Leonardo Pereira
Médiuns e mediunidade. 
Introdução.
A palavra médium é uma 
expressão latina que significa 
"meio" ou "intermediário". 
Allan Kardec apropriou-se 
dessa expressão para designar 
as pessoas que são portadoras 
da faculdade mediúnica. 
Kardec conceitua: 
Médium - pessoa que pode 
servir de intermediária 
entre os Espíritos e os 
homens. 
O LIVRO DOS MÉDIUNS / 159 - [LM-cap 32]
Mediunidade: 
a faculdade dos médiuns, ou seja, a faculdade 
que possibilita a uma pessoa servir de 
intermediária entre os Espíritos desencarnados 
e os homens.
Médium 
Todos são ?
"todo aquele que sente em qualquer 
grau a influência dos Espíritos é 
médium."
"Pode-se dizer, que todos são mais ou menos médiuns. 
Usualmente, porém, essa qualificação se aplica somente aos 
que possuem uma faculdade bem caracterizada, que se 
traduz por efeitos patentes de certa intensidade, o que 
depende de uma organização mais ou nos sensitiva." 
[LM-it 159]
MÉDIUNS SENSITIVOS 
OU 
IMPRESSIONÁVEIS. 
(LM cap. Dos Médiuns – item 164) 
Esta variedade não apresenta caráter bem definido. 
Todos os médiuns são necessariamente impressionáveis, 
sendo assim a impressionabilidade mais uma qualidade 
geral do que especial. É a faculdade rudimentar 
indispensável ao desenvolvimento de todas as outras.
Influem os Espíritos em nossos pensamentos e 
em nossos atos? 
“Muito mais do que 
imaginais. Influem a tal 
ponto, que, de ordinário, 
são eles que vos dirigem.” 
(LE Q. 459)
De par com os pensamentos que nos são próprios, 
outros haverá que nos sejam sugeridos? 
“Vossa alma é um Espírito que pensa. Não ignorais que, 
frequentemente, muitos pensamentos vos acodem a um 
tempo sobre o mesmo assunto e, não raro, contrários 
uns aos outros. Pois bem! No conjunto deles, estão 
sempre de mistura os vossos com os nossos. 
(LE Q. 460)
“Assim, onde quer que haja uma reunião de homens, 
há igualmente em torno deles uma assembleia 
oculta, que simpatiza com suas qualidades ou com 
seus defeitos, feita abstração completa de toda ideia 
de evocação.” 
KARDEC, Allan. "O Livro dos Médiuns". 55ª ed. Rio de Janeiro: RJ, FEB: 1987. Segunda Parte, capítulo XXI, item 232
A faculdade propriamente dita se 
radica no organismo; independe 
do moral. 
O LIVRO DOS MÉDIUNS – 62a ed. – Allan Kardec (GUIA 
DOS MÉDIUNS E DOS EVOCADORES) (Paris - 1861) 
...Não constitui um privilégio exclusivo de uma ou 
outra pessoa, pois, sendo uma possibilidade 
orgânica , é hereditária e depende de um 
organismo mais ou menos sensitivo... 
L.Palhano / dicionário de filosofia espírita / pag. 205
patrimônio da alma imortal, elemento renovador da 
posição moral da criatura terrena, enriquecendo 
todos os seus valores no capítulo da virtude e da 
inteligência, sempre que se encontre ligada aos 
princípios evangélicos na sua trajetória pela face do 
mundo... 
O CONSOLADOR – 16a. 
edição – 
Francisco Cândido Xavier – 
ditado pelo espírito 
Emmanuel
A mente permanece na 
base de todos os fenômenos 
mediúnicos. 
ANDRÉ LUIZ 
Nos Domínios da 
Mediunidade – p. 15
Por melhor que seja o pianista, 
o som é sempre do piano.
O períspirito é como o fio elétrico condutor 
que serve para a recepção e a transmissão 
do pensamento; desempenha grande papel 
na economia orgânica nos fenômenos 
fisiológicos e patológicos. 
O Livro dos Médiuns: cap.1, item 54.
AURA HUMANA 
• Todos os seres 
vivos, por isso, dos 
mais rudimentares 
aos mais complexos 
se revestem de um 
“halo energético” 
que lhes 
corresponde à 
natureza.
No homem, contudo, semelhante projeção surge 
profundamente enriquecida e modificada pelos fatores do 
pensamento contínuo que, em se ajustando às emanações 
do campo celular, lhe modelam, em derredor da 
personalidade, o conhecido corpo vital ou duplo etéreo de 
algumas escolas espiritualistas, duplicata mais ou menos 
radiante da criatura.
MEDIUNIDADE INICIAL 
— A aura é, portanto, a nossa plataforma onipresente em toda 
comunicação com as rotas alheias, antecâmara do Espírito, em 
todas as nossas atividades de intercâmbio com a vida que nos 
rodeia, através da qual somos vistos e examinados pelas 
Inteligências Superiores, sentidos e reconhecidos pelos nossos 
afins, e temidos e hostilizados ou amados e auxiliados pelos 
irmãos que caminham em posição inferior à nossa. 
Diversidade dos carismas – Hermínio Corrêa de Miranda
Isso porque exteriorizamos, de maneira invariável, 
o reflexo de nós mesmos, nos contatos de 
pensamento a pensamento, sem necessidade das 
palavras para as simpatias ou repulsões 
fundamentais. 
Diversidade dos carismas – Hermínio Corrêa de Miranda
Alguns dos indícios do desabrochar da 
mediunidade: 
Alterações emocionais súbitas; 
Acentuada sensibilidade emotiva; 
Vidências; Necessidade compulsiva e inoportuna de 
escrever ideias que não lhe são próprias; 
Calafrios, sensação de formigamento nas mãos e na 
cabeça; Mal-estar em determinados ambientes ou em 
presença de certas pessoas; Sensações de enfermidades 
inexistentes 
(Mediunidade: Caminho para ser feliz - Suely 
Caldas Schubert, cap. 3.)
Desenvolvimento ou educação mediúnica! 
A educação mediúnica é para toda a existência, 
pois que, à medida que o médium se torna 
mais hábil e aprimorado, melhores requisitos 
são colocados para a realização do ministério 
abraçado.” 
Vianna de Carvalho– Divaldo P Francos – 
Médiuns e Mediunidades pg.63
Da formação dos médiuns. 
[...]. Se bem cada um traga em 
si o gérmen das qualidades 
necessárias para se tornar 
médium, tais qualidades 
existem em graus muito 
diferentes e o seu 
desenvolvimento depende de 
causas que a ninguém é dado 
conseguir se verifiquem à 
vontade. 
Allan Kardec na Introdução de o Livro dos Médiuns
Em matéria de mediunidade, não nos esqueçamos 
do pensamento. 
Nossa alma vive onde se lhe situa o coração. 
Caminharemos, ao influxo de nossas próprias 
criações, seja onde for.
A gravitação no campo mental é tão incisiva, quanto na 
esfera da experiência física. Servindo ao progresso geral, 
move-se a alma na glória do bem. Emparedando-se no 
egoísmo, arrasta-se, em desequilíbrio, sob as trevas do 
mal. A Lei Divina é o Bem de Todos.
• Disciplina com horário. 
• Disciplina com a palavra. 
• Disciplina com os pensamentos. 
• Disciplina com o silêncio. 
• Disciplina com o trabalho. 
• Disciplina com você mesmo.
“A mediunidade é coisa santa, que 
deve ser praticada santamente, 
religiosamente. (Allan Kardec)
Referências Bibliográficas 
O Livro dos Espíritos – Allan Kardec. 
O Livro dos Médiuns – Allan Kardec. 
O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec. 
A Gênese – Allan Kardec. 
Mediunidade e Medicina – Vitor Ronaldo Costa, 2ª edição. 
Qualidade na Prática Mediúnica – Projeto Manoel P. de Miranda. 
Diretrizes de Segurança – Divaldo P. Franco e J. Raul Teixeira. 
Desafios da mediunidade – Jose Raul Teixeira. 
Médiuns e mediunidade – Vianna de Carvalho – Divaldo P. Franco. 
Mediunidade: Caminho para ser feliz - Suely Caldas Schubert. 
Enfoques Científicos na Doutrina Espírita – Jorge Andrea. 
Diversidade dos Carismas - Hermínio C. Miranda.
MUITA PAZ E LUZ A 
TODOS! 
MUITO OBRIGADO !

Médiuns e mediunidade!

  • 1.
  • 2.
  • 3.
    A palavra médiumé uma expressão latina que significa "meio" ou "intermediário". Allan Kardec apropriou-se dessa expressão para designar as pessoas que são portadoras da faculdade mediúnica. Kardec conceitua: Médium - pessoa que pode servir de intermediária entre os Espíritos e os homens. O LIVRO DOS MÉDIUNS / 159 - [LM-cap 32]
  • 4.
    Mediunidade: a faculdadedos médiuns, ou seja, a faculdade que possibilita a uma pessoa servir de intermediária entre os Espíritos desencarnados e os homens.
  • 5.
  • 6.
    "todo aquele quesente em qualquer grau a influência dos Espíritos é médium."
  • 7.
    "Pode-se dizer, quetodos são mais ou menos médiuns. Usualmente, porém, essa qualificação se aplica somente aos que possuem uma faculdade bem caracterizada, que se traduz por efeitos patentes de certa intensidade, o que depende de uma organização mais ou nos sensitiva." [LM-it 159]
  • 8.
    MÉDIUNS SENSITIVOS OU IMPRESSIONÁVEIS. (LM cap. Dos Médiuns – item 164) Esta variedade não apresenta caráter bem definido. Todos os médiuns são necessariamente impressionáveis, sendo assim a impressionabilidade mais uma qualidade geral do que especial. É a faculdade rudimentar indispensável ao desenvolvimento de todas as outras.
  • 9.
    Influem os Espíritosem nossos pensamentos e em nossos atos? “Muito mais do que imaginais. Influem a tal ponto, que, de ordinário, são eles que vos dirigem.” (LE Q. 459)
  • 10.
    De par comos pensamentos que nos são próprios, outros haverá que nos sejam sugeridos? “Vossa alma é um Espírito que pensa. Não ignorais que, frequentemente, muitos pensamentos vos acodem a um tempo sobre o mesmo assunto e, não raro, contrários uns aos outros. Pois bem! No conjunto deles, estão sempre de mistura os vossos com os nossos. (LE Q. 460)
  • 11.
    “Assim, onde querque haja uma reunião de homens, há igualmente em torno deles uma assembleia oculta, que simpatiza com suas qualidades ou com seus defeitos, feita abstração completa de toda ideia de evocação.” KARDEC, Allan. "O Livro dos Médiuns". 55ª ed. Rio de Janeiro: RJ, FEB: 1987. Segunda Parte, capítulo XXI, item 232
  • 12.
    A faculdade propriamentedita se radica no organismo; independe do moral. O LIVRO DOS MÉDIUNS – 62a ed. – Allan Kardec (GUIA DOS MÉDIUNS E DOS EVOCADORES) (Paris - 1861) ...Não constitui um privilégio exclusivo de uma ou outra pessoa, pois, sendo uma possibilidade orgânica , é hereditária e depende de um organismo mais ou menos sensitivo... L.Palhano / dicionário de filosofia espírita / pag. 205
  • 13.
    patrimônio da almaimortal, elemento renovador da posição moral da criatura terrena, enriquecendo todos os seus valores no capítulo da virtude e da inteligência, sempre que se encontre ligada aos princípios evangélicos na sua trajetória pela face do mundo... O CONSOLADOR – 16a. edição – Francisco Cândido Xavier – ditado pelo espírito Emmanuel
  • 14.
    A mente permanecena base de todos os fenômenos mediúnicos. ANDRÉ LUIZ Nos Domínios da Mediunidade – p. 15
  • 15.
    Por melhor queseja o pianista, o som é sempre do piano.
  • 16.
    O períspirito écomo o fio elétrico condutor que serve para a recepção e a transmissão do pensamento; desempenha grande papel na economia orgânica nos fenômenos fisiológicos e patológicos. O Livro dos Médiuns: cap.1, item 54.
  • 17.
    AURA HUMANA •Todos os seres vivos, por isso, dos mais rudimentares aos mais complexos se revestem de um “halo energético” que lhes corresponde à natureza.
  • 19.
    No homem, contudo,semelhante projeção surge profundamente enriquecida e modificada pelos fatores do pensamento contínuo que, em se ajustando às emanações do campo celular, lhe modelam, em derredor da personalidade, o conhecido corpo vital ou duplo etéreo de algumas escolas espiritualistas, duplicata mais ou menos radiante da criatura.
  • 21.
    MEDIUNIDADE INICIAL —A aura é, portanto, a nossa plataforma onipresente em toda comunicação com as rotas alheias, antecâmara do Espírito, em todas as nossas atividades de intercâmbio com a vida que nos rodeia, através da qual somos vistos e examinados pelas Inteligências Superiores, sentidos e reconhecidos pelos nossos afins, e temidos e hostilizados ou amados e auxiliados pelos irmãos que caminham em posição inferior à nossa. Diversidade dos carismas – Hermínio Corrêa de Miranda
  • 22.
    Isso porque exteriorizamos,de maneira invariável, o reflexo de nós mesmos, nos contatos de pensamento a pensamento, sem necessidade das palavras para as simpatias ou repulsões fundamentais. Diversidade dos carismas – Hermínio Corrêa de Miranda
  • 23.
    Alguns dos indíciosdo desabrochar da mediunidade: Alterações emocionais súbitas; Acentuada sensibilidade emotiva; Vidências; Necessidade compulsiva e inoportuna de escrever ideias que não lhe são próprias; Calafrios, sensação de formigamento nas mãos e na cabeça; Mal-estar em determinados ambientes ou em presença de certas pessoas; Sensações de enfermidades inexistentes (Mediunidade: Caminho para ser feliz - Suely Caldas Schubert, cap. 3.)
  • 24.
    Desenvolvimento ou educaçãomediúnica! A educação mediúnica é para toda a existência, pois que, à medida que o médium se torna mais hábil e aprimorado, melhores requisitos são colocados para a realização do ministério abraçado.” Vianna de Carvalho– Divaldo P Francos – Médiuns e Mediunidades pg.63
  • 25.
    Da formação dosmédiuns. [...]. Se bem cada um traga em si o gérmen das qualidades necessárias para se tornar médium, tais qualidades existem em graus muito diferentes e o seu desenvolvimento depende de causas que a ninguém é dado conseguir se verifiquem à vontade. Allan Kardec na Introdução de o Livro dos Médiuns
  • 26.
    Em matéria demediunidade, não nos esqueçamos do pensamento. Nossa alma vive onde se lhe situa o coração. Caminharemos, ao influxo de nossas próprias criações, seja onde for.
  • 27.
    A gravitação nocampo mental é tão incisiva, quanto na esfera da experiência física. Servindo ao progresso geral, move-se a alma na glória do bem. Emparedando-se no egoísmo, arrasta-se, em desequilíbrio, sob as trevas do mal. A Lei Divina é o Bem de Todos.
  • 28.
    • Disciplina comhorário. • Disciplina com a palavra. • Disciplina com os pensamentos. • Disciplina com o silêncio. • Disciplina com o trabalho. • Disciplina com você mesmo.
  • 29.
    “A mediunidade écoisa santa, que deve ser praticada santamente, religiosamente. (Allan Kardec)
  • 30.
    Referências Bibliográficas OLivro dos Espíritos – Allan Kardec. O Livro dos Médiuns – Allan Kardec. O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec. A Gênese – Allan Kardec. Mediunidade e Medicina – Vitor Ronaldo Costa, 2ª edição. Qualidade na Prática Mediúnica – Projeto Manoel P. de Miranda. Diretrizes de Segurança – Divaldo P. Franco e J. Raul Teixeira. Desafios da mediunidade – Jose Raul Teixeira. Médiuns e mediunidade – Vianna de Carvalho – Divaldo P. Franco. Mediunidade: Caminho para ser feliz - Suely Caldas Schubert. Enfoques Científicos na Doutrina Espírita – Jorge Andrea. Diversidade dos Carismas - Hermínio C. Miranda.
  • 31.
    MUITA PAZ ELUZ A TODOS! MUITO OBRIGADO !