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Mário Sérgio Vasconcelos
Diretor de Relações Institucionais
Congresso Brasileiro de
Eficiência Energética e
Expo-Eficiência –
COBEE 2016
Mudanças climáticas
Metas brasileiras de redução de emissões
2
Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC)
Reduzir emissões de GHG em 37% abaixo dos níveis de 2005 em 2025,
e 43% em 2030
Alcançar 45% de participação de fontes
renováveis na matriz energética
(41,2% em 2015)
Alcançar 18% de participação de
biocombustivel na matriz energética
(7,2% em 2015)
Alcançar 23% de participação na matriz
elétrica de outras fontes renováveis
além de hidrelétrica (11,5% em 2015)
Ganhos de 10% de eficiência no setor
elétrico
Fim do desmatamento ilegal
Restaurar e reflorestar 12
milhões de hectares
Integrar 5 milhões de hectares
de florestas, pecuária e
agricultura
Recuperar 15 milhões de
hectares de pastos degradadas
Uso da terra Energia
Como fazer
3
Governança do tema socioambiental na
FEBRABAN
Comissão de Responsabilidade Social e
Sustentabilidade (CRSS)
Comissão Intrasetorial
4
Comissão de Responsabilidade Social e Sustentabilidade
Bancos
1 ABC Brasil
2 Alfa Investimentos
3 Banco da Amazônia
4 Banco de Tokyo-
Mitsubishi UFJ Brasil
5 Banco do Brasil
6 Banco do Estado do Rio
Grande do Sul
7 BM&FBovespa
8 BNP Paribas Brasil
9 Bradesco
10 BTG Pactual
Bancos
12 Caixa Econômica Federal
13 Caterpillar
14 Cetelem
15 China Construction Bank
(Brasil)
16 Citibank
17
Daycoval
18 HSBC Bank Brasil
19 Itaú BBA
20 Itaú Unibanco
21 J. P. Morgan
Bancos
22 Pan
23 Pine
24 Rabobank Int. Brasil
25 Safra
26 Santander
27 Triângulo
28 Volkswagen
29 Votorantim
5
Composição: ANBIMA, BM&FBOVESPA, CNseg e FEBRABAN
Coordenação: FEBRABAN
Engajar o setor financeiro e mercado de capitais rumo a uma economia
de baixo carbono por meio de ações colaborativas, nivelamento dos
conhecimentos, da troca de experiências e do desenvolvimento de
projetos de interesse comum
Comissão Intrasetorial
6
Legislação
Regulação
Autorregulação
Acordos Voluntários
7
Estatuto da
Terra
Lei 6.938
Política Nacional do Meio
Ambiente
Lei 7.347
Ações
civis públicas
em caso
de danos
socioambientais
Lei 9.433
Política Nacional
de Gerenciamento
de Recursos Hídricos
Lei 9.605
Crimes Ambientais
Lei 12.187
Política Nacional
sobre Mudança do
Clima
Lei 12.305
Política
Nacional de
Resíduos
Sólidos
Lei 12.651
Novo Código
Florestal
1964 1981 1985 2010 20122009
1997/
1998
Legislação brasileira para proteção ambiental
8
Assinatura do
Protocolo Verde entre
a FEBRABAN e o
Ministério do Meio
Ambiente
Lançamento dos
Princípios do Equador
Assinatura do Protocolo
Verde pelos bancos
públicos com o
Ministério do Meio
Ambiente
Lançamento do primeiro
fundo de Investimentos
Responsáveis do Brasil
(Ethical)
Lançamento do ISE
(Bovespa)
Lançamento dos Princípios
para o Investimento
Responsável (PRI)
Criação da Rede
Brasileira do PRI
Assinatura do Protocolo do
Seguro Verde entre as
seguradoras e o Ministério do
Meio Ambiente
Lançamento dos Princípios
para a Sustentabilidade em
Seguros (PSI)
2001 2003 2005 2007 20091995
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Mercado Bancário
Mercado de Seguros
2014
Autorregulação
SARB 14/14
Fonte: UNEP & Febraban, 2016
21 anos de compromissos voluntários
2015
Protocolo de Boas
Práticas Governo
Estado de São
Paulo
2011
9
Regulação socioambiental do Banco Central
2008 2014201120102009
Resolução 3.545
Crédito Rural –
Regularidade Ambiental
na Amazônia
Resolução 3.813
Crédito Rural – Expansão
da Cana de Açúcar
Resolução 3.876
Crédito Rural – Trabalho Escravo
Resolução 3.896
Crédito Rural – Agricultura de Baixo
Carbono
Resolução 4.008
Crédito para mitigação e
adaptação às mudanças
climáticas
Circular 3.547
ICAAP
Resolução 4.327
Responsabilidade
Socioambiental (PRSA)
10
Resolução 4327/14 - Política de Responsabilidade Socioambiental (PRSA)
Dispõe sobre as diretrizes que devem ser observadas no estabelecimento e
na implantação da PRSA pelas instituições financeiras e demais instituições
autorizadas a funcionar pelo Banco Central
 Abrange desde grandes bancos a pequenas cooperativas
 Fortalece a gestão de riscos socioambientais e o estabelecimento de
padrões mínimos de procedimentos
 Define dois princípios fundamentais: relevância e proporcionalidade
 Permite que cada instituição estabeleça suas próprias diretrizes na área
socioambiental e as integre à sua governança e ao seu planejamento
estratégico
 Favorece a expansão e qualidade do crédito
 Estabelece e fortalece modelos de Governança
Regulação socioambiental do Banco Central
11
SARB 14 - PRSA (Política de Responsabilidade Socioambiental)
Objetivos
 Demonstrar diligência e comprometimento das instituições
financeiras na avaliação de impactos socioambientais em suas
operações e atividades
 Definir patamar mínimo de procedimentos e práticas evitando
disparidades na concorrência
 Instrumentalizar procedimentos para a análise de risco
socioambiental nas atividades e operações das instituições
 Servir de parâmetro para fiscalização do regulador
Sistema de autorregulação bancária (SARB)
12
1. Desenvolvimento do mercado de Títulos Verdes (Green Bonds)
1. Riscos e oportunidades em atividades de uso intensivo de Capital Natural para
o setor financeiro no Brasil
2. Modelo de negócio para financiamento ao setor florestal ou recuperação
ambiental nos estados de SP, MT e PR
3. Ampliação de metodologia do registro de perdas decorrentes de danos
socioambientais em crédito e garantias
4. Mensuração de recursos para a Economia Verde e Setores com Potencial Dano
Ambiental
5. Financiamento de projetos de Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
Projetos - 2016
13
Eficiência Energética e
Edificações Sustentáveis
Elaboração com parceria do Centro de Estudos em
Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas
(Gvces)
Grupo de Trabalho Bancos
14
Resultados esperados do Projeto
Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
Identificar soluções prioritárias de financiamento de projetos
Subsidiar melhorias em mecanismos financeiros existentes ou
propor criação de novos mecanismos
Atuação do setor privado na intermediação de recursos para
financiamento e investimento é indispensável
15
Associações
1. ABESCO - Associação Brasileira
das Empresas de Serviços de
Conservação de Energia
2. ABSOLAR - Associação Brasileira
de Energia Solar Fotovoltaica
3. Green Building Council
4. Secovi: Sindicato da Habitação
5. CREA: Conselho Regional de
Engenharia e Agronomia
6. CAU: Conselho de Arquitetura e
Urbanismo no Brasil
7. Sinduscon: Sindicato da
Construção
Empresas do Setor
15. Cyrela
16. Gafisa
17. Cushman &
Wakefield
Especialistas
25. City of London: Urban
Development Funds
26. One NYC: Green
Buildings and Energy
Efficiency
27. C40 Cities Climate
Leadership Group
28. WRI
29. CEBDS e SITAWI
Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
Instituições Financeiras
8. CAIXA
9. Santander
10. Votorantim
11. Itaú Unibanco
12. BID/EEGM
13. BNDES
14. IFC
Consultorias
20. Mitsidi
21. EkobeSolar
22. Solatio
23. Inovatech
24. Sustentech
Governo
18. Procel Edifica
19. MMA- 3E
Entrevistados
16
Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
Potencial do mercado
Novas regulações
Estimativa de 55% de crescimento da demanda de energia até 2024
Potencial de 164 GW em geração de energia solar fotovoltaica residencial
3.981 micro e minigeradores num universo de 77 milhões de unidades
consumidoras (Aneel)
Nas edificações sustentáveis taxa de vacância* é, em média, 7% menor no
RJ e 9,5% menor em SP
Valor de mercado* na locação, em média 24% maior no RJ em prédios
certificados e 10% maior em SP
(* Fonte: Green Building Council-Brasil, Anuário 2016)
17
Novas regulações incentivadoras
Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
Tributação
 ICMS 16/2015: autoriza estados a isentarem o ICMS sobre a energia
da REN 482/2012 (20 estados já aderiram)
Resolução ANEEL nº. 687/2015: Solar Fotovoltaica
 Geração compartilhada: possibilidade de criação de um consórcio
para compartilhamento dos ganhos dentro da mesma área de
concessão
 Autoconsumo remoto: possibilidade de instalação de painéis fora da
localização onde a conta de luz é gerada desde que dentro da mesma
área de concessão
18
Características das edificações sustentáveis
CERTIFICAÇÕES LEED, AQUA-HQE, BREEAM, DGNB, Procel Edifica, Casa Azul (CAIXA)
CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL
Longevidade, adaptabilidade,
flexibilidade
Eficiência energética e hídrica
Segurança, saúde (construção e
operação)
Considerações sociais e
econômicas
Aspectos urbanos e de
planejamento
EDIFÍCIOSVERDES
Consumo de combustíveis não renováveis,
água, solo e
Emissões de GHG e outros gases
Impactos na ecologia do sítio
Resíduos sólidos e efluentes líquidos
Qualidade do ambiente interno
Manutenção do desempenho
materiais
Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
19
Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
 Investimento fica em média R$6.500/kWp instalado
 Redução de payback nos últimos 05 anos devido a menores custos de
tecnologia e preços da conta de luz
 Payback em cerca de 6 anos, apenas com os ganhos obtidos com redução
da conta de luz
Fonte: Atla, Innovatech, Sustentech
Fonte: ABSOLAR
Condições Financeiras
20
Desafios
Para o setor produtivo
• Resoluções novas: concessionárias terão de se adaptar
• Resoluções novas: consumidor ainda desinformado
• Baixa demanda do consumidor: apenas clientes alta renda
• Custo do empreendimento de 5% a 15% maiores
• Redução dos custos de energia, consumo de água e de
manutenção do empreendimento verde não sistematizados
• Modelos de financiamento não refletem os ganhos potenciais
do empreendimento verde nem para o empreendedor nem
para o consumidor
Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
21
Desafios
Para as instituições financeiras
• Falta de escala da demanda x falta de divulgação em escala
• Necessidade de trabalhar em parceria com a cadeia de
fornecimento
• Equipamento é garantia (painel solar), porém a ausência de
mercado secundário dificulta a execução das garantias
• Desconhecimento da importância e potencial do novo mercado
• Desconhecimento das vantagens econômicas (reduções de
custos e valorização imobiliária) do empreendimento verde
Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
22
Desafios
Para os consumidores
• Desconhecimento do que seja um empreendimento
verde, suas vantagens e retorno
• Falta de dados - ou sua não divulgação - que
demonstrem as vantagens econômicas proporcionadas
pelo menor consumo e por menores custos de
manutenção do empreendimento verde
• Consumidor não tem capacidade de pagar a mais pelo
empreendimento verde
Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
23
Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
Abrangência
Retrofit
Novas
Edificações
Energia Solar
Fotovoltaica,
exclusivamente
Energia solar fotovoltaica
Iluminação
Refrigeração
Redução consumo água
Resíduos
Materiais reciclados
24
Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
Retrofit
25
Mercado: prédios corporativos, hospitais, shoppings, redes de lojas, padarias,
concessionárias, supermercados, estacionamentos
Financiamento: pode ser feito ao usuário final ou a uma consultoria ou
empresa implementadora
Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
Exemplos de linhas disponíveis:
 Linhas BNDES
• Soluções Tecnológicas
• EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
• FINAME
 Caixa BCD Modalidade
Ecoeficiência
 Santander CDC Eficiência
Energética
Financiamento e contratos de aluguel
Contratos de Aluguel (potencial): de
usinas de Energia Solar Fotovoltaica
26
Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
Novas edificações
27
Exemplo de linha disponível:
Caixa Econômica
• Financiamento Imobiliário
• Redução nas taxas de juros
para financiamentos à
produção com recursos
SBPE para clientes PJ que
adquirem um combo de
relacionamento com 4
produtos (Selo Casa Azul,
conta especial, etc)
Mercado: grandes e médias incorporadoras e/ou construtoras
Financiamento: imobiliário com taxas atrativas quando organismo multilateral de
fomento (IFC, Banco Mundial, Bancos de Fomento) oferecem mecanismo de garantia
Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
Emissão de títulos Verdes (potencial):
Green Bonds para construção de prédios
verdes com garantia e/ou investimento
âncora de uma instituição multilateral de
fomento
Contratos de Aluguel (potencial): de
usinas de Energia Solar Fotovoltaica
Financiamento, emissão de títulos e contratos de aluguel
28
Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
Energia Solar Fotovoltaica
29
Mercado A: prédios corporativos, hospitais, shoppings, redes de lojas, padarias,
concessionárias, supermercados, estacionamentos).
Financiamento: mecanismos semelhantes aos
verificados para Retrofit e Novas Edificações
Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
Exemplos de linhas disponíveis:
 Santander CDC Eficiência
Energética
 Caixa Producard
 Caixa Construcard
 BNDES Finem -Eficiência
Energética
 BNDES Finame –Leasing
 Banco do Nordeste FNE Sol
 Sicredi Energia Solar
Financiamento
30
Mercado B: segmento residencial, pessoas
físicas
Integrantes dos mercado
 Empresas de médio e de grande porte seus respectivos prédios corporativos
ou rede de distribuição, condomínios residenciais ou comerciais, situados em
uma mesma área de uma concessionária de energia elétrica
 Empresa especializada é contratada para construir e manter usina solar
fotovoltaica para entrega de energia a um preço menor que o praticado pelo
mercado cativo
Operação financeira para custear a construção da usina pode
ser um financiamento bancário ou por meio da emissão de
títulos verdes (Green Bonds), a critério das partes
A redução dos custos da energia deverá pagar o financiamento
ou da emissão dos títulos verdes (Green Bonds)
Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
Aluguel de usinas de Energia Solar Fotovoltaica
31
Transparência
 O setor produtivo, os consumidores e as instituições financeira não dispõem
de informações adequadas para definir iniciativas e tomar decisões de
financiamentos e/ou investimentos
 Os incentivos já existentes precisam ser levados ao conhecimento do
mercado de forma orientar seu correto entendimento
 Será necessário estruturar e publicar informações relativas aos custos de
implantação, de manutenção e retornos financeiros dos projetos de
eficiência energética e edificações sustentáveis vis a vis projetos
tradicionais
 Os benefícios ambientais deverão ser valorizados nos processos de
comercialização e marketing dos empreendimentos e iniciativas “verdes”
Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
O que precisa ser feito
32
Pesquisa e treinamento
 O setor produtivo, as instituições financeiras e as entidades de classe devem
elaborar e realizar a capacitação no tema junto às suas áreas de prospecção
de negócios, pesquisa e desenvolvimento, engenharia de produto, de
manutenção, de marketing e comercial
 Cabe ao setor produtivo e suas entidades representativas estimular a troca
de informações para o desenvolvimento do mercado, e buscar
continuamente a redução dos custos por meio de novas tecnologias
Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
O que precisa ser feito
33
Instrumentos financeiros
 As instituições financeiras deverão avaliar novas alternativas de
financiamentos e investimentos privados viáveis financeiramente e
adequados aos diversos mercados
 A participação de entidades multilaterais de fomento e os fundos
institucionais podem compor modelos financeiros de menor risco para as
instituições financeiras e de menor custo para o mercado, por meio de
garantias, subscrições ancoras de títulos ou assistência técnica aos
empreendimentos
Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
O que precisa ser feito
34
Cooperação
 Não há “bala de prata”, solução única ou unilateral. Apenas a ações
promovidas de forma cooperada pelos agentes do mercado, das entidades
multilaterais de fomento e dos organismos de governo possibilitará o
desenvolvimento das soluções que estimulem as atividades e projetos de
eficiência energética e construções sustentáveis com benefícios para toda a
sociedade
Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
O que precisa ser feito
35
Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
Boas práticas internacionais
36
Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
Alemanha
 líderes na questão da eficiência energética
 gastam 4,70 dólares per capita em P&D sobre eficiência energética, mais
do que o dobro gasto pelo Brasil (2,27 dólares)
 investimento do país em eficiência energética de edificações atingiu 39
bilhões de euros para edificações residenciais e 15 bilhões de euros para
edificações comerciais em 2013
 Plano Nacional de Ação para a Eficiência Energética (PNAEE) com o
objetivo de reduzir o consumo de energia primária em 20% até 2020 (em
comparação com os níveis de 2008) e reduzi-lo pela metade até 2050.
com redução de 80% na demanda das edificações existentes do país por
energia primária em relação aos níveis de 2008
 incentivos tributários para ações de retrofit e o fundo CO2 Building
Renovation Programme, que oferece empréstimos a juros baixos
Fonte: International Energy Agency [IEA], DIW, Energy Star 37
Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis
Estados Unidos
 etiquetagem energéticadas edificações em diversas cidades
 programa voluntário de etiquetagem, o ENERGY STAR Portfolio Manager,
adotado por cidades como Nova York, Boston e Seattle
 a cidade de Nova York destina 10% do orçamento energético para retrofit
 New York City Energy Efficiency Corporation (NYCEEC) é uma organização
financeira sem fins lucrativos que oferece empréstimos e soluções
alternativas de financiamento para projetos de eficiência energética e de
energia limpa
 FHA Energy-efficient mortgages (http://energy.gov/savings/energy-
efficient-mortgages)
 OneNYC Green Buildings & Energy Efficiency (http://www.nyc.gov/gbee)
Fonte: International Energy Agency [IEA], DIW, Energy Star
38
Obrigado !
mario.sergio@febraban.org.br
39

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Mecanismos de Financiamento: Bancos Públicos e Privados

  • 1. Mário Sérgio Vasconcelos Diretor de Relações Institucionais Congresso Brasileiro de Eficiência Energética e Expo-Eficiência – COBEE 2016
  • 2. Mudanças climáticas Metas brasileiras de redução de emissões 2
  • 3. Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) Reduzir emissões de GHG em 37% abaixo dos níveis de 2005 em 2025, e 43% em 2030 Alcançar 45% de participação de fontes renováveis na matriz energética (41,2% em 2015) Alcançar 18% de participação de biocombustivel na matriz energética (7,2% em 2015) Alcançar 23% de participação na matriz elétrica de outras fontes renováveis além de hidrelétrica (11,5% em 2015) Ganhos de 10% de eficiência no setor elétrico Fim do desmatamento ilegal Restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares Integrar 5 milhões de hectares de florestas, pecuária e agricultura Recuperar 15 milhões de hectares de pastos degradadas Uso da terra Energia Como fazer 3
  • 4. Governança do tema socioambiental na FEBRABAN Comissão de Responsabilidade Social e Sustentabilidade (CRSS) Comissão Intrasetorial 4
  • 5. Comissão de Responsabilidade Social e Sustentabilidade Bancos 1 ABC Brasil 2 Alfa Investimentos 3 Banco da Amazônia 4 Banco de Tokyo- Mitsubishi UFJ Brasil 5 Banco do Brasil 6 Banco do Estado do Rio Grande do Sul 7 BM&FBovespa 8 BNP Paribas Brasil 9 Bradesco 10 BTG Pactual Bancos 12 Caixa Econômica Federal 13 Caterpillar 14 Cetelem 15 China Construction Bank (Brasil) 16 Citibank 17 Daycoval 18 HSBC Bank Brasil 19 Itaú BBA 20 Itaú Unibanco 21 J. P. Morgan Bancos 22 Pan 23 Pine 24 Rabobank Int. Brasil 25 Safra 26 Santander 27 Triângulo 28 Volkswagen 29 Votorantim 5
  • 6. Composição: ANBIMA, BM&FBOVESPA, CNseg e FEBRABAN Coordenação: FEBRABAN Engajar o setor financeiro e mercado de capitais rumo a uma economia de baixo carbono por meio de ações colaborativas, nivelamento dos conhecimentos, da troca de experiências e do desenvolvimento de projetos de interesse comum Comissão Intrasetorial 6
  • 8. Estatuto da Terra Lei 6.938 Política Nacional do Meio Ambiente Lei 7.347 Ações civis públicas em caso de danos socioambientais Lei 9.433 Política Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos Lei 9.605 Crimes Ambientais Lei 12.187 Política Nacional sobre Mudança do Clima Lei 12.305 Política Nacional de Resíduos Sólidos Lei 12.651 Novo Código Florestal 1964 1981 1985 2010 20122009 1997/ 1998 Legislação brasileira para proteção ambiental 8
  • 9. Assinatura do Protocolo Verde entre a FEBRABAN e o Ministério do Meio Ambiente Lançamento dos Princípios do Equador Assinatura do Protocolo Verde pelos bancos públicos com o Ministério do Meio Ambiente Lançamento do primeiro fundo de Investimentos Responsáveis do Brasil (Ethical) Lançamento do ISE (Bovespa) Lançamento dos Princípios para o Investimento Responsável (PRI) Criação da Rede Brasileira do PRI Assinatura do Protocolo do Seguro Verde entre as seguradoras e o Ministério do Meio Ambiente Lançamento dos Princípios para a Sustentabilidade em Seguros (PSI) 2001 2003 2005 2007 20091995 Mercado de Capitais Mercado Bancário Mercado de Seguros 2014 Autorregulação SARB 14/14 Fonte: UNEP & Febraban, 2016 21 anos de compromissos voluntários 2015 Protocolo de Boas Práticas Governo Estado de São Paulo 2011 9
  • 10. Regulação socioambiental do Banco Central 2008 2014201120102009 Resolução 3.545 Crédito Rural – Regularidade Ambiental na Amazônia Resolução 3.813 Crédito Rural – Expansão da Cana de Açúcar Resolução 3.876 Crédito Rural – Trabalho Escravo Resolução 3.896 Crédito Rural – Agricultura de Baixo Carbono Resolução 4.008 Crédito para mitigação e adaptação às mudanças climáticas Circular 3.547 ICAAP Resolução 4.327 Responsabilidade Socioambiental (PRSA) 10
  • 11. Resolução 4327/14 - Política de Responsabilidade Socioambiental (PRSA) Dispõe sobre as diretrizes que devem ser observadas no estabelecimento e na implantação da PRSA pelas instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central  Abrange desde grandes bancos a pequenas cooperativas  Fortalece a gestão de riscos socioambientais e o estabelecimento de padrões mínimos de procedimentos  Define dois princípios fundamentais: relevância e proporcionalidade  Permite que cada instituição estabeleça suas próprias diretrizes na área socioambiental e as integre à sua governança e ao seu planejamento estratégico  Favorece a expansão e qualidade do crédito  Estabelece e fortalece modelos de Governança Regulação socioambiental do Banco Central 11
  • 12. SARB 14 - PRSA (Política de Responsabilidade Socioambiental) Objetivos  Demonstrar diligência e comprometimento das instituições financeiras na avaliação de impactos socioambientais em suas operações e atividades  Definir patamar mínimo de procedimentos e práticas evitando disparidades na concorrência  Instrumentalizar procedimentos para a análise de risco socioambiental nas atividades e operações das instituições  Servir de parâmetro para fiscalização do regulador Sistema de autorregulação bancária (SARB) 12
  • 13. 1. Desenvolvimento do mercado de Títulos Verdes (Green Bonds) 1. Riscos e oportunidades em atividades de uso intensivo de Capital Natural para o setor financeiro no Brasil 2. Modelo de negócio para financiamento ao setor florestal ou recuperação ambiental nos estados de SP, MT e PR 3. Ampliação de metodologia do registro de perdas decorrentes de danos socioambientais em crédito e garantias 4. Mensuração de recursos para a Economia Verde e Setores com Potencial Dano Ambiental 5. Financiamento de projetos de Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis Projetos - 2016 13
  • 14. Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis Elaboração com parceria do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (Gvces) Grupo de Trabalho Bancos 14
  • 15. Resultados esperados do Projeto Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis Identificar soluções prioritárias de financiamento de projetos Subsidiar melhorias em mecanismos financeiros existentes ou propor criação de novos mecanismos Atuação do setor privado na intermediação de recursos para financiamento e investimento é indispensável 15
  • 16. Associações 1. ABESCO - Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia 2. ABSOLAR - Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica 3. Green Building Council 4. Secovi: Sindicato da Habitação 5. CREA: Conselho Regional de Engenharia e Agronomia 6. CAU: Conselho de Arquitetura e Urbanismo no Brasil 7. Sinduscon: Sindicato da Construção Empresas do Setor 15. Cyrela 16. Gafisa 17. Cushman & Wakefield Especialistas 25. City of London: Urban Development Funds 26. One NYC: Green Buildings and Energy Efficiency 27. C40 Cities Climate Leadership Group 28. WRI 29. CEBDS e SITAWI Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis Instituições Financeiras 8. CAIXA 9. Santander 10. Votorantim 11. Itaú Unibanco 12. BID/EEGM 13. BNDES 14. IFC Consultorias 20. Mitsidi 21. EkobeSolar 22. Solatio 23. Inovatech 24. Sustentech Governo 18. Procel Edifica 19. MMA- 3E Entrevistados 16
  • 17. Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis Potencial do mercado Novas regulações Estimativa de 55% de crescimento da demanda de energia até 2024 Potencial de 164 GW em geração de energia solar fotovoltaica residencial 3.981 micro e minigeradores num universo de 77 milhões de unidades consumidoras (Aneel) Nas edificações sustentáveis taxa de vacância* é, em média, 7% menor no RJ e 9,5% menor em SP Valor de mercado* na locação, em média 24% maior no RJ em prédios certificados e 10% maior em SP (* Fonte: Green Building Council-Brasil, Anuário 2016) 17
  • 18. Novas regulações incentivadoras Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis Tributação  ICMS 16/2015: autoriza estados a isentarem o ICMS sobre a energia da REN 482/2012 (20 estados já aderiram) Resolução ANEEL nº. 687/2015: Solar Fotovoltaica  Geração compartilhada: possibilidade de criação de um consórcio para compartilhamento dos ganhos dentro da mesma área de concessão  Autoconsumo remoto: possibilidade de instalação de painéis fora da localização onde a conta de luz é gerada desde que dentro da mesma área de concessão 18
  • 19. Características das edificações sustentáveis CERTIFICAÇÕES LEED, AQUA-HQE, BREEAM, DGNB, Procel Edifica, Casa Azul (CAIXA) CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL Longevidade, adaptabilidade, flexibilidade Eficiência energética e hídrica Segurança, saúde (construção e operação) Considerações sociais e econômicas Aspectos urbanos e de planejamento EDIFÍCIOSVERDES Consumo de combustíveis não renováveis, água, solo e Emissões de GHG e outros gases Impactos na ecologia do sítio Resíduos sólidos e efluentes líquidos Qualidade do ambiente interno Manutenção do desempenho materiais Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis 19
  • 20. Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis  Investimento fica em média R$6.500/kWp instalado  Redução de payback nos últimos 05 anos devido a menores custos de tecnologia e preços da conta de luz  Payback em cerca de 6 anos, apenas com os ganhos obtidos com redução da conta de luz Fonte: Atla, Innovatech, Sustentech Fonte: ABSOLAR Condições Financeiras 20
  • 21. Desafios Para o setor produtivo • Resoluções novas: concessionárias terão de se adaptar • Resoluções novas: consumidor ainda desinformado • Baixa demanda do consumidor: apenas clientes alta renda • Custo do empreendimento de 5% a 15% maiores • Redução dos custos de energia, consumo de água e de manutenção do empreendimento verde não sistematizados • Modelos de financiamento não refletem os ganhos potenciais do empreendimento verde nem para o empreendedor nem para o consumidor Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis 21
  • 22. Desafios Para as instituições financeiras • Falta de escala da demanda x falta de divulgação em escala • Necessidade de trabalhar em parceria com a cadeia de fornecimento • Equipamento é garantia (painel solar), porém a ausência de mercado secundário dificulta a execução das garantias • Desconhecimento da importância e potencial do novo mercado • Desconhecimento das vantagens econômicas (reduções de custos e valorização imobiliária) do empreendimento verde Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis 22
  • 23. Desafios Para os consumidores • Desconhecimento do que seja um empreendimento verde, suas vantagens e retorno • Falta de dados - ou sua não divulgação - que demonstrem as vantagens econômicas proporcionadas pelo menor consumo e por menores custos de manutenção do empreendimento verde • Consumidor não tem capacidade de pagar a mais pelo empreendimento verde Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis 23
  • 24. Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis Abrangência Retrofit Novas Edificações Energia Solar Fotovoltaica, exclusivamente Energia solar fotovoltaica Iluminação Refrigeração Redução consumo água Resíduos Materiais reciclados 24
  • 25. Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis Retrofit 25
  • 26. Mercado: prédios corporativos, hospitais, shoppings, redes de lojas, padarias, concessionárias, supermercados, estacionamentos Financiamento: pode ser feito ao usuário final ou a uma consultoria ou empresa implementadora Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis Exemplos de linhas disponíveis:  Linhas BNDES • Soluções Tecnológicas • EFICIÊNCIA ENERGÉTICA • FINAME  Caixa BCD Modalidade Ecoeficiência  Santander CDC Eficiência Energética Financiamento e contratos de aluguel Contratos de Aluguel (potencial): de usinas de Energia Solar Fotovoltaica 26
  • 27. Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis Novas edificações 27
  • 28. Exemplo de linha disponível: Caixa Econômica • Financiamento Imobiliário • Redução nas taxas de juros para financiamentos à produção com recursos SBPE para clientes PJ que adquirem um combo de relacionamento com 4 produtos (Selo Casa Azul, conta especial, etc) Mercado: grandes e médias incorporadoras e/ou construtoras Financiamento: imobiliário com taxas atrativas quando organismo multilateral de fomento (IFC, Banco Mundial, Bancos de Fomento) oferecem mecanismo de garantia Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis Emissão de títulos Verdes (potencial): Green Bonds para construção de prédios verdes com garantia e/ou investimento âncora de uma instituição multilateral de fomento Contratos de Aluguel (potencial): de usinas de Energia Solar Fotovoltaica Financiamento, emissão de títulos e contratos de aluguel 28
  • 29. Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis Energia Solar Fotovoltaica 29
  • 30. Mercado A: prédios corporativos, hospitais, shoppings, redes de lojas, padarias, concessionárias, supermercados, estacionamentos). Financiamento: mecanismos semelhantes aos verificados para Retrofit e Novas Edificações Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis Exemplos de linhas disponíveis:  Santander CDC Eficiência Energética  Caixa Producard  Caixa Construcard  BNDES Finem -Eficiência Energética  BNDES Finame –Leasing  Banco do Nordeste FNE Sol  Sicredi Energia Solar Financiamento 30 Mercado B: segmento residencial, pessoas físicas
  • 31. Integrantes dos mercado  Empresas de médio e de grande porte seus respectivos prédios corporativos ou rede de distribuição, condomínios residenciais ou comerciais, situados em uma mesma área de uma concessionária de energia elétrica  Empresa especializada é contratada para construir e manter usina solar fotovoltaica para entrega de energia a um preço menor que o praticado pelo mercado cativo Operação financeira para custear a construção da usina pode ser um financiamento bancário ou por meio da emissão de títulos verdes (Green Bonds), a critério das partes A redução dos custos da energia deverá pagar o financiamento ou da emissão dos títulos verdes (Green Bonds) Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis Aluguel de usinas de Energia Solar Fotovoltaica 31
  • 32. Transparência  O setor produtivo, os consumidores e as instituições financeira não dispõem de informações adequadas para definir iniciativas e tomar decisões de financiamentos e/ou investimentos  Os incentivos já existentes precisam ser levados ao conhecimento do mercado de forma orientar seu correto entendimento  Será necessário estruturar e publicar informações relativas aos custos de implantação, de manutenção e retornos financeiros dos projetos de eficiência energética e edificações sustentáveis vis a vis projetos tradicionais  Os benefícios ambientais deverão ser valorizados nos processos de comercialização e marketing dos empreendimentos e iniciativas “verdes” Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis O que precisa ser feito 32
  • 33. Pesquisa e treinamento  O setor produtivo, as instituições financeiras e as entidades de classe devem elaborar e realizar a capacitação no tema junto às suas áreas de prospecção de negócios, pesquisa e desenvolvimento, engenharia de produto, de manutenção, de marketing e comercial  Cabe ao setor produtivo e suas entidades representativas estimular a troca de informações para o desenvolvimento do mercado, e buscar continuamente a redução dos custos por meio de novas tecnologias Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis O que precisa ser feito 33
  • 34. Instrumentos financeiros  As instituições financeiras deverão avaliar novas alternativas de financiamentos e investimentos privados viáveis financeiramente e adequados aos diversos mercados  A participação de entidades multilaterais de fomento e os fundos institucionais podem compor modelos financeiros de menor risco para as instituições financeiras e de menor custo para o mercado, por meio de garantias, subscrições ancoras de títulos ou assistência técnica aos empreendimentos Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis O que precisa ser feito 34
  • 35. Cooperação  Não há “bala de prata”, solução única ou unilateral. Apenas a ações promovidas de forma cooperada pelos agentes do mercado, das entidades multilaterais de fomento e dos organismos de governo possibilitará o desenvolvimento das soluções que estimulem as atividades e projetos de eficiência energética e construções sustentáveis com benefícios para toda a sociedade Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis O que precisa ser feito 35
  • 36. Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis Boas práticas internacionais 36
  • 37. Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis Alemanha  líderes na questão da eficiência energética  gastam 4,70 dólares per capita em P&D sobre eficiência energética, mais do que o dobro gasto pelo Brasil (2,27 dólares)  investimento do país em eficiência energética de edificações atingiu 39 bilhões de euros para edificações residenciais e 15 bilhões de euros para edificações comerciais em 2013  Plano Nacional de Ação para a Eficiência Energética (PNAEE) com o objetivo de reduzir o consumo de energia primária em 20% até 2020 (em comparação com os níveis de 2008) e reduzi-lo pela metade até 2050. com redução de 80% na demanda das edificações existentes do país por energia primária em relação aos níveis de 2008  incentivos tributários para ações de retrofit e o fundo CO2 Building Renovation Programme, que oferece empréstimos a juros baixos Fonte: International Energy Agency [IEA], DIW, Energy Star 37
  • 38. Eficiência Energética e Edificações Sustentáveis Estados Unidos  etiquetagem energéticadas edificações em diversas cidades  programa voluntário de etiquetagem, o ENERGY STAR Portfolio Manager, adotado por cidades como Nova York, Boston e Seattle  a cidade de Nova York destina 10% do orçamento energético para retrofit  New York City Energy Efficiency Corporation (NYCEEC) é uma organização financeira sem fins lucrativos que oferece empréstimos e soluções alternativas de financiamento para projetos de eficiência energética e de energia limpa  FHA Energy-efficient mortgages (http://energy.gov/savings/energy- efficient-mortgages)  OneNYC Green Buildings & Energy Efficiency (http://www.nyc.gov/gbee) Fonte: International Energy Agency [IEA], DIW, Energy Star 38