SlideShare uma empresa Scribd logo
Métodos de Ensino Para a EBD
Profa. Esp. Míriam Navarro de Castro Nunes
miriam.nc@hotmail.com
Para refletir...
É
importante
variar os
métodos de
ensino na
EBD?
Que métodos
você utiliza
para tornar
suas aulas
mais
atraentes?
Para refletir...
 É importante utilizar diferentes
métodos de ensino na EBD para
dinamizar as aulas.
 O aluno deve ser surpreendido
pela criatividade do professor.
 Quando o aluno já sabe o que
vai ocorrer na aula, ele se sente
desmotivado a frequentá-la.
 O professor deve aguçar a
curiosidade do aluno
apresentando sempre um
elemento surpresa.
Tempestade
cerebral
Júri
simulado
Métodos para a EBD
Aula
expositiva
dialogada
Estudo
de
texto
Portfólio
Mapa
conceitual
Phillipps
66
Dramatização
Contação
de
histórias
Seminário
Aula expositiva dialogada
 Exposição do conteúdo com a participação ativa dos
alunos. O conhecimento prévio dos estudantes é o ponto
de partida da aula.
 O professor expõe o conteúdo pedindo exemplos,
articulando-o com a realidade, estimulando a reflexão e a
opinião crítica sobre o tema estudado.
 Ao final da aula, pede-se uma síntese em forma de texto,
fala, questionário, esquema etc.
Estudo de texto
 Exploração das ideias de um autor a partir do estudo
crítico de um texto.
Momentos
1. Contexto do texto - data, tipo de texto, autor e dados sobre este.
2. Análise textual e preparação do texto: visão de conjunto, busca de
esclarecimentos, verificação de vocabulário, fatos, autores citados,
esquematização.
3. Análise temática - compreensão da mensagem do autor: tema, problema,
tese, linha de raciocínio, ideia central e as ideias secundárias.
4. Análise interpretativa/extrapolação ao texto -levantamento e discussão de
problemas relacionados com a mensagem do autor.
5. Problematização - interpretação da mensagem do autor: corrente
filosófica e influências, pressupostos, associação de ideias, crítica.
6. Síntese e reelaboração da mensagem, com base na contribuição pessoal.
Portfólio
 Professor e aluno pesquisam sobre determinado
tema, em diferentes fontes: livros, revistas, filmes,
sites e juntos produzem registros sobre o processo de
aprendizagem de ambos.
 Pode ser feito por meio de: foto, mapa mental,
desenho, esquema, vídeo, texto etc.
Tempestade cerebral
 O professor apresenta uma problemática e os alunos devem
propor formas de resolução.
 Estimula o desenvolvimento de novas ideias de forma
espontânea e natural, deixando livre a imaginação.
 Não há certo ou errado. Tudo o que for levantado será
considerado.
Regras
• Expressar-se em palavras ou frases curtas.
• É proibido debater e criticar as ideias apresentadas.
• Nenhuma ideia deve ser desprezada.
• Todos devem ter chance de expor suas ideias.
• Registrar e organizar a relação de ideias.
• Fazer a seleção delas conforme critérios estabelecidos pelo grupo.
Mapa conceitual
 Construção de um diagrama sobre os principais
conceitos estudados.
 Pode ser feito em apenas uma aula ou durante um
período maior (trimestre, semestre, ano).
 Ajuda a organizar ideias, proporcionando uma visão
ampla do assunto.
Phillips 66
 Atividade grupal que promove a análise e discussão
sobre problemas/temas do cotidiano dos estudantes.
Procedimento
Consiste na divisão de um auditório em seis grupos com seis pessoas cada,
para que discutam durante seis minutos um tema ou problema (pré-
estabelecido ou que tenha surgido no decorrer de uma reunião). Terminado o
tempo, cada elemento de cada subgrupo receberá um número. Agora os
grupos tornam a se reunir, mas todos os “1″ num grupo; todos os “2″
noutros; e assim por diante. Ou seja uma pessoa do grupo se reúne com os
outros cinco representantes e volta a formar um grupo de seis, que em seis
minutos mais, discutirão o mesmo assunto, até que se chegue a uma
conclusão geral (Celso Gomes).
Dramatização
 Representação teatral que visa instigar os alunos a
vivenciarem a realidade do texto de forma mais intensa e se
envolverem com a trama do mesmo.
 Benefícios: desenvolve a expressão corporal, a oralidade,
ativa as emoções, promove a memorização significativa do
conteúdo.
 O enredo, personagens, cenários, poderão ser organizados
pelo professor em conjunto com alunos.
Contação de histórias
 Consiste na arte de dar vida ao texto.
 Benefícios: Explora integralmente o conteúdo, mescla
alegria, tristeza, aventura; promove identificação com
o a história e transformação de atitudes.
Da próxima vez que um aluno ou um filho o agredir, leve-o a
pensar. Grite dentro dele sendo educado, grite com suavidade,
conte-lhe uma história.”
Augusto Cury
Regras
1. Conheça de fato a história.
2. Mentalize a história.
3. Viva a história; isto é, sinta-a ao contá-la e dramatizá-la.
Seminário
 Os alunos estudam, sistematizam e encontram
maneiras criativas de apresentar um tema.
 Ao final da exposição, o professor propõe questões e
conduz um debate sobre o tema apresentado,
estimulando a participação de toda a classe.
Júri simulado
 É a simulação de um júri em que, a partir de um problema,
são apresentados argumentos de defesa e de acusação.
Procedimentos
1. Partir de um problema concreto e objetivo, estudado e conhecido pelos
participantes.
2. Um estudante fará o papel de juiz e outro o papel de escrivão.
Os demais componentes da classe serão divididos em quatro grupos: promotoria, de
um a quatro estudantes; defesa, com igual número; conselho de sentença, com sete
estudantes; e o plenário com os demais.
3. A promotoria e a defesa devem ter alguns dias para a preparação dos trabalhos,
sob orientação do professor - cada parte terá 15 min para apresentar seus
argumentos.
O juiz manterá a ordem dos trabalhos e formulará os quesitos ao conselho de
sentença. O escrivão tem a responsabilidade de fazer o relatório dos trabalhos.
O conselho de sentença, após ouvir os argumentos de ambas as partes, apresenta sua
decisão final.
O plenário será encarregado de observar o desempenho da promotoria e da defesa e
fazer uma apreciação final sobre sua desenvoltura.
Observações
 Pode-se usar mais de um método por aula.
 Deve-se priorizar métodos que estimulem a
participação do estudante.
 Os métodos listados podem ser utilizados em
diferentes faixas etárias.
Ter um método é escolher um caminho e sem um caminho
claramente definido é difícil chegar-se a algum lugar.
Lécio Dornas
Para saber mais...
 Estratégias de ensinagem (p. 15-54) – Léa Anastasiou
http://www.ufmt.br/proeg/arquivos/2dc95cd453e52a78a17dcc157f04dbf
6.pdf
 Texto: Métodos e acessórios de ensino – Antonio Gilberto
http://ministerio-c-adolescentes.blogspot.com.br/2013/07/ebd-metodos-
e-acessorios-de-ensino.html
 Socorro! Sou professor da escola dominical (p. 12-13) – Lécio Dornas
http://pt.slideshare.net/gessicatexeira/socorro-sou-professor-de-escola-
dominical-lcio-dornas
Na próxima aula.....
 Falaremos sobre recursos didáticos para a EBD.
Não perca!!!
Obrigada!!!
 Se você ama a EBD, junte-se a nós!!
 Curta a nossa página no Facebook:
https://www.facebook.com/amorpelaebd/
 E o nosso canal no Youtube:
https://www.youtube.com/channel/UCMoFJwfZX
BOIESHIEprOY9w

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

O Professor Da Ebd, Seu Papel E Desafios
O Professor Da Ebd, Seu Papel E DesafiosO Professor Da Ebd, Seu Papel E Desafios
O Professor Da Ebd, Seu Papel E Desafios
Silas Duarte Jr
 
Curso de capacitação e atualização para professores da EBD
Curso de capacitação e atualização para professores da EBDCurso de capacitação e atualização para professores da EBD
Curso de capacitação e atualização para professores da EBD
Márcio Melânia
 
Treinamento para professores da EBD.
Treinamento para professores da EBD.Treinamento para professores da EBD.
Treinamento para professores da EBD.
Abdias Barreto
 
Departamento infantil
Departamento infantilDepartamento infantil
Departamento infantil
Priscla Silva
 
Suplemento De Apoio Ao Professor Da Ebd
Suplemento De Apoio Ao Professor Da EbdSuplemento De Apoio Ao Professor Da Ebd
Suplemento De Apoio Ao Professor Da Ebd
Eduardo Sales de lima
 
Treinamento para professores da EBD
Treinamento para professores da EBDTreinamento para professores da EBD
Treinamento para professores da EBD
Jose Carlos Rodrigues
 
Seminário como ensinar crianças na igreja - marisa
Seminário   como ensinar crianças na igreja - marisaSeminário   como ensinar crianças na igreja - marisa
Seminário como ensinar crianças na igreja - marisa
Sergio Silva
 
O professor (ebd) precisa saber - DINAMIZAR UMA EBD
O professor (ebd) precisa saber - DINAMIZAR UMA EBDO professor (ebd) precisa saber - DINAMIZAR UMA EBD
O professor (ebd) precisa saber - DINAMIZAR UMA EBD
Valdinar Viana
 
Os Desafios da EBD nos Dias Atuais para a Formação de Verdadeiros Cristaos
Os Desafios da EBD nos Dias Atuais para a Formação de Verdadeiros CristaosOs Desafios da EBD nos Dias Atuais para a Formação de Verdadeiros Cristaos
Os Desafios da EBD nos Dias Atuais para a Formação de Verdadeiros Cristaos
tenmario04
 
Sete Competências para o Professor da Escola Bíblica Dominical
Sete Competências para o Professor da Escola Bíblica DominicalSete Competências para o Professor da Escola Bíblica Dominical
Sete Competências para o Professor da Escola Bíblica Dominical
ALTAIR GERMANO
 
O(a) professor(a) da Escola Dominical
O(a) professor(a) da Escola DominicalO(a) professor(a) da Escola Dominical
O(a) professor(a) da Escola Dominical
Amor pela EBD
 
Conhecendo a salvação
Conhecendo a salvaçãoConhecendo a salvação
Conhecendo a salvação
Josue Lima
 
10 motivos
10 motivos10 motivos
10 motivos
jouvacy
 
Escola bíblica dominical
Escola bíblica dominicalEscola bíblica dominical
Escola bíblica dominical
Vilmar Nascimento
 
Como dirigir um culto
Como dirigir um cultoComo dirigir um culto
Como dirigir um culto
Paulo Roberto
 
Evangelismo e Discipulado - Pr. Jonas Freitas de Jesus
Evangelismo e Discipulado - Pr. Jonas Freitas de JesusEvangelismo e Discipulado - Pr. Jonas Freitas de Jesus
Evangelismo e Discipulado - Pr. Jonas Freitas de Jesus
jonasfreitasdejesus
 
Como ser-um-jovem-segundo-o-coração-de-deus
Como ser-um-jovem-segundo-o-coração-de-deusComo ser-um-jovem-segundo-o-coração-de-deus
Como ser-um-jovem-segundo-o-coração-de-deus
Pr. Welfany Nolasco Rodrigues
 
O ensino na E.B.D.: reflexões sobre organização e planejamento.
O ensino na E.B.D.: reflexões sobre organização e planejamento.O ensino na E.B.D.: reflexões sobre organização e planejamento.
O ensino na E.B.D.: reflexões sobre organização e planejamento.
Diego Viana Melo Lima
 
Estudos sobre Adoração e Louvor - Completo.pptx
Estudos sobre Adoração e Louvor - Completo.pptxEstudos sobre Adoração e Louvor - Completo.pptx
Estudos sobre Adoração e Louvor - Completo.pptx
Colégio Duque Castilho
 
Educação bíblica Infantil
Educação bíblica  InfantilEducação bíblica  Infantil
Educação bíblica Infantil
Graça Silva
 

Mais procurados (20)

O Professor Da Ebd, Seu Papel E Desafios
O Professor Da Ebd, Seu Papel E DesafiosO Professor Da Ebd, Seu Papel E Desafios
O Professor Da Ebd, Seu Papel E Desafios
 
Curso de capacitação e atualização para professores da EBD
Curso de capacitação e atualização para professores da EBDCurso de capacitação e atualização para professores da EBD
Curso de capacitação e atualização para professores da EBD
 
Treinamento para professores da EBD.
Treinamento para professores da EBD.Treinamento para professores da EBD.
Treinamento para professores da EBD.
 
Departamento infantil
Departamento infantilDepartamento infantil
Departamento infantil
 
Suplemento De Apoio Ao Professor Da Ebd
Suplemento De Apoio Ao Professor Da EbdSuplemento De Apoio Ao Professor Da Ebd
Suplemento De Apoio Ao Professor Da Ebd
 
Treinamento para professores da EBD
Treinamento para professores da EBDTreinamento para professores da EBD
Treinamento para professores da EBD
 
Seminário como ensinar crianças na igreja - marisa
Seminário   como ensinar crianças na igreja - marisaSeminário   como ensinar crianças na igreja - marisa
Seminário como ensinar crianças na igreja - marisa
 
O professor (ebd) precisa saber - DINAMIZAR UMA EBD
O professor (ebd) precisa saber - DINAMIZAR UMA EBDO professor (ebd) precisa saber - DINAMIZAR UMA EBD
O professor (ebd) precisa saber - DINAMIZAR UMA EBD
 
Os Desafios da EBD nos Dias Atuais para a Formação de Verdadeiros Cristaos
Os Desafios da EBD nos Dias Atuais para a Formação de Verdadeiros CristaosOs Desafios da EBD nos Dias Atuais para a Formação de Verdadeiros Cristaos
Os Desafios da EBD nos Dias Atuais para a Formação de Verdadeiros Cristaos
 
Sete Competências para o Professor da Escola Bíblica Dominical
Sete Competências para o Professor da Escola Bíblica DominicalSete Competências para o Professor da Escola Bíblica Dominical
Sete Competências para o Professor da Escola Bíblica Dominical
 
O(a) professor(a) da Escola Dominical
O(a) professor(a) da Escola DominicalO(a) professor(a) da Escola Dominical
O(a) professor(a) da Escola Dominical
 
Conhecendo a salvação
Conhecendo a salvaçãoConhecendo a salvação
Conhecendo a salvação
 
10 motivos
10 motivos10 motivos
10 motivos
 
Escola bíblica dominical
Escola bíblica dominicalEscola bíblica dominical
Escola bíblica dominical
 
Como dirigir um culto
Como dirigir um cultoComo dirigir um culto
Como dirigir um culto
 
Evangelismo e Discipulado - Pr. Jonas Freitas de Jesus
Evangelismo e Discipulado - Pr. Jonas Freitas de JesusEvangelismo e Discipulado - Pr. Jonas Freitas de Jesus
Evangelismo e Discipulado - Pr. Jonas Freitas de Jesus
 
Como ser-um-jovem-segundo-o-coração-de-deus
Como ser-um-jovem-segundo-o-coração-de-deusComo ser-um-jovem-segundo-o-coração-de-deus
Como ser-um-jovem-segundo-o-coração-de-deus
 
O ensino na E.B.D.: reflexões sobre organização e planejamento.
O ensino na E.B.D.: reflexões sobre organização e planejamento.O ensino na E.B.D.: reflexões sobre organização e planejamento.
O ensino na E.B.D.: reflexões sobre organização e planejamento.
 
Estudos sobre Adoração e Louvor - Completo.pptx
Estudos sobre Adoração e Louvor - Completo.pptxEstudos sobre Adoração e Louvor - Completo.pptx
Estudos sobre Adoração e Louvor - Completo.pptx
 
Educação bíblica Infantil
Educação bíblica  InfantilEducação bíblica  Infantil
Educação bíblica Infantil
 

Semelhante a Métodos de ensino para a EBD

Seminario Integrado - pensando e criando
Seminario Integrado - pensando e criandoSeminario Integrado - pensando e criando
Seminario Integrado - pensando e criando
Escola Augusto Ruschi
 
Para além da aula expositiva! Usando a criatividade na sala de adultos
Para além da aula expositiva! Usando a criatividade na sala de adultosPara além da aula expositiva! Usando a criatividade na sala de adultos
Para além da aula expositiva! Usando a criatividade na sala de adultos
Amor pela EBD
 
Portfolio, nayane cerqueira revisto
Portfolio, nayane cerqueira  revistoPortfolio, nayane cerqueira  revisto
Portfolio, nayane cerqueira revisto
Nayane dos Santos Cerqueira
 
Portfolio, nayane cerqueira revisto
Portfolio, nayane cerqueira  revistoPortfolio, nayane cerqueira  revisto
Portfolio, nayane cerqueira revisto
Vitor melo
 
TCC - Estilos de Aprendizagem
TCC - Estilos de AprendizagemTCC - Estilos de Aprendizagem
TCC - Estilos de Aprendizagem
Leonardo Florêncio
 
Projeto do debate
Projeto do debateProjeto do debate
Projeto do debate
juceli fatima ramos de goés
 
Didática
Didática Didática
Didática
Daniel Vieira
 
Oficina 16 desafios
Oficina 16 desafiosOficina 16 desafios
Oficina 16 desafios
Professora Cida
 
Plano de ação
Plano de açãoPlano de ação
Plano de ação
Lara Pampulini
 
O uso de filmes em sala de aula e a aprendizagem significativa
O uso de filmes em sala de aula e a aprendizagem significativaO uso de filmes em sala de aula e a aprendizagem significativa
O uso de filmes em sala de aula e a aprendizagem significativa
Andréa Kochhann
 
Encontro pedagógico
Encontro pedagógicoEncontro pedagógico
Encontro pedagógico
Magda Marques
 
JÚRI SIMULADO.pptx
JÚRI SIMULADO.pptxJÚRI SIMULADO.pptx
JÚRI SIMULADO.pptx
naica1
 
Slide do Manual Didático-Pedagógico - UEG
Slide do Manual Didático-Pedagógico - UEGSlide do Manual Didático-Pedagógico - UEG
Slide do Manual Didático-Pedagógico - UEG
Andréa Kochhann
 
CURSO PROFESSORES.pptx
CURSO PROFESSORES.pptxCURSO PROFESSORES.pptx
CURSO PROFESSORES.pptx
GilsonCavalcante3
 
Concepcao metodologica curriculo 2
Concepcao metodologica curriculo 2Concepcao metodologica curriculo 2
Concepcao metodologica curriculo 2
Jeca Tatu
 
Concepcao metodologica curriculo
Concepcao metodologica curriculoConcepcao metodologica curriculo
Concepcao metodologica curriculo
Jeca Tatu
 
Professor, o que fazer quando a sala está uma bagunça?
Professor, o que fazer quando a sala está uma bagunça?Professor, o que fazer quando a sala está uma bagunça?
Professor, o que fazer quando a sala está uma bagunça?
Juliana Soares
 
DIDATICA Didática i aula
DIDATICA Didática i   aulaDIDATICA Didática i   aula
DIDATICA Didática i aula
Leandro Pereira
 
Cantos de atividades
Cantos de atividades Cantos de atividades
Cantos de atividades
vivianelima
 
Slides 19 de outubro
Slides 19 de outubroSlides 19 de outubro
Slides 19 de outubro
Fabiana Esteves
 

Semelhante a Métodos de ensino para a EBD (20)

Seminario Integrado - pensando e criando
Seminario Integrado - pensando e criandoSeminario Integrado - pensando e criando
Seminario Integrado - pensando e criando
 
Para além da aula expositiva! Usando a criatividade na sala de adultos
Para além da aula expositiva! Usando a criatividade na sala de adultosPara além da aula expositiva! Usando a criatividade na sala de adultos
Para além da aula expositiva! Usando a criatividade na sala de adultos
 
Portfolio, nayane cerqueira revisto
Portfolio, nayane cerqueira  revistoPortfolio, nayane cerqueira  revisto
Portfolio, nayane cerqueira revisto
 
Portfolio, nayane cerqueira revisto
Portfolio, nayane cerqueira  revistoPortfolio, nayane cerqueira  revisto
Portfolio, nayane cerqueira revisto
 
TCC - Estilos de Aprendizagem
TCC - Estilos de AprendizagemTCC - Estilos de Aprendizagem
TCC - Estilos de Aprendizagem
 
Projeto do debate
Projeto do debateProjeto do debate
Projeto do debate
 
Didática
Didática Didática
Didática
 
Oficina 16 desafios
Oficina 16 desafiosOficina 16 desafios
Oficina 16 desafios
 
Plano de ação
Plano de açãoPlano de ação
Plano de ação
 
O uso de filmes em sala de aula e a aprendizagem significativa
O uso de filmes em sala de aula e a aprendizagem significativaO uso de filmes em sala de aula e a aprendizagem significativa
O uso de filmes em sala de aula e a aprendizagem significativa
 
Encontro pedagógico
Encontro pedagógicoEncontro pedagógico
Encontro pedagógico
 
JÚRI SIMULADO.pptx
JÚRI SIMULADO.pptxJÚRI SIMULADO.pptx
JÚRI SIMULADO.pptx
 
Slide do Manual Didático-Pedagógico - UEG
Slide do Manual Didático-Pedagógico - UEGSlide do Manual Didático-Pedagógico - UEG
Slide do Manual Didático-Pedagógico - UEG
 
CURSO PROFESSORES.pptx
CURSO PROFESSORES.pptxCURSO PROFESSORES.pptx
CURSO PROFESSORES.pptx
 
Concepcao metodologica curriculo 2
Concepcao metodologica curriculo 2Concepcao metodologica curriculo 2
Concepcao metodologica curriculo 2
 
Concepcao metodologica curriculo
Concepcao metodologica curriculoConcepcao metodologica curriculo
Concepcao metodologica curriculo
 
Professor, o que fazer quando a sala está uma bagunça?
Professor, o que fazer quando a sala está uma bagunça?Professor, o que fazer quando a sala está uma bagunça?
Professor, o que fazer quando a sala está uma bagunça?
 
DIDATICA Didática i aula
DIDATICA Didática i   aulaDIDATICA Didática i   aula
DIDATICA Didática i aula
 
Cantos de atividades
Cantos de atividades Cantos de atividades
Cantos de atividades
 
Slides 19 de outubro
Slides 19 de outubroSlides 19 de outubro
Slides 19 de outubro
 

Mais de Amor pela EBD

Licao 25 A dinâmica do cuidado na vida da igreja
Licao 25 A dinâmica do cuidado na vida da igrejaLicao 25 A dinâmica do cuidado na vida da igreja
Licao 25 A dinâmica do cuidado na vida da igreja
Amor pela EBD
 
A Ressurreição de Jesus e a esperança do crente
A Ressurreição de Jesus e a esperança do crenteA Ressurreição de Jesus e a esperança do crente
A Ressurreição de Jesus e a esperança do crente
Amor pela EBD
 
Jesus: O Deus-Homem
Jesus: O Deus-HomemJesus: O Deus-Homem
Jesus: O Deus-Homem
Amor pela EBD
 
O cristão e a cultura
O cristão e a culturaO cristão e a cultura
O cristão e a cultura
Amor pela EBD
 
Esboço A Vinda do Senhor 2 Pedro 3
Esboço A Vinda do Senhor 2 Pedro 3Esboço A Vinda do Senhor 2 Pedro 3
Esboço A Vinda do Senhor 2 Pedro 3
Amor pela EBD
 
Três parábolas uma lição: Jesus ama o perdido
Três parábolas uma lição: Jesus ama o perdidoTrês parábolas uma lição: Jesus ama o perdido
Três parábolas uma lição: Jesus ama o perdido
Amor pela EBD
 
A defesa do apostolado de Paulo
A defesa do apostolado de PauloA defesa do apostolado de Paulo
A defesa do apostolado de Paulo
Amor pela EBD
 
Ofício para pedir doações em nome da igreja
Ofício para pedir doações em nome da igrejaOfício para pedir doações em nome da igreja
Ofício para pedir doações em nome da igreja
Amor pela EBD
 
Discurso de abertura para festividade de jovens II
Discurso de abertura para festividade de jovens IIDiscurso de abertura para festividade de jovens II
Discurso de abertura para festividade de jovens II
Amor pela EBD
 
Discurso de abertura para festividade de jovens
Discurso de abertura para festividade de jovensDiscurso de abertura para festividade de jovens
Discurso de abertura para festividade de jovens
Amor pela EBD
 
Exercício Planejando uma aula para EBD
Exercício Planejando uma aula para EBDExercício Planejando uma aula para EBD
Exercício Planejando uma aula para EBD
Amor pela EBD
 
Carta para um jovem afastado da igreja
Carta para um jovem afastado da igrejaCarta para um jovem afastado da igreja
Carta para um jovem afastado da igreja
Amor pela EBD
 
Carta para uma jovem afastada da igreja
Carta para uma jovem afastada da igrejaCarta para uma jovem afastada da igreja
Carta para uma jovem afastada da igreja
Amor pela EBD
 
Carta para culto de jovens / mocidade
Carta para culto de jovens / mocidadeCarta para culto de jovens / mocidade
Carta para culto de jovens / mocidade
Amor pela EBD
 
Carta para evangelizar um amigo descrente
Carta para evangelizar um amigo descrenteCarta para evangelizar um amigo descrente
Carta para evangelizar um amigo descrente
Amor pela EBD
 
Carta para evangelizar alguém que está doente
Carta para evangelizar alguém que está doenteCarta para evangelizar alguém que está doente
Carta para evangelizar alguém que está doente
Amor pela EBD
 
O Livro de Provérbios
O Livro de ProvérbiosO Livro de Provérbios
O Livro de Provérbios
Amor pela EBD
 
O Livro de Esdras
O Livro de EsdrasO Livro de Esdras
O Livro de Esdras
Amor pela EBD
 
O homem e sua missão
O homem e sua missãoO homem e sua missão
O homem e sua missão
Amor pela EBD
 
Perguntas sobre reis e profetas
Perguntas sobre reis e profetasPerguntas sobre reis e profetas
Perguntas sobre reis e profetas
Amor pela EBD
 

Mais de Amor pela EBD (20)

Licao 25 A dinâmica do cuidado na vida da igreja
Licao 25 A dinâmica do cuidado na vida da igrejaLicao 25 A dinâmica do cuidado na vida da igreja
Licao 25 A dinâmica do cuidado na vida da igreja
 
A Ressurreição de Jesus e a esperança do crente
A Ressurreição de Jesus e a esperança do crenteA Ressurreição de Jesus e a esperança do crente
A Ressurreição de Jesus e a esperança do crente
 
Jesus: O Deus-Homem
Jesus: O Deus-HomemJesus: O Deus-Homem
Jesus: O Deus-Homem
 
O cristão e a cultura
O cristão e a culturaO cristão e a cultura
O cristão e a cultura
 
Esboço A Vinda do Senhor 2 Pedro 3
Esboço A Vinda do Senhor 2 Pedro 3Esboço A Vinda do Senhor 2 Pedro 3
Esboço A Vinda do Senhor 2 Pedro 3
 
Três parábolas uma lição: Jesus ama o perdido
Três parábolas uma lição: Jesus ama o perdidoTrês parábolas uma lição: Jesus ama o perdido
Três parábolas uma lição: Jesus ama o perdido
 
A defesa do apostolado de Paulo
A defesa do apostolado de PauloA defesa do apostolado de Paulo
A defesa do apostolado de Paulo
 
Ofício para pedir doações em nome da igreja
Ofício para pedir doações em nome da igrejaOfício para pedir doações em nome da igreja
Ofício para pedir doações em nome da igreja
 
Discurso de abertura para festividade de jovens II
Discurso de abertura para festividade de jovens IIDiscurso de abertura para festividade de jovens II
Discurso de abertura para festividade de jovens II
 
Discurso de abertura para festividade de jovens
Discurso de abertura para festividade de jovensDiscurso de abertura para festividade de jovens
Discurso de abertura para festividade de jovens
 
Exercício Planejando uma aula para EBD
Exercício Planejando uma aula para EBDExercício Planejando uma aula para EBD
Exercício Planejando uma aula para EBD
 
Carta para um jovem afastado da igreja
Carta para um jovem afastado da igrejaCarta para um jovem afastado da igreja
Carta para um jovem afastado da igreja
 
Carta para uma jovem afastada da igreja
Carta para uma jovem afastada da igrejaCarta para uma jovem afastada da igreja
Carta para uma jovem afastada da igreja
 
Carta para culto de jovens / mocidade
Carta para culto de jovens / mocidadeCarta para culto de jovens / mocidade
Carta para culto de jovens / mocidade
 
Carta para evangelizar um amigo descrente
Carta para evangelizar um amigo descrenteCarta para evangelizar um amigo descrente
Carta para evangelizar um amigo descrente
 
Carta para evangelizar alguém que está doente
Carta para evangelizar alguém que está doenteCarta para evangelizar alguém que está doente
Carta para evangelizar alguém que está doente
 
O Livro de Provérbios
O Livro de ProvérbiosO Livro de Provérbios
O Livro de Provérbios
 
O Livro de Esdras
O Livro de EsdrasO Livro de Esdras
O Livro de Esdras
 
O homem e sua missão
O homem e sua missãoO homem e sua missão
O homem e sua missão
 
Perguntas sobre reis e profetas
Perguntas sobre reis e profetasPerguntas sobre reis e profetas
Perguntas sobre reis e profetas
 

Último

Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Professor Belinaso
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
MarceloMonteiro213738
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
lveiga112
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
LeticiaRochaCupaiol
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
TomasSousa7
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
JoanaFigueira11
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
DECIOMAURINARAMOS
 
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdfAula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Pedro Luis Moraes
 
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptxReino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
CarinaSantos916505
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
AurelianoFerreirades2
 
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdfAULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
SthafaniHussin1
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
AmiltonAparecido1
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
beatrizsilva525654
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
rloureiro1
 
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIAAPRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
karinenobre2033
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
silvamelosilva300
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
Manuais Formação
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
HisrelBlog
 

Último (20)

Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
 
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdfAula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
 
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptxReino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
 
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdfAULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
 
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIAAPRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
 

Métodos de ensino para a EBD

  • 1. Métodos de Ensino Para a EBD Profa. Esp. Míriam Navarro de Castro Nunes miriam.nc@hotmail.com
  • 2. Para refletir... É importante variar os métodos de ensino na EBD? Que métodos você utiliza para tornar suas aulas mais atraentes?
  • 3. Para refletir...  É importante utilizar diferentes métodos de ensino na EBD para dinamizar as aulas.  O aluno deve ser surpreendido pela criatividade do professor.  Quando o aluno já sabe o que vai ocorrer na aula, ele se sente desmotivado a frequentá-la.  O professor deve aguçar a curiosidade do aluno apresentando sempre um elemento surpresa.
  • 4. Tempestade cerebral Júri simulado Métodos para a EBD Aula expositiva dialogada Estudo de texto Portfólio Mapa conceitual Phillipps 66 Dramatização Contação de histórias Seminário
  • 5. Aula expositiva dialogada  Exposição do conteúdo com a participação ativa dos alunos. O conhecimento prévio dos estudantes é o ponto de partida da aula.  O professor expõe o conteúdo pedindo exemplos, articulando-o com a realidade, estimulando a reflexão e a opinião crítica sobre o tema estudado.  Ao final da aula, pede-se uma síntese em forma de texto, fala, questionário, esquema etc.
  • 6. Estudo de texto  Exploração das ideias de um autor a partir do estudo crítico de um texto. Momentos 1. Contexto do texto - data, tipo de texto, autor e dados sobre este. 2. Análise textual e preparação do texto: visão de conjunto, busca de esclarecimentos, verificação de vocabulário, fatos, autores citados, esquematização. 3. Análise temática - compreensão da mensagem do autor: tema, problema, tese, linha de raciocínio, ideia central e as ideias secundárias. 4. Análise interpretativa/extrapolação ao texto -levantamento e discussão de problemas relacionados com a mensagem do autor. 5. Problematização - interpretação da mensagem do autor: corrente filosófica e influências, pressupostos, associação de ideias, crítica. 6. Síntese e reelaboração da mensagem, com base na contribuição pessoal.
  • 7. Portfólio  Professor e aluno pesquisam sobre determinado tema, em diferentes fontes: livros, revistas, filmes, sites e juntos produzem registros sobre o processo de aprendizagem de ambos.  Pode ser feito por meio de: foto, mapa mental, desenho, esquema, vídeo, texto etc.
  • 8. Tempestade cerebral  O professor apresenta uma problemática e os alunos devem propor formas de resolução.  Estimula o desenvolvimento de novas ideias de forma espontânea e natural, deixando livre a imaginação.  Não há certo ou errado. Tudo o que for levantado será considerado. Regras • Expressar-se em palavras ou frases curtas. • É proibido debater e criticar as ideias apresentadas. • Nenhuma ideia deve ser desprezada. • Todos devem ter chance de expor suas ideias. • Registrar e organizar a relação de ideias. • Fazer a seleção delas conforme critérios estabelecidos pelo grupo.
  • 9. Mapa conceitual  Construção de um diagrama sobre os principais conceitos estudados.  Pode ser feito em apenas uma aula ou durante um período maior (trimestre, semestre, ano).  Ajuda a organizar ideias, proporcionando uma visão ampla do assunto.
  • 10. Phillips 66  Atividade grupal que promove a análise e discussão sobre problemas/temas do cotidiano dos estudantes. Procedimento Consiste na divisão de um auditório em seis grupos com seis pessoas cada, para que discutam durante seis minutos um tema ou problema (pré- estabelecido ou que tenha surgido no decorrer de uma reunião). Terminado o tempo, cada elemento de cada subgrupo receberá um número. Agora os grupos tornam a se reunir, mas todos os “1″ num grupo; todos os “2″ noutros; e assim por diante. Ou seja uma pessoa do grupo se reúne com os outros cinco representantes e volta a formar um grupo de seis, que em seis minutos mais, discutirão o mesmo assunto, até que se chegue a uma conclusão geral (Celso Gomes).
  • 11. Dramatização  Representação teatral que visa instigar os alunos a vivenciarem a realidade do texto de forma mais intensa e se envolverem com a trama do mesmo.  Benefícios: desenvolve a expressão corporal, a oralidade, ativa as emoções, promove a memorização significativa do conteúdo.  O enredo, personagens, cenários, poderão ser organizados pelo professor em conjunto com alunos.
  • 12. Contação de histórias  Consiste na arte de dar vida ao texto.  Benefícios: Explora integralmente o conteúdo, mescla alegria, tristeza, aventura; promove identificação com o a história e transformação de atitudes. Da próxima vez que um aluno ou um filho o agredir, leve-o a pensar. Grite dentro dele sendo educado, grite com suavidade, conte-lhe uma história.” Augusto Cury Regras 1. Conheça de fato a história. 2. Mentalize a história. 3. Viva a história; isto é, sinta-a ao contá-la e dramatizá-la.
  • 13. Seminário  Os alunos estudam, sistematizam e encontram maneiras criativas de apresentar um tema.  Ao final da exposição, o professor propõe questões e conduz um debate sobre o tema apresentado, estimulando a participação de toda a classe.
  • 14. Júri simulado  É a simulação de um júri em que, a partir de um problema, são apresentados argumentos de defesa e de acusação. Procedimentos 1. Partir de um problema concreto e objetivo, estudado e conhecido pelos participantes. 2. Um estudante fará o papel de juiz e outro o papel de escrivão. Os demais componentes da classe serão divididos em quatro grupos: promotoria, de um a quatro estudantes; defesa, com igual número; conselho de sentença, com sete estudantes; e o plenário com os demais. 3. A promotoria e a defesa devem ter alguns dias para a preparação dos trabalhos, sob orientação do professor - cada parte terá 15 min para apresentar seus argumentos. O juiz manterá a ordem dos trabalhos e formulará os quesitos ao conselho de sentença. O escrivão tem a responsabilidade de fazer o relatório dos trabalhos. O conselho de sentença, após ouvir os argumentos de ambas as partes, apresenta sua decisão final. O plenário será encarregado de observar o desempenho da promotoria e da defesa e fazer uma apreciação final sobre sua desenvoltura.
  • 15. Observações  Pode-se usar mais de um método por aula.  Deve-se priorizar métodos que estimulem a participação do estudante.  Os métodos listados podem ser utilizados em diferentes faixas etárias. Ter um método é escolher um caminho e sem um caminho claramente definido é difícil chegar-se a algum lugar. Lécio Dornas
  • 16. Para saber mais...  Estratégias de ensinagem (p. 15-54) – Léa Anastasiou http://www.ufmt.br/proeg/arquivos/2dc95cd453e52a78a17dcc157f04dbf 6.pdf  Texto: Métodos e acessórios de ensino – Antonio Gilberto http://ministerio-c-adolescentes.blogspot.com.br/2013/07/ebd-metodos- e-acessorios-de-ensino.html  Socorro! Sou professor da escola dominical (p. 12-13) – Lécio Dornas http://pt.slideshare.net/gessicatexeira/socorro-sou-professor-de-escola- dominical-lcio-dornas
  • 17. Na próxima aula.....  Falaremos sobre recursos didáticos para a EBD. Não perca!!!
  • 18. Obrigada!!!  Se você ama a EBD, junte-se a nós!!  Curta a nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/amorpelaebd/  E o nosso canal no Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCMoFJwfZX BOIESHIEprOY9w