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O que é Ciência?




  Dr. Guanis de Barros Vilela Junior
Tipos de Conhecimento

              Científico




Filosófico   conhecimento   Teológico



               Vulgar
Conhecimento Científico
•   É gerado por especialistas
•   É sistemático
•   É objetivo
•   É rigoroso
•   É metódico
•   É justificativo
•   É demonstrativo
•   É racionalmente construído
Ciência segundo o Houaiss...
• Processo racional usado pelo homem
  para se relacionar com a natureza e assim
  obter resultados que lhe sejam úteis.

• Conhecimento que, em constante
  interrogação de seu método, suas origens
  e seus fins, procura obedecer a
  princípios válidos e rigorosos, almejando
  especialmente coerência interna e
  sistematicidade.
Ciência segundo Ander-Egg

• “a ciência é um conjunto de
  conhecimentos racionais, certos ou
  prováveis, obtidos metodicamente,
  sistematizados e verificáveis, que
  fazem referência a objetos da mesma
  natureza”
Elementos da Ciência...
•   Objetividade – identificação de características comuns (ou
    leis gerais) em um fenômeno. Esta busca de similaridade
    constitui-se como o primeiro passo rumo a sistematização
    inerente ao processo científico.

•   Funcionalidade- característica da ciência que se refere ao
    aumento da capacidade de compreensão do mundo, possui
    natureza cumulativa.

•   Formalidade- refere-se às normas e métodos específicos
    pelos quais uma determinada ciência estuda o mesmo
    objeto material.

•   Materialidade- refere-se ao objeto de estudo em si, ou seja,
    aquilo que é objeto de estudo, análise ou interpretação.
Classificação da ciência
                        Modelo proposto por Comte:
                              Teóricas: geometria, estatística
           matemáticas        Aplicadas: mecânica, astronomia


           físico-químicas    Física, química, geologia



           biológicas         Genética, botânica, zoologia

ciências

                               Psicológicas: psicologia, estética, moral, lógica
           morais              Históricas: história, arqueologia, geografia humana
                               Sociais e políticas: sociologia, direito, economia


           metafísicas        Teologia
Classificação de Carnap & Bunge

                    Lógica
          formal    matemática


                                 Física
                                 Química
                    Natural      Biologia
ciência
                                 Psicologia individual

          factual

                                 Psicologia social
                                 Sociologia
                    Cultural
                                 Economia
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                                 História
Métodos Científicos
• A investigação científica depende de um “conjunto de
  procedimentos intelectuais e técnicos” (Gil, 1999,
  p.26) para que seus objetivos sejam atingidos: os
  métodos científicos.

• Método científico é o conjunto de processos ou
  operações mentais que se devem empregar na
  investigação. É a linha de raciocínio adotada no
  processo de pesquisa. Os métodos que fornecem as
  bases lógicas à investigação são: dedutivo, indutivo,
  hipotético-dedutivo, dialético e fenomenológico (GIL,
  1999; LAKATOS; MARCONI, 1993).
Método Dedutivo
• Método proposto pelos racionalistas Descartes,
  Spinoza e Leibniz que pressupõe que só a razão é
  capaz de levar ao conhecimento verdadeiro. O
  raciocínio dedutivo tem o objetivo de explicar o
  conteúdo das premissas. Por intermédio de uma
  cadeia de raciocínio em ordem descendente, de
  análise do geral para o particular, chega a uma
  conclusão. Usa o silogismo, construção lógica para,
  a partir de duas premissas, retirar uma terceira
  logicamente decorrente das duas primeiras,
  denominada de conclusão (GIL, 1999; LAKATOS;
  MARCONI, 1993).
• Exemplo:
  Todo homem é mortal ............... (premissa maior)
  Pedro é homem ......................... (premissa menor)
  Logo, Pedro é mortal ................. (conclusão)
Método Indutivo
• Método proposto pelos empiristas Bacon, Hobbes,
  Locke e Hume. Considera que o conhecimento é
  fundamentado na experiência, não levando em
  conta princípios preestabelecidos. No raciocínio
  indutivo a generalização deriva de observações de
  casos da realidade concreta. As constatações
  particulares levam à elaboração de generalizações
  (GIL, 1999; LAKATOS; MARCONI, 1993).

• Exemplo:
  Antônio é mortal. João é mortal. Paulo é mortal...
  Carlos é mortal.
  Ora, Antônio, João, Paulo... e Carlos são homens.
  Logo, (todos) os homens são mortais.
MÉTODO HIPOTÉTICO-DEDUTIVO
   • Proposto por Popper, consiste na adoção da
     seguinte linha de raciocínio: “quando os
     conhecimentos disponíveis sobre determinado
     assunto são insuficientes para a explicação de um
     fenômeno, surge o problema. Para tentar explicar a
     dificuldades expressas no problema, são formuladas
     conjecturas ou hipóteses. Das hipóteses formuladas,
     deduzem-se conseqüências que deverão ser
     testadas ou falseadas. Falsear significa tornar falsas
     as conseqüências deduzidas das hipóteses.
     Enquanto no método dedutivo se procura a todo
     custo confirmar a hipótese, no método hipótetico-
     dedutivo, ao contrário, procuram-se evidências
     empíricas para derrubá-la” (GIL, 1999, p.30).
MÉTODO DIALÉTICO
• Fundamenta-se na dialética proposta por
  Hegel, na qual as contradições se
  transcendem dando origem a novas
  contradições que passam a requerer
  solução. É um método de interpretação
  dinâmica e totalizante da realidade.
  Considera que os fatos não podem ser
  considerados fora de um contexto social,
  político, econômico, etc. Empregado em
  pesquisa qualitativa (GIL, 1999; LAKATOS;
  MARCONI, 1993).
MÉTODO FENOMENOLÓGICO
  • Preconizado por Husserl, o método
    fenomenológico não é dedutivo nem indutivo.
    Preocupa-se com a descrição direta da
    experiência tal como ela é. A realidade é
    construída socialmente e entendida como o
    compreendido, o interpretado, o comunicado.
    Então, a realidade não é única: existem tantas
    quantas forem as suas interpretações e
    comunicações. O sujeito/ator é
    reconhecidamente importante no processo de
    construção do conhecimento (GIL, 1999;
    TRIVIÑOS, 1992). Empregado em pesquisa
    qualitativa.
E agora?!...
• Na era do caos, do indeterminismo e da incerteza, os
  métodos científicos andam com seu prestígio
  abalado. Apesar da sua reconhecida importância,
  hoje, mais do que nunca, se percebe que a ciência
  não é fruto de um roteiro de criação totalmente
  previsível. Portanto, não há apenas uma maneira de
  raciocínio capaz de dar conta do complexo mundo
  das investigações científicas. O ideal seria você
  empregar métodos, e não um método em particular,
  que ampliem as possibilidades de análise e obtenção
  de respostas para o problema proposto na pesquisa.
Ciência e Ética
Ética:
 “Em doutrinas racionalistas e metafísicas, estudo das
  finalidades últimas, ideais e, em alguns casos,
  transcendentes, que orientam a ação humana para o
  máximo de harmonia, universalidade, excelência ou
  perfectibilidade, o que implica a superação de paixões
  e desejos irrefletidos”. (Dic. Houaiss)

 “Estudo suscetível dede apreciação ponto de vista conduta
  humana
          dos juízos
                        qualificação do
                                        referentes à
                                                     do bem
  e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja
  de modo absoluto.” (Dic. Aurélio)
Ciência e Ética
              Algumas perguntas...

• Seria uma atitude ética o sacrifício de milhões de
  animais para realização de pesquisas científicas?

• Os alimentos geneticamente modificados
  (transgênicos) devem ser utilizados para minimizar
  a fome mundial?

• A engenharia genética à medida que domine a
  sintaxe do genoma humano poderá manipular
  genes para construir um super-homem?
Para que serve a ciência?
• Para que compreendamos melhor o
  nosso mundo

• Para que ajamos mais ecologicamente

• Para que tenhamos uma melhor
  qualidade de vida
A quem serve a ciência?

• Nos países mais pobres a ciência
  serve a elite dominante.
• Ciência que não está a serviço da
  vida (em todas as suas formas) é
  eticamente discutível.
• A maior parte da verbas destinadas à
  pesquisa no mundo são destinadas à
  indústria da morte e da opressão.
Referências bibliográficas
•   Andery,M.A..../et al./ Para compreender a ciência. Rio de Janeiro: Espaço
    e tempo; São Paulo: EDUC,1992.
•   Bronowski,J. Ciência e valores humanos, São Paulo: Edusp,1979.
•   Capra,F. O ponto de mutação, São Paulo:ed Cultrix,1987.
•   Chalmers,A.F. O que ciência afinal ?, São Paulo:ed Brasiliense,1983.
•   Chrétien,C. A ciência em ação,Campinas-SP:Papirus,1994.
•   Domingues,I. O grau zero do conhecimento- o problema da
    fundamentação das ciências humanas; São Paulo: ed. Loyola,1991.
•   Epstein,I. Revoluções científicas, São Paulo: ed Ática,1988.
•   Feyerabend,P. Contra o método, São Paulo:ed. Francisco Alves, 1988.
•   Gleick,J. Caos-a criação de uma nova ciência, São Paulo: ed Campus,
    1990.
•   Granger,G.G. A ciência e as ciências, São Paulo:ed. Unesp,1994.
•   Kneller,G.F. A ciência como atividade humana.São Paulo:
    Zahar/Edusp,1980.
Referências bibliográficas
                                (continuação)

•   Kuhn,T. A estrutura das revoluções científicas, São Paulo: ed.perspectivas,
    3a edição, 1992.
•   Losee,J. Introdução histórica à filosofia da ciência, São Paulo: edusp,
    1979.
•   Masterman,M. The nature of a paradigm in Criticism and growth of
    knowledge, Proceedings of the international colloquium in the philosophy of
    science-1965,Cambridge:Cambridge University Press,1970.
•   Poincaré,H. A ciência e a hipótese, ed UNB,1984.
•   Popper,K. A lógica da pesquisa científica, São Paulo: cultrix,1989.
•   Prigogine,I. & Stengers,I. A nova aliança, ed UNB, 1991.
•   Prigogine,I. & Stengers,I. Entre o tempo e a eternidade, São Paulo:
    companhia das letras, 1992.
•   Ray,C. Tempo espaço e filosofia, Campinas:papirus, 1993.
•   Stegmüller,W. A filosofia contemporânea: introdução crítica. v.1-2, São
    Paulo:E.P.U., 1977.
•   Stewart,I. Does god play dice? the new mathematics of chaos, England:
    B.Blackwell, 1989.

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O que é Ciência? Os Elementos e Métodos Científicos

  • 1. O que é Ciência? Dr. Guanis de Barros Vilela Junior
  • 2. Tipos de Conhecimento Científico Filosófico conhecimento Teológico Vulgar
  • 3. Conhecimento Científico • É gerado por especialistas • É sistemático • É objetivo • É rigoroso • É metódico • É justificativo • É demonstrativo • É racionalmente construído
  • 4. Ciência segundo o Houaiss... • Processo racional usado pelo homem para se relacionar com a natureza e assim obter resultados que lhe sejam úteis. • Conhecimento que, em constante interrogação de seu método, suas origens e seus fins, procura obedecer a princípios válidos e rigorosos, almejando especialmente coerência interna e sistematicidade.
  • 5. Ciência segundo Ander-Egg • “a ciência é um conjunto de conhecimentos racionais, certos ou prováveis, obtidos metodicamente, sistematizados e verificáveis, que fazem referência a objetos da mesma natureza”
  • 6. Elementos da Ciência... • Objetividade – identificação de características comuns (ou leis gerais) em um fenômeno. Esta busca de similaridade constitui-se como o primeiro passo rumo a sistematização inerente ao processo científico. • Funcionalidade- característica da ciência que se refere ao aumento da capacidade de compreensão do mundo, possui natureza cumulativa. • Formalidade- refere-se às normas e métodos específicos pelos quais uma determinada ciência estuda o mesmo objeto material. • Materialidade- refere-se ao objeto de estudo em si, ou seja, aquilo que é objeto de estudo, análise ou interpretação.
  • 7. Classificação da ciência Modelo proposto por Comte: Teóricas: geometria, estatística matemáticas Aplicadas: mecânica, astronomia físico-químicas Física, química, geologia biológicas Genética, botânica, zoologia ciências Psicológicas: psicologia, estética, moral, lógica morais Históricas: história, arqueologia, geografia humana Sociais e políticas: sociologia, direito, economia metafísicas Teologia
  • 8. Classificação de Carnap & Bunge Lógica formal matemática Física Química Natural Biologia ciência Psicologia individual factual Psicologia social Sociologia Cultural Economia Ciência política História
  • 9. Métodos Científicos • A investigação científica depende de um “conjunto de procedimentos intelectuais e técnicos” (Gil, 1999, p.26) para que seus objetivos sejam atingidos: os métodos científicos. • Método científico é o conjunto de processos ou operações mentais que se devem empregar na investigação. É a linha de raciocínio adotada no processo de pesquisa. Os métodos que fornecem as bases lógicas à investigação são: dedutivo, indutivo, hipotético-dedutivo, dialético e fenomenológico (GIL, 1999; LAKATOS; MARCONI, 1993).
  • 10. Método Dedutivo • Método proposto pelos racionalistas Descartes, Spinoza e Leibniz que pressupõe que só a razão é capaz de levar ao conhecimento verdadeiro. O raciocínio dedutivo tem o objetivo de explicar o conteúdo das premissas. Por intermédio de uma cadeia de raciocínio em ordem descendente, de análise do geral para o particular, chega a uma conclusão. Usa o silogismo, construção lógica para, a partir de duas premissas, retirar uma terceira logicamente decorrente das duas primeiras, denominada de conclusão (GIL, 1999; LAKATOS; MARCONI, 1993). • Exemplo: Todo homem é mortal ............... (premissa maior) Pedro é homem ......................... (premissa menor) Logo, Pedro é mortal ................. (conclusão)
  • 11. Método Indutivo • Método proposto pelos empiristas Bacon, Hobbes, Locke e Hume. Considera que o conhecimento é fundamentado na experiência, não levando em conta princípios preestabelecidos. No raciocínio indutivo a generalização deriva de observações de casos da realidade concreta. As constatações particulares levam à elaboração de generalizações (GIL, 1999; LAKATOS; MARCONI, 1993). • Exemplo: Antônio é mortal. João é mortal. Paulo é mortal... Carlos é mortal. Ora, Antônio, João, Paulo... e Carlos são homens. Logo, (todos) os homens são mortais.
  • 12. MÉTODO HIPOTÉTICO-DEDUTIVO • Proposto por Popper, consiste na adoção da seguinte linha de raciocínio: “quando os conhecimentos disponíveis sobre determinado assunto são insuficientes para a explicação de um fenômeno, surge o problema. Para tentar explicar a dificuldades expressas no problema, são formuladas conjecturas ou hipóteses. Das hipóteses formuladas, deduzem-se conseqüências que deverão ser testadas ou falseadas. Falsear significa tornar falsas as conseqüências deduzidas das hipóteses. Enquanto no método dedutivo se procura a todo custo confirmar a hipótese, no método hipótetico- dedutivo, ao contrário, procuram-se evidências empíricas para derrubá-la” (GIL, 1999, p.30).
  • 13. MÉTODO DIALÉTICO • Fundamenta-se na dialética proposta por Hegel, na qual as contradições se transcendem dando origem a novas contradições que passam a requerer solução. É um método de interpretação dinâmica e totalizante da realidade. Considera que os fatos não podem ser considerados fora de um contexto social, político, econômico, etc. Empregado em pesquisa qualitativa (GIL, 1999; LAKATOS; MARCONI, 1993).
  • 14. MÉTODO FENOMENOLÓGICO • Preconizado por Husserl, o método fenomenológico não é dedutivo nem indutivo. Preocupa-se com a descrição direta da experiência tal como ela é. A realidade é construída socialmente e entendida como o compreendido, o interpretado, o comunicado. Então, a realidade não é única: existem tantas quantas forem as suas interpretações e comunicações. O sujeito/ator é reconhecidamente importante no processo de construção do conhecimento (GIL, 1999; TRIVIÑOS, 1992). Empregado em pesquisa qualitativa.
  • 15. E agora?!... • Na era do caos, do indeterminismo e da incerteza, os métodos científicos andam com seu prestígio abalado. Apesar da sua reconhecida importância, hoje, mais do que nunca, se percebe que a ciência não é fruto de um roteiro de criação totalmente previsível. Portanto, não há apenas uma maneira de raciocínio capaz de dar conta do complexo mundo das investigações científicas. O ideal seria você empregar métodos, e não um método em particular, que ampliem as possibilidades de análise e obtenção de respostas para o problema proposto na pesquisa.
  • 16. Ciência e Ética Ética:  “Em doutrinas racionalistas e metafísicas, estudo das finalidades últimas, ideais e, em alguns casos, transcendentes, que orientam a ação humana para o máximo de harmonia, universalidade, excelência ou perfectibilidade, o que implica a superação de paixões e desejos irrefletidos”. (Dic. Houaiss)  “Estudo suscetível dede apreciação ponto de vista conduta humana dos juízos qualificação do referentes à do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto.” (Dic. Aurélio)
  • 17. Ciência e Ética Algumas perguntas... • Seria uma atitude ética o sacrifício de milhões de animais para realização de pesquisas científicas? • Os alimentos geneticamente modificados (transgênicos) devem ser utilizados para minimizar a fome mundial? • A engenharia genética à medida que domine a sintaxe do genoma humano poderá manipular genes para construir um super-homem?
  • 18. Para que serve a ciência? • Para que compreendamos melhor o nosso mundo • Para que ajamos mais ecologicamente • Para que tenhamos uma melhor qualidade de vida
  • 19. A quem serve a ciência? • Nos países mais pobres a ciência serve a elite dominante. • Ciência que não está a serviço da vida (em todas as suas formas) é eticamente discutível. • A maior parte da verbas destinadas à pesquisa no mundo são destinadas à indústria da morte e da opressão.
  • 20. Referências bibliográficas • Andery,M.A..../et al./ Para compreender a ciência. Rio de Janeiro: Espaço e tempo; São Paulo: EDUC,1992. • Bronowski,J. Ciência e valores humanos, São Paulo: Edusp,1979. • Capra,F. O ponto de mutação, São Paulo:ed Cultrix,1987. • Chalmers,A.F. O que ciência afinal ?, São Paulo:ed Brasiliense,1983. • Chrétien,C. A ciência em ação,Campinas-SP:Papirus,1994. • Domingues,I. O grau zero do conhecimento- o problema da fundamentação das ciências humanas; São Paulo: ed. Loyola,1991. • Epstein,I. Revoluções científicas, São Paulo: ed Ática,1988. • Feyerabend,P. Contra o método, São Paulo:ed. Francisco Alves, 1988. • Gleick,J. Caos-a criação de uma nova ciência, São Paulo: ed Campus, 1990. • Granger,G.G. A ciência e as ciências, São Paulo:ed. Unesp,1994. • Kneller,G.F. A ciência como atividade humana.São Paulo: Zahar/Edusp,1980.
  • 21. Referências bibliográficas (continuação) • Kuhn,T. A estrutura das revoluções científicas, São Paulo: ed.perspectivas, 3a edição, 1992. • Losee,J. Introdução histórica à filosofia da ciência, São Paulo: edusp, 1979. • Masterman,M. The nature of a paradigm in Criticism and growth of knowledge, Proceedings of the international colloquium in the philosophy of science-1965,Cambridge:Cambridge University Press,1970. • Poincaré,H. A ciência e a hipótese, ed UNB,1984. • Popper,K. A lógica da pesquisa científica, São Paulo: cultrix,1989. • Prigogine,I. & Stengers,I. A nova aliança, ed UNB, 1991. • Prigogine,I. & Stengers,I. Entre o tempo e a eternidade, São Paulo: companhia das letras, 1992. • Ray,C. Tempo espaço e filosofia, Campinas:papirus, 1993. • Stegmüller,W. A filosofia contemporânea: introdução crítica. v.1-2, São Paulo:E.P.U., 1977. • Stewart,I. Does god play dice? the new mathematics of chaos, England: B.Blackwell, 1989.