Uma xícara de saúde e uma
semente de cuidado
Práticas Integrativas e Complementares
Plantas Medicinais e Fitoterápicos
A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no SUS
Sistemas médicos complexos & recursos terapêuticos alternativos
• Eficazes, eficientes, seguros e de qualidade;
• Mecanismos naturais de prevenção de agravos e da promoção e recuperação da
saúde;
• Integrada no cuidado à saúde no SUS;
• Visão ampliada do processo saúde-doença;
• Promoção global do cuidado (*autocuidado*corresponsabilidade);
• Dimensão Multiprofissional.
A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no SUS
• Escuta acolhedora;
• Vínculo terapêutico;
• Desenvolvimento sustentável;
• Controle/Participação social;
• Envolvimento responsável e continuado.
Ser humano
Meio
ambiente
Sociedade
A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no SUS
Essas práticas e recursos são antigas ou recentes?
Desde quando foi instituída a Políticas?
Por que ainda são desconhecidas para muitos?
A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no SUS
• Década de 70 e meados de 80 (8ªCNS): Debate;
• Movimento em busca de outras práticas;
• Aprofundamento dos debates e dificuldades do novo modelo;
• 2003: Associações nacionais se reuniram com o MS;
• Departamento de Atenção Básica: PMNPC.
A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no SUS
Demanda
da
População
Recomend
ações da
OMS (70)
Experiên-
cias
existente
do SUS
PNPIC
• Aprovação unânime CNS;
• 2018 - MS: O Brasil oferece maior suporte e maior número de PICs;
• CFM criticou – pseudocientíficas e sem comprovação;
• Município elabora normas técnicas e defini recursos;
• Competência exclusiva dos municípios: contratação e definição.
29 PRÁTICAS
Março de 2017 - Portaria GM nº 849/2017
• Arteterapia;
• Ayurveda;
• Biodança;
• Dança Circular;
• Meditação;
• Musicoterapia;
• Naturopatia;
• Osteopatia;
• Quiropraxia;
• Reflexoterapia;
• Reiki;
• Shantala;
• Terapia Comunitária Integrativa;
• Yoga.
Março de 2018 - Portaria GM n° 702/2018
• Apiterapia;
• Aromaterapia;
• Bioenergética;
• Constelação familiar;
• Cromoterapia;
• Geoterapia;
• Hipnoterapia;
• Imposição de mãos;
• Ozonioterapia;
• Terapia de florais.
PNPIC na Atenção Básica
• No SUS em todos os âmbitos da atenção;
• Prioritariamente na AB
2017
• 8.200 Unidades Básicas de Saúde ofertaram;
• Corresponde a 19%.
Essas práticas e recursos são antigas ou recentes?
Desde quando foi instituída a Políticas?
Todos são incluídos? Ou só alguns?
• O uso de plantas medicinais na arte de curar – antigo/gerações;
• OMS - Declaração de Alma-Ata (1978);
• 80% da população mundial utiliza (APS);
• Países em desenvolvimento: 67% das espécies vegetais;
• Brasil: maior diversidade vegetal do mundo.
• 2001: MS - Fórum para formulação da Política
• 2003: MS promoveu o Seminário Nacional de Plantas Medicinais,
Fitoterápicos e Assistência Farmacêutica.
• 2005: Decreto Presidencial 17/02/2005 cria o grupo de trabalho;
• Norma federal 22/06/2006 - decreto nº 5.813 - POLÍTICA
• Portaria Interministerial nº 2.960/2008 – PROGRAMA
(Diretrizes da política foram detalhadas como ações)
• 2009 - Elaboração da RENISUS.
• Garantir e ampliar o acesso a plantas medicinais e fitoterápicos;
• Uso racional;
• Utilização sustentável da biodiversidade;
• Cadeia produtiva de plantas medicinais e fitoterápicos;
• Pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias e inovações.
2017
• 2.160 UBS disponibilizaram;
• 260 - planta in natura;
• 188 - droga vegetal;
• 333 - fitoterápico manipulado;
• 1.647 - fitoterápico industrializado;
• 1.457 ESF praticam a fitoterapia;
• 80 municípios: Farmácia Viva.
Plantas Medicinais e Fitoterápicos na Atenção Básica
• Plantas medicinais;
• Fitoterapia;
• Espécie vegetal;
• Droga vegetal ;
• Medicamento fitoterápico;
• Produto natural fitoterápico;
• Medicamento alopático de
origem vegetal.
Matéria-prima vegetal
Simples x composto
Plantas Medicinais e Fitoterápicos – conceitos básicos
• Tinturas;
• Extratos;
• Chás;
• Óleos essenciais;
• Alcoolatura;
• Extratos glicólicos;
• Resinas.
Soluções extrativas
Formas Farmacêuticas
SÓLIDAS
• Pó;
• Cápsula;
• Comprimido;
• Supositórios;
• Óvulos.
SEMI-SÓLIDAS
• Pomadas;
• Pastas;
• Cremes;
• Géis.
LÍQUIDAS
• Xarope;
• Elixir.
• Banho de assento;
• Compressa;
• Gargarejo;
• Inalação;
• Chás;
• “ÁGUA”;
• Lambedor;
• Garrafadas.
Formulações caseiras
Chá – Infusão de Ervas
Infusão: Partes moles, como folhas e flores.
Decocção: Partes duras, como caule, casca e raíz.
Cuidados Importantes
• Sempre informar ao médico;
• Atentar-se à frequência de uso;
• Comprar a erva de procedência ou cultivá-la;
• Atentar-se ao local de colheita da erva;
• Armazenar as ervas em local seco;
• Não administrar concomitantemente a outros
medicamentos;
• Atentar-se a possíveis interações com medicamentos;
• Nunca suspender o uso do medicamento sem
orientação médica.
Cultura Popular
A cultura e os conhecimentos tradicionais das comunidades locais
devem ser valorizados e estimulados pelas equipes de saúde
Devem ser incluídos no rol de ofertas de formação para as equipes
de saúde
ALECRIM
• Azia
• Má digestão
• Inflamação
CANELA
• Diurético
• Falta de apetite
• Azia
• Má digestão
• Gases
• Cólicas
CAVALINHA
• Retenção de líquidos
• Osteoporose
BOLDO DO CHILE
• Cólicas
• Má digestão
• Pedra na vesícula
• Infecção urinária
• Reumatismo
CAPIM SANTO
• Cólicas
• Ansiedade
• Insônia
COENTRO
• Má digestão
CAMOMILA
• Combate dermatites
• Trata feridas banais
• Cólicas
• Ansiedade
• Insônia
CARQUEJA
• Trata feridas
• Enjoo
• Azia
• Má digestão
ENDRO
• Cólicas
• Má digestão
• Gases
HORTELÃ
• Cólicas
• Gases
FOLHA DE GOIABEIRA
• Diarreia
ERVA DOCE
• Gases
• Azia
• Má digestão
• Cólicas
FOLHA DE MARACUJÁ
• Ansiedade
• Insônia
MARCELA
• Azia
• Má digestão
• Cólicas
ESPINHEIRA SANTA
• Azia
• Má digestão
• Antisséptica em feridas e úlceras
• Gastrite
GENGIBRE
• Azia
• Má digestão
• Enjoo
• Gripe e tosse
• Resfriados
MASTRUZ
• Corrimento Vaginal
• Antisséptico local
• Vermes intestinais
EUCALIPTO
• Combate a leucorréia
• Gripes
• Resfriados
PRETO
• Envelhecimento precoce
• Má digestão
QUEBRA PEDRA
• Pedras nos rins
SENE
• Constipação Intestinal
VERDE
• Envelhecimento precoce
• Retenção de líquidos
HIBISCO
• Retenção de Líquidos
Uso do Chá na Gravidez
• Avaliação do risco-benefício
• Pode causar:
• Contração uterina e aborto ou parto prematuro;
• Má formação fetal.
• Boldo do chile;
• Canela;
• Carqueja;
• Quebra-pedra;
• Sene;
• Chá-verde;
• Alecrim;
• Hortelã.
Chá e Amamentação
• Redução da produção de leite:
• Espinheira santa.
• Cólica no RN:
• Quebra-pedra;
• Chá-preto;
• Sene.
Abortivo
NATURAL PODE FAZER MAL!!
Irritação bucal Hepatotoxicidade
ATENÇÃO
Dor e edema
Edema e eritema Náuseas, vômito e
diarréia
Vômitos e diarréia Dor abdominal, náusea e vômito
Fontes de Pesquisa
Fontes de Pesquisa
Fontes de Pesquisa
SHANTALA
SHANTALA
TERAPIA COMUNITÁRIA INTEGRATIVA
DANÇAS CIRCULARES
PLANTAS MEDICINAIS - FITOTERAPIA
PLANTAS MEDICINAIS - FITOTERAPIA
ARTETERAPIA
MUSICOTERAPIA
OFICINA DE MASSAGEM/AUTOMASSAGEM
OFICINA DE MASSAGEM/ AUTOMASSAGEM
CALÇADA AMIGA
CALÇADA AMIGA

Plantas Medicinais, na APS

  • 1.
    Uma xícara desaúde e uma semente de cuidado Práticas Integrativas e Complementares Plantas Medicinais e Fitoterápicos
  • 2.
    A Política Nacionalde Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no SUS Sistemas médicos complexos & recursos terapêuticos alternativos • Eficazes, eficientes, seguros e de qualidade; • Mecanismos naturais de prevenção de agravos e da promoção e recuperação da saúde; • Integrada no cuidado à saúde no SUS; • Visão ampliada do processo saúde-doença; • Promoção global do cuidado (*autocuidado*corresponsabilidade); • Dimensão Multiprofissional.
  • 3.
    A Política Nacionalde Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no SUS • Escuta acolhedora; • Vínculo terapêutico; • Desenvolvimento sustentável; • Controle/Participação social; • Envolvimento responsável e continuado. Ser humano Meio ambiente Sociedade
  • 4.
    A Política Nacionalde Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no SUS Essas práticas e recursos são antigas ou recentes? Desde quando foi instituída a Políticas? Por que ainda são desconhecidas para muitos?
  • 5.
    A Política Nacionalde Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no SUS • Década de 70 e meados de 80 (8ªCNS): Debate; • Movimento em busca de outras práticas; • Aprofundamento dos debates e dificuldades do novo modelo; • 2003: Associações nacionais se reuniram com o MS; • Departamento de Atenção Básica: PMNPC.
  • 6.
    A Política Nacionalde Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no SUS Demanda da População Recomend ações da OMS (70) Experiên- cias existente do SUS PNPIC • Aprovação unânime CNS; • 2018 - MS: O Brasil oferece maior suporte e maior número de PICs; • CFM criticou – pseudocientíficas e sem comprovação; • Município elabora normas técnicas e defini recursos; • Competência exclusiva dos municípios: contratação e definição.
  • 7.
  • 8.
    Março de 2017- Portaria GM nº 849/2017 • Arteterapia; • Ayurveda; • Biodança; • Dança Circular; • Meditação; • Musicoterapia; • Naturopatia; • Osteopatia; • Quiropraxia; • Reflexoterapia; • Reiki; • Shantala; • Terapia Comunitária Integrativa; • Yoga.
  • 9.
    Março de 2018- Portaria GM n° 702/2018 • Apiterapia; • Aromaterapia; • Bioenergética; • Constelação familiar; • Cromoterapia; • Geoterapia; • Hipnoterapia; • Imposição de mãos; • Ozonioterapia; • Terapia de florais.
  • 10.
    PNPIC na AtençãoBásica • No SUS em todos os âmbitos da atenção; • Prioritariamente na AB 2017 • 8.200 Unidades Básicas de Saúde ofertaram; • Corresponde a 19%.
  • 11.
    Essas práticas erecursos são antigas ou recentes? Desde quando foi instituída a Políticas? Todos são incluídos? Ou só alguns?
  • 12.
    • O usode plantas medicinais na arte de curar – antigo/gerações; • OMS - Declaração de Alma-Ata (1978); • 80% da população mundial utiliza (APS); • Países em desenvolvimento: 67% das espécies vegetais; • Brasil: maior diversidade vegetal do mundo.
  • 13.
    • 2001: MS- Fórum para formulação da Política • 2003: MS promoveu o Seminário Nacional de Plantas Medicinais, Fitoterápicos e Assistência Farmacêutica. • 2005: Decreto Presidencial 17/02/2005 cria o grupo de trabalho; • Norma federal 22/06/2006 - decreto nº 5.813 - POLÍTICA • Portaria Interministerial nº 2.960/2008 – PROGRAMA (Diretrizes da política foram detalhadas como ações) • 2009 - Elaboração da RENISUS.
  • 14.
    • Garantir eampliar o acesso a plantas medicinais e fitoterápicos; • Uso racional; • Utilização sustentável da biodiversidade; • Cadeia produtiva de plantas medicinais e fitoterápicos; • Pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias e inovações.
  • 15.
    2017 • 2.160 UBSdisponibilizaram; • 260 - planta in natura; • 188 - droga vegetal; • 333 - fitoterápico manipulado; • 1.647 - fitoterápico industrializado; • 1.457 ESF praticam a fitoterapia; • 80 municípios: Farmácia Viva. Plantas Medicinais e Fitoterápicos na Atenção Básica
  • 16.
    • Plantas medicinais; •Fitoterapia; • Espécie vegetal; • Droga vegetal ; • Medicamento fitoterápico; • Produto natural fitoterápico; • Medicamento alopático de origem vegetal. Matéria-prima vegetal Simples x composto Plantas Medicinais e Fitoterápicos – conceitos básicos
  • 17.
    • Tinturas; • Extratos; •Chás; • Óleos essenciais; • Alcoolatura; • Extratos glicólicos; • Resinas. Soluções extrativas
  • 18.
    Formas Farmacêuticas SÓLIDAS • Pó; •Cápsula; • Comprimido; • Supositórios; • Óvulos. SEMI-SÓLIDAS • Pomadas; • Pastas; • Cremes; • Géis. LÍQUIDAS • Xarope; • Elixir.
  • 19.
    • Banho deassento; • Compressa; • Gargarejo; • Inalação; • Chás; • “ÁGUA”; • Lambedor; • Garrafadas. Formulações caseiras
  • 20.
    Chá – Infusãode Ervas Infusão: Partes moles, como folhas e flores. Decocção: Partes duras, como caule, casca e raíz.
  • 21.
    Cuidados Importantes • Sempreinformar ao médico; • Atentar-se à frequência de uso; • Comprar a erva de procedência ou cultivá-la; • Atentar-se ao local de colheita da erva; • Armazenar as ervas em local seco; • Não administrar concomitantemente a outros medicamentos; • Atentar-se a possíveis interações com medicamentos; • Nunca suspender o uso do medicamento sem orientação médica.
  • 22.
    Cultura Popular A culturae os conhecimentos tradicionais das comunidades locais devem ser valorizados e estimulados pelas equipes de saúde Devem ser incluídos no rol de ofertas de formação para as equipes de saúde
  • 23.
    ALECRIM • Azia • Mádigestão • Inflamação
  • 24.
    CANELA • Diurético • Faltade apetite • Azia • Má digestão • Gases • Cólicas
  • 25.
    CAVALINHA • Retenção delíquidos • Osteoporose
  • 26.
    BOLDO DO CHILE •Cólicas • Má digestão • Pedra na vesícula • Infecção urinária • Reumatismo
  • 27.
    CAPIM SANTO • Cólicas •Ansiedade • Insônia
  • 28.
  • 29.
    CAMOMILA • Combate dermatites •Trata feridas banais • Cólicas • Ansiedade • Insônia
  • 30.
    CARQUEJA • Trata feridas •Enjoo • Azia • Má digestão
  • 31.
    ENDRO • Cólicas • Mádigestão • Gases
  • 32.
  • 33.
  • 34.
    ERVA DOCE • Gases •Azia • Má digestão • Cólicas
  • 35.
    FOLHA DE MARACUJÁ •Ansiedade • Insônia
  • 36.
    MARCELA • Azia • Mádigestão • Cólicas
  • 37.
    ESPINHEIRA SANTA • Azia •Má digestão • Antisséptica em feridas e úlceras • Gastrite
  • 38.
    GENGIBRE • Azia • Mádigestão • Enjoo • Gripe e tosse • Resfriados
  • 39.
    MASTRUZ • Corrimento Vaginal •Antisséptico local • Vermes intestinais
  • 40.
    EUCALIPTO • Combate aleucorréia • Gripes • Resfriados
  • 41.
  • 42.
  • 43.
  • 44.
    VERDE • Envelhecimento precoce •Retenção de líquidos
  • 45.
  • 46.
    Uso do Chána Gravidez • Avaliação do risco-benefício • Pode causar: • Contração uterina e aborto ou parto prematuro; • Má formação fetal. • Boldo do chile; • Canela; • Carqueja; • Quebra-pedra; • Sene; • Chá-verde; • Alecrim; • Hortelã.
  • 47.
    Chá e Amamentação •Redução da produção de leite: • Espinheira santa. • Cólica no RN: • Quebra-pedra; • Chá-preto; • Sene.
  • 48.
    Abortivo NATURAL PODE FAZERMAL!! Irritação bucal Hepatotoxicidade ATENÇÃO
  • 49.
    Dor e edema Edemae eritema Náuseas, vômito e diarréia Vômitos e diarréia Dor abdominal, náusea e vômito
  • 50.
  • 51.
  • 52.
  • 53.
  • 54.
  • 55.
  • 56.
  • 57.
  • 58.
  • 59.
  • 60.
  • 61.
  • 62.
  • 63.
  • 64.