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A ARTE DE
FALAR E DE
ESCUTAR EM
 PÚBLICO
A VOZ humana:
Um elemento de grande
valor nas relações
interpessoais, porque ela
declara, revela, anuncia o
que a própria pessoa é,
suas potencialidades, suas
deficiências; reflete a
personalidade, e isto tem
enorme influência no
aprendizado do outro.
• A rigor, quando estamos
  falando, o receptor está a
  nossa “disposição”, sob o
  nosso “controle”. O som vocal
  tem poderes inimagináveis:
  pode aproximar, mas também
  afastar; pode alegrar, mas
  também     entristecer; pode
  afagar, mas também agredir...
A ORATÓRIA
• A ORATÓRIA é a arte de proferir
  discursos. Parece simples, mas não
  é. As atividades humanas, as
  ciências e as artes mantêm relações
  recíprocas. Assim, a oratórias tem
  como auxiliares: a Filosofia, a Ética,
  a    Psicologia,    a    História,    a
  Antropologia,     a    Sociologia,    a
  Fisiologia, a Linguística, a Fonética e
  o bom senso.
ALGUNS
Por QUESTIONAMENTOS em
     que as pessoas falam
público discursando tão mal?
Por que, tendo tudo para
agradar, terminam por afastar as
pessoas da idéia central? Por
que para uns falar apresentam
um problema e para outros uma
satisfação? A oratória está em
desuso?
A oratória não está em desuso,
o problema é questão técnica.
 3 Princípios podem nos ajudar:
1.preparar a estrutura
intelectual do discurso;
2.arquitetar a forma de falar ;
3.conhecer as características
 de cada auditório e se informar
sobre o tipo de público.
ORADOR REAL X ORADOR IDEAL
 CARACTERÍSTICA DO ORADOR REAL
• Dono da verdade: fala como se
  detivesse o controle das situações. A
  história e o tempo são muito generosos,
  fornecendo elementos apenas para ele.
  Os demais nada entendem. Por isso
  fala... fala... e não agrada ninguém.
• Arrogante: Impõe-se com soberba e
  insolência, como quem se presume o
  mais       hábil,    intelectual informado,
  elegante e controlador.
*Complicador: Sobrecarrega seu
discurso com excesso de assuntos
sem levar em consideração se o
público vai ou não receber bem suas
informações. Para ele tanto faz, o
que importa é emitir suas idéias...
*Não planificador: Aquele tipo
que fala “inspirado”. As idéias
surgem “na hora”, perde a forma e
se afasta do essencial.
*Gritador: O tom da voz é sempre
 agudo, intenso, rápido, desrespeitando as
 mais       elementares      regras     de
 comunicação.
*
    *Desatualizado: Está sempre
 fazendo referências ao passado; nutre-se
 de        informações       tendenciosas,
 preconceituosas, de gosto duvidoso. Sua
 biblioteca não é variada e nem
 atualizada. Vive do passado, alheio ao
 presente e negando o futuro.
*Assim, são os oradores reais.
Pode não parecer, mas vivemos
entre eles. O que mais causa
surpresa e pesar é a resistência
que eles têm para mudar,
atualizar e contextualizar. Por
isso, estão e continuarão
limitados e empobrecidos da
graça do saber.
CARACTERÍSTICAS DO ORADOR
          IDEAL
Investe     em    si   mesmo:consulta
 especialistas, lê bons livros, faz bons
 cursos, é um bom ouvinte. Está com os
 pés no presente e os olhos no futuro.
Tem cuidado com a sua voz:
 Treina sempre a sua voz, atualiza-se,
 muda os tons e intensidade, o ritmo;
 Tem domínio sobre a voz e dificilmente
 tem problemas vocais, além de estar
 sempre bem disposto.
*Pesquisador: Sabe suprir todos
com       informações     seguras     e
contextualizadas; lê sobre tudo e retém
o melhor para que seus liderados
sejam privilegiados.
*Informador: Procura ouvir seus
liderados com freqüência; analisa
antes o que vai fazer; sabe trabalhar
em equipe; entende que sozinho não
pode fazer nada. Por isso, mantém um
fluxo de informações.
Assim são o orador real e o ideal.
Seria interessante fazer uma auto-
avaliação sobre o comportamento
em oratória: A ARTE DE FALAR E DE
ESCUTAR EM BÚBLICO. Estamos na
era da Informática, da comunicação
digital, dos crescimentos pessoal e
interpessoal.    É   salutar   cada
mudança que gera maturidade e
eficácia     nos    relacionamentos
humanos e na comunicação.
SETE
  CAMINHOS
 PARA UMA
COMUNICAÇÃO
   EFICAZ
Objetivos
Apresentar sete caminhos para uma
comunicação eficaz

              Promover a auto-
              análise e a
              sensibilização para
              uma comunicação
              clara, objetiva e
              segura.
7 Caminhos para uma Comunicação Eficaz
 7 Caminhos para uma Comunicação Eficaz
1.   Comunicação humana e
     Autoconhecimento
2.   Conhecimento das Barreiras
3.   Plano de Ação
4.   Aplicação das Técnicas de
     Comunicação
5.   A Assertividade
6.   A Arte de escutar
7.   Celebrar as conquistas e buscar novos
     desafios
1 -   Comunicação humana e
        autoconhecimento
               Comunicação
               Eficaz:
               a arte da interação e
               do encontro.

               A arte de tornar
               comum uma
               mensagem

               Símbolo de poder e
 Somos do tamanho da
 comunicação que conseguimos
 estabelecer no meio em que
 atuamos
 Tercoragem de comunicar-se é
 estar disponível para o contato
 social
A conversa é a cola que une o
 relacionamento
 FALAR   É FALAR-SE
IMAGEM
Definição:
• Imagem é a impressão que as pessoas
  tem de você
• O importante é que sua imagem seja um
  reflexo do que você é
• A imagem deve ser uma expressão
  genuína de você mesmo, mas essa
  expressão deve ser adequada à situação,
  ao ambiente ou à cultura em que você
  está inserido.
A Imagem é uma combinação de 3
percepções


          - Como eu me vejo

          - Como os outros me
            vêem

             - Qual a imagem
               que eu gostaria de
               transmitir?
1 - Comunicação Humana e Autoconhecimento
Fontes de Informações
                 Expressões
                 Faciais
                       Tom de Voz
                Vocabulário


                       Gestos
 Trajes
2 - Barreiras nas comunicações
                    Escolha
                      Dificuldade
                   Excesso de
                     Egocentrism
                     Preconceitos
                       Timidez
                       Status
                    inadequada:
                    de expressão
                   intermediários
                     o
                     receptor;
                     

                     momento, local e meio.

       Egocentrismo           Preconceitos

 Timidez                     Status

 Dificuldade de expressão

 Excesso de
  intermediários
3 - Plano de Ação
          Identificar as
           necessidades.
       Criar objetivos para
        superação dos obstáculos.

       Determinar o tempo para con-
        quistar os objetivos propostos.

       Planejar estratégias
        facilitadoras.
       Avaliar os resultados.
4 – Aplicação do recurso V.I.P.

V – VONTADE

I – INFORMAÇÃO

P – PRÁTICA
4 – Aplicação do recurso
V.I.P .
V – VONTADE

De:
. Planejar
. Apresentar
. Avaliar a mensagem
4 – Aplicação do recurso V.I.P.
 I - INFORMAÇÃO
Todos os conhecimentos necessários
para uma mensagem eficaz:
 • público-alvo
 • conteúdo
 • técnicas de comunicação verbal e
   não-verbal
 • técnicas de controle da emoção
4 – Aplicação do recurso
V.I.P.
 P - PRÁTICA:
• a aplicação dos conhecimentos
• o treino das habilidades de
  comunicação verbal e não-verbal
• a percepção do outro
• a coragem para a auto-análise
4 – Aplicação do recurso V.I.P.
Na comunicação verbal EVITE
 Pronunciar mal as palavras;
 falar muito baixo ou muito alto;
 falar muito depressa ou muito
devagar;
 respirar mal;
 usar vícios de linguagem como “tá?”,
“né?”, “ok”, “certo?”, “entendeu?”,
“percebe?”, “é isso aí!”, “tipo assim”, “a
gente”, “acho que” e outros;
4 – Aplicação do recurso V.I.P.
   Na comunicação verbal EVITE
falar como robô, em tom monocórdio;
 cometer erros gramaticais;
 engolir esses e erres;
 falar com estridência;
 ser prolixo ou monossilábico;
 expressar-se sem objetividade e
 clareza;
4 – Aplicação do recurso V.I.P.
   Na comunicação verbal
   EVITE
 usar termos técnicos para
 público leigo;
 contar piadas e usar chavões;
 usar argumentos
 inconsistentes;
 perder-se em detalhes;
4 – Aplicação do recurso V.I.P.
  Na comunicação verbal
  EVITE
   baixar a voz no final das
   frases;
   não destacar as idéias
   principais;
   não aliar a técnica à
   naturalidade na
   comunicação.
4 – Aplicação do recurso V.I.P.
Na comunicação não-verbal EVITE
 gestos que conotem nervosismo e
 inibição;
 ajeitar a gravata;
 manusear chaveiro, caneta;
 ajeitar o cabelo ou os óculos;
 coçar-se, pigarrear ou bocejar;
 apoiar-se ora numa perna ora em outra;
 fixar os olhos no chão, no teto ou numa só
 pessoa da platéia.
4 – Aplicação do recurso V.I.P.
  Na comunicação não-verbal EVITE
 olhar através das pessoas;
 ficar parado como estátua ou com
 as pernas abertas;
 movimentar as mãos
 excessivamente;
 estufar o peito ou cruzar os braços;
 mascar ou roer unhas;
4 – Aplicação do recurso V.I.P.
   Na comunicação não-verbal EVITE
 esfregar as mãos
 ansiosamente;
 pôr as mãos nos bolsos;
 olhar para o vazio;
 pôr as mãos na cintura;
4 – Aplicação do recurso V.I.P.
  Na comunicação interpessoal
  EVITE
 usar a comunicação como forma
 de poder;
 esquecer o valor da empatia;
 ser irônico e sarcástico;
 apresentar-se sem estar
 preparado;
4 – Aplicação do recurso
V.I.P.
  Na comunicação interpessoal EVITE
 chegar atrasado;
 ter gestos, atos e palavras
 incoerentes;
 ser inflexível;
 não saber administrar conflitos
 interpessoais;
4 – Aplicação do recurso V.I.P.

  Na comunicação
  interpessoal EVITE
falar do que não
conhece;
5º Caminho - A Assertividade

Definição:
   o termo assertividade origina-se
    de asserção, fazer asserção quer
    dizer afirmar,do latim afirmare,
    tornar firme,consolidar,confirmar e
    declarar com firmeza.
   Assertividade é o ingrediente dos
    relacionamentos saudáveis.
6o Caminho – A arte de escutar
Curiosidades:

– Ouvimos 4 ou 5 vezes mais depressa do
  que falamos
– Falamos em média 90 a 120 palavras por
  minuto
– 80% do nosso tempo gastamos em
  comunicação:
    Lendo         4%
    Escrevendo    11%
    Falando       22%
    Ouvindo       63%
6o Caminho – A arte de escutar
Nós:

• Nem sempre escutamos o que outro fala;
• Ouvimos o que o outro não está dizendo;
• Ouvimos o que queremos ouvir;
• Ouvimos o que já imaginávamos o que o
  outro iria falar;
• Ouvimos apenas o necessário para
  responder;
• Ouvimos só o que não queremos ouvir ou...
• Simplesmente não escutamos!
6o Caminho – A arte de escutar
Para ouvir bem:
*Tenha em mente o porquê ouvir;
• Procure concentrar-se em quem fala;
• Evite interferências ou interrupções;
• Procure o sentido e a verdadeira
  intenção de quem fala;
• Aguarde para responder;
• Responda o que representa para você o
  objetivo principal da conversa.
7º Caminho

Celebrar as
conquistas e buscar
novos desafios
EXERCÍCIOS PARA MELHORAR A DICÇÃO

 1. Num ninho de mafagafos
 tem cinco mafagafinhos.
 Tem também magafaços, maçagafas, maçagafinhos,
 mafafagos, magaçafas, maçafagas,
 magafinhos, magafafos e magafagafinhos.
 2. Tenho um pé de cafanguito.
 Quem o descafanguitar; bom descafanguitador será.
 Como eu descafanguitei, bom descafanguitador serei.

 3. Bagre branco, branco bagre, bagre branco, branco bagre.
 (Repita 5 vezes).
 4. A frota de frágeis fragatas,
 fretada por um franco frustrado,
 enfreado de frio,
 naufragou na refrega,
 por frêmitos flecheiros africanos.
EXERCÍCIOS PARA MELHORAR A DICÇÃO


 5. O desinquivincavacador
 das caravelarias
 desinquivincavacaria
 as cavidades, que deveriam ser
 desinquivincavacadas.

 6. Perlustrando patética petição
 produzida pela postulante,
 prevemos possibilidade para pervencê-la,
 porquanto parecem pressupostos primários permissíveis,
 para propugnar pelo presente pleito,
 pois prejulgamos pugna pretérita perfeitíssima.
EXERCÍCIOS PARA MELHORAR A DICÇÃO


 7. Vem o vento

 Ruth Salles

 Vem o vento, e o verde vale vibra.
 Voa a vela ao vento vindo.
 Verde vespa vara o vento,
 vence o vento e vai!
 Velhas vozes vivas vêm
 Varrem vale e vila!
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A arte de falar e de escutar em publico

  • 1. A ARTE DE FALAR E DE ESCUTAR EM PÚBLICO
  • 2. A VOZ humana: Um elemento de grande valor nas relações interpessoais, porque ela declara, revela, anuncia o que a própria pessoa é, suas potencialidades, suas deficiências; reflete a personalidade, e isto tem enorme influência no aprendizado do outro.
  • 3. • A rigor, quando estamos falando, o receptor está a nossa “disposição”, sob o nosso “controle”. O som vocal tem poderes inimagináveis: pode aproximar, mas também afastar; pode alegrar, mas também entristecer; pode afagar, mas também agredir...
  • 4. A ORATÓRIA • A ORATÓRIA é a arte de proferir discursos. Parece simples, mas não é. As atividades humanas, as ciências e as artes mantêm relações recíprocas. Assim, a oratórias tem como auxiliares: a Filosofia, a Ética, a Psicologia, a História, a Antropologia, a Sociologia, a Fisiologia, a Linguística, a Fonética e o bom senso.
  • 5. ALGUNS Por QUESTIONAMENTOS em que as pessoas falam público discursando tão mal? Por que, tendo tudo para agradar, terminam por afastar as pessoas da idéia central? Por que para uns falar apresentam um problema e para outros uma satisfação? A oratória está em desuso?
  • 6. A oratória não está em desuso, o problema é questão técnica. 3 Princípios podem nos ajudar: 1.preparar a estrutura intelectual do discurso; 2.arquitetar a forma de falar ; 3.conhecer as características de cada auditório e se informar sobre o tipo de público.
  • 7. ORADOR REAL X ORADOR IDEAL CARACTERÍSTICA DO ORADOR REAL • Dono da verdade: fala como se detivesse o controle das situações. A história e o tempo são muito generosos, fornecendo elementos apenas para ele. Os demais nada entendem. Por isso fala... fala... e não agrada ninguém. • Arrogante: Impõe-se com soberba e insolência, como quem se presume o mais hábil, intelectual informado, elegante e controlador.
  • 8. *Complicador: Sobrecarrega seu discurso com excesso de assuntos sem levar em consideração se o público vai ou não receber bem suas informações. Para ele tanto faz, o que importa é emitir suas idéias... *Não planificador: Aquele tipo que fala “inspirado”. As idéias surgem “na hora”, perde a forma e se afasta do essencial.
  • 9. *Gritador: O tom da voz é sempre agudo, intenso, rápido, desrespeitando as mais elementares regras de comunicação. * *Desatualizado: Está sempre fazendo referências ao passado; nutre-se de informações tendenciosas, preconceituosas, de gosto duvidoso. Sua biblioteca não é variada e nem atualizada. Vive do passado, alheio ao presente e negando o futuro.
  • 10. *Assim, são os oradores reais. Pode não parecer, mas vivemos entre eles. O que mais causa surpresa e pesar é a resistência que eles têm para mudar, atualizar e contextualizar. Por isso, estão e continuarão limitados e empobrecidos da graça do saber.
  • 11. CARACTERÍSTICAS DO ORADOR IDEAL Investe em si mesmo:consulta especialistas, lê bons livros, faz bons cursos, é um bom ouvinte. Está com os pés no presente e os olhos no futuro. Tem cuidado com a sua voz: Treina sempre a sua voz, atualiza-se, muda os tons e intensidade, o ritmo; Tem domínio sobre a voz e dificilmente tem problemas vocais, além de estar sempre bem disposto.
  • 12. *Pesquisador: Sabe suprir todos com informações seguras e contextualizadas; lê sobre tudo e retém o melhor para que seus liderados sejam privilegiados. *Informador: Procura ouvir seus liderados com freqüência; analisa antes o que vai fazer; sabe trabalhar em equipe; entende que sozinho não pode fazer nada. Por isso, mantém um fluxo de informações.
  • 13. Assim são o orador real e o ideal. Seria interessante fazer uma auto- avaliação sobre o comportamento em oratória: A ARTE DE FALAR E DE ESCUTAR EM BÚBLICO. Estamos na era da Informática, da comunicação digital, dos crescimentos pessoal e interpessoal. É salutar cada mudança que gera maturidade e eficácia nos relacionamentos humanos e na comunicação.
  • 14. SETE CAMINHOS PARA UMA COMUNICAÇÃO EFICAZ
  • 15. Objetivos Apresentar sete caminhos para uma comunicação eficaz Promover a auto- análise e a sensibilização para uma comunicação clara, objetiva e segura.
  • 16. 7 Caminhos para uma Comunicação Eficaz 7 Caminhos para uma Comunicação Eficaz 1. Comunicação humana e Autoconhecimento 2. Conhecimento das Barreiras 3. Plano de Ação 4. Aplicação das Técnicas de Comunicação 5. A Assertividade 6. A Arte de escutar 7. Celebrar as conquistas e buscar novos desafios
  • 17. 1 - Comunicação humana e autoconhecimento Comunicação Eficaz: a arte da interação e do encontro. A arte de tornar comum uma mensagem Símbolo de poder e
  • 18.  Somos do tamanho da comunicação que conseguimos estabelecer no meio em que atuamos  Tercoragem de comunicar-se é estar disponível para o contato social A conversa é a cola que une o relacionamento  FALAR É FALAR-SE
  • 19. IMAGEM Definição: • Imagem é a impressão que as pessoas tem de você • O importante é que sua imagem seja um reflexo do que você é • A imagem deve ser uma expressão genuína de você mesmo, mas essa expressão deve ser adequada à situação, ao ambiente ou à cultura em que você está inserido.
  • 20. A Imagem é uma combinação de 3 percepções - Como eu me vejo - Como os outros me vêem - Qual a imagem que eu gostaria de transmitir?
  • 21. 1 - Comunicação Humana e Autoconhecimento Fontes de Informações Expressões Faciais Tom de Voz Vocabulário Gestos Trajes
  • 22. 2 - Barreiras nas comunicações Escolha Dificuldade Excesso de Egocentrism Preconceitos Timidez Status inadequada: de expressão intermediários o receptor;   momento, local e meio.  Egocentrismo  Preconceitos  Timidez  Status  Dificuldade de expressão  Excesso de intermediários
  • 23. 3 - Plano de Ação  Identificar as necessidades.  Criar objetivos para superação dos obstáculos.  Determinar o tempo para con- quistar os objetivos propostos.  Planejar estratégias facilitadoras.  Avaliar os resultados.
  • 24. 4 – Aplicação do recurso V.I.P. V – VONTADE I – INFORMAÇÃO P – PRÁTICA
  • 25. 4 – Aplicação do recurso V.I.P . V – VONTADE De: . Planejar . Apresentar . Avaliar a mensagem
  • 26. 4 – Aplicação do recurso V.I.P. I - INFORMAÇÃO Todos os conhecimentos necessários para uma mensagem eficaz: • público-alvo • conteúdo • técnicas de comunicação verbal e não-verbal • técnicas de controle da emoção
  • 27. 4 – Aplicação do recurso V.I.P. P - PRÁTICA: • a aplicação dos conhecimentos • o treino das habilidades de comunicação verbal e não-verbal • a percepção do outro • a coragem para a auto-análise
  • 28. 4 – Aplicação do recurso V.I.P. Na comunicação verbal EVITE Pronunciar mal as palavras; falar muito baixo ou muito alto; falar muito depressa ou muito devagar; respirar mal; usar vícios de linguagem como “tá?”, “né?”, “ok”, “certo?”, “entendeu?”, “percebe?”, “é isso aí!”, “tipo assim”, “a gente”, “acho que” e outros;
  • 29. 4 – Aplicação do recurso V.I.P. Na comunicação verbal EVITE falar como robô, em tom monocórdio; cometer erros gramaticais; engolir esses e erres; falar com estridência; ser prolixo ou monossilábico; expressar-se sem objetividade e clareza;
  • 30. 4 – Aplicação do recurso V.I.P. Na comunicação verbal EVITE usar termos técnicos para público leigo; contar piadas e usar chavões; usar argumentos inconsistentes; perder-se em detalhes;
  • 31. 4 – Aplicação do recurso V.I.P. Na comunicação verbal EVITE baixar a voz no final das frases; não destacar as idéias principais; não aliar a técnica à naturalidade na comunicação.
  • 32. 4 – Aplicação do recurso V.I.P. Na comunicação não-verbal EVITE gestos que conotem nervosismo e inibição; ajeitar a gravata; manusear chaveiro, caneta; ajeitar o cabelo ou os óculos; coçar-se, pigarrear ou bocejar; apoiar-se ora numa perna ora em outra; fixar os olhos no chão, no teto ou numa só pessoa da platéia.
  • 33. 4 – Aplicação do recurso V.I.P. Na comunicação não-verbal EVITE olhar através das pessoas; ficar parado como estátua ou com as pernas abertas; movimentar as mãos excessivamente; estufar o peito ou cruzar os braços; mascar ou roer unhas;
  • 34. 4 – Aplicação do recurso V.I.P. Na comunicação não-verbal EVITE esfregar as mãos ansiosamente; pôr as mãos nos bolsos; olhar para o vazio; pôr as mãos na cintura;
  • 35. 4 – Aplicação do recurso V.I.P. Na comunicação interpessoal EVITE usar a comunicação como forma de poder; esquecer o valor da empatia; ser irônico e sarcástico; apresentar-se sem estar preparado;
  • 36. 4 – Aplicação do recurso V.I.P. Na comunicação interpessoal EVITE chegar atrasado; ter gestos, atos e palavras incoerentes; ser inflexível; não saber administrar conflitos interpessoais;
  • 37. 4 – Aplicação do recurso V.I.P. Na comunicação interpessoal EVITE falar do que não conhece;
  • 38. 5º Caminho - A Assertividade Definição:  o termo assertividade origina-se de asserção, fazer asserção quer dizer afirmar,do latim afirmare, tornar firme,consolidar,confirmar e declarar com firmeza.  Assertividade é o ingrediente dos relacionamentos saudáveis.
  • 39. 6o Caminho – A arte de escutar Curiosidades: – Ouvimos 4 ou 5 vezes mais depressa do que falamos – Falamos em média 90 a 120 palavras por minuto – 80% do nosso tempo gastamos em comunicação:  Lendo 4%  Escrevendo 11%  Falando 22%  Ouvindo 63%
  • 40. 6o Caminho – A arte de escutar Nós: • Nem sempre escutamos o que outro fala; • Ouvimos o que o outro não está dizendo; • Ouvimos o que queremos ouvir; • Ouvimos o que já imaginávamos o que o outro iria falar; • Ouvimos apenas o necessário para responder; • Ouvimos só o que não queremos ouvir ou... • Simplesmente não escutamos!
  • 41. 6o Caminho – A arte de escutar Para ouvir bem: *Tenha em mente o porquê ouvir; • Procure concentrar-se em quem fala; • Evite interferências ou interrupções; • Procure o sentido e a verdadeira intenção de quem fala; • Aguarde para responder; • Responda o que representa para você o objetivo principal da conversa.
  • 42. 7º Caminho Celebrar as conquistas e buscar novos desafios
  • 43. EXERCÍCIOS PARA MELHORAR A DICÇÃO 1. Num ninho de mafagafos tem cinco mafagafinhos. Tem também magafaços, maçagafas, maçagafinhos, mafafagos, magaçafas, maçafagas, magafinhos, magafafos e magafagafinhos. 2. Tenho um pé de cafanguito. Quem o descafanguitar; bom descafanguitador será. Como eu descafanguitei, bom descafanguitador serei. 3. Bagre branco, branco bagre, bagre branco, branco bagre. (Repita 5 vezes). 4. A frota de frágeis fragatas, fretada por um franco frustrado, enfreado de frio, naufragou na refrega, por frêmitos flecheiros africanos.
  • 44. EXERCÍCIOS PARA MELHORAR A DICÇÃO 5. O desinquivincavacador das caravelarias desinquivincavacaria as cavidades, que deveriam ser desinquivincavacadas. 6. Perlustrando patética petição produzida pela postulante, prevemos possibilidade para pervencê-la, porquanto parecem pressupostos primários permissíveis, para propugnar pelo presente pleito, pois prejulgamos pugna pretérita perfeitíssima.
  • 45. EXERCÍCIOS PARA MELHORAR A DICÇÃO 7. Vem o vento Ruth Salles Vem o vento, e o verde vale vibra. Voa a vela ao vento vindo. Verde vespa vara o vento, vence o vento e vai! Velhas vozes vivas vêm Varrem vale e vila! Vidros vibram! Vento verga varas verdes. - Vira a vista e vê!