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O Binômio Fordismo/taylorismo ultrapassa os
muros da fábrica influenciando a sociabilidade
Em diversas esferas, para além da esfera
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estandardização da vida, a rotina tornaram-se
o estilo de vida moderno . Alvo de crítica de
matizes diferentes, e não só na sociologia, na
filosofia, e na arte como no quadro ao lado de
Andy Warhol
Temas: Toyotismo
Algumas características:
• O Toyotismo foi uma resposta à crise da economia capitalista mundial pós
Segunda Guerra Mundial .
• O Toyotismo ganhou impulso com a introdução da computação, da
robótica e da telemática (transmissão de dados a distância) na produção.
• O Toyotismo caracterizou-se por métodos que procuraram a cooperação
de trabalhadores entre si, entre trabalhadores e a gerência.
• O Toyotismo se caracterizou, entre outros fatores, pela exigência de
maior versatilidade dos trabalhadores para o desempenho das funções.
Temas: Sindicalismo e
trabalho.
• “No tempo em que os sindicatos eram fortes, os trabalhadores podiam se
queixar do excesso de velocidade na linha de produção e do índice de
acidentes sem medo de serem despedidos. Agora, apenas um terço dos
funcionários da IBP [empresa alimentícia norte-americana] pertence a
algum sindicato. A maioria dos não sindicalizados é imigrante recente;
vários estão no país ilegalmente; e no geral podem ser despedidos sem
aviso prévio por seja qual for o motivo. Não é um arranjo que encoraje
ninguém a fazer queixa. [...] A velocidade das linhas de produção e o
baixo custo trabalhista das fábricas não sindicalizadas da IBP são agora
o padrão de toda indústria.”
• (SCHLOSSER, Eric. País Fast-Food. São Paulo: Ática, 2002. p. 221.)
Característica :
O Sindicalismo entra em declínio no modelo de acumulação flexível,
marcado também em alguns setores , por exemplo de serviços (fastfood’s)
por baixa qualificação do trabalhador acompanhada de má remuneração do
trabalho e alta rotatividade (trabalho temporário).
Temas: desemprego estrutural :
Podemos pensar em outra
característica que é o incremento
da tecnológico (com introdução da
robótica e automação), assim as
novas formas de gerenciamento de
produção do pós fordismo e novas
tecnologias que são inseridas no
processo produtivo, eliminando
empregos que não voltam.
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• Podemos pensar na reestruturação produtiva, como sendo o
conjunto das transformações que ocorreram nas tecnologias e
nas relações de produção, causando, entre outros ,um impacto
no no mercado laboral, tendo em vista o desaparecimento de
algumas profissões, como por exemplo os trabalhadores
qualificados da indústria, mas também atingindo os mais
jovens que acabam submetidos ao trabalho parcial,
temporário, subcontratação, terceirização ou mesmo vinculado
a economia informal, como consequência
• Tanto a liberalização econômica e incremento tecnológico
causam o desemprego estrutural.
• Podemos pensar no acirramento da competição tecnológica,
que tem reordenado o padrão de acumulação capitalista e
gerado grandes corporações globais, por meio de fusões de
empresas que operam em um determinado setor econômico.
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trabalho
• A reestruturação trás também o fenômeno
da alta rotatividade da mão-de-obra e
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entre empregadores e empregados. Não
existe um “tipo puro de modelo da
organização da produção no Brasil. Nossa
economia vai mesclar o modelo tradicional
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flexível.
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INFORMAL
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trabalho:
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Mundo do trabalho

  • 2. Temas: Clássicos • Trabalho nos clássicos: • Marx : Alienação/exploração. • Durkheim: Solidariedade. • Weber: ética positiva do trabalho. (racionalidade)
  • 3. Temas: Fordismo/Taylorismo O binômio surge da fusão da linha de montagem de Henri Ford e dos métodos propostos Frederick Taylor, a estratégia da linha de montagem e os métodos, conjuntamente aplicados no início do século XX, visavam a produção em massa e à intensificação e aperfeiçoamento dos movimentos do trabalho, para eliminar os tempos mortos e aumentar a produtividade. Exigiam um controle vertical forte dos trabalhadores por parte dos gerentes, e a mediação do tempo em que a tarefa é realizada. Linha de montagem (esteira/especialização). O Binômio Fordismo/taylorismo ultrapassa os muros da fábrica influenciando a sociabilidade Em diversas esferas, para além da esfera puramente econômica. O consumo de massa, a estandardização da vida, a rotina tornaram-se o estilo de vida moderno . Alvo de crítica de matizes diferentes, e não só na sociologia, na filosofia, e na arte como no quadro ao lado de Andy Warhol
  • 4. Temas: Toyotismo Algumas características: • O Toyotismo foi uma resposta à crise da economia capitalista mundial pós Segunda Guerra Mundial . • O Toyotismo ganhou impulso com a introdução da computação, da robótica e da telemática (transmissão de dados a distância) na produção. • O Toyotismo caracterizou-se por métodos que procuraram a cooperação de trabalhadores entre si, entre trabalhadores e a gerência. • O Toyotismo se caracterizou, entre outros fatores, pela exigência de maior versatilidade dos trabalhadores para o desempenho das funções.
  • 5. Temas: Sindicalismo e trabalho. • “No tempo em que os sindicatos eram fortes, os trabalhadores podiam se queixar do excesso de velocidade na linha de produção e do índice de acidentes sem medo de serem despedidos. Agora, apenas um terço dos funcionários da IBP [empresa alimentícia norte-americana] pertence a algum sindicato. A maioria dos não sindicalizados é imigrante recente; vários estão no país ilegalmente; e no geral podem ser despedidos sem aviso prévio por seja qual for o motivo. Não é um arranjo que encoraje ninguém a fazer queixa. [...] A velocidade das linhas de produção e o baixo custo trabalhista das fábricas não sindicalizadas da IBP são agora o padrão de toda indústria.” • (SCHLOSSER, Eric. País Fast-Food. São Paulo: Ática, 2002. p. 221.) Característica : O Sindicalismo entra em declínio no modelo de acumulação flexível, marcado também em alguns setores , por exemplo de serviços (fastfood’s) por baixa qualificação do trabalhador acompanhada de má remuneração do trabalho e alta rotatividade (trabalho temporário).
  • 6. Temas: desemprego estrutural : Podemos pensar em outra característica que é o incremento da tecnológico (com introdução da robótica e automação), assim as novas formas de gerenciamento de produção do pós fordismo e novas tecnologias que são inseridas no processo produtivo, eliminando empregos que não voltam.
  • 7. Temas: Iternacionalização da economia (Globalização) • Podemos pensar na reestruturação produtiva, como sendo o conjunto das transformações que ocorreram nas tecnologias e nas relações de produção, causando, entre outros ,um impacto no no mercado laboral, tendo em vista o desaparecimento de algumas profissões, como por exemplo os trabalhadores qualificados da indústria, mas também atingindo os mais jovens que acabam submetidos ao trabalho parcial, temporário, subcontratação, terceirização ou mesmo vinculado a economia informal, como consequência • Tanto a liberalização econômica e incremento tecnológico causam o desemprego estrutural. • Podemos pensar no acirramento da competição tecnológica, que tem reordenado o padrão de acumulação capitalista e gerado grandes corporações globais, por meio de fusões de empresas que operam em um determinado setor econômico.
  • 8. Temas: Brasil e a reestruturação do trabalho • A reestruturação trás também o fenômeno da alta rotatividade da mão-de-obra e formas mais flexíveis e precárias de contrato entre empregadores e empregados. Não existe um “tipo puro de modelo da organização da produção no Brasil. Nossa economia vai mesclar o modelo tradicional (fordismo) com modelos de acumulação flexível. EX: TRABALHO ANÁLOGO A ESCRAVIDÃO , TRABALHO INFORMAL, TRABALHO INFORMAL
  • 9. Temas: Brasil e a reestruturação do trabalho: Aqui houve uma expansão de formas alternativas de organização do trabalho (trabalho informal, doméstico, temporário, por hora e subcontratação) em detrimento do assalariamento tradicional. Muitos setores da economia se baseiam na informalidade. Ex: reciclagem.