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Oratória
excelência para falar em público
Gislene Isquierdo
Gislene Isquierdo
• Psicóloga
•Master Coach
•Mba em Coaching e Liderança
•Especialista em Recursos Humanos
Gestão de Pessoas
Psicologia clínica
•Docente do curso de Psicologia
do MBA em Coaching em SP e no PR
•Empresária da Acordar DH
•Mais de 18 anos de experiência na área corporativa
mmm
Objetivo:
melhorar a
eficácia da SUA
comunicação.
OS TRÊS CONCEITOS DA BASE:
1. Informação + Ação
2. Consistência
3. Decisão
Quais são os
seus objetivos
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Outro: necessidades,
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• Um sentimento calmo de auto-respeito.
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recursos.
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•Ligação do
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mentalmente, para
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PARA REFLETIR
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Procure se
comportar em
frente ao público
da MESMA
maneira como age
no dia-a-dia.
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ERRO:
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ser e começam a
agir de maneira
diferente...
*Postura
enrijecida;
*Os gestos são
mecânicos;
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solene;
*Vocabulário de
dicionário...
Quanto mais você puder
agir da maneira como se
expressa quando está
diante de pessoas que
você sente-se
confortável, mais seguro
e confiante você se
sentirá e muito melhor
será a qualidade da sua
exposição.
 Aumente o volume da sua voz;
 Torne seus gestos e sua fisionomia
mais expressivos;
 Procure dar pausas mais
acentuadas;
 Aumente a energia e a disposição
na sua ‘conversa’ à medida que a
plateia se torna maior.
pequenos AJUSTES...
Aproveite e explore
suas melhores
habilidades!
DICA QUENTE
Pessoas que ao aprenderem a USAR as suas
FORÇAS, ou seja, o que já possuíam de melhor
para fazer apresentações diante de plateias ,
SUPERARAM os seus desafios e
passaram a ser mais FELIZES.
É o público quem decidirá
os rumos que você
deverá tomar.
O que a platéia deseja
ouvir?
De que forma ela
gostaria de vê-lo?
CONHECENDO O PÚBLICO
Você atingirá
seus
objetivos!
PREPARANDO O DISCURSO
Inspiração ou preparo?
Lançar-se de maneira aleatória diante do público,
sem um planejamento previamente preparado
para a composição do discurso, esperando que a
inspiração possa lhe iluminar é um ato de
irresponsabilidade.
Interdependência;
Proporcionalidade e
Elucidação.
Regras
Características importante:
Agradará ou não...
Motivará a continuação ou não...
É no início, logo nas primeiras palavras, que
você deverá envolver o auditório, aguçando
o interesse e a curiosidade dele.
INTRODUÇÃO
 Tornar o auditório benevolente é transformá-lo
em um amigo favorável às suas ideias e ao seu
comportamento.
 Conquistar a simpática dos ouvintes e fazê-los
desejar que a sua apresentação seja um
sucesso!
1. CONQUISTANDO A BENEVOLÊNCIA
Comece pelo sorriso:
Se o assunto permitir, evidentemente, o sorriso será
o primeiro passo importante para conquistar os
ouvinte.
Porém, deve ser um sorriso sincero, amigável,
disponível, como se você encontrado um amigo
muito querido.
... BRINCAR com as próprias
características físicas, inabilidades,
defeitos ou erros cometidos é também
uma forma eficiente de você
conquistar os ouvintes, usando sua
própria pessoa.
Elogie os ouvintes sinceramente:
Esse é um dos recursos mais eficientes para
conquistar a torcida da platéia.
Todos os grupos possuem qualidades que
poderão ser destacadas, bastará um pouco
de atenção para descobrir.
O auditório estará dócil quando se
desarmar de resistências, quando
permitir que seja conduzido, guiado
pelo caminho determinado por
você.
Esta conquista precisa acontecer no início da
apresentação.
2. CONQUISTANDO A DOCILIDADE
Demonstre autoridade:
A resistência do ouvinte poderá
ocorrer principalmente quando
ele não souber ou tiver dúvidas
a respeito de suas
qualificações para tratar o
assunto.
Estabelecer identidade:
Demonstre que há entre você e o público
algum tipo de identidade: mencionar
alguém presente que você conheça, faça
referência ao prédio do evento, ao bairro, a
cidade, um fato que esteja ocorrendo ou que
possa ocorrer e que também seja conhecido da
plateia...
Um frase de impacto:
Especialmente quando os
ouvintes estiverem pouco
envolvido. Como se fosse uma
manchete de jornal!
3. CONQUISTANDO A ATENÇÃO
Um fato bem humorado:
Aproveite uma informação que
nasça do contexto da
mensagem ou do próprio
ambiente onde fará a
apresentação, exagere na
maneira de transmiti-la e
transforme-a num fato bem
humorado.
Pedir desculpas (problemas de saúde, falta de
preparo);
Contar piadas (engraçada e sem graça);
Começar com palavras vazias (Bom, bem, ai,
então);
Fazer perguntas ao auditório;
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O QUE EVITAR
NUMA INTRODUÇÃO
A CONFIRMAÇÃO:
É aqui que você deverá reunir todos os seus esforços e
utilizar toda a sua capacidade para convencer ou
persuadir os ouvintes.
=> Primeiro os elementos lógicos, destinados a
convencer por meio das razões e do raciocínio;
=> Em seguida, os morais, aqueles destinados a
persuadir pela emoção; provocando os sentimentos.
O ASSUNTO CENTRAL
ORDEM DOS ARGUMENTOS:
Todos fortes e
consistentes;
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Falará com mais vibração, imprimirá um
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palavras e aumentará a intensidade da
voz (sem exagero), um pouco mais alto
do que o volume anterior.
CONCLUSÃO
Reafirmará os principais pontos da
argumentação, valorizando o
conteúdo da mensagem e afastando
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Levará os ouvintes à reflexão, tratará de
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de comover e convencer o público.
Recapitulação
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ELEMENTOS
DA CONCLUSÃO
Vídeos
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Oratória: A execlência para falar em público

  • 1. Oratória excelência para falar em público Gislene Isquierdo
  • 2. Gislene Isquierdo • Psicóloga •Master Coach •Mba em Coaching e Liderança •Especialista em Recursos Humanos Gestão de Pessoas Psicologia clínica •Docente do curso de Psicologia do MBA em Coaching em SP e no PR •Empresária da Acordar DH •Mais de 18 anos de experiência na área corporativa
  • 3. mmm
  • 4.
  • 6. OS TRÊS CONCEITOS DA BASE: 1. Informação + Ação 2. Consistência 3. Decisão
  • 7. Quais são os seus objetivos com este curso?
  • 8. Psicologia.  Comportamental  Cognitiva  Positiva Neurociência. Coaching. Metodologia
  • 10. To do
  • 11. Atitudes para o Sucesso
  • 12. Com qual palavra estou sendo descrito pelas pessoas à minha volta?
  • 13. Com qual palavra EU quero ser descrito?
  • 15. Outro: necessidades, expectativas, objetivos Conteúdo Forma Eu: Objetivo Processo da Comunicação Interpessoal
  • 19. Autoestima • Maneira pela qual a pessoa se sente em relação a si mesma. • O quanto gosta de si. • A mola que impulsiona para o êxito ou para o fracasso. • Um sentimento calmo de auto-respeito. • Um sentimento de valor próprio.
  • 20. A ideia que cada um faz de si mesmo, influencia a escolha dos amigos, a maneira pela qual se entende com os outros, o tipo de pessoa com quem se casa e a produtividade que terá.
  • 21. Por que isso é importante? Recebendo e dando...
  • 22. Outro: necessidades, expectativas, objetivos Conteúdo Forma Eu: Objetivo Processo da Comunicação Interpessoal
  • 23. Mensagem Intelectual X Mensagem Emocional O conteúdo é para o outro:
  • 24. Comunicação é o que o outro entende... Não o que você comunica.
  • 26. • Divertir => usar melhor os próprios recursos. • Stress => Cortisol, abaixa a imunidade. • Estados Emocionais Positivos: Técnicas conscientes “O que eu vou fazer para gerar emoções positivas?”
  • 28. Destacar um fator para aprendizagem: 1. Repetição; 2. Visualização…
  • 29. Se você repetir este processo várias vezes mentalmente, para o seu cérebro, você já fez!
  • 31. Desassociado Associado Vendo-se na tela Sente-se parte Não tem as emoções Tem as emoções
  • 32. Desassociado Associado Mais racional Mais emotiva Mais estratégicas Sofrem mais
  • 37. PARA REFLETIR Falar bem é um dom que já nasce com a pessoa?
  • 38. DICA Nº 1 Procure se comportar em frente ao público da MESMA maneira como age no dia-a-dia.
  • 39. GRANDE ERRO: Quando ao usar a palavra em público, mudam sua forma de ser e começam a agir de maneira diferente... *Postura enrijecida; *Os gestos são mecânicos; *Olhar distante; *Voz com tom solene; *Vocabulário de dicionário...
  • 40. Quanto mais você puder agir da maneira como se expressa quando está diante de pessoas que você sente-se confortável, mais seguro e confiante você se sentirá e muito melhor será a qualidade da sua exposição.
  • 41.  Aumente o volume da sua voz;  Torne seus gestos e sua fisionomia mais expressivos;  Procure dar pausas mais acentuadas;  Aumente a energia e a disposição na sua ‘conversa’ à medida que a plateia se torna maior. pequenos AJUSTES...
  • 42. Aproveite e explore suas melhores habilidades! DICA QUENTE
  • 43. Pessoas que ao aprenderem a USAR as suas FORÇAS, ou seja, o que já possuíam de melhor para fazer apresentações diante de plateias , SUPERARAM os seus desafios e passaram a ser mais FELIZES.
  • 44. É o público quem decidirá os rumos que você deverá tomar. O que a platéia deseja ouvir? De que forma ela gostaria de vê-lo? CONHECENDO O PÚBLICO Você atingirá seus objetivos!
  • 45. PREPARANDO O DISCURSO Inspiração ou preparo? Lançar-se de maneira aleatória diante do público, sem um planejamento previamente preparado para a composição do discurso, esperando que a inspiração possa lhe iluminar é um ato de irresponsabilidade.
  • 47. Agradará ou não... Motivará a continuação ou não... É no início, logo nas primeiras palavras, que você deverá envolver o auditório, aguçando o interesse e a curiosidade dele. INTRODUÇÃO
  • 48.  Tornar o auditório benevolente é transformá-lo em um amigo favorável às suas ideias e ao seu comportamento.  Conquistar a simpática dos ouvintes e fazê-los desejar que a sua apresentação seja um sucesso! 1. CONQUISTANDO A BENEVOLÊNCIA
  • 49. Comece pelo sorriso: Se o assunto permitir, evidentemente, o sorriso será o primeiro passo importante para conquistar os ouvinte. Porém, deve ser um sorriso sincero, amigável, disponível, como se você encontrado um amigo muito querido.
  • 50. ... BRINCAR com as próprias características físicas, inabilidades, defeitos ou erros cometidos é também uma forma eficiente de você conquistar os ouvintes, usando sua própria pessoa.
  • 51. Elogie os ouvintes sinceramente: Esse é um dos recursos mais eficientes para conquistar a torcida da platéia. Todos os grupos possuem qualidades que poderão ser destacadas, bastará um pouco de atenção para descobrir.
  • 52. O auditório estará dócil quando se desarmar de resistências, quando permitir que seja conduzido, guiado pelo caminho determinado por você. Esta conquista precisa acontecer no início da apresentação. 2. CONQUISTANDO A DOCILIDADE
  • 53. Demonstre autoridade: A resistência do ouvinte poderá ocorrer principalmente quando ele não souber ou tiver dúvidas a respeito de suas qualificações para tratar o assunto.
  • 54. Estabelecer identidade: Demonstre que há entre você e o público algum tipo de identidade: mencionar alguém presente que você conheça, faça referência ao prédio do evento, ao bairro, a cidade, um fato que esteja ocorrendo ou que possa ocorrer e que também seja conhecido da plateia...
  • 55. Um frase de impacto: Especialmente quando os ouvintes estiverem pouco envolvido. Como se fosse uma manchete de jornal! 3. CONQUISTANDO A ATENÇÃO
  • 56. Um fato bem humorado: Aproveite uma informação que nasça do contexto da mensagem ou do próprio ambiente onde fará a apresentação, exagere na maneira de transmiti-la e transforme-a num fato bem humorado.
  • 57. Pedir desculpas (problemas de saúde, falta de preparo); Contar piadas (engraçada e sem graça); Começar com palavras vazias (Bom, bem, ai, então); Fazer perguntas ao auditório; Usar chavões (Quem entra na chuva é pra se molhar). O QUE EVITAR NUMA INTRODUÇÃO
  • 58. A CONFIRMAÇÃO: É aqui que você deverá reunir todos os seus esforços e utilizar toda a sua capacidade para convencer ou persuadir os ouvintes. => Primeiro os elementos lógicos, destinados a convencer por meio das razões e do raciocínio; => Em seguida, os morais, aqueles destinados a persuadir pela emoção; provocando os sentimentos. O ASSUNTO CENTRAL
  • 59. ORDEM DOS ARGUMENTOS: Todos fortes e consistentes; Todos frágeis; Pesos diferentes.
  • 60. Falará com mais vibração, imprimirá um ritmo mais acentuado na pronúncia das palavras e aumentará a intensidade da voz (sem exagero), um pouco mais alto do que o volume anterior. CONCLUSÃO
  • 61. Reafirmará os principais pontos da argumentação, valorizando o conteúdo da mensagem e afastando eventuais indisposições na plateia. Levará os ouvintes à reflexão, tratará de persuadi-los e orientá-los para a ação. Colocará todo o vigor e competência a fim de comover e convencer o público.
  • 65. Para que os ouvintes compreendam melhor a mensagem e guarde as informações por muito mais tempo. Quando utilizados de forma apropriada, facilitam a boa ordenação da mensagem e permitem ao palestrante apresentar as informações em seqüência coerente e destacar os tópicos mais relevantes.
  • 66. Alguns estudos mostram que, se transmitirmos a mensagem apenas verbalmente, depois de 3 dias os ouvintes irão se lembrar apenas de 10% do que falamos. Entretanto, se essa mesma mensagem for apoiada por um recurso audiovisual, no final do mesmo período os ouvinte recordarão 65% do que foi comunicado.
  • 67. Cada um deverá se valer do recurso com o qual se sinta mais à vontade. Lógico que, se você puder falar com a as mãos livres, sem segurar nenhum objeto, sua apresentação provavelmente será muito mais eficaz. OBJETOS NA MÃO
  • 68. A ordem utilizada para preparar uma apresentação é diferente da seqüência da exposição. Vamos observar algumas regrinhas que ajudam a planejar desde uma simples conversa até uma apresentação importante de uma conferência. COMO MONTAR UMA APRESENTAÇÃO?
  • 69. * Não comece pelo começo: 1.Identifique o assunto; 2.Descubra os objetivos; 3.Facilite o entendimento dos ouvintes; 4.Prepare a conclusão e a introdução. Para ajudar
  • 70. • O que fazemos com a nossa mente nos jogos (relacionamentos, negócios, saúde, aprendizagem...) Timothy Gallwey O Jogo interno
  • 71. •2 eus: Self 1 Self 2 Falando consigo mesmo