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ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE
CONCEITOS DE CIÊNCIA OCUPACIONAL
ICO1TO_P2_GT5
PORTO
2016
1
ÍNDICE
INTRODUÇÃO.............................................................................................. 1
1. OCUPAÇÃO HUMANA............................................................................ 2
2. CONCEITOS DA CIÊNCIA OCUPACIONAL........................................... 2
PRIVAÇÃO OCUPACIONAL..................................................................... 2
AGENTES EXTERNOS.......................................................................... 3
EQUILÍBRIO OCUPACIONAL................................................................... 3
JUSTIÇA OCUPACIONAL ........................................................................ 4
ADAPTAÇÃO OCUPACIONAL ................................................................. 4
3. PLANEAMENTO DO TRABALHO........................................................... 6
4. QUESTIONÁRIO OCUPACIONAL .......................................................... 6
CONCLUSÃO ............................................................................................... 8
REFERÊNCIAS ............................................................................................ 9
INTRODUÇÃO
A ciência ocupacional é uma ciência que fundamenta a terapia
ocupacional e como tal, é direcionada ao cuidado das pessoas, ou seja, à saúde
da população. Logo, as ocupações que cada indivíduo realiza são dirigidas pelas
suas necessidades e nomeadamente pelos seus padrões de desempenho.
Associado a esta ciência surgem também os conceitos que a realização das
ocupações requerem. Portanto, é de salientar que as ocupações estão
inteiramente ligadas ao equilíbrio ocupacional que é fomentado pela gestão do
tempo, pela cronobiologia e pelos planos pessoas de cada individuo. Cada
pessoa também tem direito à justiça ocupacional independentemente das suas
dificuldades perante o meio onde se encontra deixando de parte a privação
ocupacional. Assim, o trabalho do terapeuta ocupacional é garantir que tal
acontece e para isso usa métodos de adaptação ocupacional para garantir que
a participação do individuo não é condicionada.
2
OCUPAÇÃO HUMANA
A ocupação faz parte da condição humana. O ser humano possui uma
predisposição para a realização de um conjunto de atividades com um
determinado propósito, utilidade e significado subjetivo. Desta forma, ocupação
diz respeito ao desempenho de atividades da vida diária, de lazer e de trabalho
que ocorrem perante determinado contexto temporal, físico e sociocultural que
caracteriza uma grande parte da vida humana (Couldrick & Alfred, 2003;
Kielhofner, 2002; Molineux, 2004; Whiteford, 2004). As áreas em que estão
inseridas as atividades nas quais participamos, e as próprias atividades, são
influenciadas por fatores biológicos, psicológicos, sociais/ambientais e culturais
(Kielhofner, 2002; Whiteford, 2004).
CONCEITOS DA CIÊNCIA OCUPACIONAL
PRIVAÇÃO OCUPACIONAL
DE ACORDO COM WHITEFORD (2000), PRIVAÇÃO OCUPACIONAL CONSISTE DE UM
“ESTADO DE OBSTRUÇÃO AO ENVOLVIMENTO EM OCUPAÇÕES DE NECESSIDADE
E/OU SIGNIFICADO DEVIDO A FATORES EXTERNOS À PESSOA”.
Já Wilcook afirma que se caracteriza pelas circunstâncias externas,
através das quais a pessoa não pode adquirir, usar ou desfrutar de algo.
Ou seja, quando a pessoa experimenta um estado de privação ocupacional, esta
vê-se impossibilitada de realizar as atividades que quer e considera importantes,
durante um extenso período de tempo, devido a fatores externos. A pessoa vê
total ou parcialmente negada a sua possibilidade de escolha ocupacional, o que
poderá trazer consequências negativas ao nível do desempenho e do bem estar
geral (Coelho et al., 2010). Esta falta de oportunidades para um envolvimento
ocupacional normal pode ter efeitos nefastos, variando desde a apatia à
3
depressão (Couldrick & Alfred, 2003; de Viggiani, 2007; Molineux, 2004;
Whiteford, 1997; 2000; 2004; 2005; Wilcock, 1998; Wright, et al., 2006;
Zeldenryk, 2006). No entanto, de acordo com Kielhofner (2002), a forma como
cada pessoa lida com este tipo de limitações vai depender da sua identidade
ocupacional, ou seja, dos valores, interesses, causalidade pessoal, papéis,
hábitos e capacidade de desempenho de cada indivíduo.
AGENTES EXTERNOS
Existem vários agentes externos que podem conduzir à privação
ocupacional como, a tecnologia, a divisão do trabalho, o desemprego, a pobreza,
os valores culturais, as regras locais, as limitações impostas pelos serviços
sociais e/ou educacionais, as limitações físicas e um estado de doença
prolongado.
EQUILÍBRIO OCUPACIONAL
O equilíbrio ocupacional surge com a necessidade de atender e igualizar
os ritmos da vida diária. Em particular, equilíbrio de participações nas quatro
áreas de ocupação, como o trabalho, o descanso e sono, AVD e AIVD. A
perceção de equilíbrio é individual e é influenciado pela cultura, valores e o
ambiente envolvente. O equilíbrio ocupacional, passa por equilibrar as diversas
ocupações de modo a manter um dia a dia e um estilo de vida saudáveis. Passa
pela gestão de tempo que cada individuo deveria ter em relação às suas
ocupações diárias, como as atividades da vida diária, atividades instrumentais
da vida diária, lazer, brincar, descanso e sono, trabalho, educação e participação
social. (Martins & Gontijo, 2011) (Gómez Lillo, 2006).
4
JUSTIÇA OCUPACIONAL
A justiça ocupacional reconhece que todos os indivíduos de uma dada
sociedade têm direitos igualitários independente do seu género, idade, condição
de saúde, condição socioeconómica e classe social para realizar todas as
ocupações, como atividades da vida diária, atividades instrumentais, trabalho,
educação, descanso e sono, lazer, brincar e participação social, (Nilsson &
Townsend, 2010) sendo abrangidas oportunidades para a participação social e
disponibilidade de vários recursos que levam a cabo a participação total por parte
do individuo nas suas ocupações. Aspetos éticos, morais e cívicos dos diferentes
contextos e ambientes, podem afetar o sucesso da intervenção da terapia
ocupacional e o resultado deste processo. (AOTA, 2014)
ADAPTAÇÃO OCUPACIONAL
A Terapia Ocupacional é uma área da saúde que intervém de forma a
poder devolver a autonomia ao seu cliente atuando em diversas áreas através
de um conjunto de estratégias que culminam no aumento das competências do
cliente ultrapassando as suas dificuldades. Este profissional de saúde
desempenha a sua função de forma a possibilitar a participação do cliente nas
atividades que lhes são propostas, desenvolvendo os seus aspetos intelectuais,
sociais, emocionais e físicos através da participação nos espaços onde esse está
inserido. Como tal, o seu trabalho passa por modificar a tarefa em questão, o
método de realização da tarefa ou até mesmo o ambiente que envolve essas
atividades (James, 2008), ou seja, o termo adaptação refere-se a modificações
no ambiente, na tarefa ou no método, que objetivam a maximização da
funcionalidade do indivíduo e o maior grau de independência possível no
desempenho da atividade.
A adaptação por sua vez envolve o “ajuste, acomodação e adequação do
indivíduo a uma nova situação”, onde o terapeuta ocupacional terá que unir a
sua própria criatividade, com a utilidade eficaz do produto e ainda a concordância
5
e utilização pelo seu cliente. A resposta a nova situação, será tão mais positiva
quanto melhor for o desempenho ocupacional competente, da satisfação e da
interação entre o individuo e o ambiente.
As adaptações podem estar enquadradas em duas categorias:
 Baixa tecnologia ou Baixo custo (Low-Tech) - que tratam dos dispositivos
destinados a auxiliar nas Atividades de Vida Diária;
 Alta tecnologia ou Alto custo (High-Tech) - como os comandados de computador
por voz.
As adaptações têm uma relação direta com as ocupações, e, portanto, são
aplicáveis para favorecer o desempenho independente no vestuário, higiene,
alimentação, comunicação e gestão de atividades domésticas.
O processo de desenvolvimento de uma adaptação envolve alguns
aspetos:
 Análise da atividade;
 Assimilação do problema;
 Conhecimento dos princípios de compensação;
 Sugestões de solução;
 Pesquisa de recursos alternativos para a resolução do problema;
 Manutenção periódica da adaptação;
 Treino da adaptação na atividade.
Existe portanto a necessidade de orientar o cliente, a sua família e/ou
cuidador sobre a correta utilização da adaptação, sobre os cuidados com o
dispositivo e sobre o tempo que este deve ser utilizado e se necessário intervir
em todo o ambiente envolvente. Os fatores a serem considerados na prescrição
de uma adaptação são a simplicidade do projeto, a manutenção da integridade
dos tecidos moles, o ajuste ao usuário, o custo, a estética, o conforto, a facilidade
para colocação e a sua própria higiene.
6
PLANEAMENTO DO TRABALHO
Este trabalho será constituído por um vídeo de 3 a 4 minutos, abordando
as diferentes áreas de ocupação presentes no dia-a-dia de uma pessoa
(atividades de vida diária, atividades instrumentais de vida diária, lazer,
descanso e sono, educação, brincar, trabalho e participação social). Estas serão
analisadas com base no conceito central que é o “Equilíbrio ocupacional”. O
vídeo irá incluir texto explicativo para que dessa forma seja mais fácil uma
perceção sobre a importância do equilíbrio ocupacional.
Elaboramos um questionário ocupacional com o intuito de avaliarmos a
gestão do tempo, a satisfação, a importância e a competência atribuídas pela
pessoa consoante a atividade em questão.
QUESTIONÁRIO OCUPACIONAL
Horas Atividades
típicas
Considero esta
atividade como
sendo:
1 – Trabalho
2- Atividade de
Vida Diária
3 – Lazer
4 - Descanso
Acho que faço
isto:
1 – Muito bem
2 – Bem
3 – Nem bem
nem mal
4 – Mal
5 – Muito mal
Para mim esta
atividade é:
1 – Extremamente
importante
2 – Importante
3 – Mais ou menos
4 – Nada Importante
5 – Uma Perda de
tempo
Quanto gosto de fazer
esta atividade:
1 – Gosto muito
2 – Gosto
3 – Nem gosto nem
desgosto
4 – Não gosto
5 – Não gosto nada
6:00 Dormir 4 4 1 1
6:30 Dormir 4 4 1 1
7:00 Dormir 4 4 1 1
7:30 Dormir 4 4 1 1
8:00 Dormir 4 4 1 1
7
8:30 Dormir 4 4 1 1
9:00 Acordar/
Higiene
2 2 2 2
9:30 Alimentar os
cães
1 2 2 2
10:00 Tomar o
pequeno-
almoço
2 2 2 2
10:30 Transportes 1 2 3 5
11:00 Aulas 1 2 2 2
11:30 Aulas 1 2 2 2
12:00 Aulas 1 2 2 2
12:30 Aulas 1 2 2 2
13:00 Almoço 2 1 1 1
13:30 Lazer/
Trabalho de
Grupo
3 1 1 1
14:00 Aulas 1 2 2 2
14:30 Aulas 1 2 2 2
15:00 Aulas 1 2 2 2
15:30 Aulas 1 2 2 2
16:00 Lazer 3 2 2 2
16:30 Lazer 3 1 1 1
17:00 Transportes 1 2 2 5
17:30 Tarefas/
cuidados
1 2 3 3
18:00 Tarefas/
cuidados
1 2 3 3
18:30 Trabalho 1 2 2 2
19:00 Trabalho 1 2 2 2
19:30 Jantar 2 1 1 1
20:00 Trabalho 1 2 2 2
20:30 Trabalho 1 2 2 2
8
21:00 Trabalho 1 2 2 2
21:30 Trabalho 1 2 2 2
22:00 Trabalho 1 2 2 2
22:30 Trabalho 1 2 2 2
23:00 Trabalho 1 2 2 2
23:30 Trabalho 1 2 2 2
00:00 Trabalho 1 2 2 2
00:30 Trabalho 1 2 2 2
01:00 Lazer 3 2 1 1
01:30 Transportes 1 2 4 5
02:00 Cuidar dos
cães
3 1 1 2
02:30 Higiene 2 2 1 1
03:00 Dormir 2 2 1 1
03:30 Dormir 2 2 1 1
04:00 Dormir 2 2 1 1
04:30 Dormir 2 2 1 1
05:00 Dormir 2 2 1 1
05:30 Dormir 2 2 1 1
CONCLUSÃO
A ciência ocupacional tem ligada a si diversos conceitos que a fundamentam e
que pretendem orientar cada individuo para um boa prática das ocupações. Em
conclusão, os conceitos de adaptação ocupacional, equilíbrio ocupacional,
justiça ocupacional e privação ocupacional são fundamentais para a
compreensão das ocupações e sobretudo para garantir a participação
ocupacional de cada pessoa.
9
REFERÊNCIAS
Coelho, T., Bernardo, A., Rocha, N., & Portugal, P. (2010). Impacto da privação
ocupacional no quotidiano de mulheres reclusas e na sua adaptação à reclusão.
Couldrick, L., & Alfred, D. (2003). Forensic Occupational Therapy. London: Whurr
Publishers Ltd.
Kielhofner, G. (2002). Model of Human Occupation: Theory and Application (3ª
ed.). Baltimore: Lippincott Williams & Wilkins.
Molineux, M. (2004). Occupation for Occupational Therapists. Oxford: Blackwell
Publishing.
Whiteford, G. (1997). Occupational Deprivation and Incarceration. Journal of
Occupational Science: Australia, 4 (3), pp. 126-130.
Whiteford, G. (2000). Occupational Deprivation: Global Challenge in the New
Millennium. The British Journal of Occupational Therapy, 63 (5), pp. 200-204.
Witheford, G. (2004). When People Cannot Participate: Occupational
Deprivation. In C. H. Christiansen & E. A. Townsend (Eds.), Introduction to
Occupation: The Art and Science of Living. New Jersey: Prentice Hall.
Whiteford, G. (2005). Understanding the occupational deprivation of refugees: A
case study from Kosovo. The Canadian Journal of Occupational Therapy, 72 (2),
pp. 78-88.
Wilcock, A. (1998). An Occupational Perspective of Health. New Jersey: Slack
Incorporated. Wright, C., Olivencia, J., Robertson, E., & Sperry, T. (2006).
Occupational Justice: Western Kentucky Resource Development. Louisville:
Kentucky Commission on Human Rights.
Zeldenryk, L. (2006). Occupational deprivation: A consequence of Australia’s
policy of assimilation. Australian Occupational Therapy Journal, 53, pp. 43-46.
Gómez Lillo, S. (2006). Equilibrio y organización de la rutina diaria Revista
Chilena de Terapia Ocupacional(6).
Martins, S., & Gontijo, D. T. (2011). Tempo de engajamento nas áreas de
ocupação de adolescentes inseridos em uma escola pública. Revista de Terapia
Ocupacional da Universidade de São Paulo, 22(2), 162-171.
doi:http://dx.doi.org/10.11606/issn.2238-6149.v22i2p162-171
10
AOTA. (2014). Occupational therapy practice framework: Domain and process.
American Journal of
Occupational Therapy, 68(Supplement 1), 1-48. doi:10.5014/ajot.2014.682006
Nilsson, I., & Townsend, E. (2010). Occupational justice—Bridging
theory and practice. Scandinavian Journal of Occupational Therapy, 17, 57-63.
doi:http://dx.doi.org/10.3109/11038120903287182
James, A. (2008). Restoring the role of independent person. In M. V. Radomski
& C. A. Trombly Latham (Eds.), Occupational therapy for physical dysfunction
(pp. 774–816). Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins
Schkade, J.& Mcclung, M. (2001).Occupational Adaptationin Practice. Texas
Grupo OT5
Ana Luísa Araújo n.º 10150341
Beatriz Marinho nº10160159
Cristina Silva nº10160223
David Silva nº10160233
Inês Santos nº10160284
Liliana Lopes nº10160708
Marta Campos nº10160409
Miguel Pereira nº10150401
Mónica Esteves (disciplinas isoladas)
Sara Sandim n.º10160477

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Pesquisa sobre conceitos de Ciência Ocupacional

  • 1. ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE CONCEITOS DE CIÊNCIA OCUPACIONAL ICO1TO_P2_GT5 PORTO 2016
  • 2. 1 ÍNDICE INTRODUÇÃO.............................................................................................. 1 1. OCUPAÇÃO HUMANA............................................................................ 2 2. CONCEITOS DA CIÊNCIA OCUPACIONAL........................................... 2 PRIVAÇÃO OCUPACIONAL..................................................................... 2 AGENTES EXTERNOS.......................................................................... 3 EQUILÍBRIO OCUPACIONAL................................................................... 3 JUSTIÇA OCUPACIONAL ........................................................................ 4 ADAPTAÇÃO OCUPACIONAL ................................................................. 4 3. PLANEAMENTO DO TRABALHO........................................................... 6 4. QUESTIONÁRIO OCUPACIONAL .......................................................... 6 CONCLUSÃO ............................................................................................... 8 REFERÊNCIAS ............................................................................................ 9 INTRODUÇÃO A ciência ocupacional é uma ciência que fundamenta a terapia ocupacional e como tal, é direcionada ao cuidado das pessoas, ou seja, à saúde da população. Logo, as ocupações que cada indivíduo realiza são dirigidas pelas suas necessidades e nomeadamente pelos seus padrões de desempenho. Associado a esta ciência surgem também os conceitos que a realização das ocupações requerem. Portanto, é de salientar que as ocupações estão inteiramente ligadas ao equilíbrio ocupacional que é fomentado pela gestão do tempo, pela cronobiologia e pelos planos pessoas de cada individuo. Cada pessoa também tem direito à justiça ocupacional independentemente das suas dificuldades perante o meio onde se encontra deixando de parte a privação ocupacional. Assim, o trabalho do terapeuta ocupacional é garantir que tal acontece e para isso usa métodos de adaptação ocupacional para garantir que a participação do individuo não é condicionada.
  • 3. 2 OCUPAÇÃO HUMANA A ocupação faz parte da condição humana. O ser humano possui uma predisposição para a realização de um conjunto de atividades com um determinado propósito, utilidade e significado subjetivo. Desta forma, ocupação diz respeito ao desempenho de atividades da vida diária, de lazer e de trabalho que ocorrem perante determinado contexto temporal, físico e sociocultural que caracteriza uma grande parte da vida humana (Couldrick & Alfred, 2003; Kielhofner, 2002; Molineux, 2004; Whiteford, 2004). As áreas em que estão inseridas as atividades nas quais participamos, e as próprias atividades, são influenciadas por fatores biológicos, psicológicos, sociais/ambientais e culturais (Kielhofner, 2002; Whiteford, 2004). CONCEITOS DA CIÊNCIA OCUPACIONAL PRIVAÇÃO OCUPACIONAL DE ACORDO COM WHITEFORD (2000), PRIVAÇÃO OCUPACIONAL CONSISTE DE UM “ESTADO DE OBSTRUÇÃO AO ENVOLVIMENTO EM OCUPAÇÕES DE NECESSIDADE E/OU SIGNIFICADO DEVIDO A FATORES EXTERNOS À PESSOA”. Já Wilcook afirma que se caracteriza pelas circunstâncias externas, através das quais a pessoa não pode adquirir, usar ou desfrutar de algo. Ou seja, quando a pessoa experimenta um estado de privação ocupacional, esta vê-se impossibilitada de realizar as atividades que quer e considera importantes, durante um extenso período de tempo, devido a fatores externos. A pessoa vê total ou parcialmente negada a sua possibilidade de escolha ocupacional, o que poderá trazer consequências negativas ao nível do desempenho e do bem estar geral (Coelho et al., 2010). Esta falta de oportunidades para um envolvimento ocupacional normal pode ter efeitos nefastos, variando desde a apatia à
  • 4. 3 depressão (Couldrick & Alfred, 2003; de Viggiani, 2007; Molineux, 2004; Whiteford, 1997; 2000; 2004; 2005; Wilcock, 1998; Wright, et al., 2006; Zeldenryk, 2006). No entanto, de acordo com Kielhofner (2002), a forma como cada pessoa lida com este tipo de limitações vai depender da sua identidade ocupacional, ou seja, dos valores, interesses, causalidade pessoal, papéis, hábitos e capacidade de desempenho de cada indivíduo. AGENTES EXTERNOS Existem vários agentes externos que podem conduzir à privação ocupacional como, a tecnologia, a divisão do trabalho, o desemprego, a pobreza, os valores culturais, as regras locais, as limitações impostas pelos serviços sociais e/ou educacionais, as limitações físicas e um estado de doença prolongado. EQUILÍBRIO OCUPACIONAL O equilíbrio ocupacional surge com a necessidade de atender e igualizar os ritmos da vida diária. Em particular, equilíbrio de participações nas quatro áreas de ocupação, como o trabalho, o descanso e sono, AVD e AIVD. A perceção de equilíbrio é individual e é influenciado pela cultura, valores e o ambiente envolvente. O equilíbrio ocupacional, passa por equilibrar as diversas ocupações de modo a manter um dia a dia e um estilo de vida saudáveis. Passa pela gestão de tempo que cada individuo deveria ter em relação às suas ocupações diárias, como as atividades da vida diária, atividades instrumentais da vida diária, lazer, brincar, descanso e sono, trabalho, educação e participação social. (Martins & Gontijo, 2011) (Gómez Lillo, 2006).
  • 5. 4 JUSTIÇA OCUPACIONAL A justiça ocupacional reconhece que todos os indivíduos de uma dada sociedade têm direitos igualitários independente do seu género, idade, condição de saúde, condição socioeconómica e classe social para realizar todas as ocupações, como atividades da vida diária, atividades instrumentais, trabalho, educação, descanso e sono, lazer, brincar e participação social, (Nilsson & Townsend, 2010) sendo abrangidas oportunidades para a participação social e disponibilidade de vários recursos que levam a cabo a participação total por parte do individuo nas suas ocupações. Aspetos éticos, morais e cívicos dos diferentes contextos e ambientes, podem afetar o sucesso da intervenção da terapia ocupacional e o resultado deste processo. (AOTA, 2014) ADAPTAÇÃO OCUPACIONAL A Terapia Ocupacional é uma área da saúde que intervém de forma a poder devolver a autonomia ao seu cliente atuando em diversas áreas através de um conjunto de estratégias que culminam no aumento das competências do cliente ultrapassando as suas dificuldades. Este profissional de saúde desempenha a sua função de forma a possibilitar a participação do cliente nas atividades que lhes são propostas, desenvolvendo os seus aspetos intelectuais, sociais, emocionais e físicos através da participação nos espaços onde esse está inserido. Como tal, o seu trabalho passa por modificar a tarefa em questão, o método de realização da tarefa ou até mesmo o ambiente que envolve essas atividades (James, 2008), ou seja, o termo adaptação refere-se a modificações no ambiente, na tarefa ou no método, que objetivam a maximização da funcionalidade do indivíduo e o maior grau de independência possível no desempenho da atividade. A adaptação por sua vez envolve o “ajuste, acomodação e adequação do indivíduo a uma nova situação”, onde o terapeuta ocupacional terá que unir a sua própria criatividade, com a utilidade eficaz do produto e ainda a concordância
  • 6. 5 e utilização pelo seu cliente. A resposta a nova situação, será tão mais positiva quanto melhor for o desempenho ocupacional competente, da satisfação e da interação entre o individuo e o ambiente. As adaptações podem estar enquadradas em duas categorias:  Baixa tecnologia ou Baixo custo (Low-Tech) - que tratam dos dispositivos destinados a auxiliar nas Atividades de Vida Diária;  Alta tecnologia ou Alto custo (High-Tech) - como os comandados de computador por voz. As adaptações têm uma relação direta com as ocupações, e, portanto, são aplicáveis para favorecer o desempenho independente no vestuário, higiene, alimentação, comunicação e gestão de atividades domésticas. O processo de desenvolvimento de uma adaptação envolve alguns aspetos:  Análise da atividade;  Assimilação do problema;  Conhecimento dos princípios de compensação;  Sugestões de solução;  Pesquisa de recursos alternativos para a resolução do problema;  Manutenção periódica da adaptação;  Treino da adaptação na atividade. Existe portanto a necessidade de orientar o cliente, a sua família e/ou cuidador sobre a correta utilização da adaptação, sobre os cuidados com o dispositivo e sobre o tempo que este deve ser utilizado e se necessário intervir em todo o ambiente envolvente. Os fatores a serem considerados na prescrição de uma adaptação são a simplicidade do projeto, a manutenção da integridade dos tecidos moles, o ajuste ao usuário, o custo, a estética, o conforto, a facilidade para colocação e a sua própria higiene.
  • 7. 6 PLANEAMENTO DO TRABALHO Este trabalho será constituído por um vídeo de 3 a 4 minutos, abordando as diferentes áreas de ocupação presentes no dia-a-dia de uma pessoa (atividades de vida diária, atividades instrumentais de vida diária, lazer, descanso e sono, educação, brincar, trabalho e participação social). Estas serão analisadas com base no conceito central que é o “Equilíbrio ocupacional”. O vídeo irá incluir texto explicativo para que dessa forma seja mais fácil uma perceção sobre a importância do equilíbrio ocupacional. Elaboramos um questionário ocupacional com o intuito de avaliarmos a gestão do tempo, a satisfação, a importância e a competência atribuídas pela pessoa consoante a atividade em questão. QUESTIONÁRIO OCUPACIONAL Horas Atividades típicas Considero esta atividade como sendo: 1 – Trabalho 2- Atividade de Vida Diária 3 – Lazer 4 - Descanso Acho que faço isto: 1 – Muito bem 2 – Bem 3 – Nem bem nem mal 4 – Mal 5 – Muito mal Para mim esta atividade é: 1 – Extremamente importante 2 – Importante 3 – Mais ou menos 4 – Nada Importante 5 – Uma Perda de tempo Quanto gosto de fazer esta atividade: 1 – Gosto muito 2 – Gosto 3 – Nem gosto nem desgosto 4 – Não gosto 5 – Não gosto nada 6:00 Dormir 4 4 1 1 6:30 Dormir 4 4 1 1 7:00 Dormir 4 4 1 1 7:30 Dormir 4 4 1 1 8:00 Dormir 4 4 1 1
  • 8. 7 8:30 Dormir 4 4 1 1 9:00 Acordar/ Higiene 2 2 2 2 9:30 Alimentar os cães 1 2 2 2 10:00 Tomar o pequeno- almoço 2 2 2 2 10:30 Transportes 1 2 3 5 11:00 Aulas 1 2 2 2 11:30 Aulas 1 2 2 2 12:00 Aulas 1 2 2 2 12:30 Aulas 1 2 2 2 13:00 Almoço 2 1 1 1 13:30 Lazer/ Trabalho de Grupo 3 1 1 1 14:00 Aulas 1 2 2 2 14:30 Aulas 1 2 2 2 15:00 Aulas 1 2 2 2 15:30 Aulas 1 2 2 2 16:00 Lazer 3 2 2 2 16:30 Lazer 3 1 1 1 17:00 Transportes 1 2 2 5 17:30 Tarefas/ cuidados 1 2 3 3 18:00 Tarefas/ cuidados 1 2 3 3 18:30 Trabalho 1 2 2 2 19:00 Trabalho 1 2 2 2 19:30 Jantar 2 1 1 1 20:00 Trabalho 1 2 2 2 20:30 Trabalho 1 2 2 2
  • 9. 8 21:00 Trabalho 1 2 2 2 21:30 Trabalho 1 2 2 2 22:00 Trabalho 1 2 2 2 22:30 Trabalho 1 2 2 2 23:00 Trabalho 1 2 2 2 23:30 Trabalho 1 2 2 2 00:00 Trabalho 1 2 2 2 00:30 Trabalho 1 2 2 2 01:00 Lazer 3 2 1 1 01:30 Transportes 1 2 4 5 02:00 Cuidar dos cães 3 1 1 2 02:30 Higiene 2 2 1 1 03:00 Dormir 2 2 1 1 03:30 Dormir 2 2 1 1 04:00 Dormir 2 2 1 1 04:30 Dormir 2 2 1 1 05:00 Dormir 2 2 1 1 05:30 Dormir 2 2 1 1 CONCLUSÃO A ciência ocupacional tem ligada a si diversos conceitos que a fundamentam e que pretendem orientar cada individuo para um boa prática das ocupações. Em conclusão, os conceitos de adaptação ocupacional, equilíbrio ocupacional, justiça ocupacional e privação ocupacional são fundamentais para a compreensão das ocupações e sobretudo para garantir a participação ocupacional de cada pessoa.
  • 10. 9 REFERÊNCIAS Coelho, T., Bernardo, A., Rocha, N., & Portugal, P. (2010). Impacto da privação ocupacional no quotidiano de mulheres reclusas e na sua adaptação à reclusão. Couldrick, L., & Alfred, D. (2003). Forensic Occupational Therapy. London: Whurr Publishers Ltd. Kielhofner, G. (2002). Model of Human Occupation: Theory and Application (3ª ed.). Baltimore: Lippincott Williams & Wilkins. Molineux, M. (2004). Occupation for Occupational Therapists. Oxford: Blackwell Publishing. Whiteford, G. (1997). Occupational Deprivation and Incarceration. Journal of Occupational Science: Australia, 4 (3), pp. 126-130. Whiteford, G. (2000). Occupational Deprivation: Global Challenge in the New Millennium. The British Journal of Occupational Therapy, 63 (5), pp. 200-204. Witheford, G. (2004). When People Cannot Participate: Occupational Deprivation. In C. H. Christiansen & E. A. Townsend (Eds.), Introduction to Occupation: The Art and Science of Living. New Jersey: Prentice Hall. Whiteford, G. (2005). Understanding the occupational deprivation of refugees: A case study from Kosovo. The Canadian Journal of Occupational Therapy, 72 (2), pp. 78-88. Wilcock, A. (1998). An Occupational Perspective of Health. New Jersey: Slack Incorporated. Wright, C., Olivencia, J., Robertson, E., & Sperry, T. (2006). Occupational Justice: Western Kentucky Resource Development. Louisville: Kentucky Commission on Human Rights. Zeldenryk, L. (2006). Occupational deprivation: A consequence of Australia’s policy of assimilation. Australian Occupational Therapy Journal, 53, pp. 43-46. Gómez Lillo, S. (2006). Equilibrio y organización de la rutina diaria Revista Chilena de Terapia Ocupacional(6). Martins, S., & Gontijo, D. T. (2011). Tempo de engajamento nas áreas de ocupação de adolescentes inseridos em uma escola pública. Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, 22(2), 162-171. doi:http://dx.doi.org/10.11606/issn.2238-6149.v22i2p162-171
  • 11. 10 AOTA. (2014). Occupational therapy practice framework: Domain and process. American Journal of Occupational Therapy, 68(Supplement 1), 1-48. doi:10.5014/ajot.2014.682006 Nilsson, I., & Townsend, E. (2010). Occupational justice—Bridging theory and practice. Scandinavian Journal of Occupational Therapy, 17, 57-63. doi:http://dx.doi.org/10.3109/11038120903287182 James, A. (2008). Restoring the role of independent person. In M. V. Radomski & C. A. Trombly Latham (Eds.), Occupational therapy for physical dysfunction (pp. 774–816). Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins Schkade, J.& Mcclung, M. (2001).Occupational Adaptationin Practice. Texas Grupo OT5 Ana Luísa Araújo n.º 10150341 Beatriz Marinho nº10160159 Cristina Silva nº10160223 David Silva nº10160233 Inês Santos nº10160284 Liliana Lopes nº10160708 Marta Campos nº10160409 Miguel Pereira nº10150401 Mónica Esteves (disciplinas isoladas) Sara Sandim n.º10160477