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Parâmetros curriculares
      nacionais
       Introdução
A educação
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  pouco a pouco cidadão do mundo sem perder suas raízes,
  participando ativamente da vida de sua nação e de sua
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Para estar em consonância com as demandas
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Parâmetros Curriculares Nacionais
Os Parâmetros Curriculares Nacionais constituem um
  referencial de qualidade para a educação no Ensino
  Fundamental em todo o País.
Sua função é orientar e garantir a coerência dos
  investimentos no sistema educacional, socializando
  discussões, pesquisas e recomendações, subsidiando
  a participação de técnicos e professores brasileiros,
  principalmente daqueles que se encontram
  mais isolados, com menor contato com a produção
  pedagógica atual.
Natureza e função dos
            Parâmetros Curriculares Nacionais

Cada criança ou jovem brasileiro, mesmo de locais com pouca
  infra-estrutura e condições socioeconômicas desfavoráveis,
  deve ter acesso ao conjunto de conhecimentos socialmente
  elaborados e reconhecidos como necessários para o exercício
  da cidadania para deles poder usufruir. Se existem diferenças
  socioculturais marcantes, que determinam diferentes
  necessidades de aprendizagem, existe também aquilo
  que é comum a todos, que um aluno de qualquer lugar do
  Brasil, do interior ou do litoral, de uma grande
  cidade ou da zona rural, deve ter o direito de aprender e esse
  direito deve ser garantido pelo Estado.
A TRADIÇÃO PEDAGÓGICA BRASILEIRA

A prática de todo professor, mesmo de forma
  inconsciente, sempre pressupõe uma
  concepção de ensino e aprendizagem que
  determina sua compreensão dos papéis de
  professor e aluno, da metodologia, da função
  social da escola e dos conteúdos a serem
  trabalhados.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais propõem
 uma mudança de enfoque em relação aos
 conteúdos curriculares: ao invés de um ensino
 em que o conteúdo seja visto como fim em si
 mesmo, o que se propõe é um ensino em que
 o conteúdo seja visto como meio para que os
 alunos desenvolvam as capacidades que lhes
 permitam produzir e usufruir dos bens
 culturais, sociais e econômicos.
Neste documento, os conteúdos são abordados
 em três grandes categorias: conteúdos
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  Curriculares Nacionais vai além da visão
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  aluno mediante notas ou conceitos, para ser
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   didáticas, que são subsídios à reflexão sobre como ensinar.
Na visão aqui assumida, os alunos constroem significados a partir de
   múltiplas e complexas interações.
Cada aluno é sujeito de seu processo de aprendizagem, enquanto o professor
   é o mediador na interação dos alunos com os objetos de conhecimento; o
   processo de aprendizagem compreende também a interação dos alunos
   entre si, essencial à socialização.
Assim sendo, as orientações didáticas enfocam fundamentalmente a
   intervenção do professor na criação de situações de aprendizagem
   coerentes com essa concepção
Autonomia

Nos Parâmetros Curriculares Nacionais a
 autonomia é tomada ao mesmo tempo como
 capacidade a ser desenvolvida pelos alunos e
 como princípio didático geral, orientador das
 práticas pedagógicas.
Diversidade
As adaptações curriculares previstas nos níveis
  de concretização apontam a necessidade de
  adequar objetivos, conteúdos e critérios de
  avaliação, de forma a atender a diversidade
  existente no País.
Interação e cooperação
Um dos objetivos da educação escolar é que os alunos
   aprendam a assumir a palavra enunciada e a conviver em
   grupo de maneira produtiva e cooperativa. Dessa forma, são
   fundamentais as situações em que possam aprender a
   dialogar, a ouvir o outro e ajudá-lo, a pedir ajuda, aproveitar
   críticas, explicar um ponto de vista, coordenar ações para
   obter sucesso em uma tarefa conjunta, etc.
É essencial aprender procedimentos dessa natureza e valorizá-
   los como forma de convívio escolar e social.
Trabalhar em grupo de maneira cooperativa é sempre uma
   tarefa difícil, mesmo para adultos convencidos de sua
   necessidade.
Disponibilidade para a aprendizagem
Para que uma aprendizagem significativa possa acontecer, é
   necessária a disponibilidade para o envolvimento do aluno na
   aprendizagem, o empenho em estabelecer relações entre o
   que já sabe e o que está aprendendo, em usar os
   instrumentos adequados que conhece e dispõe para alcançar
   a maior compreensão possível.
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Organização do tempo
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  na construção da autonomia permite ao professor
  criar situações em que o aluno possa
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  atividades.
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  de suas possibilidades e constrói mecanismos de
  auto-regulação que possibilitam decidir como alocar
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Uma sala de aula com carteiras fixas dificulta o
 trabalho em grupo, o diálogo e a cooperação;
 armários trancados não ajudam a desenvolver
 a autonomia do aluno, como também não
 favorecem o aprendizado da preservação do
 bem coletivo. A organização do espaço reflete
 a concepção metodológica adotada pelo
 professor e pela escola.
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Todo material é fonte de informação, mas
  nenhum deve ser utilizado com exclusividade.

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PCN

  • 1. Parâmetros curriculares nacionais Introdução
  • 2. A educação • A tensão entre o global e o local, ou seja, entre tornar-se pouco a pouco cidadão do mundo sem perder suas raízes, participando ativamente da vida de sua nação e de sua comunidade. • A tensão entre o universal e o singular, isto é, ao mesmo tempo em que é preciso considerar que a mundialização da cultura se realiza progressivamente, é preciso não esquecer das características que são únicas de cada pessoa. • A tensão entre a cultura local e a modernização dos processos produtivos • A tensão entre o instantâneo/efêmero e o durável: • A tensão entre o espiritual e o material:
  • 3. ABORDAGEM DE QUESTÕES SOCIAIS URGENTES OS TEMAS TRANSVERSAIS Para estar em consonância com as demandas atuais da sociedade, é necessário que a escola trate de questões que interferem na vida dos alunos e com as quais se veem confrontados no seu dia-a-dia: ética, meio ambiente, saúde, orientação sexual,trabalho e consumo, pluralidade cultural
  • 4. Parâmetros Curriculares Nacionais Os Parâmetros Curriculares Nacionais constituem um referencial de qualidade para a educação no Ensino Fundamental em todo o País. Sua função é orientar e garantir a coerência dos investimentos no sistema educacional, socializando discussões, pesquisas e recomendações, subsidiando a participação de técnicos e professores brasileiros, principalmente daqueles que se encontram mais isolados, com menor contato com a produção pedagógica atual.
  • 5. Natureza e função dos Parâmetros Curriculares Nacionais Cada criança ou jovem brasileiro, mesmo de locais com pouca infra-estrutura e condições socioeconômicas desfavoráveis, deve ter acesso ao conjunto de conhecimentos socialmente elaborados e reconhecidos como necessários para o exercício da cidadania para deles poder usufruir. Se existem diferenças socioculturais marcantes, que determinam diferentes necessidades de aprendizagem, existe também aquilo que é comum a todos, que um aluno de qualquer lugar do Brasil, do interior ou do litoral, de uma grande cidade ou da zona rural, deve ter o direito de aprender e esse direito deve ser garantido pelo Estado.
  • 6. A TRADIÇÃO PEDAGÓGICA BRASILEIRA A prática de todo professor, mesmo de forma inconsciente, sempre pressupõe uma concepção de ensino e aprendizagem que determina sua compreensão dos papéis de professor e aluno, da metodologia, da função social da escola e dos conteúdos a serem trabalhados.
  • 7. Os Parâmetros Curriculares Nacionais propõem uma mudança de enfoque em relação aos conteúdos curriculares: ao invés de um ensino em que o conteúdo seja visto como fim em si mesmo, o que se propõe é um ensino em que o conteúdo seja visto como meio para que os alunos desenvolvam as capacidades que lhes permitam produzir e usufruir dos bens culturais, sociais e econômicos.
  • 8. Neste documento, os conteúdos são abordados em três grandes categorias: conteúdos conceituais, que envolvem fatos e princípios; conteúdos rocedimentais e conteúdos atitudinais, que envolvem a abordagem de valores, normas e atitudes.
  • 9. AVALIAÇÃO A concepção de avaliação dos Parâmetros Curriculares Nacionais vai além da visão tradicional, que focaliza o controle externo do aluno mediante notas ou conceitos, para ser compreendida como parte integrante e intrínseca ao processo educacional.
  • 10. ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS A conquista dos objetivos propostos para o ensino fundamental depende de uma prática educativa que tenha como eixo a formação de um cidadão autônomo e participativo. Nessa medida, os Parâmetros Curriculares Nacionais incluem orientações didáticas, que são subsídios à reflexão sobre como ensinar. Na visão aqui assumida, os alunos constroem significados a partir de múltiplas e complexas interações. Cada aluno é sujeito de seu processo de aprendizagem, enquanto o professor é o mediador na interação dos alunos com os objetos de conhecimento; o processo de aprendizagem compreende também a interação dos alunos entre si, essencial à socialização. Assim sendo, as orientações didáticas enfocam fundamentalmente a intervenção do professor na criação de situações de aprendizagem coerentes com essa concepção
  • 11. Autonomia Nos Parâmetros Curriculares Nacionais a autonomia é tomada ao mesmo tempo como capacidade a ser desenvolvida pelos alunos e como princípio didático geral, orientador das práticas pedagógicas.
  • 12. Diversidade As adaptações curriculares previstas nos níveis de concretização apontam a necessidade de adequar objetivos, conteúdos e critérios de avaliação, de forma a atender a diversidade existente no País.
  • 13. Interação e cooperação Um dos objetivos da educação escolar é que os alunos aprendam a assumir a palavra enunciada e a conviver em grupo de maneira produtiva e cooperativa. Dessa forma, são fundamentais as situações em que possam aprender a dialogar, a ouvir o outro e ajudá-lo, a pedir ajuda, aproveitar críticas, explicar um ponto de vista, coordenar ações para obter sucesso em uma tarefa conjunta, etc. É essencial aprender procedimentos dessa natureza e valorizá- los como forma de convívio escolar e social. Trabalhar em grupo de maneira cooperativa é sempre uma tarefa difícil, mesmo para adultos convencidos de sua necessidade.
  • 14. Disponibilidade para a aprendizagem Para que uma aprendizagem significativa possa acontecer, é necessária a disponibilidade para o envolvimento do aluno na aprendizagem, o empenho em estabelecer relações entre o que já sabe e o que está aprendendo, em usar os instrumentos adequados que conhece e dispõe para alcançar a maior compreensão possível. Essa aprendizagem exige uma ousadia para se colocar problemas, buscar soluções e experimentar novos caminhos, de maneira totalmente diferente da aprendizagem mecânica, na qual o aluno limita seu esforço apenas em memorizar ou estabelecer relações diretas e superficiais.
  • 15. Organização do tempo A consideração do tempo como variável que interfere na construção da autonomia permite ao professor criar situações em que o aluno possa progressivamente controlar a realização de suas atividades. Por meio de erros e acertos, o aluno toma consciência de suas possibilidades e constrói mecanismos de auto-regulação que possibilitam decidir como alocar seu tempo.
  • 16. Organização do espaço Uma sala de aula com carteiras fixas dificulta o trabalho em grupo, o diálogo e a cooperação; armários trancados não ajudam a desenvolver a autonomia do aluno, como também não favorecem o aprendizado da preservação do bem coletivo. A organização do espaço reflete a concepção metodológica adotada pelo professor e pela escola.
  • 17. Seleção de material Todo material é fonte de informação, mas nenhum deve ser utilizado com exclusividade. É importante haver diversidade de materiais para que os conteúdos possam ser tratados da maneira mais ampla possível. PCN