leite no desenvolvimento da criança. Alimentos não saudáveis Conversar sobre a pirâmide alimentar e discutir com as crianças sobre os alimentos que devem ser consumidos com moderação. Discutir as questões de alergias alimentares a produtos industrializados ( corantes, conservantes, gorduras, sódio, etc) Confeccionar um mural com esses alimentos e registrar os comentários em cartazes Derivados do Leite Trazer para sala queijos, leite e iogurte e explorar a importância desses alimentos Utilizar embalagens de leite e confeccionar brinquedos com os alunos. Trabalhar as questões de alergias alimentares derivadas do leite; falar sobre o leite de soja e seus derivados, em substituição ao de vaca. Cereais e Massas Oficina culinária: pão Explicar que alguns alimentos são importantes em nossa dieta, mas que devem ser consumidos uma vez ao dia. Lanche Gostoso Os alunos farão um lanche nutritivo e saboroso utilizando as verduras plantadas na horta. AVALIAÇÃO: A avaliação ocorrerá durante todo processo a partir das observações do envolvimento das crianças em todas as etapas do projeto.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 102 14. PROJETOS COLETIVOS: MÚSICA PELO MUNDO TURMAS DO INFANTIL III – Tarde - 2018 PROFESSORAS: Suely, Jhennyffer, Janaina Justificativa: a música é um elemento sempre presente na cultura humana. Sendo imprescindível na formação da criança para que ela, atinja sua maturidade e exerça sua criatividade de maneira crítica e livre. Hoje podemos contar com novas técnicas e instrumentos para trabalhar o processo de ensino-aprendizagem. Diversas atividades lúdicas vieram então contribuir para a educação infantil. A música ganha ainda mais importância por ser universal e por arrebatar não só as crianças, mas também os adolescentes e os adultos. A música é uma linguagem universal, estando presente em todos os povos, independentemente do tempo e do espaço em que se localizam. Objetivo geral: Divulgar a importância da música na vida das crianças e na educação infantil, contribuindo para a formação de seres humanos sensíveis, criativos e reflexivos. Objetivos específicos: ✓ Integrar e motivar as crianças através da música; ✓ Desenvolver a oralidade através da música. ✓ Explorar a música: ritmo, som, movimento, etc. ✓ Brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir sons; ✓ Ampliar o repertório musical dos alunos; ✓ Desenvolver a memória musical; ✓ Explorar a música em diferentes ritmos; ✓ Explorar diferentes instrumentos musicais; ✓ Proporcionar diferentes possibilidades de exploração dos sons. ✓ Ampliar o vocabulário oral através da música e palavras contextualizadas ✓ Cantar e complementar partes das músicas; ✓ Participar de brincadeiras cantadas e histórias cantadas; ✓ Dançar, imitar e inventar gestos corporais; ✓ Contar oralmente até 5 através de canções; ✓ Identificar as partes do corpo; ✓ Utilizar diferentes materiais gráficos sobre diferentes superfícies para ampliar suas possibilidades de expressão. Atividades: ✓ Cantar músicas em vários ritmos;
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 103 ✓ Completar partes da música cantada pela professora; ✓ Participar de brincadeiras cantadas como “Jacaré na lagoa”; “Atirei o pau no gato”; “Tchu tchuê”; respeitando as regras da brincadeira. ✓ Participar de história cantadas como “Seu lobo está?” ✓ Imitar gestos conforme a música e dançar espontaneamente; ✓ Repetir palavras contextualizadas a partir das músicas; ✓ Relacionar palavras contextualizadas de músicas com brinquedos, objetos ou imagens. ✓ Identificar as partes do corpo durante as brincadeiras cantadas como “Cabeça ombro, joelho e pé” e “Eu conheço um jacaré”; ✓ Cantar a música “Minhoquinha faz ginastiquinha” contando até 5; ✓ Realizar técnicas de pintura ao som de músicas suaves. ✓ Explorar o som com o corpo, em diferentes velocidades. ✓ Confeccionar murais de arte a partir de músicas; Recursos: Papel pardo, folhas de ofício coloridas, canetas hidrográficas, durex, aparelho de DVD, Dvds, instrumentos musicais, colas, tintas guaches, pincéis, aventais, etc. Avaliação: Ocorrerá durante todo o projeto através do registro de observações dos interesses das crianças. PROJETO: ANIMAIS MARINHOS TURMAS do INFANTIL IV – MANHÃ – 2018 PROFESSORAS: AMÉLIA, FABIANE, MARINEIDE E ROSANA CAMPOS DE EXPERIÊNCIA: RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES NO MUNDO FÍSICO E NATURAL; ORALIDADE E ESCRITA DURAÇÃO: 3 meses JUSTIFICATIVA: Este projeto possibilita o conhecimento sobre a vida marinha através de propostas que promovem a curiosidade e a autonomia da criança ao investigar e descobrir os diferentes animais que vivem no mar, suas características e importância para o meio ambiente. Além da ampliação do conhecimento social e natural, as atividades do projeto proporcionam a reflexão sobre a importância da preservação ambiental. OBJETIVOS:
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 104 ✓ Apropriar-se de conhecimentos sobre o meio em que vive na perspectiva de atuar nele de forma sustentável, fazendo uso dos recursos naturais e tendo consciência de seus limites e possibilidades; ✓ Aprender a respeitar e a preservar a natureza percebendo-se como parte integrante do ecossistema; ✓ Sentir o prazer da descoberta por meio de perguntas da curiosidade, da postura investigativa; ✓ Conhecer questões que ameaçam nosso meio ambiente. SABERES: ✓ Animais e seus modos de vida; ✓ Meio ambiente; ✓ Procedimentos de pesquisa. ETAPAS E EXPERIÊNCIAS: ✓ Roda de conversa para identificar os conhecimentos da turma sobre o tema. ✓ Apresentação de imagens de animais marinhos para que as crianças expressem através da oralidade o que conhecem. ✓ Levantamento das perguntas do grupo a respeito dos animais marinhos. ✓ Visita à Sabina (Escola parque do conhecimento), em Santo André, com foco na “Sala da Vida”. (Professoras Amélia e Rosana) ✓ Roda de conversa sobre o que observaram na visita à Escola Parque Sabina. ✓ Visita ao Aquário de Santos. (Professoras: Fabiane e Marineide) ✓ Roda de conversa sobre o que observaram na visita ao Aquário de Santos. ✓ Explorar diferentes materiais de pesquisa (livros, revistas, sites na internet, vídeos, entre outros). ✓ Levantar as características dos animais marinhos escolhidos pela turma. ✓ Registros por meio de escrita coletiva, tendo o professor como escriba; desenhos; dobraduras; pintura, modelagem, entre outros. ✓ Confecção de álbum dos animais marinhos estudados. AVALIAÇÃO: Será realizada por meio da observação do envolvimento, interesse, participação e compreensão do assunto tratado, nas diferentes etapas do projeto. PRODUTO FINAL: Álbum dos animais marinhos.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 105 PROJETO 2018: “UM GIRO CULTURAL E SONORO - MÚSICAS E CONHECIMENTOS DAQUI E DO MUNDO” TURMAS PARTICIPANTES: INFANTIL V Manhã e Tarde PROFESSORAS: Aline, Aline Danielle, Antônia, Danielle, Elisângela, Gisela, Ivanil, Nádia e Tereza. CAMPOS DE EXPERIÊNCIA CONTEMPLADOS: Traços, sons, cores e formas; Corpo, gestos e movimentos; O eu, o outro e o nós; Oralidade e Escrita. DURAÇÃO PREVISTA: abril a novembro. JUSTIFICATIVA: Os sons e a música são universais e se manifestam de diferentes formas de acordo com o ambiente e a cultura em que estão inseridos. Experiências com a linguagem musical são vitais para o desenvolvimento cognitivo e expressivo das crianças. A escola é um espaço privilegiado para as crianças explorarem formas de produzir sons, desenvolverem a escuta e apreciação e ampliarem seu repertório cultural e musical. A iniciativa do respectivo projeto concentra-se em aliar musicalização ao enriquecimento deste repertório, aproveitando o contexto da Copa do Mundo para promover um giro neste planeta plural e belamente rico em diversidade, com conexões culturais e musicais do nosso próprio país e de outras nações, explorando possibilidades e conhecimentos contemplados em vários campos de experiência. OBJETIVOS: FOCO MUSICALIZAÇÃO ✓ Ampliar as experiências no campo do ritmo, audição e expressão corporal. ✓ Introduzir, de maneira lúdica, elementos e conceitos da linguagem musical. ✓ Favorecer a percepção das singularidades dos sons que nos rodeiam. ✓ Diferenciar os conceitos de som e barulho. ✓ Identificar algumas diferenças entre contextos musicais e ritmos, assim como suas características. ✓ Apreciar a música como uma forma de expressão artística elaborada e intencional. ✓ Participar de atividades musicais – de apreciação, improvisação, composição e confecção de instrumentos e objetos sonoros, etc. expressando sensações, sentimentos e pensamentos. ✓ Reconhecer e identificar fontes sonoras e elementos da música utilizando seus conhecimentos em produções musicais. ✓ Explorar as possibilidades de produção de sons com o próprio corpo e com objetos diversos. ✓ Conhecer brincadeiras musicais, danças e canções de diferentes regiões do
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 106 Brasil e de outros países. ✓ Pesquisar com as famílias se há pessoas que tocam algum instrumento, cantam ou dançam e o interesse de compartilhar tais saberes em apresentações na escola. FOCO COPA DO MUNDO ✓ Aproveitar o contexto do evento Copa do Mundo de Futebol na Rússia para explorar conhecimentos relacionados à estrutura desta modalidade esportiva. ✓ Reconhecer o papel das regras em uma modalidade esportiva coletiva. ✓ Identificar a simbologia da mascote do evento e das bandeiras de alguns países. ✓ Acompanhar o resultado dos jogos durante o evento, inclusive fazendo palpites prévios dos placares a cada rodada. ✓ Pesquisar curiosidades sobre nosso próprio país, explorando o rico regionalismo cultural, de modo a valorizar a diversidade e pluralidade de expressões. ✓ Interessar-se em conhecer a cultura de outros países participantes da Copa do Mundo, explorando também conhecimentos geográficos, históricos, ambientais, gastronômicos e principalmente musicais. ✓ Preparar uma apresentação a ser definida no decorrer do ano, de acordo com os desdobramentos e interesses manifestos, explorando os conhecimentos adquiridos durante o projeto. CONTEÚDOS: ✓ Escuta atenta aos sons do cotidiano. ✓ Valorização e conscientização da importância da audição e as consequências da ausência dela. ✓ Conhecer as possibilidades da própria voz. ✓ Conceitos musicais (timbre, altura, duração, intensidade e ritmo) ✓ Jogos e brincadeiras que envolvam acompanhamento ou improvisação musical. ✓ Repertório de canções instrumentais, marchas consagradas e músicas de ritmos e origens diversas. ✓ Identificação de sons de diferentes origens: de alguns instrumentos musicais, de movimentos realizados com as partes do corpo, do cotidiano e da natureza. ✓ Apreciação de obras musicais e danças de diversos gêneros, estilos, épocas e culturas, da produção musical brasileira e de outros povos e países. ✓ Regras e conceitos matemáticos relacionados ao tema futebol. ✓ Simbologia da mascote da Copa e de algumas bandeiras. ETAPAS PROVÁVEIS: EM MUSICALIZAÇÃO
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 107 RODAS DE CONVERSAS TEMÁTICAS: ✓ O que as crianças entendem por “música” e como se sentem quando a apreciam. ✓ Proposta Informativa – leitura de reportagem, em linguagem acessível, sobres os benefícios da Música na vida das pessoas. ✓ Músicas, emoções e sentimentos – Roda de Música/ Conversa relacionadas às sensações que as crianças vivenciam após a audição de várias músicas como a marcha fúnebre X marcha nupcial, trilha sonora de filme de terror (estilo Alfred Hitchcock) X marchinha de carnaval. ✓ Proposta informativa através da leitura de trechos do livro “Música – Descubram as conexões através de perguntas e respostas”, visando apresentar alguns conceitos relacionados à produção musical e curiosidades sobre o tema. ✓ Curiosidades sobre os instrumentos musicais através das informações obtidas no livro “Dicionário Visual de Música”. APRECIAÇÕES PREVISTAS: ✓ Apresentação de vídeos do BLUE MAN GROUP que produz percussão e sons a partir de diversos objetos, especialmente de canos de PVC. ✓ Exibição de um trecho do show do grupo musical Palavra Cantada intitulado Pé com Pé, especificamente na música “Rato” em que, juntamente com os instrumentos tradicionais, há a utilização de instrumentos produzidos com diferentes tipos de materiais e sucatas. Também poderá ser exibido o clipe musical da música “Fome come” em que há um acompanhamento ritmado com latinhas. ✓ Músicas e vídeos do grupo Barbatuques, especialista em percussão corporal (nesta etapa as crianças também serão desafiadas a produzir sons com seus próprios corpos). ✓ Leitura do livro “Conheça a Orquestra”, de Ann Hayes, simultaneamente apresentando o som dos instrumentos dos músicos que surgem no decorrer da história. ✓ Apreciar determinada música em áudio e depois observá-la sendo tocada e interpretada pelos cantores em DVD, solicitando que as crianças expressem as diferentes sensações provocadas entre o apenas ouvir e entre o ouvir e ver a música sendo executada. ✓ Comparações entre as diferentes versões de uma mesma música (a serem escolhidas durante o processo), percebendo a diferença de arranjos musicais ou mesmo diferenciando nas canções os tipos de vozes (feminina, masculina, coral, à capela). ✓ Músicas de ritmos e origens diversas com o intuito de identificar os sons dos instrumentos, exercitando a percepção que estão desenvolvendo. ✓ Escutar músicas sem letra também, apenas com o instrumental (o CD Pé com Pé do grupo musical Palavra Cantada é ótimo por ser duplo – em um
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 108 dos CDs encontram-se as músicas com suas respectivas letras e no outro, intitulado Cozinha Experimental, há as canções apenas no instrumental). ✓ CD Meu Querido Pé – faixa “Passarinho que som é esse?”, que de maneira lúdica apresenta o som produzido por diferentes instrumentos. ✓ CDs Vozes das Aves do Brasil e Aves do Pantanal. ✓ CD Canções do Brasil do grupo musical Palavra Cantada, fruto de uma viagem realizada país afora encontrando crianças cantoras (inclusive a escola possui o VHS do show deste CD, em que estas crianças de vários estados vêm a São Paulo para apresentar-se). ✓ Canto sinfônico Pedro e o Lobo, do compositor russo Sergei Prokofiev, cujos personagens são instrumentos. ✓ Exibição do filme Pedro e o Lobo da Walt Disney. ✓ Apreciar uma orquestra ao vivo (de acordo com a viabilidade desta ação). ✓ Exibição de vídeos de canções sendo interpretadas em Libras. VIVÊNCIAS, EXPERIÊNCIAS, CANTORIAS E CIA. ✓ Percepção dos sons – proposta cujo desafio é identificar uma série de sons gravados em diferentes ambientes, resultantes de ações humanas ou mesmo da movimentação de objetos. Ex: som do balançar de uma folha de papel, água caindo de uma torneira (primeiro em abundância, depois lentamente até chegar aos sonoros pingos), o toque de um telefone, o tilintar de chaves e guizos, o ranger dos dentes de gatos comendo ração, o ronco de uma pessoa dormindo, sons de eletrodomésticos, da descarga, do milho estourando na panela, etc. ✓ Os sons da escola – registrar com um gravador os diversos sons que as crianças encontrarão no ambiente escolar. ✓ Jogo musical – Barulho e Silêncio - o objetivo é conduzir à percepção que o som resulta do movimento. ✓ Exploração de sons de objetos – investigação dos sons que os objetos podem produzir, dependendo da maneira que os manipulamos (pedras, chaves, conchas, garrafas, pedaços de madeira, talheres, canetas, pedaços de cano, etc.) – Depois deste processo de exploração e investigação introduzirei os conceitos de intensidade, duração e timbre (personalidade) dos sons problematizando algumas questões: “Que tipo de som foi produzido ao bater um talher no outro? Bater mais fraco ou mais forte faz diferença? E se os talheres estiverem dentro de uma caixa de papelão?”, entre outras problematizações. ✓ Jogo musical – Os Sons da Boca e Explorando palmas (desenvolvimento da noção de ritmo). ✓ Experiências e vivências com os instrumentos da escola e apresentação de instrumentos feitos com diferentes tipos de materiais, inclusive sucata. ✓ Produção e posterior exploração de um jogo da memória musical, inspirado nas caixas de som de Maria Montessori (Formado por garrafas pintadas. Selecionam-se materiais de diversos tipos que cabem nas garrafas,
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 109 decidindo também a quantidade que será utilizada em cada par para melhor caracterizar o som. Ex: em um dos pares há pregos, em outro, feijões e, desta forma, o desafio consiste em formar os pares com os sons idênticos). ✓ Bingo sonoro de animais. ✓ Quente ou frio com instrumentos (desenvolvimento do controle da intensidade sonora) ou com a variação do volume da voz ao cantar uma canção. ✓ Jogo musical - Expressando os sons (registrar a percepção do som na linguagem do desenho) ✓ Jogo musical – A voz do homem (explorando as possibilidades e o timbre da voz) ✓ Brincadeiras envolvendo expressão corporal (ex.: Sambalelê, A Linda Rosa Juvenil, Ai Bote aqui o seu pezinho, Iapô, Tia Mônica, entre outras). ✓ Marchar de acordo com a intensidade do som. ✓ Andar conforme o andamento da música. ✓ Atividades e brincadeiras da Coleção de dvds e cds “Brincadeiras Musicais” do grupo musical Palavra Cantada. NO FOCO COPA DO MUNDO ✓ Nomes dos jogadores de futebol convocados para a Copa (escalação do time). ✓ Nomes das mascotes e das bolas das últimas Copas. ✓ Lista dos países participantes da Copa (Com funcionalidade em contexto de atividades como cruzadinhas e brincadeiras como a Forca). ✓ Poemas com o tema Bola ou Futebol. ✓ Personagens criados por Maurício de Sousa inspirados em jogadores de futebol. ✓ Músicas com o tema Bola ou Futebol. ✓ Marchinhas históricas e jingles de torcida e comemorações famosas. ✓ Simbologia presente nas bandeiras dos países (principalmente do nosso país), no escudo/brasão (das seleções e dos principais times brasileiros) e no hino nacional (Por que as equipes cantam antes das partidas? Por que cada país tem seu próprio hino.). ✓ Conhecer a função dos mapas e do globo terrestre (pesquisar localizações no Google Maps e no Google Earth). ✓ Explorar a música “Ora Bolas” do grupo musical Palavra Cantada para exemplificar a noção de que um lugar está inserido em outro (do micro até o macro). ✓ Compreensão do papel da coletividade – a função de cada jogador, do técnico, do juiz, dos bandeirinhas, do gandula, da torcida, dos repórteres, dos cinegrafistas, dos narradores, entre outros envolvidos em uma partida de futebol. ✓ Regras do futebol e posicionamento tático dos jogadores – cartão amarelo, cartão vermelho, faltas, pênalti.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 110 ✓ Saúde do atleta/Disciplina – preparo, treinos, alimentação apropriada (possibilidade de entrevistar um atleta). ✓ O vestuário do jogador do futebol (uniforme, itens de proteção, a anatomia da chuteira...). ✓ Desmitificar o futebol como uma modalidade tipicamente masculina, apresentando também a seleção brasileira feminina. ✓ Analisar o impacto de grandes aglomerações de pessoas nos estádios e nas ruas para comemorar (alegria e entusiasmo de um lado e sujeira e tumultos se não houver respeito e organização). ✓ Identificar elementos que contribuem para caracterizar a identidade cultural de cada país, inclusive o nosso (danças, músicas, culinária, vestuário, pontos turísticos, esportes típicos, brincadeiras tradicionais, entre outros), explorando os aspectos mais relevantes com os alunos a partir dos seus interesses. ✓ Animais típicos de cada continente (principalmente os que inspiraram a criação das mascotes da Copa) em conexão com o projeto Animais. ✓ Abordagem da união dos povos através da Copa. ✓ Compreensão de que o resultado de um jogo nem sempre é aquele que esperamos, há sempre a possibilidade de vencer ou perder e é necessário aprender a aceitar a derrota também. Através da identificação dos erros ou da falta de harmonia que culminou na derrota é possível traçar novas estratégias para aprimorar o desempenho. ✓ Respeito pelo time da preferência dos outros (identificar a influência de torcer por determinado time e esclarecer que nem todo mundo é obrigado a gostar de futebol) – tematizar a questão da violência: quando a torcida excede os limites da tolerância e torna-se fanatismo. ✓ Através das pesquisas sobre outros países será possível também identificar e verificar heranças culturais que temos de outros povos em nossos costumes e também vislumbrar as contribuições brasileiras para outros países (mundo globalizado). ✓ Compreender a estrutura de um campo de futebol e de um estádio (observar a planta de um estádio ou uma projeção gráfica), inclusive explorando a divisão dos setores e o preço que varia de acordo com a proximidade do campo e o conforto das instalações. ✓ Visitar um campo de futebol (identificar formas geométricas e medir sua extensão, calculando distâncias com instrumentos de medida tanto convencionais, como alternativos.). ✓ Explorar as diferentes funções que os números possuem em diversos contextos (números nas camisas de futebol, no placar, duração das partidas, tabela de resultado dos jogos, número de jogadores que compõem uma equipe, as datas e os horários das partidas). ✓ Durante a competição acompanhar a evolução de pelo menos dois times, o Brasil e mais um (a ser definido). ✓ Montar um Jogo da Memória com as bandeiras dos países participantes.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 111 ✓ Explorar conceitos matemáticos em receitas culinárias de pratos típicos brasileiros e internacionais. ✓ Explorar as manifestações culturais artísticas dos países que cada turma pesquisará, aprofundando-se naquelas que as crianças manifestarem maior interesse. ✓ Músicas, danças e brincadeiras típicas das regiões do Brasil e também de outros países participantes da Copa. PROCEDIMENTOS BÁSICOS E RECURSOS: ✓ Rodas de Conversa temáticas tanto para sondar conhecimentos prévios, como para levantar hipóteses e curiosidades que gostariam de conhecer e pesquisar. ✓ Pesquisas em diferentes veículos de informação (livros, revistas, jornais, cartazes, sites da internet, vídeos, filmes, documentários, dados coletados junto às famílias, entre outros). ✓ Registro dos momentos marcantes e mais significativos do projeto com fotos e filmagens. ✓ Solicitação de ingredientes ao Setor responsável pelo cardápio escolar para preparação de receitas culinárias escolhidas pelas turmas. ✓ Materiais diversos: diferentes tipos de papéis, cola colorida, cola branca, cola quente, massinha ou argila para modelagem, tecidos e TNT, EVA, tintas, fitas de tecido, fitas adesivas (durex colorido, durex fino, médio e largo, fita crepe), entre outros. ✓ Mapas e globos terrestres. ✓ Instrumentos musicais, computadores, impressoras, câmeras digitais, filmadoras, microfones, rádios, data show, gravadores, liquidificador e batedeira. ✓ Intenção de estudos de meio através de visita a um estádio de futebol (conhecer o gramado, as instalações do vestiário, a cabine de transmissão, o banco de reservas, a arquibancada, um time de futebol treinando) e de vivenciar o encantamento de apreciar uma orquestra ao vivo – verificar a possibilidade de parcerias com outros Secretariais Municipais (Esporte e Cultura) para viabilizar tais ações, sem que a escola necessite custear o transporte. CONSIDERAÇÕES DIDÁTICAS: ✓ As perguntas e interesses das crianças nortearão a condução do projeto, sempre havendo flexibilidade para adaptar atividades ou mesmo para incluir ou excluir algumas etapas, em prol de aprendizagens realmente significativas e prazerosas. ✓ O tema será explorado em dois blocos organizativos: até o mês de junho, foco nas conexões previstas com o evento Copa do Mundo e, de julho em diante, na musicalização e nos desdobramentos advindos da tematização de
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 112 pesquisas sobre os países participantes. AVALIAÇÃO: ✓ Será processual, baseada na observação de atitudes, do nível de interesse e curiosidade das crianças frente aos conteúdos trabalhados. ✓ Acompanhamento da evolução das aprendizagens de acordo com os objetivos propostos, atentando-se principalmente à elaboração de perguntas pertinentes ao assunto por parte das crianças e as relações que fazem entre os conhecimentos prévios e os conhecimentos construídos. O MUNDO ANIMAL Turmas do Infantil V manhã e tarde Professoras: Aline, Aline Danielle, Antônia, Danielle, Elizangela, Gisela, Ivanil, Nádia e Tereza. Tema: Animais Duração: de abril a novembro/2018 Justificativa Para que servem os bigodes dos animais? Por que alguns ovos têm duas gemas? Se a galinha tem asa, por que não consegue voar? Por que uns são mais peludos que outros? A biodiversidade é algo fascinante para as crianças, são simplesmente fascinadas pelos tantos e diferentes animais que existem. Do meio urbano ao rural, existe uma grande diversidade animal coexistindo conosco, além de sua presença na vida infantil, através de histórias e desenhos animados; sendo assim, a criança possui um caráter de identificação de suas vivências pessoais e sociais. Baseado no RCNEI (vol. 3/1998), a construção deste conhecimento também é uma das condições necessária para que as crianças possam aos poucos desenvolver atitudes de respeito e preservação á vida e ao meio ambiente. O projeto leva à aprendizagem do conhecimento ao respeito com os animais, que são seres vivos importantes para o nosso planeta e para o homem, como componentes da Natureza. Objetivos ✓ Reconhecer e identificar os diferentes tipos de animais; ✓ Promover o respeito para com todas as espécies de seres vivos; ✓ Desenvolver raciocínio lógico e dedutivo; ✓ Desenvolver a criatividade; ✓ Aumentar o vocabulário; ✓ Valorizar animais e seu habitat natural; ✓ Conhecer características comuns e diferentes entre animais;
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 113 ✓ Desenvolver consciência ecológica; ✓ Classificar os diversos animais a partir de suas principais características; ✓ Diferenciar vertebrados e invertebrados; ✓ Conhecer os diversos animais apontando para sua diversidade (locais onde vivem, sua alimentação, seus hábitos e outras peculiaridades relativas a cada espécie); ✓ Correlacionar todo o estudo com o desenvolvimento do processo de alfabetização ✓ Comparar diversos tipos de animais através da observação; ✓ Refletir sobre as características individuais de cada animal e risco de extinção; ✓ Identificar as características específicas de cada grupo de animais; ✓ Identificar: vertebrados e invertebrados, domésticos e selvagens, úteis e nocivos, aquáticos, terrestres e aéreos, reprodução e habitat dos animais ✓ Pesquisar mais a fundo o grupo e as características dos animais de mais interesse pelo grupo; ✓ Coletar dados por meio de pesquisas e observações; ✓ Usar diferentes fontes de informação e relacioná-las; ✓ Selecionar alguns tipos de animais para pesquisa; ✓ Comparar pesos e medidas; ✓ Formular questões pertinentes que apontem para a caracterização de determinado animal; ✓ Visitar o Zoológico, Fazendinha dos Bichos, mini zoológico no parque Estoril ou aquário (de acordo com o foco de trabalho em cada turma); ✓ Preocupar-se com a preservação da natureza; ✓ Conhecer diversas espécies de animais, não somente os da história, mas também os demais pertencentes aos 5 grupos de vertebrados: aves, mamíferos, répteis, peixes e anfíbios e os invertebrados ✓ Diferenciar vertebrados de invertebrados ✓ Distinguir diferentes formas e tamanhos de animais, lembrando seus nomes e sons vocais. ✓ Reconhecer as utilidades dos animais para os seres humanos. Conteúdos Língua Portuguesa ➢ Oralidade: ✓ Reconto de histórias. ✓ Descrição de personagens e fatos. ✓ Expressão de desejos, necessidades e sentimentos. ✓ Respeito diante das colocações de outras pessoas. ✓ Participação de jogos de linguagem (brincadeiras de roda, cantigas etc). ➢ Leitura: ✓ Reconhecimento das letras do alfabeto. ✓ Valorização da leitura. ✓ Sequencia do alfabeto ✓ Interesse em ler e ouvir a leitura de diferentes gêneros. Gêneros a serem trabalhados: Lendas, contos de fadas, fábulas e receitas. ➢ Escrita: ✓ Escrita do próprio nome ✓ Produção de textos coletivos ✓ Sistema de escrita alfabética
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 114 ✓ Gêneros a serem trabalhados: Listas, receitas e parlendas Matemática ➢ Sistema de numeração decimal: ✓ Contagem oral ✓ Reconhecimento dos numerais do 0 ao 30. ✓ Escrita dos numerais de base (0 ao 9). ✓ Escrita da sequencia numérica do 0 ao 30. ✓ Comparação de escritas numéricas. ✓ Comunicação de ideias matemáticas, mediante o uso da linguagem oral. ➢ Grandezas e medidas: ✓ Comparação de grandezas ✓ Introdução a noções de medias de comprimento, peso e capacidade, mediante o uso de unidades convencionais e não convencionais. ➢ Espaço e forma: ✓ Reconhecimento e identificação das propriedades das formas geométricas simples (circulo, quadrado, retângulo e triangulo) ✓ Trabalho com tangram ✓ Trabalho com dobraduras ➢ Tratamento da informação: ✓ Elaboração de estratégias para lidar com problemas do cotidiano. ✓ Representação e leitura de dados apresentados de maneira organizada (listas, tabelas e gráfico de barras). ➢ Ciências e educação ambiental ✓ Alimentação saudável: ✓ Seres vivos ✓ Classificação do reino animal (filos) ✓ Características, alimentação, habitat dos animais ✓ Importância de alguns alimentos para o corpo. ➢ Corpo e movimento ✓ Resgate de brincadeiras. ✓ Exploração de movimentos corporais (velocidade, força, trajetória, flexibilidade resistência). ➢ Artes visuais e música ✓ Apreciação de obras de arte com tema animais e paisagens naturais: ✓ Reconhecimento de cores ✓ Som dos animais – Bingo sonoro Etapas prováveis De acordo com o foco de trabalho de cada turma, as etapas gerais poderão ser: ➢ Vídeos ➢ Observações de animais na natureza, em fotos ou em vídeos; ➢ Lista de nomes dos animais estudados e classificação; ➢ Pesquisas sobre habitat, alimentação, características, benefícios e malefícios e a relação com o homem;
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 115 ➢ Leitura e reconto de histórias; ➢ Envio de pesquisas, livros e atividades para casa; ➢ Atividades de registro; ➢ Atividades de alfabetização; ➢ Jogos e brincadeiras; ➢ Musicas e cantigas; ➢ Receitas diversas; ➢ Adivinhas. ➢ Álbum de figurinhas ➢ Gráfico de preferências ➢ Rodas de conversa Possibilidade de temas geradores: ➢ Os diferentes habitats dos animais e suas “casas”. ➢ Diferenças entre animais silvestres e animais domésticos. ➢ Crimes contra os animais (tráfico de animais silvestres e maus-tratos). ➢ Painel de fotos com os bichos de estimação das crianças da turma. ➢ Recordes animais. ➢ Nome Científico e Nome popular dos animais/ ficha técnica com principais características. ➢ Animais em extinção e já extintos (incluindo os dinossauros). ➢ Mestres da camuflagem. ➢ Animais que inspiraram grandes invenções. ➢ Cadeia alimentar, predadores naturais e equilíbrio ecológico. ➢ Tempo de vida dos animais (conceito de brevidade e longevidade). ➢ Animais peçonhentos (do veneno também se pode obter a cura: vacina). ➢ Características dos animais de acordo com sua espécie e classificação. ➢ O mundo microscópico dos animais. Produto final Por se tratar de um tema amplo com diversas e possíveis ramificações, cada turma irá elaborar um produto final de acordo com a necessidade e interesse do grupo. Este produto final será elaborado no decorrer do projeto. Avaliação Será feita ao longo do projeto observando o cumprimento de etapas e o crescimento individual e do grupo.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 116 O MUNDO ANIMAL - ANELÍDEOS Turma: Infantil V - turma Professora: Ivanil Tema: anelídeos Duração: de abril a novembro/2018 Produto final Construção de uma composteira com a turma e um livro de atividades e descobertas Justificativa Por se tratar de um tema muito amplo, esta turma do infantil V dará continuidade ao projeto “O mundo Animal”, tendo um olhar mais apurado para os Anelídeos, os quais são divididos em três grupos: Polychaetas (muitas cerdas), Olygochaeta (poucas cerdas) e Hyrudinea (ausência de cerdas). Existem cerca de 15.000 espécies destes indivíduos, entre os ambientes de água doce ou salgada e solos úmidos São encontrados em vários habitats, como os oceanos, os rios.. As minhocas assumem um papel importante na fertilização do solo e aeração, ajudando no desenvolvimento e crescimento de plantas. Instigar a curiosidade à pesquisa, à observação e o registro. Ampliar o seu conhecimento sobre a minhoca, perder o medo, até o nojo que antes demonstraram, quando viram o animal dentro da composteira e a sua importância para as plantas sendo grupos de animais que podem viver tanto em água doce como em agua salgada. Objetivos específicos: Identificar onde podemos encontrar as minhocas no meio ambiente, a fim de conhecer suas características, cuidados básicos e valorização da vida. Objetivos específicos: ✓ Identificar no meio ambiente onde vive a minhoca. ✓ Proporcionar a criança o contato com animais diferentes. ✓ Conhecer as características das minhocas. ✓ Explorar materiais diferentes como: terra, minhoca, massinha, etc. ✓ Interagir com diferentes elementos da natureza. ✓ Desenvolver atitudes de manutenção e preservação do meio ambiente. ✓ Conhecer o uso e os procedimentos de uma composteira. Conteúdos: ✓ Iniciativa para fazer escolha; (identidade e autonomia) ✓ Exploração de diferentes materiais; (artes visuais) ✓ Canto, linguagem musical; (música) ✓ Comunicação; (linguagem) ✓ Meio ambiente, seres vivos; (natureza e sociedade) ✓ Comparação, contagem oral; (matemática) ✓ Expressividade; (corpo e movimento) ✓ Produção de adubo orgânico
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 117 Procedimentos: ✓ Rodas de Conversa temáticas, tanto para sondar conhecimentos prévios, como para levantar hipóteses e curiosidades que gostariam de conhecer e pesquisar. ✓ Pesquisas em diferentes veículos de informação (livros, revistas, jornais, cartazes, sites da internet, vídeos, filmes, documentários, dados coletados junto às famílias, entre outros). ✓ Registro dos momentos marcantes e mais significativos do projeto com fotos e filmagens. Recursos ✓ Materiais diversos: diferentes tipos de papéis, cola colorida, cola branca, cola quente, massinha ou argila para modelagem, tecidos e TNT, EVA, tintas, fitas de tecido, fitas adesivas (durex colorido, durex fino, médio e largo, fita crepe), terra , pazinhas, ancinhos, enxadas entre outros. ✓ Visita à uma horta comunitária, um minhocário ou ao Museu da Pesca. Observações A horta da escola está precisando de uma reforma, há muitas formigas e muitas raízes dentro dos canteiros. É preciso também realizar as podas de algumas árvores que fazem sombras nos mesmos prejudicando as plantas de se desenvolverem. Trocar a terra dos canteiros por uma terra adubada cheia de nutrientes para receber as minhocas facilitando o seu trabalho na produção de húmus para um bom desenvolvimento das hortaliças. Avaliação Será feita ao longo do projeto observando o cumprimento de etapas e o crescimento individual e do grupo. O MUNDO ANIMAL - ARTRÓPODES/ANELÍDEOS Turma: Infantil V - turma Professoras envolvidas: Aline C. Tema: artrópodes/anelídeos Duração: de abril a novembro/2018 Justificativa Por se tratar de um tema muito amplo, esta turma do infantil V dará continuidade ao projeto “O mundo Animal”, tendo um olhar mais apurado para os artrópodes/anelídeos (inclui aracnídeos, insetos e minhocas), pois proporcionará às crianças a possibilidade de vivenciar e dar asas a curiosidade, explorando a natureza e suas infinitas possibilidades, através deste universo verde. Objetivos: • Conhecer a organização dos animais que vivem em colônia.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 118 • Estabelecer relações entre diferentes espécies de seres vivos, suas características e necessidades (espécies serão escolhidas pelas próprias turmas). • Compreender que os animais (até os microscópicos), também têm sua importância e valor para o equilíbrio ecológico. • Desenvolver apreço pela pesquisa e investigação como um meio de adquirir e aprofundar conhecimentos. Conteúdos • Valorização de atitudes e preservação de ambientes coletivos e do meio ambiente. • Cuidados em relação aos animais e as plantas. • Conhecimento de algumas espécies da fauna brasileira e mundial. • Organização dos animais que vivem em comunidade. Etapas prováveis • Assistir ao filme Lucas, um Intruso no Formigueiro, atentando-se para os detalhes da vida das formigas. • Roda de conversa sobre os aspectos interessantes sobre as formigas que viram no filme, levantando também perguntas e curiosidades que gostariam de saber. • Selecionar na Biblioteca Interativa livros cujas histórias tenham as formigas como personagens, posteriormente lendo-os em sala. • Pesquisar em livros específicos de Ciências, Enciclopédias, revistas e na Internet mais aspectos sobre a vida das formigas. • Procurar quantos formigueiros existem na escola e fazer um mapa apontando onde estão localizados (nesta etapa específica, fazer comparações entre os mapas produzidos pela turma da manhã e pela turma da tarde, verificando as semelhanças e diferenças nas representações e na própria quantidade de formigueiros encontrados). • Estender esta pesquisa sobre formigas para outros insetos, principalmente os encontrados na área externa da escola e nas redondezas, aproveitando para registrar através de fotos os que porventura forem encontrados (aranhas, lagartas, minhocas, caracóis, abelhas, marimbondos e borboletas). Orientações didáticas • Aproveitar ao máximo a curiosidade das crianças em suas buscas pelos animais, mesmo em momentos informais de brincadeira livre na área externa da escola, valorizando assim seus achados e inusitados. • Oportunizar momentos de confronto de ideias entre os conhecimentos prévios e os conhecimentos adquiridos, favorecendo a formulação de novas hipóteses e conclusões. • Relacionar o modo de vida em colônia com o nosso cotidiano, valorizando assim o poder da cooperação e o respeito às diferenças. Todos possuem suas peculiaridades e é no grupo que as habilidades de cada um se conjugam para o bem-estar individual e coletivo.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 119 MÚSICOS DO BRASIL DE A A Z Turma: H e J do Infantil V Professoras envolvidas: Danielle e Aline Danielle Temas: Copa Do Mundo e Música Popular Brasileira Duração: de março a novembro/2018 Justificativa O projeto coletivo da escola neste ano é “Musicas daqui e do mundo, através dos tempos”. Por se tratar de um tema que dá margem para inúmeros desdobramentos, as turmas de infantil V optaram por trabalhar a Copa do Mundo e as músicas e culturas de alguns países. As professoras das turmas H e J, optaram por desvendar o nosso país, que tem uma cultura riquíssima, sendo formada por povos do mundo todo. O trabalho será feito apresentando diferentes ritmos, unindo este ao trabalho com o processo de alfabetização, no reconhecimento das letras do alfabeto e comparação e diferenciação de fonemas (sons iniciais e finais). Estamos fazendo parceria com algumas turmas do infantil IV, que desenvolverá um trabalho muito parecido, em alguns momentos, faremos a interação dessas turmas desenvolvendo atividades em parceria. Objetivos  Diferenciar os países, em relação ao modo de se vestir, alimentação e música.  Valorizar e conhecer as culturas do Brasil, e dos países que irá enfrentar na primeira fase  Conhecer, respeitar e valorizar a cultura de cada País envolvido no evento.  Reconhecer a importância da história de nosso País em Copas do Mundo.  Compreender a necessidade do trabalho coletivo para o sucesso do grupo.  Promover a partir da música, a integração das crianças, dando-lhes oportunidades de expressar sensações, sentimentos e pensamentos, ampliando assim seu conhecimento de mundo.  Ampliar as experiências no campo do ritmo, audição e expressão corporal..  Desenvolver a atenção, o gosto e a sensibilidade em relação a música.  Proporcionar o desenvolvimento do raciocínio lógico, a expressão oral e corporal, a coordenação motora, a percepção visual e auditiva da criança.  Integrar as crianças através da música.  Desenvolver hábitos de leitura a partir da utilização de músicas.  Identificar a música como produto cultural e histórico.  Explorar materiais e a escuta de obras musicais para propiciar o contato e a experiência com a linguagem musical.  Diferenciar fontes sonoras diversas.  Integrar e motivar as crianças através da música.  Exploração do movimento corporal.  Desenvolver a memória musical. Conteúdos Língua Portuguesa ✓ Expressão de desejos, necessidades e sentimentos.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 120 ✓ Respeito diante das colocações de outras pessoas. ✓ Reconhecimento das letras do alfabeto. ✓ Valorização da leitura. ✓ Sequencia do alfabeto ✓ Escrita do próprio nome ✓ Produção de textos coletivos ✓ Sistema de escrita alfabética Gêneros a serem trabalhados: Listas, receitas, biografia e músicas. Matemática ✓ Contagem oral ✓ Reconhecimento dos numerais do 0 ao 30. ✓ Escrita dos numerais de base (0 ao 9). ✓ Escrita da sequencia numérica ✓ Comparação de grandezas e escritas numéricas. ✓ Comunicação de ideias matemáticas, mediante o uso da linguagem oral. ✓ Introdução a noções de medias de comprimento, mediante o uso de unidades convencionais e não convencionais. ✓ Reconhecimento e identificação das propriedades das formas geométricas simples (circulo, quadrado, retângulo, triangulo e losango) ✓ Representação e leitura de dados apresentados de maneira organizada (tabelas e gráfico de colunas). ➢ Ciências e educação ambiental ✓ Alimentação ➢ Corpo e movimento ✓ Jogos e brincadeiras com bola ✓ regras ✓ Exploração de movimentos corporais (velocidade, força, trajetória, flexibilidade resistência). ➢ Artes visuais e música ✓ Apreciação de obras musicais: ✓ Diferenciação de ritmos Etapas prováveis • Roda de conversa – levantamento de conhecimentos prévios – “o que é a copa do mundo?”. • Pesquisa para casa “Qual o significado da copa do mundo para sua família?”. • Roda de conversa – leitura das pesquisas para a turma. • Visita à EMEB Maria Therezinha Besana para conhecer a quadra de esportes e fazer uma brincadeira se eles tiverem horário disponível (Agendar com a direção da escola e GCM). • Visita ao campo de futebol do “Baetão” para conhecer a estrutura e dimensão de um campo “profissional” (Pedir ônibus para SE e entrar em contato com a administração do espaço para agendar data e horário). • Construção de um campo de futebol em escala menor com formas geométricas cortadas em papel colorido e barbante. • Lista coletiva do nome das formas geométricas utilizadas • Contagem de jogadores por time e ao todo no campo.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 121 • Lista das posições dos jogadores em campo. • Apreciação da obra “Futebol” de Candido Portinari. • DVD Castelo Ra tim bum – episodio É taça, é raça, é graça. • Localização no globo e no mapa mundi – Brasil e Rússia (nosso país e o que sediará a copa 2018). • Mascote da Copa – última e o recente (explicar para que serve e a história de cada um desses) • Criação da mascote da turma (desenho feito pelas crianças em parceria as famílias) • Eleição da mascote da turma. • Observação da tabela de Campeões desde a primeira Copa do Mundo. • Contagem de títulos dos países campeões. • Brincadeiras e jogos com bola. • Apreciação e leitura compartilhada da música “Uma partida de futebol” – Skank • Imagens/fotografias impressas dos craques brasileiros destaques nas Copas em que ganharam. • Lista coletiva dos jogadores atuais conhecidos pelas crianças. • Tabela dos jogos (explicar como funciona e para que serve). • Observar os países que jogarão com o Brasil na 1ª fase (suíça, Costa Rica e Sérvia). • Localizar esses outros três países no globo e no mapa. • Conhecer um pouco da cultura, alimentação e pontos turísticos desses países. • Roda de conversa – Levantamento de conhecimentos prévios sobre o Brasil • Desenho animado: “Cascão na Praça do Futebol” • Bandeira do Brasil: o Apreciação – explicar o que cada cor representa o Confecção com formas geométricas cortadas em papel colorido o Lista do nome das formas geométricas utilizadas • Hino nacional: o Apreciação o Apreciação com imagens explicativas o Mostra e explicação da postura usual e o motivo do canto antes dos jogos e em outros eventos. • Pesquisa com as famílias do estado de origem. • Localização desses estados no mapa do Brasil • Vídeos das musicas “Pindorama” e “Eu” – palavra cantada – explicação formação do povo brasileiro • Divisão do Brasil em regiões: • Músicas e comidas típicas de cada região (apreciação e degustação ou receitas) • Região Sul – Vaneirão/xote -> sagu com creme ou cuca • Região Sudeste – funk/samba -> pão de queijo ou queijo com goiabada • Região Centro Oeste – sertanejo -> bolo de banana/manjar branco/ doce de abóbora • Região Nordeste – forró/axé -> cocada • Região Norte – Carimbó/calypso -> açaí • Lista coletiva dos cantores brasileiros preferidos pelas crianças • Apreciação de algumas músicas listadas pelas crianças • Sequencia dos Músicos brasileiros de A a Z
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 122  Adriana Calcanhoto (MPB) Foto e biografia da artista Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Fico assim sem você” e/ou “Ciranda da bailarina” Atividade de adivinhas com a letra A  Balão Magico (música Infantil) Foto e biografia da banda Apreciação e leitura compartilhada das músicas “A galinha Magricela” e/ou “Superfantástico” Atividade de adivinhas com a letra B  Cassia Eller (MPB) Foto e biografia da artista Apreciação e leitura compartilhada das músicas “A cuca te pega” e/ou “ETC” Atividade de adivinhas com a letra C  Demônios da Garoa (samba) Foto e biografia do grupo Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Trem das onze” e/ou “Saudosa Maloca” Atividade de adivinhas com a letra D  Elba Ramalho (Forró/ Frevo) Foto e biografia da artista Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Ai que saudade d’ocê!” e/ou “Bainho de cheiro” Atividade de adivinhas com a letra E  Falamansa (Forró Universitário) Foto e biografia da banda Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Xote da alegria” e/ou “Rindo à toa” Atividade de adivinhas com a letra F  Gonzaguinha (MPB) Foto e biografia do artista Apreciação e leitura compartilhada da música “O que é? O que é?” Atividade de adivinhas com a letra G  Hélio Ziskind (Musica infantil) Foto e biografia do artista Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Tu tu tu tupi” e/ou algumas músicas dos programas Castelo Ra tim bum ou Cocoricó Atividade de adivinhas com a letra H  Ivete Sangalo (Axé/MPB) Foto e biografia da artista Apreciação e leitura compartilhada da música “Festa” Atividade de adivinhas com a letra I  Jorge Ben Jor (MPB)
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 123 Foto e biografia do artista Apreciação e leitura compartilhada das músicas “País tropical” e/ou “Filho Maravilha” Atividade de adivinhas com a letra J  Kid Abelha (Rock/MPB) Foto e biografia da banda Apreciação e leitura compartilhada das músicas a definir Atividade de adivinhas com a letra K  Legião Urbana (Rock) Foto e biografia da banda Apreciação e leitura compartilhada das músicas “pais e filhos” e/ou “ ” Atividade de adivinhas com a letra L  Milton Nascimento (MPB) Foto e biografia da artista Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Bola de meia, bola de gude” e/ou “Maria Maria” Atividade de adivinhas com a letra M  Nando Reis (Rock/MPB) Foto e biografia do artista Apreciação e leitura compartilhada das músicas “All star” e/ou “Inimitável” Atividade de adivinhas com a letra N  Osvaldo Montenegro (MPB) Foto e biografia do artista Apreciação e leitura compartilhada da música “A lista” Atividade de adivinhas com a letra O  Pitty (Rock) Foto e biografia da artista Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Semana que vem” Atividade de adivinhas com a letra P  Quintal da cultura (Música infantil) Foto e biografia do grupo Apreciação e leitura compartilhada de cantigas infantis Atividade de adivinhas com a letra Q  Raul Seixas (Rock/MPB) Foto e biografia do artista Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Tente outra vez” e/ou “O dia em que a terra parou” Atividade de adivinhas com a letra R  Sandy e Junior (Musica infantil) Foto e biografia dos artistas Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Aniversário do tatu” e/ou “Vamo pular” Atividade de adivinhas com a letra S
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 124  Toquinho (MPB) Foto e biografia do artista Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Aquarela” e/ou “O pato” Atividade de adivinhas com a letra T  Ultraje a Rigor (rock) Foto e biografia do artista Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Inutil” Atividade de adivinhas com a letra U  Vinícius de Morais (Bossa Nova) Foto e biografia do artista Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Garota de Ipanema” e/ou “A tonga da Mironga do Kabuleté” Atividade de adivinhas com a letra V  Wilson Simonal (MPB) Foto e biografia do artista Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Mamãe passou açúcar em mim” e/ou “Sá marina” Atividade de adivinhas com a letra W  Xuxa (Música infantil) Foto e biografia da artista Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Abecedário da Xuxa” e/ou “Dona girafa” Atividade de adivinhas com a letra X  Yudi Tamashiro (Música infantil) Foto e biografia da artista Apreciação e leitura compartilhada das músicas “Carrossel” e/ou Shimanchu Nu Takara” Atividade de adivinhas com a letra Y  Zé Ramalho (MPB) Foto e biografia da artista Apreciação e leitura compartilhada da música “Chão de giz” Atividade de adivinhas com a letra Z Produto final Apresentação de dança ou coral na Mostra Cultural 2018 nesta unidade escolar. Avaliação Será feita ao longo do projeto observando o cumprimento de etapas e o crescimento individual e do grupo. 15. ROTINA ESCOLAR: 16.1- Rotina
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 125 Trabalhar com diferentes dimensões do ato educativo significa oferecer diariamente às crianças situações de Cuidados, Brincadeiras e Aprendizagens, auxiliando-as no desenvolvimento integral de suas capacidades, considerando os princípios éticos, estéticos e políticos da Educação Infantil proporcionados em todos os momentos da rotina. A rotina é um elemento muito importante nas instituições de Educação Infantil, por proporcionar à criança sentimentos de estabilidade e segurança. Também proporciona maior organização espaço-temporal, e a liberta do sentimento de estresse que uma rotina desestruturada pode causar. Entretanto, como discutido, a rotina não precisa ser rígida, sem espaço para invenção (por parte dos professores e das crianças), ao contrário a rotina pode ser rica, alegre e prazerosa, proporcionando espaço para construção diária de conhecimentos e significados. Durante todos os momentos da rotina é de suma importância ouvir e observar as crianças nos diversos ambientes e situações, para que os educadores levantar elementos que favoreçam e qualifiquem as intervenções pedagógicas para que o planejamento seja realmente significativo e contextualizado. Como nossa escola possui espaços privilegiados é possível extrapolar as propostas de atividades para além das salas de aula, planejando e propondo diversas atividades de corpo ou fazendo uso de espaços de maneira alternativa, como a leitura de histórias sob a sombra das árvores. Para que todos desfrutem dos espaços que compõem nossa escola é necessário organizar os horários, de modo a garantir a circulação segura das crianças e o uso democrático dos mesmos (refeitório, biblioteca, ateliê, parque, quadra), pois atendemos doze turmas por período, com aproximadamente trezentas e vinte crianças cada. Para garantir a igualdade de oportunidades e qualificação dos planejamentos foram elencados os objetivos referentes a cada espaço ou proposta: Objetivos do uso da rotina diária em sala: • Compreender a marcação do tempo; • Planejar, antecipar ações e posturas e, consequentemente, tranquilizar-se com relação às expectativas referentes às propostas a serem realizadas diariamente; • Organizar a sequência de atividades no uso do tempo e espaço: • Conferir as atividades no final da aula: • Sistematizar o aprendizado; • Garantir a circulação segura das crianças e uso correto dos espaços: • O uso social da escrita; • Antecipar situações do dia-a-dia. 16.2- Entrada e Saída
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 126 Nossa escola possui dois turnos de funcionamento, sendo o primeiro das 08h às 12h e o segundo das 13h às 17h. Todos os dias as crianças são recebidas por membros da equipe de gestão, pelas professoras substitutas que não estejam em sala, auxiliar em educação de apoio a inclusão, além do vigia de plantão. Ao abrirmos o portão, tanto de manhã quanto à tarde, cumprimentamos as crianças, seus familiares, transportadores escolares e passamos a levar os alunos que necessitem de companhia ou acompanhamento até a sala, conversamos com familiares para esclarecimento de dúvidas, enfim, estabelecemos o contato com as famílias e garantimos a segurança das crianças. Diariamente uma representante da equipe de gestão passa pelas salas antes da abertura do portão para verificar se há alguma turma em que a professora porventura não esteja, ficando até a chegada da mesma, para não deixar as crianças sozinhas. Para retirar as crianças, os responsáveis precisam apresentar à professora uma carteirinha de retirada, confeccionada pela equipe da Secretaria da escola e que a cada ano passa por modificações, para que o uso seja feito de forma correta (mudança de cor do papel, por exemplo). Quem quer que venha, seja pai, mãe, avó, tio, transportador escolar, deve apresentar o documento; caso tenha esquecido de trazer o documento, deverá dirigir-se à Secretaria para liberação da carteirinha provisória, que deverá ser devolvida à professora no ato da entrega da criança, para que ela possa devolvê-la a equipe da Secretaria. Os modelos encontram-se nos anexos, sub item –“Impressos utilizados pela unidade escolar (ficha de autorização de retirada de aluno, de carteirinha de retirada e de atrasos /ocorrências na entrada e na saída)”. Objetivos: • Garantir a segurança das crianças; • Estabelecer uma relação saudável com a comunidade; • Esclarecer eventuais dúvidas (com relação aos atestados médicos, medicações, e outras) 16.3 - Salas de aula A organização deste espaço e o planejamento das atividades propostas são de responsabilidade das professoras, orientadas e supervisionadas pela coordenadora pedagógica a partir das necessidades e especificidades de cada turma, considerando os objetivos e conteúdos propostos, registrados num caderno específico para esta finalidade.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 127 Para este espaço são planejados momentos de Atividades Orientadas, Rodas de conversa e música, organização e sistematização da Rotina diária, Atividades Diversificadas, propostas de brincadeira Simbólica, Leituras, apreciações tanto de obras de artistas renomados, quantos das produções dos próprios alunos, entre outras, considerando os princípios de autonomia, diversidade de escolha, constância e alternância. Brinquedos e materiais variados utilizados nas atividades diversificadas e simbólicas estão dispostos em caixas organizadoras dentro de cada sala. Esta ação foi pensada pela equipe para garantir o acesso das crianças e professoras aos materiais disponíveis na escola. A cada dois meses as caixas são rodiziadas, para que outros materiais sejam usados pelas crianças ou a partir da necessidade, as professoras solicitam a troca ou a reposição dos brinquedos que foram quebrados, além de terem acesso a alguns brinquedos de uso coletivo no almoxarifado de brinquedos. Objetivos da sala: • Estabelecer os combinados; • Realizar atividades; • Servir de referência espacial dentro da escola; • Sistematizar os conhecimentos e informações adquiridas; 16.4 - Adaptação e primeiro dia com participação das famílias: Sabemos da importância deste período na construção de vínculos e como um momento de acolhimento das incertezas e inseguranças, por parte dos familiares e das crianças, nesta nova etapa de suas vidas; então desde 2010, temos a proposta de acolhimento das crianças e suas famílias no primeiro dia de aula, sendo que neste ano realizamos apenas para os alunos do Infantil III, após discussões com a equipe. Neste momento de transição da Creche para nosso ambiente ou ainda para aqueles que nunca estudaram acaba tornando-se um momento privilegiado tanto para os pais quanto para os alunos, para que vivenciem um dia na rotina escolar juntos, e assim sentirem segurança com relação às novas vivências e circulação dos pequeninos pelos espaços escolares. Para que este momento ocorresse de forma tranquila e prazerosa, dividimos as turmas em dois grandes grupos de seis professoras cada um. As turmas do Infantil III e algumas do Infantil IV no primeiro horário e as demais de Infantil IV e V no segundo horário, para que os pais pudessem circular mais tranquilamente com as crianças pelo espaço, principalmente nos horários de uso dos espaços coletivos (parque e refeitório), de sala e de conhecimento do prédio escolar. Em complementação a esta atividade integrada são determinados pela Secretaria de Educação outros dias definidos no calendário oficial para este fim, nos quais as crianças de 3 a 5 anos participam de uma rotina diferenciada, com tempo de permanência reduzido (duas horas diárias), de acordo com o planejamento registrado
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 128 nos cadernos de planejamento das professoras, considerando as necessidades de integração e acolhimento dos grupos. Este período também oferece elementos para composição das observações e registros feitos pelas professoras, para que possam traçar seus objetivos em seus planos anuais que fazem parte deste documento, além de servir de referência para a produção dos relatórios das crianças, indicando seus pontos de partida e avanços de cada educando. Além disto, neste período reduzido as professoras também atendem as famílias para preenchimento da ficha de dados pessoais, após o horário de saída das crianças, e assim estabelecem vínculos essenciais ao trabalho. A equipe que atendeu aos alunos do Infantil III este ano considerou como insuficiente o período indicado para esta adaptação, que foi de 10 a 17/02, indicando como possibilidade para 2017 o aumento para as duas semanas como era anteriormente, pois percebeu que muitas crianças da classe ainda passavam por dificuldades na adaptação. Objetivos: • Apropriação da comunidade e das crianças do ambiente e da rotina; • Construir vínculos entre professores, alunos e suas famílias: • Proporcionar a participação da família na rotina escolar. 16.5 – Alimentação Desde Fevereiro de 2015, nossa escola está com o cardápio de lanche, após 13 anos servindo almoço aos nossos alunos. Como um dos objetivos principais para as crianças atendidas em nossa unidade escolar é o desenvolvimento da autonomia, estamos adequando os procedimentos do cardápio do lanche; As crianças servem-se dos alimentos secos (pães, bolachas, bolinhos) que estão dispostos em potes com tampa; dosam os recheios ( carnes, frangos, margarina, requeijão, etc) e também as bebidas nas canecas estimulando, assim, na medida do possível, sua autonomia. As crianças são estimuladas pelas professoras e funcionárias da cozinha a experimentarem de tudo e também são levadas em consideração, quando respeitadas às preferências por este ou aquele alimento e a negação em ingerir determinadas preparações, garantindo assim o direito e a oportunidade da escolha das crianças neste momento.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 129 Para as crianças com restrições alimentares (dietas hipogordurosas , alergias ou dietas pastosas ) são oferecidos os alimentos de acordo com a indicação médica/ nutricional. Objetivos: • Incentivar a alimentação saudável e balanceada; • Escolher e servir-se de alimentos de maneira equilibrada; • Autonomia ao servir-se proporcionado pelo sistema self service; • Significar que o momento da refeição deve ser um tempo dedicado a saborear o alimento, dando ênfase aos benefícios do hábito de sentar-se à mesa; • Vivência em um espaço coletivo que proporciona interação entre crianças que observam os hábitos de outros colegas e possibilitam interação com outros adultos também (equipe de apoio, cozinheiras e outros educadores). 16.6- Ateliê Possuímos um espaço adaptado para este fim, e neste ano foram feitos horários para que todas as turmas pudessem utilizá-lo, de acordo com seu planejamento. Estão à disposição nos armários materiais variados como: tintas, pincéis, cola colorida, areia colorida, canudos plásticos, tampinhas de refrigerante, cola, papeis de vários formatos e texturas, sucatas, canetas hidrográficas, lápis de cor, lápis carvão, adesivos, olhos de plástico, etc. Como meta de ampliação do repertório visual dos alunos e professores, repertório este de obras famosas de artistas renomados, o trio de gestão montará um material digital, que ficará disponível na sala de aula virtual do grupo de professoras (Google Sala de Aula), que poderá ser acessado e mostrado aos alunos, através da projeção em tela na biblioteca ou sala de aula, possibilitando uma melhor visualização de todos dos detalhes que compõem o trabalho do artista em questão, para análise de cores preferidas, formas, traços, contrastes, etc. Como nossos mobiliários são adaptados, ainda sentimos falta de uma estrutura diferenciada que promova a autonomia, a criatividade e a observação das produções das crianças e dos artistas trabalhados. Objetivos: • Privilegiar o uso do ateliê como espaço diferenciado, fazendo o uso das diversas linguagens artísticas; • Ampliar o repertório artístico cultural das crianças e professores; • Promover estratégias de uso do percurso criador para o desenvolvimento da criatividade; • Apreciar as obras de diferentes artistas e colegas; • Desenvolver a autonomia quanto à organização e conservação do espaço;
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 130 Propostas: Compra de mobiliário adequado como: mesa grande com banquetas para uso das crianças, complementação e reforma dos cavaletes, fechamento e isolamento acústico do espaço, aquisição de um computador e um Projetor multimídia fixos para facilitar as rodas de apreciações dentro deste espaço (projeção das obras na parede em tamanho muito maior que o de uma cópia em A4). 16.7 - Parque de areia e parque interno Entendemos que a brincadeira é um comportamento socialmente construído, que auxilia a criança a entender a si mesma e o universo cultural o qual está inserida, podendo ser mais ou menos rica em função dos materiais, do tempo, do espaço e dos parceiros de que dispõe e, portanto a intencionalidade educativa também deve estar presente neste espaço cheio de possibilidades. Refletir sobre o tempo dedicado às brincadeiras de parque, os materiais e equipamentos oferecidos, a formação dos grupos e as formas de interação das crianças com o ambiente, entre si e com os adultos, pode contribuir para que a utilização do espaço seja repleta de aprendizagens. Todas as turmas tem um horário pré-determinado para uso deste espaço que é um dos momentos mais esperados da rotina, pois podem brincar livremente nos brinquedos ao ar livre, além de explorar diferentes possibilidades de interação e brincadeiras com uso de pazinhas, potes e forminhas de diferentes formatos. Propomos também as professoras que façam intervenções físicas neste espaço para que este não se limite apenas no uso dos brinquedos e equipamentos que compõem este local, mas para que as crianças sejam desafiadas, tanto física quanto intelectualmente a explorarem de diversas maneiras o próprio corpo neste espaço tão rico e querido por todos. Nos dias chuvosos, a atividade externa é transferida para nosso galpão, ao lado do refeitório, onde são montadas atividades físicas, para que possam brincar e se divertir também. Objetivos: • Socializar e interagir; • Proporcionar a comunicação; • Participar de situações propostas de desafios motores;
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 131 • Elaborar estratégias de composição de brincadeiras e resolução de conflitos; • Explorar a ludicidade destes espaços; • Compreender regras de usos de espaços coletivos; • Brincar; • Fazer uso do jogo simbólico. 16.8 – Biblioteca Interativa e biblioteca circulante A infância é o momento em que as crianças estão mais propícias a desenvolver hábitos que serão seguidos por toda vida, por isso consideramos essencial estimular desde sempre o gosto de nossas crianças pela leitura. É necessário também mostrar que o ato de ler além de ser usado na obtenção de informações pode ser muito prazeroso, fantástico e lúdico. Para que alcancemos este objetivo principal fazemos uso de diferentes espaços e estratégias como: leitura e contação de histórias com uso de livros, fantoches, ou outros objetos, leitura individual e manuseio dos livros da Biblioteca da escola e da biblioteca circulante, entre outras propostas de situações de uso social da leitura. Desde o ano de 2016, nossa biblioteca conta com a funcionária Sandra, para organizar o acervo, realizar empréstimos e demais ações pertinentes ao espaço pedagógico, sendo sempre muito disponível para auxiliar crianças e adultos que lá estão. Em 2017 nossa biblioteca passou por uma pequena reforma e pintura, e foi denominada no dia 21/10/2017 em uma bonita e tocante cerimônia, no sábado letivo com famílias, em homenagem à nossa saudosa amiga e professora desta escola por 30 anos, nossa “Rosemary Mira Ornellas de Rosa”. Neste dia compareceram membros da família de Rosemary ( tias maternas, prima e primo), bem como seu esposo, filho e nora, cujas presenças em muito nos alegraram. Semanalmente as turmas têm um horário individual garantido para uso da BEI, há um planejamento prévio das propostas a serem vivenciadas pelas crianças neste espaço registradas no caderno de planejamento de cada professor; somente às segundas-feiras este espaço é fechado para manutenção e higienização. As
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 132 professoras conversam com a Sandra e ela faz as adequações necessárias aos temas sugeridos por elas e pelas crianças, para uso dos recursos e contação de histórias. O empréstimo dos livros este ano será feito na própria biblioteca, em parceria com a oficial Sandra, bem como a devolução/ rodízio, troca de exemplares, ou ainda necessidade de conserto, reposição ou descarte de exemplares danificados. A linguagem teatral é um recurso muito interessante como estímulo para a leitura, portanto propomos para este ano letivo apresentações da equipe docente e gestora para os alunos, com o objetivo de conhecer outra linguagem artística e propor uma atividade cultural diferenciada, uma vez ao mês. Nestas apresentações serão usadas histórias de livros ou CD’s que compõem o acervo da unidade. Nossa equipe escolar irá apresentar às crianças algumas histórias , encenadas no palco, como forma de propiciar o acesso à expressão e linguagem teatral. Já fizemos isto em 2015 , 2016 e 2017 e o resultado é magnífico: as crianças aproveitam cada momento da história, participando e até ajudando as personagens em cena. 16.9 - BIBLIOTECA INTERATIVA: Objetivos: • Incentivar o gosto pela leitura; • Ler com diferentes finalidades; • Interessar-se e conhecer os diversos portadores de diferentes gêneros textuais ( livros, gibis, revistas, jornais); • Organizar e cuidar dos livros com autonomia; • Aprender a postura de leitor; • Ouvir histórias; • Utilizar dos diferentes recursos tecnológicos (DVD, CD, rádio, TV, PC); • Pesquisar; • Participar de situações de pesquisa e leitura; PROPOSTAS: Complementar o acervo de livros, CDs, DVDs e compor um acervo de fantasias para adultos e crianças. BIBLIOTECA CIRCULANTE/ EMPRÉSTIMO: Objetivos: • Estimular o gosto e consequentemente a valorização da leitura; • Ler em diferentes situações; • Familiarizar-se com a escrita por meio de diversos portadores; • Ampliar os conhecimentos sobre a língua; • Interação entre família e escola; • Ampliar o vocabulário das crianças; • Aprender a ter noções de responsabilidade; • Proporcionar situações onde as crianças tenham a possibilidade de escolha; • Estimular as crianças a ler imagens e a construir histórias a partir delas.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 133 16.10 - Quadra O esporte consolida práticas como a cooperação, comunicação, respeito pelas regras, resolução de conflitos, entendimento, conexão com outras pessoas, liderança, respeito com o outro, valor do esforço, como vencer, como perder, como administrar a competição, autoestima, responsabilidade, honestidade, trabalho em equipe, disciplina e confiança. Possuímos nesta escola um espaço de quadra descoberta e este ambiente propício ao Movimento é um dos espaços mais utilizados para atividades corporais com uso de mediadores (corda, bola, bambolês, pés de madeira, etc), de jogos cooperativos, circuitos motores, entre outros, onde todas as turmas têm garantido um horário diário no quadro de horários de uso dos espaços coletivos. Objetivos: • Explorar jogos e atividades que promovam o desenvolvimento de noções de cooperação, coletividade e habilidades motoras diversas; • Explorar o próprio corpo por meio de atividades significativas e contextualizadas. Propomos: Reforma deste espaço rico em possibilidades, pela PMSBC. 4.11 – Outros espaços de atividades coletivas Como nossa escola tem uma estrutura física privilegiada, eventualmente as crianças utilizam outros espaços, tanto internos quanto externos para suas atividades. Por exemplo: Parque interno, Pátio externo, Pátio interno com palco: este quando não é utilizado como parque e espaço de circuito motor e momentos coletivos (hino, entrada coletiva), pode ser uma opção para desenvolver atividades de corpo e movimento. CANTEIROS: FOTO Nossos canteiros são originais da fundação da escola, feitos em cimento e com altura, profundidade e largura que possibilitam o plantio e os cuidados com a horta feitos pelos alunos e professoras. Em 2016 várias turmas plantaram diversos legumes, verduras, ervas aromáticas, ervas medicinais e ao final do ano puderam degustar aquilo que escolheram plantar: alface, agrião, tomate, chás de erva cidreira, entre outros.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 134 Os objetivos referentes ao uso destes espaços estão descritos no Projeto Coletivo Canteiros e Hortas. PÁTIO INTERNO: Quando não utilizado como parque e espaço de circuito motor ou momentos coletivos (hino, entrada coletiva, teatro), é uma opção para desenvolvermos atividades de corpo e movimento. Circuito motor: Periodicidade: semanal. Objetivos: • Desenvolver as capacidades físicas de coordenação motora, agilidade, noções de espaço, equilíbrio, lateralidade, entre outros; • Compreender comandas e orientações para execução das propostas. PROPOSTAS: Compra de novos materiais: bambolês, cordas, bolas individuais, cones de sinalização. Hinos Nacional e de São Bernardo do Campo Neste momento, as crianças vão até o pátio interno e são organizadas em filas, seguindo-se as regras para cantarmos o Hino Nacional. São levadas as três bandeiras (Nacional, do Estado de São Paulo e de São Bernardo), que são seguradas por alunos da escola, enquanto os demais aprendem a melodia e a letra de cada Hino. Objetivos: • Desenvolver a cidadania; • Conhecer os hinos: Nacional e São Bernardo do Campo; • Apresentar e conhecer as diversas bandeiras; País, Estado e cidade de São Bernardo do Campo; • Respeitar os símbolos nacionais; • Resgatar o respeito à Pátria. Periodicidade: mensal, na última sexta-feira de cada mês. 16.11 - Estudos do meio
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 135 As atividades de estudo do meio devem estar integradas e relacionadas aos planejamentos e propostas de projetos, discutidos com as crianças para que tenham sentido. Objetivos: • Ampliar o conhecimento de mundo; • Conhecer e apropriar-se de diversos espaços culturais e de convivência para além dos muros da escola; • Enriquecer e ampliar os conhecimentos por meio da participação nos projetos e sequenciadas realizadas em sala. PROPOSTAS: Conhecer as atividades e espaços culturais oferecidos pelo município e fora dele. Sugestão de propostas de estudos do meio LOCAL TEMA Aquário Municipal de Santos Animais marinhos Borboletário Municipal de Diadema Insetos e natureza Centro de Reflexão para o Trânsito Trânsito seguro COOP Vianas Profissões Estádio 1º de Maio (SBC) Projeto sobre Futebol Insetário de São Paulo Insetos Jardim Botânico Natureza Museu do Catavento Cultural e Educacional Astronomia, Terra, Vida e Engenho Museu da Pesca Animais marinhos
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 136 Parque Escola Brinquedos de sucata e meio ambiente Parque Estoril Animais, água e preservação ambiental Parque Jaçatuba Brincar SABINA Parque Escola do Conhecimento Dinossauros, animais, astronomia, reciclagem. SESC Santo André / São Caetano (teatros gratuitos) Teatro SESC Itaquera Música, folclore e brincar Zoológico de São Paulo Animais No PPP do ano anterior fizemos apenas poucas considerações sobre como se dá o processo de avaliação em nossa escola, não por descuido, mas por fazer parte do processo de construção de conhecimentos deste grupo, que aos poucos vai se consolidando e repensando ano a ano quais aspectos merecem ser priorizados nas discussões acerca do nosso projeto de trabalho, pois não é possível rever todos os aspectos do documento com o cuidado e dedicação merecidos; para tanto, levamos a discussão para o grupo que explicitou nestes registros suas ideias sobre esta ferramenta de trabalho. 16. Avaliação das aprendizagens As discussões acerca da avaliação necessitam de reflexões consistentes e sistemáticas, pois avaliar é importante para a qualificação do trabalho desenvolvido, exige foco, um olhar sensível para poder enxergar as sutilezas do outro e cabe a cada educador, conhecer os saberes de seus alunos, ter clareza dos seus objetivos, fazer as intervenções necessárias e refletir sobre seu trabalho, para assim garantir aprendizagem de todos e de cada um. Anualmente refletimos sobre a avaliação em momentos coletivos. Buscamos afinar conceitos e princípios para que tenhamos coerência no pensar e na utilização dos instrumentos avaliativos, sempre considerando as especificidades de cada faixa etária na busca de um padrão de qualidade. Sendo assim, avaliar é um processo permanente que complementa e direciona a construção do fazer pedagógico. Para Vygotsky, a construção do pensamento e da subjetividade é um processo cultural, e não uma formação natural e universal da espécie humana, portanto, todos os nossos recursos humanos e materiais devem estar voltados para que as crianças
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 137 recebam um atendimento de qualidade, dentro desta instituição escolar em todos os sentidos. A Lei de Diretrizes e Bases diz que: “Na educação infantil a avaliação far-se-á mediante acompanhamento e registro do seu desenvolvimento, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental.” (Lei 9394/96, artigo 31.) E de acordo com Zilma de Moraes Ramos de Oliveira, a finalidade da avaliação na Educação Infantil não é excluir, mas ao contrário: incluir as crianças no processo educacional e assegurar-lhes êxito em sua trajetória. Portanto, para nossa equipe o ato de avaliar envolve conhecer o desenvolvimento integral da criança, para promover situações que potencializem ao máximo suas capacidades e assim promover avanços a partir dos conhecimentos que possuem, por meio de situações que envolvam aprendizagens significativas. Desta forma o planejamento necessita ser dinâmico e flexível, considerando as necessidades apontadas nos registros sobre as observações e reflexões de todos os momentos da rotina. Neste processo avaliativo nos utilizamos de instrumentos metodológicos que compõem a documentação pedagógica e subsidiam a ação formativa, pois possibilitam o exercício sistemático da reflexão para a construção e apropriação da disciplina intelectual. Estes instrumentos contribuem para um olhar reflexivo sobre as ações realizadas ou planejadas que sistematizam, organizam e dão indicativos para os próximos passos. Temos também outros cadernos de registros, de acompanhamentos específicos, utilizados exclusivamente pelos membros do trio de gestão: • Caderno de ocorrências (registros de acidentes ocorridos com as crianças na escola ou em casa); • Caderno de registro das reuniões com funcionários (registros das reuniões específicas dos segmentos - apoio, cozinha, administrativos e professores, sejam elas formativas ou para alinhamento de condutas e procedimentos, redistribuição de tarefas ou ainda o registro formal de advertência a funcionários). • Pasta de acompanhamento da Orientadora Pedagógica (registros dos encontros semanais, encaminhamentos e plano de ação com a equipe escolar). • Caderno de Assembleias da APM: livro ata no qual são feitos os registros da eleição e composição anual da APM, bem como das Assembleias Gerais Extraordinárias ou Ordinárias, com pautas definidas de acordo com o Estatuto das APM’s ou situações nas quais seja necessário convocar pais e comunidade escolar, para a deliberação de assuntos específicos.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 138 • Cadernos de eleição de Conselho de Escola: uso restrito para registro da eleição anual ou da substituição de membros, quando se faz necessário. • Caderno de utilização de verba da APM: neste são feitos os registros das tomadas de preços e de como serão gastos os recursos financeiros da entidade. • Caderno de registros das ocorrências dos vigias da escola (Skill) : neste ocorrem os registros dos vigias, quando assumem ou entregam o posto a um colega , mesmo que não ocorra nenhuma intercorrência. E quando há algo que precisam indicar (tentativa de invasão, por exemplo) é neste caderno que anotam o ocorrido e as providências tomadas. • Caderno de autorização de uso da escola: nele a equipe de gestão deixa por escrito aos vigias, aos finais de semana ou feriados, quem são as pessoas ou entidades autorizadas a fazerem uso da escola ( Aula de Capoeira, Ballet, manutenção predial, Projeto Habitacional dos Moradores de Bairro, etc), quais são os locais e horários permitidos. • Caderno de registros dos bilhetes enviados pelas agendas (solicitações das famílias e respostas das professoras - ocorrências atípicas). Copiamos e colamos os bilhetes em questão, cujos temas são os mais variados ( queixas sobre problemas na sala, alergias, problemas de saúde, restrição de retirada, etc). 17. AÇÕES SUPLEMENTARES 18.1 - AEE - ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO A Política Nacional da Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva (MEC, 2008) institui diretrizes para o atendimento educacional especializado. Com objetivo de organizar o trabalho do AEE na rede municipal de ensino, constam no Portal da Educação, os documentos orientadores do Atendimento Educacional Especializado. O público alvo para este atendimento a educação especial, são os alunos com deficiência (intelectual, visual, auditiva e/ou múltiplas deficiências), transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação). Sendo assim, o AEE tem como função complementar ou suplementar a formação do aluno por meio da disponibilização de serviços, recursos de acessibilidade e estratégias que eliminem as barreiras para sua plena participação na sociedade e desenvolvimento de sua aprendizagem. Consideram-se recursos de acessibilidade na educação, aqueles que asseguram condições de acesso ao currículo dos alunos com deficiência ou mobilidade reduzida, promovendo a utilização dos materiais didáticos e pedagógicos,
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 139 dos espaços, dos mobiliários e equipamentos, dos sistemas de comunicação e informação, dos transportes e dos demais serviços. Salientamos que o Estudo de Caso e Plano Individual do Aluno são documentos indispensáveis ao trabalho realizado no AEE. Conforme dito anteriormente os Professores do AEE também tem uma documentação específica (Plano de Ação do AEE) descrita no caderno de Instrumentos Metodológicos do AEE de junho de 2012, e segue abaixo o plano desenvolvido pelas professoras de AEE que atendem nossa escola. PLANO DE AÇÃO - ANUAL – 2018 ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE) Professoras: Luciana Alves Martins de Carvalho (tarde), Márcia Dias Meira (manhã) Público alvo: Alunos com deficiência (intelectual e múltiplas deficiências) e transtornos globais do desenvolvimento (TEA). Justificativa: O atendimento educacional especializado (AEE) é um serviço da educação especial que identifica, elabora, organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade, que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos com necessidades educacionais especiais, considerando sua especificidade (SEESP/MEC, 2008). O AEE complementa e/ou suplementa a formação do aluno, visando a sua autonomia na escola e fora dela, constituindo oferta obrigatória pelos sistemas de ensino. O trabalho realizado no atendimento educacional especializado, junto aos alunos com deficiência volta-se para a contribuição, elaboração de estratégias de ensino que viabilizem aquisição de conhecimentos que envolvam a aprendizagem de leitura e escrita, tendo atenção primordial à alfabetização. Busca-se também a melhoria da comunicação destes alunos em suas diferentes formas, além de favorecer as questões de socialização dentro do agrupamento da sala onde o mesmo esteja inserido. Um dos focos deste trabalho visa orientações pontuadas junto aos professores do regular através das reuniões de inerência, além da adaptação de materiais e atividades pedagógicas que favoreçam seu desempenho junto aos seus pares. Além disso, podemos pensar no planejamento de atividades de ensino de ação colaborativa, ampliando a parceria entre as professoras, tendo como meta a construção de um ensino de qualidade.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 140 18. Calendário escolar homologado
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 141 20. Mais algumas referências bibliográficas: ALARCÃO, Isabel. Professores Reflexivos em uma Escola Reflexiva. Editora Cortez, 2011 . 8ª ed. ALMEIDA, Lucila Silva de – Interações: crianças, brincadeiras brasileiras e escola - Blucher – 2012. CADERNOS DE VALIDAÇÃO – Rotina na Educação Infantil / Avaliação – PMSBC - 2001 FARIA, Vitória Líbia Barreto de, Currículo na Educação Infantil: diálogo com os demais elementos da Proposta Pedagógica, Ed Ática – 2012. FREIRE, Madalena. Educador . Editora Paz e Terra, São Paulo.2010. FRIEDMANN, Adriana, O brincar na Educação Infantil – Observação, adequação e inclusão, Ed. Moderna – 2012. KLEIN, Melanie. (1955). A técnica psicanalítica através do brincar: sua história e significado. Rio de Janeiro: Imago LEI FEDERAL Nº 11.645/08 LEI DE DIRETRIZES E BASES Nº 9.394, de 20/12/1996 LEI FEDERAL Nº 11.274 de 06/02/2006 – alteração da LDB LEI FEDERAL Nº 11.769 de 18/08/2008- MÚSICA LEI DE DIRETRIZES E BASES Nº 12.796 de 05/04/2013, que altera a Lei de Diretrizes e Bases nº 9394/1996, indicando como o ensino obrigatório dos 4 aos 17 anos de idade. OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos de. Educação Infantil : Fundamentos e Métodos. Editora Cortez. São Paulo .2010. 6ª Ed. _Educação Infantil: muitos olhares. Editora Cortez. São Paulo, 2010.9ª Ed. REFERENCIAIS CURRICULARES NACIONAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL- 1999 PROPOSTA CURRICULAR DE SÃO BERNARDO DO CAMPO – 2007 RIOS, Terezinha Azerêdo. Ética e Competência. Editora Cortez. São Paulo, 2008. 18ª Ed. _ Compreender e ensinar. Por uma docência da melhor qualidade. Editora Cortez. 2008. 7ª Ed.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 142 SAVIANI, Dermeval. Escola e Democracia. Editora Cortez. São Paulo, 1983. VIGOTSKY, L.S. A formação social da mente, Martins Fontes- 2010. La Taille, Yves de .Piaget, Vygostsky e Wallon. Teorias Psicogenéticas em discussão.Summus Editorial. 1992 WINNICOTT, D.W.( 1975) O brincar e a realidade. Rio de Janeiro. Editora Imago. LOWENFELD, V.; BRITAIN, W. L. Desenvolvimento da Capacidade Criadora. São Paulo: Mestre Jou. 1977 LUQUET, G. H. O Desenho Infantil. Porto: Editora do Minho, 1969. 21. Anexos 21.1-Biografia do Patrono – Aldino Pinotti ALDINO PINOTTI ALDINO PINOTTl, nascido em São Bernardo do Campo, a 5 de agosto de 1912, no sítio de seus pais (da Linha Jurubatuba, onde hoje se situa o Jardim Maria Cecília, precisamente onde se encontra o Pronto Socorro Central), é membro de tradicional família sambernardense. Foi prefeito da nossa cidade de 1956 a 1959 e de 1969 a 31/01/1973. Seu pai, Dio Phebo Pinotti (que foi um dos fundadores da Societá Mutuo Soccorso Italiani Uniti) e sua mãe, Angelina Scopel Pinotti, eram lavradores e trabalhavam nos terrenos da imigração, como eram na época chamadas as terras cultivadas pelos imigrantes.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 143 Como todo bom imigrante, seu pai fez com que ele trabalhasse e estudasse cedo. Em 1919, passou a frequentar as Escolas Reunidas de São Bernardo, no casarão que foi da Intendência, onde fez os dois primeiros anos com o professor Cassiano Faria, e os últimos três anos, com o professor Heitor Caruso. Fez também o Curso de Aperfeiçoamento da Escola Superior de Guerra Santo André. Casou-se, em 05 de outubro, com Nair Mariana Corradi Pinotti, com quem teve dois filhos: Laerte Pinotti e Maria Isabel Pinotti Silva, ambos residentes em São Bernardo do Campo. Desde cedo iniciado no trabalho, Aldino Pinotti passou a maior parte da infância ajudando os pais no cultivo das terras tendo, mais tarde, aprendido a profissão de marceneiro. Trabalhou como ajudante na Fábrica de Móveis de Cassetari, Vergani e Modolin. Em 1921 deixou de trabalhar na empalhação de cadeiras para ser aprendiz de marcenaria com Antonio Femandes, indo trabalhar e 1922 na Fábrica de Móveis São Vicente, de Vicente Colombo e Manoel Corazza, onde ficou até a transformação de Irmãos Corazza. Em 1924 foi trabalhar na Fábrica de Móveis Redenção, de Antonio Caputo, e matriculou -se na Escola Particular da Professora Herminia Paggi (notuma), localizada ao lado ímpar da Rua Marechal Deodoro, altura da Alameda Glória. Nessa fábrica, Redenção, passou de aprendiz de marceneiro para artífice (oficial), onde trabalhou até 1929, passando a seguir para a Fábrica de Irmãos Basso. A Fábrica Redenção, deu origem, mais tarde, à Setti & Filhos, onde trabalhou em 1931. De 1932 a 1943 trabalhou na Indústria de Móveis de José Pelosini, onde ficou até ingressar na Fábrica de Móveis São Bernardo. Em 29 de outubro de 1934 nasce a Fábrica de Móveis São Bernardo Ltda., que era, na verdade, uma Cooperativa de Produção de seus próprios operários e funcionários. Em 15 de junho de 1943, Aldino Pinotti foi aí admitido como marceneiro e adquiriu algumas ações da empresa, o que lhe valeu a posição de sócio quotista, onde em 1953 exerceu as funções de Conselheiro. Em 29 de outubro de 1954, com a transformação da firma em sociedade anônima passou a exercer as funções de gerente comercial e foi eleito Presidente. Em 1955 ocupou o cargo de Diretor Comercial. Seu ingresso na política ocorreu em fins de agosto de 1951, durante um encontro em frente ao Cine Anchieta com Lauro Gomes, recém chegado de uma viagem à Europa e seus correligionários.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 144 Faltavam poucos meses para as eleições e Aldino Pinotti foi um dos nomes indicados rara disputar a vereança. Hesitante, com pouca experiência em assuntos políticos, acabou aceitando a candidatura, mas sob pressão de amigos, do que por vontade própria. Durante a campanha, a exaustiva peregrinação pelos bairros entusiasmou-o e, a vitória conquistada com larga margem de votos, serviu-lhe como sustentáculo para que não mais abandonasse a causa pública. Foi eleito vereador pelo Partido Trabalhista Brasileiro, exercendo esse mandato de 1952 a 1955. A defesa dos interesses populares, abraçada durante quatro anos em que foi vereador. Empolgou não só a população, mas também os homens públicos da época que já o apontavam como líder popular. O então prefeito Lauro Gomes, reconhecendo no vereador estas qualidades, apontou-o como continuador de sua administração. As eleições, realizadas em outubro de 1955 confirmaram todas as expectativas: elegeu-se prefeito, com apoio da situação pela coligação PDC, UDN E PRP, tomando posse em 1° de janeiro de 1956, solucionando com soberania inúmeros problemas que tornavam obscuro o progresso do Município. Licenciado do cargo de prefeito em 1959, a fim de poder candidatar-se, disputou a edilidade, tendo sido novamente eleito vereador para o período de 10 de janeiro de 1960 a 31 de dezembro de 1963. Indicado pela oposição para disputar o cargo de vice-prefeito de Hygino de Lima, em 1963, conseguiu eleger-se, cumprindo o mandato de 1964 a 1968. Seu mandato foi prorrogado por ato revolucionário, e os quatro anos de mandato passaram a cinco. Substituiu o prefeito Hygino de Lima, em sua licença para viagem à Alemanha, e por razões de saúde não pode assumir o exercício na segunda licença do mesmo prefeito. Em 1968, empreendendo notável campanha cívica elegeu-se novamente prefeito municipal, em sublegenda contrária à da situação, com esmagadora maioria de votos sobre os demais candidatos, exercendo o mandato de 10 de fevereiro de 1969 a 31 de janeiro 1973, quando passou a Prefeitura a seu sucessor eleito pela situação, Geraldo Faria Rodrigues, que era o seu vice. Em 1976 candidatou-se a prefeito por uma das sublegendas da ARENA e foi derrotado juntamente com o candidato da outra sublegenda, apoiada pelo executivo, pelo candidato do MDB, Antonio Tito Costa. Faleceu em 11 de maio de 1981. Fonte: http://www.saobernardo.sp.gov.br/comuns/pqt_container_r01.asp?srcpg=historia_histo ria_prefeitos_curriculum&area=&ref=5, acesso em 18/04/2013.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 145 21.2- Descrição da estrutura física Nossa escola está inserida em um prédio que hoje está com trinta e oito anos de idade (construída em 1978); desde 2008 contamos com duas construções no mesmo terreno. No prédio central ( mais antigo ) temos: • 8 salas de aula • 3 sanitários para alunos, sendo dois masculinos e um feminino • 1 sanitário acessível unissex com trocador, banheira e chuveiro • 1 sanitário para funcionárias de apoio e professoras. • 1 lavanderia dentro de um dos banheiros masculinos de alunos. • 1 sanitário masculino exclusivo para guardas e visitantes adultos do sexo masculino. • 1 refeitório • 1 galpão para atividades internas, com palco • 1 Ateliê de Artes • 1 Biblioteca adequada ao Programa REBI – de 49 m² • 1 cozinha com estoque, lavanderia e sanitário para as funcionárias deste setor. • 1 sanitário masculino, ao lado da porta da cozinha (externo), para funcionários do sexo masculino, vigias e visitantes . • 1 quadra poliesportiva descoberta, com arquibancada. • 1 parque fechado com alambrado e portão, que contém: uma casa do Tarzan, três balanças com três cadeiras cada, uma casinha plástica, um castelo plástico e um barco pirata de plástico. • Área externa com gramado • 1 parque feito com pneus, como circuito motor de equilíbrio • 2 caixas d’água com capacidade para 5 mil litros cada • 1 reservatório de água com capacidade para 10 mil litros • 8 Canteiros para horta • 1 estacionamento fechado • 1 estacionamento aberto • 5 portões de acesso No prédio novo, construído em 2008, temos: • 4 salas de aula.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 146 • 1 sanitário masculino, com capacidade para 5 crianças( sendo 2 vasos infantis) • 1 sanitário feminino com capacidade para 5 crianças ( sendo 2 vasos infantis) e uma lavanderia, usada atualmente como depósito de materiais de manutenção ( Lâmpadas, pincéis, tintas, ferramentas, etc). • 1 sanitário acessível unissex, mas que está sendo usado como sanitário masculino para adultos. • 1 Secretaria • 1 sala das Professoras • 1 sala da Equipe de Gestão • 1 sala para reuniões • 1 sanitário para uso das funcionárias, com dois vasos, duas pias e com chuveiro. As salas deste prédio novo possuem a mesma metragem das salas do prédio central (56m²), sendo confortáveis para as atividades do cotidiano (rodas de conversa, por ex.), garantindo a livre circulação das crianças e propiciando várias organizações de mesas e cadeirinhas. 21.3-Materiais pedagógicos e Equipamentos Os materiais para uso da equipe escolar e dos alunos, que foram adquiridos com verba pública pela APM da escola e pela Prefeitura, estão devidamente organizados em locais apropriados e constam em uma relação descritiva que encontra-se na Secretaria da escola , e que também é entregue anualmente para a Secretaria de Educação, para fins de controle e baixa patrimonial, e posterior retirada dos equipamentos inservíveis.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 147 21.4 - Impressos utilizados pela unidade escolar FICHA DE AUTORIZAÇÃO PARA RETIRADA DO ALUNO FICHA DE AUTORIZAÇÃO PARA RETIRADA DO ALUNO EMEB ALDINO PINOTTI 2018 - FONE: 4337-5919 EU, ________________________________________________________________________ , RESPONSÁVEL PELO ALUNO (A) __________________________________________________________________ , AUTORIZO AS SEGUINTES PESSOAS A RETIRAREM A CRIANÇA NA ESCOLA: 1. NOME: _____________________________________________________________ / PARENTESCO___________________ 2. NOME: ____________________________________________________________ / PARENTESCO____________________ 3. NOME: ____________________________________________________________ / PARENTESCO___________________ 4. NOME: _____________________________________________________________ / PARENTESCO___________________ _____________________________________________ ASSINATURA DOS PAIS OU RESPONSÁVEl
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 148 MODELOS DE CARTEIRINHA DE RETIRADA DO ALUNO - MODELO 2018 - FEITA EM PAPEL VERGÊ AZUL E PLASTIFICADA CARTEIRINHA PROVISÓRIA DE RETIRADA DO ALUNO, FEITA EM CARTOLINA LARANJA, ASSINADA, NUMERADA E PLASTIFICADA.
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 149 MODELO DA FICHA DE REGISTRO DE SAÍDA PROVISÓRIA, PREENCHIDO PELAS OFICIAIS DE ESCOLA NA SECRETARIA ( FOLHA TAMANHO A4 – CERCA DE 50 LINHAS) DATA ALUNO PROFESSORA RESPONSÁVEL FUNCIONÁRIO CARTEIRINHA Nº MODELO DE FICHA DE REGISTRO DE SAÍDA ANTECIPADA OU ENTRADA ATRASADA ( FICHA COM APROXIMADAMENTE 40 LINHAS) Registros da professora Luísa Data Nome da criança Horário de entrada Horário de saída Motivo Assinatura do responsável
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 150 21.4.1 - QUADRO DE ORGANIZAÇÃO DOS HORÁRIOS PARA USO DOS ESPAÇOS COLETIVOS HORÁRIOS DE USO DA BIBLIOTECA Manhã HORÁRIO Segunda- feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira 08h30m às 09h10m LIMPEZA GISELA MÁRCIA EMPRÉSTIMO DE LIVROS NADIA 09h10m às 09h50m LIMPEZA TEREZA ALINE EMPRÉSTIMO DE LIVROS ELISANGELA 09h50m às 10h30m LIMPEZA MARINEIDE FABIANE EMPRÉSTIMO DE LIVROS ROSANA 10h30m às 11h10m LIMPEZA EDILEUZA LUISA EMPRÉSTIMO DE LIVROS AMÉLIA Tarde HORÁRIO Segunda- feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira 13h30m às 14h10m LIMPEZA IVANIL JENNYFFER EMPRÉSTIMO DE LIVROS SUELY 14h10m às 14h50m LIMPEZA JANAÍNA ALINE EMPRÉSTIMO DE LIVROS CECÍLIA 14h50m às 15h30m LIMPEZA DANIELLE KARINA EMPRÉSTIMO DE LIVROS IARA 15h30m às 16h10m LIMPEZA ALINE D. ANTÔNIA EMPRÉSTIMO DE LIVROS MARTA
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 151 HORÁRIOS DE USO DO ATELIÊ Manhã HORÁRIO Segunda- feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira 08h30m às 09h10m ALINE NADIA GISELA TEREZA MÁRCIA 09h10m às 09h50m ELISANGELA 09h50m às 10h30m MARINEIDE 10h30m às 11h10m FABIANE ROSANA AMÉLIA EDILEUZA LUISA Tarde HORÁRIO Segunda-feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira 13h30m às 14h10m ALINE IVANIL 14h10m às 14h50m CECÍLIA MARTA JANAÍNA IARA 14h50m às 15h30m KARINA ALINE DANIELLE 15h30m às 16h10m JENNYFFER SUELY ANTÔNIA DANIELLE
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    Município de SãoBernardo do Campo Secretaria de Educação e Cultura Departamento de Ações Educacionais EMEB Aldino Pinotti 152 QUADRO DE ORGANIZAÇÃO DA ROTINA DIÁRIA