Escola Superior de Saúde
Anabela Fernandes 20160012 OT 2 20-11-2016
O que é a participação?
A participação é o envolvimento de uma pessoa numa ocupação ou atividade da
vida diária que têm algum significado ou algum propósito para a pessoa ao momento de
realizá-la.
Definição mais exemplos práticos de Justiça, privação, equilíbrio, adaptação e
alienação.
 Justiça: A justiça ocupacional é uma justiça que reconhece o direito ocupacional
para a participação de todas as pessoa na sociedade, tiverem ou não algum
problema, nas ocupações ou atividades do seu dia-a-dia.
o Exemplo: Quando um indivíduo não tem muita mobilidade, a sociedade
procura maneiras para poder ajudá-los, como pode ser, adaptações nas
vias públicas, em prédios, como instalar elevadores, construírem
subidas, entre outros exemplos.
 Privação: É um estado prolongado de exclusão que dificulta a implicação em
ocupações necessárias para promover a saúde ou com significado devido a
fatores fora do poder do próprio indivíduo.
o Exemplo: Quando uma pessoa está na prisão, esta não poder ter todas as
atividades ou ocupação que tinha no exterior.
 Equilíbrio: O equilíbrio ocupacional corresponde a uma distribuição do tempo
entre atividades do dia-à-dia, produtivas e descanso. Este equilíbrio manifesta-se
quando as habilidades coincidem com a ocupação, o desejo e as necessidades do
indivíduo e do seu ambiente.
o Exemplo: Quando uma pessoa se sente bem com a quantidade de horas
dedicadas a cada ocupação que faz durante o dia.
 Adaptação: Possibilitam a participação da pessoa através de modificações de na
realização de tarefas ou os ambientes para promover o envolvimento na
ocupação.
Escola Superior de Saúde
Anabela Fernandes 20160012 OT 2 20-11-2016
o Exemplo: Quando um aluno não tem condições para poder estar numa
sala de aulas normais, os profissionais da educação com os terapeutas
trabalham em conjunto para adaptarem a aula ao indivíduo para ele ter o
mesmo direito de aprender.
 Alienação: É uma experiência prolongada de solidão, falta de identidade,
expressão limitada de espírito, isolamento, vazio, entre outras, é como a
ausência do sentido o propósito nas ocupações da vida diária de uma pessoa.
o Exemplo: Quando uma pessoa trabalha numa fábrica numa cadeia de
produção e está sozinho naquele sector, sente muitas vezes que está
isolado do “mundo”.
Situação/ problema que ocorra com uma pessoa e que impida a
participação.
Uma situação bem clara que podemos encontrar numa pessoa que a impida
participar é quando tem alguma discapacidade, por exemplo, mobilidade reduzida.
Quando uma pessoa está numa cadeira de rodas não pode aceder em todos os sítios que
o indivíduo desejaria. Por exemplo, um pai ou uma mãe que quer ajudar a realizar as
tarefas domésticas como ir comprar, muitas vezes, não pode ir sozinho/a comprar
porque durante o caminho vai encontrar vários obstáculos que o impedem de participar
nas compras.
Referências bibliográficas:
1. American Occupational Therapy Association. (2014). Estrutura da prática da Terapia
Ocupacional: Domínio e processo (A. Cavalcanti, F. Durta, V. Elui, Trans. 3ª ed.). São
Paulo: Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo.
2. María Carla S. (2011, dezembro). Licenciada en Terapia Ocupacional. Retirado de
http://imgbiblio.vaneduc.edu.ar/fulltext/files/TC111525.pdf
3. Townsend E, Wilcock AA. Occupational justice and client-centred practice: a
dialogue in progress. Can J Occup Ther. 2004 Apr;71(2):75-87

Pesquisa ata 12

  • 1.
    Escola Superior deSaúde Anabela Fernandes 20160012 OT 2 20-11-2016 O que é a participação? A participação é o envolvimento de uma pessoa numa ocupação ou atividade da vida diária que têm algum significado ou algum propósito para a pessoa ao momento de realizá-la. Definição mais exemplos práticos de Justiça, privação, equilíbrio, adaptação e alienação.  Justiça: A justiça ocupacional é uma justiça que reconhece o direito ocupacional para a participação de todas as pessoa na sociedade, tiverem ou não algum problema, nas ocupações ou atividades do seu dia-a-dia. o Exemplo: Quando um indivíduo não tem muita mobilidade, a sociedade procura maneiras para poder ajudá-los, como pode ser, adaptações nas vias públicas, em prédios, como instalar elevadores, construírem subidas, entre outros exemplos.  Privação: É um estado prolongado de exclusão que dificulta a implicação em ocupações necessárias para promover a saúde ou com significado devido a fatores fora do poder do próprio indivíduo. o Exemplo: Quando uma pessoa está na prisão, esta não poder ter todas as atividades ou ocupação que tinha no exterior.  Equilíbrio: O equilíbrio ocupacional corresponde a uma distribuição do tempo entre atividades do dia-à-dia, produtivas e descanso. Este equilíbrio manifesta-se quando as habilidades coincidem com a ocupação, o desejo e as necessidades do indivíduo e do seu ambiente. o Exemplo: Quando uma pessoa se sente bem com a quantidade de horas dedicadas a cada ocupação que faz durante o dia.  Adaptação: Possibilitam a participação da pessoa através de modificações de na realização de tarefas ou os ambientes para promover o envolvimento na ocupação.
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    Escola Superior deSaúde Anabela Fernandes 20160012 OT 2 20-11-2016 o Exemplo: Quando um aluno não tem condições para poder estar numa sala de aulas normais, os profissionais da educação com os terapeutas trabalham em conjunto para adaptarem a aula ao indivíduo para ele ter o mesmo direito de aprender.  Alienação: É uma experiência prolongada de solidão, falta de identidade, expressão limitada de espírito, isolamento, vazio, entre outras, é como a ausência do sentido o propósito nas ocupações da vida diária de uma pessoa. o Exemplo: Quando uma pessoa trabalha numa fábrica numa cadeia de produção e está sozinho naquele sector, sente muitas vezes que está isolado do “mundo”. Situação/ problema que ocorra com uma pessoa e que impida a participação. Uma situação bem clara que podemos encontrar numa pessoa que a impida participar é quando tem alguma discapacidade, por exemplo, mobilidade reduzida. Quando uma pessoa está numa cadeira de rodas não pode aceder em todos os sítios que o indivíduo desejaria. Por exemplo, um pai ou uma mãe que quer ajudar a realizar as tarefas domésticas como ir comprar, muitas vezes, não pode ir sozinho/a comprar porque durante o caminho vai encontrar vários obstáculos que o impedem de participar nas compras. Referências bibliográficas: 1. American Occupational Therapy Association. (2014). Estrutura da prática da Terapia Ocupacional: Domínio e processo (A. Cavalcanti, F. Durta, V. Elui, Trans. 3ª ed.). São Paulo: Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo. 2. María Carla S. (2011, dezembro). Licenciada en Terapia Ocupacional. Retirado de http://imgbiblio.vaneduc.edu.ar/fulltext/files/TC111525.pdf 3. Townsend E, Wilcock AA. Occupational justice and client-centred practice: a dialogue in progress. Can J Occup Ther. 2004 Apr;71(2):75-87