conceituando
“Toda pessoa que sente a influência dos Espíritos
em qualquer grau de intensidade, é médium. Essa
faculdade é inerente ao homem. Por isso mesmo,
não constitui privilégio e são raras as pessoas que
não a possuem, pelo menos em estado rudimentar.
Pode-se dizer, pois, que todos são mais ou menos
médiuns.
Allan Kardec
“O Livro dos Médiuns”, cap. XIV:159
“Usualmente, porém, essa qualificação
se aplica somente aos que possuem
uma faculdade mediúnica bem
caracterizada, que se traduz por efeitos
patentes de certa intensidade, o que
depende de uma organização mais ou
menos sensitiva.”
Allan Kardec
“O Livro dos Médiuns”, cap. XIV:159
categorias
efeitos físicos
efeitos inteligentes
“O Livro dos Médiuns”, II parte-Cap. XVI:187
“Todas as demais variedades se ligam mais ou menos
diretamente a uma ou outra dessas duas categorias, e
algumas participam de ambas. Analisando os diversos
fenômenos produzidos sob influência mediúnica, vê-se
que há em todos um efeito físico, e que aos efeitos
físicos se junta quase sempre um efeito inteligente.
É, às vezes, difícil estabelecer o limite entre ambos,
mas isso não acarreta nenhuma dificuldade.”
“O Livro dos Médiuns”, II parte-Cap. XVI:187
predisposição do médium
“A predisposição mediúnica
independe do sexo, da idade e
do temperamento. Há médiuns
em todas as categorias de
indivíduos, desde a mais tenra
idade, até a mais avançada.”
Allan Kardec
“Obras Póstumas”
ciclos 1º ciclo – infância – até 11
anos
2º ciclo – adolescência – de
12 a 17 anos
3º ciclo - juventude – de 18
a 25 anos
4º ciclo – velhice – após a
maturidade
“Mediunidade”, J. Herculano Pires
“Espontânea, surge em qualquer
idade, posição social, denominação
religiosa ou cepticismo no qual se
encontre o indivíduo.”
(Esp. Vianna de Carvalho)
“Médiuns e Mediunidade”, Divaldo P. Franco, cap. 7
hipótese da moleira
“Os sinais físicos que alguns tomam por indícios nada
têm de certo. Podemos encontrá-la nas crianças e nos
velhos, nos homens e nas mulheres, qualquer que seja
o temperamento, o estado de saúde ou o grau de
desenvolvimento intelectual e moral. Só há um meio
de constatar a sua existência: é experimentar.”
(Allan Kardec)
“O Livro dos Médiuns”, cap. XVII:200
o papel do médium
“Assim, quando encontramos num médio o
cérebro cheio de conhecimentos adquiridos na
sua vida atual, e o seu Espírito rico de
conhecimentos anteriores, latentes, próprios, a
facilitar as nossas comunicações, preferimos
servir-nos dele, porque, então, o fenômeno da
comunicação nos será mais fácil do que
através do médium de inteligência limitada, e
cujos conhecimentos anteriores fossem
insuficientes.”
“O Livro dos Médiuns”, cap. XIX:225
“Com os médiuns mal aparelhados somos
obrigados a realizar um trabalho semelhante
ao que temos para comunicar-nos por meio
de pancadas, ou seja, indicando letra por
letra, palavra por palavra, para formar as
frases que traduzem o pensamento a
transmitir.”
“O Livro dos Médiuns”, cap. XIX:225
influência moral do médium
“O desenvolvimento da mediunidade se
processa na razão do desenvolvimento
moral do médium?
- Não. A faculdade propriamente dita é
orgânica, e, portanto, independe da moral.
Mas já não acontece o mesmo com o seu
uso, que pode ser bom ou mau, segundo as
qualidades do médium”
“O Livro dos Médiuns”, cap. XX:236
“(...) Digamos antes bom médium, e já é muito,
pois são raros. O médium perfeito seria aquele
que os maus Espíritos jamais ousassem fazer
uma tentativa de enganar. O melhor é o que,
simpatizando somente com os bons Espíritos,
tem sido enganado, menos vezes.”
“O Livro dos Médiuns”, cap. XX:226
desenvolvimento do médium
“Quando o princípio ou germe de uma
faculdade existe, ela se manifesta por
sinais inequívocos. Limitando-se à sua
especialidade, o médium por aprimorá-la
e obter bons resultados. Ocupando-se de
tudo, nada conseguirá de bom.”
Espírito Sócrates
“O Livro dos Médiuns”, cap. XVI:198
“Para que um Espírito possa comunicar-se, é
necessário haver entre ele e o médium relações
fluídicas que nem sempre se estabelecem de
maneira instantânea. Somente à proporção que
a mediunidade se desenvolve, o médium vai
adquirindo a aptidão necessária para entrar em
relação com o primeiro Espírito comunicante.”
“O Livro dos Médiuns”, cap. XVII:203
“Suponhamos agora a faculdade mediúnica
completamente desenvolvida. Que o médium
escreva com facilidade, que seja o que se chama um
médium feito. Seria um grande erro de sua parte
considerar-se dispensado de novas instruções. Ele
só teria vencido uma resistência material, e, é,
então, que começam as verdadeiras dificuldades.”
Allan Kardec
“O Livro dos Médiuns”, cap. XVII:216
Prática da caridade
Popularidade
“Profissionalismo Mediúnico”
“Bom Médium e Médium Bom”
“Ser simplesmente “médium” é condição
relativamente corriqueira e não
necessariamente relacionada com a postura
ética da vida e do próximo; agora ser “médium
espírita” é fazer uso da faculdade com bases na
Ciência Espírita e orientação invariável da sua
Filosofia e da sua Moral.”
“Curso sobre Mediunidade”, Francisco Cajazeiras
“Sendo assim, na tentativa didática
de fazer-se a diferença entre os
médiuns quanto à técnica e à moral,
proponho a utilização dos termos:
Bom Médium e Médium Bom.”
“Curso sobre Mediunidade”, Francisco Cajazeiras
educação do médium
“Quando começamos a
educação da
mediunidade, digamos
que somos oitenta por
cento anímicos e vinte
por cento
mediúnicos.”
“Mediunidade”, Divaldo Franco
Objetivos
Educação
Disciplina
Prática Mediúnica Correta
“Os problemas mediúnicos consistem, portanto,
simplesmente na disciplinação das relações
espírito-corpo. É o que chamamos de educação
mediúnica. Na proporção em que o médium
aprende, como espírito, a controlar a sua
liberdade e a selecionar as suas relações
espirituais, sua mediunidade se aprimora e se
torna segura.”
“Mediunidade”, J. Herculano Pires
“Não é oportuno que a pessoa chegue
ao Centro e seja, de imediato,
encaminhada à mesa de trabalhos
mediúnicos, mas sim introduzida no
campo de estudo, de conhecimento
doutrinário.”
“Diretrizes de Segurança”, Rau Teixeira
a fé e o médium
“A fé não é condição obrigatória para
o iniciante. Ela secunda os esforços,
não há dúvida, mas não é
indispensável. A pureza de intenção,
o desejo e a boa vontade bastam.
“O Livro dos Médiuns”, cap. XVII:212
Jesus, o médium de Deus
“Ora, Cristo não tinha necessidade de assistência; ele
que assista os outros; ele agia por si mesmo, em virtude
de seu poder pessoal, assim como podem fazê-lo os
encarnados em certos casos e na medida de suas forças.
Que Espírito, aliás, ousaria insuflar-lhe seus próprios
pensamentos e encarrega-los de transmiti-los? Se
recebesse um influxo estranho, não poderia ser senão de
Deus; segundo a definição dada por um Espírito, ele
era médium de Deus.” Allan Kardec
“A Gênese”, cap. XV:2
“Muito diferente disto. O que está ocorrendo
foi predito pelo profeta Joel: ‘Nos últimos
dias, diz o Senhor, que derramarei do meu
Espírito sobre todos os povos, os seus filhos e
as suas filhas profetizarão, os jovens terão
visões, os velhos terão sonhos. Sobre os meus
servos e as minhas servas derramarei do meu
Espírito naqueles dias, e eles profetizarão. …”
“Atos”, 2:16-18

QUEM SÃO OS MÉDIUNS?

  • 2.
    conceituando “Toda pessoa quesente a influência dos Espíritos em qualquer grau de intensidade, é médium. Essa faculdade é inerente ao homem. Por isso mesmo, não constitui privilégio e são raras as pessoas que não a possuem, pelo menos em estado rudimentar. Pode-se dizer, pois, que todos são mais ou menos médiuns. Allan Kardec “O Livro dos Médiuns”, cap. XIV:159
  • 3.
    “Usualmente, porém, essaqualificação se aplica somente aos que possuem uma faculdade mediúnica bem caracterizada, que se traduz por efeitos patentes de certa intensidade, o que depende de uma organização mais ou menos sensitiva.” Allan Kardec “O Livro dos Médiuns”, cap. XIV:159
  • 4.
    categorias efeitos físicos efeitos inteligentes “OLivro dos Médiuns”, II parte-Cap. XVI:187
  • 5.
    “Todas as demaisvariedades se ligam mais ou menos diretamente a uma ou outra dessas duas categorias, e algumas participam de ambas. Analisando os diversos fenômenos produzidos sob influência mediúnica, vê-se que há em todos um efeito físico, e que aos efeitos físicos se junta quase sempre um efeito inteligente. É, às vezes, difícil estabelecer o limite entre ambos, mas isso não acarreta nenhuma dificuldade.” “O Livro dos Médiuns”, II parte-Cap. XVI:187
  • 6.
    predisposição do médium “Apredisposição mediúnica independe do sexo, da idade e do temperamento. Há médiuns em todas as categorias de indivíduos, desde a mais tenra idade, até a mais avançada.” Allan Kardec “Obras Póstumas”
  • 7.
    ciclos 1º ciclo– infância – até 11 anos 2º ciclo – adolescência – de 12 a 17 anos 3º ciclo - juventude – de 18 a 25 anos 4º ciclo – velhice – após a maturidade “Mediunidade”, J. Herculano Pires
  • 8.
    “Espontânea, surge emqualquer idade, posição social, denominação religiosa ou cepticismo no qual se encontre o indivíduo.” (Esp. Vianna de Carvalho) “Médiuns e Mediunidade”, Divaldo P. Franco, cap. 7
  • 9.
  • 10.
    “Os sinais físicosque alguns tomam por indícios nada têm de certo. Podemos encontrá-la nas crianças e nos velhos, nos homens e nas mulheres, qualquer que seja o temperamento, o estado de saúde ou o grau de desenvolvimento intelectual e moral. Só há um meio de constatar a sua existência: é experimentar.” (Allan Kardec) “O Livro dos Médiuns”, cap. XVII:200
  • 11.
    o papel domédium “Assim, quando encontramos num médio o cérebro cheio de conhecimentos adquiridos na sua vida atual, e o seu Espírito rico de conhecimentos anteriores, latentes, próprios, a facilitar as nossas comunicações, preferimos servir-nos dele, porque, então, o fenômeno da comunicação nos será mais fácil do que através do médium de inteligência limitada, e cujos conhecimentos anteriores fossem insuficientes.” “O Livro dos Médiuns”, cap. XIX:225
  • 12.
    “Com os médiunsmal aparelhados somos obrigados a realizar um trabalho semelhante ao que temos para comunicar-nos por meio de pancadas, ou seja, indicando letra por letra, palavra por palavra, para formar as frases que traduzem o pensamento a transmitir.” “O Livro dos Médiuns”, cap. XIX:225
  • 13.
    influência moral domédium “O desenvolvimento da mediunidade se processa na razão do desenvolvimento moral do médium? - Não. A faculdade propriamente dita é orgânica, e, portanto, independe da moral. Mas já não acontece o mesmo com o seu uso, que pode ser bom ou mau, segundo as qualidades do médium” “O Livro dos Médiuns”, cap. XX:236
  • 14.
    “(...) Digamos antesbom médium, e já é muito, pois são raros. O médium perfeito seria aquele que os maus Espíritos jamais ousassem fazer uma tentativa de enganar. O melhor é o que, simpatizando somente com os bons Espíritos, tem sido enganado, menos vezes.” “O Livro dos Médiuns”, cap. XX:226
  • 15.
    desenvolvimento do médium “Quandoo princípio ou germe de uma faculdade existe, ela se manifesta por sinais inequívocos. Limitando-se à sua especialidade, o médium por aprimorá-la e obter bons resultados. Ocupando-se de tudo, nada conseguirá de bom.” Espírito Sócrates “O Livro dos Médiuns”, cap. XVI:198
  • 16.
    “Para que umEspírito possa comunicar-se, é necessário haver entre ele e o médium relações fluídicas que nem sempre se estabelecem de maneira instantânea. Somente à proporção que a mediunidade se desenvolve, o médium vai adquirindo a aptidão necessária para entrar em relação com o primeiro Espírito comunicante.” “O Livro dos Médiuns”, cap. XVII:203
  • 17.
    “Suponhamos agora afaculdade mediúnica completamente desenvolvida. Que o médium escreva com facilidade, que seja o que se chama um médium feito. Seria um grande erro de sua parte considerar-se dispensado de novas instruções. Ele só teria vencido uma resistência material, e, é, então, que começam as verdadeiras dificuldades.” Allan Kardec “O Livro dos Médiuns”, cap. XVII:216
  • 18.
    Prática da caridade Popularidade “ProfissionalismoMediúnico” “Bom Médium e Médium Bom”
  • 19.
    “Ser simplesmente “médium”é condição relativamente corriqueira e não necessariamente relacionada com a postura ética da vida e do próximo; agora ser “médium espírita” é fazer uso da faculdade com bases na Ciência Espírita e orientação invariável da sua Filosofia e da sua Moral.” “Curso sobre Mediunidade”, Francisco Cajazeiras
  • 20.
    “Sendo assim, natentativa didática de fazer-se a diferença entre os médiuns quanto à técnica e à moral, proponho a utilização dos termos: Bom Médium e Médium Bom.” “Curso sobre Mediunidade”, Francisco Cajazeiras
  • 21.
    educação do médium “Quandocomeçamos a educação da mediunidade, digamos que somos oitenta por cento anímicos e vinte por cento mediúnicos.” “Mediunidade”, Divaldo Franco
  • 22.
  • 23.
    “Os problemas mediúnicosconsistem, portanto, simplesmente na disciplinação das relações espírito-corpo. É o que chamamos de educação mediúnica. Na proporção em que o médium aprende, como espírito, a controlar a sua liberdade e a selecionar as suas relações espirituais, sua mediunidade se aprimora e se torna segura.” “Mediunidade”, J. Herculano Pires
  • 24.
    “Não é oportunoque a pessoa chegue ao Centro e seja, de imediato, encaminhada à mesa de trabalhos mediúnicos, mas sim introduzida no campo de estudo, de conhecimento doutrinário.” “Diretrizes de Segurança”, Rau Teixeira
  • 25.
    a fé eo médium “A fé não é condição obrigatória para o iniciante. Ela secunda os esforços, não há dúvida, mas não é indispensável. A pureza de intenção, o desejo e a boa vontade bastam. “O Livro dos Médiuns”, cap. XVII:212
  • 26.
    Jesus, o médiumde Deus “Ora, Cristo não tinha necessidade de assistência; ele que assista os outros; ele agia por si mesmo, em virtude de seu poder pessoal, assim como podem fazê-lo os encarnados em certos casos e na medida de suas forças. Que Espírito, aliás, ousaria insuflar-lhe seus próprios pensamentos e encarrega-los de transmiti-los? Se recebesse um influxo estranho, não poderia ser senão de Deus; segundo a definição dada por um Espírito, ele era médium de Deus.” Allan Kardec “A Gênese”, cap. XV:2
  • 27.
    “Muito diferente disto.O que está ocorrendo foi predito pelo profeta Joel: ‘Nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre todos os povos, os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os jovens terão visões, os velhos terão sonhos. Sobre os meus servos e as minhas servas derramarei do meu Espírito naqueles dias, e eles profetizarão. …” “Atos”, 2:16-18