FILOSOFIA 11.º ano
FILOSOFIA 11.º ano
Luís Rodrigues
O falsificacionismo de Popper
As críticas de Popper ao
indutivismo
As críticas de Popper ao indutivismo
1. A indução não tem valor científico.
FILOSOFIA 11.º ano
Popper e a indução
1. A indução não tem valor científico.
2. A observação não é meio de prova Não se pode provar a verdade‒
(verificar) de um enunciado universal – como uma lei natural porque‒
enunciados deste género referem-se a um número de casos que não
podem ser controlados empiricamente. A observação de muitos corpos
aquecidos que dilatam não prova, por maior que seja o seu número,
que a proposição enunciada é verdadeira.
FILOSOFIA 11.º ano
Popper e a indução
As críticas de Popper ao indutivismo
3. As hipóteses não são extraídas dos factos: são conjeturas criadas
pelo cientista para tentar responder a um problema.
FILOSOFIA 11.º ano
Popper e a indução
As críticas de Popper ao indutivismo
4. O que deve ser testado não é a possibilidade de verificação, mas
sim a de refutação de uma hipótese.
5. O facto de uma hipótese ser bem-sucedida num teste empírico não
a verifica ou torna verdadeira. Unicamente mostra que não é (ainda)
falsa.
FILOSOFIA 11.º ano
Popper e a indução
As críticas de Popper ao indutivismo
6. O indutivismo é uma forma de verificacionismo.
O indutivismo entendia o teste das hipóteses como tentativa de
verificação destas. O falsificacionismo de Popper entende-o como
tentativa de refutação.
Nunca podemos declarar verdadeira uma teoria porque nunca podemos
ter a certeza disso. Contra o indutivismo, Popper diz que não podemos
saber se uma teoria é verdadeira. Só podemos saber se as teorias foram
refutadas ou não.
FILOSOFIA 11.º ano
Popper e a indução
As críticas de Popper ao indutivismo

Popper contra o indutivismo

  • 1.
    FILOSOFIA 11.º ano FILOSOFIA11.º ano Luís Rodrigues O falsificacionismo de Popper As críticas de Popper ao indutivismo
  • 2.
    As críticas dePopper ao indutivismo 1. A indução não tem valor científico. FILOSOFIA 11.º ano Popper e a indução
  • 3.
    1. A induçãonão tem valor científico. 2. A observação não é meio de prova Não se pode provar a verdade‒ (verificar) de um enunciado universal – como uma lei natural porque‒ enunciados deste género referem-se a um número de casos que não podem ser controlados empiricamente. A observação de muitos corpos aquecidos que dilatam não prova, por maior que seja o seu número, que a proposição enunciada é verdadeira. FILOSOFIA 11.º ano Popper e a indução As críticas de Popper ao indutivismo
  • 4.
    3. As hipótesesnão são extraídas dos factos: são conjeturas criadas pelo cientista para tentar responder a um problema. FILOSOFIA 11.º ano Popper e a indução As críticas de Popper ao indutivismo
  • 5.
    4. O quedeve ser testado não é a possibilidade de verificação, mas sim a de refutação de uma hipótese. 5. O facto de uma hipótese ser bem-sucedida num teste empírico não a verifica ou torna verdadeira. Unicamente mostra que não é (ainda) falsa. FILOSOFIA 11.º ano Popper e a indução As críticas de Popper ao indutivismo
  • 6.
    6. O indutivismoé uma forma de verificacionismo. O indutivismo entendia o teste das hipóteses como tentativa de verificação destas. O falsificacionismo de Popper entende-o como tentativa de refutação. Nunca podemos declarar verdadeira uma teoria porque nunca podemos ter a certeza disso. Contra o indutivismo, Popper diz que não podemos saber se uma teoria é verdadeira. Só podemos saber se as teorias foram refutadas ou não. FILOSOFIA 11.º ano Popper e a indução As críticas de Popper ao indutivismo