O documento discute a evolução do conceito de trabalho ao longo da história. Na antiguidade, o trabalho era visto como uma atividade degradante reservada aos escravos. Na idade média, era considerado um castigo divino. Já na modernidade, passou a ser valorizado como símbolo de liberdade e progresso. Posteriormente, surgem modelos como o taylorismo, fordismo e toyotismo, racionalizando e flexibilizando a produção em massa.