O documento discute os desafios éticos do aperfeiçoamento humano através da tecnologia. Avanços nas áreas da genética, neurociência e engenharia podem permitir que pessoas com deficiências tenham vidas mais normais, mas também podem ser usados para melhorar capacidades humanas, levantando questões sobre desigualdade e natureza humana. Transhumanistas acreditam que a evolução para um ser pós-humano não é problema, enquanto bioconservadores alertam para perigos como uma nova versão de eugenia.