SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 40
Baixar para ler offline
Forragicultura
Profa
. Dra
. Natália A. Koritiaki
1
https://goo.gl/HGzw2a
Forragicultura?
2
Forragicultura?
Estudo das plantas forrageiras.
3
Forrageiras?
4
Forrageiras?
Partes aéreas de uma população de plantas
herbáceas, que podem servir de alimentação dos
animais em pastejo, ou colhidas e fornecidas.
5
Definições
Pastagem
Lugar com vegetação própria para o gado
pastar. Unidade de manejo de pastejo, fechada
e separada de outras áreas por cerca ou
barreira. Contém bebedouro e cocho para sal.
Piquete
Área de pastejo correspondente a uma
subdivisão da pastagem, fechada e separada de
outras áreas.
Pasto
É a vegetação utilizada para alimentação do
gado e, por extensão, o terreno onde o gado é
deixado para se alimentar.
Pastejo
Ato de desfolhar a planta enraizada no campo,
realizada pelos herbívoros. Para o animal
envolve busca, apreensão e ingestão.
6
Definições
Relvado: Comunidade de plantas.
Dossel do Relvado: Parte aérea caracterizada
pelo arranjo dos seus componentes: perfilhos,
folhas, caules e inflorescência.
Eficiência de Pastejo: Percentual de forragem
consumida no intervalo de tempo do pastejo,
relativamente ao acúmulo de forragem.
Pressão de Pastejo: É a relação entre o peso
vivo (PV) animal (kg) e a quantidade de
forragem disponível (kg PV/kg matéria
seca/dia).
7
Definições
Forragem disponível ou oferta de forragem: É a
quantidade (kg) de matéria seca (MS) de capim
disponível para cada 100 kg de PV do animal
por dia.
A MS é determinada pela pré- secagem do
capim a temperatura de 55-65 ºC por 72 horas.
Taxa de lotação: É o número de animais ou
unidade animal (UA) pastejando em uma
unidade de área (hectare, ha).
A UA é igual a 450 kg de peso vivo.
Capacidade de suporte: É a taxa de lotação em
uma pressão de pastejo ótima, durante um
período de tempo definido, no qual se observa a
máxima produção animal por área, sem causar
a degradação da pastagem.
- um acre = 4.046, 86 m²
- um hectare (ha) = 10.000 m²
- um alqueire paulista (menor) =
2,42 ha = 24.200 m²
- um alqueire mineiro (geométrico) =
4,86 ha = 48.400m²
8
Definições
Subpastejo (A): Poucos animais para muito
pasto. Neste caso ocorre desperdício de
forragem. A produção por animal torna-se
máxima pela oportunidade de seleção de
alimento, mas a produção animal por área é
baixa pelo número de animais na pastagem.
Pastejo ótimo (B): Há equilíbrio entre a
produção de forragem e o número de animais
em uma determinada área. É a situação
adequada de utilização das pastagens,
proporcionando uma produção animal ótima
sem prejudicar as plantas e o solo.
Superpastejo (C): Há excesso de animais na
pastagem. A produção é irregular, compromete
a produção animal e desgasta a pastagem.
9
Produção animal em pasto
● Cadeia de transferência de energia entre níveis (etapas) distintos;
● Como se dá esse processo e como ele se organiza?
Importante para que as práticas de manejo possam ser idealizadas,
planejadas e implementadas.
10
Recurso:
Solo, clima, plantas
Forragem produzida
Forragem consumida
Produto animal
Crescimento
Utilização
Conversão
Produção/área
Estágios de produção em
ecossistemas de pastagens
Fonte: Adaptado de Hodgson (1990)
11
SUPLEMENTO: Aquilo que serve para suprir. O que se dá a mais. Parte
que se junta a um todo para ampliar.
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
VOLUMOSO: Todo alimento de baixo valor energético por unidade de
peso, principalmente em virtude de seu elevado teor de fibra bruta (FB)
ou em água. Todo alimento que possui mais que 18% de de FB. Pode ser
subdividido em:
Forragem seca: feno, palhas, etc.
Forragem aquosa ou úmida: silagem, pasto, etc.
12
CONCENTRADO: Todos os alimentos que contém alto teor em energia
utilizável por unidade de peso, graças ao teor de amido, gordura,
proteína (16 - 20% de PB) e baixo teor de fibra (<18% FB)
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
MINERAIS: macro e microminerais
13
Plantas forrageiras e pastagens
● Base para produção de alimentos e alimentação dos animais
● Estacionalidade de produção
- Necessidade Planejamento agrícola
● Diversidade de tipos de plantas forrageiras (espécies, cultivares,
hábitos de crescimento, porte etc.)
14
15
Plantas forrageiras e pastagens
● “culturas” altamente exigentes
Exigências nutricionais vs Desfolhação
● elo entre agronomia e zootecnia
Produção de alimentos e Criação de animais
● “Bom pecuarista = Bom agricultor”
16
Tipos de pastagens
Pastagens naturais: são as vegetações originais que com o decorrer do tempo foram
ganhando valor, nelas encontramos espécies de herbáceas, gramíneas, não gramíneas e
arbustos
Pastagens nativas: é o tipo de vegetação espontânea que possui algum tipo de valor
forrageiro, esse tipo de vegetação cresce após a destruição da vegetação original
Pastagem cultivadas/artificial: é composta de espécies exóticas ou nativas, onde já não
existe a vegetação original. Este tipo de pastagem é dividido em permanente que pode
durar até trinta anos e em temporárias que podem durar seis meses
17
Escolha da espécie forrageira
Requer CONHECIMENTO de suas características de:
● Adaptação ao meio
● Formas de utilização
● Valor nutricional
● Possibilidades de consorciação
● etc.
18
Escolha da espécie forrageira
A importante decisão de qual espécie plantar deve ser tomada a partir da
análise de diversos fatores que interagem entre si, tais como:
● Tempo útil da pastagem
● Condições particulares de clima e solo
● Produção forrageira
● Valor nutritivo das plantas forrageiras
● Exigências nutricionais dos animais
● Época e forma de utilização dos recursos forrageiros
● Custos de produção
19
Fatores Climáticos
Ecossistema Pastoril
Fator Consumo
Fatores Solo
Raça, idade, sexo,
estado fisiológico
Ingestão
quantidade e qualidade
Desempenho
Massa, lâmina foliar,
composição química,
estrutura do dossel,
aceitabilidade
Fatores Manejo
Alturadepastejo
Suplementação
N,P,K
20
21
Pastejo seletivo
● A preferência dos ruminantes em pastejo é função de interações
complexas, envolvendo aspectos morfológicos, composição química das
plantas, bem como os efeitos pós ingestivos experimentados pelos animais
● Além disso, a evolução do hábito alimentar levou a modificações na
anatomia da boca, dentes em função do tipo de alimento consumido, bem
como as estratégias de digestão
Fonte: Burns et al. (2001)
22
Atributos desejáveis na planta forrageira
● Produção de forragem (material verde ou material seco)
● Valor nutritivo (composição química e digestibilidade)
● Aceitação pelo animal (palatabilidade)
● Persistência
● Facilidade de propagação e estabelecimento
● Resistente à pragas e doenças
23
Pastagem no Brasil
Fonte: Adaptado de FAO Statistical Year Book (2014)
24
Pastagem no Brasil
Espécies Cultivadas
Espécies Nativas
122 milhões de hectares
52 milhões de hectares
Fonte: IBGE (2010)
25
Pastagem no Brasil
Fonte: IBGE (2006)
Pastagens (%)
Nativas Cultivadas
Norte 40 60
Nordeste 62 38
Sudeste 45 55
Sul 66 34
Centro Oeste 28 72
26
Pastagem no Brasil
● BRASIL – potencial em produção
- Fatores Geográficos: tropical
- Fatores Climáticos:
■ Temperatura
■ Umidade
■ Luminosidade
● Sistemas de produção: extensivo X intensivo
- 86% produção de carne em pasto (IBGE, 2006)
- 60 – 80% de pastagens cultivadas degradadas
27
O que são Ruminantes?
● São animais de uma subordem de mamíferos artiodáctilos
denominada Ruminantia
● Mamíferos herbívoros
● Possuem um estômago dividido em quatro cavidades: o rúmen, o
retículo, o omaso e o abomaso
● Ex.: bovinos, ovinos, caprinos, bubalinos, girafas, veados,
camelos, lhamas...
subordem Tylopoda
28
O que são Ruminantes?
Dieta padrão dos ruminantes:
FORRAGENS
10 a 100 %
CONCENTRADO
0 a 90 %
29
Distribuição dos ruminantes no Brasil
Fonte: Adaptado de FAO Stat (2014)
30
10
15
20
25
30
1977 1980 1983 1986 1989 1992 1995 1998 2001 2004 2005 2006
Ano
US$/@
Evolução do custo de produção da arroba bovina e o preço
pago ao produtor no Brasil
60% custos
ALIMENTAÇÃO
31
Distribuição dos ruminantes no Brasil
Bovinos Bubalinos Caprinos Ovinos
Brasil 215199488 1365636 9 614 722 18 410 551
Norte 47154969 904813 142413 655656
% 22 66 1 4
Nordeste 29092184 130032 8909076 11149336
% 14 10 93 61
Sudeste 38812076 169442 182805 700336
% 18 12 2 4
Sul 27434523 101854 289859 4877671
% 13 7 3 26
Centro-Oeste 72705736 59495 90569 1027552
% 34 4 1 6
POR REGIÃO
Fonte: IBGE (2015)
32
Rebanho bovino
Fonte: Adaptado de FAO Stat (2014)
33
Produção bovina no Brasil
34
Gramíneas Forrageiras
35
Brachiaria brizantha cv. Marandu Panicum maximum cv. TanzâniaPanicum maximum cv. Mombaça
Brachiaria decumbens cv. Basilisk Pennisetum purpureum cv. Napier Cynodon dactylon cv. Tifton 36
Leguminosas Forrageiras
37
Arachis Pintoi
Amendoim Forrageiro
Neonotonia wightii
Soja Perene
Leucena leucocephala
Leucena
Arachis Pintoi
Alfafa
Cajanus cajan cv. Mandarim
Guandu 38
Resumo
● Definições
● Produção animal em pasto
● Plantas forrageiras e pastagens
● Importância das pastagens no Brasil
● Exemplo de forrageiras
39
Natália A. Koritiaki
http://www.natalia.pro.br
natalia.koritiaki@unifil.br
@natalia.albieri
40

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Mais procurados (20)

Avicultura de postura
Avicultura de posturaAvicultura de postura
Avicultura de postura
 
1 introdução à zootecnia
1 introdução à zootecnia1 introdução à zootecnia
1 introdução à zootecnia
 
Palestra manejo de pastagens TecnoPasto
Palestra manejo de pastagens TecnoPastoPalestra manejo de pastagens TecnoPasto
Palestra manejo de pastagens TecnoPasto
 
Manejo de pastagem
Manejo de pastagemManejo de pastagem
Manejo de pastagem
 
Instalações caprinos e ovinos
Instalações caprinos e ovinosInstalações caprinos e ovinos
Instalações caprinos e ovinos
 
Instalações e construções para suinocultura
Instalações e construções para suinoculturaInstalações e construções para suinocultura
Instalações e construções para suinocultura
 
Avicultura
AviculturaAvicultura
Avicultura
 
Aula 1 - O que é forragicultura.pptx
Aula 1 - O que é forragicultura.pptxAula 1 - O que é forragicultura.pptx
Aula 1 - O que é forragicultura.pptx
 
Apostila forragicultura.
Apostila forragicultura.Apostila forragicultura.
Apostila forragicultura.
 
Caprinos e Ovinos
Caprinos e OvinosCaprinos e Ovinos
Caprinos e Ovinos
 
Produção de ovinos e caprinos de corte
Produção de ovinos e caprinos de corteProdução de ovinos e caprinos de corte
Produção de ovinos e caprinos de corte
 
Silagem (milho, sorgo, capim)
Silagem (milho, sorgo, capim)Silagem (milho, sorgo, capim)
Silagem (milho, sorgo, capim)
 
Aula 1 ezoognósia
Aula 1 ezoognósiaAula 1 ezoognósia
Aula 1 ezoognósia
 
Raças de suínos
Raças de suínosRaças de suínos
Raças de suínos
 
Panorama da suinocultura no Brasil e no mundo
Panorama da suinocultura no Brasil e no mundoPanorama da suinocultura no Brasil e no mundo
Panorama da suinocultura no Brasil e no mundo
 
Cultura da Mandioca
Cultura da MandiocaCultura da Mandioca
Cultura da Mandioca
 
Bovinocultura de Corte
Bovinocultura de Corte Bovinocultura de Corte
Bovinocultura de Corte
 
Sistemas de produção de suínos
Sistemas de produção de suínosSistemas de produção de suínos
Sistemas de produção de suínos
 
Manejo De Pastagens
Manejo De PastagensManejo De Pastagens
Manejo De Pastagens
 
Instalações de aves
Instalações de avesInstalações de aves
Instalações de aves
 

Semelhante a Forragicultura aula1

Manejo de pastagem 1
Manejo de pastagem 1Manejo de pastagem 1
Manejo de pastagem 1GETA - UFG
 
manejo-do-pastejo-de-areas-dependentes-de-chuva.
manejo-do-pastejo-de-areas-dependentes-de-chuva.manejo-do-pastejo-de-areas-dependentes-de-chuva.
manejo-do-pastejo-de-areas-dependentes-de-chuva.Siluana
 
BRS Capiaçu: cultivar de capim-elefante de alto rendimento para produção de s...
BRS Capiaçu: cultivar de capim-elefante de alto rendimento para produção de s...BRS Capiaçu: cultivar de capim-elefante de alto rendimento para produção de s...
BRS Capiaçu: cultivar de capim-elefante de alto rendimento para produção de s...Rural Pecuária
 
Uso do milheto como forrageira
Uso do milheto como forrageiraUso do milheto como forrageira
Uso do milheto como forrageiraPatricia Epifanio
 
Planejamento Forrageiro: Técnicas para Aumento da Produção Ovina
Planejamento Forrageiro: Técnicas para Aumento da Produção OvinaPlanejamento Forrageiro: Técnicas para Aumento da Produção Ovina
Planejamento Forrageiro: Técnicas para Aumento da Produção OvinaRural Pecuária
 
Banco de proteina para ração animal
Banco de proteina para ração animalBanco de proteina para ração animal
Banco de proteina para ração animalLenildo Araujo
 
Utilização de Pasto na Produção de Ovinos
Utilização de Pasto na Produção de OvinosUtilização de Pasto na Produção de Ovinos
Utilização de Pasto na Produção de OvinosRural Pecuária
 
Contendauuuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuuiuu.pptx
Contendauuuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuuiuu.pptxContendauuuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuuiuu.pptx
Contendauuuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuuiuu.pptxDinisOliveira30
 
Aula 6 - Alimentos e aditivos na nutrição animal.pdf
Aula 6 - Alimentos e aditivos na nutrição animal.pdfAula 6 - Alimentos e aditivos na nutrição animal.pdf
Aula 6 - Alimentos e aditivos na nutrição animal.pdferiksilva4587
 
Dimensionamento de piquetes Comunicado-Tecnico-65.pdf
Dimensionamento de piquetes Comunicado-Tecnico-65.pdfDimensionamento de piquetes Comunicado-Tecnico-65.pdf
Dimensionamento de piquetes Comunicado-Tecnico-65.pdfAmiltonMaia
 
O Espaço Agrário e os Sistemas Agrícilas
O Espaço Agrário e os Sistemas AgrícilasO Espaço Agrário e os Sistemas Agrícilas
O Espaço Agrário e os Sistemas AgrícilasFábio Luz
 

Semelhante a Forragicultura aula1 (20)

Forragem.ppt
Forragem.pptForragem.ppt
Forragem.ppt
 
Pastos egas 11
Pastos egas 11Pastos egas 11
Pastos egas 11
 
Manejo de pastagem 1
Manejo de pastagem 1Manejo de pastagem 1
Manejo de pastagem 1
 
manejo-do-pastejo-de-areas-dependentes-de-chuva.
manejo-do-pastejo-de-areas-dependentes-de-chuva.manejo-do-pastejo-de-areas-dependentes-de-chuva.
manejo-do-pastejo-de-areas-dependentes-de-chuva.
 
BRS Capiaçu: cultivar de capim-elefante de alto rendimento para produção de s...
BRS Capiaçu: cultivar de capim-elefante de alto rendimento para produção de s...BRS Capiaçu: cultivar de capim-elefante de alto rendimento para produção de s...
BRS Capiaçu: cultivar de capim-elefante de alto rendimento para produção de s...
 
Uso do milheto como forrageira
Uso do milheto como forrageiraUso do milheto como forrageira
Uso do milheto como forrageira
 
Planejamento Forrageiro: Técnicas para Aumento da Produção Ovina
Planejamento Forrageiro: Técnicas para Aumento da Produção OvinaPlanejamento Forrageiro: Técnicas para Aumento da Produção Ovina
Planejamento Forrageiro: Técnicas para Aumento da Produção Ovina
 
Trabalhoafonso
TrabalhoafonsoTrabalhoafonso
Trabalhoafonso
 
Palestra Manuel Macedo.pdf
Palestra Manuel Macedo.pdfPalestra Manuel Macedo.pdf
Palestra Manuel Macedo.pdf
 
Aula-2deIntrodução.ppt
Aula-2deIntrodução.pptAula-2deIntrodução.ppt
Aula-2deIntrodução.ppt
 
Aulapastejolotação.ppt
Aulapastejolotação.pptAulapastejolotação.ppt
Aulapastejolotação.ppt
 
Banco de proteina para ração animal
Banco de proteina para ração animalBanco de proteina para ração animal
Banco de proteina para ração animal
 
Utilização de Pasto na Produção de Ovinos
Utilização de Pasto na Produção de OvinosUtilização de Pasto na Produção de Ovinos
Utilização de Pasto na Produção de Ovinos
 
Girassol: Biodiesel / torta
Girassol: Biodiesel / tortaGirassol: Biodiesel / torta
Girassol: Biodiesel / torta
 
Contendauuuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuuiuu.pptx
Contendauuuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuuiuu.pptxContendauuuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuuiuu.pptx
Contendauuuiuiuiuiuiuiuiuiuiuiuuiuu.pptx
 
03 bencke
03 bencke03 bencke
03 bencke
 
Aula 6 - Alimentos e aditivos na nutrição animal.pdf
Aula 6 - Alimentos e aditivos na nutrição animal.pdfAula 6 - Alimentos e aditivos na nutrição animal.pdf
Aula 6 - Alimentos e aditivos na nutrição animal.pdf
 
Dimensionamento de piquetes Comunicado-Tecnico-65.pdf
Dimensionamento de piquetes Comunicado-Tecnico-65.pdfDimensionamento de piquetes Comunicado-Tecnico-65.pdf
Dimensionamento de piquetes Comunicado-Tecnico-65.pdf
 
Producao de-feno
Producao de-fenoProducao de-feno
Producao de-feno
 
O Espaço Agrário e os Sistemas Agrícilas
O Espaço Agrário e os Sistemas AgrícilasO Espaço Agrário e os Sistemas Agrícilas
O Espaço Agrário e os Sistemas Agrícilas
 

Último

A maravilhosa fauna registrada nos empreendimentos da Enel Green Power no Bra...
A maravilhosa fauna registrada nos empreendimentos da Enel Green Power no Bra...A maravilhosa fauna registrada nos empreendimentos da Enel Green Power no Bra...
A maravilhosa fauna registrada nos empreendimentos da Enel Green Power no Bra...atendimento93
 
ARIE SITIO CURIÓ 32º Encontro Nacional RBMA_
ARIE SITIO CURIÓ 32º Encontro Nacional RBMA_ARIE SITIO CURIÓ 32º Encontro Nacional RBMA_
ARIE SITIO CURIÓ 32º Encontro Nacional RBMA_ReservadaBiosferadaM
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdfRELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdfHELLEN CRISTINA
 
avaliação pratica .pdf
avaliação pratica                      .pdfavaliação pratica                      .pdf
avaliação pratica .pdfHELLEN CRISTINA
 
SEDE DO PARQUE ESTADUAL MATA DA PIPA - PEMP
SEDE DO PARQUE ESTADUAL MATA DA PIPA - PEMPSEDE DO PARQUE ESTADUAL MATA DA PIPA - PEMP
SEDE DO PARQUE ESTADUAL MATA DA PIPA - PEMPReservadaBiosferadaM
 
Aruá final RBMA Conectando Pessoas e Floresta RBMA.pdf
Aruá final RBMA Conectando Pessoas e Floresta  RBMA.pdfAruá final RBMA Conectando Pessoas e Floresta  RBMA.pdf
Aruá final RBMA Conectando Pessoas e Floresta RBMA.pdfReservadaBiosferadaM
 
Apresentação Tekoa Yvy Porã 32 CN - Natal 2023.pdf
Apresentação Tekoa Yvy Porã 32 CN - Natal 2023.pdfApresentação Tekoa Yvy Porã 32 CN - Natal 2023.pdf
Apresentação Tekoa Yvy Porã 32 CN - Natal 2023.pdfReservadaBiosferadaM
 
PLANO DE ENSINO Disciplina- Projeto Integrado I – GESTÃO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina- Projeto Integrado I – GESTÃO.pdfPLANO DE ENSINO Disciplina- Projeto Integrado I – GESTÃO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina- Projeto Integrado I – GESTÃO.pdfHELLEN CRISTINA
 
CEARÁ MAIS VERDE Fernando Bezerra .pptx
CEARÁ MAIS VERDE Fernando Bezerra .pptxCEARÁ MAIS VERDE Fernando Bezerra .pptx
CEARÁ MAIS VERDE Fernando Bezerra .pptxReservadaBiosferadaM
 
Área de Proteção Ambiental Jenipabu 32º Encontro Nacional da RBMA
Área de Proteção Ambiental Jenipabu 32º Encontro Nacional da RBMAÁrea de Proteção Ambiental Jenipabu 32º Encontro Nacional da RBMA
Área de Proteção Ambiental Jenipabu 32º Encontro Nacional da RBMAReservadaBiosferadaM
 
Fazenda Bicho Preguiça - BA proposta posto avançado .pdf
Fazenda Bicho Preguiça - BA proposta posto avançado .pdfFazenda Bicho Preguiça - BA proposta posto avançado .pdf
Fazenda Bicho Preguiça - BA proposta posto avançado .pdfReservadaBiosferadaM
 
poluição da água trabalho biologia 2024
poluição da água trabalho biologia 2024poluição da água trabalho biologia 2024
poluição da água trabalho biologia 2024LorenaRocha85
 
apresentação Cajueiro_32º Encontro Nacional da RBMA.pptx
apresentação Cajueiro_32º Encontro Nacional da RBMA.pptxapresentação Cajueiro_32º Encontro Nacional da RBMA.pptx
apresentação Cajueiro_32º Encontro Nacional da RBMA.pptxReservadaBiosferadaM
 
32ª_Reunião Ordinária_Conselho Nacional_2023.pptx
32ª_Reunião Ordinária_Conselho Nacional_2023.pptx32ª_Reunião Ordinária_Conselho Nacional_2023.pptx
32ª_Reunião Ordinária_Conselho Nacional_2023.pptxReservadaBiosferadaM
 

Último (14)

A maravilhosa fauna registrada nos empreendimentos da Enel Green Power no Bra...
A maravilhosa fauna registrada nos empreendimentos da Enel Green Power no Bra...A maravilhosa fauna registrada nos empreendimentos da Enel Green Power no Bra...
A maravilhosa fauna registrada nos empreendimentos da Enel Green Power no Bra...
 
ARIE SITIO CURIÓ 32º Encontro Nacional RBMA_
ARIE SITIO CURIÓ 32º Encontro Nacional RBMA_ARIE SITIO CURIÓ 32º Encontro Nacional RBMA_
ARIE SITIO CURIÓ 32º Encontro Nacional RBMA_
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdfRELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
 
avaliação pratica .pdf
avaliação pratica                      .pdfavaliação pratica                      .pdf
avaliação pratica .pdf
 
SEDE DO PARQUE ESTADUAL MATA DA PIPA - PEMP
SEDE DO PARQUE ESTADUAL MATA DA PIPA - PEMPSEDE DO PARQUE ESTADUAL MATA DA PIPA - PEMP
SEDE DO PARQUE ESTADUAL MATA DA PIPA - PEMP
 
Aruá final RBMA Conectando Pessoas e Floresta RBMA.pdf
Aruá final RBMA Conectando Pessoas e Floresta  RBMA.pdfAruá final RBMA Conectando Pessoas e Floresta  RBMA.pdf
Aruá final RBMA Conectando Pessoas e Floresta RBMA.pdf
 
Apresentação Tekoa Yvy Porã 32 CN - Natal 2023.pdf
Apresentação Tekoa Yvy Porã 32 CN - Natal 2023.pdfApresentação Tekoa Yvy Porã 32 CN - Natal 2023.pdf
Apresentação Tekoa Yvy Porã 32 CN - Natal 2023.pdf
 
PLANO DE ENSINO Disciplina- Projeto Integrado I – GESTÃO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina- Projeto Integrado I – GESTÃO.pdfPLANO DE ENSINO Disciplina- Projeto Integrado I – GESTÃO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina- Projeto Integrado I – GESTÃO.pdf
 
CEARÁ MAIS VERDE Fernando Bezerra .pptx
CEARÁ MAIS VERDE Fernando Bezerra .pptxCEARÁ MAIS VERDE Fernando Bezerra .pptx
CEARÁ MAIS VERDE Fernando Bezerra .pptx
 
Área de Proteção Ambiental Jenipabu 32º Encontro Nacional da RBMA
Área de Proteção Ambiental Jenipabu 32º Encontro Nacional da RBMAÁrea de Proteção Ambiental Jenipabu 32º Encontro Nacional da RBMA
Área de Proteção Ambiental Jenipabu 32º Encontro Nacional da RBMA
 
Fazenda Bicho Preguiça - BA proposta posto avançado .pdf
Fazenda Bicho Preguiça - BA proposta posto avançado .pdfFazenda Bicho Preguiça - BA proposta posto avançado .pdf
Fazenda Bicho Preguiça - BA proposta posto avançado .pdf
 
poluição da água trabalho biologia 2024
poluição da água trabalho biologia 2024poluição da água trabalho biologia 2024
poluição da água trabalho biologia 2024
 
apresentação Cajueiro_32º Encontro Nacional da RBMA.pptx
apresentação Cajueiro_32º Encontro Nacional da RBMA.pptxapresentação Cajueiro_32º Encontro Nacional da RBMA.pptx
apresentação Cajueiro_32º Encontro Nacional da RBMA.pptx
 
32ª_Reunião Ordinária_Conselho Nacional_2023.pptx
32ª_Reunião Ordinária_Conselho Nacional_2023.pptx32ª_Reunião Ordinária_Conselho Nacional_2023.pptx
32ª_Reunião Ordinária_Conselho Nacional_2023.pptx
 

Forragicultura aula1

  • 1. Forragicultura Profa . Dra . Natália A. Koritiaki 1 https://goo.gl/HGzw2a
  • 5. Forrageiras? Partes aéreas de uma população de plantas herbáceas, que podem servir de alimentação dos animais em pastejo, ou colhidas e fornecidas. 5
  • 6. Definições Pastagem Lugar com vegetação própria para o gado pastar. Unidade de manejo de pastejo, fechada e separada de outras áreas por cerca ou barreira. Contém bebedouro e cocho para sal. Piquete Área de pastejo correspondente a uma subdivisão da pastagem, fechada e separada de outras áreas. Pasto É a vegetação utilizada para alimentação do gado e, por extensão, o terreno onde o gado é deixado para se alimentar. Pastejo Ato de desfolhar a planta enraizada no campo, realizada pelos herbívoros. Para o animal envolve busca, apreensão e ingestão. 6
  • 7. Definições Relvado: Comunidade de plantas. Dossel do Relvado: Parte aérea caracterizada pelo arranjo dos seus componentes: perfilhos, folhas, caules e inflorescência. Eficiência de Pastejo: Percentual de forragem consumida no intervalo de tempo do pastejo, relativamente ao acúmulo de forragem. Pressão de Pastejo: É a relação entre o peso vivo (PV) animal (kg) e a quantidade de forragem disponível (kg PV/kg matéria seca/dia). 7
  • 8. Definições Forragem disponível ou oferta de forragem: É a quantidade (kg) de matéria seca (MS) de capim disponível para cada 100 kg de PV do animal por dia. A MS é determinada pela pré- secagem do capim a temperatura de 55-65 ºC por 72 horas. Taxa de lotação: É o número de animais ou unidade animal (UA) pastejando em uma unidade de área (hectare, ha). A UA é igual a 450 kg de peso vivo. Capacidade de suporte: É a taxa de lotação em uma pressão de pastejo ótima, durante um período de tempo definido, no qual se observa a máxima produção animal por área, sem causar a degradação da pastagem. - um acre = 4.046, 86 m² - um hectare (ha) = 10.000 m² - um alqueire paulista (menor) = 2,42 ha = 24.200 m² - um alqueire mineiro (geométrico) = 4,86 ha = 48.400m² 8
  • 9. Definições Subpastejo (A): Poucos animais para muito pasto. Neste caso ocorre desperdício de forragem. A produção por animal torna-se máxima pela oportunidade de seleção de alimento, mas a produção animal por área é baixa pelo número de animais na pastagem. Pastejo ótimo (B): Há equilíbrio entre a produção de forragem e o número de animais em uma determinada área. É a situação adequada de utilização das pastagens, proporcionando uma produção animal ótima sem prejudicar as plantas e o solo. Superpastejo (C): Há excesso de animais na pastagem. A produção é irregular, compromete a produção animal e desgasta a pastagem. 9
  • 10. Produção animal em pasto ● Cadeia de transferência de energia entre níveis (etapas) distintos; ● Como se dá esse processo e como ele se organiza? Importante para que as práticas de manejo possam ser idealizadas, planejadas e implementadas. 10
  • 11. Recurso: Solo, clima, plantas Forragem produzida Forragem consumida Produto animal Crescimento Utilização Conversão Produção/área Estágios de produção em ecossistemas de pastagens Fonte: Adaptado de Hodgson (1990) 11
  • 12. SUPLEMENTO: Aquilo que serve para suprir. O que se dá a mais. Parte que se junta a um todo para ampliar. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - VOLUMOSO: Todo alimento de baixo valor energético por unidade de peso, principalmente em virtude de seu elevado teor de fibra bruta (FB) ou em água. Todo alimento que possui mais que 18% de de FB. Pode ser subdividido em: Forragem seca: feno, palhas, etc. Forragem aquosa ou úmida: silagem, pasto, etc. 12
  • 13. CONCENTRADO: Todos os alimentos que contém alto teor em energia utilizável por unidade de peso, graças ao teor de amido, gordura, proteína (16 - 20% de PB) e baixo teor de fibra (<18% FB) - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - MINERAIS: macro e microminerais 13
  • 14. Plantas forrageiras e pastagens ● Base para produção de alimentos e alimentação dos animais ● Estacionalidade de produção - Necessidade Planejamento agrícola ● Diversidade de tipos de plantas forrageiras (espécies, cultivares, hábitos de crescimento, porte etc.) 14
  • 15. 15
  • 16. Plantas forrageiras e pastagens ● “culturas” altamente exigentes Exigências nutricionais vs Desfolhação ● elo entre agronomia e zootecnia Produção de alimentos e Criação de animais ● “Bom pecuarista = Bom agricultor” 16
  • 17. Tipos de pastagens Pastagens naturais: são as vegetações originais que com o decorrer do tempo foram ganhando valor, nelas encontramos espécies de herbáceas, gramíneas, não gramíneas e arbustos Pastagens nativas: é o tipo de vegetação espontânea que possui algum tipo de valor forrageiro, esse tipo de vegetação cresce após a destruição da vegetação original Pastagem cultivadas/artificial: é composta de espécies exóticas ou nativas, onde já não existe a vegetação original. Este tipo de pastagem é dividido em permanente que pode durar até trinta anos e em temporárias que podem durar seis meses 17
  • 18. Escolha da espécie forrageira Requer CONHECIMENTO de suas características de: ● Adaptação ao meio ● Formas de utilização ● Valor nutricional ● Possibilidades de consorciação ● etc. 18
  • 19. Escolha da espécie forrageira A importante decisão de qual espécie plantar deve ser tomada a partir da análise de diversos fatores que interagem entre si, tais como: ● Tempo útil da pastagem ● Condições particulares de clima e solo ● Produção forrageira ● Valor nutritivo das plantas forrageiras ● Exigências nutricionais dos animais ● Época e forma de utilização dos recursos forrageiros ● Custos de produção 19
  • 20. Fatores Climáticos Ecossistema Pastoril Fator Consumo Fatores Solo Raça, idade, sexo, estado fisiológico Ingestão quantidade e qualidade Desempenho Massa, lâmina foliar, composição química, estrutura do dossel, aceitabilidade Fatores Manejo Alturadepastejo Suplementação N,P,K 20
  • 21. 21
  • 22. Pastejo seletivo ● A preferência dos ruminantes em pastejo é função de interações complexas, envolvendo aspectos morfológicos, composição química das plantas, bem como os efeitos pós ingestivos experimentados pelos animais ● Além disso, a evolução do hábito alimentar levou a modificações na anatomia da boca, dentes em função do tipo de alimento consumido, bem como as estratégias de digestão Fonte: Burns et al. (2001) 22
  • 23. Atributos desejáveis na planta forrageira ● Produção de forragem (material verde ou material seco) ● Valor nutritivo (composição química e digestibilidade) ● Aceitação pelo animal (palatabilidade) ● Persistência ● Facilidade de propagação e estabelecimento ● Resistente à pragas e doenças 23
  • 24. Pastagem no Brasil Fonte: Adaptado de FAO Statistical Year Book (2014) 24
  • 25. Pastagem no Brasil Espécies Cultivadas Espécies Nativas 122 milhões de hectares 52 milhões de hectares Fonte: IBGE (2010) 25
  • 26. Pastagem no Brasil Fonte: IBGE (2006) Pastagens (%) Nativas Cultivadas Norte 40 60 Nordeste 62 38 Sudeste 45 55 Sul 66 34 Centro Oeste 28 72 26
  • 27. Pastagem no Brasil ● BRASIL – potencial em produção - Fatores Geográficos: tropical - Fatores Climáticos: ■ Temperatura ■ Umidade ■ Luminosidade ● Sistemas de produção: extensivo X intensivo - 86% produção de carne em pasto (IBGE, 2006) - 60 – 80% de pastagens cultivadas degradadas 27
  • 28. O que são Ruminantes? ● São animais de uma subordem de mamíferos artiodáctilos denominada Ruminantia ● Mamíferos herbívoros ● Possuem um estômago dividido em quatro cavidades: o rúmen, o retículo, o omaso e o abomaso ● Ex.: bovinos, ovinos, caprinos, bubalinos, girafas, veados, camelos, lhamas... subordem Tylopoda 28
  • 29. O que são Ruminantes? Dieta padrão dos ruminantes: FORRAGENS 10 a 100 % CONCENTRADO 0 a 90 % 29
  • 30. Distribuição dos ruminantes no Brasil Fonte: Adaptado de FAO Stat (2014) 30
  • 31. 10 15 20 25 30 1977 1980 1983 1986 1989 1992 1995 1998 2001 2004 2005 2006 Ano US$/@ Evolução do custo de produção da arroba bovina e o preço pago ao produtor no Brasil 60% custos ALIMENTAÇÃO 31
  • 32. Distribuição dos ruminantes no Brasil Bovinos Bubalinos Caprinos Ovinos Brasil 215199488 1365636 9 614 722 18 410 551 Norte 47154969 904813 142413 655656 % 22 66 1 4 Nordeste 29092184 130032 8909076 11149336 % 14 10 93 61 Sudeste 38812076 169442 182805 700336 % 18 12 2 4 Sul 27434523 101854 289859 4877671 % 13 7 3 26 Centro-Oeste 72705736 59495 90569 1027552 % 34 4 1 6 POR REGIÃO Fonte: IBGE (2015) 32
  • 33. Rebanho bovino Fonte: Adaptado de FAO Stat (2014) 33
  • 34. Produção bovina no Brasil 34
  • 36. Brachiaria brizantha cv. Marandu Panicum maximum cv. TanzâniaPanicum maximum cv. Mombaça Brachiaria decumbens cv. Basilisk Pennisetum purpureum cv. Napier Cynodon dactylon cv. Tifton 36
  • 38. Arachis Pintoi Amendoim Forrageiro Neonotonia wightii Soja Perene Leucena leucocephala Leucena Arachis Pintoi Alfafa Cajanus cajan cv. Mandarim Guandu 38
  • 39. Resumo ● Definições ● Produção animal em pasto ● Plantas forrageiras e pastagens ● Importância das pastagens no Brasil ● Exemplo de forrageiras 39