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conservam o ressentimento que tiveram
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294. A lembrança de
                     atos maus praticados
                     por dois homens é um
                     obstáculo à sua união.



295. Após a morte, aqueles a quem fizemos
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302. A identidade necessária à existência da
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   que hoje não são
simpáticos entre si, no
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303ª. Um espírito pode
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A vida no mundo espiritual
Resumo de O Livro dos Espíritos (32ª.
         edição da FEB)
Responsável : Américo Luís Sucena de
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A vida no mundo espiritual

  • 14. 231.Os espíritos errantes são felizes ou desgraçados conforme seus méritos.
  • 24. Os Espíritos que atingem a perfeição absoluta têm conhecimento completo do futuro?
  • 25. – Completo não é bem a palavra. Só Deus é o Soberano Senhor e ninguém pode se igualar a Ele.
  • 28. 245.
  • 29. 246. Para os espíritos superiores não há necessidade de luz para enxergar, com os inferiores ocorre o inverso.
  • 37. ENSAIO TEÓRICO DA SENSAÇÃO NOS ESPÍRITOS
  • 39. AS RELAÇÕES NO ALÉM- TÚMULO
  • 44. 278.Os espíritos das diferentes ordens se reúnem por afinidade formando grupos ou famílias.
  • 47. 279. Os bons espíritos vão a toda parte, mas as regiões superiores são interditadas ao espíritos imperfeitos.
  • 50. 282. Os espíritos se comunicam pelo pensamento através do fluido universal que envolve todos os mundos.
  • 51. 283. Os espíritos inferiores não conseguem dissimular seus pensamentos aos espíritos superiores.
  • 52. 284. Os espíritos comprovam suas individualidades pelo perispírito, tal como faz o corpo entre nos. 285. Os espíritos se reconhecem perfeitamente após a morte.
  • 53. 285.a) Os espíritos se reconhecem também, pela lembrança de vidas pretéritas 286. Os espíritos desencarnados não vêem de imediato parentes e amigos que o antecederam, é necessário algum tempo.
  • 54. 287. A alma é acolhida como bem-amado irmão se justo, a do mal com um ser desprezível. 288. Espíritos maus ficam satisfeitos quando vêem seres que se lhes assemelham.
  • 56. 290. A reunião com parentes e amigos após a morte, depende da elevação deles.
  • 58. 291. Além da simpatia oriunda da semelhança entre os espíritos existem afeições particulares não expostas às paixões. 292. Os espíritos impuros alimentam o ódio entre si. E são eles que insuflam nos homens as inimizades e as dissenções.
  • 59. 293. Apenas os espíritos imperfeitos conservam o ressentimento que tiveram entre si na Terra.
  • 60. 294. A lembrança de atos maus praticados por dois homens é um obstáculo à sua união. 295. Após a morte, aqueles a quem fizemos mal, nos perdoam se forem bons, se maus ficam ressentidos e nos perseguem.
  • 61. 296. Os espíritos aperfeiçoados não estão sujeitos a enganar-se nas afeições a que se dedicam.
  • 62. 297. As afeições da Terra continuam no mundo dos espíritos, sendo mais sólidas do que eram, por não terem interesses.
  • 63. 298. Não existe a predestinação de duas almas na sua origem, e que fatalmente se unirão.
  • 64. 299. Não é correta a palavra “metade” para designar espíritos simpáticos. Um espírito sendo metade de outro seria incompleto.
  • 65. 300. Para os espíritos perfeitos a união é com todos. Para os inferiores, quando um se eleva já não simpatiza com os demais.
  • 66. 301. A simpatia que atrai um espírito para outro resulta da perfeita concordância de seus pendores e instintos. 302. A identidade necessária à existência da simpatia perfeita é baseada na igualdade dos graus de elevação.
  • 67. 303.Todos os espíritos que hoje não são simpáticos entre si, no futuro serão.
  • 68. 303ª. Um espírito pode deixar de ser simpática a outro se um deles se aperfeiçoar.
  • 70. Resumo de O Livro dos Espíritos (32ª. edição da FEB) Responsável : Américo Luís Sucena de Almeida