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PARÂMETROS
CURRICULARES
NACIONAIS
Parâmetros Curriculares Nacionais
   Conceito
   Funções dos PCN
   Natureza dos PCN
   Conteúdos
   Ciclos
   Currículo
   Organização dos PCN
   Temas Transversais
   Os PCNs no Ensino Médio
   Avaliação
1. Conceitos
   Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) são um
    referencial de qualidade para o ensino fundamental e
    médio do país. São referenciais para que o país se
    organize para respeitar

- Diversidades culturais,   regionais, étnicas, religiosas e
  políticas

   Os PCN não são um modelo curricular impositivo,
    homogêneo, mas uma proposta flexível, concretizadas nas
    decisões regionais e locais sobre currículo.
Breve histórico
   Até dezembro de 1996 o ensino fundamental
    esteve estruturado nos termos previstos pela Lei
    Federal n. 5.692, de 11 de agosto de 1971. Essa
    lei, ao definir as diretrizes e bases da educação
    nacional, estabeleceu como objetivo geral, tanto
    para o ensino fundamental (primeiro grau, com
    oito anos de escolaridade obrigatória) quanto
    para o ensino médio (segundo grau, não-
    obrigatório), proporcionar aos educandos a
    formação necessária ao desenvolvimento de
    suas potencialidades como elemento de auto-
    realização, preparação para o trabalho e para o
    exercício consciente da cidadania.
Breve histórico
   A nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação
    Nacional (Lei Federal n. 9.394), aprovada em 20 de
    dezembro de 1996, consolida e amplia o dever do
    poder público para com a educação em geral e em
    particular para com o ensino fundamental. Assim, vê-
    se no art. 22 dessa lei que a educação básica, da
    qual o ensino fundamental é parte integrante, deve
    assegurar a todos “a formação comum indispensável
    para o exercício da cidadania e fornecer-lhes meios
    para progredir no trabalho e em estudos posteriores”,
    fato que confere ao ensino fundamental, ao mesmo
    tempo, um caráter de terminalidade e de continuidade
   Essa LDB reforça a necessidade de se
    propiciar a todos a formação básica comum, o
    que pressupõe a formulação de um conjunto
    de diretrizes capaz de nortear os currículos e
    seus conteúdos mínimos, incumbência que,
    nos termos do art. 9º, inciso IV, é remetida
    para a União. Para dar conta desse amplo
    objetivo, a LDB consolida a organização
    curricular de modo a conferir uma maior
    flexibilidade no trato dos componentes
    curriculares, reafirmando desse modo o
    princípio    da    base    nacional    comum
    (Parâmetros Curriculares Nacionais), a ser
    complementada por uma parte diversificada
    em cada sistema de ensino e escola na
    prática, repetindo o art. 210 da Constituição
    Federal.
   O ensino proposto pela LDB está em função do
    objetivo maior do ensino fundamental, que é o de
    propiciar a todos formação básica para a cidadania, a
    partir da criação na escola de condições de
    aprendizagem para:
   I - o desenvolvimento da capacidade de aprender,
    tendo como meios básicos o pleno domínio da
    leitura, da escrita e do cálculo;
   II - a compreensão do ambiente natural e social, do
    sistema político, da tecnologia, das artes e dos
    valores em que se fundamenta a sociedade;
   III - o desenvolvimento da capacidade de
    aprendizagem, tendo em vista a aquisição de
    conhecimentos e habilidades e a formação de
    atitudes e valores;
   IV - o fortalecimento dos vínculos de família, dos
    laços de solidariedade humana e de tolerância
    recíproca em que se assenta a vida social” (art. 32).
2. Funções dos PCN
   A função dos PCN é de ser um referencial comum
    para a formação escolar no Brasil, capaz de indicar
    aquilo que deve ser garantido a todos, numa
    realidade com características tão diferenciadas,
    sem      promover      uma     uniformização     que
    descaracterize     e    desvalorize   peculiaridades
    culturais e regionais.

   Assim, os Parâmetros, ao mesmo tempo em que
    contemplam a unidade nacional, garantem – ao
    prever a possibilidade de adaptação – o respeito a
    diversidade brasileira.
Tradição Pedagógica Brasileira
       Concepções e tendências pedagógicas

   A “pedagogia tradicional” é uma proposta de
    educação centrada no professor, cuja função
    se define como a de vigiar e aconselhar os
    alunos, corrigir e ensinar a matéria.

   A “pedagogia renovada” é uma concepção que
    inclui várias correntes que, de uma forma ou de
    outra, estão ligadas ao movimento da Escola
    Nova ou Escola Ativa. Tais correntes, embora
    admitam divergências, assumem um mesmo
    princípio norteador de valorização do indivíduo
    como ser livre, ativo e social.
   Nos anos 70 proliferou o que se chamou de
    “tecnicismo educacional”, inspirado nas teorias
    behavioristas da aprendizagem e da abordagem
    sistêmica do ensino, que definiu uma prática
    pedagógica altamente controlada e dirigida pelo
    professor, com atividades mecânicas inseridas numa
    proposta educacional rígida e passível de ser
    totalmente      programada    em      detalhes.    A
    supervalorização da tecnologia programada de
    ensino trouxe conseqüências: a escola se revestiu
    de uma grande auto-suficiência, reconhecida por ela
    e por toda a comunidade atingida, criando assim a
    falsa idéia de que aprender não é algo natural do ser
    humano, mas que depende exclusivamente de
    especialistas e de técnicas.
   A pedagogia libertadora: a atividade
    escolar pauta-se em discussões de temas
    sociais e políticos e em ações sobre a
    realidade social imediata; analisam-se os
    problemas, seus fatores determinantes e
    organiza-se uma forma de atuação para
    que se possa transformar a realidade
    social e política. O professor é um
    coordenador de atividades que organiza e
    atua conjuntamente com os alunos.
   A “pedagogia crítico-social dos conteúdos”
    assegura a função social e política da escola
    mediante o trabalho com conhecimentos
    sistematizados, a fim de colocar as classes
    populares em condições de uma efetiva
    participação nas lutas sociais. Entende que
    não basta ter como conteúdo escolar as
    questões sociais atuais, mas que é necessário
    que se tenha domínio de conhecimentos,
    habilidades e capacidades mais amplas para
    que os alunos possam interpretar suas
    experiências de vida e defender seus
    interesses de classe
3. Natureza dos PCN
   Para se compreender a natureza aberta,
    flexível dos PCN, faz-se necessário situá-los
    em níveis de concretização curricular.

I – Parâmetros Curriculares Nacionais.
   Estabelecem metas educacionais que devem
   orientar as ações do Ministério da Educação
   relacionadas à aquisição de livros e materiais
   didáticos, avaliação nacional, às políticas de
   formação de docentes.
II-     Propostas curriculares dos estados e
      municípios.
      Os PCN podem ser usados como subsídio para
      as elaborações (ou adaptações) feitas pelas
      Secretarias de Educação.
III- Elaboração curricular de cada instituição de
   ensino.
Os PCN podem ser usados como recurso à
   elaboração do currículo escolar definido pelo
   PPP da escola. Esse processo pressupõe a
   participação da equipe pedagógica, que
   contemplará a realidade social e cultural em que
   a escola está inserida.
IV- Realização da programação das
  atividades em sala de aula.
É o momento em que o professor, segundo
  a proposta pedagógica da escola, planeja
  suas atividades adequadas aos seus
  alunos.

Os diferentes níveis não são etapas
 seqüenciais, mas amplitudes distintas da
 elaboração das propostas curriculares.
4. Conteúdos
   São concebidos não como um fim em si
    mesmo, mas como meio para que os alunos
    desenvolvam as suas capacidades. Os PCN
    defendem a existência de reflexão acerca da
    seleção de conteúdos.
   Os conteúdos são abordados em três
    categorias: conceituais (construção das
    capacidades    intelectuais)  procedimentais
    (expressam o saber fazer) e atitudinais
    (abordagem de valores, normas e atitudes).
5. Ciclos
 Os Parâmetros orientam a organização
  da escolarização em ciclos, pois pretende-
  se superar a excessiva segmentação
  realizada pela seriação, além de buscar
  maior integração entre o conhecimento,
 A adoção de ciclos permite a distribuição
  dos conteúdos de maneira mais adequada
  ao     processo     de     aprendizagem.
  Proporciona uma apresentação menos
  fragmentada do conhecimento.
   Os PCN estão organizados em ciclos de dois
    anos, mais pela limitação conjuntural em que
    estão inseridos do que por justificativas
    pedagógicas.
   Da forma como estão aqui organizados, os
    ciclos não trazem incompatibilidade com a
    atual estrutura do ensino fundamental.
   Assim, o primeiro ciclo se refere às primeira
    e segunda séries; o segundo ciclo, à terceira
    e à quarta séries; e assim subseqüentemente
    para as outras quatro séries.
6. Currículo
   Para os PCN, o currículo expressa os
    princípios e as metas da proposta
    pedagógica da escola. Tais diretrizes são
    flexíveis a fim de contemplar as
    discussões e reelaborações quanto a
    realização do currículo em sala de aula.
7. Organização dos PCN
I- Áreas
A proposta dos PCN está organizada em
   áreas do conhecimento. A área integra uma
   série de conhecimentos de distintas
   disciplinas. As áreas descritas no PCN são:
   Língua Portuguesa, Matemática, Ciencias
   Naturais,    História,   Geografia,  Artes,
   Educação Física e Língua Estrangeira (a
   partir da 5ª série do ensino fundamental de
   8 anos)
8. Temas transversais
   São as problemáticas sociais, isto é, as
    questões do dia-a-dia da sociedade são
    integradas aos Parâmetros como temas
    transversais. Não são novas áreas, más
    “um conjunto de temas que aparecem
    transversalizados nas áreas”.
8.1 Temas transversais (PCNs de 1ª a 4ª séries)

 Pluralidade Cultural
 Ética
 Meio ambiente
 Saúde
 Orientação sexual
8.2 Os PCNs do ensino médio
estão assim organizados
 Parte I – Bases Legais;
 Parte II- Linguagens, códigos e suas
  Tecnologias;
 Parte     III- Ciências  da    natureza,
  matemática e suas tecnologias;
 Parte IV- Ciências humanas e suas
  tecnologias
 Não se exige que os temas sejam tratados
  igualmente. Ao contrário, a diversidade
  existente no país clama adaptações às
  reais necessidades da região ou mesmo
  da escola.
 Os PCN, ainda orientam que sejam
  escolhidos temas locais para integrar os
  temas transversais.
9. avaliação
   A avaliação, parte integrante do processo
    educativo, é vista como um elemento que
    fornece a melhoria da qualidade da
    aprendizagem.
   É contínua e sistemática. Para a escola auxilia
    na definição de prioridades. Para o professor,
    fornece elementos para refletir sobre a sua
    prática pedagógica. Para o estudante é um
    instrumento que proporciona informações sobre
    as suas dificuldades e conquistas.
    a avaliação, contemplada nos PCN é
    compreendida como:
-   elemento integrador entre a aprendizagem
    e ensino;
-   conjunto de ações cujo objetivo é o ajuste
    e a orientação da intervenção pedagógica
    para que o aluno aprenda da melhor
    forma;
-   conjunto de ações que busca obter
    informações sobre o que foi aprendido e
    como foi aprendido.
-   elemento de reflexão contínua para o
    professor sobre sua prática;
-   instrumento que possibilita o aluno tomar
    consciência de seus avanços, dificuldades
    e possibilidades;
-   ação que ocorre durante todo o processo
    de ensino e aprendizagem e não apenas
    em momentos específicos caracterizados
    como fechamento de grandes etapas de
    trabalho.
 Conforme os PCN, o docente pode
  realizar a avaliação mediante:
 1- observação sistemática
 2- análise da produção dos alunos
 3- atividades específicas para a avaliação


A autoavaliação é defendida como uma
 forma de os alunos desenvolverem
 estratégias de análise e interpretação de
 suas produções.
Formas de avaliação

 Avaliação Inicial (diagnóstica) –
  investigativa
 Avaliação contínua (processual)
 Avaliação final
Orientações didáticas

   A conquista dos objetivos propostos para
    o ensino fundamental depende de uma
    prática educativa que tenha como eixo a
    formação de um cidadão autônomo e
    participativo.
Condições essenciais para o desenvolvimento da
    didática do professor
   Autonomia ( o aluno construindo seu próprio
    conhecimento)
   Diversidade (necessidade de adequar objetivos,
    conteúdos e critérios de avaliação)
   Interação     e       cooperação      (     assumir
    responsabilidades e trabalhar em grupo)
   Disponibilidade para aprendizagem (empenho
    nas relações, e utilização correta de materiais)
   Organização do tempo (auto regulação)
   Organização        do      espaço       (concepção
    metodológica)
   Seleção de Material (Diversidade de materiais
    para adaptações de conteúdos
Objetivos Gerais do Ensino
Fundamental
 Compreender a cidadania
 Posicionar-se de maneira crítica
 Conhecer características do Brasil para
  formação da Identidade
 Conhecer e valorizar a pluralidade do
  patrimônio sociocultural brasileiro
 Perceber-se integrante e agente
  transformador do ambiente
 Desenvolver o conhecimento
 Conhecer e cuidar do próprio corpo
 Utilizar diferentes linguagens
 Saber utilizar fontes e recursos
  tecnológicos
 Questionar a realidade
Os quadrinhos não-sombreados correspondem aos itens que serão trabalhados nos
Parâmetros Curriculares Nacionais de quinta a oitava série.

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Parâmetros Curriculares Nacionais

  • 2. Parâmetros Curriculares Nacionais  Conceito  Funções dos PCN  Natureza dos PCN  Conteúdos  Ciclos  Currículo  Organização dos PCN  Temas Transversais  Os PCNs no Ensino Médio  Avaliação
  • 3. 1. Conceitos  Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) são um referencial de qualidade para o ensino fundamental e médio do país. São referenciais para que o país se organize para respeitar - Diversidades culturais, regionais, étnicas, religiosas e políticas  Os PCN não são um modelo curricular impositivo, homogêneo, mas uma proposta flexível, concretizadas nas decisões regionais e locais sobre currículo.
  • 4. Breve histórico  Até dezembro de 1996 o ensino fundamental esteve estruturado nos termos previstos pela Lei Federal n. 5.692, de 11 de agosto de 1971. Essa lei, ao definir as diretrizes e bases da educação nacional, estabeleceu como objetivo geral, tanto para o ensino fundamental (primeiro grau, com oito anos de escolaridade obrigatória) quanto para o ensino médio (segundo grau, não- obrigatório), proporcionar aos educandos a formação necessária ao desenvolvimento de suas potencialidades como elemento de auto- realização, preparação para o trabalho e para o exercício consciente da cidadania.
  • 5. Breve histórico  A nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei Federal n. 9.394), aprovada em 20 de dezembro de 1996, consolida e amplia o dever do poder público para com a educação em geral e em particular para com o ensino fundamental. Assim, vê- se no art. 22 dessa lei que a educação básica, da qual o ensino fundamental é parte integrante, deve assegurar a todos “a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhes meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores”, fato que confere ao ensino fundamental, ao mesmo tempo, um caráter de terminalidade e de continuidade
  • 6. Essa LDB reforça a necessidade de se propiciar a todos a formação básica comum, o que pressupõe a formulação de um conjunto de diretrizes capaz de nortear os currículos e seus conteúdos mínimos, incumbência que, nos termos do art. 9º, inciso IV, é remetida para a União. Para dar conta desse amplo objetivo, a LDB consolida a organização curricular de modo a conferir uma maior flexibilidade no trato dos componentes curriculares, reafirmando desse modo o princípio da base nacional comum (Parâmetros Curriculares Nacionais), a ser complementada por uma parte diversificada em cada sistema de ensino e escola na prática, repetindo o art. 210 da Constituição Federal.
  • 7. O ensino proposto pela LDB está em função do objetivo maior do ensino fundamental, que é o de propiciar a todos formação básica para a cidadania, a partir da criação na escola de condições de aprendizagem para:  I - o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;  II - a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;  III - o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;  IV - o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social” (art. 32).
  • 8. 2. Funções dos PCN  A função dos PCN é de ser um referencial comum para a formação escolar no Brasil, capaz de indicar aquilo que deve ser garantido a todos, numa realidade com características tão diferenciadas, sem promover uma uniformização que descaracterize e desvalorize peculiaridades culturais e regionais.  Assim, os Parâmetros, ao mesmo tempo em que contemplam a unidade nacional, garantem – ao prever a possibilidade de adaptação – o respeito a diversidade brasileira.
  • 9. Tradição Pedagógica Brasileira Concepções e tendências pedagógicas  A “pedagogia tradicional” é uma proposta de educação centrada no professor, cuja função se define como a de vigiar e aconselhar os alunos, corrigir e ensinar a matéria.  A “pedagogia renovada” é uma concepção que inclui várias correntes que, de uma forma ou de outra, estão ligadas ao movimento da Escola Nova ou Escola Ativa. Tais correntes, embora admitam divergências, assumem um mesmo princípio norteador de valorização do indivíduo como ser livre, ativo e social.
  • 10. Nos anos 70 proliferou o que se chamou de “tecnicismo educacional”, inspirado nas teorias behavioristas da aprendizagem e da abordagem sistêmica do ensino, que definiu uma prática pedagógica altamente controlada e dirigida pelo professor, com atividades mecânicas inseridas numa proposta educacional rígida e passível de ser totalmente programada em detalhes. A supervalorização da tecnologia programada de ensino trouxe conseqüências: a escola se revestiu de uma grande auto-suficiência, reconhecida por ela e por toda a comunidade atingida, criando assim a falsa idéia de que aprender não é algo natural do ser humano, mas que depende exclusivamente de especialistas e de técnicas.
  • 11. A pedagogia libertadora: a atividade escolar pauta-se em discussões de temas sociais e políticos e em ações sobre a realidade social imediata; analisam-se os problemas, seus fatores determinantes e organiza-se uma forma de atuação para que se possa transformar a realidade social e política. O professor é um coordenador de atividades que organiza e atua conjuntamente com os alunos.
  • 12. A “pedagogia crítico-social dos conteúdos” assegura a função social e política da escola mediante o trabalho com conhecimentos sistematizados, a fim de colocar as classes populares em condições de uma efetiva participação nas lutas sociais. Entende que não basta ter como conteúdo escolar as questões sociais atuais, mas que é necessário que se tenha domínio de conhecimentos, habilidades e capacidades mais amplas para que os alunos possam interpretar suas experiências de vida e defender seus interesses de classe
  • 13. 3. Natureza dos PCN  Para se compreender a natureza aberta, flexível dos PCN, faz-se necessário situá-los em níveis de concretização curricular. I – Parâmetros Curriculares Nacionais. Estabelecem metas educacionais que devem orientar as ações do Ministério da Educação relacionadas à aquisição de livros e materiais didáticos, avaliação nacional, às políticas de formação de docentes.
  • 14. II- Propostas curriculares dos estados e municípios. Os PCN podem ser usados como subsídio para as elaborações (ou adaptações) feitas pelas Secretarias de Educação. III- Elaboração curricular de cada instituição de ensino. Os PCN podem ser usados como recurso à elaboração do currículo escolar definido pelo PPP da escola. Esse processo pressupõe a participação da equipe pedagógica, que contemplará a realidade social e cultural em que a escola está inserida.
  • 15. IV- Realização da programação das atividades em sala de aula. É o momento em que o professor, segundo a proposta pedagógica da escola, planeja suas atividades adequadas aos seus alunos. Os diferentes níveis não são etapas seqüenciais, mas amplitudes distintas da elaboração das propostas curriculares.
  • 16. 4. Conteúdos  São concebidos não como um fim em si mesmo, mas como meio para que os alunos desenvolvam as suas capacidades. Os PCN defendem a existência de reflexão acerca da seleção de conteúdos.  Os conteúdos são abordados em três categorias: conceituais (construção das capacidades intelectuais) procedimentais (expressam o saber fazer) e atitudinais (abordagem de valores, normas e atitudes).
  • 17. 5. Ciclos  Os Parâmetros orientam a organização da escolarização em ciclos, pois pretende- se superar a excessiva segmentação realizada pela seriação, além de buscar maior integração entre o conhecimento,  A adoção de ciclos permite a distribuição dos conteúdos de maneira mais adequada ao processo de aprendizagem. Proporciona uma apresentação menos fragmentada do conhecimento.
  • 18. Os PCN estão organizados em ciclos de dois anos, mais pela limitação conjuntural em que estão inseridos do que por justificativas pedagógicas.  Da forma como estão aqui organizados, os ciclos não trazem incompatibilidade com a atual estrutura do ensino fundamental.  Assim, o primeiro ciclo se refere às primeira e segunda séries; o segundo ciclo, à terceira e à quarta séries; e assim subseqüentemente para as outras quatro séries.
  • 19. 6. Currículo  Para os PCN, o currículo expressa os princípios e as metas da proposta pedagógica da escola. Tais diretrizes são flexíveis a fim de contemplar as discussões e reelaborações quanto a realização do currículo em sala de aula.
  • 20. 7. Organização dos PCN I- Áreas A proposta dos PCN está organizada em áreas do conhecimento. A área integra uma série de conhecimentos de distintas disciplinas. As áreas descritas no PCN são: Língua Portuguesa, Matemática, Ciencias Naturais, História, Geografia, Artes, Educação Física e Língua Estrangeira (a partir da 5ª série do ensino fundamental de 8 anos)
  • 21. 8. Temas transversais  São as problemáticas sociais, isto é, as questões do dia-a-dia da sociedade são integradas aos Parâmetros como temas transversais. Não são novas áreas, más “um conjunto de temas que aparecem transversalizados nas áreas”.
  • 22. 8.1 Temas transversais (PCNs de 1ª a 4ª séries)  Pluralidade Cultural  Ética  Meio ambiente  Saúde  Orientação sexual
  • 23. 8.2 Os PCNs do ensino médio estão assim organizados  Parte I – Bases Legais;  Parte II- Linguagens, códigos e suas Tecnologias;  Parte III- Ciências da natureza, matemática e suas tecnologias;  Parte IV- Ciências humanas e suas tecnologias
  • 24.  Não se exige que os temas sejam tratados igualmente. Ao contrário, a diversidade existente no país clama adaptações às reais necessidades da região ou mesmo da escola.  Os PCN, ainda orientam que sejam escolhidos temas locais para integrar os temas transversais.
  • 25. 9. avaliação  A avaliação, parte integrante do processo educativo, é vista como um elemento que fornece a melhoria da qualidade da aprendizagem.  É contínua e sistemática. Para a escola auxilia na definição de prioridades. Para o professor, fornece elementos para refletir sobre a sua prática pedagógica. Para o estudante é um instrumento que proporciona informações sobre as suas dificuldades e conquistas.
  • 26. a avaliação, contemplada nos PCN é compreendida como: - elemento integrador entre a aprendizagem e ensino; - conjunto de ações cujo objetivo é o ajuste e a orientação da intervenção pedagógica para que o aluno aprenda da melhor forma; - conjunto de ações que busca obter informações sobre o que foi aprendido e como foi aprendido.
  • 27. - elemento de reflexão contínua para o professor sobre sua prática; - instrumento que possibilita o aluno tomar consciência de seus avanços, dificuldades e possibilidades; - ação que ocorre durante todo o processo de ensino e aprendizagem e não apenas em momentos específicos caracterizados como fechamento de grandes etapas de trabalho.
  • 28.  Conforme os PCN, o docente pode realizar a avaliação mediante:  1- observação sistemática  2- análise da produção dos alunos  3- atividades específicas para a avaliação A autoavaliação é defendida como uma forma de os alunos desenvolverem estratégias de análise e interpretação de suas produções.
  • 29. Formas de avaliação  Avaliação Inicial (diagnóstica) – investigativa  Avaliação contínua (processual)  Avaliação final
  • 30. Orientações didáticas  A conquista dos objetivos propostos para o ensino fundamental depende de uma prática educativa que tenha como eixo a formação de um cidadão autônomo e participativo.
  • 31. Condições essenciais para o desenvolvimento da didática do professor  Autonomia ( o aluno construindo seu próprio conhecimento)  Diversidade (necessidade de adequar objetivos, conteúdos e critérios de avaliação)  Interação e cooperação ( assumir responsabilidades e trabalhar em grupo)  Disponibilidade para aprendizagem (empenho nas relações, e utilização correta de materiais)  Organização do tempo (auto regulação)  Organização do espaço (concepção metodológica)  Seleção de Material (Diversidade de materiais para adaptações de conteúdos
  • 32. Objetivos Gerais do Ensino Fundamental  Compreender a cidadania  Posicionar-se de maneira crítica  Conhecer características do Brasil para formação da Identidade  Conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro  Perceber-se integrante e agente transformador do ambiente
  • 33.  Desenvolver o conhecimento  Conhecer e cuidar do próprio corpo  Utilizar diferentes linguagens  Saber utilizar fontes e recursos tecnológicos  Questionar a realidade
  • 34. Os quadrinhos não-sombreados correspondem aos itens que serão trabalhados nos Parâmetros Curriculares Nacionais de quinta a oitava série.