O documento discute a reestruturação produtiva do capitalismo a partir dos anos 1970, substituindo o modelo fordista-taylorista por um novo modelo flexível baseado na terceirização e precarização do trabalho. Isso teve consequências como o aumento do trabalho feminino e a geração de empregos precários no setor de serviços. Cabe ao Serviço Social novas respostas e mediações diante das demandas geradas por essa reestruturação produtiva.