SlideShare uma empresa Scribd logo
Foucault e Deleuze
SOCIEDADE DISCIPLINAR
E SOCIEDADE DE
CONTROLE
Foucault & deleuze
Modernidade - saberes e práticas
diciplinadoras:
•Medicina clínica:
•A Escola:
•O Poder Judiciário
•A Fábrica
Sociedades disciplinares
maneiras de produzir e os lugares da produção :
especialização e controle
• A medicina clínica passou a ter como foco o corpo do doente e
como objetivo trazer esse corpo “de volta ao normal”. Esse padrão
de normalidade passou a ser um parâmetro para toda a sociedade e
a medicina ganhou uma dimensão política de controle.
• escola tem o poder de ensinar porque tem o poder de saber quais
são os comportamentos desejáveis, quais são os conteúdos
imprescindíveis e qual é a didática adequada.
• instituições de justiça e punição, que encontra nas prisões seu
espaço de realização. A reclusão por tempo determinado no
presidio substituiu, na maior parte dos países do Ocidente, a morte
punitiva.
• As fábricas, por exemplo, reproduzem a estrutura da prisão, no
sentido de que colocam os indivíduos, separados segundo suas
diferentes funções, sob um rígido sistema de vigilância.
Sociedades disciplinares
Pintura Nau dos Insensatos (Bosch)
Loucura na Idade Media
• A nau dos insensatos é uma alegoria persistente no imaginário. Aqui
aparece segundo a versão de Bosch/ Hieronymus Bosch ('s-
Hertogenbosch, c. 1450 — 9 de Agosto de 1516), um dos mais instigantes
mestres da pintura. A insensatez como sinônimo de loucura, alienação,
coisas que, no cenário medieval, eram associadas ao pecado e, por isso,
demonizadas. O louco medieval não pertencia ainda à categoria dos
doentes, mas integrava a sociedade como uma espécie de pária, muitas
vezes profeta, outras vezes, possesso. Era preciso normalizá-lo,
adequando-o à linha de conduta vigente. Não existe loucura, apenas
loucos, e neste amplo quadro cabiam e cabem ainda as mais vastas
concepções de desajuste, desde os extáticos, passando pelos mansos e
indo até os furiosos. A loucura tem uma história, e ela não é, de modo
algum, a história dos loucos. Loucos não tem voz. São fundo, não forma.
Bodes expiatórios que carregam em suas sacolas todas as negações que
afligem aos normais, purificando-os de suas culpas. Loucos e criminosos
devidamente isolados, seja pelo hospício, pelo cárcere ou pela medicação
silenciam a inconsciência de todos nós.
A Prisão
Na palavras de FOUCAULT:
•“Em suma, o princípio da masmorra é invertido;
ou antes, de suas três funções – trancar, privar
de luz e esconder – só se conserva a primeira e
suprimem-se todas as outras duas. A plena luz e
o olhar de um vigia captam melhor que a
sombra, que finalmente protegia. A visibilidade
é uma armadilha.” (Foucault, 1975)
Sociedades disciplinares
(MICHEL FOUCAULT. Microfísica do poder.)
•"... uma das primeiras coisas a compreender é
que o poder não está localizado no Estado e
que nada mudará na sociedade se os
mecanismo de poder que funcionam fora, ao
lado dos aparelhos de Estado a um nível muito
mais elementar, não forem modificados".
(Vigiar e Punir, Terceira parte, Disciplina, p. 176-177).
• Em sua obra Vigiar e Punir, Michel Foucault trata do poder disciplinar, ao
escrever: “A ‘disciplina’ não pode se identificar com uma instituição nem com
um aparelho; ela é um tipo de poder, uma modalidade para exercê-lo, que
comporta todo um conjunto de instrumentos, de técnicas, de procedimentos,
de níveis de aplicação, de alvos; ela é uma ‘física’ ou uma ‘anatomia’ do poder,
uma tecnologia. E pode ficar a cargo seja de instituições ‘especializadas’ (as
penitenciárias, ou as casas de correção do século XIX), seja de instituições que
dela se servem como instrumento essencial para um fim determinado (as
casas de educação, os hospitais), seja de instâncias preexistentes que nela
encontram maneira de reforçar ou de reorganizar seus mecanismos internos
de poder (um dia se precisará mostrar como as relações intrafamiliares,
essencialmente na célula pais-filhos, se ‘disciplinaram’, absorvendo desde a
era clássica esquemas externos, escolares, militares, depois médicos,
psiquiátricos, psicológicos, que fizeram da família o local de surgimento
privilegiado para a questão disciplinar do normal e do anormal), seja de
aparelhos que fizeram da disciplina seu princípio de funcionamento interior
(disciplinação do aparelho administrativo a partir da época napoleônica), seja
enfim de aparelhos estatais que têm por função não exclusiva mas
principalmente fazer reinar a disciplina na escala de uma sociedade (a
polícia)”.
Na palavras de FOUCAULT:
•“Para dizer as coisas mais simplesmente: o
internamento psiquiátrico, a normalização mental dos
indivíduos, as instituições penais têm, sem dúvida, uma
importância muito limitada se se procura somente sua
significação econômica. Em contrapartida, no
funcionamento geral das engrenagens do poder, eles
são, sem dúvida, essenciais. Enquanto se colocava a
questão do poder subordinando-o à instância
econômica e ao sistema de interesses que garantia, se
dava pouca importância a estes problemas.”
(Michel Foucault. Microfísica do poder. Rio de Janeiro:
Graal, 1977
(Vigiar e Punir, Terceira parte, Disciplina, p. 176-177).
• “A ‘disciplina’ não pode se identificar com uma instituição nem com um
aparelho; ela é um tipo de poder, uma modalidade para exercê-lo, que
comporta todo um conjunto de instrumentos, de técnicas, de procedimentos,
de níveis de aplicação, de alvos; ela é uma ‘física’ ou uma ‘anatomia’ do poder,
uma tecnologia. E pode ficar a cargo seja de instituições ‘especializadas’ (as
penitenciárias, ou as casas de correção do século XIX), seja de instituições que
dela se servem como instrumento essencial para um fim determinado (as
casas de educação, os hospitais), seja de instâncias preexistentes que nela
encontram maneira de reforçar ou de reorganizar seus mecanismos internos
de poder (um dia se precisará mostrar como as relações intrafamiliares,
essencialmente na célula pais-filhos, se ‘disciplinaram’, absorvendo desde a
era clássica esquemas externos, escolares, militares, depois médicos,
psiquiátricos, psicológicos, que fizeram da família o local de surgimento
privilegiado para a questão disciplinar do normal e do anormal), seja de
aparelhos que fizeram da disciplina seu princípio de funcionamento interior
(disciplinação do aparelho administrativo a partir da época napoleônica), seja
enfim de aparelhos estatais que têm por função não exclusiva mas
principalmente fazer reinar a disciplina na escala de uma sociedade (a
polícia)”.
Deleuze:
• No ano de 1990, o filósofo francês Gilles Deleuze criou o conceito
de “sociedade do controle” para explicar a configuração totalitária
das sociedades atuais. Na sociedade de controle as pessoas têm a
ilusão de desfrutarem de maior autonomia, pois podem, por
exemplo, acessar contas correntes e fazer compras pela Internet.
Mas, por outro lado, seus comportamentos e hábitos de consumo
podem ser conhecidos pelo governo, pelos bancos e grandes
empresas. Sem suspeitarem disso, os indivíduos podem ser
controlados à distância, como se cada um fosse dotado de uma
“coleira eletrônica”.
MICHEL FOUCAULT. (Microfísica do poder.)
- A POLÍTICA:
•"... uma das primeiras coisas a
compreender é que o poder não está
localizado no Estado e que nada mudará
na sociedade se os mecanismo de poder
que funcionam fora, ao lado dos
aparelhos de Estado a um nível muito
mais elementar, não forem modificados".
Sociedade de controle
Mundo das marcas
Jaspion
Sociedade de controle
(Folha Online, 03.03.2010.)
• Pesquisa feita pela Associação Alemã das Empresas de Informação,
Telecomunicação e Novas Mídias (Bitkom) revela que 23% dos
moradores do país topam ter um microchip inserido no próprio
corpo, contanto que isso traga benefícios concretos a eles. O
levantamento, realizado com cerca de mil pessoas de várias
cidades, foi divulgado na feira de tecnologia Cebit, que vai até o
próximo sábado (7), em Hannover.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Poder, política e estado
Poder, política e estadoPoder, política e estado
Poder, política e estado
Marcela Marangon Ribeiro
 
Clássicos da sociologia
Clássicos da sociologiaClássicos da sociologia
Clássicos da sociologia
Luciano Carvalho
 
Apresentação modernidade líquida
Apresentação modernidade líquidaApresentação modernidade líquida
Apresentação modernidade líquida
Rosaalicianc
 
Karl marx e o materialismo histórico e dialético
Karl marx e o materialismo histórico e dialéticoKarl marx e o materialismo histórico e dialético
Karl marx e o materialismo histórico e dialético
Marcela Marangon Ribeiro
 
Trabalho e Sociedade
Trabalho e SociedadeTrabalho e Sociedade
Trabalho e Sociedade
Portal do Vestibulando
 
Sociologia - O que é o trabalho
Sociologia - O que é o trabalho Sociologia - O que é o trabalho
Sociologia - O que é o trabalho
Jeane Santos
 
Karl marx
Karl marxKarl marx
Cap. 1 a sociedade dos indivíduos
Cap. 1   a sociedade dos indivíduosCap. 1   a sociedade dos indivíduos
Cap. 1 a sociedade dos indivíduos
Tiago Lacerda
 
Cap 2 os filosofos da natureza - postar
Cap 2   os filosofos da natureza - postarCap 2   os filosofos da natureza - postar
Cap 2 os filosofos da natureza - postar
José Ferreira Júnior
 
Sociologia clássica 1
Sociologia clássica 1Sociologia clássica 1
Sociologia clássica 1
Douglas Gregorio
 
Slide sociologia 1
Slide sociologia 1Slide sociologia 1
Slide sociologia 1
Over Lane
 
O ser humano
O ser humanoO ser humano
O ser humano
Aldenei Barros
 
SOCIOLOGIA CONCEITOS BASICOS
SOCIOLOGIA CONCEITOS BASICOSSOCIOLOGIA CONCEITOS BASICOS
SOCIOLOGIA CONCEITOS BASICOS
Uniceuma
 
Os Sofistas
Os SofistasOs Sofistas
Os Sofistas
daysefaro
 
Karl Marx
Karl MarxKarl Marx
Karl Marx
Wagner Stefani
 
Nietzsche
NietzscheNietzsche
Genero e sexualidade - Aula Completa de Sociologia
Genero e sexualidade - Aula Completa de SociologiaGenero e sexualidade - Aula Completa de Sociologia
Genero e sexualidade - Aula Completa de Sociologia
Saulo Lucena
 
Emile Durkheim
Emile DurkheimEmile Durkheim
Emile Durkheim
Vitor Vieira Vasconcelos
 
Filosofia medieval
Filosofia medievalFilosofia medieval
Filosofia medieval
Juliana Corvino de Araújo
 
Estratificação social
Estratificação socialEstratificação social
Estratificação social
Paulo Alexandre
 

Mais procurados (20)

Poder, política e estado
Poder, política e estadoPoder, política e estado
Poder, política e estado
 
Clássicos da sociologia
Clássicos da sociologiaClássicos da sociologia
Clássicos da sociologia
 
Apresentação modernidade líquida
Apresentação modernidade líquidaApresentação modernidade líquida
Apresentação modernidade líquida
 
Karl marx e o materialismo histórico e dialético
Karl marx e o materialismo histórico e dialéticoKarl marx e o materialismo histórico e dialético
Karl marx e o materialismo histórico e dialético
 
Trabalho e Sociedade
Trabalho e SociedadeTrabalho e Sociedade
Trabalho e Sociedade
 
Sociologia - O que é o trabalho
Sociologia - O que é o trabalho Sociologia - O que é o trabalho
Sociologia - O que é o trabalho
 
Karl marx
Karl marxKarl marx
Karl marx
 
Cap. 1 a sociedade dos indivíduos
Cap. 1   a sociedade dos indivíduosCap. 1   a sociedade dos indivíduos
Cap. 1 a sociedade dos indivíduos
 
Cap 2 os filosofos da natureza - postar
Cap 2   os filosofos da natureza - postarCap 2   os filosofos da natureza - postar
Cap 2 os filosofos da natureza - postar
 
Sociologia clássica 1
Sociologia clássica 1Sociologia clássica 1
Sociologia clássica 1
 
Slide sociologia 1
Slide sociologia 1Slide sociologia 1
Slide sociologia 1
 
O ser humano
O ser humanoO ser humano
O ser humano
 
SOCIOLOGIA CONCEITOS BASICOS
SOCIOLOGIA CONCEITOS BASICOSSOCIOLOGIA CONCEITOS BASICOS
SOCIOLOGIA CONCEITOS BASICOS
 
Os Sofistas
Os SofistasOs Sofistas
Os Sofistas
 
Karl Marx
Karl MarxKarl Marx
Karl Marx
 
Nietzsche
NietzscheNietzsche
Nietzsche
 
Genero e sexualidade - Aula Completa de Sociologia
Genero e sexualidade - Aula Completa de SociologiaGenero e sexualidade - Aula Completa de Sociologia
Genero e sexualidade - Aula Completa de Sociologia
 
Emile Durkheim
Emile DurkheimEmile Durkheim
Emile Durkheim
 
Filosofia medieval
Filosofia medievalFilosofia medieval
Filosofia medieval
 
Estratificação social
Estratificação socialEstratificação social
Estratificação social
 

Destaque

Sociedade do Controle
Sociedade do ControleSociedade do Controle
Sociedade do Controle
Jonatan Zylbersztejn
 
Deleuze post scriptum sobre sociedades de controle
Deleuze   post scriptum sobre sociedades de controleDeleuze   post scriptum sobre sociedades de controle
Deleuze post scriptum sobre sociedades de controle
Sandra Gorni Benedetti
 
Deleuze, gilles. foucault
Deleuze, gilles. foucaultDeleuze, gilles. foucault
Deleuze, gilles. foucault
Dany Pereira
 
Deleuze.
Deleuze.Deleuze.
Deleuze.
Mardii
 
Aula durkheim
Aula durkheimAula durkheim
Aula durkheim
roberto mosca junior
 
Industria cultural
Industria culturalIndustria cultural
Industria cultural
roberto mosca junior
 
Uerj 2013
Uerj 2013Uerj 2013
Estado contemporâneo_02 (atualizado)
Estado contemporâneo_02 (atualizado)Estado contemporâneo_02 (atualizado)
Estado contemporâneo_02 (atualizado)
roberto mosca junior
 
Resolução uerj
Resolução uerjResolução uerj
Resolução uerj
roberto mosca junior
 
Texto deleuze
Texto deleuze Texto deleuze
Texto deleuze
roberto mosca junior
 
Deleuze para-principiantes
Deleuze para-principiantesDeleuze para-principiantes
Deleuze para-principiantes
Alan Torlaschi
 
Questionário 02
Questionário 02Questionário 02
Questionário 02
roberto mosca junior
 
Gab cap.20
Gab cap.20Gab cap.20
Matéria
MatériaMatéria
Matéria
Diego Godoi
 
Let's look at Deleuze and Guattari's Assemblage concept
Let's look at Deleuze and Guattari's Assemblage conceptLet's look at Deleuze and Guattari's Assemblage concept
Let's look at Deleuze and Guattari's Assemblage concept
Pierre Sutherland
 
Mundo do trabalho
Mundo do trabalhoMundo do trabalho
Mundo do trabalho
roberto mosca junior
 
Sociologia brasileira
Sociologia brasileiraSociologia brasileira
Sociologia brasileira
roberto mosca junior
 
Teoria Culturológica e a Indústria de massa
Teoria Culturológica e a Indústria de massaTeoria Culturológica e a Indústria de massa
Teoria Culturológica e a Indústria de massa
Diego Godoi
 
Os Programas de Humor: Suas Influências na Cultura e Política
Os Programas de Humor: Suas Influências na Cultura e PolíticaOs Programas de Humor: Suas Influências na Cultura e Política
Os Programas de Humor: Suas Influências na Cultura e Política
Diego Godoi
 

Destaque (20)

Sociedade do Controle
Sociedade do ControleSociedade do Controle
Sociedade do Controle
 
Deleuze post scriptum sobre sociedades de controle
Deleuze   post scriptum sobre sociedades de controleDeleuze   post scriptum sobre sociedades de controle
Deleuze post scriptum sobre sociedades de controle
 
Deleuze, gilles. foucault
Deleuze, gilles. foucaultDeleuze, gilles. foucault
Deleuze, gilles. foucault
 
Deleuze.
Deleuze.Deleuze.
Deleuze.
 
Democracia
DemocraciaDemocracia
Democracia
 
Aula durkheim
Aula durkheimAula durkheim
Aula durkheim
 
Industria cultural
Industria culturalIndustria cultural
Industria cultural
 
Uerj 2013
Uerj 2013Uerj 2013
Uerj 2013
 
Estado contemporâneo_02 (atualizado)
Estado contemporâneo_02 (atualizado)Estado contemporâneo_02 (atualizado)
Estado contemporâneo_02 (atualizado)
 
Resolução uerj
Resolução uerjResolução uerj
Resolução uerj
 
Texto deleuze
Texto deleuze Texto deleuze
Texto deleuze
 
Deleuze para-principiantes
Deleuze para-principiantesDeleuze para-principiantes
Deleuze para-principiantes
 
Questionário 02
Questionário 02Questionário 02
Questionário 02
 
Gab cap.20
Gab cap.20Gab cap.20
Gab cap.20
 
Matéria
MatériaMatéria
Matéria
 
Let's look at Deleuze and Guattari's Assemblage concept
Let's look at Deleuze and Guattari's Assemblage conceptLet's look at Deleuze and Guattari's Assemblage concept
Let's look at Deleuze and Guattari's Assemblage concept
 
Mundo do trabalho
Mundo do trabalhoMundo do trabalho
Mundo do trabalho
 
Sociologia brasileira
Sociologia brasileiraSociologia brasileira
Sociologia brasileira
 
Teoria Culturológica e a Indústria de massa
Teoria Culturológica e a Indústria de massaTeoria Culturológica e a Indústria de massa
Teoria Culturológica e a Indústria de massa
 
Os Programas de Humor: Suas Influências na Cultura e Política
Os Programas de Humor: Suas Influências na Cultura e PolíticaOs Programas de Humor: Suas Influências na Cultura e Política
Os Programas de Humor: Suas Influências na Cultura e Política
 

Semelhante a Foucault & deleuze

Vigiar e punir
Vigiar e punirVigiar e punir
Vigiar e punir
roberto mosca junior
 
vigiarepunir-COERÇÃO SOCIAL 1 ANO.pptx
vigiarepunir-COERÇÃO SOCIAL 1 ANO.pptxvigiarepunir-COERÇÃO SOCIAL 1 ANO.pptx
vigiarepunir-COERÇÃO SOCIAL 1 ANO.pptx
RogerioTrentin2
 
Seminário Michel Foucalt apresentacao
Seminário  Michel Foucalt apresentacaoSeminário  Michel Foucalt apresentacao
Seminário Michel Foucalt apresentacao
Lucia Fagundes
 
A ordem do discurso
A ordem do discursoA ordem do discurso
A ordem do discurso
Selma Araujo
 
Michel foucault
Michel foucaultMichel foucault
Michel foucault
Gustavo Cuin
 
Power Point 02 alunos.ppt
Power Point 02 alunos.pptPower Point 02 alunos.ppt
Power Point 02 alunos.ppt
DarleneFerlisbinoSch
 
Aula 3.ppt
Aula 3.pptAula 3.ppt
Aula 3.ppt
CarolVilaRamos1
 
Foucault - o poder e o sujeito
Foucault - o poder e o sujeitoFoucault - o poder e o sujeito
Foucault - o poder e o sujeito
Bruno Carrasco
 
Foucault e a escola
Foucault e a escolaFoucault e a escola
Foucault e a escola
Cybelle Cardozo
 
Foucault - origem, trabalhos e legado
Foucault - origem, trabalhos e legadoFoucault - origem, trabalhos e legado
Foucault - origem, trabalhos e legado
BryanLima22
 
Vigiar e punir
Vigiar e punirVigiar e punir
Vigiar e punir
roberto mosca junior
 
717 rocha
717 rocha717 rocha
717 rocha
Sue Coelho
 
Emile durkheim
Emile durkheimEmile durkheim
Emile durkheim
Portal do Vestibulando
 
Os três domínios na obra de michel foucault 1
Os três domínios na obra de michel foucault 1Os três domínios na obra de michel foucault 1
Os três domínios na obra de michel foucault 1
Karla Saraiva
 
A Ciência, o ideal científico e a razão instrumental
A Ciência, o ideal científico e a razão instrumentalA Ciência, o ideal científico e a razão instrumental
A Ciência, o ideal científico e a razão instrumental
Felipe Saraiva Nunes de Pinho
 
Michel Foucalt e o biopoder
Michel Foucalt e o biopoderMichel Foucalt e o biopoder
Michel Foucalt e o biopoder
Colégio Nova Geração COC
 
emiledurkheim-.ppt
emiledurkheim-.pptemiledurkheim-.ppt
emiledurkheim-.ppt
RogerioTrentin2
 
Poder e Anarquia - Edson Passetti
Poder e Anarquia - Edson PassettiPoder e Anarquia - Edson Passetti
Poder e Anarquia - Edson Passetti
BlackBlocRJ
 
As muitas faces do poder
As  muitas faces do poderAs  muitas faces do poder
As muitas faces do poder
Aldenei Barros
 
Sociologia - Michel Foucalt
Sociologia - Michel FoucaltSociologia - Michel Foucalt
Sociologia - Michel Foucalt
Edenilson Morais
 

Semelhante a Foucault & deleuze (20)

Vigiar e punir
Vigiar e punirVigiar e punir
Vigiar e punir
 
vigiarepunir-COERÇÃO SOCIAL 1 ANO.pptx
vigiarepunir-COERÇÃO SOCIAL 1 ANO.pptxvigiarepunir-COERÇÃO SOCIAL 1 ANO.pptx
vigiarepunir-COERÇÃO SOCIAL 1 ANO.pptx
 
Seminário Michel Foucalt apresentacao
Seminário  Michel Foucalt apresentacaoSeminário  Michel Foucalt apresentacao
Seminário Michel Foucalt apresentacao
 
A ordem do discurso
A ordem do discursoA ordem do discurso
A ordem do discurso
 
Michel foucault
Michel foucaultMichel foucault
Michel foucault
 
Power Point 02 alunos.ppt
Power Point 02 alunos.pptPower Point 02 alunos.ppt
Power Point 02 alunos.ppt
 
Aula 3.ppt
Aula 3.pptAula 3.ppt
Aula 3.ppt
 
Foucault - o poder e o sujeito
Foucault - o poder e o sujeitoFoucault - o poder e o sujeito
Foucault - o poder e o sujeito
 
Foucault e a escola
Foucault e a escolaFoucault e a escola
Foucault e a escola
 
Foucault - origem, trabalhos e legado
Foucault - origem, trabalhos e legadoFoucault - origem, trabalhos e legado
Foucault - origem, trabalhos e legado
 
Vigiar e punir
Vigiar e punirVigiar e punir
Vigiar e punir
 
717 rocha
717 rocha717 rocha
717 rocha
 
Emile durkheim
Emile durkheimEmile durkheim
Emile durkheim
 
Os três domínios na obra de michel foucault 1
Os três domínios na obra de michel foucault 1Os três domínios na obra de michel foucault 1
Os três domínios na obra de michel foucault 1
 
A Ciência, o ideal científico e a razão instrumental
A Ciência, o ideal científico e a razão instrumentalA Ciência, o ideal científico e a razão instrumental
A Ciência, o ideal científico e a razão instrumental
 
Michel Foucalt e o biopoder
Michel Foucalt e o biopoderMichel Foucalt e o biopoder
Michel Foucalt e o biopoder
 
emiledurkheim-.ppt
emiledurkheim-.pptemiledurkheim-.ppt
emiledurkheim-.ppt
 
Poder e Anarquia - Edson Passetti
Poder e Anarquia - Edson PassettiPoder e Anarquia - Edson Passetti
Poder e Anarquia - Edson Passetti
 
As muitas faces do poder
As  muitas faces do poderAs  muitas faces do poder
As muitas faces do poder
 
Sociologia - Michel Foucalt
Sociologia - Michel FoucaltSociologia - Michel Foucalt
Sociologia - Michel Foucalt
 

Mais de roberto mosca junior

Trabalho e sociedade fordismo e toyotismo
Trabalho e sociedade   fordismo e toyotismoTrabalho e sociedade   fordismo e toyotismo
Trabalho e sociedade fordismo e toyotismo
roberto mosca junior
 
Trabalho e sociedade
Trabalho e sociedadeTrabalho e sociedade
Trabalho e sociedade
roberto mosca junior
 
Cultura, ideologia e indústria cultural
Cultura, ideologia e indústria culturalCultura, ideologia e indústria cultural
Cultura, ideologia e indústria cultural
roberto mosca junior
 
Questões de Antropologia (livro)
Questões de Antropologia (livro)Questões de Antropologia (livro)
Questões de Antropologia (livro)
roberto mosca junior
 
Questões de antropologia_01
Questões de antropologia_01Questões de antropologia_01
Questões de antropologia_01
roberto mosca junior
 
Antropologia alteridade
Antropologia alteridadeAntropologia alteridade
Antropologia alteridade
roberto mosca junior
 
Aula de revisão de conteúdo – 8º ano
Aula de revisão de conteúdo – 8º anoAula de revisão de conteúdo – 8º ano
Aula de revisão de conteúdo – 8º ano
roberto mosca junior
 
Aula de revisão de conteúdo – 7º ano
Aula de revisão de conteúdo – 7º anoAula de revisão de conteúdo – 7º ano
Aula de revisão de conteúdo – 7º ano
roberto mosca junior
 
RASCISMO CIENTIFICO
RASCISMO CIENTIFICORASCISMO CIENTIFICO
RASCISMO CIENTIFICO
roberto mosca junior
 
Racismo e miscigenação, democracia racial.
Racismo e miscigenação, democracia racial.Racismo e miscigenação, democracia racial.
Racismo e miscigenação, democracia racial.
roberto mosca junior
 
Aula preconceito e discriminação
Aula preconceito e discriminaçãoAula preconceito e discriminação
Aula preconceito e discriminação
roberto mosca junior
 
Revisão 3º tri
Revisão 3º triRevisão 3º tri
Revisão 3º tri
roberto mosca junior
 
Direitos humanos
Direitos humanosDireitos humanos
Direitos humanos
roberto mosca junior
 
Discussão doc. "Atrásdaporta"
Discussão doc. "Atrásdaporta"Discussão doc. "Atrásdaporta"
Discussão doc. "Atrásdaporta"
roberto mosca junior
 
Mosca viu correção de atividade - texto de apoio movimentos sociais
Mosca viu correção de atividade - texto de apoio movimentos sociaisMosca viu correção de atividade - texto de apoio movimentos sociais
Mosca viu correção de atividade - texto de apoio movimentos sociais
roberto mosca junior
 
Etnocentrismo e relativismo
Etnocentrismo e relativismoEtnocentrismo e relativismo
Etnocentrismo e relativismo
roberto mosca junior
 
Constituição da república federativa do brasil
Constituição da república federativa do brasilConstituição da república federativa do brasil
Constituição da república federativa do brasil
roberto mosca junior
 
texto de apoio movimentos sociais e correção do ED
texto de apoio movimentos sociais e correção do EDtexto de apoio movimentos sociais e correção do ED
texto de apoio movimentos sociais e correção do ED
roberto mosca junior
 
Movimentos sociais
Movimentos sociaisMovimentos sociais
Movimentos sociais
roberto mosca junior
 
Aula 25 09_14
Aula 25 09_14Aula 25 09_14
Aula 25 09_14
roberto mosca junior
 

Mais de roberto mosca junior (20)

Trabalho e sociedade fordismo e toyotismo
Trabalho e sociedade   fordismo e toyotismoTrabalho e sociedade   fordismo e toyotismo
Trabalho e sociedade fordismo e toyotismo
 
Trabalho e sociedade
Trabalho e sociedadeTrabalho e sociedade
Trabalho e sociedade
 
Cultura, ideologia e indústria cultural
Cultura, ideologia e indústria culturalCultura, ideologia e indústria cultural
Cultura, ideologia e indústria cultural
 
Questões de Antropologia (livro)
Questões de Antropologia (livro)Questões de Antropologia (livro)
Questões de Antropologia (livro)
 
Questões de antropologia_01
Questões de antropologia_01Questões de antropologia_01
Questões de antropologia_01
 
Antropologia alteridade
Antropologia alteridadeAntropologia alteridade
Antropologia alteridade
 
Aula de revisão de conteúdo – 8º ano
Aula de revisão de conteúdo – 8º anoAula de revisão de conteúdo – 8º ano
Aula de revisão de conteúdo – 8º ano
 
Aula de revisão de conteúdo – 7º ano
Aula de revisão de conteúdo – 7º anoAula de revisão de conteúdo – 7º ano
Aula de revisão de conteúdo – 7º ano
 
RASCISMO CIENTIFICO
RASCISMO CIENTIFICORASCISMO CIENTIFICO
RASCISMO CIENTIFICO
 
Racismo e miscigenação, democracia racial.
Racismo e miscigenação, democracia racial.Racismo e miscigenação, democracia racial.
Racismo e miscigenação, democracia racial.
 
Aula preconceito e discriminação
Aula preconceito e discriminaçãoAula preconceito e discriminação
Aula preconceito e discriminação
 
Revisão 3º tri
Revisão 3º triRevisão 3º tri
Revisão 3º tri
 
Direitos humanos
Direitos humanosDireitos humanos
Direitos humanos
 
Discussão doc. "Atrásdaporta"
Discussão doc. "Atrásdaporta"Discussão doc. "Atrásdaporta"
Discussão doc. "Atrásdaporta"
 
Mosca viu correção de atividade - texto de apoio movimentos sociais
Mosca viu correção de atividade - texto de apoio movimentos sociaisMosca viu correção de atividade - texto de apoio movimentos sociais
Mosca viu correção de atividade - texto de apoio movimentos sociais
 
Etnocentrismo e relativismo
Etnocentrismo e relativismoEtnocentrismo e relativismo
Etnocentrismo e relativismo
 
Constituição da república federativa do brasil
Constituição da república federativa do brasilConstituição da república federativa do brasil
Constituição da república federativa do brasil
 
texto de apoio movimentos sociais e correção do ED
texto de apoio movimentos sociais e correção do EDtexto de apoio movimentos sociais e correção do ED
texto de apoio movimentos sociais e correção do ED
 
Movimentos sociais
Movimentos sociaisMovimentos sociais
Movimentos sociais
 
Aula 25 09_14
Aula 25 09_14Aula 25 09_14
Aula 25 09_14
 

Último

Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
Mary Alvarenga
 
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
shirleisousa9166
 
Guerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibéricaGuerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibérica
felipescherner
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Luzia Gabriele
 
Seminário de Gestão Pública e Defesa Civil
Seminário de Gestão Pública e Defesa CivilSeminário de Gestão Pública e Defesa Civil
Seminário de Gestão Pública e Defesa Civil
EduardoLealSilva
 
Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!
Mary Alvarenga
 
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdfCALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CristviaFerreira
 
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Guia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdf
Guia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdfGuia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdf
Guia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdf
FLAVIOROBERTOGOUVEA
 
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
Espanhol Online
 
NR-12-Treinamento-Maquinas-Rotativas.ppt
NR-12-Treinamento-Maquinas-Rotativas.pptNR-12-Treinamento-Maquinas-Rotativas.ppt
NR-12-Treinamento-Maquinas-Rotativas.ppt
Vanessa F. Rezende
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
DirceuSilva26
 
Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.
Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.
Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.
mozalgebrista
 
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UEInfografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Centro Jacques Delors
 
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Caça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafosCaça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafos
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Mary Alvarenga
 
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsxSe A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Luzia Gabriele
 

Último (20)

Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
 
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
 
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
 
Guerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibéricaGuerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibérica
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
 
Seminário de Gestão Pública e Defesa Civil
Seminário de Gestão Pública e Defesa CivilSeminário de Gestão Pública e Defesa Civil
Seminário de Gestão Pública e Defesa Civil
 
Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!
 
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
 
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdfCALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
 
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
 
Guia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdf
Guia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdfGuia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdf
Guia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdf
 
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
 
NR-12-Treinamento-Maquinas-Rotativas.ppt
NR-12-Treinamento-Maquinas-Rotativas.pptNR-12-Treinamento-Maquinas-Rotativas.ppt
NR-12-Treinamento-Maquinas-Rotativas.ppt
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
 
Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.
Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.
Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.
 
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UEInfografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
 
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Caça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafosCaça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafos
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
 
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsxSe A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
 

Foucault & deleuze

  • 1. Foucault e Deleuze SOCIEDADE DISCIPLINAR E SOCIEDADE DE CONTROLE
  • 3. Modernidade - saberes e práticas diciplinadoras: •Medicina clínica: •A Escola: •O Poder Judiciário •A Fábrica
  • 5. maneiras de produzir e os lugares da produção : especialização e controle • A medicina clínica passou a ter como foco o corpo do doente e como objetivo trazer esse corpo “de volta ao normal”. Esse padrão de normalidade passou a ser um parâmetro para toda a sociedade e a medicina ganhou uma dimensão política de controle. • escola tem o poder de ensinar porque tem o poder de saber quais são os comportamentos desejáveis, quais são os conteúdos imprescindíveis e qual é a didática adequada. • instituições de justiça e punição, que encontra nas prisões seu espaço de realização. A reclusão por tempo determinado no presidio substituiu, na maior parte dos países do Ocidente, a morte punitiva. • As fábricas, por exemplo, reproduzem a estrutura da prisão, no sentido de que colocam os indivíduos, separados segundo suas diferentes funções, sob um rígido sistema de vigilância.
  • 7. Pintura Nau dos Insensatos (Bosch)
  • 8. Loucura na Idade Media • A nau dos insensatos é uma alegoria persistente no imaginário. Aqui aparece segundo a versão de Bosch/ Hieronymus Bosch ('s- Hertogenbosch, c. 1450 — 9 de Agosto de 1516), um dos mais instigantes mestres da pintura. A insensatez como sinônimo de loucura, alienação, coisas que, no cenário medieval, eram associadas ao pecado e, por isso, demonizadas. O louco medieval não pertencia ainda à categoria dos doentes, mas integrava a sociedade como uma espécie de pária, muitas vezes profeta, outras vezes, possesso. Era preciso normalizá-lo, adequando-o à linha de conduta vigente. Não existe loucura, apenas loucos, e neste amplo quadro cabiam e cabem ainda as mais vastas concepções de desajuste, desde os extáticos, passando pelos mansos e indo até os furiosos. A loucura tem uma história, e ela não é, de modo algum, a história dos loucos. Loucos não tem voz. São fundo, não forma. Bodes expiatórios que carregam em suas sacolas todas as negações que afligem aos normais, purificando-os de suas culpas. Loucos e criminosos devidamente isolados, seja pelo hospício, pelo cárcere ou pela medicação silenciam a inconsciência de todos nós.
  • 10. Na palavras de FOUCAULT: •“Em suma, o princípio da masmorra é invertido; ou antes, de suas três funções – trancar, privar de luz e esconder – só se conserva a primeira e suprimem-se todas as outras duas. A plena luz e o olhar de um vigia captam melhor que a sombra, que finalmente protegia. A visibilidade é uma armadilha.” (Foucault, 1975)
  • 12. (MICHEL FOUCAULT. Microfísica do poder.) •"... uma das primeiras coisas a compreender é que o poder não está localizado no Estado e que nada mudará na sociedade se os mecanismo de poder que funcionam fora, ao lado dos aparelhos de Estado a um nível muito mais elementar, não forem modificados".
  • 13. (Vigiar e Punir, Terceira parte, Disciplina, p. 176-177). • Em sua obra Vigiar e Punir, Michel Foucault trata do poder disciplinar, ao escrever: “A ‘disciplina’ não pode se identificar com uma instituição nem com um aparelho; ela é um tipo de poder, uma modalidade para exercê-lo, que comporta todo um conjunto de instrumentos, de técnicas, de procedimentos, de níveis de aplicação, de alvos; ela é uma ‘física’ ou uma ‘anatomia’ do poder, uma tecnologia. E pode ficar a cargo seja de instituições ‘especializadas’ (as penitenciárias, ou as casas de correção do século XIX), seja de instituições que dela se servem como instrumento essencial para um fim determinado (as casas de educação, os hospitais), seja de instâncias preexistentes que nela encontram maneira de reforçar ou de reorganizar seus mecanismos internos de poder (um dia se precisará mostrar como as relações intrafamiliares, essencialmente na célula pais-filhos, se ‘disciplinaram’, absorvendo desde a era clássica esquemas externos, escolares, militares, depois médicos, psiquiátricos, psicológicos, que fizeram da família o local de surgimento privilegiado para a questão disciplinar do normal e do anormal), seja de aparelhos que fizeram da disciplina seu princípio de funcionamento interior (disciplinação do aparelho administrativo a partir da época napoleônica), seja enfim de aparelhos estatais que têm por função não exclusiva mas principalmente fazer reinar a disciplina na escala de uma sociedade (a polícia)”.
  • 14. Na palavras de FOUCAULT: •“Para dizer as coisas mais simplesmente: o internamento psiquiátrico, a normalização mental dos indivíduos, as instituições penais têm, sem dúvida, uma importância muito limitada se se procura somente sua significação econômica. Em contrapartida, no funcionamento geral das engrenagens do poder, eles são, sem dúvida, essenciais. Enquanto se colocava a questão do poder subordinando-o à instância econômica e ao sistema de interesses que garantia, se dava pouca importância a estes problemas.” (Michel Foucault. Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Graal, 1977
  • 15. (Vigiar e Punir, Terceira parte, Disciplina, p. 176-177). • “A ‘disciplina’ não pode se identificar com uma instituição nem com um aparelho; ela é um tipo de poder, uma modalidade para exercê-lo, que comporta todo um conjunto de instrumentos, de técnicas, de procedimentos, de níveis de aplicação, de alvos; ela é uma ‘física’ ou uma ‘anatomia’ do poder, uma tecnologia. E pode ficar a cargo seja de instituições ‘especializadas’ (as penitenciárias, ou as casas de correção do século XIX), seja de instituições que dela se servem como instrumento essencial para um fim determinado (as casas de educação, os hospitais), seja de instâncias preexistentes que nela encontram maneira de reforçar ou de reorganizar seus mecanismos internos de poder (um dia se precisará mostrar como as relações intrafamiliares, essencialmente na célula pais-filhos, se ‘disciplinaram’, absorvendo desde a era clássica esquemas externos, escolares, militares, depois médicos, psiquiátricos, psicológicos, que fizeram da família o local de surgimento privilegiado para a questão disciplinar do normal e do anormal), seja de aparelhos que fizeram da disciplina seu princípio de funcionamento interior (disciplinação do aparelho administrativo a partir da época napoleônica), seja enfim de aparelhos estatais que têm por função não exclusiva mas principalmente fazer reinar a disciplina na escala de uma sociedade (a polícia)”.
  • 16. Deleuze: • No ano de 1990, o filósofo francês Gilles Deleuze criou o conceito de “sociedade do controle” para explicar a configuração totalitária das sociedades atuais. Na sociedade de controle as pessoas têm a ilusão de desfrutarem de maior autonomia, pois podem, por exemplo, acessar contas correntes e fazer compras pela Internet. Mas, por outro lado, seus comportamentos e hábitos de consumo podem ser conhecidos pelo governo, pelos bancos e grandes empresas. Sem suspeitarem disso, os indivíduos podem ser controlados à distância, como se cada um fosse dotado de uma “coleira eletrônica”.
  • 17. MICHEL FOUCAULT. (Microfísica do poder.) - A POLÍTICA: •"... uma das primeiras coisas a compreender é que o poder não está localizado no Estado e que nada mudará na sociedade se os mecanismo de poder que funcionam fora, ao lado dos aparelhos de Estado a um nível muito mais elementar, não forem modificados".
  • 22. (Folha Online, 03.03.2010.) • Pesquisa feita pela Associação Alemã das Empresas de Informação, Telecomunicação e Novas Mídias (Bitkom) revela que 23% dos moradores do país topam ter um microchip inserido no próprio corpo, contanto que isso traga benefícios concretos a eles. O levantamento, realizado com cerca de mil pessoas de várias cidades, foi divulgado na feira de tecnologia Cebit, que vai até o próximo sábado (7), em Hannover.