SlideShare uma empresa Scribd logo
Ensino Médio
Bolsistas: Ináia, Giliane, Eunice
Coordenadora: Vera Schwarz, Naiara Dal Molin
Este trabalho tem a finalidade de mostrar as
reformas realizada nos PCNs, que foram desenvolvida
para suprir as transformações que se fizeram
necessária para o Ensino Médio, através do Ministério
da Educação que buscou priorizar como forma
fundamental todas as ações na área da educação.
O Brasil juntamente com os países da América
Latina tem por objetivo promover a reforma na área da
educação, assim poder corrigir as desvantagens com
relação aos índices de escolaridade e também do
conhecimento, que já são consolidados nos países
desenvolvidos.
 Nas décadas de 60 e 70 o desenvolvimento industrial na América Latina, sua
política priorizou o Ensino Médio, como uma forma de preparar o jovem para
dominar e utilizar as maquinas ou a sua produção. Esta tendência levou o
Brasil na década de 70, a realizar uma profissionalização compulsória, uma
estratégia para diminuir a demanda sobre o ensino superior.
 "O real significado do termo "Ensino Superior" vai muito além do de ensino de
terceiro grau, como ficou popularizado principalmente após as reformas das
décadas de 60 e 70. O saber superior deve ser adquirido mediante o uso de
codificações, sistemas, modelos e símbolos da semântica científica e, por isso,
foge à praticidade do dia-a-dia e se reserva aos que disponham de condições
especiais para abordá-lo. Por isso, como muitos querem, não pode ser
democraticamente acessível a todos. É um ensino, por natureza, elitista, para
uma minoria capacitada intelectual e culturalmente e não no sentido trivial de
pessoas socioeconomicamente bem postas na comunidade. “(Estrutura e Funcionamento
do Ensino Superior Brasileiro - Paulo Nathanael P. Souza) " http://universidades.universia.com.br/
 Em 1810 o Príncipe regente cria a Academia Real Militar da Corte, mais
tarde se transformaria na Escola Politécnica, dessa forma fica claro que
o Brasil desde a sua formação sempre priorizou o ensino técnico. Em
1912 é criada a Universidade do Paraná a primeira no país, permaneceu
somente por três anos. Em 1920 é criada a primeira universidade, hoje
conhecida como Universidade Federal do Rio de janeiro.
 Essa realidade de acesso a educação era bem diferente nos países
Europeus, que já incentivava seus jovens a chegar ao ensino superior
para poder assim, concorrer de forma justa ao mercado de trabalho.
 A década de 90 trouxe vários mudanças e desafios na área da
informação e das novas tecnologias, essas inovações tecnológicas
aumentaram a produtividade e também maiores oportunidades de
empregos, tanto no setor industrial como nos demais setores da
economia. O trabalhador brasileiro demorou a se adaptar a essa nova
realidade, exatamente pela falta de incentivo do Governo na área do
ensino superior, que sempre priorizou o técnico que já se encontrava
defasado na sua qualidade técnica de ensino.
 Diante dessa realidade, o Governo passou a incentivar a permanência
dos jovens dentro das escolas, para isso foi necessário uma mudança no
currículo incentivando a capacidade de aprender, criar, formular, ao invés
de simplesmente memorizar. Essa nova forma de ensino foi
desenvolvida visando ampliar os debates, no nível acadêmico no âmbito
de cada Estado, envolvendo os professores e técnicos, realizando uma
analise critica do material. Os documentos foram submetidos a
apreciação dos Secretários de Estado em reunião do CONSED, e outras
organizadas pela Secretaria de Educação media e Tecnológica com esse
objetivo especifico.
 O projeto também foi discutido com a população, organizada pela Folha
de S. Paulo no inicio de 1997, participaram, os sindicatos, professores e
a associação dos estudantes secundaristas das escolas particulares e
outros segmentos da sociedade civil. O documento produzido foi
apresentado aos Secretários de Educação das Unidades Federadas e
encaminhado ao Conselho Nacional de Educação em 7 de julho de 1997.
Ensino Médio é Educação Básica
 A nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/96)
vem conferir uma nova identidade ao Ensino Médio, determinando que
Ensino Médio é Educação Básica (…). A LDB confere caráter de norma
legal à condição do Ensino Médio como parte da Educação Básica,
quando, por meio do Art. 21, estabelece: "Art. 21. A educação escolar
compõe-se de: I – Educação básica, formada pela educação infantil,
ensino fundamental e ensino médio; II – Educação superior."
 A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional explicita que o Ensino Médio
é a "etapa final da educação básica" (Art.36), o que concorre para a construção
de sua identidade. O Ensino Médio passa a ter a característica da
terminalidade, o que significa assegurar a todos os cidadãos a oportunidade de
consolidar e aprofundar os conhecimentos adquiridos no Ensino Fundamental;
aprimorar o educando como pessoa humana; possibilitar o prosseguimento de
estudos; garantir a preparação básica para o trabalho e a cidadania; dotar o
educando dos instrumentos que o permitam "continuar aprendendo", tendo em
vista o desenvolvimento da compreensão dos "fundamentos científicos e
tecnológicos dos processos produtivos" (Art.35, incisos I a IV). Na perspectiva
da nova Lei, o Ensino Médio, como parte da educação escolar, “deverá
vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social” (Art.1º § 2º da Lei nº
9.394/96).
 A nova sociedade, decorrente da revolução tecnológica e seus
desdobramentos na produção e na área da informação, apresenta
características possíveis de assegurar à educação uma autonomia ainda
não alcançada. Isto ocorre na medida em que o desenvolvimento das
competências cognitivas e culturais exigidas para o pleno desenvolvimento
humano passa a coincidir com o que se espera na esfera da produção (…).
Um outro dado a considerar diz respeito à necessidade do desenvolvimento
das competências básicas tanto para o exercício da cidadania quanto para o
desempenho de atividades profissionais.
 De que competências se está falando?
Da capacidade de abstração, do desenvolvimento do pensamento
sistêmico, ao contrário da compreensão parcial e fragmentada dos
fenômenos, da criatividade, da curiosidade, da capacidade de pensar
múltiplas alternativas para a solução de um problema, ou seja, do
desenvolvimento do pensamento divergente, da capacidade de trabalhar
em equipe, da disposição para procurar e aceitar críticas, da disposição
para o risco, do desenvolvimento do pensamento crítico, do saber
comunicar-se, da capacidade de buscar conhecimento. Estas são
competências que devem estar presentes na esfera social, cultural, nas
atividades políticas e sociais como um todo, e que são condições para o
exercício da cidadania num contexto democrático (…).
 O currículo tem como objetivo capacitar o ser humano para a vida em
sociedade, nas atividades produtivas e na experiência subjetiva.
 Nessa perspectiva incorporam-se como diretrizes gerias e orientadoras
da proposta curricular quatro premissas:
 Aprender a conhecer : Uma forma ampla da educação onde são
estimulados os conhecimentos e o intelectual, também onde será a base
para todo o aprendizado.
 Aprender a fazer : Onde será desenvolvida as habilidades no surgimento
de novas aptidões que serão essenciais para a vida.
 Aprender a conhecer : Uma forma ampla da educação onde são
estimulados os conhecimentos e o intelectual, também onde será a base
para todo o aprendizado.
 Aprender a fazer : Onde será desenvolvida as habilidades no surgimento
de novas aptidões que serão essenciais para a vida.
 A Base Nacional Comum destina-se á formação geral do educando e
deve assegurar que as finalidades propostas nas leis.
 Para o ensino médio a LDB propõem o desenvolvimento do currículo
forma orgânica, extinguindo a organização por disciplinas formando uma
articulação entre elas .
 O processo de interdisciplinaridade tem que estar presente no ensino
médio para que ao final o aluno demonstre o domínio dos princípios
científicos e tecnológicos, o conhecimento das formas contemporâneas
de linguagem, domínio dos conhecimentos de filosofia e da sociologia .
 A flexibilidade deverá ser assegurada, tanto na organização dos
conteúdos, quanto na metodologia a ser desenvolvida no processo de
ensino e na avaliação.
 Essa nova forma de concepção curricular não elimina o ensino d
conteúdos específicos, mas sim tenta uni-los .
 Esta forma vai fazer uma nova divisão do conhecimento escolar em três
áreas: Linguagens, códigos e suas tecnologias, Ciências da natureza,
Matemática e suas tecnologias e Ciências Humanas e suas tecnologias.
 Tudo isto foi elaborado para facilitar a comunicação entre as áreas de
forma interdisciplinar.
 Possuímos um sistema escolar, mas não educacional.
Pois para um sistema educacional é necessário articular diversas instituições e
práticas sociais.
 Trabalhar a educação para diminuir o quadro de desigualdades sociais,
formando modelos que sejam capazes de enfrentar as dificuldades,
tornando a cultura como eixo central dos processos educacionais.
 Trazer a realidade para dentro das escolas de maneira que os estudantes
de identifiquem com o que está sendo trabalhado.
 Fazer planos de motivação e valorização dos educadores, para que com
isto seja produzido novas formas de ensino.
 A escola brasileira sofreu o influxo do processo de
transposição da cultura europeia. Sendo assim nosso sistema
de ensino buscou reforçar os privilégios de classe.
 Este modelo escolar só visa formar trabalhadores comuns, e
não cidadãos para desempenhar a função de intelectuais.
 O que realmente nos faz refletir é conseguiremos criar no
Brasil escolas que tenham como objetivo não somente
alfabetizar o povo brasileiro ?
 “(Estrutura e Funcionamento do Ensino Superior Brasileiro - Paulo Nathanael P. Souza) "
http://universidades.universia.com.br/
 PCN 2000
 Yago Euzébio Bueno de Paiva Junho ( Sociólogo e mestre em teoria da Literatura pela Universidade Federal
de Juiz de Fora)
 Vida e Saúde. Tradução Anísio Teixeira. São Paulo: Companhia Editora Nacional,1959.
Slides Parâmetros curriculares nacionais (Grupo: Ináia, Giliane, Eunice)
Slides Parâmetros curriculares nacionais (Grupo: Ináia, Giliane, Eunice)
Slides Parâmetros curriculares nacionais (Grupo: Ináia, Giliane, Eunice)
Slides Parâmetros curriculares nacionais (Grupo: Ináia, Giliane, Eunice)
Slides Parâmetros curriculares nacionais (Grupo: Ináia, Giliane, Eunice)

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

PCN EM AÇÃO
PCN EM AÇÃOPCN EM AÇÃO
PCN EM AÇÃO
guest41eeea
 
ESQUEMA DOS PCNs PARTE 1
ESQUEMA DOS PCNs PARTE 1ESQUEMA DOS PCNs PARTE 1
ESQUEMA DOS PCNs PARTE 1
Thiagogui
 
Pc ns pibid
Pc ns   pibidPc ns   pibid
Pc ns pibid
pibidsociais
 
Pcn 10.1 Temas Transversais
Pcn   10.1   Temas TransversaisPcn   10.1   Temas Transversais
Pcn 10.1 Temas Transversais
literatoliberato
 
PCNs - Grupo: Keli, Priscila, Franciele e rRafael
PCNs - Grupo: Keli, Priscila, Franciele e rRafaelPCNs - Grupo: Keli, Priscila, Franciele e rRafael
PCNs - Grupo: Keli, Priscila, Franciele e rRafael
Rossana Barcellos
 
Parâmetros curriculares nacionais grupo
Parâmetros curriculares nacionais grupoParâmetros curriculares nacionais grupo
Parâmetros curriculares nacionais grupo
Mayannarosa
 
Sladi EducaçãO
Sladi   EducaçãOSladi   EducaçãO
Sladi EducaçãO
guestd2e6b04
 
Legislação atual e as implicaões na prática pedagógica.
Legislação atual e as implicaões na prática pedagógica.Legislação atual e as implicaões na prática pedagógica.
Legislação atual e as implicaões na prática pedagógica.
Antonio Futuro
 
Pcn Roteiro De Aula
Pcn Roteiro De AulaPcn Roteiro De Aula
Pcn Roteiro De Aula
Andrea Cortelazzi
 
Pcn 02 LíNgua Portuguesa
Pcn   02   LíNgua PortuguesaPcn   02   LíNgua Portuguesa
Pcn 02 LíNgua Portuguesa
literatoliberato
 
Resumo PCNs
Resumo PCNsResumo PCNs
Resumo PCNs
Luiz C. Melo
 
PCN'S
PCN'SPCN'S
PCN'S
ufmt
 
Eixo Recuperação slides PCNs
Eixo Recuperação slides PCNsEixo Recuperação slides PCNs
Eixo Recuperação slides PCNs
PriscilaLannes
 
Pcn educação física
Pcn educação físicaPcn educação física
Pcn educação física
Viviane Ribeiro Paes
 
Ensino medio (2)
Ensino medio (2)Ensino medio (2)
Ensino medio (2)
Paulo Vitorino
 
Pcn Matematica
Pcn MatematicaPcn Matematica
Pcn Matematica
23568921
 
Fesurv - Educação Básica LDB
Fesurv - Educação Básica LDBFesurv - Educação Básica LDB
Fesurv - Educação Básica LDB
valdivina
 
Pcns.
Pcns.Pcns.
Introdução aos parâmetros curriculares nacionais
Introdução aos parâmetros curriculares nacionaisIntrodução aos parâmetros curriculares nacionais
Introdução aos parâmetros curriculares nacionais
FAETEC - ETESC
 

Mais procurados (19)

PCN EM AÇÃO
PCN EM AÇÃOPCN EM AÇÃO
PCN EM AÇÃO
 
ESQUEMA DOS PCNs PARTE 1
ESQUEMA DOS PCNs PARTE 1ESQUEMA DOS PCNs PARTE 1
ESQUEMA DOS PCNs PARTE 1
 
Pc ns pibid
Pc ns   pibidPc ns   pibid
Pc ns pibid
 
Pcn 10.1 Temas Transversais
Pcn   10.1   Temas TransversaisPcn   10.1   Temas Transversais
Pcn 10.1 Temas Transversais
 
PCNs - Grupo: Keli, Priscila, Franciele e rRafael
PCNs - Grupo: Keli, Priscila, Franciele e rRafaelPCNs - Grupo: Keli, Priscila, Franciele e rRafael
PCNs - Grupo: Keli, Priscila, Franciele e rRafael
 
Parâmetros curriculares nacionais grupo
Parâmetros curriculares nacionais grupoParâmetros curriculares nacionais grupo
Parâmetros curriculares nacionais grupo
 
Sladi EducaçãO
Sladi   EducaçãOSladi   EducaçãO
Sladi EducaçãO
 
Legislação atual e as implicaões na prática pedagógica.
Legislação atual e as implicaões na prática pedagógica.Legislação atual e as implicaões na prática pedagógica.
Legislação atual e as implicaões na prática pedagógica.
 
Pcn Roteiro De Aula
Pcn Roteiro De AulaPcn Roteiro De Aula
Pcn Roteiro De Aula
 
Pcn 02 LíNgua Portuguesa
Pcn   02   LíNgua PortuguesaPcn   02   LíNgua Portuguesa
Pcn 02 LíNgua Portuguesa
 
Resumo PCNs
Resumo PCNsResumo PCNs
Resumo PCNs
 
PCN'S
PCN'SPCN'S
PCN'S
 
Eixo Recuperação slides PCNs
Eixo Recuperação slides PCNsEixo Recuperação slides PCNs
Eixo Recuperação slides PCNs
 
Pcn educação física
Pcn educação físicaPcn educação física
Pcn educação física
 
Ensino medio (2)
Ensino medio (2)Ensino medio (2)
Ensino medio (2)
 
Pcn Matematica
Pcn MatematicaPcn Matematica
Pcn Matematica
 
Fesurv - Educação Básica LDB
Fesurv - Educação Básica LDBFesurv - Educação Básica LDB
Fesurv - Educação Básica LDB
 
Pcns.
Pcns.Pcns.
Pcns.
 
Introdução aos parâmetros curriculares nacionais
Introdução aos parâmetros curriculares nacionaisIntrodução aos parâmetros curriculares nacionais
Introdução aos parâmetros curriculares nacionais
 

Semelhante a Slides Parâmetros curriculares nacionais (Grupo: Ináia, Giliane, Eunice)

Aula 4: Fundamentos legais e princípios da educação brasileira
Aula 4: Fundamentos legais e princípios da educação brasileiraAula 4: Fundamentos legais e princípios da educação brasileira
Aula 4: Fundamentos legais e princípios da educação brasileira
Israel serique
 
Seminario generostextuais
Seminario generostextuaisSeminario generostextuais
Seminario generostextuais
suely xavier
 
Parâmetros Curriculares Nacionais - Grupo 2
Parâmetros Curriculares Nacionais - Grupo 2Parâmetros Curriculares Nacionais - Grupo 2
Parâmetros Curriculares Nacionais - Grupo 2
pibidsociais
 
Decálogo do bom professor
Decálogo do bom professorDecálogo do bom professor
Decálogo do bom professor
recantopedagogia
 
Andrémario pozzebon
Andrémario pozzebon Andrémario pozzebon
Andrémario pozzebon
equipetics
 
Dilemas_e_desafios_para_consolidao_da_educao_bsica_Slides.pptx
Dilemas_e_desafios_para_consolidao_da_educao_bsica_Slides.pptxDilemas_e_desafios_para_consolidao_da_educao_bsica_Slides.pptx
Dilemas_e_desafios_para_consolidao_da_educao_bsica_Slides.pptx
EversonLima23
 
A Educação no mundo pós-moderno - Artigo - Jornal GO
A Educação no mundo pós-moderno - Artigo - Jornal GOA Educação no mundo pós-moderno - Artigo - Jornal GO
A Educação no mundo pós-moderno - Artigo - Jornal GO
Darlan Campos
 
Artigo educação fiscal laudicéia ensino fundamental e médio
Artigo educação fiscal laudicéia ensino fundamental e médioArtigo educação fiscal laudicéia ensino fundamental e médio
Artigo educação fiscal laudicéia ensino fundamental e médio
Estephany Lopes
 
Caderno pedagógico informática
Caderno pedagógico informáticaCaderno pedagógico informática
Caderno pedagógico informática
PMSJ
 
Programa Nacional de Formação do Ensino Médio - PNEM caderno I 2ª etapa
Programa Nacional de Formação do Ensino Médio - PNEM caderno I 2ª etapaPrograma Nacional de Formação do Ensino Médio - PNEM caderno I 2ª etapa
Programa Nacional de Formação do Ensino Médio - PNEM caderno I 2ª etapa
Leonara Margotto Tartaglia
 
Contrarreforma do ensino médio andes
Contrarreforma do ensino médio andesContrarreforma do ensino médio andes
Contrarreforma do ensino médio andes
Mara Schneider
 
A dualidade estrutural na formação do ensino medio
A dualidade estrutural na formação do ensino medioA dualidade estrutural na formação do ensino medio
A dualidade estrutural na formação do ensino medio
Patricia Kelly
 
Educomunicação - Contribuições para a Reforma do Ensino Médio - Capítulo 07
Educomunicação - Contribuições para a Reforma do Ensino Médio - Capítulo 07Educomunicação - Contribuições para a Reforma do Ensino Médio - Capítulo 07
Educomunicação - Contribuições para a Reforma do Ensino Médio - Capítulo 07
msilvax2
 
A reforma do ensino
A reforma do ensinoA reforma do ensino
A reforma do ensino
Renata Peruce
 
Slide unidade i
Slide unidade iSlide unidade i
4. Políticas educacionais e gestão escolar - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
4. Políticas educacionais e gestão escolar - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima4. Políticas educacionais e gestão escolar - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
4. Políticas educacionais e gestão escolar - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
Paulo Lima
 
Emi 18 03
Emi 18 03Emi 18 03
Lei 11892 08_if_comentadafinal
Lei 11892 08_if_comentadafinalLei 11892 08_if_comentadafinal
Lei 11892 08_if_comentadafinal
Professora Flavia
 
Parâmetros curriculares nacionais (2)
Parâmetros curriculares nacionais (2)Parâmetros curriculares nacionais (2)
Parâmetros curriculares nacionais (2)
pibidsociais
 
Ensino Médio
Ensino MédioEnsino Médio
Ensino Médio
Tadeu Vasconcelos
 

Semelhante a Slides Parâmetros curriculares nacionais (Grupo: Ináia, Giliane, Eunice) (20)

Aula 4: Fundamentos legais e princípios da educação brasileira
Aula 4: Fundamentos legais e princípios da educação brasileiraAula 4: Fundamentos legais e princípios da educação brasileira
Aula 4: Fundamentos legais e princípios da educação brasileira
 
Seminario generostextuais
Seminario generostextuaisSeminario generostextuais
Seminario generostextuais
 
Parâmetros Curriculares Nacionais - Grupo 2
Parâmetros Curriculares Nacionais - Grupo 2Parâmetros Curriculares Nacionais - Grupo 2
Parâmetros Curriculares Nacionais - Grupo 2
 
Decálogo do bom professor
Decálogo do bom professorDecálogo do bom professor
Decálogo do bom professor
 
Andrémario pozzebon
Andrémario pozzebon Andrémario pozzebon
Andrémario pozzebon
 
Dilemas_e_desafios_para_consolidao_da_educao_bsica_Slides.pptx
Dilemas_e_desafios_para_consolidao_da_educao_bsica_Slides.pptxDilemas_e_desafios_para_consolidao_da_educao_bsica_Slides.pptx
Dilemas_e_desafios_para_consolidao_da_educao_bsica_Slides.pptx
 
A Educação no mundo pós-moderno - Artigo - Jornal GO
A Educação no mundo pós-moderno - Artigo - Jornal GOA Educação no mundo pós-moderno - Artigo - Jornal GO
A Educação no mundo pós-moderno - Artigo - Jornal GO
 
Artigo educação fiscal laudicéia ensino fundamental e médio
Artigo educação fiscal laudicéia ensino fundamental e médioArtigo educação fiscal laudicéia ensino fundamental e médio
Artigo educação fiscal laudicéia ensino fundamental e médio
 
Caderno pedagógico informática
Caderno pedagógico informáticaCaderno pedagógico informática
Caderno pedagógico informática
 
Programa Nacional de Formação do Ensino Médio - PNEM caderno I 2ª etapa
Programa Nacional de Formação do Ensino Médio - PNEM caderno I 2ª etapaPrograma Nacional de Formação do Ensino Médio - PNEM caderno I 2ª etapa
Programa Nacional de Formação do Ensino Médio - PNEM caderno I 2ª etapa
 
Contrarreforma do ensino médio andes
Contrarreforma do ensino médio andesContrarreforma do ensino médio andes
Contrarreforma do ensino médio andes
 
A dualidade estrutural na formação do ensino medio
A dualidade estrutural na formação do ensino medioA dualidade estrutural na formação do ensino medio
A dualidade estrutural na formação do ensino medio
 
Educomunicação - Contribuições para a Reforma do Ensino Médio - Capítulo 07
Educomunicação - Contribuições para a Reforma do Ensino Médio - Capítulo 07Educomunicação - Contribuições para a Reforma do Ensino Médio - Capítulo 07
Educomunicação - Contribuições para a Reforma do Ensino Médio - Capítulo 07
 
A reforma do ensino
A reforma do ensinoA reforma do ensino
A reforma do ensino
 
Slide unidade i
Slide unidade iSlide unidade i
Slide unidade i
 
4. Políticas educacionais e gestão escolar - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
4. Políticas educacionais e gestão escolar - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima4. Políticas educacionais e gestão escolar - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
4. Políticas educacionais e gestão escolar - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
 
Emi 18 03
Emi 18 03Emi 18 03
Emi 18 03
 
Lei 11892 08_if_comentadafinal
Lei 11892 08_if_comentadafinalLei 11892 08_if_comentadafinal
Lei 11892 08_if_comentadafinal
 
Parâmetros curriculares nacionais (2)
Parâmetros curriculares nacionais (2)Parâmetros curriculares nacionais (2)
Parâmetros curriculares nacionais (2)
 
Ensino Médio
Ensino MédioEnsino Médio
Ensino Médio
 

Mais de pibidsociais

Bncc etapa ensino médio
Bncc etapa ensino médioBncc etapa ensino médio
Bncc etapa ensino médio
pibidsociais
 
Bncc1
Bncc1Bncc1
Oficina Opressões Bullying e privilégios
Oficina Opressões Bullying e privilégiosOficina Opressões Bullying e privilégios
Oficina Opressões Bullying e privilégios
pibidsociais
 
Listagem trabalhos lages ciências sociais
Listagem trabalhos lages ciências sociaisListagem trabalhos lages ciências sociais
Listagem trabalhos lages ciências sociais
pibidsociais
 
TRABALHOS CEG 2015 HUMANAS
TRABALHOS CEG 2015 HUMANASTRABALHOS CEG 2015 HUMANAS
TRABALHOS CEG 2015 HUMANAS
pibidsociais
 
Oficina evento pibid 2016
Oficina evento pibid 2016Oficina evento pibid 2016
Oficina evento pibid 2016
pibidsociais
 
Oficina "Tá aqui, mas é isso mesmo?"
Oficina "Tá aqui, mas é isso mesmo?" Oficina "Tá aqui, mas é isso mesmo?"
Oficina "Tá aqui, mas é isso mesmo?"
pibidsociais
 
Proposta viagem pibid 2016
Proposta viagem pibid 2016Proposta viagem pibid 2016
Proposta viagem pibid 2016
pibidsociais
 
1347 3845-1-pb
1347 3845-1-pb1347 3845-1-pb
1347 3845-1-pb
pibidsociais
 
Ficchamento pibid
Ficchamento pibidFicchamento pibid
Ficchamento pibid
pibidsociais
 
Pibid 07.06
Pibid 07.06Pibid 07.06
Pibid 07.06
pibidsociais
 
Movimentos sociais questões de gênero e educação na experiência do mst - dj...
Movimentos sociais   questões de gênero e educação na experiência do mst - dj...Movimentos sociais   questões de gênero e educação na experiência do mst - dj...
Movimentos sociais questões de gênero e educação na experiência do mst - dj...
pibidsociais
 
Universidade federal de pelotas fichamnetos
Universidade federal de pelotas fichamnetosUniversidade federal de pelotas fichamnetos
Universidade federal de pelotas fichamnetos
pibidsociais
 
Resumocampo
ResumocampoResumocampo
Resumocampo
pibidsociais
 
Fichamento sobre educação no campo pibid
Fichamento sobre educação no campo   pibidFichamento sobre educação no campo   pibid
Fichamento sobre educação no campo pibid
pibidsociais
 
Fichamento pedro
Fichamento pedroFichamento pedro
Fichamento pedro
pibidsociais
 
Fichamento educação no campo 2
Fichamento educação no campo 2Fichamento educação no campo 2
Fichamento educação no campo 2
pibidsociais
 
Fichamento educação no campo pibid - quezia
Fichamento educação no campo   pibid - queziaFichamento educação no campo   pibid - quezia
Fichamento educação no campo pibid - quezia
pibidsociais
 
Ficchamento pibid
Ficchamento pibidFicchamento pibid
Ficchamento pibid
pibidsociais
 
Escola do campo pibid
Escola do campo pibidEscola do campo pibid
Escola do campo pibid
pibidsociais
 

Mais de pibidsociais (20)

Bncc etapa ensino médio
Bncc etapa ensino médioBncc etapa ensino médio
Bncc etapa ensino médio
 
Bncc1
Bncc1Bncc1
Bncc1
 
Oficina Opressões Bullying e privilégios
Oficina Opressões Bullying e privilégiosOficina Opressões Bullying e privilégios
Oficina Opressões Bullying e privilégios
 
Listagem trabalhos lages ciências sociais
Listagem trabalhos lages ciências sociaisListagem trabalhos lages ciências sociais
Listagem trabalhos lages ciências sociais
 
TRABALHOS CEG 2015 HUMANAS
TRABALHOS CEG 2015 HUMANASTRABALHOS CEG 2015 HUMANAS
TRABALHOS CEG 2015 HUMANAS
 
Oficina evento pibid 2016
Oficina evento pibid 2016Oficina evento pibid 2016
Oficina evento pibid 2016
 
Oficina "Tá aqui, mas é isso mesmo?"
Oficina "Tá aqui, mas é isso mesmo?" Oficina "Tá aqui, mas é isso mesmo?"
Oficina "Tá aqui, mas é isso mesmo?"
 
Proposta viagem pibid 2016
Proposta viagem pibid 2016Proposta viagem pibid 2016
Proposta viagem pibid 2016
 
1347 3845-1-pb
1347 3845-1-pb1347 3845-1-pb
1347 3845-1-pb
 
Ficchamento pibid
Ficchamento pibidFicchamento pibid
Ficchamento pibid
 
Pibid 07.06
Pibid 07.06Pibid 07.06
Pibid 07.06
 
Movimentos sociais questões de gênero e educação na experiência do mst - dj...
Movimentos sociais   questões de gênero e educação na experiência do mst - dj...Movimentos sociais   questões de gênero e educação na experiência do mst - dj...
Movimentos sociais questões de gênero e educação na experiência do mst - dj...
 
Universidade federal de pelotas fichamnetos
Universidade federal de pelotas fichamnetosUniversidade federal de pelotas fichamnetos
Universidade federal de pelotas fichamnetos
 
Resumocampo
ResumocampoResumocampo
Resumocampo
 
Fichamento sobre educação no campo pibid
Fichamento sobre educação no campo   pibidFichamento sobre educação no campo   pibid
Fichamento sobre educação no campo pibid
 
Fichamento pedro
Fichamento pedroFichamento pedro
Fichamento pedro
 
Fichamento educação no campo 2
Fichamento educação no campo 2Fichamento educação no campo 2
Fichamento educação no campo 2
 
Fichamento educação no campo pibid - quezia
Fichamento educação no campo   pibid - queziaFichamento educação no campo   pibid - quezia
Fichamento educação no campo pibid - quezia
 
Ficchamento pibid
Ficchamento pibidFicchamento pibid
Ficchamento pibid
 
Escola do campo pibid
Escola do campo pibidEscola do campo pibid
Escola do campo pibid
 

Último

Sinais de pontuação
Sinais de pontuaçãoSinais de pontuação
Sinais de pontuação
Mary Alvarenga
 
QUIZ - HISTÓRIA 9º ANO - PRIMEIRA REPÚBLICA_ERA VARGAS.pptx
QUIZ - HISTÓRIA  9º ANO - PRIMEIRA REPÚBLICA_ERA VARGAS.pptxQUIZ - HISTÓRIA  9º ANO - PRIMEIRA REPÚBLICA_ERA VARGAS.pptx
QUIZ - HISTÓRIA 9º ANO - PRIMEIRA REPÚBLICA_ERA VARGAS.pptx
AntonioVieira539017
 
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdflivro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
cmeioctaciliabetesch
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
MessiasMarianoG
 
apresentação sobre Clarice Lispector .pptx
apresentação sobre Clarice Lispector .pptxapresentação sobre Clarice Lispector .pptx
apresentação sobre Clarice Lispector .pptx
JuliaMachado73
 
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de CarvalhoO sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
analuisasesso
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
AmiltonAparecido1
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
livrosjovert
 
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdfPowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
1000a
 
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmenteeducação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
DeuzinhaAzevedo
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
DECIOMAURINARAMOS
 
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdfEspecialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
DanielCastro80471
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
joseanesouza36
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Professor Belinaso
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
TomasSousa7
 
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
AdrianoMontagna1
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
ValdineyRodriguesBez1
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
AurelianoFerreirades2
 

Último (20)

Sinais de pontuação
Sinais de pontuaçãoSinais de pontuação
Sinais de pontuação
 
QUIZ - HISTÓRIA 9º ANO - PRIMEIRA REPÚBLICA_ERA VARGAS.pptx
QUIZ - HISTÓRIA  9º ANO - PRIMEIRA REPÚBLICA_ERA VARGAS.pptxQUIZ - HISTÓRIA  9º ANO - PRIMEIRA REPÚBLICA_ERA VARGAS.pptx
QUIZ - HISTÓRIA 9º ANO - PRIMEIRA REPÚBLICA_ERA VARGAS.pptx
 
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdflivro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
 
apresentação sobre Clarice Lispector .pptx
apresentação sobre Clarice Lispector .pptxapresentação sobre Clarice Lispector .pptx
apresentação sobre Clarice Lispector .pptx
 
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de CarvalhoO sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
 
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdfPowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
 
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmenteeducação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
 
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdfEspecialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
 
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
 

Slides Parâmetros curriculares nacionais (Grupo: Ináia, Giliane, Eunice)

  • 1. Ensino Médio Bolsistas: Ináia, Giliane, Eunice Coordenadora: Vera Schwarz, Naiara Dal Molin
  • 2. Este trabalho tem a finalidade de mostrar as reformas realizada nos PCNs, que foram desenvolvida para suprir as transformações que se fizeram necessária para o Ensino Médio, através do Ministério da Educação que buscou priorizar como forma fundamental todas as ações na área da educação. O Brasil juntamente com os países da América Latina tem por objetivo promover a reforma na área da educação, assim poder corrigir as desvantagens com relação aos índices de escolaridade e também do conhecimento, que já são consolidados nos países desenvolvidos.
  • 3.  Nas décadas de 60 e 70 o desenvolvimento industrial na América Latina, sua política priorizou o Ensino Médio, como uma forma de preparar o jovem para dominar e utilizar as maquinas ou a sua produção. Esta tendência levou o Brasil na década de 70, a realizar uma profissionalização compulsória, uma estratégia para diminuir a demanda sobre o ensino superior.  "O real significado do termo "Ensino Superior" vai muito além do de ensino de terceiro grau, como ficou popularizado principalmente após as reformas das décadas de 60 e 70. O saber superior deve ser adquirido mediante o uso de codificações, sistemas, modelos e símbolos da semântica científica e, por isso, foge à praticidade do dia-a-dia e se reserva aos que disponham de condições especiais para abordá-lo. Por isso, como muitos querem, não pode ser democraticamente acessível a todos. É um ensino, por natureza, elitista, para uma minoria capacitada intelectual e culturalmente e não no sentido trivial de pessoas socioeconomicamente bem postas na comunidade. “(Estrutura e Funcionamento do Ensino Superior Brasileiro - Paulo Nathanael P. Souza) " http://universidades.universia.com.br/
  • 4.  Em 1810 o Príncipe regente cria a Academia Real Militar da Corte, mais tarde se transformaria na Escola Politécnica, dessa forma fica claro que o Brasil desde a sua formação sempre priorizou o ensino técnico. Em 1912 é criada a Universidade do Paraná a primeira no país, permaneceu somente por três anos. Em 1920 é criada a primeira universidade, hoje conhecida como Universidade Federal do Rio de janeiro.  Essa realidade de acesso a educação era bem diferente nos países Europeus, que já incentivava seus jovens a chegar ao ensino superior para poder assim, concorrer de forma justa ao mercado de trabalho.  A década de 90 trouxe vários mudanças e desafios na área da informação e das novas tecnologias, essas inovações tecnológicas aumentaram a produtividade e também maiores oportunidades de empregos, tanto no setor industrial como nos demais setores da economia. O trabalhador brasileiro demorou a se adaptar a essa nova realidade, exatamente pela falta de incentivo do Governo na área do ensino superior, que sempre priorizou o técnico que já se encontrava defasado na sua qualidade técnica de ensino.
  • 5.  Diante dessa realidade, o Governo passou a incentivar a permanência dos jovens dentro das escolas, para isso foi necessário uma mudança no currículo incentivando a capacidade de aprender, criar, formular, ao invés de simplesmente memorizar. Essa nova forma de ensino foi desenvolvida visando ampliar os debates, no nível acadêmico no âmbito de cada Estado, envolvendo os professores e técnicos, realizando uma analise critica do material. Os documentos foram submetidos a apreciação dos Secretários de Estado em reunião do CONSED, e outras organizadas pela Secretaria de Educação media e Tecnológica com esse objetivo especifico.  O projeto também foi discutido com a população, organizada pela Folha de S. Paulo no inicio de 1997, participaram, os sindicatos, professores e a associação dos estudantes secundaristas das escolas particulares e outros segmentos da sociedade civil. O documento produzido foi apresentado aos Secretários de Educação das Unidades Federadas e encaminhado ao Conselho Nacional de Educação em 7 de julho de 1997.
  • 6. Ensino Médio é Educação Básica  A nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/96) vem conferir uma nova identidade ao Ensino Médio, determinando que Ensino Médio é Educação Básica (…). A LDB confere caráter de norma legal à condição do Ensino Médio como parte da Educação Básica, quando, por meio do Art. 21, estabelece: "Art. 21. A educação escolar compõe-se de: I – Educação básica, formada pela educação infantil, ensino fundamental e ensino médio; II – Educação superior."
  • 7.  A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional explicita que o Ensino Médio é a "etapa final da educação básica" (Art.36), o que concorre para a construção de sua identidade. O Ensino Médio passa a ter a característica da terminalidade, o que significa assegurar a todos os cidadãos a oportunidade de consolidar e aprofundar os conhecimentos adquiridos no Ensino Fundamental; aprimorar o educando como pessoa humana; possibilitar o prosseguimento de estudos; garantir a preparação básica para o trabalho e a cidadania; dotar o educando dos instrumentos que o permitam "continuar aprendendo", tendo em vista o desenvolvimento da compreensão dos "fundamentos científicos e tecnológicos dos processos produtivos" (Art.35, incisos I a IV). Na perspectiva da nova Lei, o Ensino Médio, como parte da educação escolar, “deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social” (Art.1º § 2º da Lei nº 9.394/96).
  • 8.  A nova sociedade, decorrente da revolução tecnológica e seus desdobramentos na produção e na área da informação, apresenta características possíveis de assegurar à educação uma autonomia ainda não alcançada. Isto ocorre na medida em que o desenvolvimento das competências cognitivas e culturais exigidas para o pleno desenvolvimento humano passa a coincidir com o que se espera na esfera da produção (…). Um outro dado a considerar diz respeito à necessidade do desenvolvimento das competências básicas tanto para o exercício da cidadania quanto para o desempenho de atividades profissionais.
  • 9.  De que competências se está falando? Da capacidade de abstração, do desenvolvimento do pensamento sistêmico, ao contrário da compreensão parcial e fragmentada dos fenômenos, da criatividade, da curiosidade, da capacidade de pensar múltiplas alternativas para a solução de um problema, ou seja, do desenvolvimento do pensamento divergente, da capacidade de trabalhar em equipe, da disposição para procurar e aceitar críticas, da disposição para o risco, do desenvolvimento do pensamento crítico, do saber comunicar-se, da capacidade de buscar conhecimento. Estas são competências que devem estar presentes na esfera social, cultural, nas atividades políticas e sociais como um todo, e que são condições para o exercício da cidadania num contexto democrático (…).
  • 10.  O currículo tem como objetivo capacitar o ser humano para a vida em sociedade, nas atividades produtivas e na experiência subjetiva.  Nessa perspectiva incorporam-se como diretrizes gerias e orientadoras da proposta curricular quatro premissas:
  • 11.  Aprender a conhecer : Uma forma ampla da educação onde são estimulados os conhecimentos e o intelectual, também onde será a base para todo o aprendizado.  Aprender a fazer : Onde será desenvolvida as habilidades no surgimento de novas aptidões que serão essenciais para a vida.  Aprender a conhecer : Uma forma ampla da educação onde são estimulados os conhecimentos e o intelectual, também onde será a base para todo o aprendizado.  Aprender a fazer : Onde será desenvolvida as habilidades no surgimento de novas aptidões que serão essenciais para a vida.
  • 12.  A Base Nacional Comum destina-se á formação geral do educando e deve assegurar que as finalidades propostas nas leis.  Para o ensino médio a LDB propõem o desenvolvimento do currículo forma orgânica, extinguindo a organização por disciplinas formando uma articulação entre elas .  O processo de interdisciplinaridade tem que estar presente no ensino médio para que ao final o aluno demonstre o domínio dos princípios científicos e tecnológicos, o conhecimento das formas contemporâneas de linguagem, domínio dos conhecimentos de filosofia e da sociologia .
  • 13.  A flexibilidade deverá ser assegurada, tanto na organização dos conteúdos, quanto na metodologia a ser desenvolvida no processo de ensino e na avaliação.  Essa nova forma de concepção curricular não elimina o ensino d conteúdos específicos, mas sim tenta uni-los .  Esta forma vai fazer uma nova divisão do conhecimento escolar em três áreas: Linguagens, códigos e suas tecnologias, Ciências da natureza, Matemática e suas tecnologias e Ciências Humanas e suas tecnologias.  Tudo isto foi elaborado para facilitar a comunicação entre as áreas de forma interdisciplinar.
  • 14.  Possuímos um sistema escolar, mas não educacional. Pois para um sistema educacional é necessário articular diversas instituições e práticas sociais.  Trabalhar a educação para diminuir o quadro de desigualdades sociais, formando modelos que sejam capazes de enfrentar as dificuldades, tornando a cultura como eixo central dos processos educacionais.  Trazer a realidade para dentro das escolas de maneira que os estudantes de identifiquem com o que está sendo trabalhado.  Fazer planos de motivação e valorização dos educadores, para que com isto seja produzido novas formas de ensino.
  • 15.  A escola brasileira sofreu o influxo do processo de transposição da cultura europeia. Sendo assim nosso sistema de ensino buscou reforçar os privilégios de classe.  Este modelo escolar só visa formar trabalhadores comuns, e não cidadãos para desempenhar a função de intelectuais.  O que realmente nos faz refletir é conseguiremos criar no Brasil escolas que tenham como objetivo não somente alfabetizar o povo brasileiro ?
  • 16.  “(Estrutura e Funcionamento do Ensino Superior Brasileiro - Paulo Nathanael P. Souza) " http://universidades.universia.com.br/  PCN 2000  Yago Euzébio Bueno de Paiva Junho ( Sociólogo e mestre em teoria da Literatura pela Universidade Federal de Juiz de Fora)  Vida e Saúde. Tradução Anísio Teixeira. São Paulo: Companhia Editora Nacional,1959.