Planejamento
pedagógico: ferramenta
para potencializar a
aprendizagem
Palestrante: Gustavo Moretto
E-mail: gustavo.moretto@gmail.com
Celular: (31) 9109-7307
Porque não desenvolvemos a
cultura de planejamento?
Vocês se
lembram da
história da
cigarra e da
formiga?
Por isso, desenvolvemos uma
cultura de resolução de
problemas quando estes
aparecem.
Além disso, valorizamos
quem faz as coisas “de
cabeça”, sem planejar e
sistematizar.
Não desenvolvemos o hábito de
pensar previamente, MUITO
MENOS DETALHADAMENTE E POR
ESCRITO, todos os passos
associados a nossas ações.
Mesmo assim tivemos eficácia.
Porém, em pequena escala.
Exercício
Quanto você quer
ganhar em 5 anos?
PARA PIORAR:
 Paulo Freire fez críticas ao sistema
capitalista e propôs uma pedagogia
libertadora.
 Comparou a educação ao sistema BANCÁRIO.
 Houve confusão entre as boas ideias de Freire
e o uso de ferramentas de qualidade
desenvolvidas pelas empresas para as
escolas.
As escolas
continuam a ser
regidas por
intenções, e não
por
RESULTADOS.
Criamos então uma cultura na
escola sobre planejamento.
Talvez por isso ainda tenhamos
problemas antigos na escola.
Os alunos não fazem dever de casa.
Os alunos não desenvolvem hábitos de estudo ao
longo da vida escolar.
A avaliação de nossa educação, no âmbito
internacional, vem sendo insatisfatória há décadas.
As famílias interagem pouco com a escola.
Os alunos avançaram pouco na habilidade de
leitura.
Problemas em não planejar:
 Não há determinação prévia da
qualidade;
Logo, não há como cobrar por
resultados;
 Diminui a capacidade criativa;
 Dificulta a simulação de ações.
Para desenvolvermos mais
eficiência em larga escala
precisamos planejar.
Vocês concordam?
Planejar não é elaborar plano de
aulas.
SEMANA SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA
HORA 1 MATEMÁTICA – SOMA, P.
31 E 32
HORA 2 HISTÓRIA –
INDEPENDÊNCIA, P. 20
HORA 3 RECREAÇÃO –
COORDENAÇÃO FINA
HORA 4 PORTUGUÊS –
ORTOGRAFIA PALAVRAS
COM “SS”, FOLHA EXTRA
HORA 5 CIÊNCIAS SOCIAIS –
ELEIÇÕES, P. 121
O plano de aulas serve para?
 ORGANIZAR O TRABALHO DOS
PROFESSORES;
 PRESTAR CONTAS À COORDENAÇÃO
PARA VERIFICAÇÃO DO QUE FOI FEITO;
 REGISTRO DOCUMENTAL DAS AÇÕES.
Planejar envolve
 Toda a escola pensando em conjunto.
 Obtenção de dados para análise e
criação de estratégias para resolver
os problemas.
 Aplicação de planos de ação com foco
em resultados.
 Avaliação dos resultados.
PARTIMOS DE PROBLEMAS PARA
PLANEJAR estrategicamente
 Há anos ouvimos que nossos alunos leem
mal.
 Sabemos o quanto eles leem mal?
 O que fizemos para solucionar este
problema?
 Nossas ações promoveram resultado?
 Que parâmetros usamos para avaliar a
nossa eficiência?
TESTE DE VELOCIDADE DE LEITURA – Pag. 1
 Leia o texto na velocidade que está acostumado.
 Ao terminar a leitura, escreva o horário de término em horas e
minutos aqui.______________.
 Calcule o tempo gasto para a leitura, escrevendo o resultado
aqui (apenas em minutos):______
 Sabendo que o texto tem 833 palavras, calcule no espaço ao
lado o tempo gasto para a leitura.
Palavras lidas por minuto = número de palavras do
texto
Tempo de leitura (min.)
(Seu cálculo) PLM= _______________
 Ao terminar o cálculo, vire a folha definitivamente, lembrando
que não poderá retornar a ela para responder às questões
apresentadas no verso.
ACORDO ORTOGRÁFICO: OS PRÓS E OS CONTRAS DE UMA UNIFICAÇÃO
PAG. 2
TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO
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TEXTO
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TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO
TEXTO
QUESTIONÁRIO – Pag. 3
1 - Quantas letras passam a existir em nosso dicionário com o acordo?
( ) 23 ( ) 26 ( ) nenhuma. ( ) Milhares.
2 - Quantas palavras do alfabeto brasileiro sofrerão alteração com o novo
acordo?
( ) Diversas
( ) 2,0%
( ) Número não apresentado no texto.
( ) 0,5%.
3 - Segundo as regras do novo acordo, qual das grafias abaixo está
incorreta?
( ) Antônio ( ) António. ( ) Todas. ( ) Nenhuma das opções.
4 - O autor do texto é?
( ) Godofredo de Oliveira Neto( ) Informação indisponível.
( ) Eduardo Salomão, diretor da Imago Editora. ( ) Luiz Inácio da Silva.
Calculo da %
de
Compreensão
Palavras lidas
por minuto
Cálculo das
palavras
compreendidas
por minuto
Diferença
entre a leitura
e a
compreensão.
Número de itens
acertados multiplicado
por 100 e dividido
pelo número total de
questões.
Número de palavras
do texto dividida pelo
tempo de leitura
Multiplique a
porcentagem de
compreensão pelo
número de palavras
lidas por minuto. Este
resultado deve ser
dividido por 100.
Subtraia o número de
palavras lidas do
número de palavras
compreendidas
Fazendo as contas
Alguns resultados comparativos
Ano
Palavras
lidas
por
minuto
%
compreensão
Diferença
entre leitura
e
compreensão
6º ano 86,9 64% 30,9
7º ano 99,8 53% 42,4
8º ano 153,2 63% 54,9
E aí?
 Detectamos o problema.
 Elaboramos metas de melhoria.
 Só a partir daí é que elaboramos o
projeto de melhoria.
 Executamos com constância.
 Reavaliamos.
Exemplo de meta.
 Melhoria em 10% da qualidade da leitura,
a cada ano escolar do EF.
 AÇÕES:
 Capacitação dos professores quanto a
técnicas de leitura;
 Leitura diária - todos os professores;
 Trabalhar a concentração dos alunos;
 Valorizar a leitura única;
 Reavaliar a cada bimestre.
Entenderam a metodologia?
Aplicamos a
mesma forma de
pensar para
todos os
problemas
escolares.
AJUDA MUITO SE
TIVERMOS CLARAA
PROPOSTA
PEDAGÓGICA DA
INSTITUIÇÃO.
O QUE É UMA PROPOSTA
PEDAGÓGICA?
É um conjunto de ideias que
criamos em grupo e que
determina o que queremos da
escola.
EXEMPLOS DE PROPOSTA
PEDAGÓGICO:
A escola deve ensinar as habilidades
para que o aluno continue estudando
e tenha uma profissão digna.
A escola deve oportunizar aos alunos
momentos de aprendizagem
significativa sobre as formas sociais
de pensar.
A orientação atual é para a
elaboração de propostas
pedagógicas com foco no
desenvolvimento de
competências dos alunos.
O que isso significa?
Competência é:
Capacidade de mobilizar
recursos
visando abordar e resolver
uma
situação complexa.
Exemplo de informação
Sólido Líquido Gasoso
Liquefação Evaporação
Solidificação Condensação
Sublimação
Agora pense:
Porque uma garrafa de
refrigerante gelado, retirada
de geladeira e seca, ao ser
colocada sobre uma mesa,
fica molhada?
Diferença nos planos de aula
 Na primeira abordagem, a intenção era
transmitir informações – Foco na
habilidade.
 Na segunda, analisar a situação para
provocar a criação de uma hipótese por
parte de aluno – Foco no desenvolvimento
de competência.
Processos
Combinatórios
Logo, a didática deve focar esta
interação de representações.
Representações
do aprendiz
Outras
representações
Nos dois casos, os planos de
aulas serão diferentes!
 1º caso: modelo tradicional
 2º caso:
 Apresentação da habilidade;
 Apresentação da situação complexa;
 Reflexão;
 Análise de resultados;
 Apresentação do conceito.
“Aprender é passar de
incerteza a uma certeza
provisória que dá lugar a
novas descobertas e a
novas sínteses. ”
Edgar Moran

Planejamento pedagogico

  • 1.
    Planejamento pedagógico: ferramenta para potencializara aprendizagem Palestrante: Gustavo Moretto E-mail: gustavo.moretto@gmail.com Celular: (31) 9109-7307
  • 2.
    Porque não desenvolvemosa cultura de planejamento? Vocês se lembram da história da cigarra e da formiga?
  • 3.
    Por isso, desenvolvemosuma cultura de resolução de problemas quando estes aparecem. Além disso, valorizamos quem faz as coisas “de cabeça”, sem planejar e sistematizar.
  • 4.
    Não desenvolvemos ohábito de pensar previamente, MUITO MENOS DETALHADAMENTE E POR ESCRITO, todos os passos associados a nossas ações. Mesmo assim tivemos eficácia. Porém, em pequena escala.
  • 5.
  • 6.
    PARA PIORAR:  PauloFreire fez críticas ao sistema capitalista e propôs uma pedagogia libertadora.  Comparou a educação ao sistema BANCÁRIO.  Houve confusão entre as boas ideias de Freire e o uso de ferramentas de qualidade desenvolvidas pelas empresas para as escolas.
  • 7.
    As escolas continuam aser regidas por intenções, e não por RESULTADOS.
  • 8.
    Criamos então umacultura na escola sobre planejamento.
  • 9.
    Talvez por issoainda tenhamos problemas antigos na escola. Os alunos não fazem dever de casa. Os alunos não desenvolvem hábitos de estudo ao longo da vida escolar. A avaliação de nossa educação, no âmbito internacional, vem sendo insatisfatória há décadas. As famílias interagem pouco com a escola. Os alunos avançaram pouco na habilidade de leitura.
  • 10.
    Problemas em nãoplanejar:  Não há determinação prévia da qualidade; Logo, não há como cobrar por resultados;  Diminui a capacidade criativa;  Dificulta a simulação de ações.
  • 11.
    Para desenvolvermos mais eficiênciaem larga escala precisamos planejar. Vocês concordam?
  • 12.
    Planejar não éelaborar plano de aulas. SEMANA SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA HORA 1 MATEMÁTICA – SOMA, P. 31 E 32 HORA 2 HISTÓRIA – INDEPENDÊNCIA, P. 20 HORA 3 RECREAÇÃO – COORDENAÇÃO FINA HORA 4 PORTUGUÊS – ORTOGRAFIA PALAVRAS COM “SS”, FOLHA EXTRA HORA 5 CIÊNCIAS SOCIAIS – ELEIÇÕES, P. 121
  • 13.
    O plano deaulas serve para?  ORGANIZAR O TRABALHO DOS PROFESSORES;  PRESTAR CONTAS À COORDENAÇÃO PARA VERIFICAÇÃO DO QUE FOI FEITO;  REGISTRO DOCUMENTAL DAS AÇÕES.
  • 14.
    Planejar envolve  Todaa escola pensando em conjunto.  Obtenção de dados para análise e criação de estratégias para resolver os problemas.  Aplicação de planos de ação com foco em resultados.  Avaliação dos resultados.
  • 15.
    PARTIMOS DE PROBLEMASPARA PLANEJAR estrategicamente  Há anos ouvimos que nossos alunos leem mal.  Sabemos o quanto eles leem mal?  O que fizemos para solucionar este problema?  Nossas ações promoveram resultado?  Que parâmetros usamos para avaliar a nossa eficiência?
  • 16.
    TESTE DE VELOCIDADEDE LEITURA – Pag. 1  Leia o texto na velocidade que está acostumado.  Ao terminar a leitura, escreva o horário de término em horas e minutos aqui.______________.  Calcule o tempo gasto para a leitura, escrevendo o resultado aqui (apenas em minutos):______  Sabendo que o texto tem 833 palavras, calcule no espaço ao lado o tempo gasto para a leitura. Palavras lidas por minuto = número de palavras do texto Tempo de leitura (min.) (Seu cálculo) PLM= _______________  Ao terminar o cálculo, vire a folha definitivamente, lembrando que não poderá retornar a ela para responder às questões apresentadas no verso.
  • 17.
    ACORDO ORTOGRÁFICO: OSPRÓS E OS CONTRAS DE UMA UNIFICAÇÃO PAG. 2 TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO TEXTO
  • 18.
    QUESTIONÁRIO – Pag.3 1 - Quantas letras passam a existir em nosso dicionário com o acordo? ( ) 23 ( ) 26 ( ) nenhuma. ( ) Milhares. 2 - Quantas palavras do alfabeto brasileiro sofrerão alteração com o novo acordo? ( ) Diversas ( ) 2,0% ( ) Número não apresentado no texto. ( ) 0,5%. 3 - Segundo as regras do novo acordo, qual das grafias abaixo está incorreta? ( ) Antônio ( ) António. ( ) Todas. ( ) Nenhuma das opções. 4 - O autor do texto é? ( ) Godofredo de Oliveira Neto( ) Informação indisponível. ( ) Eduardo Salomão, diretor da Imago Editora. ( ) Luiz Inácio da Silva.
  • 19.
    Calculo da % de Compreensão Palavraslidas por minuto Cálculo das palavras compreendidas por minuto Diferença entre a leitura e a compreensão. Número de itens acertados multiplicado por 100 e dividido pelo número total de questões. Número de palavras do texto dividida pelo tempo de leitura Multiplique a porcentagem de compreensão pelo número de palavras lidas por minuto. Este resultado deve ser dividido por 100. Subtraia o número de palavras lidas do número de palavras compreendidas Fazendo as contas
  • 20.
    Alguns resultados comparativos Ano Palavras lidas por minuto % compreensão Diferença entreleitura e compreensão 6º ano 86,9 64% 30,9 7º ano 99,8 53% 42,4 8º ano 153,2 63% 54,9
  • 21.
    E aí?  Detectamoso problema.  Elaboramos metas de melhoria.  Só a partir daí é que elaboramos o projeto de melhoria.  Executamos com constância.  Reavaliamos.
  • 22.
    Exemplo de meta. Melhoria em 10% da qualidade da leitura, a cada ano escolar do EF.  AÇÕES:  Capacitação dos professores quanto a técnicas de leitura;  Leitura diária - todos os professores;  Trabalhar a concentração dos alunos;  Valorizar a leitura única;  Reavaliar a cada bimestre.
  • 23.
    Entenderam a metodologia? Aplicamosa mesma forma de pensar para todos os problemas escolares.
  • 24.
    AJUDA MUITO SE TIVERMOSCLARAA PROPOSTA PEDAGÓGICA DA INSTITUIÇÃO.
  • 25.
    O QUE ÉUMA PROPOSTA PEDAGÓGICA? É um conjunto de ideias que criamos em grupo e que determina o que queremos da escola.
  • 26.
    EXEMPLOS DE PROPOSTA PEDAGÓGICO: Aescola deve ensinar as habilidades para que o aluno continue estudando e tenha uma profissão digna. A escola deve oportunizar aos alunos momentos de aprendizagem significativa sobre as formas sociais de pensar.
  • 27.
    A orientação atualé para a elaboração de propostas pedagógicas com foco no desenvolvimento de competências dos alunos. O que isso significa?
  • 28.
    Competência é: Capacidade demobilizar recursos visando abordar e resolver uma situação complexa.
  • 29.
    Exemplo de informação SólidoLíquido Gasoso Liquefação Evaporação Solidificação Condensação Sublimação
  • 30.
    Agora pense: Porque umagarrafa de refrigerante gelado, retirada de geladeira e seca, ao ser colocada sobre uma mesa, fica molhada?
  • 31.
    Diferença nos planosde aula  Na primeira abordagem, a intenção era transmitir informações – Foco na habilidade.  Na segunda, analisar a situação para provocar a criação de uma hipótese por parte de aluno – Foco no desenvolvimento de competência.
  • 32.
  • 33.
    Logo, a didáticadeve focar esta interação de representações. Representações do aprendiz Outras representações
  • 34.
    Nos dois casos,os planos de aulas serão diferentes!  1º caso: modelo tradicional  2º caso:  Apresentação da habilidade;  Apresentação da situação complexa;  Reflexão;  Análise de resultados;  Apresentação do conceito.
  • 35.
    “Aprender é passarde incerteza a uma certeza provisória que dá lugar a novas descobertas e a novas sínteses. ” Edgar Moran