Introdução ao Método dos
     Elementos Finitos

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  Métodos Computacionais
Definição
         O objetivo do MEF é a resolução de equações
      diferenciais, pela aproximação da solução contínua
       por pequenas soluções discretas aproximadas em
            elementos distribuídos na sua superfície




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Seja a eq. de Poisson, que é uma eq. dif. de 2ª ordem que
  descreve uma gde variedade de fenômenos:

                     2       ∂2Φ(x, ∂2Φ(x,
                                   y)      y)
                    ∇ Φ(x, =
                         y)          +       =0.
                                 2       2
                               ∂x      ∂y
  O MEF a transforma num sistema de equações algébricas
  que podem resolvidas facilmente pelo computador:

                            [ A ]{X }= {B }
        A ordem do sistema depende da malha adotada: do número de nós
        e de graus de liberdade por nó.
        As incógnitas podem ser temperatura, deslocamentos, tensões,
        potencial elétrico, ....
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História
    1909 – Surge o Método de Ritz em Cálculo Variacional.

    1953 – Os computadores começam, a ser aplicados para
    resolver problemas de Engenharia.

    1956 e 1960 – Publicam-se aplicações de Métodos
    Aproximados para Computadores Digitais.

    1960 – Surge o termo “Elementos Finitos”.


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História II
    1963 – Reconhece-se que os Métodos Aproximados
    nada mais são do que uma variação do Método de Ritz.

    1970 – Extensão do Método para outros tipos de
    problemas, além do cálculo estrutural.

    1980 – Com a popularização dos computadores, vem a
    grande divulgação do Método.

    1990 – Com a evolução dos PC´s, os “mainframes”
    perdem força.
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Etapas na Análise
1.        O usuário cria o modelo Físico
      •      Define a geometria, materiais, apoios e cargas.
      •      Gera a malha de nós e elementos
2.        O programa efetua a análise
      •      Resolução das equações para cada nó
      •      Montagem do sistema
      •      Resolução do sistema
3.        Pós-Processamento
      1.     Análise dos Resultados
      2.     Erro e precisão.
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Modelagem
Considerações Gerais sobre
               Modelos Físicos
    Um modelo é uma idealização da estrutura real

    Supõe sempre uma aproximação: não existe o
    “engastado” e o “simplesmente apoiado”, nem
    cargas pontuais, etc.

    Contudo, essa idealização deve supor uma boa
    representação da estrutura real
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Etapas
•       Definição da geometria, dos apoios

•       Escolha do tipo de elemento a ser utilizado.
•       Lançamento da malha: Nós e elementos
•       Definição dos materiais.
•       Aplicação das cargas e das condições de
        contorno.

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1. Definição da Geometria




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2. Tipos de
Elementos: Viga

   Utiliza-se em geral em peças
   cujo comprimento é muito
   maior que a sua profundidade
   e altura.
   Cabos, tubulações,
   parafusos, varas e hastes,
   etc.
   Dois nós, com 6 dof cada.

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Elemento Casca
  Utiliza-se em geral em
  superfícies onde uma
  dimensão (espessura) é
  muito menor que as outras.
  Vasos de pressão, pás de
  turbinas, cúpulas, etc.
  Cada nó possui 5 dof.
  Assume-se que não há
  rotação no eixo z.

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Elemento 3D Sólido
  Utiliza-se em
  quaisquer peças onde
  a espessura não é
  desprezível.

  Com este elemento
  pode-se calcular as
  tensões ao longo da
  espessura.

  Possui 8 nós com 3
  dof cada
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Elemento Axissimétrico
   Caso especial do
   elemento sólido, contudo
   é mais utilizado.

   Utiliza-se em eixos onde
   a geometria não varia
   com a circunferência

   Pode-se transformar o
   problema para 2D, e
   aplicar estado plano de
   tensão ou de
   deformação, diminuindo
   mais ainda as incógnitas
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Outros Tipos de Elementos
  2D                              3D




Mola-amortecedor                   Tubos




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2.1 - Aplicação de Hipóteses
                   Simplificadoras

      É possível reduzir de 3D para 2D?
      Há alguma simetria?
      Há alguma dimensão desprezível comparada às
      outras?
      Pode-se remover algum grau de liberdade?
      Pode-se aplicar elemento axissimétrico?
      Pode-se utilizar estado plano de Tensão ou de
      deformação?
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Estado plano
     de deformação

Assume-se que
a deformação
numa das
direções é zero.
Estruturas
compridas com
carregamento
uniforme
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Estado plano
     de tensão
  Assume-se que a
  tensão numa das
  direções é zero.

  Estruturas muito
  finas como lacas
  ou cascas.


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3. Regras para lançamento de malha

    Deve-se ter uma idéia do Comportamento
    Físico do problema




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3.1 - Posicione os nós nos pontos de aplicação
 das cargas, apoios e mudanças de seção.




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3.2 - Transição gradual na malha




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3.3 - Utilize preferencialmente
                           elementos retangulares.
                           Use elementos triangulares só
                           para transições




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3.4 - Não deforme excessivamente os
                       elementos




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3.5 - Evite ângulos muito obtusos




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3.6 – Tome
                             cuidado com a
                           representação de
                           superfícies curvas
                             por elementos
                                 planos.




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3.7 – Não
                           coloque nós
                            interiores.




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3.8 - Atenção
com a numeração
    dos nós.




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Ex 1: Peça de sustentação




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Apoios e carregamento




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Malha com uso de simetria

    Calculo da ordem do sistema:
         Total:
                67*2 = 134
         Conhecidos:
               11 deslocs em X no plano de simetria
               e 5 deslocs em Y e X no apoio
               134 – 11 - 9 = 114


    Quantos seriam com a simetria?

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Solução                                   Tensões


                  Deformações




Raul PessolaniSimetria
      Com - Métodos        Sem simetria
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Análise da Saída
                1. Os resultados são coerentes?
                            Há erros?

    Novamente é necessário conhecer o comportamento físico.

    Geometria incorreta

    Erro na introdução das condições de contorno

    Má discretização
         Número insuficiente de nós.
         Erro de posicionamento
         Escolha inadequada do tipo de elemento

                    O computador não substitui o engenheiro!
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Análise da Saída
              2. Há precisão e acuracidade?

    A precisão cresce com o número de nós, mas há um
    ponto ideal!

    Estudo da variação dos resultados com vários
    refinamentos de malha nas regiões mais criticas.

    Há excessiva variação na resposta?



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Estudo da Região mais solicitada




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Q= 100 N/mm




  Ex 2: Placa
Tracionada com
      Furo
   no centro


                           Q= 100 N/mm


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Malha Utilizada
    Região A e B.

    Nº Elementos: 1445

    Nº nós: 1536

    Carga escolhida:
    P=100N/mm²

    r=2,5mm e RA=25mm




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Pelo ANSYS:
    Tração de tensão calculados e plotados pelo ANSYS:




                                       Erro:


                                   300 , 88 − 296 ,8
                                                     = 1,4
                                   296 ,8




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Ex 3: Pressão causada pelo vento num edifício




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Condições de
           Contorno




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Resultados para 3 posições de porta




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Pressão total




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Ex 4. Análise de Tensões de um eixo de
  propulsão
                      Esquema típico de uma linha de eixo




                                       Carregamento




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Análise pelo MEF




                                  •Tipo de malha: Sólida
                                  •Gerador de malhas usado:Padrão
                                  •Superfície lisa: Ativada
                                  •Tamanho do elemento:128.149 mm
                                  •Tolerância: 6.40744 mm
                                  •Qualidade da malha: Alta
                                  •Total de nós: 19724
                                  •Total de elementos: 11210


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Análise da Linha de Eixos por Elementos Finitos

    Esquema das cargas e restrições impostas ao
    conjunto




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Tensões atuantes em toda a linha de eixo




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Deformações na linha de eixo




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Escoamento transônico
compressível em um difusor
       Discretização




      Condições de contorno   Inlet:
                              Pressão total = 19.50 psia
                              Temperatura Total = 500 R

                              Outlet:
                              Pressão: 14.10 psia
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Escoamento transônico
compressível em um difusor
         Nítida formação da onda de choque durante a expansão do gás
                  A velocidade ultrapassa Mach=1 na região da garganta




                               Número de Mach máximo: 1,39

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Referências
    Ansys:
         http://www.mece.ualberta.ca/Tutorials/ansys/index.html




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Modelagem mef

  • 1.
    Introdução ao Métododos Elementos Finitos Raul Pessolani - UFF Métodos Computacionais
  • 2.
    Definição O objetivo do MEF é a resolução de equações diferenciais, pela aproximação da solução contínua por pequenas soluções discretas aproximadas em elementos distribuídos na sua superfície Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 3.
    Seja a eq.de Poisson, que é uma eq. dif. de 2ª ordem que descreve uma gde variedade de fenômenos: 2 ∂2Φ(x, ∂2Φ(x, y) y) ∇ Φ(x, = y) + =0. 2 2 ∂x ∂y O MEF a transforma num sistema de equações algébricas que podem resolvidas facilmente pelo computador: [ A ]{X }= {B } A ordem do sistema depende da malha adotada: do número de nós e de graus de liberdade por nó. As incógnitas podem ser temperatura, deslocamentos, tensões, potencial elétrico, .... Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 4.
    História 1909 – Surge o Método de Ritz em Cálculo Variacional. 1953 – Os computadores começam, a ser aplicados para resolver problemas de Engenharia. 1956 e 1960 – Publicam-se aplicações de Métodos Aproximados para Computadores Digitais. 1960 – Surge o termo “Elementos Finitos”. Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 5.
    História II 1963 – Reconhece-se que os Métodos Aproximados nada mais são do que uma variação do Método de Ritz. 1970 – Extensão do Método para outros tipos de problemas, além do cálculo estrutural. 1980 – Com a popularização dos computadores, vem a grande divulgação do Método. 1990 – Com a evolução dos PC´s, os “mainframes” perdem força. Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 6.
    Etapas na Análise 1. O usuário cria o modelo Físico • Define a geometria, materiais, apoios e cargas. • Gera a malha de nós e elementos 2. O programa efetua a análise • Resolução das equações para cada nó • Montagem do sistema • Resolução do sistema 3. Pós-Processamento 1. Análise dos Resultados 2. Erro e precisão. Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 7.
  • 8.
    Considerações Gerais sobre Modelos Físicos Um modelo é uma idealização da estrutura real Supõe sempre uma aproximação: não existe o “engastado” e o “simplesmente apoiado”, nem cargas pontuais, etc. Contudo, essa idealização deve supor uma boa representação da estrutura real Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 9.
    Etapas • Definição da geometria, dos apoios • Escolha do tipo de elemento a ser utilizado. • Lançamento da malha: Nós e elementos • Definição dos materiais. • Aplicação das cargas e das condições de contorno. Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 10.
    1. Definição daGeometria Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 11.
    2. Tipos de Elementos:Viga Utiliza-se em geral em peças cujo comprimento é muito maior que a sua profundidade e altura. Cabos, tubulações, parafusos, varas e hastes, etc. Dois nós, com 6 dof cada. Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 12.
    Elemento Casca Utiliza-se em geral em superfícies onde uma dimensão (espessura) é muito menor que as outras. Vasos de pressão, pás de turbinas, cúpulas, etc. Cada nó possui 5 dof. Assume-se que não há rotação no eixo z. Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 13.
    Elemento 3D Sólido Utiliza-se em quaisquer peças onde a espessura não é desprezível. Com este elemento pode-se calcular as tensões ao longo da espessura. Possui 8 nós com 3 dof cada Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 14.
    Elemento Axissimétrico Caso especial do elemento sólido, contudo é mais utilizado. Utiliza-se em eixos onde a geometria não varia com a circunferência Pode-se transformar o problema para 2D, e aplicar estado plano de tensão ou de deformação, diminuindo mais ainda as incógnitas Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 15.
    Outros Tipos deElementos 2D 3D Mola-amortecedor Tubos Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 16.
    2.1 - Aplicaçãode Hipóteses Simplificadoras É possível reduzir de 3D para 2D? Há alguma simetria? Há alguma dimensão desprezível comparada às outras? Pode-se remover algum grau de liberdade? Pode-se aplicar elemento axissimétrico? Pode-se utilizar estado plano de Tensão ou de deformação? Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 17.
    Estado plano de deformação Assume-se que a deformação numa das direções é zero. Estruturas compridas com carregamento uniforme Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 18.
    Estado plano de tensão Assume-se que a tensão numa das direções é zero. Estruturas muito finas como lacas ou cascas. Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 19.
    3. Regras paralançamento de malha Deve-se ter uma idéia do Comportamento Físico do problema Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 20.
    3.1 - Posicioneos nós nos pontos de aplicação das cargas, apoios e mudanças de seção. Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 21.
    3.2 - Transiçãogradual na malha Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 22.
    3.3 - Utilizepreferencialmente elementos retangulares. Use elementos triangulares só para transições Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 23.
    3.4 - Nãodeforme excessivamente os elementos Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 24.
    3.5 - Eviteângulos muito obtusos Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 25.
    3.6 – Tome cuidado com a representação de superfícies curvas por elementos planos. Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 26.
    3.7 – Não coloque nós interiores. Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 27.
    3.8 - Atenção coma numeração dos nós. Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 28.
    Ex 1: Peçade sustentação Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 29.
    Apoios e carregamento RaulPessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 30.
    Malha com usode simetria Calculo da ordem do sistema: Total: 67*2 = 134 Conhecidos: 11 deslocs em X no plano de simetria e 5 deslocs em Y e X no apoio 134 – 11 - 9 = 114 Quantos seriam com a simetria? Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 31.
    Solução Tensões Deformações Raul PessolaniSimetria Com - Métodos Sem simetria Computacionais - UFF
  • 32.
    Análise da Saída 1. Os resultados são coerentes? Há erros? Novamente é necessário conhecer o comportamento físico. Geometria incorreta Erro na introdução das condições de contorno Má discretização Número insuficiente de nós. Erro de posicionamento Escolha inadequada do tipo de elemento O computador não substitui o engenheiro! Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 33.
    Análise da Saída 2. Há precisão e acuracidade? A precisão cresce com o número de nós, mas há um ponto ideal! Estudo da variação dos resultados com vários refinamentos de malha nas regiões mais criticas. Há excessiva variação na resposta? Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 34.
    Estudo da Regiãomais solicitada Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 35.
    Q= 100 N/mm Ex 2: Placa Tracionada com Furo no centro Q= 100 N/mm Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 36.
    Malha Utilizada Região A e B. Nº Elementos: 1445 Nº nós: 1536 Carga escolhida: P=100N/mm² r=2,5mm e RA=25mm Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 37.
    Pelo ANSYS: Tração de tensão calculados e plotados pelo ANSYS: Erro: 300 , 88 − 296 ,8 = 1,4 296 ,8 Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 38.
    Ex 3: Pressãocausada pelo vento num edifício Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 39.
    Condições de Contorno Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 40.
    Resultados para 3posições de porta Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 41.
    Pressão total Raul Pessolani- Métodos Computacionais - UFF
  • 42.
    Ex 4. Análisede Tensões de um eixo de propulsão Esquema típico de uma linha de eixo Carregamento Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 43.
    Análise pelo MEF •Tipo de malha: Sólida •Gerador de malhas usado:Padrão •Superfície lisa: Ativada •Tamanho do elemento:128.149 mm •Tolerância: 6.40744 mm •Qualidade da malha: Alta •Total de nós: 19724 •Total de elementos: 11210 Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 44.
    Análise da Linhade Eixos por Elementos Finitos Esquema das cargas e restrições impostas ao conjunto Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 45.
    Tensões atuantes emtoda a linha de eixo Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 46.
    Deformações na linhade eixo Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 47.
    Escoamento transônico compressível emum difusor Discretização Condições de contorno Inlet: Pressão total = 19.50 psia Temperatura Total = 500 R Outlet: Pressão: 14.10 psia Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
  • 48.
    Escoamento transônico compressível emum difusor Nítida formação da onda de choque durante a expansão do gás A velocidade ultrapassa Mach=1 na região da garganta Número de Mach máximo: 1,39 Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF
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    Referências Ansys: http://www.mece.ualberta.ca/Tutorials/ansys/index.html Raul Pessolani - Métodos Computacionais - UFF