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Oratória – slides assessor pe. rafael duque   06.10.2014
1. Introdução 
 A oratória deve primar pelo autoconhecimento e evitar os 
clichês. Há muitos cursos que ensinam “fórmulas” sobre a 
arte de falar em público, com dois tipos padronizados de 
discursos, em que os alunos ensaiam posturas e assumem o 
estereótipo de um orador. 
 O verdadeiro Orador tem estilo e graça. É espontâneo e não 
faz nada que destoe de sua imagem natural. Lapidada com 
cuidado e carinho. O bom orador é, antes de tudo, uma 
“voz que pensa” e atua, decisivamente, sobre sua platéia.
2. Oratória
2. Oratória 
 Segundo Aristóteles, oratória é um método do discurso. A retórica – 
um dos elementos do discurso – vale-se da oratória para convencer o 
interlocutor. É tida, também, como arte de falar em público. Poderíamos 
sintetizar dizendo que a oratória seria então o exercício do 
convencimento. 
 O Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa diz que a oratória é um 
conjunto de regras que constituem a arte do bem dizer, a arte da 
eloqüência, da retórica. O Dicionário Michaelis a define como a arte de 
orar ou falar em público; a eloqüência do foro, do púlpito ou das 
assembléias. Já o Dicionário Aurélio a conceitua como a arte de falar em 
público.
Oratória – slides assessor pe. rafael duque   06.10.2014
 Portanto, a oratória é uma mensagem emocional que transforma em 
ouvidos o coração das pessoas presentes na platéia. Ela não visa atingir 
somente o intelecto do ouvinte, pois é no coração deste que está aguardada toda 
a energia que transformará as palavras em ação. 
 O verdadeiro orador tem a palavra como um tesouro, que necessita de 
constante polimento. Um tesouro conquistado, que não pode ser roubado e é 
capaz de abrir todas as portas para aquele que souber usá-lo com sabedoria. 
 A oratória é, ainda, uma ferramenta que, dependendo da maneira como for 
utilizada, pode construir ou destruir. 
 Foi através do discurso que muitos homens ilustres conduziram os que 
escutaram rumo à construção – veja Sócrates -, enquanto outros o usaram para 
fomentar a destruição, apoiados pela ambição – assim como Hitler. 
 Aquele que domina a arte da oratória precisa possuir, antes de tudo, 
comportamento idôneo e elevado senso ético, para que possa liderar, com 
segurança, aqueles que serão orientados por sua palavra ou regidos por sua 
sagacidade.
Oratória – slides assessor pe. rafael duque   06.10.2014
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Demóstenes, o grande orador de Atenas 
 Demóstenes (384 – 322 a.C), político influente e considerado um 
dos mais ativos e combativos oradores da antiguidade, é exemplo 
de perseverança, disciplina e superação. Era gago e possuía uma 
voz frágil, porém sua persistência superou a tudo. Treinava 
articulação declamando em voz alta, correndo pelas montanhas 
próximas o mar, com a boca cheia de pedras. Aprendeu a acalmar 
seus pensamentos e superou a gagueira. 
 Tratava-se de um homem com um raciocínio agudo, alerta aos 
menores movimentos da platéia e com uma capacidade de 
improviso imediata, frutos de treino, preparação e perseverança. 
“O poeta nasce feito, o orador se faz”.
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3. Qualidades de um Orador 
 .O tagarela leva em conta somente o que fala, não se importando com quem 
ouve. Ele embarca em suas próprias palavras, sem se preocupar com o destino 
da viagem. Não quer saber se está sendo ouvido, pois está muito ocupado 
ouvindo a si mesmo. A interação entre orador e platéia é o seu trunfo 
principal e isso acontece com muita Concentração e atenção. 
 Disciplina. 
Corpo em forma, com a postura bem aliada, articulações bem tonificadas 
com exercícios de alongamentos e a voz bem treinada através de exercícios de 
articulação e respiração, para que seja projetada satisfatoriamente durante 
um discurso. 
O cérebro humano é um grande mistério para a ciência que diariamente, 
descobre novas facetas deste complexo e sofisticado computador que 
ganhamos de presente logo que nascemos. O constante uso de nossas 
funções cerebrais ajuda inclusive, na prevenção de doenças degenerativas 
ligadas à senilidade (demência, esclerose etc.).
Oratória – slides assessor pe. rafael duque   06.10.2014
 Esteja profundamente preocupado com o público. 
O tagarela leva em conta somente o que fala, não se importando com quem 
ouve. Ele embarca em suas próprias palavras, sem se preocupar com o 
destino da viagem. Não quer saber se está sendo ouvido, pois está muito 
ocupado ouvindo a si mesmo. A interação entre orador e platéia é o seu 
trunfo principal e isso acontece com muita Concentração e atenção. 
 Disciplina: 
Corpo em forma, com a postura bem aliada, articulações bem tonificadas 
com exercícios de alongamentos e a voz bem treinada através de exercícios 
de articulação e respiração, para que seja projetada satisfatoriamente 
durante um discurso.
Para isso se faz necessário... 
 Manter-nos informados: Jornais, revistas, internet e etc. 
 Ouvir rádio: pois aciona o seu mecanismo de visualização 
 Estar em contato com as diversas formas de arte: teatro, música, artes 
plásticas, dança e cinema. 
 Observar o cotidiano e praticar o incessante estudo do 
comportamento humano. 
Além do corpo, da voz e do intelecto: O Carisma! Que é fruto de uma 
série de elementos, que estão ligados tanto ao conteúdo do que fala 
quanto à maneira como fala e à forma como se apresenta.
Oratória – slides assessor pe. rafael duque   06.10.2014
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4. O orador como líder
 “Liderar é uma maneira de agir, uma maneira de ser, não é algo somente de 
fora, somente para os outros, para pessoas famosas. É uma parte natural da 
vida. Liderar é desenvolver a visão do que é possível e ser capaz de inspirar 
outros a ajudá-lo a realizar essas possibilidades” (Deborah Epelman – NLP 
Advanced Triner). 
 O orador ocupa cargo de liderança, pois falar a uma platéia é posição de 
líder. Portanto é importante que o orador se conscientize de que precisa 
assumir e desenvolver suas características de liderança: autoconfiança, 
carisma, velocidade de pensamento, objetividade, clareza sobre suas 
metas, disposição para ouvir o próximo e, principalmente, estar sempre 
um passo à frente daqueles que estão sob sua regência, seja um 
subalterno, seja uma platéia que escuta atentamente.
Oratória – slides assessor pe. rafael duque   06.10.2014
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5. O corpo em comunicação 
 A aparência e a imagem pessoal devem ser prioridade para todo aquele que 
deseja falar em público. Temos dois tipos de postura: Física e psicológica. A 
primeira está ligada a forma como caminhamos, sorrimos, gesticulamos, se 
ficamos com os braços cruzados ou “largados” ao lado do corpo. A segunda diz 
respeito à maneira como nos comportamos diante de uma platéia. 
 Devemos evitar coisas do tipo: “sou tímido! Não sei contar piadas!” ou “sempre 
fui péssimo em matemática”. Ninguém nasce tímido. Podemos passar por 
“momentos de acanhamento” que podem ser maximizados ou minimizados, 
dependendo apenas de nossa maneira de lidar com isso. Aquilo que dizemos a 
nós mesmos, mesmo que inconscientemente, pode afetar de modo 
considerável o nosso comportamento: Troque a frase “eu não consigo” por “vou 
tentar!”, ou melhor... “Eu devo!”, “eu quero!” e “vou conseguir!”
Insegurança
Oratória – slides assessor pe. rafael duque   06.10.2014
Autocensura proíbe! Com a autocrítica, você se 
aprimora enquanto age. 
 Outros fatores importantes: ouvir padrões musicais 
diversificados; ser limpo da influência de sotaques 
regionais; evitar um falar monótono; 
 Pode ainda ler uma lauda de jornal em voz alta, para 
assimilar, naturalmente, a lógica da nossa língua, 
condicionando a memória auditiva a corrigir erros de 
concordância, que muitas vezes cometemos quase sem 
perceber.
6. O Olhar
 O olhar é uma das principais ferramentas de um orador. 
É através dele que um orador se relaciona com sua 
platéia, estabelecendo uma espécie de foco interativo. 
 “Os olhos são o espelho da alma!” Eles representam a 
nossa principal fonte emissora de energia psíquica. Se 
seus olhos estiverem sendo sinceros, o público perceberá. 
Se, por outro lado, seus olhos vacilarem, o público 
também notará toda a sua insegurança.
 Um orador está fazendo um discurso e, num momento de 
dúvida, seus olhos se dirigem para cima, sua linguagem sobre o 
que fala, sua linguagem corporal demonstra insegurança 
gerando dúvidas na platéia. Se olhar para baixo revelará 
insegurança pessoal, falta de convicção do que diz. Mas se, ao 
contrário, o orador mantiver o olhar focado nos olhos da 
platéia, mesmo quando tiver um “branco”, a platéia não 
perceberá o deslize e ficará atenta a todos os seus movimentos, 
na expectativa do que ele irá expor. 
 Com o olhar, o orador manterá a platéia sob controle, 
concentrada em cada um dos seus gestos, respirando com ele.
Oratória – slides assessor pe. rafael duque   06.10.2014
Oratória – slides assessor pe. rafael duque   06.10.2014
7. Gestos 
 Os gestos de um orador, na maioria dos casos, são ilustrados por suas mãos. 
Isso se deve ao fato de elas representarem um dos principais instrumentos 
de que dispomos em nosso cotidiano. 
 Quando vamos falar em público, temos o hábito de concentrar grande parte 
de nossa tensão em nossas mãos. “O que fazer?” Eu respondo: “Não faça 
nada, elas não têm culpa! Não são as suas mãos, a culpa é toda sua!” Deixe o 
máximo suas mãos ao lado do corpo e inicie seu discurso ou palestra. 
 Ajuda: Filmar suas performances, laboratório diante de um espelho, 
convidar algum amigo (a) bem crítico (a) para avaliá-lo como um treino e 
etc.
8. A organização das Idéias num 
discurso
Etapas: 
1. Defina o perfil da platéia; 
2. Objetivo/tema; 
3. Dados, fatos e informações necessárias para o objetivo. 
4. Estratégia (forma de abordagem). Que modelo de 
discurso vai usar? 
Discurso: Introdução, idéia mãe, argumentos, 
conclusão – reafirmação da idéia-mãe.
9. A Voz
 Possuímos, em nossa caixa craniana, áreas de ressonância que reforçam a 
voz, fazendo-a vibrar no ambiente. O exercício proposto consiste em 
pronunciar o som “hum”, enquanto se mastiga um chiclete imaginário de 
maneira circular, para observar como o som vibra na caixa craniana. 
 Exercícios de desaceleração da frase (ou Palavra) com ressonância: falar 
devagar, sem carregar na articulação das palavras. Saborear as palavras 
através das vibrações provocadas por elas. 
Respiração: Conscientização, sem indução; deitar-se para sensibilizar a parte 
inferior do corpo. Sensibilizar com o ar, em ressonância, a colocação do som 
nas partes “intra-orais”. E atenção: não colocar o esforço na garganta, tente 
evitá-lo.
Exercícios de respiração:
Exercícios de respiração: 
 SSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS 
 ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ 
 CHCHCHCHCHCHCHCHCHCHI 
 JJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJ 
 FFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF 
 VVVVVVVVVVVVVVVVVVVV
 Exercitar os sons acima, contraindo o abdome, como se fosse um fole. É 
importantíssimo respirar pelo diafragma e não pelos pulmões, já que estes não nos 
dão resultados tão satisfatórios como nas partes inferiores. 
Um orador, que faz uso freqüente da palavra, precisa tomar cuidado redobrado com 
sua voz. Algumas dicas rápidas para quem deseja uma voz bem cuidada. 
 Quando acordamos, nosso corpo está em estado basal, portanto é preciso 
diminuir o esforço vocal. Não grite quando acordar! 
 Não sair com a voz aquecida na friagem (se o fizer, usar o cachecol e não 
respirar pela boca). 
 Cansaço físico (estafa) afeta a voz. O repouso vocal é importante. 
 Manter o intestino funcionando com regularidade, pois o seu mau 
funcionamento afeta a voz. 
 Perder o sono também debilita a voz.
 Não respirar de boca aberta se o local for úmido, como 
porões, por causa do mofo. 
 O nariz tem a função de purificar o ar. Sempre que não 
estiver falando, deve-se respirar pelo nariz. 
 Bebidas e alimentos gelados que baixam a resistência do 
corpo. 
 Doces, derivados do leite e mel produzem muita saliva. 
 Chá, sem açúcar, é uma boa opção. 
 Inimigos da voz: chocolate, café e fumo. 
 Amiga da voz: Maçã, pois diminui a salivação excessiva.
 Gengibre ou chá de menta pode ser boas opções antes de 
dormir. Não sair a friagem após tomar estes produtos. 
 Não sussurrar: o esforço é o mesmo de quando se fala alto. 
 Usar Tapotagem ( batidas leves nas costas, com a mão em 
forma de concha) e fazer inalação quando estiver com o peito 
cheio de catarro. 
 Sempre que puder, tomar sauna. Ótimo remédio para a voz. 
 Não forçar a voz em ambiente ruidoso (metrô, ônibus, Fila de 
banco, sala de TV, bares e etc.).
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Oratória – slides assessor pe. rafael duque 06.10.2014

  • 2. 1. Introdução  A oratória deve primar pelo autoconhecimento e evitar os clichês. Há muitos cursos que ensinam “fórmulas” sobre a arte de falar em público, com dois tipos padronizados de discursos, em que os alunos ensaiam posturas e assumem o estereótipo de um orador.  O verdadeiro Orador tem estilo e graça. É espontâneo e não faz nada que destoe de sua imagem natural. Lapidada com cuidado e carinho. O bom orador é, antes de tudo, uma “voz que pensa” e atua, decisivamente, sobre sua platéia.
  • 4. 2. Oratória  Segundo Aristóteles, oratória é um método do discurso. A retórica – um dos elementos do discurso – vale-se da oratória para convencer o interlocutor. É tida, também, como arte de falar em público. Poderíamos sintetizar dizendo que a oratória seria então o exercício do convencimento.  O Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa diz que a oratória é um conjunto de regras que constituem a arte do bem dizer, a arte da eloqüência, da retórica. O Dicionário Michaelis a define como a arte de orar ou falar em público; a eloqüência do foro, do púlpito ou das assembléias. Já o Dicionário Aurélio a conceitua como a arte de falar em público.
  • 6.  Portanto, a oratória é uma mensagem emocional que transforma em ouvidos o coração das pessoas presentes na platéia. Ela não visa atingir somente o intelecto do ouvinte, pois é no coração deste que está aguardada toda a energia que transformará as palavras em ação.  O verdadeiro orador tem a palavra como um tesouro, que necessita de constante polimento. Um tesouro conquistado, que não pode ser roubado e é capaz de abrir todas as portas para aquele que souber usá-lo com sabedoria.  A oratória é, ainda, uma ferramenta que, dependendo da maneira como for utilizada, pode construir ou destruir.  Foi através do discurso que muitos homens ilustres conduziram os que escutaram rumo à construção – veja Sócrates -, enquanto outros o usaram para fomentar a destruição, apoiados pela ambição – assim como Hitler.  Aquele que domina a arte da oratória precisa possuir, antes de tudo, comportamento idôneo e elevado senso ético, para que possa liderar, com segurança, aqueles que serão orientados por sua palavra ou regidos por sua sagacidade.
  • 9. Demóstenes, o grande orador de Atenas  Demóstenes (384 – 322 a.C), político influente e considerado um dos mais ativos e combativos oradores da antiguidade, é exemplo de perseverança, disciplina e superação. Era gago e possuía uma voz frágil, porém sua persistência superou a tudo. Treinava articulação declamando em voz alta, correndo pelas montanhas próximas o mar, com a boca cheia de pedras. Aprendeu a acalmar seus pensamentos e superou a gagueira.  Tratava-se de um homem com um raciocínio agudo, alerta aos menores movimentos da platéia e com uma capacidade de improviso imediata, frutos de treino, preparação e perseverança. “O poeta nasce feito, o orador se faz”.
  • 11. 3. Qualidades de um Orador  .O tagarela leva em conta somente o que fala, não se importando com quem ouve. Ele embarca em suas próprias palavras, sem se preocupar com o destino da viagem. Não quer saber se está sendo ouvido, pois está muito ocupado ouvindo a si mesmo. A interação entre orador e platéia é o seu trunfo principal e isso acontece com muita Concentração e atenção.  Disciplina. Corpo em forma, com a postura bem aliada, articulações bem tonificadas com exercícios de alongamentos e a voz bem treinada através de exercícios de articulação e respiração, para que seja projetada satisfatoriamente durante um discurso. O cérebro humano é um grande mistério para a ciência que diariamente, descobre novas facetas deste complexo e sofisticado computador que ganhamos de presente logo que nascemos. O constante uso de nossas funções cerebrais ajuda inclusive, na prevenção de doenças degenerativas ligadas à senilidade (demência, esclerose etc.).
  • 13.  Esteja profundamente preocupado com o público. O tagarela leva em conta somente o que fala, não se importando com quem ouve. Ele embarca em suas próprias palavras, sem se preocupar com o destino da viagem. Não quer saber se está sendo ouvido, pois está muito ocupado ouvindo a si mesmo. A interação entre orador e platéia é o seu trunfo principal e isso acontece com muita Concentração e atenção.  Disciplina: Corpo em forma, com a postura bem aliada, articulações bem tonificadas com exercícios de alongamentos e a voz bem treinada através de exercícios de articulação e respiração, para que seja projetada satisfatoriamente durante um discurso.
  • 14. Para isso se faz necessário...  Manter-nos informados: Jornais, revistas, internet e etc.  Ouvir rádio: pois aciona o seu mecanismo de visualização  Estar em contato com as diversas formas de arte: teatro, música, artes plásticas, dança e cinema.  Observar o cotidiano e praticar o incessante estudo do comportamento humano. Além do corpo, da voz e do intelecto: O Carisma! Que é fruto de uma série de elementos, que estão ligados tanto ao conteúdo do que fala quanto à maneira como fala e à forma como se apresenta.
  • 17. 4. O orador como líder
  • 18.  “Liderar é uma maneira de agir, uma maneira de ser, não é algo somente de fora, somente para os outros, para pessoas famosas. É uma parte natural da vida. Liderar é desenvolver a visão do que é possível e ser capaz de inspirar outros a ajudá-lo a realizar essas possibilidades” (Deborah Epelman – NLP Advanced Triner).  O orador ocupa cargo de liderança, pois falar a uma platéia é posição de líder. Portanto é importante que o orador se conscientize de que precisa assumir e desenvolver suas características de liderança: autoconfiança, carisma, velocidade de pensamento, objetividade, clareza sobre suas metas, disposição para ouvir o próximo e, principalmente, estar sempre um passo à frente daqueles que estão sob sua regência, seja um subalterno, seja uma platéia que escuta atentamente.
  • 23. 5. O corpo em comunicação  A aparência e a imagem pessoal devem ser prioridade para todo aquele que deseja falar em público. Temos dois tipos de postura: Física e psicológica. A primeira está ligada a forma como caminhamos, sorrimos, gesticulamos, se ficamos com os braços cruzados ou “largados” ao lado do corpo. A segunda diz respeito à maneira como nos comportamos diante de uma platéia.  Devemos evitar coisas do tipo: “sou tímido! Não sei contar piadas!” ou “sempre fui péssimo em matemática”. Ninguém nasce tímido. Podemos passar por “momentos de acanhamento” que podem ser maximizados ou minimizados, dependendo apenas de nossa maneira de lidar com isso. Aquilo que dizemos a nós mesmos, mesmo que inconscientemente, pode afetar de modo considerável o nosso comportamento: Troque a frase “eu não consigo” por “vou tentar!”, ou melhor... “Eu devo!”, “eu quero!” e “vou conseguir!”
  • 26. Autocensura proíbe! Com a autocrítica, você se aprimora enquanto age.  Outros fatores importantes: ouvir padrões musicais diversificados; ser limpo da influência de sotaques regionais; evitar um falar monótono;  Pode ainda ler uma lauda de jornal em voz alta, para assimilar, naturalmente, a lógica da nossa língua, condicionando a memória auditiva a corrigir erros de concordância, que muitas vezes cometemos quase sem perceber.
  • 28.  O olhar é uma das principais ferramentas de um orador. É através dele que um orador se relaciona com sua platéia, estabelecendo uma espécie de foco interativo.  “Os olhos são o espelho da alma!” Eles representam a nossa principal fonte emissora de energia psíquica. Se seus olhos estiverem sendo sinceros, o público perceberá. Se, por outro lado, seus olhos vacilarem, o público também notará toda a sua insegurança.
  • 29.  Um orador está fazendo um discurso e, num momento de dúvida, seus olhos se dirigem para cima, sua linguagem sobre o que fala, sua linguagem corporal demonstra insegurança gerando dúvidas na platéia. Se olhar para baixo revelará insegurança pessoal, falta de convicção do que diz. Mas se, ao contrário, o orador mantiver o olhar focado nos olhos da platéia, mesmo quando tiver um “branco”, a platéia não perceberá o deslize e ficará atenta a todos os seus movimentos, na expectativa do que ele irá expor.  Com o olhar, o orador manterá a platéia sob controle, concentrada em cada um dos seus gestos, respirando com ele.
  • 32. 7. Gestos  Os gestos de um orador, na maioria dos casos, são ilustrados por suas mãos. Isso se deve ao fato de elas representarem um dos principais instrumentos de que dispomos em nosso cotidiano.  Quando vamos falar em público, temos o hábito de concentrar grande parte de nossa tensão em nossas mãos. “O que fazer?” Eu respondo: “Não faça nada, elas não têm culpa! Não são as suas mãos, a culpa é toda sua!” Deixe o máximo suas mãos ao lado do corpo e inicie seu discurso ou palestra.  Ajuda: Filmar suas performances, laboratório diante de um espelho, convidar algum amigo (a) bem crítico (a) para avaliá-lo como um treino e etc.
  • 33. 8. A organização das Idéias num discurso
  • 34. Etapas: 1. Defina o perfil da platéia; 2. Objetivo/tema; 3. Dados, fatos e informações necessárias para o objetivo. 4. Estratégia (forma de abordagem). Que modelo de discurso vai usar? Discurso: Introdução, idéia mãe, argumentos, conclusão – reafirmação da idéia-mãe.
  • 36.  Possuímos, em nossa caixa craniana, áreas de ressonância que reforçam a voz, fazendo-a vibrar no ambiente. O exercício proposto consiste em pronunciar o som “hum”, enquanto se mastiga um chiclete imaginário de maneira circular, para observar como o som vibra na caixa craniana.  Exercícios de desaceleração da frase (ou Palavra) com ressonância: falar devagar, sem carregar na articulação das palavras. Saborear as palavras através das vibrações provocadas por elas. Respiração: Conscientização, sem indução; deitar-se para sensibilizar a parte inferior do corpo. Sensibilizar com o ar, em ressonância, a colocação do som nas partes “intra-orais”. E atenção: não colocar o esforço na garganta, tente evitá-lo.
  • 38. Exercícios de respiração:  SSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS  ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ  CHCHCHCHCHCHCHCHCHCHI  JJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJ  FFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF  VVVVVVVVVVVVVVVVVVVV
  • 39.  Exercitar os sons acima, contraindo o abdome, como se fosse um fole. É importantíssimo respirar pelo diafragma e não pelos pulmões, já que estes não nos dão resultados tão satisfatórios como nas partes inferiores. Um orador, que faz uso freqüente da palavra, precisa tomar cuidado redobrado com sua voz. Algumas dicas rápidas para quem deseja uma voz bem cuidada.  Quando acordamos, nosso corpo está em estado basal, portanto é preciso diminuir o esforço vocal. Não grite quando acordar!  Não sair com a voz aquecida na friagem (se o fizer, usar o cachecol e não respirar pela boca).  Cansaço físico (estafa) afeta a voz. O repouso vocal é importante.  Manter o intestino funcionando com regularidade, pois o seu mau funcionamento afeta a voz.  Perder o sono também debilita a voz.
  • 40.  Não respirar de boca aberta se o local for úmido, como porões, por causa do mofo.  O nariz tem a função de purificar o ar. Sempre que não estiver falando, deve-se respirar pelo nariz.  Bebidas e alimentos gelados que baixam a resistência do corpo.  Doces, derivados do leite e mel produzem muita saliva.  Chá, sem açúcar, é uma boa opção.  Inimigos da voz: chocolate, café e fumo.  Amiga da voz: Maçã, pois diminui a salivação excessiva.
  • 41.  Gengibre ou chá de menta pode ser boas opções antes de dormir. Não sair a friagem após tomar estes produtos.  Não sussurrar: o esforço é o mesmo de quando se fala alto.  Usar Tapotagem ( batidas leves nas costas, com a mão em forma de concha) e fazer inalação quando estiver com o peito cheio de catarro.  Sempre que puder, tomar sauna. Ótimo remédio para a voz.  Não forçar a voz em ambiente ruidoso (metrô, ônibus, Fila de banco, sala de TV, bares e etc.).
  • 42. Oratória é a arte de se comunicar