SlideShare uma empresa Scribd logo
ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
EEB. SAAD ANTONIO SARQUIS
RUA SÃO LOURENÇO DO OESTE, 558-E – BAIRRO CRISTO REI
DIRETOR: PAULO SÉRGIO PAZ DE OLIVEIRA
ASSESSORES DE DIRETOR: NEUSA MULLER FERREIRA GARCIA
JOÃO PEDRO DALBOSCO
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 2015
Chapecó (SC), fevereiro de 2015.
1. Apresentação
A Escola de Educação Básica Saad Antônio Sarquis foi construída em área
de terra de 740.698 m², doada pela Prefeitura Municipal de Chapecó, através da Lei
nº 2.522 de 30/05/84.
A portaria E/299/88 através do Decreto nº 31.112/86, conjugado com a Lei nº
4.394/69, resolve criar junto à Escola de Rede Estadual o curso de Educação Pré-
escolar, com data em vigor de 18/08/88.
O decreto nº 512, de 06/09/99, autoriza o funcionamento do Curso de Ensino
Médio pelo parecer nº 181/CEE, de 20/07/99, com matrícula inicial de 94 alunos.
A Escola de Educação Básica Saad Antônio Sarquis está localizada na Rua
São Lourenço do Oeste, 558 E, no Bairro Cristo Rei de Chapecó-SC, e é mantida
pelo Estado de Santa Catarina e administrada pela Secretaria de Estado da
Educação e será regida por este Projeto Político Pedagógico nos termos da
legislação em vigor.
A escola situa-se na região norte do município e conta com uma população de
baixa e media renda. São trabalhadores que matriculam seus filhos nesta Unidade
Escolar em busca de uma educação de qualidade para os mesmos.
2
Projeto Político Pedagógico
O Projeto Político Pedagógico, mais do que uma exigência legal, é a definição
de regras no ambiente escolar. É por meio dele que a comunidade escolar define
como deve ser organizada a escola, como deve se relacionar com a comunidade,
que disciplinas serão oferecidas, que estratégias devem ser valorizadas, quais os
critérios avaliação da aprendizagem, enfim, como a escola vai organizar o processo
formativo dos estudantes que estão sob sua responsabilidade.
É “Projeto” porque indica uma direção, é “Político” porque
resulta das relações de força existentes na escola e porque toma
partido sobre o que fazer e o que não fazer, é “Pedagógico” porque
pressupõe uma definição do tipo de ser humano que se quer formar.
Por isso o “Projeto Político-Pedagógico” deve ser entendido como
uma tomada de posição e um consenso possível da comunidade da
escola sobre o que se deve fazer para se formar os indivíduos que
esta comunidade crê que devam ser formados na escola.¹
O PPP constitui-se, portanto, como resultado de trabalho coletivo de
planejamento e, ao mesmo tempo, expressão de uma concepção de educação e de
escola que também deve servir de base para a sua construção.
A escola é um todo composto por diferentes partes que se articulam e
interagem em prol de uma educação de qualidade. Essa unidade do trabalho
educativo se consolida na construção coletiva do Projeto Político Pedagógico.²
3
IDEB da Unidade Escolar
Um dos dados que mostra o desenvolvimento dos nossos alunos é o IDEB
(Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Na tabela abaixo podem ser
observados os índices registrados de 2005 a 2011 e metas a serem atingidas até
2021:
Ensino
Fundamental
IDEB
Observado
2005 2007 2009 2011 2013
Anos Iniciais 4,5 5,3 5,0 5,8 7,0
Anos Finais 4,3 3,9 4,4 4,8 4,5
Ensino
Fundamental
Metas Projetadas
2005 2007 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021
Anos Iniciais 4,5 5,3 5,8 4,5 4,9 5,3 5,5 5,8 6,0 6,3 6,5
Anos Finais 4,3 3,9 4,8 4,4 4,5 4,8 5,2 5,5 5,8 6,0 6,2
Fonte: Prova Brasil e Censo Escolar.
4
Recuperação
Todo aluno tem o direito de ter oportunidades para recuperar o mau
desempenho que teve em determinada disciplina ou conteúdo. Entendemos por
recuperação de estudos o processo didático pedagógico que visa oferecer novas
oportunidades aos alunos para superar deficiências ao longo do processo ensino
aprendizagem.
A recuperação será oferecida de forma paralela, sempre que for
diagnosticada insuficiência durante o processo regular de apropriação do
conhecimento e de competências pelo aluno.
O resultado obtido na avaliação, após estudos de recuperação, em que o
aluno demonstre ter superado as dificuldades, substituirá a anterior, referentes aos
mesmos objetivos, prevalecendo o maior resultado.
Dependência de estudos
Apesar da não oferta pela Rede Estadual de Ensino, a dependência de
estudos ofertada aos alunos egressos de outras redes de ensino, dando
oportunidade aos mesmos de matricularem-se na série imediatamente superior,
respeitando o direito do aluno de não regredir na sua trajetória escolar. Nesse caso,
as atividades serão realizadas extraclasse e o(s) aluno(s), juntamente com seus
responsáveis, assumirão o compromisso de realizar todas as atividades
encaminhadas pelos professores da(s) disciplina(s) em dependência, dentro dos
prazos determinados. Os trabalhos em questão devem ser retirados e
posteriormente entregues na secretaria da escola.
5
2. Papel da escola
Objetivo Geral
Interagir no sentido de formar alunos como sujeitos ativos, críticos e
participativos na construção de uma sociedade mais justa, humana e igualitária.
Objetivos Específicos
- Desenvolver a criticidade dos educandos;
- Diminuir os índices de evasão e repetência;
- Garantir a apropriação e a internalização dos conteúdos aos educandos;
- Despertar nos educandos os sentimentos de cidadania e solidariedade;
- Sensibilizar os educandos para a preservação do ambiente;
- Respeitar as diferenças, promovendo a educação inclusiva;
- Implementar a capacitação contínua do corpo docente e diretivo da UE;
- Integrar a comunidade escolar.
A filosofia norteada na ação pedagógica tem sua origem e seu fim na prática
social concreta. O contexto histórico-social no qual vivem professores e alunos
constitui o fundamento da escola.
3. Proposta Curricular
A Unidade Escolar tem por finalidade atender o disposto nas Constituições
Federal e Estadual, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no
Estatuto da Criança e do Adolescente. Ministrar o Ensino Fundamental e o Ensino
Médio, observados, em cada caso, a legislação e as normas especificamente
aplicáveis.
A Escola funciona de segunda a sexta-feira com os alunos e aos sábados
extraordinariamente.
6
Matriz Curricular do Ensino Fundamental de 09 anos
Número de dias de efetivo trabalho escolar: 200 dias
Número mínimo de semanas letivas: 40 semanas
Número de dias semanais de efetivo trabalho: 05 dias
Duração da hora/aula: 45 minutos – 05 horas/aulas diárias (4 horas relógio)
Carga anual para os alunos: 800 horas
Turno: Diurno
RESOLUÇÃO
Nº 02/CEB/CNE
DISCIPLINAS
(AULAS SEMANAIS)
SÉRIES/ ANOS
TOTAL
SEMANAL
1ª 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª 8ª 9ª
BASE COMUM
Língua Portuguesa X x X X X 04 04 04 04 16
Matemática X x X X X 04 04 04 04 16
Ciências X x X X X 03 03 03 03 12
História X x X X X 03 03 03 03 12
Geografia X x X X X 03 03 03 03 12
Educação Física X x X X X 03 03 03 03 12
Artes X x X X X 02 02 02 02 08
Ensino Religioso X x X X X 01 01 01 01 04
PARTE
DIVERSIFICADA
Língua Estrangeira
(Inglês)
- - - - - 03 03 03 03 12
TOTAIS SEMANAIS X X X X X 26 26 26 26 104
7
Matriz Curricular do Ensino Médio - Diurno e Noturno
Carga Horária Semestral – 400 horas
Carga Horária Total – 800 horas
Número de dias de efetivo trabalho escolar – 200 dias
Número de semanas – 40
Duração da aula – hora/aula: Matutino – 45 minutos (4horas relógio)
Noturno – 40 minutos (3h30min relógio)
RESOLUÇÃO Nº
03/CEB/CNE
DISCIPLINAS
1ª
SÉRIE
2ª
SÉRIE
3ª
SÉRIE
CARGA
HORÁRIA
LINGUAGENS
Língua Portuguesa e Literatura 03 03 03 288
Língua Estrangeira (Inglês) 02 02 02 192
Artes 02 01 02 160
Educação Física 02 02 02 192
Subtotal 09 08 09 832
CIÊNCIAS DA
NATUREZA
Química 02 02 02 192
Física 02 02 02 192
Biologia 02 02 02 192
Matemática 03 03 03 288
Subtotal 09 09 09 864
CIÊNCIAS HUMANAS
História 02 02 02 192
Geografia 02 02 02 192
Filosofia 01 02 02 160
Sociologia 02 02 01 160
Subtotal 07 08 07 704
TOTAIS SEMANAIS 25 25 25 2400
8
Os programas e currículos serão articulados com a prática social, sendo seu
ponto de partida e seu ponto de chegada. Estabelece-se, portanto, uma relação
dialética entre o conhecimento acumulado historicamente pela humanidade e a
realidade na qual está inserida a escola.
A LDB redimensiona o conceito de escola e explica que está nas mãos dos
sujeitos que fazem a escola definir a organização do seu trabalho pedagógico.
Obviamente, uma atribuição dessa natureza é de grande responsabilidade, porque
implica na definição dos caminhos que a escola vai tomar e, consequentemente a
construção de sua autonomia, que depende de uma ação compartilhada de todos os
segmentos, de forma mais dialogada e solidária.
Este marco operativo diz respeito ao trabalho da escola como um todo, em
sua finalidade primeira e a todas as atividades desenvolvidas tanto dentro como fora
da sala de aula, inclusive a forma de gestão, a abordagem curricular e a relação
escola comunidade.
A dimensão pedagógica manifesta-se à medida que a aprendizagem do
aluno, a base curricular e os programas de ensino por ele desenvolvidos, são
analisados pelo professor, ou pelo coletivo dos professores, e a avaliação da escola
é feita para verificar o seu desempenho em termos de aprendizagem. A maior
finalidade do Projeto Político Pedagógico é assegurar o sucesso da aprendizagem
de todos os alunos da escola.
Avaliação
A avaliação do aproveitamento do aluno será contínua e de forma global,
mediante verificação de competências e da aprendizagem do conhecimento, em
atividades extraclasses, incluídos os procedimentos próprios de recuperação
paralela e oferecendo ainda exames finais, para os alunos que atingirem média
anual entre 3,0 (três) e 7,0 (sete) e facultativa para os alunos com média superior a
7,0 (sete).
Oferecemos ainda novas oportunidades de avaliação. Sempre que verificado
o aproveitamento insuficiente durante os bimestres, é assegurada ao aluno a
promoção de recuperação paralela e prevalecerá o resultado maior obtido.
9
A avaliação do processo de ensino-aprendizagem, de acordo com a
Resolução nº 158/2008, regulamentada pela Portaria nº37/2009, busca possibilitar o
aperfeiçoamento do processo de ensino-aprendizagem, melhorando o desempenho
do aluno quanto à apropriação de competências e conhecimentos em cada área de
estudos e atividades escolares, acompanhando o desempenho docente e as
condições físicas e materiais que substanciam esse processo.
Para efeito de registro de avaliação, consideram-se os valores numéricos de
1,0 (um) a 10,0 (dez), que serão organizados em quatro bimestres, preponderando
sempre à média das notas registradas podendo ser utilizado o meio ponto ou 0,5
(cinco décimos) na média bimestral. A nota obtida pelo aluno no bimestre poderá ser
substituída de forma crescente, tantas vezes quantas forem às oportunidades de
recuperação do conhecimento realizadas pelo professor.
O registro da nota deverá seguir o critério de ordem crescente, ou seja,
considerando que o aluno não desaprende o que já foi apropriado e nem se suprime
o que já foi ensinado. Com ressalva, a nota poderá ser menor a anterior quando o
aluno, comprovadamente, se recusar a realizar as avaliações propostas. O registro
terá como base a apropriação dos conceitos que pode variar de 10% a 100% do que
foi trabalhado durante o ano.
A escola trabalha com alguns projetos pedagógicos durante o ano letivo,
sendo atualmente os seguintes: Revisão e avaliação permanente do PPP;
Implementação e execução do Plano de Educação dos nove anos; Socialização com
os educandos das normas de convivência da Unidade Escolar; Leitura na Escola;
Sexualidade e Afetividade; Embelezamento da Escola; Educação no Trânsito; Brasil
Afro; Conselho de Classe Participativo e Plantão Pedagógico; Interação
Família/Escola; Acolhimento dos educandos na chegada; Violência no âmbito
Escolar; Semana Catarinense do Meio Ambiente e Pacto Nacional pelo
Fortalecimento do Ensino Médio (PNEM).
10
4. Dimensão Administrativa
Diretor Geral
Paulo Sérgio Paz De Oliveira
Assessores de Diretor
Neusa Muller Ferreira Garcia
João Pedro Dalbosco
Assistente de Educação
Patricia Buss
Assistente Técnico Pedagógico
Ronaldo dos Santos
Presidente APP
Gelson Belé
Presidente Conselho Deliberativo
Ivanildo Antônio Michelon
Grêmio Estudantil
Em transição
Responsável pela Biblioteca
Ronaldo dos Santos
Responsável pela Sala de Informática
Matutino, Vespertino: Vinícius Brustolin
Noturno: Vinícius Brustolin
11
5. Corpo Docente
Nome Do Professor
Matrícula
Função Graduação
Carga
Horária
Paulo Sérgio Paz De Oliveira 288.138-1-04 Diretor Geral Biologia 40
Neusa Muller F. Garcia 311.162-8-03 Assessora LPL 20
João Pedro Dalbosco 318.132-4-02 Assessor História 40
12Patricia Buss 372.976-1-01 Assistente de Educação Ed. Infantil 40
Ronaldo dos Santos 345.296-4-03 Assistente Téc. Pedag. Matemática 40
Maria Elisa B. Baumann 164.696-6-02 Administradora Escolar Séries Iniciais 40
Adriana da Silva 350.830-7-01 2ª Professora Séries Iniciais 40
Adriana Fátima Franceschina 307.429-3-04 Professora Geografia Compl.8
Ana Carla Soboleski Merlo 398.051-0-03 Professora Séries Iniciais 40
Andréi Darci Capeleto 686.275-6-01 Professor Educação Física 10
Andréia Raquel Vargas 686.813-4-01 Professora Arte 20
Carlos Casonatto 140.310-9-01 Professor Biologia 40
Catarine Anita Lermem 666.031-2-01 2ª Professora Séries Iniciais 40
Cleuza Fátima Fedatto 665.503-3-01 Professora Séries Iniciais 20
Cristina Gaboardi M. Mezzomo 344.582-8-02 Professora Educação Física
Daiane Bonafé 327.822-0-01 Professora Química 40
12Débora Cristina Klaus Tecchio 678.834-3-01 Professora Educação Física 40
Dimali Aparecida Ongaratto 336.005-9-01 Professora Arte Compl.8
Elisaine Inês Tonatto Massoline 315.029-1-04 Professora Matemática 40
Eloi Telmir dos Santos 320.426-0-03 Diretor EEB. Jacó Gisi Geografia 30
Glaucia Aparecida R. Michelon 670.644-4-01 Professora Séries Iniciais 20
Inês Tres 191.602-5-03 Professora Inglês 40
Jacir Vansin 179.416-7-03 Professor Matemática 40
Jaime Antonio Karasek 305.612-0-04 Professor Educação Física 40
Joaquim Evaldo Cella 372.565-0-01 Professor Geografia Compl.2
Nome Do Professor Matrícula Função Graduação
Carga
Horária
Luiz Antônio Garcia 387.858-9-03 Professor Filosofia 30
Lucineia Policeno Bernardi 653.846-0-01 Professora LPL Compl.9
Madelaine Conte Morgan 317.631-2-02 Professora Séries Iniciais 20
Marivete Inês F. Krindges 668.315-0-01 Professora Séries Iniciais 20
Neiva Ana Maboni 270.362-9-03 Professora Geografia 20
Nelcira Castanha das Chagas 294.081-7-06 Professora Ens. Religioso Comp.
Nelsinda Menezes Vieira 287.713-1-04 Professora LPL / Inglês 20
Rodrigo Müller de Oliveira 677.124-6-02 Professor Inglês 40
Rosália F. da Silva Kessler 259.191-0-03 Professora LPL 40
Rosane Hengen Colombelli 203.060-8-01 Professora Séries Iniciais 40
Roseli Salete Vivan 289.239-1-05 Professora Arte 40
Rúbia Munarini 670.532-4-01 Professora Séries Iniciais 20
Sidiane Covatti 298.427-0-05 Professora Biologia / Ciências 40
Silvana Weiser 666.807-0-01 Professora Séries Iniciais 40
Sônia Albertina Chiarelo 335.146-7-01 Professora História 20
Susana Madalena Martins Vieira 311.843-6-02 Professora Séries Iniciais 40
Tatiana de Oliveira 359.413-0-04 Professora Arte 40
Vianeis Rodrigues da Silva 164.656-7-01 Professora Séries Iniciais 40
Vinícius Brustolin 651.570-3-01 Sala de Informática Lic. em Informática* 40
Vinícius Brustolin 651.570-3-02 Sala de Informática Lic. em Informática* 20
Zenei Oliva P. Michellon 261.710-2-05 Professora História 40
* cursando
12
Os trabalhadores em educação desta Unidade Escolar estão em constante
aperfeiçoamento pedagógico, que se dá através de planejamentos periódicos que
ocorrem na escola e também em seminários e cursos promovidos pela GERED e
por outras instituições de ensino.
Os alunos são atendidos regularmente em sala de aula e também na sala de
informática, na biblioteca, no ginásio de esportes e no laboratório de ciências para a
realização da práxis pedagógica.
O atendimento supracitado ocorre nos seguintes períodos:
 Matutino: 07 horas e 30 minutos às 11 horas e 30 minutos
 Vespertino: 13 horas e 15 minutos às 17 horas e 15 minutos
 Noturno: 19 horas às 22 horas e 30 minutos.
Quanto ao Estágio de Estudantes do Ensino Médio, de acordo com a Lei nº
11.788/2008, a Unidade Escolar informa os estudantes com 16 anos ou mais, a
possibilidade dos mesmos estagiarem em empresas ou escolas. O aluno
interessado preenche a sua inscrição na unidade escolar e a mesma encaminha ao
setor de ensino da GERED. No momento que surgirem vagas, a pessoa responsável
entra em contato com a escola, que comunica o aluno.
A Implantação da avaliação institucional é um desafio, porque precisamos:
1. Compreender os princípios e as finalidades da avaliação institucional como
o embasamento para o desenvolvimento desse processo;
2. Participar da formação de procedimentos metodológicos e etapas de
avaliação institucional;
3. Implantar um processo de avaliação na instituição escolar, envolvendo toda
a comunidade;
4. Selecionar procedimentos básicos para a elaboração, aplicação,
organização e interpretação dos instrumentos de coleta de informações sobre a
escola;
5. Utilizar os resultados da avaliação do processo de aperfeiçoamento do
Projeto Político Pedagógico da escola.
Sabemos que a avaliação institucional tem uma relação direta com a
aprendizagem do aluno e ela se desenvolve por meio de uma prática coletiva.
13
6. Dimensão Financeira
Os recursos financeiros da escola são oriundos das verbas que vem do
governo federal – PDDE - e verbas descentralizadas do governo estadual, que são
distribuídas e aplicadas conforme a legislação vigente.
7. Dimensão Física
A EEB. Saad Antônio Sarquis tem uma área construída de aproximadamente
1400 m2
. Possui 08 (sete) salas com 48 m2
; 06 (Seis) salas com 36 m2
; salientamos
ainda que todas as salas de aula são climatizadas e possuem 01 (uma) TV Led 32”
e 01 (um) aparelho de DVD, totalizando 11 (onze) televisores e 11 (onze) DVD´s;
área coberta com aproximadamente 600 m2
; 08 (oito) banheiros femininos; 06 (seis)
banheiros masculinos; 01(um) banheiro na sala dos professores; sala da direção;
secretaria; sala de planejamento e intervenção pedagógica contando com 02 (dois)
computadores, 01 (uma) TV e 01(um) aparelho de DVD; cozinha; biblioteca com 48
m2
, informatizada e climatizada, reunindo um acervo de aproximadamente 9000
(nove mil) títulos, entre livros, revistas periódicas, gibis e enciclopédias; contamos
com uma sala informatizada, climatizada com 28 (vinte e oito) terminais de
computador e 01 (uma) impressora/copiadora.
Temos ainda 08 (oito) computadores distribuídos na sala dos professores,
secretaria, biblioteca e sala da direção; 04(quatro) impressoras. Temos 01 (um)
datashow e 01 (um) notebook, 02(dois) projetores multimídia 3X1 Proinfo, aparelhos
de som portátil. Mais 01 (um) televisor com DVD e parabólica na secretaria; 01 (um)
televisor com parabólica na sala dos professores; 01 (um) home theather; 02 (duas)
caixas amplificadas; 01 (um) sistema de som para eventos maiores; além da área
coberta, entre as alas 1 e 2, com som ambiente, que serve também como refeitório
durante o recreio.
Fazem parte ainda do espaço físico da escola 01 (uma) quadra de areia, área
descoberta entre as alas 2 e 3 e o ginásio de esportes.
Em termos de acessibilidade, foram construídas rampas de acesso e 01 (um)
banheiro adaptado para uso de cadeirantes.
14
8. Educação Inclusiva
A escola tem que ser o reflexo da vida do lado de fora. O grande ganho, para
todos, é viver a experiência da diferença. Se os educandos não passam por isso na
infância, mais tarde terão muita dificuldade de vencer os preconceitos.
A inclusão possibilita aos que são discriminados pela deficiência, pela classe
social ou pela cor que, por direito, ocupem o seu espaço na sociedade. Se isso não
ocorrer, essas pessoas serão sempre dependentes e terão uma vida cidadã pela
metade. Você não pode ter um lugar no mundo sem considerar o do outro,
valorizando o que ele é, e o que ele poderá vir a ser.
Além disso, para nós, professores, o maior ganho está em garantir a todos
o direito à educação.
Os alunos precisam de liberdade para aprender de seu modo, de acordo
com as suas condições. E isso vale para os estudantes com deficiência ou não.
A escola de Educação Básica Saad Antônio Sarquis, é uma escola que
pratica e acredita na educação inclusiva, pois, para Mantoan, 2005,” Inclusão é o
privilégio de conviver com as diferenças”.
9. Gestão Democrática
A ação democrática representa um exercício de poder, autocriação,
autoinstituição, autogestão. Para que a gestão da escola pública seja efetivamente
democrática é fundamental que ela exercite sua autonomia. Levando isso em conta,
sentiu-se a necessidade de encontrar outra forma de gestão da escola pública, que
não a tradicional, através de indicação política. A democracia deve ser um exercício
permanente e cotidiano, em todos os ambientes e momentos da escola, somente
assim ela poderá se fazer viva e se constituir como um elemento da cultura
institucional, não apenas uma prática de eleição.
Os artigos 14 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e 22 do
Plano Nacional de Educação (PNE) indicam que os sistemas de ensino definirão as
normas da gestão democrática do ensino público na educação básica obedecendo
aos princípios da participação dos profissionais da educação na elaboração do
15
projeto pedagógico da escola e a participação das comunidades escolares e locais
em conselhos escolares. Devemos enfatizar então que a democracia na escola por
si só não tem significado. Ela só faz sentido se estiver vinculada a uma percepção
de democratização da sociedade.
Na rede estadual de ensino de Santa Catarina, as normas que regem a
Gestão Democrática são definidas no decreto nº 1.794/13, de 15 de outubro de
2013. Segundo o decreto, os professores que tiverem interesse em assumir a
direção da unidade escolar deverão apresentar um Plano de Gestão Escolar, que
será apreciado por uma banca avaliadora a ser definida pela Secretaria de Estado
da Educação. Passando pela banca, os Planos de Gestão estarão aptos a serem
analisados e votados pela comunidade escolar. No período de transição deste
processo (2014-2015), o primeiro Plano de Gestão Escolar será apresentado pelo
atual diretor de escola e terá vigência até dezembro de 2015.
No processo de escolha, serão considerados os seguintes critérios de
valoração por segmento representativo da comunidade escolar:
I – peso 2 (dois), relativamente à escolha dos pais ou responsáveis;
II – peso 1 (um), relativamente à escolha dos estudantes (os estudantes
regularmente matriculados na escola nos anos finais do Ensino Fundamental e em
todas as séries do Ensino Médio); e
III – peso 1 (um), relativamente à escolha dos profissionais da educação.
Os professores da rede estadual de ensino interessados em elaborar plano de
gestão escolar, observado com vistas a ocupar a Função Gratificada (FG) de Diretor
de Escola, deverão preencher os seguintes requisitos, de acordo com edital próprio
elaborado pela SED:
I – ser professor efetivo do Quadro do Magistério Público estadual;
II – declarar-se optante pelo regime de dedicação exclusiva;
III – não ter sofrido, no exercício de função pública, penalidades disciplinares;
IV – ter o estágio probatório homologado e publicado no Diário Oficial do
Estado (DOE);
V – estar em efetivo exercício na rede estadual de ensino;
VI – dispor de no mínimo 40 (quarenta) horas de dedicação à escola; e
16
VII – possuir curso de formação continuada em gestão escolar de no mínimo
200 (duzentas) horas realizado pela SED ou por instituição de ensino superior.
O diretor que tiver seu Plano de Gestão escolhido pela comunidade escolar
indicará os seus assessores. O edital para inscrição e escolha dos Planos de Gestão
será divulgado pela SED neste ano de 2015.
17
10.Metas, Ações e Responsáveis.
Meta 01: Revisão e avaliação permanente do PPP.
Ação: Mudança no olhar do PPP
Responsáveis: Comunidade escolar
Período de desenvolvimento: Fevereiro a dezembro de 2015.
Resultados esperados: A consolidação do PPP na Comunidade Escolar.
Como será a avaliação final: Será realizada entre todos os partícipes da
Comunidade Escolar.
Meta 02: Implementação e execução do Plano de Educação dos nove anos.
Ação: Alfabetização e letramento.
Responsáveis: Coordenador Pedagógico, professores do Ensino
Fundamental.
Período de desenvolvimento: Fevereiro a dezembro de 2015.
Resultados esperados: Manutenção do Ideb dos Anos Iniciais e melhoria
nos índices do IDEB nos Anos Finais do Ensino Fundamental.
Como será a avaliação final: Através de instrumentos como a Prova Brasil.
Meta 03: Desenvolver a temática sexualidade e afetividade.
Ação: Palestras, produção de textos e cartazes e apresentações em
seminários.
Responsáveis: Coordenadores do Nepre e comunidade escolar.
Período de desenvolvimento: Março a dezembro de 2015.
Resultados esperados: Uma nova postura frente aos assuntos relacionados
à sexualidade.
Como será a avaliação final: Serão observadas as mudanças de atitudes
dos alunos.
18
Meta 04: Aperfeiçoar e avaliar o projeto Brasil Afro para sua real efetivação.
Ação: Palestras, filmes, debates, comemoração nas datas referentes ao
projeto.
Responsáveis: Professores, Assistente Técnico Pedagógico e comunidade
escolar.
Período de desenvolvimento: Março a novembro de 2015.
Resultados esperados: Que todas as culturas e etnias sejam respeitadas e
valorizadas.
Como será a avaliação final: Verificar se houve mudanças de postura em
relação à convivência das diferentes etnias.
Meta 05: Desenvolver a capacidade da leitura crítica, reflexiva e lúdica
(Projeto Leitura na Escola).
Ação: Dias específicos de leitura na sala de aula em toda a escola.
Responsáveis: Todos os professores, alunos e funcionários.
Período de desenvolvimento: Abril a dezembro de 2015.
Resultados esperados: Que os educandos adquiram o hábito da leitura.
Como será a avaliação final: Observando se houveram melhoras na
aprendizagem e na interpretação de fatos.
Meta 06: Preservação do meio ambiente como forma de sobrevivência e
embelezamento, onde a UE está inserida.
Ação: Plantio e manejo para implantação do bosque pedagógico, palestras,
saídas a campo.
Responsáveis: Comunidade escolar e professores de Ciências, Biologia e
Geografia.
Período de desenvolvimento: Março a dezembro de 2015.
Resultados esperados: Que se desenvolva um novo olhar de preservação
ao meio ambiente.
Como será a avaliação final: A partir das atitudes desenvolvidas em
preservação ao meio pela Comunidade Escolar.
19
Meta 07: Desenvolver uma consciência educada em relação aos transeuntes
e motoristas.
Ação: Palestras com autoridades do trânsito, conhecimento do Código de
Trânsito Brasileiro, maquetes, produção textual e cartazes.
Responsáveis: Comunidade escolar e Professores de Geografia.
Período de desenvolvimento: Fevereiro a dezembro de 2015.
Resultados esperados: Que se crie uma consciência em relação à direção
defensiva e ao respeito às normas de trânsito.
Como será a avaliação final: A partir das atitudes dos alunos em relação ao
trânsito.
Meta 08: Integração e envolvimento da comunidade escolar no ambiente
educativo.
Ação: Homenagem às famílias com apresentação de teatros, poesias,
jograis, danças e músicas.
Responsáveis: Alunos, professores e comunidade escolar.
Período de desenvolvimento: Fevereiro a agosto de 2015.
Resultados esperados: Que os pais participem efetivamente da vida escolar
dos filhos.
Como será a avaliação final: A partir da efetiva integração entre a
Comunidade Escolar.
Meta 09: Prevenir a violência no ambiente escolar.
Ação: Palestras, reflexão entre professores, funcionários e alunos a respeito
da violência no universo escolar, produções de textos sobre direitos e deveres dos
cidadãos e estudos sobre bullying.
Responsáveis: Toda a Comunidade Escolar.
Período de desenvolvimento: Todo ano letivo de 2015.
Resultados esperados: Que se desenvolva uma consciência de respeito e
amor ao próximo, tolerância ao diferente, homofobia, transfobia e lesbiofobia.
Como será a avaliação final: A partir das mudanças atitudinais em relação a
convivência dos atores envolvidos.
20
Meta 10: Realizar o III Seminário do Meio Ambiente em comemoração a IlI
Semana Catarinense do Meio Ambiente.
Ação: Promover atividades referentes ao projeto de Lei de autoria dos alunos
da EEB. Saad Antônio Sarquis na sua participação na 13ª edição do Parlamento
Jovem, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina. O Projeto em questão foi
aprovado no final do ano de 2012.
Responsáveis: Toda a Comunidade Escolar.
Período de desenvolvimento: Neste ano, será realizado na semana
subsequente ao dia 05 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente.
Resultados esperados: Que se desenvolva uma consciência de preservação
ambiental, reduzindo-se ao máximo a degradação do meio.
Como será a avaliação final: A partir da mudança de atitude e da verificação de
uma consciência mais sustentável.
Meta 11: Socializar com os educandos as normas de convivência da Unidade
Escolar.
Ação: Promover uma apresentação com posterior reflexão e socialização das
normas, priorizando a participação do educando na legitimação das mesmas,
através da visualização turma por turma das mesmas.
Responsáveis: Direção e ATP.
Período de desenvolvimento: Nas primeiras semanas de aula (fevereiro).
Resultados esperados: Que o educando sinta-se fazendo parte na
construção, discussão e aprovação das normas de convivência, o que lhe dará um
maior senso de responsabilidade no cumprimento das mesmas.
Como será a avaliação final: A partir do processo de internalização e
mudança de comportamento em relação às normas
Meta 12: Garantir o acesso e a permanência dos educandos com sucesso e
aproveitamento no processo de ensinagem.
21
Ação: Tornar a escola um espaço onde ocorra efetivamente o processo de
inclusão e internalização dos temas abordados nas mais diversas etapas da
construção do sujeito crítico, reflexivo e participativo.
Responsáveis: Direção, professores e pais.
Período de desenvolvimento: Durante todo o ano letivo.
Resultados esperados: Que o educando sinta-se fazendo parte na
construção, discussão e internalização dos conteúdos, para que com isso
desenvolva uma consciência da importância da educação, bem como da sua efetiva
permanência no ambiente escolar, diminuindo, com isso, os índices de evasão e
repetência.
Como será a avaliação final: A partir da observação dos números de evasão
e repetência durante o ano letivo.
Meta 13: Execução do Hino Nacional Brasileiro no ambiente escolar.
Ação: Cantar o Hino Nacional Brasileiro uma vez por semana como forma de
desenvolver o civismo o patriotismo nos educandos.
Responsáveis: Equipe gestora, pedagógica e professores.
Período de desenvolvimento: de fevereiro a dezembro de 2015.
Resultados esperados: O desenvolvimento dos sentimentos de civismo e
patriotismo nos educandos, despertando a criticidade e o conhecimento dos
símbolos nacionais.
Meta 14: Acolhimento e socialização dos educandos.
Ação: Receber todos os dias, nos três turnos, os educandos e suas famílias
no portão, bem como servir a merenda aos mesmos, como forma de valorização,
inclusão e prevenção da violência no ambiente escolar.
Responsáveis: Equipe gestora, AE e ATP.
Período de desenvolvimento: de fevereiro a dezembro de 2015.
Resultados esperados: Que os educandos sintam-se em segurança no
ambiente escolar e saibam que a escola é um ambiente inclusivo e acolhedor.
22
Meta 15: Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio (PNEM).
Ação: Organizar, junto aos professores do Ensino Médio, estudo e debates
sobre a formação humana integral dos alunos, gestão democrática e áreas do
conhecimento, buscando compartilhar novas metodologias e realizar atividades que
despertem o interesse dos educandos durante o percurso formativo dos mesmos
nesta última etapa da Educação Básica.
Responsáveis: ATP, equipe gestora e professores do Ensino Médio.
Período de desenvolvimento: de julho de 2014 a abril de 2015.
Resultados esperados: Que os professores estejam em contínua formação
e preparados para trabalhar com os jovens de hoje e que os alunos do Ensino Médio
tenham mais interesse e percebam a importância desta etapa em sua formação
como ser humano que está inserido na sociedade e que busca estar preparado
tanto ingressar no Ensino Superior quanto para entrar no mercado de trabalho.
8. Consolidação do PPP
Este documento foi consolidado na Assembleia Geral de Pais realizada no dia
14 de março de 2015, às 14h, sendo o documento acima aprovado, de acordo com a
Ata nº 001/2015.
23
9. Referencial Bibliográfico
¹Brasil. Secretaria de Educação Básica. Formação de professores do ensino
médio, etapa I - caderno V : organização e gestão democrática da escola /
Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica; [autores : Celso João
Ferretti, Ronaldo Lima Araújo, Domingos Leite Lima Filho]. – Curitiba :
UFPR/Setor de Educação, 2013.
²Brasil. Secretaria de Educação Básica. Programa Nacional de Fortalecimento
dos Conselhos Escolares, módulo I: Conselho Escolar na Democratização
da Escola.
MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Inclusão é o Privilégio de Conviver com as
Diferenças. In Nova Escola, maio, 2005.
Santa Catarina. Secretaria de Estado da Educação e do Desporto. Proposta
Curricular de Santa Catarina: Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio:
Disciplinas curriculares. Florianópolis: COGEN, 1998.
Santa Catarina. Governo do Estado. Secretaria do Estado da Educação. Proposta
Curricular de Santa Catarina: formação integral na educação básica. Estado
de Santa Catarina, Secretaria de Estado da Educação, 2014.
Santa Catarina. DECRETO SC Nº 1794/13, de 15/10/2013. Dispõe sobre a Gestão
Escolar da Educação Básica e Profissional da rede estadual de ensino, em todos os
níveis e modalidades.
24

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Relatório de Regências Ensino Fundamental
Relatório de Regências Ensino Fundamental Relatório de Regências Ensino Fundamental
Relatório de Regências Ensino Fundamental
URCA - Universidade Regional do Cariri
 
Nee práticas de sucesso
Nee   práticas de sucessoNee   práticas de sucesso
Nee práticas de sucesso
sararaimundo6
 
PPP do Ens. Fundamental
PPP do Ens. FundamentalPPP do Ens. Fundamental
PPP do Ens. Fundamental
João Gomes
 
Regimento da EJA - 2012 - Recortes - Prof. Elisângela Trentin
Regimento da EJA - 2012 - Recortes - Prof. Elisângela TrentinRegimento da EJA - 2012 - Recortes - Prof. Elisângela Trentin
Regimento da EJA - 2012 - Recortes - Prof. Elisângela Trentin
alexrrosaueja
 
Antonio relatório de esatgio super visionado(pedagogia)
Antonio relatório de esatgio super visionado(pedagogia)Antonio relatório de esatgio super visionado(pedagogia)
Antonio relatório de esatgio super visionado(pedagogia)
Antonio Sousa
 
Projeto Político Pedagógico - EEPAM
Projeto Político Pedagógico - EEPAM Projeto Político Pedagógico - EEPAM
Projeto Político Pedagógico - EEPAM
orientadoresemeepam
 
Relatório de Estágio Supervisionado IV em Matemática
Relatório de Estágio Supervisionado IV em Matemática Relatório de Estágio Supervisionado IV em Matemática
Relatório de Estágio Supervisionado IV em Matemática
Vyeyra Santos
 
Relatorio de Estagio Supervisionado em Química
Relatorio de Estagio Supervisionado em QuímicaRelatorio de Estagio Supervisionado em Química
Relatorio de Estagio Supervisionado em Química
Lauryenne Oliveira
 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL II
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL IIESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL II
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL II
Fábio Ribeiro Silva
 
Plano Anual de Atividades do Agrupamento de Escolas de Vale de Ovil (2014/2015
Plano Anual de Atividades do Agrupamento de Escolas de Vale de Ovil (2014/2015Plano Anual de Atividades do Agrupamento de Escolas de Vale de Ovil (2014/2015
Plano Anual de Atividades do Agrupamento de Escolas de Vale de Ovil (2014/2015
Biblioteca da Escola E.B. 2,3/Secundária de Baião - Agrupamento de Escolas do Vale de Ovil
 
Trabalho de Educação Física
Trabalho de Educação FísicaTrabalho de Educação Física
Trabalho de Educação Física
Gerlan da Silva Dias
 
Relatorio estagio supervisionado I Historia 52 pag.
Relatorio estagio supervisionado I Historia 52 pag.Relatorio estagio supervisionado I Historia 52 pag.
Relatorio estagio supervisionado I Historia 52 pag.
André Fernandes Passos
 
Projeto Político Pedagógico da Escola Municipal Joaquim Teixeira Camargos
Projeto Político Pedagógico da Escola Municipal Joaquim Teixeira CamargosProjeto Político Pedagógico da Escola Municipal Joaquim Teixeira Camargos
Projeto Político Pedagógico da Escola Municipal Joaquim Teixeira Camargos
Paula Tannus
 
Relatorio final de estagio saulo
Relatorio final de estagio sauloRelatorio final de estagio saulo
Relatorio final de estagio saulo
Saulo Yuri
 
Resoluçao see nº_2197._sobre_a_organizaçao_das_escolas_de_minas
Resoluçao see nº_2197._sobre_a_organizaçao_das_escolas_de_minasResoluçao see nº_2197._sobre_a_organizaçao_das_escolas_de_minas
Resoluçao see nº_2197._sobre_a_organizaçao_das_escolas_de_minas
Antônio Fernandes
 
Relatorio rhianne jose para o estágio
Relatorio rhianne jose para o estágioRelatorio rhianne jose para o estágio
Relatorio rhianne jose para o estágio
Carol Sen
 
Orientacoes 2020 2021 bom do ministerio tenho de ler
Orientacoes 2020 2021 bom do ministerio tenho de lerOrientacoes 2020 2021 bom do ministerio tenho de ler
Orientacoes 2020 2021 bom do ministerio tenho de ler
paulaoliveiraoliveir2
 
Plano de Gestão Escolar 2014 e 2015
Plano de Gestão Escolar 2014 e 2015Plano de Gestão Escolar 2014 e 2015
Plano de Gestão Escolar 2014 e 2015
Ana Paula Silva
 
Relatório de Estágio Fundamental
Relatório de Estágio Fundamental Relatório de Estágio Fundamental
Relatório de Estágio Fundamental
URCA - Universidade Regional do Cariri
 
Plano de Trabalho 2010/2011
Plano de Trabalho 2010/2011Plano de Trabalho 2010/2011
Plano de Trabalho 2010/2011
Cristina Couto Varela
 

Mais procurados (20)

Relatório de Regências Ensino Fundamental
Relatório de Regências Ensino Fundamental Relatório de Regências Ensino Fundamental
Relatório de Regências Ensino Fundamental
 
Nee práticas de sucesso
Nee   práticas de sucessoNee   práticas de sucesso
Nee práticas de sucesso
 
PPP do Ens. Fundamental
PPP do Ens. FundamentalPPP do Ens. Fundamental
PPP do Ens. Fundamental
 
Regimento da EJA - 2012 - Recortes - Prof. Elisângela Trentin
Regimento da EJA - 2012 - Recortes - Prof. Elisângela TrentinRegimento da EJA - 2012 - Recortes - Prof. Elisângela Trentin
Regimento da EJA - 2012 - Recortes - Prof. Elisângela Trentin
 
Antonio relatório de esatgio super visionado(pedagogia)
Antonio relatório de esatgio super visionado(pedagogia)Antonio relatório de esatgio super visionado(pedagogia)
Antonio relatório de esatgio super visionado(pedagogia)
 
Projeto Político Pedagógico - EEPAM
Projeto Político Pedagógico - EEPAM Projeto Político Pedagógico - EEPAM
Projeto Político Pedagógico - EEPAM
 
Relatório de Estágio Supervisionado IV em Matemática
Relatório de Estágio Supervisionado IV em Matemática Relatório de Estágio Supervisionado IV em Matemática
Relatório de Estágio Supervisionado IV em Matemática
 
Relatorio de Estagio Supervisionado em Química
Relatorio de Estagio Supervisionado em QuímicaRelatorio de Estagio Supervisionado em Química
Relatorio de Estagio Supervisionado em Química
 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL II
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL IIESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL II
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL II
 
Plano Anual de Atividades do Agrupamento de Escolas de Vale de Ovil (2014/2015
Plano Anual de Atividades do Agrupamento de Escolas de Vale de Ovil (2014/2015Plano Anual de Atividades do Agrupamento de Escolas de Vale de Ovil (2014/2015
Plano Anual de Atividades do Agrupamento de Escolas de Vale de Ovil (2014/2015
 
Trabalho de Educação Física
Trabalho de Educação FísicaTrabalho de Educação Física
Trabalho de Educação Física
 
Relatorio estagio supervisionado I Historia 52 pag.
Relatorio estagio supervisionado I Historia 52 pag.Relatorio estagio supervisionado I Historia 52 pag.
Relatorio estagio supervisionado I Historia 52 pag.
 
Projeto Político Pedagógico da Escola Municipal Joaquim Teixeira Camargos
Projeto Político Pedagógico da Escola Municipal Joaquim Teixeira CamargosProjeto Político Pedagógico da Escola Municipal Joaquim Teixeira Camargos
Projeto Político Pedagógico da Escola Municipal Joaquim Teixeira Camargos
 
Relatorio final de estagio saulo
Relatorio final de estagio sauloRelatorio final de estagio saulo
Relatorio final de estagio saulo
 
Resoluçao see nº_2197._sobre_a_organizaçao_das_escolas_de_minas
Resoluçao see nº_2197._sobre_a_organizaçao_das_escolas_de_minasResoluçao see nº_2197._sobre_a_organizaçao_das_escolas_de_minas
Resoluçao see nº_2197._sobre_a_organizaçao_das_escolas_de_minas
 
Relatorio rhianne jose para o estágio
Relatorio rhianne jose para o estágioRelatorio rhianne jose para o estágio
Relatorio rhianne jose para o estágio
 
Orientacoes 2020 2021 bom do ministerio tenho de ler
Orientacoes 2020 2021 bom do ministerio tenho de lerOrientacoes 2020 2021 bom do ministerio tenho de ler
Orientacoes 2020 2021 bom do ministerio tenho de ler
 
Plano de Gestão Escolar 2014 e 2015
Plano de Gestão Escolar 2014 e 2015Plano de Gestão Escolar 2014 e 2015
Plano de Gestão Escolar 2014 e 2015
 
Relatório de Estágio Fundamental
Relatório de Estágio Fundamental Relatório de Estágio Fundamental
Relatório de Estágio Fundamental
 
Plano de Trabalho 2010/2011
Plano de Trabalho 2010/2011Plano de Trabalho 2010/2011
Plano de Trabalho 2010/2011
 

Destaque

Projeto: Ziraldo
Projeto: ZiraldoProjeto: Ziraldo
Projeto: Ziraldo
Débora Lambert
 
Ppp 2015 eeb saad sarquis
Ppp 2015 eeb saad sarquisPpp 2015 eeb saad sarquis
Ppp 2015 eeb saad sarquis
Ronaldo dos Santos
 
Plano de curso de fisica
Plano de curso de fisicaPlano de curso de fisica
Plano de curso de fisica
kl3ison
 
ApresentaçAo De Tcc Modelo
ApresentaçAo De Tcc ModeloApresentaçAo De Tcc Modelo
ApresentaçAo De Tcc Modelo
Lindaeloka
 
PROJETO LEITURA NA EDUCACÃO INFANTIL
PROJETO LEITURA NA EDUCACÃO INFANTILPROJETO LEITURA NA EDUCACÃO INFANTIL
PROJETO LEITURA NA EDUCACÃO INFANTIL
Claudia Val
 
TCC - Terapia Cognitiva Comportamental
TCC - Terapia Cognitiva ComportamentalTCC - Terapia Cognitiva Comportamental
TCC - Terapia Cognitiva Comportamental
Glaucia Lima de Magalhaes
 
Identificação dos níveis silábicos Emília Ferreiro
Identificação dos níveis silábicos Emília Ferreiro Identificação dos níveis silábicos Emília Ferreiro
Identificação dos níveis silábicos Emília Ferreiro
augustafranca7
 
Projeto de Leitura - "Maleta de leitura"
Projeto de Leitura - "Maleta de leitura"Projeto de Leitura - "Maleta de leitura"
Projeto de Leitura - "Maleta de leitura"
Cirlei Santos
 
Um amor de família
Um amor de famíliaUm amor de família
Um amor de família
Emef Madalena
 
Apresentando TCC
Apresentando TCCApresentando TCC
Apresentando TCC
Felipe Goulart
 

Destaque (10)

Projeto: Ziraldo
Projeto: ZiraldoProjeto: Ziraldo
Projeto: Ziraldo
 
Ppp 2015 eeb saad sarquis
Ppp 2015 eeb saad sarquisPpp 2015 eeb saad sarquis
Ppp 2015 eeb saad sarquis
 
Plano de curso de fisica
Plano de curso de fisicaPlano de curso de fisica
Plano de curso de fisica
 
ApresentaçAo De Tcc Modelo
ApresentaçAo De Tcc ModeloApresentaçAo De Tcc Modelo
ApresentaçAo De Tcc Modelo
 
PROJETO LEITURA NA EDUCACÃO INFANTIL
PROJETO LEITURA NA EDUCACÃO INFANTILPROJETO LEITURA NA EDUCACÃO INFANTIL
PROJETO LEITURA NA EDUCACÃO INFANTIL
 
TCC - Terapia Cognitiva Comportamental
TCC - Terapia Cognitiva ComportamentalTCC - Terapia Cognitiva Comportamental
TCC - Terapia Cognitiva Comportamental
 
Identificação dos níveis silábicos Emília Ferreiro
Identificação dos níveis silábicos Emília Ferreiro Identificação dos níveis silábicos Emília Ferreiro
Identificação dos níveis silábicos Emília Ferreiro
 
Projeto de Leitura - "Maleta de leitura"
Projeto de Leitura - "Maleta de leitura"Projeto de Leitura - "Maleta de leitura"
Projeto de Leitura - "Maleta de leitura"
 
Um amor de família
Um amor de famíliaUm amor de família
Um amor de família
 
Apresentando TCC
Apresentando TCCApresentando TCC
Apresentando TCC
 

Semelhante a PPP 2015 EEB Saad Antônio Sarquis

Ppp 2013 compacto_saad
Ppp 2013 compacto_saadPpp 2013 compacto_saad
Ppp 2013 compacto_saad
Ronaldo dos Santos
 
PPP 2013 compacto EEB. Saad Sarquis
PPP 2013 compacto EEB. Saad SarquisPPP 2013 compacto EEB. Saad Sarquis
PPP 2013 compacto EEB. Saad Sarquis
Ronaldo dos Santos
 
conselhos-de-escola-novo-em.pdf
conselhos-de-escola-novo-em.pdfconselhos-de-escola-novo-em.pdf
conselhos-de-escola-novo-em.pdf
pcnpfatima
 
Plano de gestão CHAPA 1
Plano de gestão CHAPA 1Plano de gestão CHAPA 1
Plano de gestão CHAPA 1
Andréa Otoni Sales
 
PPP - e.e. Adolfo
PPP - e.e. AdolfoPPP - e.e. Adolfo
PPP - e.e. Adolfo
heder oliveira silva
 
Projeto Político Pedagógico 2013
Projeto Político Pedagógico 2013Projeto Político Pedagógico 2013
Projeto Político Pedagógico 2013
colegiocpf
 
Proposta Pedagógica 2014
Proposta Pedagógica 2014Proposta Pedagógica 2014
Proposta Pedagógica 2014
eemarquesdesaovicente
 
Semana 02 regime de progressão continuada
Semana 02 regime de progressão continuadaSemana 02 regime de progressão continuada
Semana 02 regime de progressão continuada
Sandra Menucelli
 
Proposta Pedagogica 2013
Proposta Pedagogica 2013Proposta Pedagogica 2013
Proposta Pedagogica 2013
eemarquesdesaovicente
 
1º encontro apresentação slides
1º encontro   apresentação slides1º encontro   apresentação slides
1º encontro apresentação slides
Escolaeas
 
Projeto Curricular de Grupo 2018/2019
Projeto Curricular de Grupo 2018/2019Projeto Curricular de Grupo 2018/2019
Projeto Curricular de Grupo 2018/2019
SalaAmarelaJIGradil
 
Revisão Curricular 26 de Março 2012
Revisão Curricular 26 de Março 2012Revisão Curricular 26 de Março 2012
Revisão Curricular 26 de Março 2012
David Azevedo
 
Projeto para Formação continuada na escola 2016
Projeto para Formação continuada na escola 2016 Projeto para Formação continuada na escola 2016
Projeto para Formação continuada na escola 2016
Maria Cecilia Silva
 
Eja
EjaEja
Plano gestão 2011
Plano gestão 2011Plano gestão 2011
Plano gestão 2011
patriciachagaspc
 
PROGRAMA DE AÇÃO 2024 - MARIANA DA SILVA MORAES.pdf
PROGRAMA DE AÇÃO 2024 - MARIANA DA SILVA MORAES.pdfPROGRAMA DE AÇÃO 2024 - MARIANA DA SILVA MORAES.pdf
PROGRAMA DE AÇÃO 2024 - MARIANA DA SILVA MORAES.pdf
MarianaMoraesMathias
 
Práticas-Experimentais-de-Matemática_EM_Vol1.pdf
Práticas-Experimentais-de-Matemática_EM_Vol1.pdfPráticas-Experimentais-de-Matemática_EM_Vol1.pdf
Práticas-Experimentais-de-Matemática_EM_Vol1.pdf
LeticiaDeOliveiraPec
 
Constr prop p001-017_c
Constr prop p001-017_cConstr prop p001-017_c
Constr prop p001-017_c
afereira
 
Planejamento Pedagógico - EE República do Suriname 2015
Planejamento Pedagógico - EE República do Suriname 2015Planejamento Pedagógico - EE República do Suriname 2015
Planejamento Pedagógico - EE República do Suriname 2015
jeffcezanne
 
3ciclo. (1)
3ciclo. (1)3ciclo. (1)
3ciclo. (1)
Socorro Barros
 

Semelhante a PPP 2015 EEB Saad Antônio Sarquis (20)

Ppp 2013 compacto_saad
Ppp 2013 compacto_saadPpp 2013 compacto_saad
Ppp 2013 compacto_saad
 
PPP 2013 compacto EEB. Saad Sarquis
PPP 2013 compacto EEB. Saad SarquisPPP 2013 compacto EEB. Saad Sarquis
PPP 2013 compacto EEB. Saad Sarquis
 
conselhos-de-escola-novo-em.pdf
conselhos-de-escola-novo-em.pdfconselhos-de-escola-novo-em.pdf
conselhos-de-escola-novo-em.pdf
 
Plano de gestão CHAPA 1
Plano de gestão CHAPA 1Plano de gestão CHAPA 1
Plano de gestão CHAPA 1
 
PPP - e.e. Adolfo
PPP - e.e. AdolfoPPP - e.e. Adolfo
PPP - e.e. Adolfo
 
Projeto Político Pedagógico 2013
Projeto Político Pedagógico 2013Projeto Político Pedagógico 2013
Projeto Político Pedagógico 2013
 
Proposta Pedagógica 2014
Proposta Pedagógica 2014Proposta Pedagógica 2014
Proposta Pedagógica 2014
 
Semana 02 regime de progressão continuada
Semana 02 regime de progressão continuadaSemana 02 regime de progressão continuada
Semana 02 regime de progressão continuada
 
Proposta Pedagogica 2013
Proposta Pedagogica 2013Proposta Pedagogica 2013
Proposta Pedagogica 2013
 
1º encontro apresentação slides
1º encontro   apresentação slides1º encontro   apresentação slides
1º encontro apresentação slides
 
Projeto Curricular de Grupo 2018/2019
Projeto Curricular de Grupo 2018/2019Projeto Curricular de Grupo 2018/2019
Projeto Curricular de Grupo 2018/2019
 
Revisão Curricular 26 de Março 2012
Revisão Curricular 26 de Março 2012Revisão Curricular 26 de Março 2012
Revisão Curricular 26 de Março 2012
 
Projeto para Formação continuada na escola 2016
Projeto para Formação continuada na escola 2016 Projeto para Formação continuada na escola 2016
Projeto para Formação continuada na escola 2016
 
Eja
EjaEja
Eja
 
Plano gestão 2011
Plano gestão 2011Plano gestão 2011
Plano gestão 2011
 
PROGRAMA DE AÇÃO 2024 - MARIANA DA SILVA MORAES.pdf
PROGRAMA DE AÇÃO 2024 - MARIANA DA SILVA MORAES.pdfPROGRAMA DE AÇÃO 2024 - MARIANA DA SILVA MORAES.pdf
PROGRAMA DE AÇÃO 2024 - MARIANA DA SILVA MORAES.pdf
 
Práticas-Experimentais-de-Matemática_EM_Vol1.pdf
Práticas-Experimentais-de-Matemática_EM_Vol1.pdfPráticas-Experimentais-de-Matemática_EM_Vol1.pdf
Práticas-Experimentais-de-Matemática_EM_Vol1.pdf
 
Constr prop p001-017_c
Constr prop p001-017_cConstr prop p001-017_c
Constr prop p001-017_c
 
Planejamento Pedagógico - EE República do Suriname 2015
Planejamento Pedagógico - EE República do Suriname 2015Planejamento Pedagógico - EE República do Suriname 2015
Planejamento Pedagógico - EE República do Suriname 2015
 
3ciclo. (1)
3ciclo. (1)3ciclo. (1)
3ciclo. (1)
 

Último

UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
Manuais Formação
 
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptxVOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
mailabueno45
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
Sandra Pratas
 
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Falcão Brasil
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Falcão Brasil
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
Falcão Brasil
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
Falcão Brasil
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
Mary Alvarenga
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Falcão Brasil
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
MariaJooSilva58
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Falcão Brasil
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Centro Jacques Delors
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Luzia Gabriele
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Falcão Brasil
 
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdfA Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
Falcão Brasil
 
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
Sandra Pratas
 
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.pptAnálise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Falcão Brasil
 
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdfPortfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Falcão Brasil
 

Último (20)

UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
 
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptxVOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
 
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
 
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdfA Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
 
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
 
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
 
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
 
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.pptAnálise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
 
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdfPortfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
 

PPP 2015 EEB Saad Antônio Sarquis

  • 1. ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO EEB. SAAD ANTONIO SARQUIS RUA SÃO LOURENÇO DO OESTE, 558-E – BAIRRO CRISTO REI DIRETOR: PAULO SÉRGIO PAZ DE OLIVEIRA ASSESSORES DE DIRETOR: NEUSA MULLER FERREIRA GARCIA JOÃO PEDRO DALBOSCO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 2015
  • 2. Chapecó (SC), fevereiro de 2015. 1. Apresentação A Escola de Educação Básica Saad Antônio Sarquis foi construída em área de terra de 740.698 m², doada pela Prefeitura Municipal de Chapecó, através da Lei nº 2.522 de 30/05/84. A portaria E/299/88 através do Decreto nº 31.112/86, conjugado com a Lei nº 4.394/69, resolve criar junto à Escola de Rede Estadual o curso de Educação Pré- escolar, com data em vigor de 18/08/88. O decreto nº 512, de 06/09/99, autoriza o funcionamento do Curso de Ensino Médio pelo parecer nº 181/CEE, de 20/07/99, com matrícula inicial de 94 alunos. A Escola de Educação Básica Saad Antônio Sarquis está localizada na Rua São Lourenço do Oeste, 558 E, no Bairro Cristo Rei de Chapecó-SC, e é mantida pelo Estado de Santa Catarina e administrada pela Secretaria de Estado da Educação e será regida por este Projeto Político Pedagógico nos termos da legislação em vigor. A escola situa-se na região norte do município e conta com uma população de baixa e media renda. São trabalhadores que matriculam seus filhos nesta Unidade Escolar em busca de uma educação de qualidade para os mesmos. 2
  • 3. Projeto Político Pedagógico O Projeto Político Pedagógico, mais do que uma exigência legal, é a definição de regras no ambiente escolar. É por meio dele que a comunidade escolar define como deve ser organizada a escola, como deve se relacionar com a comunidade, que disciplinas serão oferecidas, que estratégias devem ser valorizadas, quais os critérios avaliação da aprendizagem, enfim, como a escola vai organizar o processo formativo dos estudantes que estão sob sua responsabilidade. É “Projeto” porque indica uma direção, é “Político” porque resulta das relações de força existentes na escola e porque toma partido sobre o que fazer e o que não fazer, é “Pedagógico” porque pressupõe uma definição do tipo de ser humano que se quer formar. Por isso o “Projeto Político-Pedagógico” deve ser entendido como uma tomada de posição e um consenso possível da comunidade da escola sobre o que se deve fazer para se formar os indivíduos que esta comunidade crê que devam ser formados na escola.¹ O PPP constitui-se, portanto, como resultado de trabalho coletivo de planejamento e, ao mesmo tempo, expressão de uma concepção de educação e de escola que também deve servir de base para a sua construção. A escola é um todo composto por diferentes partes que se articulam e interagem em prol de uma educação de qualidade. Essa unidade do trabalho educativo se consolida na construção coletiva do Projeto Político Pedagógico.² 3
  • 4. IDEB da Unidade Escolar Um dos dados que mostra o desenvolvimento dos nossos alunos é o IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Na tabela abaixo podem ser observados os índices registrados de 2005 a 2011 e metas a serem atingidas até 2021: Ensino Fundamental IDEB Observado 2005 2007 2009 2011 2013 Anos Iniciais 4,5 5,3 5,0 5,8 7,0 Anos Finais 4,3 3,9 4,4 4,8 4,5 Ensino Fundamental Metas Projetadas 2005 2007 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021 Anos Iniciais 4,5 5,3 5,8 4,5 4,9 5,3 5,5 5,8 6,0 6,3 6,5 Anos Finais 4,3 3,9 4,8 4,4 4,5 4,8 5,2 5,5 5,8 6,0 6,2 Fonte: Prova Brasil e Censo Escolar. 4
  • 5. Recuperação Todo aluno tem o direito de ter oportunidades para recuperar o mau desempenho que teve em determinada disciplina ou conteúdo. Entendemos por recuperação de estudos o processo didático pedagógico que visa oferecer novas oportunidades aos alunos para superar deficiências ao longo do processo ensino aprendizagem. A recuperação será oferecida de forma paralela, sempre que for diagnosticada insuficiência durante o processo regular de apropriação do conhecimento e de competências pelo aluno. O resultado obtido na avaliação, após estudos de recuperação, em que o aluno demonstre ter superado as dificuldades, substituirá a anterior, referentes aos mesmos objetivos, prevalecendo o maior resultado. Dependência de estudos Apesar da não oferta pela Rede Estadual de Ensino, a dependência de estudos ofertada aos alunos egressos de outras redes de ensino, dando oportunidade aos mesmos de matricularem-se na série imediatamente superior, respeitando o direito do aluno de não regredir na sua trajetória escolar. Nesse caso, as atividades serão realizadas extraclasse e o(s) aluno(s), juntamente com seus responsáveis, assumirão o compromisso de realizar todas as atividades encaminhadas pelos professores da(s) disciplina(s) em dependência, dentro dos prazos determinados. Os trabalhos em questão devem ser retirados e posteriormente entregues na secretaria da escola. 5
  • 6. 2. Papel da escola Objetivo Geral Interagir no sentido de formar alunos como sujeitos ativos, críticos e participativos na construção de uma sociedade mais justa, humana e igualitária. Objetivos Específicos - Desenvolver a criticidade dos educandos; - Diminuir os índices de evasão e repetência; - Garantir a apropriação e a internalização dos conteúdos aos educandos; - Despertar nos educandos os sentimentos de cidadania e solidariedade; - Sensibilizar os educandos para a preservação do ambiente; - Respeitar as diferenças, promovendo a educação inclusiva; - Implementar a capacitação contínua do corpo docente e diretivo da UE; - Integrar a comunidade escolar. A filosofia norteada na ação pedagógica tem sua origem e seu fim na prática social concreta. O contexto histórico-social no qual vivem professores e alunos constitui o fundamento da escola. 3. Proposta Curricular A Unidade Escolar tem por finalidade atender o disposto nas Constituições Federal e Estadual, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Estatuto da Criança e do Adolescente. Ministrar o Ensino Fundamental e o Ensino Médio, observados, em cada caso, a legislação e as normas especificamente aplicáveis. A Escola funciona de segunda a sexta-feira com os alunos e aos sábados extraordinariamente. 6
  • 7. Matriz Curricular do Ensino Fundamental de 09 anos Número de dias de efetivo trabalho escolar: 200 dias Número mínimo de semanas letivas: 40 semanas Número de dias semanais de efetivo trabalho: 05 dias Duração da hora/aula: 45 minutos – 05 horas/aulas diárias (4 horas relógio) Carga anual para os alunos: 800 horas Turno: Diurno RESOLUÇÃO Nº 02/CEB/CNE DISCIPLINAS (AULAS SEMANAIS) SÉRIES/ ANOS TOTAL SEMANAL 1ª 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª 8ª 9ª BASE COMUM Língua Portuguesa X x X X X 04 04 04 04 16 Matemática X x X X X 04 04 04 04 16 Ciências X x X X X 03 03 03 03 12 História X x X X X 03 03 03 03 12 Geografia X x X X X 03 03 03 03 12 Educação Física X x X X X 03 03 03 03 12 Artes X x X X X 02 02 02 02 08 Ensino Religioso X x X X X 01 01 01 01 04 PARTE DIVERSIFICADA Língua Estrangeira (Inglês) - - - - - 03 03 03 03 12 TOTAIS SEMANAIS X X X X X 26 26 26 26 104 7
  • 8. Matriz Curricular do Ensino Médio - Diurno e Noturno Carga Horária Semestral – 400 horas Carga Horária Total – 800 horas Número de dias de efetivo trabalho escolar – 200 dias Número de semanas – 40 Duração da aula – hora/aula: Matutino – 45 minutos (4horas relógio) Noturno – 40 minutos (3h30min relógio) RESOLUÇÃO Nº 03/CEB/CNE DISCIPLINAS 1ª SÉRIE 2ª SÉRIE 3ª SÉRIE CARGA HORÁRIA LINGUAGENS Língua Portuguesa e Literatura 03 03 03 288 Língua Estrangeira (Inglês) 02 02 02 192 Artes 02 01 02 160 Educação Física 02 02 02 192 Subtotal 09 08 09 832 CIÊNCIAS DA NATUREZA Química 02 02 02 192 Física 02 02 02 192 Biologia 02 02 02 192 Matemática 03 03 03 288 Subtotal 09 09 09 864 CIÊNCIAS HUMANAS História 02 02 02 192 Geografia 02 02 02 192 Filosofia 01 02 02 160 Sociologia 02 02 01 160 Subtotal 07 08 07 704 TOTAIS SEMANAIS 25 25 25 2400 8
  • 9. Os programas e currículos serão articulados com a prática social, sendo seu ponto de partida e seu ponto de chegada. Estabelece-se, portanto, uma relação dialética entre o conhecimento acumulado historicamente pela humanidade e a realidade na qual está inserida a escola. A LDB redimensiona o conceito de escola e explica que está nas mãos dos sujeitos que fazem a escola definir a organização do seu trabalho pedagógico. Obviamente, uma atribuição dessa natureza é de grande responsabilidade, porque implica na definição dos caminhos que a escola vai tomar e, consequentemente a construção de sua autonomia, que depende de uma ação compartilhada de todos os segmentos, de forma mais dialogada e solidária. Este marco operativo diz respeito ao trabalho da escola como um todo, em sua finalidade primeira e a todas as atividades desenvolvidas tanto dentro como fora da sala de aula, inclusive a forma de gestão, a abordagem curricular e a relação escola comunidade. A dimensão pedagógica manifesta-se à medida que a aprendizagem do aluno, a base curricular e os programas de ensino por ele desenvolvidos, são analisados pelo professor, ou pelo coletivo dos professores, e a avaliação da escola é feita para verificar o seu desempenho em termos de aprendizagem. A maior finalidade do Projeto Político Pedagógico é assegurar o sucesso da aprendizagem de todos os alunos da escola. Avaliação A avaliação do aproveitamento do aluno será contínua e de forma global, mediante verificação de competências e da aprendizagem do conhecimento, em atividades extraclasses, incluídos os procedimentos próprios de recuperação paralela e oferecendo ainda exames finais, para os alunos que atingirem média anual entre 3,0 (três) e 7,0 (sete) e facultativa para os alunos com média superior a 7,0 (sete). Oferecemos ainda novas oportunidades de avaliação. Sempre que verificado o aproveitamento insuficiente durante os bimestres, é assegurada ao aluno a promoção de recuperação paralela e prevalecerá o resultado maior obtido. 9
  • 10. A avaliação do processo de ensino-aprendizagem, de acordo com a Resolução nº 158/2008, regulamentada pela Portaria nº37/2009, busca possibilitar o aperfeiçoamento do processo de ensino-aprendizagem, melhorando o desempenho do aluno quanto à apropriação de competências e conhecimentos em cada área de estudos e atividades escolares, acompanhando o desempenho docente e as condições físicas e materiais que substanciam esse processo. Para efeito de registro de avaliação, consideram-se os valores numéricos de 1,0 (um) a 10,0 (dez), que serão organizados em quatro bimestres, preponderando sempre à média das notas registradas podendo ser utilizado o meio ponto ou 0,5 (cinco décimos) na média bimestral. A nota obtida pelo aluno no bimestre poderá ser substituída de forma crescente, tantas vezes quantas forem às oportunidades de recuperação do conhecimento realizadas pelo professor. O registro da nota deverá seguir o critério de ordem crescente, ou seja, considerando que o aluno não desaprende o que já foi apropriado e nem se suprime o que já foi ensinado. Com ressalva, a nota poderá ser menor a anterior quando o aluno, comprovadamente, se recusar a realizar as avaliações propostas. O registro terá como base a apropriação dos conceitos que pode variar de 10% a 100% do que foi trabalhado durante o ano. A escola trabalha com alguns projetos pedagógicos durante o ano letivo, sendo atualmente os seguintes: Revisão e avaliação permanente do PPP; Implementação e execução do Plano de Educação dos nove anos; Socialização com os educandos das normas de convivência da Unidade Escolar; Leitura na Escola; Sexualidade e Afetividade; Embelezamento da Escola; Educação no Trânsito; Brasil Afro; Conselho de Classe Participativo e Plantão Pedagógico; Interação Família/Escola; Acolhimento dos educandos na chegada; Violência no âmbito Escolar; Semana Catarinense do Meio Ambiente e Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio (PNEM). 10
  • 11. 4. Dimensão Administrativa Diretor Geral Paulo Sérgio Paz De Oliveira Assessores de Diretor Neusa Muller Ferreira Garcia João Pedro Dalbosco Assistente de Educação Patricia Buss Assistente Técnico Pedagógico Ronaldo dos Santos Presidente APP Gelson Belé Presidente Conselho Deliberativo Ivanildo Antônio Michelon Grêmio Estudantil Em transição Responsável pela Biblioteca Ronaldo dos Santos Responsável pela Sala de Informática Matutino, Vespertino: Vinícius Brustolin Noturno: Vinícius Brustolin 11
  • 12. 5. Corpo Docente Nome Do Professor Matrícula Função Graduação Carga Horária Paulo Sérgio Paz De Oliveira 288.138-1-04 Diretor Geral Biologia 40 Neusa Muller F. Garcia 311.162-8-03 Assessora LPL 20 João Pedro Dalbosco 318.132-4-02 Assessor História 40 12Patricia Buss 372.976-1-01 Assistente de Educação Ed. Infantil 40 Ronaldo dos Santos 345.296-4-03 Assistente Téc. Pedag. Matemática 40 Maria Elisa B. Baumann 164.696-6-02 Administradora Escolar Séries Iniciais 40 Adriana da Silva 350.830-7-01 2ª Professora Séries Iniciais 40 Adriana Fátima Franceschina 307.429-3-04 Professora Geografia Compl.8 Ana Carla Soboleski Merlo 398.051-0-03 Professora Séries Iniciais 40 Andréi Darci Capeleto 686.275-6-01 Professor Educação Física 10 Andréia Raquel Vargas 686.813-4-01 Professora Arte 20 Carlos Casonatto 140.310-9-01 Professor Biologia 40 Catarine Anita Lermem 666.031-2-01 2ª Professora Séries Iniciais 40 Cleuza Fátima Fedatto 665.503-3-01 Professora Séries Iniciais 20 Cristina Gaboardi M. Mezzomo 344.582-8-02 Professora Educação Física Daiane Bonafé 327.822-0-01 Professora Química 40 12Débora Cristina Klaus Tecchio 678.834-3-01 Professora Educação Física 40 Dimali Aparecida Ongaratto 336.005-9-01 Professora Arte Compl.8 Elisaine Inês Tonatto Massoline 315.029-1-04 Professora Matemática 40 Eloi Telmir dos Santos 320.426-0-03 Diretor EEB. Jacó Gisi Geografia 30 Glaucia Aparecida R. Michelon 670.644-4-01 Professora Séries Iniciais 20 Inês Tres 191.602-5-03 Professora Inglês 40 Jacir Vansin 179.416-7-03 Professor Matemática 40 Jaime Antonio Karasek 305.612-0-04 Professor Educação Física 40 Joaquim Evaldo Cella 372.565-0-01 Professor Geografia Compl.2 Nome Do Professor Matrícula Função Graduação Carga Horária Luiz Antônio Garcia 387.858-9-03 Professor Filosofia 30 Lucineia Policeno Bernardi 653.846-0-01 Professora LPL Compl.9 Madelaine Conte Morgan 317.631-2-02 Professora Séries Iniciais 20 Marivete Inês F. Krindges 668.315-0-01 Professora Séries Iniciais 20 Neiva Ana Maboni 270.362-9-03 Professora Geografia 20 Nelcira Castanha das Chagas 294.081-7-06 Professora Ens. Religioso Comp. Nelsinda Menezes Vieira 287.713-1-04 Professora LPL / Inglês 20 Rodrigo Müller de Oliveira 677.124-6-02 Professor Inglês 40 Rosália F. da Silva Kessler 259.191-0-03 Professora LPL 40 Rosane Hengen Colombelli 203.060-8-01 Professora Séries Iniciais 40 Roseli Salete Vivan 289.239-1-05 Professora Arte 40 Rúbia Munarini 670.532-4-01 Professora Séries Iniciais 20 Sidiane Covatti 298.427-0-05 Professora Biologia / Ciências 40 Silvana Weiser 666.807-0-01 Professora Séries Iniciais 40 Sônia Albertina Chiarelo 335.146-7-01 Professora História 20 Susana Madalena Martins Vieira 311.843-6-02 Professora Séries Iniciais 40 Tatiana de Oliveira 359.413-0-04 Professora Arte 40 Vianeis Rodrigues da Silva 164.656-7-01 Professora Séries Iniciais 40 Vinícius Brustolin 651.570-3-01 Sala de Informática Lic. em Informática* 40 Vinícius Brustolin 651.570-3-02 Sala de Informática Lic. em Informática* 20 Zenei Oliva P. Michellon 261.710-2-05 Professora História 40 * cursando 12
  • 13. Os trabalhadores em educação desta Unidade Escolar estão em constante aperfeiçoamento pedagógico, que se dá através de planejamentos periódicos que ocorrem na escola e também em seminários e cursos promovidos pela GERED e por outras instituições de ensino. Os alunos são atendidos regularmente em sala de aula e também na sala de informática, na biblioteca, no ginásio de esportes e no laboratório de ciências para a realização da práxis pedagógica. O atendimento supracitado ocorre nos seguintes períodos:  Matutino: 07 horas e 30 minutos às 11 horas e 30 minutos  Vespertino: 13 horas e 15 minutos às 17 horas e 15 minutos  Noturno: 19 horas às 22 horas e 30 minutos. Quanto ao Estágio de Estudantes do Ensino Médio, de acordo com a Lei nº 11.788/2008, a Unidade Escolar informa os estudantes com 16 anos ou mais, a possibilidade dos mesmos estagiarem em empresas ou escolas. O aluno interessado preenche a sua inscrição na unidade escolar e a mesma encaminha ao setor de ensino da GERED. No momento que surgirem vagas, a pessoa responsável entra em contato com a escola, que comunica o aluno. A Implantação da avaliação institucional é um desafio, porque precisamos: 1. Compreender os princípios e as finalidades da avaliação institucional como o embasamento para o desenvolvimento desse processo; 2. Participar da formação de procedimentos metodológicos e etapas de avaliação institucional; 3. Implantar um processo de avaliação na instituição escolar, envolvendo toda a comunidade; 4. Selecionar procedimentos básicos para a elaboração, aplicação, organização e interpretação dos instrumentos de coleta de informações sobre a escola; 5. Utilizar os resultados da avaliação do processo de aperfeiçoamento do Projeto Político Pedagógico da escola. Sabemos que a avaliação institucional tem uma relação direta com a aprendizagem do aluno e ela se desenvolve por meio de uma prática coletiva. 13
  • 14. 6. Dimensão Financeira Os recursos financeiros da escola são oriundos das verbas que vem do governo federal – PDDE - e verbas descentralizadas do governo estadual, que são distribuídas e aplicadas conforme a legislação vigente. 7. Dimensão Física A EEB. Saad Antônio Sarquis tem uma área construída de aproximadamente 1400 m2 . Possui 08 (sete) salas com 48 m2 ; 06 (Seis) salas com 36 m2 ; salientamos ainda que todas as salas de aula são climatizadas e possuem 01 (uma) TV Led 32” e 01 (um) aparelho de DVD, totalizando 11 (onze) televisores e 11 (onze) DVD´s; área coberta com aproximadamente 600 m2 ; 08 (oito) banheiros femininos; 06 (seis) banheiros masculinos; 01(um) banheiro na sala dos professores; sala da direção; secretaria; sala de planejamento e intervenção pedagógica contando com 02 (dois) computadores, 01 (uma) TV e 01(um) aparelho de DVD; cozinha; biblioteca com 48 m2 , informatizada e climatizada, reunindo um acervo de aproximadamente 9000 (nove mil) títulos, entre livros, revistas periódicas, gibis e enciclopédias; contamos com uma sala informatizada, climatizada com 28 (vinte e oito) terminais de computador e 01 (uma) impressora/copiadora. Temos ainda 08 (oito) computadores distribuídos na sala dos professores, secretaria, biblioteca e sala da direção; 04(quatro) impressoras. Temos 01 (um) datashow e 01 (um) notebook, 02(dois) projetores multimídia 3X1 Proinfo, aparelhos de som portátil. Mais 01 (um) televisor com DVD e parabólica na secretaria; 01 (um) televisor com parabólica na sala dos professores; 01 (um) home theather; 02 (duas) caixas amplificadas; 01 (um) sistema de som para eventos maiores; além da área coberta, entre as alas 1 e 2, com som ambiente, que serve também como refeitório durante o recreio. Fazem parte ainda do espaço físico da escola 01 (uma) quadra de areia, área descoberta entre as alas 2 e 3 e o ginásio de esportes. Em termos de acessibilidade, foram construídas rampas de acesso e 01 (um) banheiro adaptado para uso de cadeirantes. 14
  • 15. 8. Educação Inclusiva A escola tem que ser o reflexo da vida do lado de fora. O grande ganho, para todos, é viver a experiência da diferença. Se os educandos não passam por isso na infância, mais tarde terão muita dificuldade de vencer os preconceitos. A inclusão possibilita aos que são discriminados pela deficiência, pela classe social ou pela cor que, por direito, ocupem o seu espaço na sociedade. Se isso não ocorrer, essas pessoas serão sempre dependentes e terão uma vida cidadã pela metade. Você não pode ter um lugar no mundo sem considerar o do outro, valorizando o que ele é, e o que ele poderá vir a ser. Além disso, para nós, professores, o maior ganho está em garantir a todos o direito à educação. Os alunos precisam de liberdade para aprender de seu modo, de acordo com as suas condições. E isso vale para os estudantes com deficiência ou não. A escola de Educação Básica Saad Antônio Sarquis, é uma escola que pratica e acredita na educação inclusiva, pois, para Mantoan, 2005,” Inclusão é o privilégio de conviver com as diferenças”. 9. Gestão Democrática A ação democrática representa um exercício de poder, autocriação, autoinstituição, autogestão. Para que a gestão da escola pública seja efetivamente democrática é fundamental que ela exercite sua autonomia. Levando isso em conta, sentiu-se a necessidade de encontrar outra forma de gestão da escola pública, que não a tradicional, através de indicação política. A democracia deve ser um exercício permanente e cotidiano, em todos os ambientes e momentos da escola, somente assim ela poderá se fazer viva e se constituir como um elemento da cultura institucional, não apenas uma prática de eleição. Os artigos 14 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e 22 do Plano Nacional de Educação (PNE) indicam que os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica obedecendo aos princípios da participação dos profissionais da educação na elaboração do 15
  • 16. projeto pedagógico da escola e a participação das comunidades escolares e locais em conselhos escolares. Devemos enfatizar então que a democracia na escola por si só não tem significado. Ela só faz sentido se estiver vinculada a uma percepção de democratização da sociedade. Na rede estadual de ensino de Santa Catarina, as normas que regem a Gestão Democrática são definidas no decreto nº 1.794/13, de 15 de outubro de 2013. Segundo o decreto, os professores que tiverem interesse em assumir a direção da unidade escolar deverão apresentar um Plano de Gestão Escolar, que será apreciado por uma banca avaliadora a ser definida pela Secretaria de Estado da Educação. Passando pela banca, os Planos de Gestão estarão aptos a serem analisados e votados pela comunidade escolar. No período de transição deste processo (2014-2015), o primeiro Plano de Gestão Escolar será apresentado pelo atual diretor de escola e terá vigência até dezembro de 2015. No processo de escolha, serão considerados os seguintes critérios de valoração por segmento representativo da comunidade escolar: I – peso 2 (dois), relativamente à escolha dos pais ou responsáveis; II – peso 1 (um), relativamente à escolha dos estudantes (os estudantes regularmente matriculados na escola nos anos finais do Ensino Fundamental e em todas as séries do Ensino Médio); e III – peso 1 (um), relativamente à escolha dos profissionais da educação. Os professores da rede estadual de ensino interessados em elaborar plano de gestão escolar, observado com vistas a ocupar a Função Gratificada (FG) de Diretor de Escola, deverão preencher os seguintes requisitos, de acordo com edital próprio elaborado pela SED: I – ser professor efetivo do Quadro do Magistério Público estadual; II – declarar-se optante pelo regime de dedicação exclusiva; III – não ter sofrido, no exercício de função pública, penalidades disciplinares; IV – ter o estágio probatório homologado e publicado no Diário Oficial do Estado (DOE); V – estar em efetivo exercício na rede estadual de ensino; VI – dispor de no mínimo 40 (quarenta) horas de dedicação à escola; e 16
  • 17. VII – possuir curso de formação continuada em gestão escolar de no mínimo 200 (duzentas) horas realizado pela SED ou por instituição de ensino superior. O diretor que tiver seu Plano de Gestão escolhido pela comunidade escolar indicará os seus assessores. O edital para inscrição e escolha dos Planos de Gestão será divulgado pela SED neste ano de 2015. 17
  • 18. 10.Metas, Ações e Responsáveis. Meta 01: Revisão e avaliação permanente do PPP. Ação: Mudança no olhar do PPP Responsáveis: Comunidade escolar Período de desenvolvimento: Fevereiro a dezembro de 2015. Resultados esperados: A consolidação do PPP na Comunidade Escolar. Como será a avaliação final: Será realizada entre todos os partícipes da Comunidade Escolar. Meta 02: Implementação e execução do Plano de Educação dos nove anos. Ação: Alfabetização e letramento. Responsáveis: Coordenador Pedagógico, professores do Ensino Fundamental. Período de desenvolvimento: Fevereiro a dezembro de 2015. Resultados esperados: Manutenção do Ideb dos Anos Iniciais e melhoria nos índices do IDEB nos Anos Finais do Ensino Fundamental. Como será a avaliação final: Através de instrumentos como a Prova Brasil. Meta 03: Desenvolver a temática sexualidade e afetividade. Ação: Palestras, produção de textos e cartazes e apresentações em seminários. Responsáveis: Coordenadores do Nepre e comunidade escolar. Período de desenvolvimento: Março a dezembro de 2015. Resultados esperados: Uma nova postura frente aos assuntos relacionados à sexualidade. Como será a avaliação final: Serão observadas as mudanças de atitudes dos alunos. 18
  • 19. Meta 04: Aperfeiçoar e avaliar o projeto Brasil Afro para sua real efetivação. Ação: Palestras, filmes, debates, comemoração nas datas referentes ao projeto. Responsáveis: Professores, Assistente Técnico Pedagógico e comunidade escolar. Período de desenvolvimento: Março a novembro de 2015. Resultados esperados: Que todas as culturas e etnias sejam respeitadas e valorizadas. Como será a avaliação final: Verificar se houve mudanças de postura em relação à convivência das diferentes etnias. Meta 05: Desenvolver a capacidade da leitura crítica, reflexiva e lúdica (Projeto Leitura na Escola). Ação: Dias específicos de leitura na sala de aula em toda a escola. Responsáveis: Todos os professores, alunos e funcionários. Período de desenvolvimento: Abril a dezembro de 2015. Resultados esperados: Que os educandos adquiram o hábito da leitura. Como será a avaliação final: Observando se houveram melhoras na aprendizagem e na interpretação de fatos. Meta 06: Preservação do meio ambiente como forma de sobrevivência e embelezamento, onde a UE está inserida. Ação: Plantio e manejo para implantação do bosque pedagógico, palestras, saídas a campo. Responsáveis: Comunidade escolar e professores de Ciências, Biologia e Geografia. Período de desenvolvimento: Março a dezembro de 2015. Resultados esperados: Que se desenvolva um novo olhar de preservação ao meio ambiente. Como será a avaliação final: A partir das atitudes desenvolvidas em preservação ao meio pela Comunidade Escolar. 19
  • 20. Meta 07: Desenvolver uma consciência educada em relação aos transeuntes e motoristas. Ação: Palestras com autoridades do trânsito, conhecimento do Código de Trânsito Brasileiro, maquetes, produção textual e cartazes. Responsáveis: Comunidade escolar e Professores de Geografia. Período de desenvolvimento: Fevereiro a dezembro de 2015. Resultados esperados: Que se crie uma consciência em relação à direção defensiva e ao respeito às normas de trânsito. Como será a avaliação final: A partir das atitudes dos alunos em relação ao trânsito. Meta 08: Integração e envolvimento da comunidade escolar no ambiente educativo. Ação: Homenagem às famílias com apresentação de teatros, poesias, jograis, danças e músicas. Responsáveis: Alunos, professores e comunidade escolar. Período de desenvolvimento: Fevereiro a agosto de 2015. Resultados esperados: Que os pais participem efetivamente da vida escolar dos filhos. Como será a avaliação final: A partir da efetiva integração entre a Comunidade Escolar. Meta 09: Prevenir a violência no ambiente escolar. Ação: Palestras, reflexão entre professores, funcionários e alunos a respeito da violência no universo escolar, produções de textos sobre direitos e deveres dos cidadãos e estudos sobre bullying. Responsáveis: Toda a Comunidade Escolar. Período de desenvolvimento: Todo ano letivo de 2015. Resultados esperados: Que se desenvolva uma consciência de respeito e amor ao próximo, tolerância ao diferente, homofobia, transfobia e lesbiofobia. Como será a avaliação final: A partir das mudanças atitudinais em relação a convivência dos atores envolvidos. 20
  • 21. Meta 10: Realizar o III Seminário do Meio Ambiente em comemoração a IlI Semana Catarinense do Meio Ambiente. Ação: Promover atividades referentes ao projeto de Lei de autoria dos alunos da EEB. Saad Antônio Sarquis na sua participação na 13ª edição do Parlamento Jovem, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina. O Projeto em questão foi aprovado no final do ano de 2012. Responsáveis: Toda a Comunidade Escolar. Período de desenvolvimento: Neste ano, será realizado na semana subsequente ao dia 05 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente. Resultados esperados: Que se desenvolva uma consciência de preservação ambiental, reduzindo-se ao máximo a degradação do meio. Como será a avaliação final: A partir da mudança de atitude e da verificação de uma consciência mais sustentável. Meta 11: Socializar com os educandos as normas de convivência da Unidade Escolar. Ação: Promover uma apresentação com posterior reflexão e socialização das normas, priorizando a participação do educando na legitimação das mesmas, através da visualização turma por turma das mesmas. Responsáveis: Direção e ATP. Período de desenvolvimento: Nas primeiras semanas de aula (fevereiro). Resultados esperados: Que o educando sinta-se fazendo parte na construção, discussão e aprovação das normas de convivência, o que lhe dará um maior senso de responsabilidade no cumprimento das mesmas. Como será a avaliação final: A partir do processo de internalização e mudança de comportamento em relação às normas Meta 12: Garantir o acesso e a permanência dos educandos com sucesso e aproveitamento no processo de ensinagem. 21
  • 22. Ação: Tornar a escola um espaço onde ocorra efetivamente o processo de inclusão e internalização dos temas abordados nas mais diversas etapas da construção do sujeito crítico, reflexivo e participativo. Responsáveis: Direção, professores e pais. Período de desenvolvimento: Durante todo o ano letivo. Resultados esperados: Que o educando sinta-se fazendo parte na construção, discussão e internalização dos conteúdos, para que com isso desenvolva uma consciência da importância da educação, bem como da sua efetiva permanência no ambiente escolar, diminuindo, com isso, os índices de evasão e repetência. Como será a avaliação final: A partir da observação dos números de evasão e repetência durante o ano letivo. Meta 13: Execução do Hino Nacional Brasileiro no ambiente escolar. Ação: Cantar o Hino Nacional Brasileiro uma vez por semana como forma de desenvolver o civismo o patriotismo nos educandos. Responsáveis: Equipe gestora, pedagógica e professores. Período de desenvolvimento: de fevereiro a dezembro de 2015. Resultados esperados: O desenvolvimento dos sentimentos de civismo e patriotismo nos educandos, despertando a criticidade e o conhecimento dos símbolos nacionais. Meta 14: Acolhimento e socialização dos educandos. Ação: Receber todos os dias, nos três turnos, os educandos e suas famílias no portão, bem como servir a merenda aos mesmos, como forma de valorização, inclusão e prevenção da violência no ambiente escolar. Responsáveis: Equipe gestora, AE e ATP. Período de desenvolvimento: de fevereiro a dezembro de 2015. Resultados esperados: Que os educandos sintam-se em segurança no ambiente escolar e saibam que a escola é um ambiente inclusivo e acolhedor. 22
  • 23. Meta 15: Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio (PNEM). Ação: Organizar, junto aos professores do Ensino Médio, estudo e debates sobre a formação humana integral dos alunos, gestão democrática e áreas do conhecimento, buscando compartilhar novas metodologias e realizar atividades que despertem o interesse dos educandos durante o percurso formativo dos mesmos nesta última etapa da Educação Básica. Responsáveis: ATP, equipe gestora e professores do Ensino Médio. Período de desenvolvimento: de julho de 2014 a abril de 2015. Resultados esperados: Que os professores estejam em contínua formação e preparados para trabalhar com os jovens de hoje e que os alunos do Ensino Médio tenham mais interesse e percebam a importância desta etapa em sua formação como ser humano que está inserido na sociedade e que busca estar preparado tanto ingressar no Ensino Superior quanto para entrar no mercado de trabalho. 8. Consolidação do PPP Este documento foi consolidado na Assembleia Geral de Pais realizada no dia 14 de março de 2015, às 14h, sendo o documento acima aprovado, de acordo com a Ata nº 001/2015. 23
  • 24. 9. Referencial Bibliográfico ¹Brasil. Secretaria de Educação Básica. Formação de professores do ensino médio, etapa I - caderno V : organização e gestão democrática da escola / Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica; [autores : Celso João Ferretti, Ronaldo Lima Araújo, Domingos Leite Lima Filho]. – Curitiba : UFPR/Setor de Educação, 2013. ²Brasil. Secretaria de Educação Básica. Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares, módulo I: Conselho Escolar na Democratização da Escola. MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Inclusão é o Privilégio de Conviver com as Diferenças. In Nova Escola, maio, 2005. Santa Catarina. Secretaria de Estado da Educação e do Desporto. Proposta Curricular de Santa Catarina: Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio: Disciplinas curriculares. Florianópolis: COGEN, 1998. Santa Catarina. Governo do Estado. Secretaria do Estado da Educação. Proposta Curricular de Santa Catarina: formação integral na educação básica. Estado de Santa Catarina, Secretaria de Estado da Educação, 2014. Santa Catarina. DECRETO SC Nº 1794/13, de 15/10/2013. Dispõe sobre a Gestão Escolar da Educação Básica e Profissional da rede estadual de ensino, em todos os níveis e modalidades. 24