SlideShare uma empresa Scribd logo
Escola Secundária Artística António Arroio Ano Lectivo: 2008/2009 Filosofia  Turma 11º N  –  Prof. Joaquim Melro O Estatuto do conhecimento científico:  A perspectiva de  Thomas Kuhn Trabalho de Projecto - Etapa 2 Conceitos da Epistemologia  de Thomas Kuhn
André Ribeiro Nº5 António Silva Nº6 Beatriz Silva Nº7 Catarina Laranjeiro Nº9 Inês Avelar Nº12 Inês Simões Nº13 Joana Amorim Nº16 João Colaço Nº17 Miguel Laranjeiro Nº19 Pedro Palacio Nº21 Rita Caldeira Nº24
(Kuhn, 1962, s/p, cit. por Feitosa, s/d, p.10) Prólogo “ Rejeitar um paradigma, sem simultaneamente substituí-lo por outro, é rejeitar a própria ciência .”
Paradigma “ Considero paradigma as realizações científicas universalmente reconhecidas que, durante algum tempo, fornecem problemas e soluções modelares para uma comunidade de praticantes de uma ciência.”   (Kuhn, 1962, s/p, cit. por Feitosa, s/d, p.117) “ (…) a determinação de paradigmas compartilhados não coincide com a determinação das regras comuns ao grupo.”  (Kuhn, 2006, p. 68) “ O paradigma determina de tal forma a sua visão do mundo que, quando olham na mesma direcção, dois cientistas que aceitam paradigmas diferentes vêem “mundos” diferentes. Entre os paradigmas existe portanto um abismo intransponível: os paradigmas são, pensa Kuhn, incomensuráveis.”  (Autor desconhecido b, s/d, s/p) “ [Um paradigma  é] um conjunto de normas e tradições dentro do qual a ciência se move e se orienta.”  (Neves, 2002, p. 146) “ (…) em períodos de revolução, quando a tradição científica normal muda, a percepção que o cientista tem de seu meio ambiente deve ser reeducada – deve aprender a ver uma nova forma (…) em algumas situações com as quais já está familiarizado. Depois de fazê-lo, o mundo de suas pesquisas parecerá, aqui e ali, incomensurável com o que habitava anteriormente.”  (Kuhn, 2006, p. 148, grafia no original)
[object Object],Ciência/saber científico “ A imagem do cientista como solitário explorador do mundo é, pelo menos, piedosa. Mas ainda mais piedosa e ilusória é a imagem do cientista em constante procura do novo, em permanente processo de invenção.”   (Carrilho, s/d, s/p, cit. por Marnoto, Ferreira & Garrão, 1988, p.34) “ Admitindo-se que a destruição dos paradigmas é condição para a construção do conhecimento científico, conclui-se que o saber científico se constrói em consonância com os outros saberes.”  (Taquary, 2007, p. 97) “ A ciência tem sido um empreendimento cheio de enganos e erros assim como de triunfos brilhantes;  a ciência tem sido uma tarefa levada a cabo por seres humanos falíveis e várias vezes altamente emocionais; a ciência não é senão uma fase de actividades criativas do mundo Ocidental que nos deu arte, literatura e música.”   (Kuhn, 1980, s/p, cit. por Andrade, 2000, p. 68)
Teoria Científica “ Para que uma nova teoria se imponha, o seu inventor deve ter uma posição relativamente elevada na hierarquia universitária e facilidade no acesso a financiamento para a investigação”  (Kuhn, s/d, s/p, cit. por Rodrigues, 2008, p.249) “ Depois da assimilação da descoberta, os cientistas encontravam-se em condições de dar conta de um número maior de fenómenos (...) Tal avanço somente foi possível porque algumas crenças ou procedimentos anteriormente aceitos foram descartados e, simultaneamente, substituídos por outros. Procurei mostrar que alterações desse tipo estão associadas com todas as descobertas realizadas pela ciência-normal (…)”  (Kuhn, 2006, p. 93 - 94, grafia no original) “ Kuhn seleciona cinco critérios ou cinco "valores", como ele os chama, de uma boa teoria científica: exatidão, consistência, alcance, simplicidade e fecundidade.”  ( Gewandsznajder, 2005, s/p )
Ciência normal “ A ciência normal (...) é baseada no pressuposto de que a comunidade científica sabe como é o mundo. Grande parte do sucesso do empreendimento deriva da disposição da comunidade para defender esse pressuposto (...). Por exemplo, a ciência normal freqüentemente suprime novidades fundamentais, porque estas subvertem necessariamente seus compromissos básicos.”  (Kuhn, 1975, s/p, cit. por Filho, grafia no original) “ (...) «ciência normal»  significa a investigação  firmemente baseada em uma ou mais realizações cientificas passadas. Estas realizações são reconhecidas durante algum tempo por alguma comunidade científica específica como  proporcionando os fundamentos para a sua prática posterior.”  (Kuhn, 1992, s/p) “ A ciência normal, atividade que consiste em solucionar quebra-cabeças, é um empreendimento altamente cumulativo, extremamente bem sucedido no que toca ao seu objectivo, a ampliação contínua do alcance e da precisão do conhecimento científico.”  (Kuhn, 2006, p. 77, grafia no original) “ (…) Ciência Normal [é a que] que se desenvolve dentro de um certo paradigma,  acumulando dados e instrumentos no seu interior”  (Neves, 2002, p. 146)
Anomalia “ Casos problemáticos que o paradigma não resolve.”  (Rodrigues, 2008, p.250) “ E quando um facto coloca um problema persistente, que resiste ao enquadramento na teoria consensualmente em vigor, é, geralmente, descartado como “anomalia”, para não ameaçar o consenso no interior da comunidade científica.”  (Rodrigues, 2008, p. 250) “ A descoberta começa com a consciência da anomalia, isto é, com o reconhecimento de que, de alguma maneira, a natureza violou as expectativas paradigmáticas que governam a ciência normal.”  (Kuhn 1996a, p. 78, cit. por Jacobina, s/d, s/p)  “ Algumas vezes, um problema comum, que deveria ser resolvido por meio de regras e procedimentos conhecidos, resiste ao ataque violento e reiterado dos membros mais hábeis do grupo em cuja área de competência ele ocorre.”  (Kuhn, 2006, p. 24, grafia no original)
Crise “ O significado das crises consiste exatamente no fato de que indicam que é chegada a ocasião para renovar os instrumentos.”  (Kuhn, 2006, p. 105, grafia no original) “ O sentimento de funcionamento defeituoso, que pode levar à crise, é um pré-requisito para a revolução”  (Kuhn, 1962, p.125 a 126, cit. por Vicente, 2004, p.225) “ A crise é ,nesta perspectiva, a condição fundamental de emergência de uma nova teoria. Mas esta não surge imediata nem facilmente.”   (Carrilho, s/d, p. 43-47, cit. por Alves, Arêdes & Carvalho, 1992, p.112)  “ A emergência de novas teorias é geralmente precedida por um período de insegurança profissional pronunciada, pois exige a destruição em larga escala de paradigmas e grandes alterações nos problemas e técnicas da ciência normal. Como seria de esperar, essa insegurança é gerada pelo fracasso constante dos quebra-cabeças da ciência normal em produzir os resultados esperados. O fracasso das regras existentes é o prelúdio para uma busca de novas regras.”  (Kuhn, 1962, p. 95, cit. por Moschetti, 2004, p. 46, grafia no original)
Ciência Extraordinária: “ Por ciencia extraordinária (Kuhn) entende um período de crise que habitualmente antecede uma revolução”  (Rodrigues, 2008, p.250) “ Dá-se uma profunda reorganização de todo o domínio cientifico respectivo.”   (Kuhn, s/d, cit. por Alves, Arêdes & Carvalho, 1992, p.112) “ Quando (…) uma anomalia parece ser algo mais do que um novo quebra-cabeça da ciência normal, é sinal de que se iniciou a transição para a crise e para a ciência extraordinária.”  (Kuhn, 2006, p. 113, grafia no original) “ (…) surge nos momentos de crise do paradigma. (…) questiona e revoluciona os fundamentos e pressupostos da ciência anterior e propõe um novo paradigma.”  (Neves, 2002, p. 146)
“ Uma revolução científica corresponde à aceitação, pela comunidade científica, de um novo paradigma, absolutamente diferente e incompatível com o anterior. A diferença entre paradigmas é de tal forma radical, pensa Kuhn, que uma mudança de paradigma representa uma mudança de mundo para os cientistas.”  (Antunes, Estanqueiro & Vidigal, 1994, p. 174) Revolução científica   “ Os paradigmas são com frequência postos de lado e substituídos por outros bastante incompatíveis com eles.”  (Kuhn, s/d, s/p, cit. por Marnoto, Ferreira & Garrão, 1988, p.34)  “ Consideramos revoluções científicas aqueles episódios de desenvolvimento não cumulativo nos quais uma paradigma mais antigo e total ou parcialmente substituído por um novo incomparável ao anterior.”  (Kuhn, 1992, pp. 125-126) “ (…) as revoluções científicas iniciaram-se com um sentimento crescente, também seguidamente restrito a uma pequena subdivisão da comunidade científica, de que o paradigma existente deixou de funcionar adequadamente na exploração de um aspecto da natureza, cuja exploração fora anteriormente dirigida pelo paradigma.”  (Kuhn, 2006, p. 126, grafia no original)
Modo como se dá o progresso científico “ A transição de um paradigma em crise para um novo, no qual pode surgir uma nova tradição de ciência normal [ou seja, uma revolução], está longe de ser um processo cumulativo obtido através de uma articulação do velho paradigma.”   (Kuhn, 1991, s/p, cit. por Andrade, 2000, p.70) “ Embora o preconceito e a resistência às inovações possam muito facilmente pôr um freio ao progresso científico, a sua omnipresença é, no entanto sintomática como característica requerida para que a investigação tenha continuidade e validade”   (Kuhn, 1962, s/p, cit. por Feitosa, s/d, p.190) “ No processo normal de descoberta, até mesmo a mudança tem uma utilidade (…). Ao assegurar que o paradigma não será facilmente abandonado, a resistência garante que os cientistas não serão perturbados sem razão. Garante ainda que as anomalias que conduzem a uma mudança de paradigma afectarão profundamente os conhecimentos existentes.”  (Kuhn, 2006, p. 92, grafia no original)
Valor do conhecimento “ Embora haja critérios objectivos para escolher entre teorias e paradigmas opostos, as escolhas dependem de factores subjectivos, como o modo de entender os referidos critérios, a importância relativa que lhes é atribuída por cada cientista, a ideologia de cada um, o prestígio, etc. A ciência não é objectiva porque não há escolhas inteiramente objectivas.”  (Rodrigues, 2008, p. 251) “ (…) uma teoria científica, após ter atingido o status de paradigma, somente é considerada inválida quando existe uma alternativa disponível para substítui-la.”  (Kuhn, 2006, p. 107-108, grafia no original) “ A incomensurabilidade dos paradigmas é a impossibilidade de os comparar objectivamente de maneira a concluir que um é melhor do que o outro.  (Autor desconhecido b, s/d, s/p)
(Kuhn, 1962, s/p, cit. por Feitosa, s/d, p.227) Epílogo “ O conhecimento científico, como a linguagem, é intrinsecamente a propriedade comum de um grupo ou então não é nada. Para entendê-lo precisamos conhecer as características essenciais dos grupos que o criam e o utilizam.”
Referências Bibliográficas ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Amor de perdição
Amor de perdiçãoAmor de perdição
Amor de perdição
Aparecida Mallagoli
 
O resumo de Os Maias
O resumo de Os MaiasO resumo de Os Maias
O resumo de Os Maias
António Fernandes
 
Cap iv repreensões geral
Cap iv repreensões geralCap iv repreensões geral
Cap iv repreensões geral
Helena Coutinho
 
Popper – o problema da demarcação
Popper – o problema da demarcaçãoPopper – o problema da demarcação
Popper – o problema da demarcação
Luis De Sousa Rodrigues
 
. Maias simplificado
. Maias simplificado. Maias simplificado
. Maias simplificado
Helena Coutinho
 
Atos de fala
Atos de falaAtos de fala
Atos de fala
António Fernandes
 
O indutivismo
O indutivismoO indutivismo
Resumos filosofia 11
Resumos filosofia 11Resumos filosofia 11
Resumos filosofia 11
Dylan Bonnet
 
Revoluções Científicas - Kuhn
Revoluções Científicas - KuhnRevoluções Científicas - Kuhn
Revoluções Científicas - Kuhn
Jorge Barbosa
 
Comparação entre popper e kuhn
Comparação entre popper e kuhnComparação entre popper e kuhn
Comparação entre popper e kuhn
Luis De Sousa Rodrigues
 
Hume_problemas_existência_eu_mundo_Deus
Hume_problemas_existência_eu_mundo_DeusHume_problemas_existência_eu_mundo_Deus
Hume_problemas_existência_eu_mundo_Deus
Isabel Moura
 
11º b final
11º b   final11º b   final
11º b final
j_sdias
 
Conhecimento vulgar e conhecimento cientifico
Conhecimento vulgar e conhecimento cientificoConhecimento vulgar e conhecimento cientifico
Conhecimento vulgar e conhecimento cientifico
anabelamatosanjos
 
O que é paradigma segundo thomas kuhn
O que é paradigma segundo thomas kuhnO que é paradigma segundo thomas kuhn
O que é paradigma segundo thomas kuhn
Míria Alves Cirqueira
 
Listas das falácias informais
Listas das falácias informaisListas das falácias informais
Listas das falácias informais
Isabel Moura
 
O racionalismo de Descartes
O racionalismo de DescartesO racionalismo de Descartes
O racionalismo de Descartes
Joana Filipa Rodrigues
 
Os Maias - personagens
Os Maias - personagensOs Maias - personagens
Os Maias - personagens
António Fernandes
 
Sermão de Santo António - Resumo
Sermão de Santo António - ResumoSermão de Santo António - Resumo
Sermão de Santo António - Resumo
colegiomb
 
Popper e a Ciência
Popper e a CiênciaPopper e a Ciência
Popper e a Ciência
Jorge Barbosa
 

Mais procurados (20)

Amor de perdição
Amor de perdiçãoAmor de perdição
Amor de perdição
 
O resumo de Os Maias
O resumo de Os MaiasO resumo de Os Maias
O resumo de Os Maias
 
Cap iv repreensões geral
Cap iv repreensões geralCap iv repreensões geral
Cap iv repreensões geral
 
Popper – o problema da demarcação
Popper – o problema da demarcaçãoPopper – o problema da demarcação
Popper – o problema da demarcação
 
. Maias simplificado
. Maias simplificado. Maias simplificado
. Maias simplificado
 
Atos de fala
Atos de falaAtos de fala
Atos de fala
 
O indutivismo
O indutivismoO indutivismo
O indutivismo
 
Resumos filosofia 11
Resumos filosofia 11Resumos filosofia 11
Resumos filosofia 11
 
Revoluções Científicas - Kuhn
Revoluções Científicas - KuhnRevoluções Científicas - Kuhn
Revoluções Científicas - Kuhn
 
Comparação entre popper e kuhn
Comparação entre popper e kuhnComparação entre popper e kuhn
Comparação entre popper e kuhn
 
Hume_problemas_existência_eu_mundo_Deus
Hume_problemas_existência_eu_mundo_DeusHume_problemas_existência_eu_mundo_Deus
Hume_problemas_existência_eu_mundo_Deus
 
11º b final
11º b   final11º b   final
11º b final
 
Conhecimento vulgar e conhecimento cientifico
Conhecimento vulgar e conhecimento cientificoConhecimento vulgar e conhecimento cientifico
Conhecimento vulgar e conhecimento cientifico
 
O que é paradigma segundo thomas kuhn
O que é paradigma segundo thomas kuhnO que é paradigma segundo thomas kuhn
O que é paradigma segundo thomas kuhn
 
Popper contra o indutivismo
Popper contra o indutivismoPopper contra o indutivismo
Popper contra o indutivismo
 
Listas das falácias informais
Listas das falácias informaisListas das falácias informais
Listas das falácias informais
 
O racionalismo de Descartes
O racionalismo de DescartesO racionalismo de Descartes
O racionalismo de Descartes
 
Os Maias - personagens
Os Maias - personagensOs Maias - personagens
Os Maias - personagens
 
Sermão de Santo António - Resumo
Sermão de Santo António - ResumoSermão de Santo António - Resumo
Sermão de Santo António - Resumo
 
Popper e a Ciência
Popper e a CiênciaPopper e a Ciência
Popper e a Ciência
 

Destaque

Kuhn (11ºH2009)
Kuhn (11ºH2009)Kuhn (11ºH2009)
Kuhn (11ºH2009)
Joaquim Melro
 
Kuhn-11º C (2009)
Kuhn-11º C (2009)Kuhn-11º C (2009)
Kuhn-11º C (2009)
Joaquim Melro
 
Kuhn - Alguns sites
Kuhn - Alguns sitesKuhn - Alguns sites
Kuhn - Alguns sites
Joaquim Melro
 
Kuhn a funcao do dogma na investigacao cientifica
Kuhn a funcao do dogma na investigacao cientificaKuhn a funcao do dogma na investigacao cientifica
Kuhn a funcao do dogma na investigacao cientifica
Reflexao Dialogada
 
A racionalidade científica e os Paradigmas - Kuhn
A racionalidade científica e os Paradigmas - KuhnA racionalidade científica e os Paradigmas - Kuhn
A racionalidade científica e os Paradigmas - Kuhn
Helena Serrão
 
Khun, pop..
Khun, pop..Khun, pop..
Khun, pop..
pyteroliva
 
Revoluções Científicas - Thomas S. Kuhn
Revoluções Científicas - Thomas S. KuhnRevoluções Científicas - Thomas S. Kuhn
Revoluções Científicas - Thomas S. Kuhn
Diogo Provete
 
Presentación thomas kuhn
Presentación thomas kuhnPresentación thomas kuhn
Presentación thomas kuhn
María Celeste Poncela
 
A escolha entre paradigmas
A escolha entre paradigmasA escolha entre paradigmas
A escolha entre paradigmas
Luis De Sousa Rodrigues
 
A incomensurabilidade dos paradigmas
A incomensurabilidade dos paradigmasA incomensurabilidade dos paradigmas
A incomensurabilidade dos paradigmas
Luis De Sousa Rodrigues
 
Modelos explicativos do conhecimento
Modelos explicativos do conhecimentoModelos explicativos do conhecimento
Modelos explicativos do conhecimento
Vitor Peixoto
 
Métodos Científicos
Métodos CientíficosMétodos Científicos
Métodos Científicos
Unimed Planalto Médio
 
Conh. cientifico
Conh. cientificoConh. cientifico
Conh. cientifico
pyteroliva
 
Kuhn e a estructura das revoluçoes cientificas
Kuhn e a estructura das revoluçoes cientificasKuhn e a estructura das revoluçoes cientificas
Kuhn e a estructura das revoluçoes cientificas
Boutchich Sanaa
 
Filosofia 11º ano - Ciência & Tecnologia: na vida quotidiana
Filosofia 11º ano - Ciência & Tecnologia: na vida quotidianaFilosofia 11º ano - Ciência & Tecnologia: na vida quotidiana
Filosofia 11º ano - Ciência & Tecnologia: na vida quotidiana
Mulato Dos BD
 
Métodos científicos
Métodos científicosMétodos científicos
Métodos científicos
Nicemara Cardoso
 
Objectividade científica e racionalidade científica
Objectividade científica e racionalidade científicaObjectividade científica e racionalidade científica
Objectividade científica e racionalidade científica
AMLDRP
 

Destaque (20)

Kuhn (11ºH2009)
Kuhn (11ºH2009)Kuhn (11ºH2009)
Kuhn (11ºH2009)
 
As teses centrais de teoria de kuhn
As teses centrais de teoria de kuhnAs teses centrais de teoria de kuhn
As teses centrais de teoria de kuhn
 
Kuhn-11º C (2009)
Kuhn-11º C (2009)Kuhn-11º C (2009)
Kuhn-11º C (2009)
 
Kuhn - Alguns sites
Kuhn - Alguns sitesKuhn - Alguns sites
Kuhn - Alguns sites
 
Kuhn a funcao do dogma na investigacao cientifica
Kuhn a funcao do dogma na investigacao cientificaKuhn a funcao do dogma na investigacao cientifica
Kuhn a funcao do dogma na investigacao cientifica
 
A racionalidade científica e os Paradigmas - Kuhn
A racionalidade científica e os Paradigmas - KuhnA racionalidade científica e os Paradigmas - Kuhn
A racionalidade científica e os Paradigmas - Kuhn
 
Khun, pop..
Khun, pop..Khun, pop..
Khun, pop..
 
As críticas a kuhn
As críticas a kuhnAs críticas a kuhn
As críticas a kuhn
 
Revoluções Científicas - Thomas S. Kuhn
Revoluções Científicas - Thomas S. KuhnRevoluções Científicas - Thomas S. Kuhn
Revoluções Científicas - Thomas S. Kuhn
 
Presentación thomas kuhn
Presentación thomas kuhnPresentación thomas kuhn
Presentación thomas kuhn
 
A escolha entre paradigmas
A escolha entre paradigmasA escolha entre paradigmas
A escolha entre paradigmas
 
A incomensurabilidade dos paradigmas
A incomensurabilidade dos paradigmasA incomensurabilidade dos paradigmas
A incomensurabilidade dos paradigmas
 
Modelos explicativos do conhecimento
Modelos explicativos do conhecimentoModelos explicativos do conhecimento
Modelos explicativos do conhecimento
 
Métodos Científicos
Métodos CientíficosMétodos Científicos
Métodos Científicos
 
Conh. cientifico
Conh. cientificoConh. cientifico
Conh. cientifico
 
Kuhn e a estructura das revoluçoes cientificas
Kuhn e a estructura das revoluçoes cientificasKuhn e a estructura das revoluçoes cientificas
Kuhn e a estructura das revoluçoes cientificas
 
Filosofia 11º ano - Ciência & Tecnologia: na vida quotidiana
Filosofia 11º ano - Ciência & Tecnologia: na vida quotidianaFilosofia 11º ano - Ciência & Tecnologia: na vida quotidiana
Filosofia 11º ano - Ciência & Tecnologia: na vida quotidiana
 
Kuhn e a noção de paradigma
Kuhn e a noção de paradigmaKuhn e a noção de paradigma
Kuhn e a noção de paradigma
 
Métodos científicos
Métodos científicosMétodos científicos
Métodos científicos
 
Objectividade científica e racionalidade científica
Objectividade científica e racionalidade científicaObjectividade científica e racionalidade científica
Objectividade científica e racionalidade científica
 

Semelhante a Kuhn-11º N (2009)

A estrutura das revoluçoes cientificas
A estrutura das revoluçoes cientificasA estrutura das revoluçoes cientificas
A estrutura das revoluçoes cientificas
Boutchich Sanaa
 
Thomas kuhn
Thomas kuhnThomas kuhn
Thomas kuhn
Letícia Carline
 
Kuhn História da Quiímica
Kuhn História da QuiímicaKuhn História da Quiímica
Kuhn História da Quiímica
Ana Karine Oliveira
 
Resumo-critico-detalhado-a-estrutura-das-revolucoes-cientificas
Resumo-critico-detalhado-a-estrutura-das-revolucoes-cientificasResumo-critico-detalhado-a-estrutura-das-revolucoes-cientificas
Resumo-critico-detalhado-a-estrutura-das-revolucoes-cientificas
Carlos Alberto Monteiro da Silva
 
Philosophy of science and science of philosophy
Philosophy of science and science of philosophyPhilosophy of science and science of philosophy
Philosophy of science and science of philosophy
Osame Kinouchi
 
Estrutura das revoluções científicas
Estrutura das revoluções científicasEstrutura das revoluções científicas
Estrutura das revoluções científicas
Cilmara Cristina Dos Santos
 
A perspetiva de kuhn acerca do desenvolvimento da ciência
A perspetiva de kuhn acerca do desenvolvimento da ciênciaA perspetiva de kuhn acerca do desenvolvimento da ciência
A perspetiva de kuhn acerca do desenvolvimento da ciência
Sara Raposo
 
D34 es kuhn
D34 es kuhnD34 es kuhn
D34 es kuhn
Isaque Tomé
 
Para uma imagem não deformada do conhecimento científico
Para uma imagem não deformada do conhecimento científicoPara uma imagem não deformada do conhecimento científico
Para uma imagem não deformada do conhecimento científico
Fabiano Antunes
 
A estrutura das revolucoes cien thomas s. kuhn
A estrutura das revolucoes cien   thomas s. kuhnA estrutura das revolucoes cien   thomas s. kuhn
A estrutura das revolucoes cien thomas s. kuhn
marciasmendonca
 
aula.pptx aula cientificismo revolução cient
aula.pptx aula cientificismo revolução cientaula.pptx aula cientificismo revolução cient
aula.pptx aula cientificismo revolução cient
PabloGabrielKdabra
 
Revolciones CientíFicas Y Keynesianas
Revolciones CientíFicas Y KeynesianasRevolciones CientíFicas Y Keynesianas
Revolciones CientíFicas Y Keynesianas
blogdgalvan
 
A Evolução da Ciência.pdf. Resumo do tema "A evolução da Ciência" .
A Evolução da Ciência.pdf. Resumo do tema "A evolução da Ciência" .A Evolução da Ciência.pdf. Resumo do tema "A evolução da Ciência" .
A Evolução da Ciência.pdf. Resumo do tema "A evolução da Ciência" .
filipepereira406050
 
Unidade 7 -evolução_biológica_def.
Unidade 7 -evolução_biológica_def.Unidade 7 -evolução_biológica_def.
Unidade 7 -evolução_biológica_def.
Deolinda Silva
 
A estrutura das revoluções científicas
A estrutura das revoluções científicasA estrutura das revoluções científicas
A estrutura das revoluções científicas
Carlos Jonathan Santos
 
16 o método científico
16 o método científico16 o método científico
16 o método científico
Joao Balbi
 
O conhecimento do conhecimento científico(Morin)
O conhecimento do conhecimento científico(Morin)O conhecimento do conhecimento científico(Morin)
O conhecimento do conhecimento científico(Morin)
Francione Brito
 
Thomas kuhn
Thomas kuhnThomas kuhn
Thomas kuhn
André Silva
 
O que é ciência - Prof. Chibene. Unicamp
O que é ciência - Prof. Chibene. UnicampO que é ciência - Prof. Chibene. Unicamp
O que é ciência - Prof. Chibene. Unicamp
Carlos Alberto Monteiro
 
Fichamento - Thomas Kuhn
Fichamento - Thomas KuhnFichamento - Thomas Kuhn
Fichamento - Thomas Kuhn
Luiz Guilherme Leite Amaral
 

Semelhante a Kuhn-11º N (2009) (20)

A estrutura das revoluçoes cientificas
A estrutura das revoluçoes cientificasA estrutura das revoluçoes cientificas
A estrutura das revoluçoes cientificas
 
Thomas kuhn
Thomas kuhnThomas kuhn
Thomas kuhn
 
Kuhn História da Quiímica
Kuhn História da QuiímicaKuhn História da Quiímica
Kuhn História da Quiímica
 
Resumo-critico-detalhado-a-estrutura-das-revolucoes-cientificas
Resumo-critico-detalhado-a-estrutura-das-revolucoes-cientificasResumo-critico-detalhado-a-estrutura-das-revolucoes-cientificas
Resumo-critico-detalhado-a-estrutura-das-revolucoes-cientificas
 
Philosophy of science and science of philosophy
Philosophy of science and science of philosophyPhilosophy of science and science of philosophy
Philosophy of science and science of philosophy
 
Estrutura das revoluções científicas
Estrutura das revoluções científicasEstrutura das revoluções científicas
Estrutura das revoluções científicas
 
A perspetiva de kuhn acerca do desenvolvimento da ciência
A perspetiva de kuhn acerca do desenvolvimento da ciênciaA perspetiva de kuhn acerca do desenvolvimento da ciência
A perspetiva de kuhn acerca do desenvolvimento da ciência
 
D34 es kuhn
D34 es kuhnD34 es kuhn
D34 es kuhn
 
Para uma imagem não deformada do conhecimento científico
Para uma imagem não deformada do conhecimento científicoPara uma imagem não deformada do conhecimento científico
Para uma imagem não deformada do conhecimento científico
 
A estrutura das revolucoes cien thomas s. kuhn
A estrutura das revolucoes cien   thomas s. kuhnA estrutura das revolucoes cien   thomas s. kuhn
A estrutura das revolucoes cien thomas s. kuhn
 
aula.pptx aula cientificismo revolução cient
aula.pptx aula cientificismo revolução cientaula.pptx aula cientificismo revolução cient
aula.pptx aula cientificismo revolução cient
 
Revolciones CientíFicas Y Keynesianas
Revolciones CientíFicas Y KeynesianasRevolciones CientíFicas Y Keynesianas
Revolciones CientíFicas Y Keynesianas
 
A Evolução da Ciência.pdf. Resumo do tema "A evolução da Ciência" .
A Evolução da Ciência.pdf. Resumo do tema "A evolução da Ciência" .A Evolução da Ciência.pdf. Resumo do tema "A evolução da Ciência" .
A Evolução da Ciência.pdf. Resumo do tema "A evolução da Ciência" .
 
Unidade 7 -evolução_biológica_def.
Unidade 7 -evolução_biológica_def.Unidade 7 -evolução_biológica_def.
Unidade 7 -evolução_biológica_def.
 
A estrutura das revoluções científicas
A estrutura das revoluções científicasA estrutura das revoluções científicas
A estrutura das revoluções científicas
 
16 o método científico
16 o método científico16 o método científico
16 o método científico
 
O conhecimento do conhecimento científico(Morin)
O conhecimento do conhecimento científico(Morin)O conhecimento do conhecimento científico(Morin)
O conhecimento do conhecimento científico(Morin)
 
Thomas kuhn
Thomas kuhnThomas kuhn
Thomas kuhn
 
O que é ciência - Prof. Chibene. Unicamp
O que é ciência - Prof. Chibene. UnicampO que é ciência - Prof. Chibene. Unicamp
O que é ciência - Prof. Chibene. Unicamp
 
Fichamento - Thomas Kuhn
Fichamento - Thomas KuhnFichamento - Thomas Kuhn
Fichamento - Thomas Kuhn
 

Mais de Joaquim Melro

Ciclo de Conferências PENSAR A (NA) ESCOLA EM CONTEXTO DE TRANSIÇÃO DIGITAL: ...
Ciclo de Conferências PENSAR A (NA) ESCOLA EM CONTEXTO DE TRANSIÇÃO DIGITAL: ...Ciclo de Conferências PENSAR A (NA) ESCOLA EM CONTEXTO DE TRANSIÇÃO DIGITAL: ...
Ciclo de Conferências PENSAR A (NA) ESCOLA EM CONTEXTO DE TRANSIÇÃO DIGITAL: ...
Joaquim Melro
 
Palestras FCT 2021-2022 - ESCOLA- MUNDO DO TRABALHO: QUE DESAFIOS À ESCOLA E ...
Palestras FCT 2021-2022 - ESCOLA- MUNDO DO TRABALHO: QUE DESAFIOS À ESCOLA E ...Palestras FCT 2021-2022 - ESCOLA- MUNDO DO TRABALHO: QUE DESAFIOS À ESCOLA E ...
Palestras FCT 2021-2022 - ESCOLA- MUNDO DO TRABALHO: QUE DESAFIOS À ESCOLA E ...
Joaquim Melro
 
Ebook Paulo Freire – A Educação como prática da Liberdade – 50 Anos Depois
Ebook Paulo Freire – A Educação como prática da Liberdade – 50 Anos DepoisEbook Paulo Freire – A Educação como prática da Liberdade – 50 Anos Depois
Ebook Paulo Freire – A Educação como prática da Liberdade – 50 Anos Depois
Joaquim Melro
 
SABERES EM DIÁLOGO: PERCURSOS EPISTEMOLÓGICOS E PEDAGÓGICOS TRANSDISCIPLINARES
SABERES EM DIÁLOGO: PERCURSOS EPISTEMOLÓGICOS E PEDAGÓGICOS TRANSDISCIPLINARESSABERES EM DIÁLOGO: PERCURSOS EPISTEMOLÓGICOS E PEDAGÓGICOS TRANSDISCIPLINARES
SABERES EM DIÁLOGO: PERCURSOS EPISTEMOLÓGICOS E PEDAGÓGICOS TRANSDISCIPLINARES
Joaquim Melro
 
Ciclo de Conferências Em Busca de um Mundo Melhor: Ciência, Educação e Humani...
Ciclo de Conferências Em Busca de um Mundo Melhor: Ciência, Educação e Humani...Ciclo de Conferências Em Busca de um Mundo Melhor: Ciência, Educação e Humani...
Ciclo de Conferências Em Busca de um Mundo Melhor: Ciência, Educação e Humani...
Joaquim Melro
 
SEMINÁRIOS "FLORESTA E AMBIENTE - DA ECOLOGIA À ESTÉTICA E DA ÉTICA À EDUCAÇÃO"
SEMINÁRIOS "FLORESTA E AMBIENTE - DA ECOLOGIA À ESTÉTICA E DA ÉTICA À EDUCAÇÃO"SEMINÁRIOS "FLORESTA E AMBIENTE - DA ECOLOGIA À ESTÉTICA E DA ÉTICA À EDUCAÇÃO"
SEMINÁRIOS "FLORESTA E AMBIENTE - DA ECOLOGIA À ESTÉTICA E DA ÉTICA À EDUCAÇÃO"
Joaquim Melro
 
1.º CICLO DE COLÓQUIOS - Os AFETOS também são INCLUSIVOS: VIVÊNCIAS da SEXUAL...
1.º CICLO DE COLÓQUIOS - Os AFETOS também são INCLUSIVOS: VIVÊNCIAS da SEXUAL...1.º CICLO DE COLÓQUIOS - Os AFETOS também são INCLUSIVOS: VIVÊNCIAS da SEXUAL...
1.º CICLO DE COLÓQUIOS - Os AFETOS também são INCLUSIVOS: VIVÊNCIAS da SEXUAL...
Joaquim Melro
 
I CONGRESSO ESCOLA, LIDERANÇA, SUPERVISÃO E INCLUSÃO - ELSI (de 11 e 12 de no...
I CONGRESSO ESCOLA, LIDERANÇA, SUPERVISÃO E INCLUSÃO - ELSI (de 11 e 12 de no...I CONGRESSO ESCOLA, LIDERANÇA, SUPERVISÃO E INCLUSÃO - ELSI (de 11 e 12 de no...
I CONGRESSO ESCOLA, LIDERANÇA, SUPERVISÃO E INCLUSÃO - ELSI (de 11 e 12 de no...
Joaquim Melro
 
Ciclo de Palestras "Formação em Contexto de Trabalho: Reflexões, Inclusão e T...
Ciclo de Palestras "Formação em Contexto de Trabalho: Reflexões, Inclusão e T...Ciclo de Palestras "Formação em Contexto de Trabalho: Reflexões, Inclusão e T...
Ciclo de Palestras "Formação em Contexto de Trabalho: Reflexões, Inclusão e T...
Joaquim Melro
 
Ciclo de Seminários Ciência, Educação e Democracia - Programa geral (provisor...
Ciclo de Seminários Ciência, Educação e Democracia - Programa geral (provisor...Ciclo de Seminários Ciência, Educação e Democracia - Programa geral (provisor...
Ciclo de Seminários Ciência, Educação e Democracia - Programa geral (provisor...
Joaquim Melro
 
"O que foi o holocausto? Uma Abordagem trasndisciplinar" - Programa conferê...
"O que foi o holocausto? Uma Abordagem trasndisciplinar" - Programa  conferê..."O que foi o holocausto? Uma Abordagem trasndisciplinar" - Programa  conferê...
"O que foi o holocausto? Uma Abordagem trasndisciplinar" - Programa conferê...
Joaquim Melro
 
Colóquio "FILOSOFIA, CONSCIÊNCIA E CRISE SOCIAL" (29 e 30 de janeiro 2016)
Colóquio "FILOSOFIA, CONSCIÊNCIA E CRISE SOCIAL" (29 e 30 de janeiro 2016)Colóquio "FILOSOFIA, CONSCIÊNCIA E CRISE SOCIAL" (29 e 30 de janeiro 2016)
Colóquio "FILOSOFIA, CONSCIÊNCIA E CRISE SOCIAL" (29 e 30 de janeiro 2016)
Joaquim Melro
 
Palestra 2 12 015
Palestra 2 12 015Palestra 2 12 015
Palestra 2 12 015
Joaquim Melro
 
Filosofia para crianças: O que podemos aprender com Paulo Freire?
Filosofia para crianças: O que podemos aprender com Paulo Freire?Filosofia para crianças: O que podemos aprender com Paulo Freire?
Filosofia para crianças: O que podemos aprender com Paulo Freire?
Joaquim Melro
 
Poderes e limites da ciência - Ciclo de Conferências - Marta Agostinho
Poderes e limites da ciência - Ciclo de Conferências - Marta AgostinhoPoderes e limites da ciência - Ciclo de Conferências - Marta Agostinho
Poderes e limites da ciência - Ciclo de Conferências - Marta Agostinho
Joaquim Melro
 
Poderes e limites da ciência - Ciclo de conferências - Marta de Menezes
Poderes e limites da ciência - Ciclo de conferências - Marta de MenezesPoderes e limites da ciência - Ciclo de conferências - Marta de Menezes
Poderes e limites da ciência - Ciclo de conferências - Marta de MenezesJoaquim Melro
 
Poderes e limites da ciência - Ciclo de conferências Christopher Auretta
Poderes e limites da ciência - Ciclo de conferências Christopher AurettaPoderes e limites da ciência - Ciclo de conferências Christopher Auretta
Poderes e limites da ciência - Ciclo de conferências Christopher Auretta
Joaquim Melro
 
Poderes e limites da ciência -Cilco de conferências Conf Plamira Fontes da Costa
Poderes e limites da ciência -Cilco de conferências Conf Plamira Fontes da CostaPoderes e limites da ciência -Cilco de conferências Conf Plamira Fontes da Costa
Poderes e limites da ciência -Cilco de conferências Conf Plamira Fontes da Costa
Joaquim Melro
 
Argumentação e Filosofia: O exemplo da pena de Morte (avelar)
Argumentação e Filosofia: O exemplo da pena de Morte (avelar)Argumentação e Filosofia: O exemplo da pena de Morte (avelar)
Argumentação e Filosofia: O exemplo da pena de Morte (avelar)
Joaquim Melro
 
Argumentação e Filosofia. O Exemplo da pena de Morte (Rocha)
Argumentação e Filosofia. O Exemplo da pena de Morte (Rocha)Argumentação e Filosofia. O Exemplo da pena de Morte (Rocha)
Argumentação e Filosofia. O Exemplo da pena de Morte (Rocha)
Joaquim Melro
 

Mais de Joaquim Melro (20)

Ciclo de Conferências PENSAR A (NA) ESCOLA EM CONTEXTO DE TRANSIÇÃO DIGITAL: ...
Ciclo de Conferências PENSAR A (NA) ESCOLA EM CONTEXTO DE TRANSIÇÃO DIGITAL: ...Ciclo de Conferências PENSAR A (NA) ESCOLA EM CONTEXTO DE TRANSIÇÃO DIGITAL: ...
Ciclo de Conferências PENSAR A (NA) ESCOLA EM CONTEXTO DE TRANSIÇÃO DIGITAL: ...
 
Palestras FCT 2021-2022 - ESCOLA- MUNDO DO TRABALHO: QUE DESAFIOS À ESCOLA E ...
Palestras FCT 2021-2022 - ESCOLA- MUNDO DO TRABALHO: QUE DESAFIOS À ESCOLA E ...Palestras FCT 2021-2022 - ESCOLA- MUNDO DO TRABALHO: QUE DESAFIOS À ESCOLA E ...
Palestras FCT 2021-2022 - ESCOLA- MUNDO DO TRABALHO: QUE DESAFIOS À ESCOLA E ...
 
Ebook Paulo Freire – A Educação como prática da Liberdade – 50 Anos Depois
Ebook Paulo Freire – A Educação como prática da Liberdade – 50 Anos DepoisEbook Paulo Freire – A Educação como prática da Liberdade – 50 Anos Depois
Ebook Paulo Freire – A Educação como prática da Liberdade – 50 Anos Depois
 
SABERES EM DIÁLOGO: PERCURSOS EPISTEMOLÓGICOS E PEDAGÓGICOS TRANSDISCIPLINARES
SABERES EM DIÁLOGO: PERCURSOS EPISTEMOLÓGICOS E PEDAGÓGICOS TRANSDISCIPLINARESSABERES EM DIÁLOGO: PERCURSOS EPISTEMOLÓGICOS E PEDAGÓGICOS TRANSDISCIPLINARES
SABERES EM DIÁLOGO: PERCURSOS EPISTEMOLÓGICOS E PEDAGÓGICOS TRANSDISCIPLINARES
 
Ciclo de Conferências Em Busca de um Mundo Melhor: Ciência, Educação e Humani...
Ciclo de Conferências Em Busca de um Mundo Melhor: Ciência, Educação e Humani...Ciclo de Conferências Em Busca de um Mundo Melhor: Ciência, Educação e Humani...
Ciclo de Conferências Em Busca de um Mundo Melhor: Ciência, Educação e Humani...
 
SEMINÁRIOS "FLORESTA E AMBIENTE - DA ECOLOGIA À ESTÉTICA E DA ÉTICA À EDUCAÇÃO"
SEMINÁRIOS "FLORESTA E AMBIENTE - DA ECOLOGIA À ESTÉTICA E DA ÉTICA À EDUCAÇÃO"SEMINÁRIOS "FLORESTA E AMBIENTE - DA ECOLOGIA À ESTÉTICA E DA ÉTICA À EDUCAÇÃO"
SEMINÁRIOS "FLORESTA E AMBIENTE - DA ECOLOGIA À ESTÉTICA E DA ÉTICA À EDUCAÇÃO"
 
1.º CICLO DE COLÓQUIOS - Os AFETOS também são INCLUSIVOS: VIVÊNCIAS da SEXUAL...
1.º CICLO DE COLÓQUIOS - Os AFETOS também são INCLUSIVOS: VIVÊNCIAS da SEXUAL...1.º CICLO DE COLÓQUIOS - Os AFETOS também são INCLUSIVOS: VIVÊNCIAS da SEXUAL...
1.º CICLO DE COLÓQUIOS - Os AFETOS também são INCLUSIVOS: VIVÊNCIAS da SEXUAL...
 
I CONGRESSO ESCOLA, LIDERANÇA, SUPERVISÃO E INCLUSÃO - ELSI (de 11 e 12 de no...
I CONGRESSO ESCOLA, LIDERANÇA, SUPERVISÃO E INCLUSÃO - ELSI (de 11 e 12 de no...I CONGRESSO ESCOLA, LIDERANÇA, SUPERVISÃO E INCLUSÃO - ELSI (de 11 e 12 de no...
I CONGRESSO ESCOLA, LIDERANÇA, SUPERVISÃO E INCLUSÃO - ELSI (de 11 e 12 de no...
 
Ciclo de Palestras "Formação em Contexto de Trabalho: Reflexões, Inclusão e T...
Ciclo de Palestras "Formação em Contexto de Trabalho: Reflexões, Inclusão e T...Ciclo de Palestras "Formação em Contexto de Trabalho: Reflexões, Inclusão e T...
Ciclo de Palestras "Formação em Contexto de Trabalho: Reflexões, Inclusão e T...
 
Ciclo de Seminários Ciência, Educação e Democracia - Programa geral (provisor...
Ciclo de Seminários Ciência, Educação e Democracia - Programa geral (provisor...Ciclo de Seminários Ciência, Educação e Democracia - Programa geral (provisor...
Ciclo de Seminários Ciência, Educação e Democracia - Programa geral (provisor...
 
"O que foi o holocausto? Uma Abordagem trasndisciplinar" - Programa conferê...
"O que foi o holocausto? Uma Abordagem trasndisciplinar" - Programa  conferê..."O que foi o holocausto? Uma Abordagem trasndisciplinar" - Programa  conferê...
"O que foi o holocausto? Uma Abordagem trasndisciplinar" - Programa conferê...
 
Colóquio "FILOSOFIA, CONSCIÊNCIA E CRISE SOCIAL" (29 e 30 de janeiro 2016)
Colóquio "FILOSOFIA, CONSCIÊNCIA E CRISE SOCIAL" (29 e 30 de janeiro 2016)Colóquio "FILOSOFIA, CONSCIÊNCIA E CRISE SOCIAL" (29 e 30 de janeiro 2016)
Colóquio "FILOSOFIA, CONSCIÊNCIA E CRISE SOCIAL" (29 e 30 de janeiro 2016)
 
Palestra 2 12 015
Palestra 2 12 015Palestra 2 12 015
Palestra 2 12 015
 
Filosofia para crianças: O que podemos aprender com Paulo Freire?
Filosofia para crianças: O que podemos aprender com Paulo Freire?Filosofia para crianças: O que podemos aprender com Paulo Freire?
Filosofia para crianças: O que podemos aprender com Paulo Freire?
 
Poderes e limites da ciência - Ciclo de Conferências - Marta Agostinho
Poderes e limites da ciência - Ciclo de Conferências - Marta AgostinhoPoderes e limites da ciência - Ciclo de Conferências - Marta Agostinho
Poderes e limites da ciência - Ciclo de Conferências - Marta Agostinho
 
Poderes e limites da ciência - Ciclo de conferências - Marta de Menezes
Poderes e limites da ciência - Ciclo de conferências - Marta de MenezesPoderes e limites da ciência - Ciclo de conferências - Marta de Menezes
Poderes e limites da ciência - Ciclo de conferências - Marta de Menezes
 
Poderes e limites da ciência - Ciclo de conferências Christopher Auretta
Poderes e limites da ciência - Ciclo de conferências Christopher AurettaPoderes e limites da ciência - Ciclo de conferências Christopher Auretta
Poderes e limites da ciência - Ciclo de conferências Christopher Auretta
 
Poderes e limites da ciência -Cilco de conferências Conf Plamira Fontes da Costa
Poderes e limites da ciência -Cilco de conferências Conf Plamira Fontes da CostaPoderes e limites da ciência -Cilco de conferências Conf Plamira Fontes da Costa
Poderes e limites da ciência -Cilco de conferências Conf Plamira Fontes da Costa
 
Argumentação e Filosofia: O exemplo da pena de Morte (avelar)
Argumentação e Filosofia: O exemplo da pena de Morte (avelar)Argumentação e Filosofia: O exemplo da pena de Morte (avelar)
Argumentação e Filosofia: O exemplo da pena de Morte (avelar)
 
Argumentação e Filosofia. O Exemplo da pena de Morte (Rocha)
Argumentação e Filosofia. O Exemplo da pena de Morte (Rocha)Argumentação e Filosofia. O Exemplo da pena de Morte (Rocha)
Argumentação e Filosofia. O Exemplo da pena de Morte (Rocha)
 

Último

JOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdf
JOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdfJOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdf
JOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdf
ClaudiaMainoth
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
TomasSousa7
 
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptxAula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
LILIANPRESTESSCUDELE
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
joaresmonte3
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
JoeteCarvalho
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Mary Alvarenga
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdfAULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
SthafaniHussin1
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
ANDRÉA FERREIRA
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
Manuais Formação
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
fernandacosta37763
 
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptxReino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
CarinaSantos916505
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
mamaeieby
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
LeticiaRochaCupaiol
 
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
fagnerlopes11
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
ProfessoraTatianaT
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
todorokillmepls
 
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vidakarl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
KleginaldoPaz2
 

Último (20)

JOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdf
JOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdfJOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdf
JOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdf
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
 
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptxAula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdfAULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
 
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptxReino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
 
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
 
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vidakarl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
 

Kuhn-11º N (2009)

  • 1. Escola Secundária Artística António Arroio Ano Lectivo: 2008/2009 Filosofia Turma 11º N – Prof. Joaquim Melro O Estatuto do conhecimento científico: A perspectiva de Thomas Kuhn Trabalho de Projecto - Etapa 2 Conceitos da Epistemologia de Thomas Kuhn
  • 2. André Ribeiro Nº5 António Silva Nº6 Beatriz Silva Nº7 Catarina Laranjeiro Nº9 Inês Avelar Nº12 Inês Simões Nº13 Joana Amorim Nº16 João Colaço Nº17 Miguel Laranjeiro Nº19 Pedro Palacio Nº21 Rita Caldeira Nº24
  • 3. (Kuhn, 1962, s/p, cit. por Feitosa, s/d, p.10) Prólogo “ Rejeitar um paradigma, sem simultaneamente substituí-lo por outro, é rejeitar a própria ciência .”
  • 4. Paradigma “ Considero paradigma as realizações científicas universalmente reconhecidas que, durante algum tempo, fornecem problemas e soluções modelares para uma comunidade de praticantes de uma ciência.” (Kuhn, 1962, s/p, cit. por Feitosa, s/d, p.117) “ (…) a determinação de paradigmas compartilhados não coincide com a determinação das regras comuns ao grupo.” (Kuhn, 2006, p. 68) “ O paradigma determina de tal forma a sua visão do mundo que, quando olham na mesma direcção, dois cientistas que aceitam paradigmas diferentes vêem “mundos” diferentes. Entre os paradigmas existe portanto um abismo intransponível: os paradigmas são, pensa Kuhn, incomensuráveis.” (Autor desconhecido b, s/d, s/p) “ [Um paradigma é] um conjunto de normas e tradições dentro do qual a ciência se move e se orienta.” (Neves, 2002, p. 146) “ (…) em períodos de revolução, quando a tradição científica normal muda, a percepção que o cientista tem de seu meio ambiente deve ser reeducada – deve aprender a ver uma nova forma (…) em algumas situações com as quais já está familiarizado. Depois de fazê-lo, o mundo de suas pesquisas parecerá, aqui e ali, incomensurável com o que habitava anteriormente.” (Kuhn, 2006, p. 148, grafia no original)
  • 5.
  • 6. Teoria Científica “ Para que uma nova teoria se imponha, o seu inventor deve ter uma posição relativamente elevada na hierarquia universitária e facilidade no acesso a financiamento para a investigação” (Kuhn, s/d, s/p, cit. por Rodrigues, 2008, p.249) “ Depois da assimilação da descoberta, os cientistas encontravam-se em condições de dar conta de um número maior de fenómenos (...) Tal avanço somente foi possível porque algumas crenças ou procedimentos anteriormente aceitos foram descartados e, simultaneamente, substituídos por outros. Procurei mostrar que alterações desse tipo estão associadas com todas as descobertas realizadas pela ciência-normal (…)” (Kuhn, 2006, p. 93 - 94, grafia no original) “ Kuhn seleciona cinco critérios ou cinco "valores", como ele os chama, de uma boa teoria científica: exatidão, consistência, alcance, simplicidade e fecundidade.” ( Gewandsznajder, 2005, s/p )
  • 7. Ciência normal “ A ciência normal (...) é baseada no pressuposto de que a comunidade científica sabe como é o mundo. Grande parte do sucesso do empreendimento deriva da disposição da comunidade para defender esse pressuposto (...). Por exemplo, a ciência normal freqüentemente suprime novidades fundamentais, porque estas subvertem necessariamente seus compromissos básicos.” (Kuhn, 1975, s/p, cit. por Filho, grafia no original) “ (...) «ciência normal» significa a investigação firmemente baseada em uma ou mais realizações cientificas passadas. Estas realizações são reconhecidas durante algum tempo por alguma comunidade científica específica como proporcionando os fundamentos para a sua prática posterior.” (Kuhn, 1992, s/p) “ A ciência normal, atividade que consiste em solucionar quebra-cabeças, é um empreendimento altamente cumulativo, extremamente bem sucedido no que toca ao seu objectivo, a ampliação contínua do alcance e da precisão do conhecimento científico.” (Kuhn, 2006, p. 77, grafia no original) “ (…) Ciência Normal [é a que] que se desenvolve dentro de um certo paradigma, acumulando dados e instrumentos no seu interior” (Neves, 2002, p. 146)
  • 8. Anomalia “ Casos problemáticos que o paradigma não resolve.” (Rodrigues, 2008, p.250) “ E quando um facto coloca um problema persistente, que resiste ao enquadramento na teoria consensualmente em vigor, é, geralmente, descartado como “anomalia”, para não ameaçar o consenso no interior da comunidade científica.” (Rodrigues, 2008, p. 250) “ A descoberta começa com a consciência da anomalia, isto é, com o reconhecimento de que, de alguma maneira, a natureza violou as expectativas paradigmáticas que governam a ciência normal.” (Kuhn 1996a, p. 78, cit. por Jacobina, s/d, s/p) “ Algumas vezes, um problema comum, que deveria ser resolvido por meio de regras e procedimentos conhecidos, resiste ao ataque violento e reiterado dos membros mais hábeis do grupo em cuja área de competência ele ocorre.” (Kuhn, 2006, p. 24, grafia no original)
  • 9. Crise “ O significado das crises consiste exatamente no fato de que indicam que é chegada a ocasião para renovar os instrumentos.” (Kuhn, 2006, p. 105, grafia no original) “ O sentimento de funcionamento defeituoso, que pode levar à crise, é um pré-requisito para a revolução” (Kuhn, 1962, p.125 a 126, cit. por Vicente, 2004, p.225) “ A crise é ,nesta perspectiva, a condição fundamental de emergência de uma nova teoria. Mas esta não surge imediata nem facilmente.” (Carrilho, s/d, p. 43-47, cit. por Alves, Arêdes & Carvalho, 1992, p.112) “ A emergência de novas teorias é geralmente precedida por um período de insegurança profissional pronunciada, pois exige a destruição em larga escala de paradigmas e grandes alterações nos problemas e técnicas da ciência normal. Como seria de esperar, essa insegurança é gerada pelo fracasso constante dos quebra-cabeças da ciência normal em produzir os resultados esperados. O fracasso das regras existentes é o prelúdio para uma busca de novas regras.” (Kuhn, 1962, p. 95, cit. por Moschetti, 2004, p. 46, grafia no original)
  • 10. Ciência Extraordinária: “ Por ciencia extraordinária (Kuhn) entende um período de crise que habitualmente antecede uma revolução” (Rodrigues, 2008, p.250) “ Dá-se uma profunda reorganização de todo o domínio cientifico respectivo.” (Kuhn, s/d, cit. por Alves, Arêdes & Carvalho, 1992, p.112) “ Quando (…) uma anomalia parece ser algo mais do que um novo quebra-cabeça da ciência normal, é sinal de que se iniciou a transição para a crise e para a ciência extraordinária.” (Kuhn, 2006, p. 113, grafia no original) “ (…) surge nos momentos de crise do paradigma. (…) questiona e revoluciona os fundamentos e pressupostos da ciência anterior e propõe um novo paradigma.” (Neves, 2002, p. 146)
  • 11. “ Uma revolução científica corresponde à aceitação, pela comunidade científica, de um novo paradigma, absolutamente diferente e incompatível com o anterior. A diferença entre paradigmas é de tal forma radical, pensa Kuhn, que uma mudança de paradigma representa uma mudança de mundo para os cientistas.” (Antunes, Estanqueiro & Vidigal, 1994, p. 174) Revolução científica “ Os paradigmas são com frequência postos de lado e substituídos por outros bastante incompatíveis com eles.” (Kuhn, s/d, s/p, cit. por Marnoto, Ferreira & Garrão, 1988, p.34) “ Consideramos revoluções científicas aqueles episódios de desenvolvimento não cumulativo nos quais uma paradigma mais antigo e total ou parcialmente substituído por um novo incomparável ao anterior.” (Kuhn, 1992, pp. 125-126) “ (…) as revoluções científicas iniciaram-se com um sentimento crescente, também seguidamente restrito a uma pequena subdivisão da comunidade científica, de que o paradigma existente deixou de funcionar adequadamente na exploração de um aspecto da natureza, cuja exploração fora anteriormente dirigida pelo paradigma.” (Kuhn, 2006, p. 126, grafia no original)
  • 12. Modo como se dá o progresso científico “ A transição de um paradigma em crise para um novo, no qual pode surgir uma nova tradição de ciência normal [ou seja, uma revolução], está longe de ser um processo cumulativo obtido através de uma articulação do velho paradigma.” (Kuhn, 1991, s/p, cit. por Andrade, 2000, p.70) “ Embora o preconceito e a resistência às inovações possam muito facilmente pôr um freio ao progresso científico, a sua omnipresença é, no entanto sintomática como característica requerida para que a investigação tenha continuidade e validade” (Kuhn, 1962, s/p, cit. por Feitosa, s/d, p.190) “ No processo normal de descoberta, até mesmo a mudança tem uma utilidade (…). Ao assegurar que o paradigma não será facilmente abandonado, a resistência garante que os cientistas não serão perturbados sem razão. Garante ainda que as anomalias que conduzem a uma mudança de paradigma afectarão profundamente os conhecimentos existentes.” (Kuhn, 2006, p. 92, grafia no original)
  • 13. Valor do conhecimento “ Embora haja critérios objectivos para escolher entre teorias e paradigmas opostos, as escolhas dependem de factores subjectivos, como o modo de entender os referidos critérios, a importância relativa que lhes é atribuída por cada cientista, a ideologia de cada um, o prestígio, etc. A ciência não é objectiva porque não há escolhas inteiramente objectivas.” (Rodrigues, 2008, p. 251) “ (…) uma teoria científica, após ter atingido o status de paradigma, somente é considerada inválida quando existe uma alternativa disponível para substítui-la.” (Kuhn, 2006, p. 107-108, grafia no original) “ A incomensurabilidade dos paradigmas é a impossibilidade de os comparar objectivamente de maneira a concluir que um é melhor do que o outro. (Autor desconhecido b, s/d, s/p)
  • 14. (Kuhn, 1962, s/p, cit. por Feitosa, s/d, p.227) Epílogo “ O conhecimento científico, como a linguagem, é intrinsecamente a propriedade comum de um grupo ou então não é nada. Para entendê-lo precisamos conhecer as características essenciais dos grupos que o criam e o utilizam.”
  • 15.