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• Jesus é chamado de “O PRINCIPE DA PAZ “
• Como é possível ELE, o governador espiritual
do Planeta, nos oferecer uma proposta de
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MISTERIOSA CONDUTA
Jesus nada disse de absurdo, para quem quer que apreenda o sentido alegórico e profundo de suas
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Muitas coisas, entretanto, não podem ser compreendidas sem a chave que para as decifrar o
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sem cuidados, rodeando-se o homem de servidores, apodrecendo na ociosidade eausentando-se dos movimentos
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• Jesus não poderia endossar tranqüilidade desse jaez [...].2
• É preciso muito cuidado, pois uma interpretação literal pode favorecer manifestações de lutas externas sob o jugo da
“espada”,fato que não deixa de representar uma perigosa insensatez, considerando-se ser Jesus, Guia e Modelo da
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CIRCUNSTÂNCIAS EXTERIORES
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COM AS CIRCUNSTÂNCIAS EXTERIORES
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QUE TRAVAMOS CONOSCO,
SEM ABRIR MÃO DO EQUILIBRIO E SERENIDADE.
EX. DA SOGRA CHINESA
• Emmanuelesclareceestetextoevangélico
• A calmado planoinferiorpodenãopassardeestacionamento.
• Aserenidadedasesferasmaisaltassignifica trabalho divino, a
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• Noscírculosda carne,apazdasnaçõescostumarepresentar o
silêncioprovisóriodasbaionetas;
A realeza do homem era a tirania revestida de ouro, arruinando e
oprimindo onde estendesse as garras destruidoras.
Com Jesus, no entanto, a espada é diferente. Voltada para o seio da Terra,
representa a cruz em que Ele mesmo prestou o testemunho supremo do
sacrifício e da morte pelo bem de todos.
É por isso que o Seu exemplo não justifica os instintos desenfreados de
quantos pretendam ferir ou guerrear em Seu nome.
Assim, se recebeste a espada simbólica que o Mestre nos trouxe à vida,
vamos convertê-la na cruz redentora, em que combateremos os inimigos
de nossa paz, ocultos em nosso próprio “eu”, em forma de orgulho e
intemperança, egoísmo e animalidade, consumindo-os ao preço de nossa
própria consagração à felicidade dos outros, única estrada suscetível de
conduzir-nos ao império definitivo da Grande Luz.
LIVRO CEIFA DE LUZ
• O versículo de Mateus mostra que a paz deve
ser compreendida como o estado da consciência
tranqüila, obtida pelo cumprimento do dever e
decorrente da constante vigilância sobre as
nossas imperfeições.
• É na terra do coração que se trava a verdadeira
guerra de melhoria dos sentimentos.
• A “espada” é, neste sentido, um instrumento
de progresso que “corta” as nossas más
inclinações, num processo de intensa batalha
íntima.
• Por esta razão, o Espiritismo nos mostra que é
medida de bom senso aprender para viver com
acerto e eficiência uma vida digna, feliz, amando
e servindo ao próximo.
• Devemos, então, buscar a “[...] paz do Senhor,
paz que excede o entendimento, por nascida e
cultivada, portas a dentro do Espírito, no campo
da consciência e no santuário do coração.” 7
• A espada aludida pelo Cristo é, pois,
um simbolismo.
• É a espada simbólica do conhecimento
interior pela revelação divina, a fim de
que o homem inicie a batalha do
aperfeiçoamento em si mesmo.
• É a espada que elimina o que há de
ruim nas nossas experiências e nos faz
selecionar pensamentos, palavras e
ações que garantem a vitória sobre
nós mesmos na caminhada
ascensional.
• Quando a orientação espiritual
elevada penetra a intimidade do
indivíduo instaura-se, de imediato,
uma luta íntima.
• Os novos conceitos chocam-se com
as concepções caducas, ali
existentes, filhas de uma
mentalidade que não produz paz
nem ameniza a cota desofrimento
da criatura.
• Os conflitos gerados por esta batalha interior
produzem transformações significativas no ser,
tornando-o criatura melhor, pouco apouco.
• Novo aprendizado produz conflitos íntimos.
Conflitos íntimos geram dissensões.
• Dissensões fazem surgir o homem novo,
transformado pela força do bem.
• Este processo é, em geral, paulatino, pois o
homem que adquire entendimento superior
terá de lutar, continuamente, contra o homem
velho, portador de viciações e equívocos.
• A espada citada no texto evangélico está
também representada na cruz,símbolo do
Cristianismo.
• Acruz encravadano altodo Gólgota revela
a vitória do bem sobre o mal, mostrando
que, por meio dos sacrifícios, das renúncias
e dos exemplos no bem, a criaturahumana
pode regenerar-se.
• Compreendemos, assim, que a felicidade é
uma conquistaindividual, que passa,
necessariamente peloreconhecimento das
próprias imperfeições e se prolonga nas
batalhas travadas na intimidade do ser.
• Tal é o preço da paz, marcada pelas lutas
íntimas, pelos processosda reeducação e
por trabalho intenso,pois como nos lembra
Emmanuel:
• Buscar “[...] a mentirosa paz da ociosidade
é desviar-se da luz, fugindo à vida e
precipitando a morte.”4
• Há de se considerar a presença dos
“inimigos” que cada um traz dentro de si,
representados pelas próprias imperfeições, más
tendências e outras deficiências que conspiram
contra a saúde, obliterando a manifestação da
felicidade integral: física, emocional e
espiritual.
• Os pontos negativos que imperam em nosso
psiquismo são elementos complexos que
precisam ser desativados, pois conspiram,
continuamente, contra a nossa paz de espírito,
nos atormentando a existência.
• Podemos afirmar, como conclusão desse estudo:
• O Cristo trouxe ao mundo a espada renovadora
da guerra contra o mal, constituindo, em si
mesmo, a divina fonte de repouso aos corações
que se unem ao seu amor.
•Que possamos utilizar esta espada como ponte a
nos levar para uma vida maior.
•Muita paz
1.KARDEC, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. Tradução de Guillon Ribeiro. 124. ed. Rio
de Janeiro: FEB, 2005. Cap. 5, item 23, p. 118.
2.XAVIER, Francisco Cândido. Caminho, verdade e vida. Pelo Espírito Emmanuel. 26. ed. Rio de
Janeiro: FEB, 2006. Cap. 104 (Aespada simbólica), p. 223.
3. . p. 223-224.
4. . p. 224.
5. . Pensamento e vida. Pelo Espírito Emmanuel. 15. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Cap. 12
(Família), p. 59.
6. . Vinha de luz. Pelo Espírito Emmanuel. 24. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Cap. 105 (Paz do
mundo e paz do Cristo), p. 239-240.
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Não vim trazer a paz, maz a espada

  • 2. • Jesus é chamado de “O PRINCIPE DA PAZ “ • Como é possível ELE, o governador espiritual do Planeta, nos oferecer uma proposta de “paz” fundamentada na violência? • Com todo respeito, será que ele era bipolar ? • Será que essa espada não é representada pela cruz , que é o símbolo do Cristianismo, que seria uma Guerra Renovadora contra o mal? • Será que essa espada é simbólica e corta apenas nossas imperfeições morais, para que iniciemos dentro de nós, a batalha do aperfeiçoamento? • Será que existem 2 tipos de paz diferentes? • Ou interpretações diferentes sobre a paz ?
  • 4. Jesus nada disse de absurdo, para quem quer que apreenda o sentido alegórico e profundo de suas palavras. Muitas coisas, entretanto, não podem ser compreendidas sem a chave que para as decifrar o Espiritismo faculta.
  • 5. • O conceito de paz, entre os homens, desde muitosséculosfoi visceralmenteviciado. • Na expressãocomum,ter paz significa haver atingido garantias exteriores, dentro das quais possa o corpo vegetar sem cuidados, rodeando-se o homem de servidores, apodrecendo na ociosidade eausentando-se dos movimentos da vida. • Jesus não poderia endossar tranqüilidade desse jaez [...].2 • É preciso muito cuidado, pois uma interpretação literal pode favorecer manifestações de lutas externas sob o jugo da “espada”,fato que não deixa de representar uma perigosa insensatez, considerando-se ser Jesus, Guia e Modelo da Humanidade.
  • 6. DEPENDE DAS CIRCUNSTÂNCIAS EXTERIORES E DAS PESSOAS AO NOSSO REDOR. DEPENDE DA MANEIRA INTERIOR PELA QUAL NÓS LIDAMOS COM AS CIRCUNSTÂNCIAS EXTERIORES E COM AS PESSOAS; E DO EMBATE QUE TRAVAMOS CONOSCO, SEM ABRIR MÃO DO EQUILIBRIO E SERENIDADE. EX. DA SOGRA CHINESA
  • 7.
  • 8. • Emmanuelesclareceestetextoevangélico • A calmado planoinferiorpodenãopassardeestacionamento. • Aserenidadedasesferasmaisaltassignifica trabalho divino, a caminho da Luz Imortal. • Noscírculosda carne,apazdasnaçõescostumarepresentar o silêncioprovisóriodasbaionetas; A realeza do homem era a tirania revestida de ouro, arruinando e oprimindo onde estendesse as garras destruidoras. Com Jesus, no entanto, a espada é diferente. Voltada para o seio da Terra, representa a cruz em que Ele mesmo prestou o testemunho supremo do sacrifício e da morte pelo bem de todos. É por isso que o Seu exemplo não justifica os instintos desenfreados de quantos pretendam ferir ou guerrear em Seu nome. Assim, se recebeste a espada simbólica que o Mestre nos trouxe à vida, vamos convertê-la na cruz redentora, em que combateremos os inimigos de nossa paz, ocultos em nosso próprio “eu”, em forma de orgulho e intemperança, egoísmo e animalidade, consumindo-os ao preço de nossa própria consagração à felicidade dos outros, única estrada suscetível de conduzir-nos ao império definitivo da Grande Luz. LIVRO CEIFA DE LUZ
  • 9.
  • 10. • O versículo de Mateus mostra que a paz deve ser compreendida como o estado da consciência tranqüila, obtida pelo cumprimento do dever e decorrente da constante vigilância sobre as nossas imperfeições. • É na terra do coração que se trava a verdadeira guerra de melhoria dos sentimentos. • A “espada” é, neste sentido, um instrumento de progresso que “corta” as nossas más inclinações, num processo de intensa batalha íntima. • Por esta razão, o Espiritismo nos mostra que é medida de bom senso aprender para viver com acerto e eficiência uma vida digna, feliz, amando e servindo ao próximo. • Devemos, então, buscar a “[...] paz do Senhor, paz que excede o entendimento, por nascida e cultivada, portas a dentro do Espírito, no campo da consciência e no santuário do coração.” 7
  • 11.
  • 12. • A espada aludida pelo Cristo é, pois, um simbolismo. • É a espada simbólica do conhecimento interior pela revelação divina, a fim de que o homem inicie a batalha do aperfeiçoamento em si mesmo. • É a espada que elimina o que há de ruim nas nossas experiências e nos faz selecionar pensamentos, palavras e ações que garantem a vitória sobre nós mesmos na caminhada ascensional.
  • 13.
  • 14. • Quando a orientação espiritual elevada penetra a intimidade do indivíduo instaura-se, de imediato, uma luta íntima. • Os novos conceitos chocam-se com as concepções caducas, ali existentes, filhas de uma mentalidade que não produz paz nem ameniza a cota desofrimento da criatura.
  • 15. • Os conflitos gerados por esta batalha interior produzem transformações significativas no ser, tornando-o criatura melhor, pouco apouco. • Novo aprendizado produz conflitos íntimos. Conflitos íntimos geram dissensões. • Dissensões fazem surgir o homem novo, transformado pela força do bem. • Este processo é, em geral, paulatino, pois o homem que adquire entendimento superior terá de lutar, continuamente, contra o homem velho, portador de viciações e equívocos.
  • 16. • A espada citada no texto evangélico está também representada na cruz,símbolo do Cristianismo. • Acruz encravadano altodo Gólgota revela a vitória do bem sobre o mal, mostrando que, por meio dos sacrifícios, das renúncias e dos exemplos no bem, a criaturahumana pode regenerar-se. • Compreendemos, assim, que a felicidade é uma conquistaindividual, que passa, necessariamente peloreconhecimento das próprias imperfeições e se prolonga nas batalhas travadas na intimidade do ser. • Tal é o preço da paz, marcada pelas lutas íntimas, pelos processosda reeducação e por trabalho intenso,pois como nos lembra Emmanuel: • Buscar “[...] a mentirosa paz da ociosidade é desviar-se da luz, fugindo à vida e precipitando a morte.”4
  • 17. • Há de se considerar a presença dos “inimigos” que cada um traz dentro de si, representados pelas próprias imperfeições, más tendências e outras deficiências que conspiram contra a saúde, obliterando a manifestação da felicidade integral: física, emocional e espiritual. • Os pontos negativos que imperam em nosso psiquismo são elementos complexos que precisam ser desativados, pois conspiram, continuamente, contra a nossa paz de espírito, nos atormentando a existência.
  • 18. • Podemos afirmar, como conclusão desse estudo: • O Cristo trouxe ao mundo a espada renovadora da guerra contra o mal, constituindo, em si mesmo, a divina fonte de repouso aos corações que se unem ao seu amor. •Que possamos utilizar esta espada como ponte a nos levar para uma vida maior. •Muita paz
  • 19. 1.KARDEC, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. Tradução de Guillon Ribeiro. 124. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Cap. 5, item 23, p. 118. 2.XAVIER, Francisco Cândido. Caminho, verdade e vida. Pelo Espírito Emmanuel. 26. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Cap. 104 (Aespada simbólica), p. 223. 3. . p. 223-224. 4. . p. 224. 5. . Pensamento e vida. Pelo Espírito Emmanuel. 15. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Cap. 12 (Família), p. 59. 6. . Vinha de luz. Pelo Espírito Emmanuel. 24. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Cap. 105 (Paz do mundo e paz do Cristo), p. 239-240. 7. . p. 240.